Fortalecimento das Ações de Acessibilidade Comunicativa na Rede de Saúde

Fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde

Neste dia, 17 de setembro de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Renata Reis, fonoaudióloga do Centro Especializado em Reabilitação (CER) e responsável pela mediação do Curso de Libras para os profissionais da Atenção Primária, realizaram atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa, contribuindo para o acompanhamento e o aprimoramento das ações desenvolvidas nos serviços de saúde. A iniciativa busca ampliar a conscientização e disseminar práticas inclusivas na rede, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para a sensibilização das equipes e a qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa, da atenção à saúde e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Essas ações contribuem para uma assistência cada vez mais acolhedora, acessível e comprometida com a equidade no cuidado em saúde.

 

Fontes

 

Construção do Treinamento “Saúde da Pessoa Idosa na APS: VES-13”

OTICS Bangu participa da construção do treinamento “Saúde da Pessoa Idosa na APS: VES-13”

No dia 16 de setembro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço para a construção e organização do treinamento “Saúde da Pessoa Idosa na APS: VES-13”, que será destinado aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) da AP 5.1. A atividade de preparação contou com a participação de Elvis Ferreira, Apoiador Técnico da Saúde do Homem e da Pessoa Idosa, que esteve envolvido na elaboração do treinamento, contribuindo para a organização dos conteúdos e das estratégias que serão utilizadas durante a capacitação. O treinamento será realizado nos dias 06 e 20 de outubro de 2026, a partir das 13h30, no Auditório da OTICS Bangu, com previsão de 45 participantes, tendo como público-alvo os Agentes Comunitários de Saúde. A capacitação será conduzida por Jaqueline Nascimento e Elvis Ferreira, Apoiadores Técnicos da Saúde do Homem e da Pessoa Idosa, e tem como principal objetivo o fortalecimento das ações de cuidado integral à pessoa idosa no território.

VES-13 e o cuidado à pessoa idosa na Atenção Primária

O VES-13 (Vulnerable Elders Survey-13) é um instrumento utilizado para identificar pessoas idosas em situação de maior vulnerabilidade, considerando aspectos como idade, autopercepção da saúde, limitações físicas e incapacidades. O Ministério da Saúde apresenta o VES-13 em seus materiais relacionados à identificação da pessoa idosa vulnerável.

Na Atenção Primária à Saúde, instrumentos de avaliação da vulnerabilidade podem contribuir para o reconhecimento das necessidades da população idosa e para o planejamento do cuidado, fortalecendo o acompanhamento realizado pelas equipes de saúde.

Nesse contexto, a participação dos Agentes Comunitários de Saúde é especialmente relevante, considerando sua atuação próxima às famílias e sua inserção cotidiana no território. A capacitação busca ampliar conhecimentos e fortalecer práticas que contribuam para a identificação das necessidades das pessoas idosas e para a articulação do cuidado junto às equipes de saúde.

Educação Permanente em Saúde

A construção do treinamento representa mais uma iniciativa voltada à Educação Permanente em Saúde, fortalecendo a qualificação dos profissionais que atuam diretamente na Atenção Primária. A realização de espaços de formação e troca de conhecimentos contribui para o aprimoramento dos processos de trabalho e para o fortalecimento de uma assistência cada vez mais qualificada, integral e humanizada à população idosa da AP 5.1.

A OTICS Bangu reafirma, assim, seu compromisso com o apoio às ações de formação, capacitação e Educação Permanente, contribuindo para o desenvolvimento dos profissionais e para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) no território.

 

 

Fontes

BRASIL. Ministério da Saúde. Manual para utilização da Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa. Brasília: Ministério da Saúde. Material que apresenta o VES-13 como instrumento para identificação da pessoa idosa vulnerável.
Manual para utilização da Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa – Ministério da Saúde

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde da Pessoa Idosa. Informações oficiais sobre avaliação multidimensional, vulnerabilidades e organização do cuidado à pessoa idosa no SUS.
Saúde da Pessoa Idosa – Ministério da Saúde

BRASIL. Ministério da Saúde. Caderneta Brasileira da Pessoa Idosa. Publicação atualizada em 2026, com orientações para acompanhamento e identificação de vulnerabilidades da pessoa idosa.
Caderneta Brasileira da Pessoa Idosa – Ministério da Saúde

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.528, de 19 de outubro de 2006. Aprova a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa.
Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa – Ministério da Saúde

Oficina de Territorialização do CMS Dr. Eithel Pinheiro – AP 5.1

No dia 16 de setembro de 2026, no turno da manhã, a sala de tutoria da OTICS Bangu sediou a Oficina de Territorialização com os profissionais do CMS Dr. Eithel Pinheiro – AP 5.1. A atividade teve como objetivo ajustes do território da unidade, como também o início da delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território.

Participaram da oficina Fátima Carneiro (Gerente da OTICS Bangu), Victor Lins (Assistente Administrativo da OTICS Bangu), Geise Lima (Gerente Técnica da Unidade), os Agentes Comunitários de Saúde (ACS),  Gabriel Henrique de Azevedo e Arianna Marjorie Barbosa, além de Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

Link para download do Google Earth Pro

Busque aqui a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 15 de setembro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes

“Emergências Climáticas: Saúde e Preparação para os Riscos”

No dia 15 de setembro de 2026, das 14h30 às 16h, a OTICS Bangu recebeu, na Sala de Tutoria, um encontro voltado à apresentação do Comunicado de Risco: Emergências Climáticas e as ações do setor saúde. A atividade reuniu aproximadamente cinco participantes, entre profissionais da Gestão da DVS, Vigilância Ambiental e URR, para discutir os potenciais impactos à saúde relacionados às condições climáticas previstas e as estratégias necessárias para a atuação do setor saúde diante de possíveis emergências climáticas. Entre os assuntos abordados estiveram as emergências climáticas e o fenômeno El Niño, com destaque para os potenciais impactos das condições climáticas sobre a saúde da população. O encontro buscou ampliar a capacidade de antecipação, preparação e resposta dos serviços de saúde, considerando a necessidade de atuação integrada entre os diferentes setores da Vigilância em Saúde. O objetivo foi apresentar recomendações para subsidiar a preparação, a resposta e a continuidade das ações e dos serviços de saúde diante de possíveis situações de emergência relacionadas às condições climáticas previstas.

Ney Junior, Agente de Vigilância em Saúde da equipe de Risco Não Biológico – CAP 5.1 e Ney Junior e Renata Paulla (Vig.Ambiental/Risco Não Biológico)!

A iniciativa reforça a importância do monitoramento de riscos, da vigilância em saúde e do planejamento integrado, contribuindo para a redução de impactos à saúde da população e para a manutenção da assistência em situações adversas. A atividade contou com a participação e condução de, Isabela Sousa – DVS; Ney Junior – Vigilância Ambiental / Risco Não Biológico e Renata Paulla – Vigilância Ambiental / Risco Não Biológico. A realização de encontros como este fortalece a integração entre os setores e a capacidade de planejamento e resposta da AP 5.1 – SMS – RJ, contribuindo para uma atuação mais preparada diante dos desafios relacionados às mudanças e emergências climáticas.

Fontes Oficiais :

  • Ministério da Saúde – Saúde Ambiental e Emergências em Saúde Pública: informações e orientações relacionadas aos impactos dos eventos climáticos sobre a saúde.
    Ministério da Saúde – Saúde Ambiental
  • Instituto Nacional de Meteorologia (INMET): monitoramento e informações meteorológicas utilizadas para acompanhamento das condições climáticas.
    INMET – Instituto Nacional de Meteorologia
  • Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) – Mudanças climáticas e saúde: conteúdos técnicos sobre os impactos das mudanças climáticas na saúde e estratégias de preparação e resposta.
    OPAS – Mudanças climáticas e saúde

Adolescências e Tessituras: Formação e Cuidado no Atendimento Socioeducativo

Adolescências e Tessituras fortalece formação para o cuidado de adolescentes em atendimento socioeducativo!

 

No dia 15 de setembro de 2026, das 14h às 16h, a OTICS Bangu recebeu, na Sala de Apoio à Gestão, a Trilha 1 do Curso de Qualificação Profissional “Adolescências e Tessituras”, realizada no Seminário “Onde o adolescer acontece: cartografia do território”. A atividade contou com a participação de aproximadamente 10 profissionais da saúde dos municípios habilitados na Política Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes em Conflito com a Lei (PNAISARI). O curso foi realizado de forma híbrida, possibilitando a participação presencial e remota dos profissionais. O encontro abordou o tema “Acolhimento e dignidade a adolescentes em atendimento socioeducativo”, promovendo reflexões sobre a importância de uma atenção à saúde humanizada, qualificada e pautada no respeito aos direitos dos adolescentes.

A PNAISARI tem como objetivo garantir e ampliar o acesso aos cuidados em saúde dos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas, fortalecendo a atuação das redes de saúde e a articulação entre os diferentes setores envolvidos no cuidado. O principal objetivo da atividade foi promover a formação continuada dos profissionais de saúde, contribuindo para o aprimoramento das práticas de cuidado e para o fortalecimento da atenção integral aos adolescentes em atendimento socioeducativo. A PNAISARI também contempla a educação permanente como um dos eixos para a organização da atenção à saúde dessa população.

A proposta do curso dialoga ainda com a experiência do Projeto de Extensão e Pesquisa Janela da Escuta, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que desenvolve ações interdisciplinares voltadas ao acompanhamento e cuidado de adolescentes, valorizando a escuta e o reconhecimento do adolescente como sujeito de saber. A atividade foi realizada em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Projeto Janela da Escuta e Ministério da Saúde, fortalecendo iniciativas de qualificação profissional e Educação Permanente em Saúde.

A realização do curso na OTICS Bangu reforça seu papel como espaço de apoio à formação dos trabalhadores do SUS e de fortalecimento das políticas públicas de saúde no território da AP 5.1 – SMS – RJ.

Fontes

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes em Conflito com a Lei – PNAISARI. Disponível em: Ministério da Saúde. PNAISARI – Ministério da Saúde

BRASIL. Ministério da Saúde. Adolescentes em cumprimento e medida socioeducativa. Disponível em: Ministério da Saúde.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS – UFMG. Programa de Extensão Janela da Escuta. Janela da Escuta – UFMG

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS – UFMG. Janela da Escuta: adolescências e tessituras – o que os 18 anos nos ensinam?

 

Projeto Mente Segura Fortalece Ações de Cuidado à Saúde Mental dos Trabalhadores

Projeto Mente Segura promove discussão sobre riscos psicossociais no CAPS Lima Barreto – AP 5.1

No dia 15 de setembro de 2026, das 9h às 12h, o Auditório da OTICS Bangu recebeu o encontro do Projeto Mente Segura – CAPS Lima Barreto – AP 5.1, reunindo 35 funcionários do CAPS Lima Barreto para um momento de informação, reflexão e cuidado voltado à saúde dos trabalhadores. A atividade contou com a apresentação do SESMT – Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho, que abordou os principais riscos psicossociais presentes no ambiente de trabalho, destacando a importância da identificação, prevenção e adoção de estratégias que contribuam para a promoção da saúde e do bem-estar dos profissionais. Durante o encontro, também foi apresentado o Projeto Mente Segura, iniciativa que será implementada junto aos funcionários do CAPS Lima Barreto, com o propósito de fortalecer ações de prevenção, cuidado e atenção à saúde mental no ambiente de trabalho.

Os riscos psicossociais podem estar relacionados à organização e às condições de trabalho, às relações profissionais, à sobrecarga, ao estresse e a outros fatores que podem impactar a saúde e a qualidade de vida dos trabalhadores. Nesse contexto, promover espaços de diálogo e orientação é fundamental para fortalecer uma cultura institucional de prevenção, acolhimento e cuidado com os profissionais. A iniciativa reforça a importância de cuidar de quem também está na linha de frente da atenção à saúde, contribuindo para ambientes de trabalho mais saudáveis e seguros. O encontro teve como objetivo apresentar aos funcionários do CAPS Lima Barreto os riscos psicossociais relacionados ao trabalho, além de apresentar o Projeto Mente Segura, que será implementado para os profissionais da unidade, fortalecendo ações de prevenção e promoção da saúde mental. A atividade foi conduzida sob a responsabilidade de Priscila Lira – Coordenadora Administrativa do CAPS Lima Barreto, com a participação do SESMT na apresentação dos conteúdos relacionados aos riscos psicossociais e ao Projeto Mente Segura.

A realização do encontro na OTICS Bangu reafirma seu papel como espaço de apoio à Educação Permanente em Saúde, contribuindo para a qualificação, integração e fortalecimento das ações desenvolvidas pelos profissionais da AP 5.1 – SMS – RJ.

 

Fontes e referências

  • BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. A norma estabelece diretrizes para o gerenciamento dos riscos ocupacionais e contempla os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho.
    Ministério do Trabalho e Emprego – NR-1
  • ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). Mental health at work. A publicação aborda os riscos psicossociais no ambiente de trabalho e estratégias para prevenção e promoção da saúde mental dos trabalhadores.
    OMS – Saúde mental no trabalho
  • ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). Guidelines on mental health at work. Diretrizes baseadas em evidências para promoção da saúde mental, prevenção de problemas de saúde mental relacionados ao trabalho e apoio aos trabalhadores.
    OMS – Guidelines on mental health at work

Educação e Cuidado em Diabetes

Projeto de Extensão UCB promove orientação sobre Diabetes Mellitus para pessoas idosas!

No dia 14 de setembro de 2026, das 9h às 10h, o Auditório da OTICS Bangu recebeu uma atividade do Projeto de Extensão da Universidade Castelo Branco (UCB), voltada à promoção da saúde e ao cuidado de pessoas idosas com Diabetes Mellitus (DM). A atividade contou com a participação de 45 pessoas com 60 anos ou mais, com diagnóstico de Diabetes Mellitus e hemoglobina glicada (HbA1c) acima de 8%, público que necessita de atenção e acompanhamento contínuos para o controle da doença e prevenção de complicações. Durante o encontro, foram abordados temas relacionados a “Conhecendo a Diabetes Mellitus, cuidados e prevenção”, proporcionando aos participantes informações sobre a doença, a importância do autocuidado, do acompanhamento regular pelos serviços de saúde e da adoção de medidas que contribuam para o controle da glicemia e a prevenção de complicações. A ação teve como principal objetivo a captação do grupo para orientação e cuidado, fortalecendo a educação em saúde e estimulando os participantes a adotarem práticas de autocuidado e acompanhamento adequado da Diabetes Mellitus.

A iniciativa também reforça a importância da integração entre ensino, serviço e comunidade, aproximando estudantes da área da saúde da realidade vivenciada pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A capacitação foi ministrada pelos estudantes de Medicina da Universidade Castelo Branco (UCB), Sumaya Carvalho; Gabriela Cerqueira; Amanda Araújo e Raphael Vallejo. A solicitação e organização do evento ficaram sob responsabilidade de Letícia de Oliveira, do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

A educação em saúde é uma importante estratégia para ampliar o conhecimento dos usuários sobre doenças crônicas e fortalecer sua autonomia no cuidado. No caso da Diabetes Mellitus, o acompanhamento adequado e a adoção de hábitos saudáveis são fundamentais para contribuir para o controle da doença e reduzir o risco de complicações. A atividade realizada na OTICS Bangu representa, portanto, uma ação de promoção da saúde, prevenção de agravos e educação permanente, fortalecendo a articulação entre a Universidade Castelo Branco, os serviços da Atenção Primária e a comunidade.

🩺 Cuidar também é acompanhar!

A aferição da pressão arterial é uma importante medida para acompanhar a saúde cardiovascular e identificar possíveis alterações. Durante a atividade, os participantes receberam orientações e cuidados para fortalecer o autocuidado e a prevenção. 💙

⚖️ Conhecer para cuidar!

A pesagem e a mensuração da circunferência abdominal fazem parte do acompanhamento da saúde e ajudam na avaliação de fatores de risco relacionados às doenças crônicas. Um momento de cuidado, prevenção e promoção da saúde. 💙

 

 

Fonte:
Ministério da Saúde – Diabetes Mellitus

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 11 de setembro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Elvis Ferreira, apoiador da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência;
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015);
Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da Universalidade, Equidade e Integralidade.

Reunião Técnica do Cerest Zona Oeste

OTICS Bangu recebe Reunião Técnica das Atividades do Cerest Zona Oeste

Na tarde do dia, 11 de setembro de 2026, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu sediou a Reunião de Técnica das Atividades do Cerest Zona Oeste. Os assuntos abordados contemplaram o fluxo de notificação de acidentes e agravos relacionado ao trabalho. A reunião destacou-se pela sua relevância no fortalecimento das ações de prevenção, promoção e proteção da saúde dos trabalhadores, contribuindo para a identificação precoce de riscos, a melhoria da qualidade das informações em saúde e o aprimoramento das estratégias de intervenção. A iniciativa reforça o compromisso com a qualificação contínua das práticas e com o fortalecimento da rede de cuidado em saúde do trabalhador.  A reunião foi conduzida por Simone Leite, Diretora do Cerest Zona Oeste – AVS/CAP 5.1, com apoio da Lúcia Regina, do DAPS/CAP 5.1, reforçando o compromisso com a qualificação contínua das práticas e com o fortalecimento das redes de cuidado no âmbito da saúde do trabalhador.

A Saúde do Trabalhador é uma área estratégica da saúde pública e parte integrante do campo da Saúde Coletiva, com foco na promoção da saúde e na prevenção de agravos relacionados às condições de trabalho. Reconhecendo o trabalho como determinante social da saúde, essa área busca assegurar a atenção integral à saúde da população trabalhadora em seus diversos contextos.

Por meio de ações integradas de Vigilância em Saúde, com destaque para a Vigilância Epidemiológica, o Sistema Único de Saúde (SUS) atua na identificação, monitoramento e enfrentamento de riscos e agravos à saúde decorrentes dos ambientes, processos e relações de trabalho, em todo o território nacional.

Fundamentada nos princípios da universalidade, integralidade, equidade, intersetorialidade e participação social, a política de Saúde do Trabalhador reafirma o direito de todos os trabalhadores e trabalhadoras à saúde, independentemente da natureza do vínculo empregatício ou da formalidade da ocupação.

Nesse sentido, as políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador devem promover ambientes de trabalho seguros, saudáveis e humanizados, bem como contribuir para a prevenção de doenças e agravos, a promoção do bem-estar físico, mental e social, e a garantia da dignidade no trabalho.

Fontes e referências: