Georreferenciamento e Análise Territorial em Saúde

Segundo grupo de estudantes do IFRJ participa de capacitação em Georreferenciamento na OTICS Bangu

No dia 1º de outubro de 2026, a OTICS Bangu – AP 5.1 – SMS – RJ realizou mais uma etapa do treinamento sobre Georreferenciamento e Geoprocessamento aplicado à Saúde, desta vez voltada ao segundo grupo de estudantes do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). A atividade foi conduzida por Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1, e contou também com a participação de Erica Rodrigues, enfermeira da CAP 5.1. O treinamento teve como objetivo ampliar o conhecimento dos estudantes sobre os conceitos, ferramentas e possibilidades de utilização do georreferenciamento e do geoprocessamento no campo da Saúde Pública. Durante a atividade, foram apresentados exemplos de como as informações espaciais podem ser utilizadas para compreender melhor o território e relacionar dados referentes à população, aos serviços de saúde, aos agravos e às diferentes características sociodemográficas presentes em uma determinada área. Ao longo do encontro, os estudantes puderam conhecer aspectos relacionados à análise territorial e espacial, compreendendo a importância dos mapas e das ferramentas de geoprocessamento para organizar, visualizar e interpretar informações de saúde. A espacialização desses dados possibilita uma visão mais ampla das características do território e pode contribuir para a identificação de necessidades e vulnerabilidades, apoiando o planejamento das ações de saúde. O Ministério da Saúde destaca o geoprocessamento como uma ferramenta importante para a análise territorial e para a compreensão da distribuição espacial de informações relacionadas à saúde.

A utilização do geoprocessamento possui grande relevância para a Atenção Primária à Saúde, especialmente no diagnóstico territorial, no planejamento das ações, na vigilância em saúde e na organização dos serviços. O Ministério da Saúde destaca que o processo de territorialização e a análise epidemiológica e demográfica contribuem para compreender as condições de vida da população adscrita e apoiar o planejamento das equipes.

A atividade também proporcionou aos estudantes do IFRJ uma aproximação com a realidade do Sistema Único de Saúde (SUS), permitindo conhecer, na prática, como ferramentas de informação territorial podem contribuir para o planejamento e a gestão em saúde. A aproximação entre instituições de ensino e serviços de saúde fortalece a formação dos estudantes e favorece a troca de conhecimentos e experiências.

A realização desta segunda turma reforça o compromisso da OTICS Bangu com a educação permanente, a integração ensino-serviço e a disseminação de conhecimentos e tecnologias que contribuam para o fortalecimento da gestão, da vigilância e da Atenção Primária à Saúde no território da AP 5.1.

Fontes:

OTICS Bangu reúne Gerentes Técnicos para alinhamento do Colegiado Gestor

Gerentes Técnicos da AP 5.1 participam de preparação para o Colegiado Gestor Ampliado

No dia 23 de setembro de 2026, no turno da manhã, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu – AP 5.1 – SMS – RJ recebeu os Gerentes Técnicos de Unidades de Saúde da Atenção Primária da região: Fabio Monteiro, do CMS Padre Miguel; Iris da Cruz Moraes, da CF Fiorello Raymundo; e Julia Marques, do CMD Manoel Guilherme da Silveira Filho. O encontro teve como objetivo realizar a preparação e o alinhamento das ações para o Colegiado Gestor Ampliado do mês de novembro, promovendo a organização prévia das pautas, informações e estratégias que serão apresentadas e discutidas no espaço de gestão. A atividade é importante para fortalecer a integração entre as unidades de saúde e a gestão da Atenção Primária, possibilitando o compartilhamento de informações, a identificação de necessidades dos territórios e a construção coletiva de propostas para o aprimoramento dos processos de trabalho. A Política Nacional de Atenção Básica destaca a importância do planejamento, do monitoramento e da avaliação das ações, bem como da utilização das informações para orientar a organização dos serviços de acordo com as necessidades da população.

Os espaços de gestão colegiada também favorecem a participação, o diálogo entre trabalhadores e gestores e a definição de prioridades, contribuindo para uma gestão mais integrada e para a qualificação das ações desenvolvidas nos territórios. O Ministério da Saúde reconhece o colegiado gestor como espaço de construção de propostas, avaliação de indicadores, organização dos processos de trabalho e definição de estratégias para o envolvimento das equipes. A preparação realizada na OTICS Bangu reforça, portanto, a importância do planejamento coletivo e da articulação entre os diferentes atores da Atenção Primária, contribuindo para que o Colegiado Gestor Ampliado de novembro seja um espaço qualificado de diálogo, acompanhamento e construção de estratégias para o fortalecimento da saúde no território da AP 5.1.

Fontes

Estudantes do IFRJ participam de treinamento sobre Georreferenciamento em Saúde

Treinamento sobre Georreferenciamento aproxima estudantes do IFRJ das ferramentas de análise territorial em saúde

A OTICS Bangu – AP 5.1 – SMS – RJ promoveu um treinamento sobre Georreferenciamento, destinado aos estudantes do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). A atividade foi conduzida por Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1, e contou também com a participação de Erica Rodrigues, enfermeira da CAP 5.1. O treinamento teve como objetivo apresentar aos estudantes conceitos e aplicações do georreferenciamento e do geoprocessamento no contexto da saúde, demonstrando como as informações espaciais podem ser utilizadas para compreender a distribuição de pessoas, serviços, agravos e demais características presentes no território. Durante a atividade, foram abordados aspectos relacionados à análise territorial e espacial, destacando a importância dos mapas e das ferramentas de geoprocessamento para organizar, visualizar e interpretar informações de saúde. A utilização dessas tecnologias permite relacionar dados epidemiológicos e sociodemográficos à localização geográfica, contribuindo para uma compreensão mais precisa das características e necessidades de diferentes territórios.

O georreferenciamento possui importante aplicação na área da Saúde Pública, especialmente no planejamento e na organização das ações da Atenção Primária à Saúde. A espacialização das informações possibilita identificar áreas de maior vulnerabilidade, apoiar o diagnóstico territorial, orientar a distribuição de recursos e subsidiar a definição de estratégias de promoção, prevenção e assistência à saúde. A atividade também contribuiu para aproximar os estudantes do IFRJ da realidade do SUS, proporcionando uma experiência prática sobre a utilização de ferramentas de informação territorial aplicadas ao planejamento em saúde. Nesse contexto, a integração entre instituições de ensino e serviços de saúde favorece a formação de profissionais mais preparados para utilizar dados e tecnologias como instrumentos de apoio à tomada de decisão.

A iniciativa reforça a importância do geoprocessamento como ferramenta de apoio à gestão e à vigilância em saúde, contribuindo para que as equipes conheçam melhor o território em que atuam e possam planejar ações de acordo com as necessidades identificadas.

Fontes

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 18 de setembro de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Anailton Dantas – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

Fonte:

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Adolescências e Tessituras: Formação e Cuidado no Atendimento Socioeducativo

Adolescências e Tessituras fortalece formação para o cuidado de adolescentes em atendimento socioeducativo!

 

No dia 15 de setembro de 2026, das 14h às 16h, a OTICS Bangu recebeu, na Sala de Apoio à Gestão, a Trilha 1 do Curso de Qualificação Profissional “Adolescências e Tessituras”, realizada no Seminário “Onde o adolescer acontece: cartografia do território”. A atividade contou com a participação de aproximadamente 10 profissionais da saúde dos municípios habilitados na Política Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes em Conflito com a Lei (PNAISARI). O curso foi realizado de forma híbrida, possibilitando a participação presencial e remota dos profissionais. O encontro abordou o tema “Acolhimento e dignidade a adolescentes em atendimento socioeducativo”, promovendo reflexões sobre a importância de uma atenção à saúde humanizada, qualificada e pautada no respeito aos direitos dos adolescentes.

A PNAISARI tem como objetivo garantir e ampliar o acesso aos cuidados em saúde dos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas, fortalecendo a atuação das redes de saúde e a articulação entre os diferentes setores envolvidos no cuidado. O principal objetivo da atividade foi promover a formação continuada dos profissionais de saúde, contribuindo para o aprimoramento das práticas de cuidado e para o fortalecimento da atenção integral aos adolescentes em atendimento socioeducativo. A PNAISARI também contempla a educação permanente como um dos eixos para a organização da atenção à saúde dessa população.

A proposta do curso dialoga ainda com a experiência do Projeto de Extensão e Pesquisa Janela da Escuta, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que desenvolve ações interdisciplinares voltadas ao acompanhamento e cuidado de adolescentes, valorizando a escuta e o reconhecimento do adolescente como sujeito de saber. A atividade foi realizada em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Projeto Janela da Escuta e Ministério da Saúde, fortalecendo iniciativas de qualificação profissional e Educação Permanente em Saúde.

A realização do curso na OTICS Bangu reforça seu papel como espaço de apoio à formação dos trabalhadores do SUS e de fortalecimento das políticas públicas de saúde no território da AP 5.1 – SMS – RJ.

Fontes

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes em Conflito com a Lei – PNAISARI. Disponível em: Ministério da Saúde. PNAISARI – Ministério da Saúde

BRASIL. Ministério da Saúde. Adolescentes em cumprimento e medida socioeducativa. Disponível em: Ministério da Saúde.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS – UFMG. Programa de Extensão Janela da Escuta. Janela da Escuta – UFMG

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS – UFMG. Janela da Escuta: adolescências e tessituras – o que os 18 anos nos ensinam?

 

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 04 de setembro de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Anailton Dantas – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

 

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

 

Fonte:

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Acessibilidade Comunicativa – Atenção à Saúde do Homem e do Idoso na AP 5.1

Neste dia, 24 de agosto de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa, bem como à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida por Elvis Ferreira, apoiador da Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1) e Willian Inácio administrativo surdo da Equipe de Acessibilidade Comunicativa com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde. A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

 

 

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 21 de agosto de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Anailton Dantas – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

 

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

 

Fonte:

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Mês de Valorização da Paternidade

Mês de Valorização da Paternidade – Saúde do Homem e da Pessoa Idosa

No dia 17 de agosto de 2026, foi realizado, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Rio Bangu, um momento de trabalho técnico referente ao Projeto do Mês de Valorização da Paternidade, com foco na promoção da participação dos homens no cuidado, na saúde e na vida familiar.

A atividade foi conduzida por Elvis Ferreira, apoiador da Saúde do Homem e da Pessoa Idosa, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa da AP 5.1. A iniciativa teve como propósito fortalecer a abordagem da paternidade e do cuidado no âmbito da Atenção Primária à Saúde, contribuindo para a ampliação do acesso dos homens aos serviços de saúde e para a construção de práticas que reconheçam a paternidade como uma dimensão importante do cuidado integral.

O Mês de Valorização da Paternidade, desenvolvido durante o mês de agosto pelo Ministério da Saúde, busca estimular discussões e ações voltadas à paternidade e ao cuidado. A iniciativa está fundamentada no eixo “Paternidade e Cuidado” da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH), que incentiva a participação dos homens desde o planejamento reprodutivo, passando pelo pré-natal, parto e puerpério, até o acompanhamento do desenvolvimento dos filhos.

Nesse contexto, a valorização da paternidade também representa uma estratégia para aproximar os homens dos serviços de saúde, fortalecendo práticas de promoção da saúde, prevenção de agravos, autocuidado e cuidado compartilhado. O Ministério da Saúde destaca que a participação do homem no pré-natal e nas demais etapas do cuidado familiar pode favorecer tanto a sua própria saúde quanto o fortalecimento dos vínculos entre pais, filhos, parceiros e profissionais de saúde.

A ação contribui, portanto, para a qualificação dos processos de trabalho e para a disseminação de estratégias de cuidado que considerem as diferentes realidades e formas de exercer a paternidade. A proposta está alinhada às diretrizes da PNAISH, que prevê a ampliação e qualificação do acesso da população masculina aos serviços do SUS, o acolhimento e a humanização da atenção, além do incentivo à corresponsabilidade dos homens pela própria saúde e pela saúde de suas famílias.

 

Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. Mês de Valorização da Paternidade. Brasília, DF: Ministério da Saúde. Ministério da Saúde – Mês de Valorização da Paternidade

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde do Homem – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH). Brasília, DF: Ministério da Saúde. Ministério da Saúde – Saúde do Homem

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 3.562, de 12 de dezembro de 2021. Altera o Anexo XII da Portaria de Consolidação GM/MS nº 2, de 28 de setembro de 2017, que dispõe sobre a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. Portaria GM/MS nº 3.562/2021 – Biblioteca Virtual em Saúde

BRASIL. Ministério da Saúde. Pré-Natal: o pré-natal também é para o parceiro. Brasília, DF: Ministério da Saúde. Ministério da Saúde – Pré-Natal

Saúde do Homem e da Pessoa Idosa

Neste dia, 07 de agosto de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador da Saúde do Homem e da Pessoa Idosa, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde