Mês de Valorização da Paternidade

Mês de Valorização da Paternidade – Saúde do Homem e da Pessoa Idosa

No dia 17 de agosto de 2026, foi realizado, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Rio Bangu, um momento de trabalho técnico referente ao Projeto do Mês de Valorização da Paternidade, com foco na promoção da participação dos homens no cuidado, na saúde e na vida familiar.

A atividade foi conduzida por Elvis Ferreira, apoiador da Saúde do Homem e da Pessoa Idosa, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa da AP 5.1. A iniciativa teve como propósito fortalecer a abordagem da paternidade e do cuidado no âmbito da Atenção Primária à Saúde, contribuindo para a ampliação do acesso dos homens aos serviços de saúde e para a construção de práticas que reconheçam a paternidade como uma dimensão importante do cuidado integral.

O Mês de Valorização da Paternidade, desenvolvido durante o mês de agosto pelo Ministério da Saúde, busca estimular discussões e ações voltadas à paternidade e ao cuidado. A iniciativa está fundamentada no eixo “Paternidade e Cuidado” da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH), que incentiva a participação dos homens desde o planejamento reprodutivo, passando pelo pré-natal, parto e puerpério, até o acompanhamento do desenvolvimento dos filhos.

Nesse contexto, a valorização da paternidade também representa uma estratégia para aproximar os homens dos serviços de saúde, fortalecendo práticas de promoção da saúde, prevenção de agravos, autocuidado e cuidado compartilhado. O Ministério da Saúde destaca que a participação do homem no pré-natal e nas demais etapas do cuidado familiar pode favorecer tanto a sua própria saúde quanto o fortalecimento dos vínculos entre pais, filhos, parceiros e profissionais de saúde.

A ação contribui, portanto, para a qualificação dos processos de trabalho e para a disseminação de estratégias de cuidado que considerem as diferentes realidades e formas de exercer a paternidade. A proposta está alinhada às diretrizes da PNAISH, que prevê a ampliação e qualificação do acesso da população masculina aos serviços do SUS, o acolhimento e a humanização da atenção, além do incentivo à corresponsabilidade dos homens pela própria saúde e pela saúde de suas famílias.

 

Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. Mês de Valorização da Paternidade. Brasília, DF: Ministério da Saúde. Ministério da Saúde – Mês de Valorização da Paternidade

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde do Homem – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH). Brasília, DF: Ministério da Saúde. Ministério da Saúde – Saúde do Homem

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 3.562, de 12 de dezembro de 2021. Altera o Anexo XII da Portaria de Consolidação GM/MS nº 2, de 28 de setembro de 2017, que dispõe sobre a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. Portaria GM/MS nº 3.562/2021 – Biblioteca Virtual em Saúde

BRASIL. Ministério da Saúde. Pré-Natal: o pré-natal também é para o parceiro. Brasília, DF: Ministério da Saúde. Ministério da Saúde – Pré-Natal

Saúde do Homem e da Pessoa Idosa

Neste dia, 07 de agosto de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador da Saúde do Homem e da Pessoa Idosa, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 07 de agosto de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Anailton Dantas – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

Fonte:

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Reunião Saúde da Pessoa Idosa Zona Oeste

Reunião sobre a Saúde da Pessoa Idosa na Zona Oeste fortalece o planejamento das ações regionais

Na tarde do dia 06 de agosto de 2026, na Sala de Tutoria da OTICS Rio Bangu, foi realizada uma reunião técnica voltada à Saúde da Pessoa Idosa na Zona Oeste, reunindo de forma remota representantes das Áreas Programáticas 5.1, 5.2 e 5.3, para discussão das demandas relacionadas à população idosa dos territórios.

O encontro contou com a participação da profissional Jaqueline Nascimento, apoiadora da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e teve como público-alvo o Ministério Público (MP), a Regulação, a Gerência da Saúde da Pessoa Idosa e apoiadores.

Durante a reunião, foram abordados temas relacionados ao cenário da saúde da pessoa idosa na Zona Oeste, com destaque para a apresentação do perfil demográfico da população idosa do território, bem como para a discussão sobre os fluxos de regulação para atendimento por especialistas. As análises e debates tiveram como objetivo subsidiar o planejamento de estratégias voltadas ao fortalecimento da assistência e à ampliação do acesso aos serviços especializados.

Fontes:

  • Brasil. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI).
  • Brasil. Ministério da Saúde. Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa.
  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes para a Atenção à Saúde da Pessoa Idosa.

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 05 de agosto de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Cristina Gonçalves – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicada ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Relatório Semestral Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza o relatório de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 04 de agosto de 2026, na sala de tutoria da OTICS Bangu, Cristina Gonçalves – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicada a confecção do relatório semestral de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo elaborar o relatório semestral de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 17 de julho de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Anailton Dantas – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

Fonte:

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Vigilância Ambiental na Digitação do LIRAa

Vigilância Ambiental em Saúde realiza digitação do LIRAa na OTICS Bangu

Neste dia, 09 de julho de 2026, a Agente de Vigilância em Saúde da Área Programática 5.1 (AP 5.1), Silvana Salles, esteve na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu para a realização da digitação do Survey – LIRAa (Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti). A atividade faz parte do processo de monitoramento contínuo das arboviroses e integra as ações estratégicas de prevenção e controle desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Saúde. O principal objetivo da ação é consolidar e organizar os dados coletados em campo durante as vistorias domiciliares, permitindo a identificação das áreas com maior índice de infestação do mosquito Aedes aegypti. Essas informações são fundamentais para subsidiar o planejamento das medidas de controle, orientar a alocação de recursos e equipes, e definir ações prioritárias de combate ao vetor.

A importância do LIRAa está na sua capacidade de oferecer um diagnóstico rápido e preciso da situação entomológica de cada território, contribuindo para ações mais eficazes de prevenção e resposta frente às doenças transmitidas pelo mosquito, como dengue, zika e chikungunya. Além disso, o levantamento fortalece a integração entre vigilância, atenção primária e comunidade, promovendo uma abordagem territorial e participativa no enfrentamento das arboviroses.

Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti constitui um método simplificado que proporciona uma rápida obtenção de indicadores entomológicos, permitindo uma compreensão abrangente da distribuição do vetor Aedes aegypti.

Sistema LIRAa/LIA desempenha um papel crucial ao facilitar as análises entomológicas, fornecendo informações detalhadas sobre índices prediais (percentual de imóveis positivos), índice Breteau (percentual de depósitos positivos) e o tipo predominante de recipiente positivo. Esses dados visam otimizar e direcionar estrategicamente as ações de controle do vetor, proporcionando uma delimitação eficaz das áreas de risco entomológico.

Além disso, o Sistema LIRAa/LIA possibilita a avaliação de metodologias de controle, contribuindo significativamente para as atividades de comunicação e mobilização. A ampla divulgação dos resultados dos índices, tanto para parceiros internos quanto externos, incluindo a população, promove a conscientização e engajamento.

Fontes: Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio); Coordenação de Vigilância Ambiental em Saúde – AP 5.1; OTICS Bangu.

Ministério da Saúde (MS)

Saúde do Homem e da Pessoa Idosa

Neste dia, 07 de julho de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Mapeamento de Risco para Plano de Contigenciamento de Desastres

Na tarde do dia 2 de julho de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, foi realizado o Mapeamento de Risco para o Plano de Contingenciamento de Desastres, a atividade foi realizada por Ney Junior, Agente de Vigilância em Saúde da equipe de Risco Não Biológico – CAP 5.1.

A atividade teve como finalidade identificar, analisar e registrar os fatores de risco existentes no território, subsidiando a elaboração e a atualização do Plano de Contingenciamento de Desastres. O mapeamento constitui uma importante ferramenta de planejamento, permitindo reconhecer áreas vulneráveis, definir prioridades de atuação e apoiar a tomada de decisões em situações de emergência, contribuindo para a redução dos impactos sobre a saúde da população.

A atividade também está alinhada às diretrizes do Vigidesastres, componente da Vigilância em Saúde voltado ao monitoramento, prevenção, preparação, resposta e recuperação dos impactos causados por desastres naturais e tecnológicos que possam afetar a saúde da população. O Vigidesastres atua de forma integrada com as áreas de Vigilância Ambiental, Epidemiológica, Sanitária e com a Defesa Civil, promovendo a identificação de áreas de maior vulnerabilidade, o monitoramento de eventos de risco e o desenvolvimento de estratégias que fortaleçam a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse contexto, o mapeamento de riscos representa uma etapa essencial para a produção de informações qualificadas, capazes de subsidiar ações oportunas e reduzir os impactos dos desastres sobre os territórios e as comunidades.

Referências

  • Brasil. Lei nº 12.608, de 10 de abril de 2012. Institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC), dispõe sobre o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (SINPDEC) e estabelece diretrizes para a gestão de riscos e desastres.
  • Brasil. Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. Guia para Elaboração de Planos de Contingência de Proteção e Defesa Civil.
  • Brasil. Ministério da Saúde. Plano de Resposta às Emergências em Saúde Pública. Brasília: Ministério da Saúde.
  • Organização Mundial da Saúde (OMS). Health Emergency and Disaster Risk Management Framework (Health EDRM), que orienta a gestão de riscos de emergências e desastres na área da saúde.
  • Brasil. Ministério da Saúde. Vigidesastres – Vigilância em Saúde Ambiental Relacionada aos Riscos Decorrentes dos Desastres. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente.