OTICS Bangu Promove Capacitação sobre Ostomia

Treinamento fortalece cuidado à pessoa com ostomia

Capacitação reuniu 35 profissionais de Enfermagem da AP 5.1 para atualização sobre acolhimento, fluxos de atendimento e técnicas de cuidado.

Na tarde desta quinta-feira, 20 de agosto de 2026, a OTICS Bangu recebeu o Treinamento em Ostomia, realizado em parceria com a empresa Convatec. A atividade aconteceu das 14h às 16h30, no auditório, e contou com a participação de 40 profissionais, entre enfermeiros das unidades da Clínica da Família (CF) da AP 5.1 e profissionais do Polo de Ostomia do CER III PMGSF. A capacitação foi conduzida por Juciléia Medeiros Ribeiro, enfermeira e coordenadora do CER III PMGSF, com participação da equipe responsável pelo cuidado às pessoas com ostomia. O encontro teve como principal objetivo capacitar os profissionais para qualificar a assistência às pessoas com ostomia, fortalecendo conhecimentos técnicos e a organização do cuidado na rede.

Durante o treinamento, foram abordados o fluxo de acolhimento das pessoas ostomizadas e as principais técnicas utilizadas no atendimento e acompanhamento desses pacientes. A capacitação proporcionou um espaço de atualização e troca de experiências, contribuindo para que os profissionais ampliem seus conhecimentos sobre o cuidado e estejam mais preparados para orientar os usuários e identificar suas necessidades ao longo do acompanhamento. O cuidado à pessoa com estomia deve considerar aspectos clínicos, funcionais, emocionais e sociais, com atenção à autonomia e ao desenvolvimento do autocuidado. O Ministério da Saúde destaca a importância da orientação para o autocuidado, da prevenção de complicações e da capacitação permanente dos profissionais envolvidos nessa assistência.

A capacitação também contribui para fortalecer a articulação entre a Atenção Primária à Saúde e a Atenção Especializada, favorecendo a organização dos fluxos de atendimento e a continuidade do cuidado às pessoas com ostomia. De acordo com o Ministério da Saúde, os Serviços de Atenção à Saúde das Pessoas Ostomizadas devem garantir acompanhamento especializado, incluindo a prescrição, o fornecimento e a adequação de equipamentos coletores e adjuvantes de proteção e segurança, conforme as necessidades individuais de cada paciente. Nesse contexto, a qualificação dos profissionais é fundamental para ampliar a capacidade de acolhimento e acompanhamento nos diferentes pontos da rede, promovendo um cuidado integral, humanizado e articulado.

A realização do treinamento na OTICS Bangu reforça o papel do espaço como ambiente de educação permanente, atualização profissional e integração entre os serviços de saúde, contribuindo para o aprimoramento das práticas assistenciais e para a qualificação do atendimento oferecido à população da AP 5.1.

Fontes oficiais

Ministério da Saúde – Guia de Atenção à Saúde da Pessoa com Estomia
Guia de Atenção à Saúde da Pessoa com Estomia

Ministério da Saúde – Saúde da Pessoa com Deficiência: Perguntas Frequentes
Perguntas Frequentes – Saúde da Pessoa com Deficiência

Ministério da Saúde – Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência
Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência

Conselho Federal de Enfermagem – Guia de Atenção à Saúde da Pessoa com Estomia
Guia de Atenção à Saúde da Pessoa com Estomia – Cofen

Reunião das Acompanhantes Terapêuticas ( AT’s)

Reunião fortalece alinhamento das práticas de cuidado em SRT

Na manhã desta quinta-feira, 20 de agosto de 2026, foi realizada a Reunião das Acompanhantes Terapêuticas (ATs), das 9h às 12h, com a participação da coordenação e das acompanhantes terapêuticas vinculadas ao Serviço Residencial Terapêutico (SRT). O encontro foi conduzido por Nathalia, acompanhante terapêutica de SRT, e teve como objetivo promover o alinhamento das práticas e das diretrizes de cuidado, favorecendo a troca de experiências e a discussão sobre os processos de trabalho desenvolvidos junto aos moradores das Residências Terapêuticas.

Durante a reunião, foram abordados aspectos relacionados à atuação das acompanhantes terapêuticas e ao acompanhamento realizado no âmbito dos Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT). O espaço possibilitou a discussão coletiva sobre as práticas de cuidado e o alinhamento das ações desenvolvidas pela equipe. Os SRT são moradias inseridas na comunidade destinadas a pessoas que passaram por longos períodos de internação psiquiátrica e que não possuem suporte social ou familiar. Entre seus objetivos estão o cuidado em liberdade, a promoção da autonomia, da cidadania e da reinserção social. Cada residência é vinculada a uma Unidade Básica de Saúde e a um CAPS de referência, que acompanham as necessidades de saúde dos moradores. Nesse contexto, o trabalho das acompanhantes terapêuticas contribui para o desenvolvimento das atividades cotidianas, fortalecimento da autonomia e construção de estratégias de cuidado articuladas às necessidades de cada morador.

A reunião também contribui para o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que articula diferentes serviços e pontos de atenção do SUS para garantir cuidado integral e contínuo às pessoas em sofrimento psíquico. Os CAPS, por sua vez, desenvolvem acompanhamento contínuo e articulam o cuidado com outros serviços da rede, incluindo os Serviços Residenciais Terapêuticos. Momentos de reunião, supervisão e alinhamento das equipes são importantes para fortalecer a comunicação entre os profissionais, qualificar os processos de trabalho e garantir maior integração das ações de cuidado.

A realização da atividade reafirma a importância da educação permanente e do trabalho coletivo para o aprimoramento das práticas em saúde mental, contribuindo para um cuidado baseado na autonomia, na dignidade e na inclusão social.

Fontes oficiais

Ministério da Saúde – Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT)
Serviços Residenciais Terapêuticos – Ministério da Saúde

Ministério da Saúde – Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)
Rede de Atenção Psicossocial – Ministério da Saúde

Ministério da Saúde – Centros de Atenção Psicossocial (CAPS)
Centros de Atenção Psicossocial – Ministério da Saúde

Saúde Prisional Promove Capacitação Antitabagismo

Capacitação fortalece ações de combate ao tabagismo na Atenção Primária Prisional

No dia 20 de agosto de 2026, a OTICS Bangu recebeu a Capacitação de Combate ao Tabagismo na Atenção Primária Prisional, voltada à qualificação dos profissionais de saúde que atuam nas unidades prisionais. A atividade contou com a participação de 19 profissionais e teve como responsável Brenda de Sales Reis, cirurgiã-dentista e liderança de Odontologia da Gestão da Atenção Primária Prisional.

A capacitação teve como objetivo preparar e instrumentalizar os profissionais para a implementação de ações de prevenção e combate ao tabagismo nas unidades prisionais, fortalecendo o cuidado integral à saúde da população privada de liberdade. Durante o encontro, foram abordados conteúdos relacionados ao combate ao tabagismo, com foco na atuação dos profissionais de saúde da Atenção Primária Prisional. O treinamento buscou ampliar conhecimentos e oferecer subsídios para que as equipes possam desenvolver ações de promoção da saúde, prevenção e cuidado relacionadas ao uso de produtos derivados do tabaco.

 

A iniciativa está alinhada às ações do Sistema Único de Saúde (SUS) voltadas à prevenção e ao tratamento do tabagismo. O Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT), coordenado pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), tem entre seus objetivos reduzir a prevalência de fumantes e a consequente morbimortalidade relacionada ao consumo de produtos derivados do tabaco.

Na Atenção Primária à Saúde, as equipes possuem papel estratégico na identificação das pessoas que fazem uso de tabaco, na abordagem do fumante e na oferta de acompanhamento para a cessação do tabagismo. A formação dos profissionais que atuam no sistema prisional é fundamental para ampliar o acesso às ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde. Nesse contexto, a capacitação contribui para a implementação de estratégias específicas para o enfrentamento do tabagismo nas unidades prisionais.

A atividade também reforça a importância da educação permanente em saúde como ferramenta para qualificar os processos de trabalho e fortalecer a atuação das equipes diante das necessidades de saúde da população atendida. Com a capacitação, os profissionais da Atenção Primária Prisional passam a contar com conhecimentos e orientações que podem apoiar a implementação das ações de combate ao tabagismo em suas unidades, contribuindo para a promoção da saúde e para a melhoria da qualidade de vida das pessoas privadas de liberdade.

Fontes oficiais

Instituto Nacional de Câncer (INCA) – Programa Nacional de Controle do Tabagismo
Programa Nacional de Controle do Tabagismo – INCA

Ministério da Saúde – Tabagismo
Tabagismo – Ministério da Saúde

Instituto Nacional de Câncer – Tratamento do tabagismo no SUS
Tratamento do tabagismo – INCA

Capacita Coren Aborda Ética e Prevenção ao Assédio

Capacita Coren promove capacitação sobre ética, segurança profissional e prevenção ao assédio na Enfermagem

Atividade reuniu cerca de 40 enfermeiros e técnicos de enfermagem da AP 5.1, na OTICS Bangu, para atualização profissional e reflexão sobre práticas éticas e relações no ambiente de trabalho.

Na manhã desta quinta-feira, 20 de agosto de 2026, a OTICS Bangu recebeu a capacitação “Jornada Ética e Segurança Profissional na Enfermagem – Módulo 2: Assédio Moral e Sexual: Dilemas, Prevenção e Comunicação Não Violenta”. A atividade foi realizada das 9h às 13h e reuniu aproximadamente 40 enfermeiros e técnicos de enfermagem da Área de Planejamento 5.1 (AP 5.1).

Promovido no âmbito do Capacita Coren, o encontro teve como objetivo atualizar e qualificar os profissionais de Enfermagem, fortalecendo conhecimentos relacionados aos princípios éticos, à segurança profissional e à construção de relações de trabalho pautadas pelo respeito, diálogo e responsabilidade. A capacitação foi conduzida pela Dra. Rosimere Maria, presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ), em parceria com a enfermeira Lenir Marçal e a CAP 5.1. A iniciativa integra uma programação de educação e atualização profissional voltada à equipe de Enfermagem.

Ética e Segurança Profissional em Foco

Durante o encontro, foram discutidos aspectos relacionados à ética profissional na Enfermagem, com destaque para situações que podem interferir na segurança, na dignidade e nas relações estabelecidas no ambiente de trabalho.

O Módulo 2 teve como tema central “Assédio moral e sexual: dilemas, prevenção e comunicação não violenta”, abordando situações de assédio, formas de prevenção e estratégias de comunicação capazes de contribuir para relações profissionais mais respeitosas e saudáveis.

A discussão sobre o tema possui relevância para a categoria, uma vez que o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem estabelece como conduta proibida a prática de assédio moral, sexual ou de qualquer natureza no exercício profissional, especialmente quando os atos ou expressões atingem a dignidade ou criam condições humilhantes e constrangedoras.

A comunicação não violenta também foi destacada como ferramenta para favorecer o diálogo, a escuta e a resolução adequada de situações de conflito. A abordagem está alinhada a iniciativas de capacitação profissional que reconhecem a comunicação assertiva, a escuta ativa e a linguagem não violenta como estratégias importantes para relações profissionais mais saudáveis.

Fortalecimento da Educação Permanente

A realização da atividade contribui para o fortalecimento da educação permanente em saúde, proporcionando aos profissionais um espaço de atualização, reflexão e troca de experiências sobre situações presentes no cotidiano da Enfermagem.

A própria programação oficial do Capacita Coren-RJ registra a realização do Módulo 2 da Jornada Ética e Segurança Profissional na Enfermagem em 20 de agosto de 2026, das 9h às 13h, no PAM Bangu, com a participação da equipe de Enfermagem.

A iniciativa reforça a importância da qualificação contínua dos trabalhadores e do conhecimento dos princípios éticos que orientam o exercício profissional. Conforme divulgado pelo Coren-RJ em atividade semelhante da Jornada, a proposta busca fortalecer uma atuação profissional ética, segura e qualificada, contribuindo para a qualidade da assistência prestada à população.

Fontes oficiais

Supervisão Fortalece Cuidado em SRT

Supervisão de SRT fortalece alinhamento e diretrizes de cuidado

Na tarde desta quinta-feira, 20 de agosto de 2026, a OTICS Bangu recebeu a Supervisão de Serviço de Residência Terapêutica (SRT) do CAP Lima Barreto – AP 5.1. A atividade foi realizada das 14h às 17h, no auditório e na sala de tutoria, reunindo 10 participantes, entre cuidadores de Residências Terapêuticas. O encontro teve como responsável Nathalia Cristina, acompanhante terapêutica de SRT, e teve como principal objetivo promover o alinhamento das equipes e fortalecer as diretrizes de cuidado desenvolvidas no cotidiano das Residências Terapêuticas. Durante a supervisão, foram discutidos aspectos relacionados ao trabalho desenvolvido pelos cuidadores e às práticas de cuidado destinadas aos moradores das Residências Terapêuticas. O espaço possibilitou a troca de experiências, o esclarecimento de questões do cotidiano e o alinhamento de condutas entre os profissionais.

A supervisão de equipes constitui uma importante ferramenta para qualificar os processos de trabalho, favorecendo a reflexão sobre as práticas e a construção coletiva de estratégias diante dos desafios encontrados no serviço. No âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), as Residências Terapêuticas integram as estratégias de cuidado voltadas às pessoas com necessidades decorrentes de longos períodos de institucionalização, contribuindo para a construção de uma vida com maior autonomia e inserção social.

A atividade reforçou a importância do trabalho integrado entre os profissionais que atuam nos serviços de saúde mental. O alinhamento das diretrizes de cuidado contribui para fortalecer a continuidade da atenção e garantir que as ações desenvolvidas nas Residências Terapêuticas estejam articuladas aos princípios da Reforma Psiquiátrica e do Sistema Único de Saúde (SUS).

Momentos de supervisão e educação permanente também possibilitam que os trabalhadores compartilhem conhecimentos e experiências, contribuindo para o aprimoramento das práticas e para a qualificação do cuidado ofertado aos moradores.

A realização da supervisão na OTICS Bangu reafirma o espaço como ambiente de formação, troca de conhecimentos e fortalecimento dos processos de trabalho em saúde, contribuindo para a qualificação das equipes que atuam no território da AP 5.1.

Fontes oficiais

Ministério da Saúde – Saúde Mental
Saúde Mental – Ministério da Saúde

Ministério da Saúde – Residências Terapêuticas
Serviços Residenciais Terapêuticos – Ministério da Saúde

Ministério da Saúde – Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)
Rede de Atenção Psicossocial – Ministério da Saúde

OTICS Bangu Recebe Estudantes do IFRJ

Visita técnica aproxima estudantes do IFRJ da rede de saúde

Atividade na OTICS Bangu apresentou aos estudantes aspectos da organização dos serviços e da Rede de Atenção à Saúde

Na manhã desta quinta-feira, 20 de agosto de 2026, a OTICS Bangu recebeu uma visita técnica do GAT Saúde e Clima do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). A atividade aconteceu das 10h às 12h e contou com a participação de cinco estudantes. A visita teve como responsável Viviane Araújo de Almeida, diretora da DICA, com a parceria da responsável pela Estação OTICS Bangu, Fatima Carneiro e teve como objetivo ambientar os estudantes ao serviço, proporcionando uma aproximação com o cotidiano da rede pública de saúde e com os processos de trabalho desenvolvidos no território.

Conhecendo a Rede de Atenção à Saúde

Durante a visita técnica, foram abordados aspectos relacionados à Rede de Atenção à Saúde (RAS), permitindo aos estudantes conhecer melhor a organização e a articulação dos diferentes pontos de atenção que integram o Sistema Único de Saúde (SUS).

A atividade também proporcionou um espaço de troca de conhecimentos e experiências, aproximando a formação acadêmica da realidade dos serviços de saúde e contribuindo para a compreensão dos processos de trabalho e da organização da rede.

OTICS Rio como espaço de integração entre ensino e serviço

O Observatório de Tecnologias de Informação e Comunicação em Sistemas e Serviços de Saúde (OTICS-Rio) é um projeto de extensão comunitária financiado pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio), que atua na qualificação dos trabalhadores do SUS por meio de ações de educação permanente e continuada, monitoramento, avaliação e estratégias de comunicação em saúde. Criado em 2010, o projeto conta com estações virtuais e espaços físicos destinados à realização de atividades presenciais, favorecendo a troca de conhecimentos e a articulação entre profissionais, serviços de saúde e instituições de ensino. Nesse contexto, a OTICS Bangu desempenha papel importante como espaço de formação, encontro e compartilhamento de experiências, contribuindo para aproximar estudantes da realidade dos serviços públicos de saúde e fortalecer a integração entre ensino, serviço e território.

A visita técnica do IFRJ reforça essa proposta ao proporcionar aos estudantes a oportunidade de conhecer, na prática, aspectos relacionados à organização da Rede de Atenção à Saúde e ao funcionamento dos serviços que integram o SUS.

Fortalecimento da formação em saúde

A aproximação entre instituições de ensino e serviços de saúde contribui para uma formação mais conectada às necessidades do território. Ao conhecer os espaços, profissionais e processos de trabalho, os estudantes podem relacionar os conhecimentos acadêmicos às práticas desenvolvidas no SUS. A atividade realizada na OTICS Bangu reafirma, assim, a importância de iniciativas que promovam a integração entre educação e serviço, fortalecendo a formação e ampliando o conhecimento sobre a organização da saúde pública no município do Rio de Janeiro.

Fontes oficiais

Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro – OTICS-Rio
OTICS-Rio – Observatório de Tecnologias de Informação e Comunicação em Sistemas e Serviços de Saúde

Ministério da Saúde – Rede de Atenção à Saúde
Rede de Atenção à Saúde – Ministério da Saúde

Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ)
Portal oficial do IFRJ

Supervisão Seguimento RT Manoel – CAPS Lima Barreto – AP 5.1

Supervisão do Serviço de Residência Terapêutica do CAPS Lima Barreto promove alinhamento de práticas e planejamento de trabalho

Na tarde do dia 19 de agosto de 2026, na sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a supervisão RT Manoel do Serviço de Residência Terapêutica (SRT) do CAPS Lima Barreto – AP 5.1. A atividade contou com a participação de sete apoiadores (cuidadores) das residências terapêuticas, tendo como público-alvo a equipe de SRT. Durante o encontro, foram discutidos temas voltados à direção de trabalho e ao planejamento do processo terapêutico, com foco na qualificação da comunicação e na organização das práticas desenvolvidas nas RTs. A supervisão foi conduzida por Ana Carolina Ramos de Brito, coordenadora SRT CAPS Lima Barreto, que destacou a importância desses momentos coletivos para fortalecer o cuidado e a articulação entre as equipes que atuam nos dispositivos de saúde mental da região.

Residências Terapêuticas (RTs) são casas que integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT) no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que foram internadas por longo tempo em hospitais psiquiátricos. Essas residências visam a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, com o apoio de cuidadores e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de referência. 

As RTs são geralmente vinculadas a um CAPS, que oferece suporte técnico e profissional. As RTs contam com uma equipe de cuidadores que acompanha os moradores no dia a dia, auxiliando em atividades de vida diária, lazer e atividades terapêuticas. 

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

 

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 19 de agosto de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:

Qualificação Operacional para Agentes de Vigilância em Saúde – AP 5.1

AP 5.1 promove qualificação operacional para Agentes de Vigilância em Saúde

Encontro reuniu 45 profissionais para atualização sobre atribuições, rotinas de trabalho, vigilância ambiental e integração com a Atenção Primária

No dia 18 de agosto de 2026, das 8h às 17h, foi realizada, no auditório da OTICS, a atividade “Qualificação operacional e atribuições do cargo dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1”. O encontro reuniu 45 Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) da Área de Planejamento 5.1 (AP 5.1), em uma programação voltada à atualização profissional, ao alinhamento de processos e ao fortalecimento das ações de Vigilância em Saúde no território. O evento teve como objetivo qualificar e atualizar os profissionais sobre as novas atribuições, a rotina operacional e os fluxos de trabalho dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1, fortalecendo a atuação integrada das equipes e contribuindo para a melhoria das ações desenvolvidas junto à população.

A construção e organização da atividade foram conduzidas por Ricardo Nascimento da Silva, Sub-responsável Técnico da Vigilância Ambiental da AP 5.1, que também integrou a programação como palestrante.

Integração e atualização para fortalecer o trabalho no território

A programação teve início com as boas-vindas e a abertura da reciclagem, conduzidas por Isabela Souza e Nilson Rabelo, preparando os participantes para um dia de troca de conhecimentos e atualização das práticas profissionais.

Na sequência, Isabela Souza abordou “A importância da integração dos agentes na Atenção Primária na ótica da DVS”, destacando a necessidade de fortalecer a articulação entre os Agentes de Vigilância em Saúde e os demais profissionais e serviços da Atenção Primária.

Rafael Pinheiro apresentou conteúdos relacionados aos conceitos de Vigilância em Saúde Ambiental (VSA), incluindo a definição e as implicações dos fatores de risco biológico e não biológico, além das atribuições do AVS no contexto do município do Rio de Janeiro.

Na abordagem prática das atividades de campo, Paulo Bueno falou sobre a rotina do trabalho de campo e o preenchimento da ficha de investigação ambiental, enquanto Josimar apresentou a qualificação em Ovitrampa, ferramenta utilizada nas ações de monitoramento e vigilância do Aedes.

Programação da tarde amplia conhecimentos técnicos

No período da tarde, a qualificação prosseguiu com temas diretamente relacionados às atividades desenvolvidas pelos agentes no território.

Cicero abordou a supervisão e o trabalho de campo, destacando aspectos importantes para o acompanhamento e a organização das atividades realizadas pelas equipes.

Neemias apresentou conteúdos sobre geoprocessamento, recurso importante para a organização e análise das informações territoriais e para o planejamento das ações de Vigilância em Saúde.

Na sequência, Viviana e Eduardo falaram sobre a rotina de trabalho de campo, marcação de quarteirão, percepção do agente para outros agravos e integração dos AVS na Clínica na perspectiva do agente, reforçando a importância do olhar do profissional sobre o território e da integração com os serviços de saúde.

Um dos momentos da programação foi dedicado ao SINAN, bloqueio, Ouvidoria e 1746. Luciana, Ricardo Nascimento da Silva e Silvana abordaram o preenchimento do relatório de atendimento e da FAD 07 (SINAN), a importância da realização dos bloqueios, o preenchimento de relatórios da Ouvidoria com todas as informações necessárias e as abordagens para um atendimento de qualidade no 1746, além do esclarecimento de dúvidas relacionadas aos sistemas.

Encerrando a programação técnica, Raphael, Vera e Igor apresentaram conteúdos sobre Pontos Estratégicos, larvicida e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), laboratório e preenchimento de boletins no contexto do VIGIDADOS, além da discussão sobre pontos críticos.

Qualificação permanente fortalece a Vigilância em Saúde

A diversidade de temas apresentados ao longo do encontro possibilitou aos participantes revisitar procedimentos, atualizar conhecimentos técnicos e discutir situações presentes na rotina dos Agentes de Vigilância em Saúde. A iniciativa também reforça a importância da educação permanente dos profissionais, especialmente em uma área que exige conhecimento do território, identificação de riscos, registro adequado das informações, trabalho integrado e capacidade de resposta diante de diferentes situações de saúde.

Segundo o Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental atua na identificação e no monitoramento de fatores ambientais que podem interferir na saúde humana, subsidiando ações de promoção da saúde, prevenção e controle de riscos e agravos. A atuação articulada das equipes e o conhecimento das características do território são fundamentais para o planejamento e a execução dessas ações. Ministério da Saúde — Vigilância em Saúde e Ambiente

A Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS) estabelece a Vigilância em Saúde como um processo contínuo e sistemático de coleta, análise e disseminação de informações sobre eventos relacionados à saúde, com o objetivo de orientar medidas de prevenção e controle de riscos, doenças e agravos. Ministério da Saúde — Política Nacional de Vigilância em Saúde

Nesse contexto, a qualificação realizada pela AP 5.1 representa uma importante estratégia para fortalecer as competências dos Agentes de Vigilância em Saúde, aprimorar os processos de trabalho e ampliar a integração com a Atenção Primária, contribuindo para uma atuação cada vez mais qualificada e articulada no território.

Ao reunir conteúdos teóricos, procedimentos operacionais e experiências relacionadas ao cotidiano dos profissionais, o encontro reafirmou o compromisso com a qualificação permanente das equipes e com o fortalecimento das ações de Vigilância em Saúde no município do Rio de Janeiro.

 

 

OTICS BANGU

Conclusão do Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na Inserção de DIU e Implante Subdérmico

Dia 13 de agosto de 2026 – Terceiro dia (Atividade Prática)

No dia 13 de agosto de 2026, das 8h às 17h, o Treinamento de Planejamento Reprodutivo foi concluído com a realização do módulo prático, no auditório da OTICS Bangu, com apoio do laboratório de informática. Neste último dia, os profissionais participantes puderam vivenciar, de forma prática, os conteúdos abordados ao longo da capacitação.

A atividade prática foi realizada com o uso de simuladores ginecológicos e modelos anatômicos (treinadores de habilidades), possibilitando o treinamento das técnicas de inserção do DIU e do implante subdérmico em ambiente seguro e controlado. Essa metodologia contribui para o desenvolvimento de habilidades técnicas, aumento da segurança profissional e qualificação da assistência prestada à população.

O momento prático é fundamental para consolidar o aprendizado teórico, permitindo que os profissionais aprimorem suas competências e estejam mais preparados para ofertar o serviço de forma qualificada nas unidades de saúde.

A capacitação foi coordenada por Vanessa Henriques, Responsável Técnica de Enfermagem da CAP 5.1, e Priscila Mafra, Responsável Técnica de Medicina da CAP 5.1, reafirmando o compromisso com a educação permanente em saúde e com a qualificação contínua dos profissionais da rede.