Atualização no Prontuário de Saúde Mental CAPS Neusa Santos

Atualização de dados no prontuário de saúde mental fortalece a assistência do SRT do CAPS Neusa Santos

Na manhã do dia 3 de julho de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, a profissional da equipe do Serviço de Residência Terapêutica (SRT) do CAPS Neusa Santos – AP 5.1, Carla Sousa ( Assistente Social), realizou a atualização dos dados no prontuário de saúde mental dos usuários acompanhados pelo serviço, se dedicou à digitação e revisão das informações clínicas e assistenciais dos pacientes. O objetivo da ação foi manter os prontuários atualizados, garantindo que todos os profissionais envolvidos na continuidade do cuidado tenham acesso a informações fidedignas e atualizadas para subsidiar a condução da terapêutica aplicada. O processo de trabalho é de fundamental importância para o fortalecimento da assistência em saúde mental, uma vez que o prontuário atualizado contribui para a qualidade do cuidado, a segurança do paciente e a efetividade do tratamento, além de favorecer a integração das equipes e a continuidade do acompanhamento no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

prontuário eletrônico é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo. Nele estão armazenadas as informações de saúde, clínicas e administrativas, originadas das ações das diversas categorias profissionais que compõem a APS. Além disso, é necessário que tenha pelo menos as seguintes características principais, registro de anamnese, exame objetivo e variáveis clínicas; prescrição de medicamentos ou outros métodos terapêuticos; emissão de atestados e outros documentos clínicos; solicitação de exames e outros métodos diagnósticos complementares; encaminhamentos a outros pontos da rede de atenção à saúde e acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções atuais.

Os dados dos cidadãos ficam todos no mesmo lugar, e todos os profissionais de saúde podem acessar as informações. O prontuário eletrônico já tem um padrão para as informações que devem ser lançadas de acordo com condições avaliadas e ciclos de vida, o que torna o registro facilitado. Isso associado ao fato de todas as letras serem legíveis, o que acaba diminuindo o tempo de cada consulta.

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/informatiza-aps/prontuario-eletronico

 

Supervisão Geral – CAPS Lima Barreto AP 5.1

OTICS Bangu sedia Supervisão Geral do CAPS Lima Barreto

No dia 30 de junho de 2026, no auditório da OTICS Bangu recebeu a Supervisão Geral do CAPS Lima Barreto – AP 5.1. O encontro ocorreu das 09h às 12h e contou com a participação de 30 profissionais que atuam no cuidado em saúde mental, com foco nos cuidadores de Residências Terapêuticas. A atividade teve como principal objetivo o alinhamento das diretrizes de cuidado no âmbito da saúde mental e o fortalecimento das práticas de acompanhamento aos moradores das residências terapêuticas, garantindo um espaço de respeito às diversidades — especialmente no que diz respeito à diversidade religiosa e às relações no cotidiano do cuidado. Durante a supervisão, foram discutidas propostas e orientações vinculadas ao processo de trabalho no SRT, reforçando o acesso a informações e condutas que apoiem um cuidado humanizado, inclusivo e integral às pessoas em sofrimento psíquico. A condução do encontro ficou sob responsabilidade de Mariana Martelo, Diretora do CAPS Lima Barreto, que mediou o diálogo e proporcionou um espaço de troca entre a equipe de segmento.

Residências Terapêuticas (RTs) são casas que integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT) no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que foram internadas por longo tempo em hospitais psiquiátricos. Essas residências visam a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, com o apoio de cuidadores e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de referência. 

As RTs são geralmente vinculadas a um CAPS, que oferece suporte técnico e profissional. As RTs contam com uma equipe de cuidadores que acompanha os moradores no dia a dia, auxiliando em atividades de vida diária, lazer e atividades terapêuticas. 

 

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

 

 

 

Supervisão Geral de SRT – CAPS Lima Barreto

OTICS Bangu sedia Supervisão Geral de SRT do CAPS Lima Barreto

Na tarde desta, 26 de junho de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a Supervisão Geral de Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT) do CAPS Lima Barreto. O encontro ocorreu das 9h às 12h e contou com a participação de 5 profissionais que atuam no cuidado em saúde mental, com foco nos cuidadores de Residências Terapêuticas. A atividade teve como principal objetivo o alinhamento das diretrizes de cuidado no âmbito da saúde mental e o fortalecimento das práticas de acompanhamento aos moradores das residências terapêuticas, garantindo um espaço de respeito às diversidades — especialmente no que diz respeito à diversidade religiosa e às relações no cotidiano do cuidado. Durante a supervisão, foram discutidas propostas e orientações vinculadas ao processo de trabalho no SRT, reforçando o acesso a informações e condutas que apoiem um cuidado humanizado, inclusivo e integral às pessoas em sofrimento psíquico. A condução do encontro ficou sob responsabilidade de Nathalia Cristina, acompanhante terapêutica do SRT do CAPS Lima Barreto, que mediou o diálogo e proporcionou um espaço de troca entre a equipe de segmento.

Residências Terapêuticas (RTs) são casas que integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT) no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que foram internadas por longo tempo em hospitais psiquiátricos. Essas residências visam a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, com o apoio de cuidadores e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de referência. 

As RTs são geralmente vinculadas a um CAPS, que oferece suporte técnico e profissional. As RTs contam com uma equipe de cuidadores que acompanha os moradores no dia a dia, auxiliando em atividades de vida diária, lazer e atividades terapêuticas. 

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

 

 

 

Supervisão Seguimento RT Manoel – CAPS Lima Barreto – AP 5.1

Supervisão do Serviço de Residência Terapêutica do CAPS Lima Barreto promove alinhamento de práticas e planejamento de trabalho

Na tarde do dia 23 de junho de 2026, na sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a supervisão RT Manoel do Serviço de Residência Terapêutica (SRT) do CAPS Lima Barreto – AP 5.1. A atividade contou com a participação de sete apoiadores (cuidadores) das residências terapêuticas, tendo como público-alvo a equipe de SRT. Durante o encontro, foram discutidos temas voltados à direção de trabalho e ao planejamento do processo terapêutico, com foco na qualificação da comunicação e na organização das práticas desenvolvidas nas RTs. A supervisão foi conduzida por Larissa Galdino Anjos, coordenadora SRT CAPS Lima Barreto, que destacou a importância desses momentos coletivos para fortalecer o cuidado e a articulação entre as equipes que atuam nos dispositivos de saúde mental da região.

Residências Terapêuticas (RTs) são casas que integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT) no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que foram internadas por longo tempo em hospitais psiquiátricos. Essas residências visam a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, com o apoio de cuidadores e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de referência. 

As RTs são geralmente vinculadas a um CAPS, que oferece suporte técnico e profissional. As RTs contam com uma equipe de cuidadores que acompanha os moradores no dia a dia, auxiliando em atividades de vida diária, lazer e atividades terapêuticas. 

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

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Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Reunião Mensal de Chefia da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho (PMGSF)

Reunião mensal de chefias fortalece o monitoramento da capacidade assistencial na Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho

Na manhã do dia 23 de junho de 2026, das 9h30 às 12h, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu recebeu a Reunião Mensal de Chefia da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho (PMGSF), reunindo oito chefias da unidade para um encontro voltado ao fortalecimento da gestão e ao acompanhamento dos indicadores assistenciais. A reunião teve como principal objetivo apresentar às chefias o painel de monitoramento da capacidade assistencial, promovendo a análise dos dados, a avaliação dos resultados alcançados e a discussão de estratégias de gestão capazes de qualificar os processos de trabalho e ampliar a eficiência dos serviços prestados à população. Conduzido por Ingrid Sayão, o encontro proporcionou um espaço de diálogo entre as lideranças da unidade, favorecendo a tomada de decisões baseada em evidências, o planejamento de ações e o acompanhamento sistemático dos indicadores de desempenho. A utilização de painéis de monitoramento permite identificar oportunidades de melhoria, otimizar a organização da assistência e fortalecer o planejamento estratégico da unidade.

A realização de reuniões periódicas de gestão é fundamental para consolidar uma cultura de avaliação contínua, transparência e governança, contribuindo para a qualificação da Atenção Primária à Saúde e para o aprimoramento da capacidade de resposta dos serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Esses espaços também fortalecem a integração entre as chefias, promovem o alinhamento institucional e favorecem a implementação de estratégias voltadas à melhoria da qualidade da assistência.

A iniciativa está em consonância com os princípios da gestão do SUS, que incentivam o uso de indicadores, do monitoramento e da avaliação como ferramentas essenciais para o planejamento, a organização e a melhoria contínua dos serviços de saúde.

Equipe de Chefia da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho (PMGSF) – AP 5.1.

Fontes:

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 19 de junho de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Anailton Dantas – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

Fonte:

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Reunião Técnica Cerest Zona Oeste

No dia 17 de junho de 2026, das 9h às 12h, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu sediou uma reunião técnica entre a equipe do CEREST Zona Oeste e uma assistente social do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A atividade reuniu 6 participantes de forma presencial e um de forma online e foi conduzida pela equipe do CEREST Zona Oeste, composta por Simone Leite, Fátima Abdalah, Marcela Brandão e Alexandre Prio. Também estiveram presentes Ana Beatriz e Juan Buritica, ambos residentes da FIOCRUZ.

O encontro teve como objetivo esclarecer dúvidas relacionadas à Previdência Social e à Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), promovendo a atualização de conhecimentos e o alinhamento de informações importantes para o acompanhamento dos trabalhadores atendidos pelos serviços de saúde. Durante a reunião, foram discutidos fluxos, procedimentos e aspectos legais relacionados aos direitos previdenciários dos trabalhadores e à notificação de acidentes e agravos relacionados ao trabalho.

A atividade proporcionou um espaço de troca de experiências e fortalecimento da articulação entre saúde e previdência, contribuindo para a qualificação das ações desenvolvidas pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST). A integração entre os diferentes setores é fundamental para garantir assistência adequada aos trabalhadores, ampliando o acesso à informação e fortalecendo a proteção dos direitos relacionados à saúde e ao trabalho.

A Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) constitui um importante instrumento para o registro e monitoramento dos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, subsidiando ações de vigilância, prevenção e promoção da saúde dos trabalhadores. Nesse contexto, momentos de atualização técnica e discussão intersetorial são essenciais para qualificar os processos de trabalho e fortalecer a atuação das equipes.

Fontes:

Reunião Técnica do Cerest

OTICS Bangu recebe Reunião Técnica das Atividades do Cerest 

Na manhã desta terça-feira, 16 de junho de 2026, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu sediou a Reunião Técnica das Atividades do Cerest. O encontro reuniu integrantes da equipe do Cerest Zona Oeste, além da presença da Coordenadora e de técnicos do Cerest Estadual, fortalecendo o diálogo e a integração entre as equipes regionais e estaduais de Vigilância em Saúde do Trabalhador. Os assuntos abordados contemplaram o fluxo de notificação de acidentes e agravos relacionado ao trabalho. A reunião destacou-se pela sua relevância no fortalecimento das ações de prevenção, promoção e proteção da saúde dos trabalhadores, contribuindo para a identificação precoce de riscos, a melhoria da qualidade das informações em saúde e o aprimoramento das estratégias de intervenção. A iniciativa reforça o compromisso com a qualificação contínua das práticas e com o fortalecimento da rede de cuidado em saúde do trabalhador.  A iniciativa foi solicitada por Simone, Supervisora do Cerest Zona Oeste – AVS/CAP 5.1, reforçando o compromisso com a qualificação contínua das práticas e com o fortalecimento das redes de cuidado no âmbito da saúde do trabalhador.A Saúde do Trabalhador é uma área estratégica da saúde pública e parte integrante do campo da Saúde Coletiva, com foco na promoção da saúde e na prevenção de agravos relacionados às condições de trabalho. Reconhecendo o trabalho como determinante social da saúde, essa área busca assegurar a atenção integral à saúde da população trabalhadora em seus diversos contextos.

 

Por meio de ações integradas de Vigilância em Saúde, com destaque para a Vigilância Epidemiológica, o Sistema Único de Saúde (SUS) atua na identificação, monitoramento e enfrentamento de riscos e agravos à saúde decorrentes dos ambientes, processos e relações de trabalho, em todo o território nacional.

Fundamentada nos princípios da universalidade, integralidade, equidade, intersetorialidade e participação social, a política de Saúde do Trabalhador reafirma o direito de todos os trabalhadores e trabalhadoras à saúde, independentemente da natureza do vínculo empregatício ou da formalidade da ocupação.Nesse sentido, as políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador devem promover ambientes de trabalho seguros, saudáveis e humanizados, bem como contribuir para a prevenção de doenças e agravos, a promoção do bem-estar físico, mental e social, e a garantia da dignidade no trabalho.

 

Fontes e referências:

Qualificação do Banco de SINAN de Sífilis Congênita

Neste dia, 10 de junho de 2026, das 8h às 17h, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou a atividade de “Qualificação do Banco de SINAN de Sífilis Congênita”, realizada com apoio da SES, SMS-RJ e CAP 5.1. O encontro reuniu oito participantes em um momento técnico voltado ao fortalecimento das ações de vigilância epidemiológica e qualificação dos registros relacionados à sífilis congênita no território. A atividade foi conduzida por Adelaide Mercês, enfermeira, Apoio Técnico de Reabilitação do DAPS – CAP 5.1.

O principal objetivo do encontro foi promover a qualificação do banco de dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), com foco nos registros de sífilis congênita, visando aprimorar a consistência, completude e análise das notificações realizadas pelas equipes de saúde. Durante a atividade, foram discutidos aspectos relacionados à vigilância epidemiológica, acompanhamento dos casos e fortalecimento das estratégias de monitoramento da doença.

A qualificação dos bancos de dados em saúde é uma etapa fundamental para garantir informações mais precisas e confiáveis, subsidiando o planejamento de ações de prevenção, diagnóstico e tratamento, além de contribuir para o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao enfrentamento da sífilis congênita no Sistema Único de Saúde (SUS).

A sífilis congênita permanece como importante problema de saúde pública no Brasil, sendo necessária a ampliação das estratégias de vigilância, diagnóstico precoce e tratamento adequado durante o pré-natal, com o objetivo de reduzir a transmissão vertical da doença e proteger a saúde materno-infantil.

A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu, da CAP 5.1, da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-RJ) e da Secretaria Estadual de Saúde (SES-RJ) com a qualificação permanente dos profissionais de saúde e o fortalecimento das ações de vigilância epidemiológica no território.

Fontes:

Ministério da Saúde — Sífilis. 

Ministério da Saúde — Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).

Reunião Técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde – AP 5.1

No dia 10 de junho de 2026, no turno da manhã, a sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a Reunião Técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs) da AP 5.1. O encontro contou com a participação de 4 profissionais da categoria. Durante a reunião, foram abordados temas fundamentais para o fortalecimento das ações de vigilância no território, com destaque para o fluxo do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e os procedimentos relacionados aos bloqueios epidemiológicos. As discussões reforçaram a importância da organização dos processos de trabalho, da qualificação dos registros e da resposta oportuna às notificações de agravos. O principal objetivo do encontro foi a padronização do fluxo operacional, promovendo maior alinhamento entre as equipes e fortalecendo a efetividade das ações de vigilância em saúde na AP 5.1. A atividade foi conduzida por Nilson Rabelo, Supervisor da Vigilância Ambiental da Área Programática 5.1, que destacou a relevância do alinhamento técnico contínuo para garantir respostas ágeis e qualificadas às demandas do território.

O Sistema de Informação de Agravos de Notificação – Sinan é alimentado, principalmente, pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória (Portaria de Consolidação nº 4, de 28 de Setembro de 2017), mas é facultado a estados e municípios incluir outros problemas de saúde importantes em sua região, difilobotríase no município de São Paulo.

Sua utilização efetiva permite a realização do diagnóstico dinâmico da ocorrência de um evento na população, podendo fornecer subsídios para explicações causais dos agravos de notificação compulsória, além de vir a indicar riscos aos quais as pessoas estão sujeitas, contribuindo assim, para a identificação da realidade epidemiológica de determinada área geográfica.

O seu uso sistemático, de forma descentralizada, contribui para a democratização da informação, permitindo que todos os profissionais de saúde tenham acesso à informação e as tornem disponíveis para a comunidade. É, portanto, um instrumento relevante para auxiliar o planejamento da saúde, definir prioridades de intervenção, além de permitir que seja avaliado o impacto das intervenções.

 

Saiba mais clicando aqui:https://www.gov.br/aids/pt-br/indicadores-epidemiologicos/sistemas-de-informacao/sinan