Mapeamento de Risco para Plano de Contigenciamento de Desastres

Na tarde do dia 2 de julho de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, foi realizado o Mapeamento de Risco para o Plano de Contingenciamento de Desastres, a atividade foi realizada por Ney Junior, Agente de Vigilância em Saúde da equipe de Risco Não Biológico – CAP 5.1.

A atividade teve como finalidade identificar, analisar e registrar os fatores de risco existentes no território, subsidiando a elaboração e a atualização do Plano de Contingenciamento de Desastres. O mapeamento constitui uma importante ferramenta de planejamento, permitindo reconhecer áreas vulneráveis, definir prioridades de atuação e apoiar a tomada de decisões em situações de emergência, contribuindo para a redução dos impactos sobre a saúde da população.

A atividade também está alinhada às diretrizes do Vigidesastres, componente da Vigilância em Saúde voltado ao monitoramento, prevenção, preparação, resposta e recuperação dos impactos causados por desastres naturais e tecnológicos que possam afetar a saúde da população. O Vigidesastres atua de forma integrada com as áreas de Vigilância Ambiental, Epidemiológica, Sanitária e com a Defesa Civil, promovendo a identificação de áreas de maior vulnerabilidade, o monitoramento de eventos de risco e o desenvolvimento de estratégias que fortaleçam a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse contexto, o mapeamento de riscos representa uma etapa essencial para a produção de informações qualificadas, capazes de subsidiar ações oportunas e reduzir os impactos dos desastres sobre os territórios e as comunidades.

Referências

  • Brasil. Lei nº 12.608, de 10 de abril de 2012. Institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC), dispõe sobre o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (SINPDEC) e estabelece diretrizes para a gestão de riscos e desastres.
  • Brasil. Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. Guia para Elaboração de Planos de Contingência de Proteção e Defesa Civil.
  • Brasil. Ministério da Saúde. Plano de Resposta às Emergências em Saúde Pública. Brasília: Ministério da Saúde.
  • Organização Mundial da Saúde (OMS). Health Emergency and Disaster Risk Management Framework (Health EDRM), que orienta a gestão de riscos de emergências e desastres na área da saúde.
  • Brasil. Ministério da Saúde. Vigidesastres – Vigilância em Saúde Ambiental Relacionada aos Riscos Decorrentes dos Desastres. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente.

Avaliação do Curso Básico I de Libras – AP 5.1

OTICS Bangu realiza a avaliação do Curso Básico I de Libras, fortalecendo a inclusão e a acessibilidade na Atenção Primária

Na manhã do dia 1º de julho de 2026, foi realizada a avaliação do Curso de Língua Brasileira de Sinais (Libras) no espaço Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, reunindo três profissionais em uma etapa fundamental para o acompanhamento do processo de aprendizagem e desenvolvimento das competências em Libras.

A avaliação foi conduzida pelos profissionais, Jaqueline Nascimento, apoiadora da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), da Saúde Integral da População Negra e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Willian Inácio, auxiliar administrativo da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), responsáveis pela organização e execução do processo avaliativo, assegurando a aplicação dos instrumentos de avaliação de forma ética, transparente e em conformidade com os objetivos da formação.

A iniciativa reafirma o compromisso com a educação permanente em saúde, incentivando o aperfeiçoamento contínuo dos profissionais e fortalecendo práticas inclusivas que contribuam para uma comunicação mais acessível e humanizada com a população usuária dos serviços de saúde.

 

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua de modalidade visual-espacial, com estrutura gramatical própria, distinta da língua portuguesa, possuindo vocabulário, fonologia, morfologia, sintaxe e semântica específicos. Sua difusão nos serviços de saúde representa um importante instrumento para a efetivação do direito à comunicação e para a promoção da cidadania das pessoas surdas.

Referências

  • Brasil. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências.
  • Brasil. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436/2002, dispondo sobre o uso e o ensino da Libras.
  • Brasil. Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. MEC, 2008.

Reunião da Comissão Intersetorial Local PNAISARI

Reunião da Comissão Intersetorial Local PNAISARI fortalece o acompanhamento de adolescentes no território

Na manhã do dia 25 de junho de 2026, das 9h às 12h, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS Bangu, a reunião da Comissão Intersetorial Local do Programa Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes em Conflito com a Lei, em Regime de Internação e Internação Provisória (PNAISARI). O encontro reuniu oito profissionais das áreas de Saúde, Educação e Assistência Social, promovendo o fortalecimento da articulação intersetorial em prol da atenção integral aos adolescentes acompanhados no território. Conduzida por Jaqueline Nascimento, Apoiadora da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), da Saúde Integral da População Negra e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), a reunião teve como pauta o acompanhamento dos adolescentes, com foco na construção de estratégias conjuntas, no planejamento das ações e no fortalecimento do fluxo de cuidado entre os diferentes setores envolvidos.

A realização periódica da Comissão Intersetorial Local é fundamental para integrar os serviços da rede, favorecer o compartilhamento de informações e fortalecer o cuidado integral, garantindo que os adolescentes tenham acesso às ações de promoção da saúde, prevenção de agravos e acompanhamento contínuo. O trabalho articulado entre saúde, educação e assistência social contribui para a efetivação dos direitos desse público, respeitando suas necessidades e singularidades.

O principal objetivo do encontro foi alinhar estratégias de planejamento e acompanhamento dos adolescentes no território, fortalecendo a atuação integrada das equipes e qualificando a construção de Projetos Terapêuticos Singulares, por meio da corresponsabilização entre os diferentes setores envolvidos na atenção.

A iniciativa está alinhada às diretrizes do Programa Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes em Conflito com a Lei (PNAISARI), da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes e Jovens e aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), que preconizam a integralidade do cuidado, a intersetorialidade e a garantia do acesso aos serviços de saúde como direitos fundamentais.

 

Fontes:

Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes em Conflito com a Lei (PNAISARI).

Portaria GM/MS nº 1.082, de 23 de maio de 2014

Instrutivo para Implantação e Implementação da PNAISARI – Ministério da Saúde.

Lei nº 12.594/2012 (SINASE – Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo).

Encerramento da 5ª Turma do Curso Básico I de Libras – AP 5.1

OTICS Bangu encerra a 5ª turma do Curso Básico I de Libras, fortalecendo a inclusão e a acessibilidade na Atenção Primária

Na manhã do dia 25 de junho de 2026, o auditório da OTICS Bangu foi palco da aula de encerramento da 5ª turma do Curso Básico I de Língua Brasileira de Sinais (Libras), marcando a conclusão de mais um importante ciclo de formação voltado à qualificação dos profissionais da Atenção Primária à Saúde. A atividade contou com o apoio de Elvis Ferreira, apoiador da Equipe de Acessibilidade/Rede de Atenção Psicossocial (RAP) da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, de Willian Inácio e Yasmin Guimarães, apoiadores surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, além da mediação da fonoaudióloga Renata Reis, do Centro Especializado em Reabilitação (CER), responsável pela condução do curso.

A formação teve como público-alvo profissionais de saúde da Atenção Primária e teve como principal objetivo capacitá-los para estabelecer uma comunicação mais eficaz, acolhedora e humanizada com pessoas surdas, contribuindo para ampliar o acesso aos serviços de saúde, qualificar o atendimento e promover maior equidade no cuidado.

Ao longo do curso, os participantes desenvolveram conhecimentos básicos da Língua Brasileira de Sinais (Libras), além de aprofundarem a compreensão sobre a cultura e a identidade da comunidade surda. Essa abordagem fortalece práticas inclusivas e contribui para a redução das barreiras de comunicação, favorecendo um atendimento mais resolutivo, respeitoso e centrado nas necessidades dos usuários.

Momento da avaliação individual dos participantes da 5ª Turma do Curso Básico I de Libras. A etapa final permitiu aos alunos demonstrarem os conhecimentos adquiridos ao longo da formação, reforçando a importância da comunicação acessível e do atendimento humanizado à população surda.

O encerramento da turma simboliza mais um avanço no compromisso da rede de saúde com a promoção da acessibilidade comunicativa e da educação permanente, reforçando a importância da qualificação contínua dos profissionais para garantir um Sistema Único de Saúde (SUS) cada vez mais inclusivo, humanizado e acessível para toda a população.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua de modalidade visual-espacial, com estrutura gramatical própria, distinta da língua portuguesa, possuindo vocabulário, fonologia, morfologia, sintaxe e semântica específicos. Sua difusão nos serviços de saúde representa um importante instrumento para a efetivação do direito à comunicação e para a promoção da cidadania das pessoas surdas.

Referências

  • Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e dá outras providências.
  • Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 – Regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e estabelece diretrizes para a difusão e o ensino da Libras.
  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência.
  • Ministério da Educação – Diretrizes para o ensino e a difusão da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Qualificação de Ponto Focal da Equipe de Risco Biológico da AP 5.1

Qualificação fortalece atuação dos pontos focais de Risco Biológico na AP 5.1

Na manhã desta quarta-feira (24/06), foi realizada no Auditório da OTICS Bangu a capacitação “Qualificação de Ponto Focal da Equipe de Risco Biológico da AP 5.1”, reunindo cerca de 40 Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) que atuam nas unidades de saúde da Área Programática 5.1. A atividade foi conduzida por Áurea Caroline da Vale Silva, Vigilante em Saúde Ambiental (VSA) da AP 5.1, e teve como objetivo promover a qualificação técnico-operacional dos profissionais responsáveis por atuar como pontos focais de Risco Biológico em suas respectivas unidades.

Durante o encontro, foram abordadas as atribuições dos Agentes de Vigilância em Saúde relacionadas à identificação, monitoramento, prevenção e resposta aos riscos biológicos presentes nos serviços de saúde. A iniciativa buscou fortalecer o conhecimento técnico dos participantes, contribuindo para a padronização das ações e para o aprimoramento das práticas de vigilância em saúde ambiental no território.

A formação dos pontos focais é uma estratégia fundamental para ampliar a capacidade de resposta das unidades de saúde diante de situações que envolvam agentes biológicos, garantindo maior segurança para trabalhadores, usuários e para a comunidade. Além disso, a qualificação permanente desses profissionais fortalece a integração entre as equipes de vigilância e os serviços assistenciais, favorecendo a identificação precoce de riscos e a adoção de medidas preventivas eficazes.

De acordo com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde, a capacitação contínua dos profissionais de saúde é um dos pilares para a prevenção e o controle de eventos relacionados a riscos biológicos, contribuindo para a promoção de ambientes mais seguros e para a proteção da saúde pública.

A ação reafirma o compromisso da Vigilância em Saúde da AP 5.1 com a educação permanente e o fortalecimento das práticas de vigilância, qualificando os profissionais para atuarem de forma cada vez mais eficiente na prevenção e no manejo dos riscos biológicos em seus territórios.

A atividade foi conduzida por Áurea Caroline da Vale Silva, Vigilante em Saúde Ambiental (VSA) da AP 5.1.
Equipe de Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) que atuam nas unidades de saúde da Área Programática 5.1. 

 

Fontes para referência institucional:

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 19 de junho de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Anailton Dantas – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

Fonte:

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Encontro Locorregional do Programa Mais Médicos (PMM) da AP 5.1

Nos dia 17 de junho de 2026, das 14h às 17h, o auditório da OTICS Bangu sediou o segundo dia do Encontro Locorregional do Programa Mais Médicos (PMM) da AP 5.1, reunindo 30 profissionais vinculados ao programa em um momento de atualização técnica e fortalecimento das práticas assistenciais na Atenção Primária à Saúde (APS). A atividade foi conduzida por Priscila Mafra, Responsável Técnica Médica da CAP 5.1, em conjunto com os supervisores acadêmicos do Programa Mais Médicos.

O encontro teve como tema central as Síndromes Respiratórias, abordando aspectos relacionados à identificação, manejo clínico, acompanhamento dos usuários e estratégias de cuidado desenvolvidas na Atenção Primária à Saúde. A atividade proporcionou um espaço de discussão e troca de experiências entre os profissionais, contribuindo para a qualificação da assistência prestada à população.

Durante a programação, foram discutidos temas relevantes para a prática clínica, considerando o papel estratégico da APS na prevenção, diagnóstico precoce, acompanhamento e encaminhamento adequado dos casos. O debate também destacou a importância da vigilância em saúde e da atuação integrada das equipes para o enfrentamento das doenças respiratórias, especialmente em períodos de maior circulação de vírus respiratórios.

Os encontros locorregionais do Programa Mais Médicos constituem importantes espaços de educação permanente, promovendo atualização profissional, fortalecimento da integração entre ensino e serviço e qualificação contínua dos processos de trabalho. Essas iniciativas contribuem para o aprimoramento da assistência prestada no Sistema Único de Saúde (SUS) e para o fortalecimento da Atenção Primária como porta de entrada preferencial da rede de saúde.

Fonte:

Ministério da Saúde – Programa Mais Médicos

Ministério da Saúde – Síndrome Respiratórias 

Construção de Oficina sobre Saúde Mental e Equidade Racial

No dia 17 de junho de 2026, das 9h às 12h, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu sediou uma reunião técnica destinada ao planejamento de uma oficina integrada sobre Saúde Mental e Saúde Integral da População Negra. A atividade reuniu três participantes e foi conduzida por Jaqueline Nascimento e Elvis Ferreira, apoiadores da Saúde Integral da População Negra da DAPS/CAP 5.1, e Claudio Carvalho, enfermeiro e apoiador da Saúde Mental da DAPS/CAP 5.1.

O encontro teve como objetivo discutir a organização e a construção de uma oficina que abordará de forma articulada os temas da saúde mental e da saúde integral da população negra, promovendo reflexões sobre equidade, cuidado integral, determinantes sociais da saúde e enfrentamento das desigualdades que impactam o acesso e a qualidade da assistência prestada à população.

Durante a reunião, foram debatidas propostas metodológicas, conteúdos programáticos e estratégias de desenvolvimento da atividade, visando a construção de um espaço de aprendizado e troca de experiências que contribua para a qualificação das práticas profissionais e para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à promoção da equidade em saúde.

A integração entre a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra e as ações de Saúde Mental representa uma importante estratégia para ampliar o olhar sobre os fatores sociais, culturais e institucionais que influenciam o processo saúde-doença. Dessa forma, a futura oficina buscará fortalecer práticas de cuidado mais inclusivas, humanizadas e alinhadas aos princípios da universalidade, integralidade e equidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fontes:

Reunião Técnica Cerest Zona Oeste

No dia 17 de junho de 2026, das 9h às 12h, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu sediou uma reunião técnica entre a equipe do CEREST Zona Oeste e uma assistente social do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A atividade reuniu 6 participantes de forma presencial e um de forma online e foi conduzida pela equipe do CEREST Zona Oeste, composta por Simone Leite, Fátima Abdalah, Marcela Brandão e Alexandre Prio. Também estiveram presentes Ana Beatriz e Juan Buritica, ambos residentes da FIOCRUZ.

O encontro teve como objetivo esclarecer dúvidas relacionadas à Previdência Social e à Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), promovendo a atualização de conhecimentos e o alinhamento de informações importantes para o acompanhamento dos trabalhadores atendidos pelos serviços de saúde. Durante a reunião, foram discutidos fluxos, procedimentos e aspectos legais relacionados aos direitos previdenciários dos trabalhadores e à notificação de acidentes e agravos relacionados ao trabalho.

A atividade proporcionou um espaço de troca de experiências e fortalecimento da articulação entre saúde e previdência, contribuindo para a qualificação das ações desenvolvidas pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST). A integração entre os diferentes setores é fundamental para garantir assistência adequada aos trabalhadores, ampliando o acesso à informação e fortalecendo a proteção dos direitos relacionados à saúde e ao trabalho.

A Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) constitui um importante instrumento para o registro e monitoramento dos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, subsidiando ações de vigilância, prevenção e promoção da saúde dos trabalhadores. Nesse contexto, momentos de atualização técnica e discussão intersetorial são essenciais para qualificar os processos de trabalho e fortalecer a atuação das equipes.

Fontes:

Encontro Locorregional do Programa Mais Médicos (PMM) da AP 5.1

Nos dia 16 de junho de 2026, das 14h às 17h, o auditório da OTICS Bangu sediou o Encontro Locorregional do Programa Mais Médicos (PMM) da AP 5.1, reunindo 16 profissionais vinculados ao programa em um momento de atualização técnica e fortalecimento das práticas assistenciais na Atenção Primária à Saúde (APS). A atividade foi conduzida por Priscila Mafra, Responsável Técnica Médica da CAP 5.1, em conjunto com os supervisores acadêmicos do Programa Mais Médicos.

O encontro teve como tema central as Síndromes Respiratórias, abordando aspectos relacionados à identificação, manejo clínico, acompanhamento dos usuários e estratégias de cuidado desenvolvidas na Atenção Primária à Saúde. A atividade proporcionou um espaço de discussão e troca de experiências entre os profissionais, contribuindo para a qualificação da assistência prestada à população.

Durante a programação, foram discutidos temas relevantes para a prática clínica, considerando o papel estratégico da APS na prevenção, diagnóstico precoce, acompanhamento e encaminhamento adequado dos casos. O debate também destacou a importância da vigilância em saúde e da atuação integrada das equipes para o enfrentamento das doenças respiratórias, especialmente em períodos de maior circulação de vírus respiratórios.

Os encontros locorregionais do Programa Mais Médicos constituem importantes espaços de educação permanente, promovendo atualização profissional, fortalecimento da integração entre ensino e serviço e qualificação contínua dos processos de trabalho. Essas iniciativas contribuem para o aprimoramento da assistência prestada no Sistema Único de Saúde (SUS) e para o fortalecimento da Atenção Primária como porta de entrada preferencial da rede de saúde.

Fonte:

Ministério da Saúde – Programa Mais Médicos

Ministério da Saúde – Síndrome Respiratórias