Saúde Integral da População Negra

No dia 15 de junho de 2026, turno da tarde, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, esteve envolvido na elaboração da apresentação sobre II Seminário Saúde Integral da População Negra da CAP 5.1. Objetivo: desenvolver uma apresentação informativa e reflexiva sobre as ações, desafios e estratégias de promoção da equidade racial em saúde, fortalecendo o compromisso da gestão com a implementação das políticas públicas voltadas à população negra, em consonância com as diretrizes do Ministério da Saúde e da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN). A importância da iniciativa visa sensibilizar e orientar sobre à relevância da inclusão de práticas antirracistas no cotidiano do SUS, assegurando acesso equitativo, cuidado integral e respeito à diversidade étnico-racial. Essa ação reforça o papel estratégico da gestão local na promoção da justiça social e na redução das iniquidades em saúde, contribuindo para o fortalecimento da atenção integral à população negra no território.

A Política nacional de Saúde integral da População negra define os princípios, a marca, os objetivos, as diretrizes, as estratégias e as responsabilidades de gestão, voltados para a melhoria das condições de saúde desse segmento da população. inclui ações de cuidado, atenção, promoção à saúde e prevenção de doenças, bem como de gestão participativa, participação popular e controle social, produção de conhecimento, formação e educação permanente para trabalhadores de saúde, visando à promoção da equidade em saúde da população negra. Sua formulação ficou a cargo da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP), com assessoria do Comitê Técnico de Saúde da População negra (CTSPn), cabendo a essa secretaria a responsabilidade pela articulação para sua aprovação no Conselho nacional de Saúde (CnS) e a pactuação na Comissão intergestores Tripartite (CiT). É também atribuição da SGEP, no processo de implementação desta Política, o monitoramento, a avaliação e o apoio técnico aos estados e municípios. Esta Política abrange ações e programas de diversas secretarias e órgãos vinculados ao Ministério da Saúde (MS). Trata-se, portanto, de uma política transversal, com formulação, gestão e operação compartilhadas entre as três esferas de governo, de acordo com os princípios e diretrizes do SUS. Seu propósito é garantir maior igualdade no que tange à efetivação do direito humano à saúde, em seus aspectos de promoção, prevenção, atenção, tratamento e recuperação de doenças e agravos transmissíveis e não transmissíveis, incluindo aqueles de maior prevalência nesse segmento populacional. Ela se insere na dinâmica do Sistema único de Saúde (SUS), por meio de estratégias de gestão solidária e participativa, destacando: utilização do quesito cor na produção de informações epidemiológicas para a definição de prioridades e tomada de decisão; ampliação e fortalecimento do controle social; desenvolvimento de ações e estratégias de identificação, abordagem, combate e prevenção do racismo institucional no ambiente de trabalho, nos processos de formação e educação permanente de profissionais; implementação de ações afirmativas para alcançar a equidade em saúde e promover a igualdade racial.

 

 

📚 Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (Portaria nº 992/2009)
  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)
  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)
  • Rede OTICS-Rio

Saúde Integral da População Negra

No dia 26 de maio de 2026, turno da manhã, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Jaqueline Nascimento, apoiadora do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, esteve envolvida na elaboração da apresentação sobre Saúde da População Negra, destinada ao Grupo de Gestores da CAP 5.1. Objetivo: desenvolver uma apresentação informativa e reflexiva sobre as ações, desafios e estratégias de promoção da equidade racial em saúde, fortalecendo o compromisso da gestão com a implementação das políticas públicas voltadas à população negra, em consonância com as diretrizes do Ministério da Saúde e da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN). A importância da iniciativa visa sensibilizar e orientar os gestores quanto à relevância da inclusão de práticas antirracistas no cotidiano do SUS, assegurando acesso equitativo, cuidado integral e respeito à diversidade étnico-racial. Essa ação reforça o papel estratégico da gestão local na promoção da justiça social e na redução das iniquidades em saúde, contribuindo para o fortalecimento da atenção integral à população negra no território.

A Política nacional de Saúde integral da População negra define os princípios, a marca, os objetivos, as diretrizes, as estratégias e as responsabilidades de gestão, voltados para a melhoria das condições de saúde desse segmento da população. inclui ações de cuidado, atenção, promoção à saúde e prevenção de doenças, bem como de gestão participativa, participação popular e controle social, produção de conhecimento, formação e educação permanente para trabalhadores de saúde, visando à promoção da equidade em saúde da população negra. Sua formulação ficou a cargo da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP), com assessoria do Comitê Técnico de Saúde da População negra (CTSPn), cabendo a essa secretaria a responsabilidade pela articulação para sua aprovação no Conselho nacional de Saúde (CnS) e a pactuação na Comissão intergestores Tripartite (CiT). É também atribuição da SGEP, no processo de implementação desta Política, o monitoramento, a avaliação e o apoio técnico aos estados e municípios. Esta Política abrange ações e programas de diversas secretarias e órgãos vinculados ao Ministério da Saúde (MS). Trata-se, portanto, de uma política transversal, com formulação, gestão e operação compartilhadas entre as três esferas de governo, de acordo com os princípios e diretrizes do SUS. Seu propósito é garantir maior igualdade no que tange à efetivação do direito humano à saúde, em seus aspectos de promoção, prevenção, atenção, tratamento e recuperação de doenças e agravos transmissíveis e não transmissíveis, incluindo aqueles de maior prevalência nesse segmento populacional. Ela se insere na dinâmica do Sistema único de Saúde (SUS), por meio de estratégias de gestão solidária e participativa, destacando: utilização do quesito cor na produção de informações epidemiológicas para a definição de prioridades e tomada de decisão; ampliação e fortalecimento do controle social; desenvolvimento de ações e estratégias de identificação, abordagem, combate e prevenção do racismo institucional no ambiente de trabalho, nos processos de formação e educação permanente de profissionais; implementação de ações afirmativas para alcançar a equidade em saúde e promover a igualdade racial.

 

📚 Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (Portaria nº 992/2009)
  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)
  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)
  • Rede OTICS-Rio

Reunião Técnica de Categorias Profissionais – eMulti

No dia 21 de maio de 2026, das 14h às 17h, o auditório da OTICS Bangu sediou a Reunião Técnica de Categorias de Psiquiatria e Psicologia eMulti – AP 5.1, reunindo 10 profissionais das áreas de psiquiatria e psicologia que atuam na estratégia eMulti no território da Área Programática 5.1. A atividade foi conduzida por Simone Pires e Silva, Apoiadora Institucional eMulti.

O encontro teve como foco principal a discussão dos fluxos assistenciais relacionados ao cuidado em saúde mental, promovendo alinhamento técnico entre os profissionais e fortalecendo as estratégias de apoio institucional desenvolvidas junto às equipes de saúde. Durante a reunião, foram debatidos aspectos relacionados à organização do cuidado, articulação da rede de atenção e integração entre os diferentes pontos de assistência no território.

A iniciativa buscou fortalecer os processos de trabalho das equipes eMulti, ampliando o diálogo entre os profissionais e contribuindo para a qualificação da assistência em saúde mental ofertada no Sistema Único de Saúde (SUS). O espaço também favoreceu a troca de experiências e a construção coletiva de estratégias voltadas ao cuidado integral dos usuários acompanhados pela rede.

As equipes multiprofissionais eMulti desempenham papel fundamental no apoio às equipes da Atenção Primária à Saúde, promovendo cuidado compartilhado, suporte técnico-pedagógico e fortalecimento das ações interdisciplinares no território. Nesse contexto, os encontros técnicos representam importantes estratégias de Educação Permanente em Saúde, contribuindo para o aprimoramento contínuo das práticas assistenciais e da organização dos fluxos de atendimento.

Fontes:

Ministério da Saúde — Equipes Multiprofissionais na Atenção Primária à Saúde (eMulti).

Ministério da Saúde — Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

PCSM – Treinamento para Escrita Qualificada: Guia Essencial para o Registro do Prontuário Clínico

No dia 19 de maio de 2026, no turno da manhã, o auditório da OTICS Bangu sediou a Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto, reunindo 40 profissionais da unidade em um momento de qualificação técnica, discussão de casos clínicos e fortalecimento das práticas de cuidado em saúde mental. A atividade foi conduzida por Mariana Martelo, diretora da unidade, a partir de solicitação da coordenadora administrativa Priscila Lira.

Durante o encontro, foi realizado o “PCSM – Treinamento para Escrita Qualificada: Guia Essencial para o Registro do Prontuário Clínico”, abordando a importância da qualificação dos registros em prontuário como ferramenta fundamental para a continuidade do cuidado, comunicação entre equipes multiprofissionais e segurança da assistência prestada aos usuários acompanhados pelo serviço.

A reunião também teve como objetivo discutir os casos clínicos dos usuários acompanhados pelo CAPS III Lima Barreto, fortalecendo a construção coletiva do cuidado, o alinhamento das condutas terapêuticas e a organização dos processos de trabalho no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

As ações de Educação Permanente em Saúde representam importantes estratégias para qualificar o atendimento ofertado no Sistema Único de Saúde (SUS), promovendo reflexão crítica sobre as práticas profissionais e aprimorando a assistência em saúde mental no território. Além disso, o registro adequado em prontuário é reconhecido como instrumento essencial para garantir a integralidade do cuidado, a ética profissional e a continuidade da assistência aos usuários.

A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu e da Rede de Atenção Psicossocial com a formação continuada das equipes e com o fortalecimento de práticas humanizadas, integradas e centradas nas necessidades dos usuários da saúde mental.

Fonte: Ministério da Saúde — Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Disponível em: Ministério da Saúde – Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)

Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto

No dia 19 de maio de 2026, das 08:00 às 9:30, o auditório da OTICS Bangu sediou a Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto, reunindo 12 pessoas da equipe de enfermagem da unidade para um momento de discussão técnica e alinhamento das práticas assistenciais em saúde mental. A atividade foi conduzida por Mariana Martelo, diretora da unidade.

O encontro teve como tema central a “Atenção à Crise em Saúde Mental”, promovendo reflexões sobre o manejo clínico, acolhimento e acompanhamento dos usuários em situação de crise acompanhados pelo serviço. Durante a reunião, foram discutidos casos clínicos dos usuários atendidos pela unidade, fortalecendo o cuidado multiprofissional e a construção de estratégias terapêuticas voltadas à atenção psicossocial.

A atividade reforçou a importância da qualificação permanente das equipes de saúde mental, especialmente no contexto da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que prioriza o cuidado em liberdade, o acolhimento humanizado e a construção de vínculos no território. O debate sobre atenção à crise é fundamental para garantir intervenções mais resolutivas, seguras e integradas às necessidades dos usuários e familiares.

A iniciativa reafirma o compromisso do CAPS III Lima Barreto, da OTICS Bangu e da RAPS com o fortalecimento da assistência em saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), promovendo espaços de troca de experiências, educação permanente e aprimoramento contínuo das práticas de cuidado.

Fonte:  Ministério da Saúde – Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)

Saúde Integral da População Negra

No dia 22 de abril de 2026, turno tarde, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Jaqueline Nascimento, apoiadora do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, esteve envolvida na elaboração da apresentação sobre Saúde da População Negra, destinada ao Grupo de Gestores da CAP 5.1. Objetivo: desenvolver uma apresentação informativa e reflexiva sobre as ações, desafios e estratégias de promoção da equidade racial em saúde, fortalecendo o compromisso da gestão com a implementação das políticas públicas voltadas à população negra, em consonância com as diretrizes do Ministério da Saúde e da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN). A importância da iniciativa visa sensibilizar e orientar os gestores quanto à relevância da inclusão de práticas antirracistas no cotidiano do SUS, assegurando acesso equitativo, cuidado integral e respeito à diversidade étnico-racial. Essa ação reforça o papel estratégico da gestão local na promoção da justiça social e na redução das iniquidades em saúde, contribuindo para o fortalecimento da atenção integral à população negra no território.

A Política nacional de Saúde integral da População negra define os princípios, a marca, os objetivos, as diretrizes, as estratégias e as responsabilidades de gestão, voltados para a melhoria das condições de saúde desse segmento da população. inclui ações de cuidado, atenção, promoção à saúde e prevenção de doenças, bem como de gestão participativa, participação popular e controle social, produção de conhecimento, formação e educação permanente para trabalhadores de saúde, visando à promoção da equidade em saúde da população negra. Sua formulação ficou a cargo da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP), com assessoria do Comitê Técnico de Saúde da População negra (CTSPn), cabendo a essa secretaria a responsabilidade pela articulação para sua aprovação no Conselho nacional de Saúde (CnS) e a pactuação na Comissão intergestores Tripartite (CiT). É também atribuição da SGEP, no processo de implementação desta Política, o monitoramento, a avaliação e o apoio técnico aos estados e municípios. Esta Política abrange ações e programas de diversas secretarias e órgãos vinculados ao Ministério da Saúde (MS). Trata-se, portanto, de uma política transversal, com formulação, gestão e operação compartilhadas entre as três esferas de governo, de acordo com os princípios e diretrizes do SUS. Seu propósito é garantir maior igualdade no que tange à efetivação do direito humano à saúde, em seus aspectos de promoção, prevenção, atenção, tratamento e recuperação de doenças e agravos transmissíveis e não transmissíveis, incluindo aqueles de maior prevalência nesse segmento populacional. Ela se insere na dinâmica do Sistema único de Saúde (SUS), por meio de estratégias de gestão solidária e participativa, destacando: utilização do quesito cor na produção de informações epidemiológicas para a definição de prioridades e tomada de decisão; ampliação e fortalecimento do controle social; desenvolvimento de ações e estratégias de identificação, abordagem, combate e prevenção do racismo institucional no ambiente de trabalho, nos processos de formação e educação permanente de profissionais; implementação de ações afirmativas para alcançar a equidade em saúde e promover a igualdade racial.

 

📚 Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (Portaria nº 992/2009)
  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)
  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)
  • Rede OTICS-Rio