Reunião Técnica de Categorias Profissionais – eMulti

No dia 21 de maio de 2026, das 14h às 17h, o auditório da OTICS Bangu sediou a Reunião Técnica de Categorias de Psiquiatria e Psicologia eMulti – AP 5.1, reunindo 10 profissionais das áreas de psiquiatria e psicologia que atuam na estratégia eMulti no território da Área Programática 5.1. A atividade foi conduzida por Simone Pires e Silva, Apoiadora Institucional eMulti.

O encontro teve como foco principal a discussão dos fluxos assistenciais relacionados ao cuidado em saúde mental, promovendo alinhamento técnico entre os profissionais e fortalecendo as estratégias de apoio institucional desenvolvidas junto às equipes de saúde. Durante a reunião, foram debatidos aspectos relacionados à organização do cuidado, articulação da rede de atenção e integração entre os diferentes pontos de assistência no território.

A iniciativa buscou fortalecer os processos de trabalho das equipes eMulti, ampliando o diálogo entre os profissionais e contribuindo para a qualificação da assistência em saúde mental ofertada no Sistema Único de Saúde (SUS). O espaço também favoreceu a troca de experiências e a construção coletiva de estratégias voltadas ao cuidado integral dos usuários acompanhados pela rede.

As equipes multiprofissionais eMulti desempenham papel fundamental no apoio às equipes da Atenção Primária à Saúde, promovendo cuidado compartilhado, suporte técnico-pedagógico e fortalecimento das ações interdisciplinares no território. Nesse contexto, os encontros técnicos representam importantes estratégias de Educação Permanente em Saúde, contribuindo para o aprimoramento contínuo das práticas assistenciais e da organização dos fluxos de atendimento.

Fontes:

Ministério da Saúde — Equipes Multiprofissionais na Atenção Primária à Saúde (eMulti).

Ministério da Saúde — Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

Curso de Libras para Profissionais da Atenção Primária da AP 5.1

Neste dia, 21 de maio de 2026, turno da manhã, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a décima aula da 5ª turma do Curso Básico I de Libras. A atividade contou com o apoio de Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa), além de Renata Reis, fonoaudióloga do CER, responsável pela mediação do curso. O público-alvo da formação é composto por profissionais de saúde da Atenção Primária, e o principal objetivo do curso é capacitá-los para se comunicar de forma eficaz e humanizada com pacientes surdos, contribuindo para a melhoria do acesso, da qualidade do atendimento e da experiência em saúde da comunidade surda. A proposta vai além do ensino da língua, contemplando também a compreensão da cultura surda, fundamental para a promoção de um atendimento mais inclusivo e para a redução das barreiras de comunicação nos serviços de saúde.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua com estrutura própria, de modalidade visual-espacial, distinta da língua portuguesa. Assim como outras línguas naturais, a Libras possui níveis linguísticos como fonologia, morfologia, sintaxe e semântica, além de um vocabulário próprio, composto por sinais.

É importante destacar que a Libras não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa, que permanece como língua oficial do país, mas se configura como um instrumento essencial para garantir o direito à comunicação das pessoas surdas. Nesse sentido, a qualificação dos profissionais de saúde em Libras representa um avanço significativo na construção de um sistema de saúde mais acessível, equitativo e humanizado.

Fontes e referências
Lei nº 10.436/2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais como meio legal de comunicação e expressão
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
Ministério da Educação – Diretrizes para educação e difusão da Libras

Reunião com Supervisores dos AVSs

No dia 21 de maio de 2026, das 9h às 12h, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu sediou a Reunião de Supervisores dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVS), reunindo seis profissionais em um momento de alinhamento técnico e articulação das ações desenvolvidas no território. A atividade foi conduzida por Nilson Rabelo.

O encontro teve como foco principal a articulação sobre os trabalhos de campo realizados pelas equipes de Vigilância em Saúde, promovendo discussões sobre estratégias de atuação, organização das atividades externas e acompanhamento das ações executadas pelos agentes nos territórios de abrangência.

Durante a reunião, foram debatidos os desafios encontrados nas atividades de campo, o planejamento das ações futuras e a importância da integração entre as equipes para fortalecer as práticas de vigilância e prevenção em saúde. O espaço também possibilitou a troca de experiências entre os supervisores, contribuindo para o aprimoramento dos processos de trabalho e fortalecimento das ações territoriais.

As atividades desempenhadas pelos Agentes de Vigilância em Saúde são fundamentais para o monitoramento de riscos, prevenção de agravos e promoção da saúde da população, especialmente por meio das ações desenvolvidas diretamente nos territórios. Nesse contexto, os encontros de supervisão e planejamento representam importantes estratégias em Saúde, qualificando as práticas profissionais e fortalecendo o trabalho em equipe.

Fontes:
• Ministério da Saúde — Vigilância em Saúde.

• Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) — Vigilância em Saúde e Território.

• Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) — Vigilância em Saúde Pública.

Qualificação Sobre o Cuidado da Pessoa Idosa para Agentes Comunitários de Saúde (ACS)

No dia 20 de maio de 2026, das 14h às 17h, foi realizada, no auditório da OTICS Bangu, a qualificação sobre o cuidado da pessoa idosa voltada para Agentes Comunitários de Saúde (ACS), reunindo 45 participantes em um momento de aprendizado e fortalecimento das práticas no território. A atividade teve como foco a saúde da pessoa idosa, abordando aspectos fundamentais para o acompanhamento desse público na Atenção Primária à Saúde. Durante o encontro, foram discutidas estratégias de cuidado, promoção da saúde, prevenção de agravos e a importância do olhar ampliado sobre as necessidades específicas da população idosa, considerando seu contexto social, familiar e clínico. O objetivo do evento foi qualificar os ACS para o desenvolvimento de ações mais efetivas no cuidado à pessoa idosa, fortalecendo seu papel na identificação precoce de demandas, no acompanhamento contínuo e na articulação com a equipe de saúde. A iniciativa contribui para a melhoria da qualidade da assistência e para a ampliação do acesso a um cuidado mais integral e humanizado.

A importância da qualificação está diretamente relacionada ao cenário de envelhecimento populacional, que exige profissionais cada vez mais preparados para lidar com as demandas específicas desse grupo. Investir na formação dos ACS fortalece a Atenção Primária, promove a prevenção de agravos e contribui para a autonomia e qualidade de vida da população idosa.

A atividade foi conduzida por Marcio Ferreira – Gerência da Área Técnica de Saúde do Homem e da Pessoa Idosa – CCV/S/SUBPAV, Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento – apoiadores da Equipe de Acessibilidade, Saúde Integral da População Negra e Saúde do Homem e da Pessoa Idosa – DAPS/CAP 5.1, que compartilharam conhecimentos e orientações práticas com os participantes, contribuindo para o aprimoramento das ações desenvolvidas no território.

Fontes: Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa; Organização Mundial da Saúde (OMS) – Envelhecimento saudável; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – Indicadores de envelhecimento populacional.

Acessibilidade Comunicativa – Atenção à Saúde do Homem e do Idoso na AP 5.1

Neste dia, 20 de maio de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa, bem como à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1.

A atividade foi conduzida por Jaqueline Nascimento e Elvis Ferreira, apoiadores da Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães, administrativos surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde. A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

 

 

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Supervisão Geral de SRT – CAPS Lima Barreto

OTICS Bangu sedia Supervisão Geral de SRT do CAPS Lima Barreto

Nesta tarde, 19 de maio de 2026, no auditório da OTICS Bangu recebeu a Supervisão Geral de Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT) do CAPS Lima Barreto. O encontro ocorreu das 14h às 17h e contou com a participação de 14 profissionais que atuam no cuidado em saúde mental, com foco nos cuidadores de Residências Terapêuticas. A atividade teve como principal objetivo o alinhamento das diretrizes de cuidado no âmbito da saúde mental e o fortalecimento das práticas de acompanhamento aos moradores das residências terapêuticas, garantindo um espaço de respeito às diversidades — especialmente no que diz respeito à diversidade religiosa e às relações no cotidiano do cuidado. Durante a supervisão, foram discutidas propostas e orientações vinculadas ao processo de trabalho no SRT, reforçando o acesso a informações e condutas que apoiem um cuidado humanizado, inclusivo e integral às pessoas em sofrimento psíquico. A condução do encontro ficou sob responsabilidade de Larissa Galdino, Coordenadora Técnica do SRT do CAPS Lima Barreto, que mediou o diálogo e proporcionou um espaço de troca entre a equipe de segmento.

Residências Terapêuticas (RTs) são casas que integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT) no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que foram internadas por longo tempo em hospitais psiquiátricos. Essas residências visam a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, com o apoio de cuidadores e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de referência. 

As RTs são geralmente vinculadas a um CAPS, que oferece suporte técnico e profissional. As RTs contam com uma equipe de cuidadores que acompanha os moradores no dia a dia, auxiliando em atividades de vida diária, lazer e atividades terapêuticas. 

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

 

 

 

Acessibilidade Comunicativa

Nesta manhã do dia 19 de maio de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço de encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, e Jaqueline Nascimento, apoiadora da Equipe de Acessibilidade/Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência;
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015);
Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da Universalidade, Equidade e Integralidade.

PCSM – Treinamento para Escrita Qualificada: Guia Essencial para o Registro do Prontuário Clínico

No dia 19 de maio de 2026, no turno da manhã, o auditório da OTICS Bangu sediou a Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto, reunindo 40 profissionais da unidade em um momento de qualificação técnica, discussão de casos clínicos e fortalecimento das práticas de cuidado em saúde mental. A atividade foi conduzida por Mariana Martelo, diretora da unidade, a partir de solicitação da coordenadora administrativa Priscila Lira.

Durante o encontro, foi realizado o “PCSM – Treinamento para Escrita Qualificada: Guia Essencial para o Registro do Prontuário Clínico”, abordando a importância da qualificação dos registros em prontuário como ferramenta fundamental para a continuidade do cuidado, comunicação entre equipes multiprofissionais e segurança da assistência prestada aos usuários acompanhados pelo serviço.

A reunião também teve como objetivo discutir os casos clínicos dos usuários acompanhados pelo CAPS III Lima Barreto, fortalecendo a construção coletiva do cuidado, o alinhamento das condutas terapêuticas e a organização dos processos de trabalho no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

As ações de Educação Permanente em Saúde representam importantes estratégias para qualificar o atendimento ofertado no Sistema Único de Saúde (SUS), promovendo reflexão crítica sobre as práticas profissionais e aprimorando a assistência em saúde mental no território. Além disso, o registro adequado em prontuário é reconhecido como instrumento essencial para garantir a integralidade do cuidado, a ética profissional e a continuidade da assistência aos usuários.

A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu e da Rede de Atenção Psicossocial com a formação continuada das equipes e com o fortalecimento de práticas humanizadas, integradas e centradas nas necessidades dos usuários da saúde mental.

Fonte: Ministério da Saúde — Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Disponível em: Ministério da Saúde – Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)

Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto

No dia 19 de maio de 2026, das 08:00 às 9:30, o auditório da OTICS Bangu sediou a Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto, reunindo 12 pessoas da equipe de enfermagem da unidade para um momento de discussão técnica e alinhamento das práticas assistenciais em saúde mental. A atividade foi conduzida por Mariana Martelo, diretora da unidade.

O encontro teve como tema central a “Atenção à Crise em Saúde Mental”, promovendo reflexões sobre o manejo clínico, acolhimento e acompanhamento dos usuários em situação de crise acompanhados pelo serviço. Durante a reunião, foram discutidos casos clínicos dos usuários atendidos pela unidade, fortalecendo o cuidado multiprofissional e a construção de estratégias terapêuticas voltadas à atenção psicossocial.

A atividade reforçou a importância da qualificação permanente das equipes de saúde mental, especialmente no contexto da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que prioriza o cuidado em liberdade, o acolhimento humanizado e a construção de vínculos no território. O debate sobre atenção à crise é fundamental para garantir intervenções mais resolutivas, seguras e integradas às necessidades dos usuários e familiares.

A iniciativa reafirma o compromisso do CAPS III Lima Barreto, da OTICS Bangu e da RAPS com o fortalecimento da assistência em saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), promovendo espaços de troca de experiências, educação permanente e aprimoramento contínuo das práticas de cuidado.

Fonte:  Ministério da Saúde – Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)

Saúde do Homem e da Pessoa Idosa

Nesta tarde, 18 de maio de 2026, na sala de tutoria da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

 

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

 

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

 

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde