Processo de Trabalho na Acessibilidade Comunicativa

No dia 03 de julho de 2026, no turno da manhã, foi realizado, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS, o encontro “Processo de Trabalho na Acessibilidade Comunicativa”. A atividade teve como foco o aprimoramento das estratégias voltadas à inclusão comunicativa nas unidades de saúde, fortalecendo o acesso e a qualidade do atendimento prestado à população. Durante o encontro, foi abordado o tema a atualização de planilhas de acompanhamento nas unidades. A discussão destacou a importância do planejamento e da sistematização das ações como ferramentas essenciais para garantir a efetividade das práticas de acessibilidade comunicativa no cotidiano dos serviços de saúde.

O objetivo principal da atividade foi qualificar o acompanhamento das ações desenvolvidas e fortalecer os fluxos de comunicação inclusiva nas unidades de saúde da AP 5.1, contribuindo para um atendimento mais equitativo, humanizado e acessível, especialmente para a população surda. A iniciativa reforça o compromisso da rede de saúde com a promoção da equidade e o respeito à diversidade, princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde (SUS). A importância do encontro está diretamente relacionada à necessidade de consolidar práticas que assegurem o direito à comunicação como elemento essencial do cuidado em saúde.

Participaram do encontro Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), que colaboraram na condução das atividades e no alinhamento das estratégias de trabalho.

Fontes: Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência; Decreto nº 5.626/2005 (Regulamenta a Língua Brasileira de Sinais – Libras); Organização Mundial da Saúde (OMS) – Acessibilidade e inclusão nos serviços de saúde.

Avaliação do Curso Básico I de Libras – AP 5.1

OTICS Bangu realiza a avaliação do Curso Básico I de Libras, fortalecendo a inclusão e a acessibilidade na Atenção Primária

Na manhã do dia 1º de julho de 2026, foi realizada a avaliação do Curso de Língua Brasileira de Sinais (Libras) no espaço Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, reunindo três profissionais em uma etapa fundamental para o acompanhamento do processo de aprendizagem e desenvolvimento das competências em Libras.

A avaliação foi conduzida pelos profissionais, Jaqueline Nascimento, apoiadora da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), da Saúde Integral da População Negra e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Willian Inácio, auxiliar administrativo da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), responsáveis pela organização e execução do processo avaliativo, assegurando a aplicação dos instrumentos de avaliação de forma ética, transparente e em conformidade com os objetivos da formação.

A iniciativa reafirma o compromisso com a educação permanente em saúde, incentivando o aperfeiçoamento contínuo dos profissionais e fortalecendo práticas inclusivas que contribuam para uma comunicação mais acessível e humanizada com a população usuária dos serviços de saúde.

 

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua de modalidade visual-espacial, com estrutura gramatical própria, distinta da língua portuguesa, possuindo vocabulário, fonologia, morfologia, sintaxe e semântica específicos. Sua difusão nos serviços de saúde representa um importante instrumento para a efetivação do direito à comunicação e para a promoção da cidadania das pessoas surdas.

Referências

  • Brasil. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências.
  • Brasil. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436/2002, dispondo sobre o uso e o ensino da Libras.
  • Brasil. Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. MEC, 2008.

Encerramento da 5ª Turma do Curso Básico I de Libras – AP 5.1

OTICS Bangu encerra a 5ª turma do Curso Básico I de Libras, fortalecendo a inclusão e a acessibilidade na Atenção Primária

Na manhã do dia 25 de junho de 2026, o auditório da OTICS Bangu foi palco da aula de encerramento da 5ª turma do Curso Básico I de Língua Brasileira de Sinais (Libras), marcando a conclusão de mais um importante ciclo de formação voltado à qualificação dos profissionais da Atenção Primária à Saúde. A atividade contou com o apoio de Elvis Ferreira, apoiador da Equipe de Acessibilidade/Rede de Atenção Psicossocial (RAP) da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, de Willian Inácio e Yasmin Guimarães, apoiadores surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, além da mediação da fonoaudióloga Renata Reis, do Centro Especializado em Reabilitação (CER), responsável pela condução do curso.

A formação teve como público-alvo profissionais de saúde da Atenção Primária e teve como principal objetivo capacitá-los para estabelecer uma comunicação mais eficaz, acolhedora e humanizada com pessoas surdas, contribuindo para ampliar o acesso aos serviços de saúde, qualificar o atendimento e promover maior equidade no cuidado.

Ao longo do curso, os participantes desenvolveram conhecimentos básicos da Língua Brasileira de Sinais (Libras), além de aprofundarem a compreensão sobre a cultura e a identidade da comunidade surda. Essa abordagem fortalece práticas inclusivas e contribui para a redução das barreiras de comunicação, favorecendo um atendimento mais resolutivo, respeitoso e centrado nas necessidades dos usuários.

Momento da avaliação individual dos participantes da 5ª Turma do Curso Básico I de Libras. A etapa final permitiu aos alunos demonstrarem os conhecimentos adquiridos ao longo da formação, reforçando a importância da comunicação acessível e do atendimento humanizado à população surda.

O encerramento da turma simboliza mais um avanço no compromisso da rede de saúde com a promoção da acessibilidade comunicativa e da educação permanente, reforçando a importância da qualificação contínua dos profissionais para garantir um Sistema Único de Saúde (SUS) cada vez mais inclusivo, humanizado e acessível para toda a população.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua de modalidade visual-espacial, com estrutura gramatical própria, distinta da língua portuguesa, possuindo vocabulário, fonologia, morfologia, sintaxe e semântica específicos. Sua difusão nos serviços de saúde representa um importante instrumento para a efetivação do direito à comunicação e para a promoção da cidadania das pessoas surdas.

Referências

  • Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e dá outras providências.
  • Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 – Regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e estabelece diretrizes para a difusão e o ensino da Libras.
  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência.
  • Ministério da Educação – Diretrizes para o ensino e a difusão da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Qualificação de Ponto Focal da Equipe de Risco Biológico da AP 5.1

Qualificação fortalece atuação dos pontos focais de Risco Biológico na AP 5.1

Na manhã desta quarta-feira (24/06), foi realizada no Auditório da OTICS Bangu a capacitação “Qualificação de Ponto Focal da Equipe de Risco Biológico da AP 5.1”, reunindo cerca de 40 Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) que atuam nas unidades de saúde da Área Programática 5.1. A atividade foi conduzida por Áurea Caroline da Vale Silva, Vigilante em Saúde Ambiental (VSA) da AP 5.1, e teve como objetivo promover a qualificação técnico-operacional dos profissionais responsáveis por atuar como pontos focais de Risco Biológico em suas respectivas unidades.

Durante o encontro, foram abordadas as atribuições dos Agentes de Vigilância em Saúde relacionadas à identificação, monitoramento, prevenção e resposta aos riscos biológicos presentes nos serviços de saúde. A iniciativa buscou fortalecer o conhecimento técnico dos participantes, contribuindo para a padronização das ações e para o aprimoramento das práticas de vigilância em saúde ambiental no território.

A formação dos pontos focais é uma estratégia fundamental para ampliar a capacidade de resposta das unidades de saúde diante de situações que envolvam agentes biológicos, garantindo maior segurança para trabalhadores, usuários e para a comunidade. Além disso, a qualificação permanente desses profissionais fortalece a integração entre as equipes de vigilância e os serviços assistenciais, favorecendo a identificação precoce de riscos e a adoção de medidas preventivas eficazes.

De acordo com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde, a capacitação contínua dos profissionais de saúde é um dos pilares para a prevenção e o controle de eventos relacionados a riscos biológicos, contribuindo para a promoção de ambientes mais seguros e para a proteção da saúde pública.

A ação reafirma o compromisso da Vigilância em Saúde da AP 5.1 com a educação permanente e o fortalecimento das práticas de vigilância, qualificando os profissionais para atuarem de forma cada vez mais eficiente na prevenção e no manejo dos riscos biológicos em seus territórios.

A atividade foi conduzida por Áurea Caroline da Vale Silva, Vigilante em Saúde Ambiental (VSA) da AP 5.1.
Equipe de Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) que atuam nas unidades de saúde da Área Programática 5.1. 

 

Fontes para referência institucional:

Capacitação de Sutura para Enfermeiros da Atenção Primária Prisional (APP)

Capacitação fortalece autonomia dos enfermeiros da Atenção Primária Prisional na realização de suturas

Na terça-feira, 23 de junho de 2026, das 8h30 às 17h, o auditório da OTICS Bangu sediou a Capacitação de Sutura para Enfermeiros da Atenção Primária Prisional (APP), reunindo 21 enfermeiros em uma atividade de qualificação voltada ao aprimoramento técnico-científico e à ampliação da resolutividade da assistência prestada às pessoas privadas de liberdade. A capacitação foi organizada com o objetivo de fortalecer a autonomia do enfermeiro na realização de suturas em situações compatíveis com sua competência profissional, qualificando o atendimento realizado na Atenção Primária Prisional e contribuindo para um cuidado mais ágil, seguro e humanizado. A programação foi dividida em dois momentos. Durante a manhã, os participantes acompanharam a aula teórica, abordando princípios de avaliação de feridas, indicações e contraindicações para sutura, técnicas de assepsia, tipos de fios e materiais, critérios de encaminhamento e aspectos relacionados à segurança do paciente. No período da tarde, foi realizada a aula prática, permitindo aos profissionais desenvolver habilidades técnicas por meio de atividades supervisionadas. A capacitação teve como responsável técnica Michelle Bernardino Filgueira, Responsável Técnica de Enfermagem da Atenção Primária Prisional, e foi ministrada por Tulio Padilha, Enfermeiro e Coordenador da Residência do Programa de Residência em Enfermagem de Família e Comunidade (PREFC).

A realização desta atividade reforça a importância da Educação Permanente em Saúde (EPS) como estratégia para o desenvolvimento contínuo dos profissionais, promovendo atualização técnica, fortalecimento das competências clínicas e melhoria da qualidade da assistência. A qualificação em sutura amplia a capacidade de resposta da Atenção Primária, reduzindo encaminhamentos desnecessários para outros níveis de atenção, favorecendo o acesso oportuno ao cuidado e contribuindo para maior eficiência da rede de saúde no sistema prisional.

A realização desta atividade reforça a importância da Educação Permanente em Saúde (EPS) como estratégia para o desenvolvimento contínuo dos profissionais, promovendo atualização técnica, fortalecimento das competências clínicas e melhoria da qualidade da assistência. A qualificação em sutura amplia a capacidade de resposta da Atenção Primária, reduzindo encaminhamentos desnecessários para outros níveis de atenção, favorecendo o acesso oportuno ao cuidado e contribuindo para maior eficiência da rede de saúde no sistema prisional.

A iniciativa está alinhada aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e às diretrizes da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade (PNAISP), que preconizam o fortalecimento da Atenção Primária no sistema prisional por meio da qualificação das equipes multiprofissionais. Também observa as competências técnicas e legais do enfermeiro previstas pelo Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) e as diretrizes da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), que incentivam a formação contínua como instrumento de transformação das práticas de cuidado.

Turno da tarde, aula prática.

A etapa prática da capacitação desempenha um papel fundamental na formação dos profissionais, pois possibilita a aplicação dos conhecimentos teóricos em situações simuladas, desenvolvendo habilidades técnicas, raciocínio clínico e tomada de decisão. A prática supervisionada contribui para o aperfeiçoamento da execução da sutura, fortalece a segurança do enfermeiro no desempenho do procedimento e promove uma assistência mais qualificada, segura e resolutiva aos usuários dos serviços de saúde.

Equipe de Profissionais da Atenção Primária Prisional (APP) – AP 5.1

Fontes:

Equipe de Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Equipe de Acessibilidade Comunicativa prepara avaliação da 5ª turma do Curso Básico de Libras I

No dia 23 de junho de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, os profissionais Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Jaqueline Nascimento, apoiadora da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), da Saúde Integral da População Negra e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), realizaram mais um encontro de organização do processo de trabalho. Durante a reunião, a equipe dedicou-se à elaboração da avaliação que será aplicada aos alunos da quinta turma do Curso Básico de Libras I, cuja última aula está prevista para o dia 25 de junho de 2026. A construção do instrumento avaliativo tem como finalidade verificar os conhecimentos adquiridos ao longo da formação, contribuindo para a consolidação do aprendizado e para o aprimoramento das próximas edições do curso.

O planejamento coletivo das atividades pedagógicas representa uma etapa fundamental para garantir a qualidade do processo de ensino-aprendizagem, assegurando que os critérios de avaliação estejam alinhados aos objetivos do curso e às necessidades dos participantes. Além disso, fortalece a organização do trabalho em equipe e promove maior efetividade nas ações de educação permanente.

A oferta de capacitações em Língua Brasileira de Sinais (Libras) contribui para a qualificação dos profissionais de saúde, favorecendo uma comunicação mais acessível e inclusiva com a população surda. Essa iniciativa fortalece a humanização do atendimento, amplia o acesso aos serviços de saúde e reafirma o compromisso do Sistema Único de Saúde (SUS) com a equidade e a inclusão.

Fontes:

Planejamento de Ações de Promoção da Saúde do Homem na AP 5.1

Planejamento fortalece ações de promoção da Saúde do Homem na AP 5.1

Na manhã do dia 22 de junho de 2026, no laboratório de informática da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de Saúde do Homem no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi planejar e estruturar ações voltadas à promoção da saúde da população masculina, fortalecendo estratégias de prevenção de agravos, promoção da saúde e ampliação do acesso dos homens aos serviços da Atenção Primária à Saúde. A iniciativa também buscou qualificar o planejamento das equipes, contribuindo para a continuidade das ações e para a oferta de um cuidado integral, humanizado e resolutivo.

A Saúde do Homem é uma importante estratégia para reduzir a morbimortalidade masculina, estimular o autocuidado, ampliar o acesso aos serviços de saúde e incentivar a realização de ações preventivas, como vacinação, acompanhamento das doenças crônicas, promoção de hábitos saudáveis e rastreamento de fatores de risco. Essas diretrizes estão alinhadas à Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem, instituída pelo Ministério da Saúde, que busca facilitar e ampliar o acesso da população masculina às ações e aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).

A atividade também reforça a importância do planejamento como ferramenta para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a organização da assistência e promover ações de educação permanente voltadas às necessidades da população masculina no território.

 A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a qualificação contínua dos profissionais de saúde e com o fortalecimento das políticas públicas voltadas à promoção da saúde, à prevenção de doenças e ao cuidado integral da população.

Supervisão de equipe do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Lima Barreto

CAPS Lima Barreto realiza supervisão de equipe com foco na qualificação dos registros em prontuários

Na segunda-feira, 22 de junho, das 09h30 às 12h, foi realizada na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu a atividade de supervisão de equipe do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Lima Barreto. O encontro contou com a participação de membros da comissão de prontuários, totalizando quatro participantes. A atividade teve como objetivo principal avaliar os prontuários dos pacientes atendidos no CAPS, verificando sua conformidade com os padrões exigidos e identificando possíveis inconsistências. A partir dessa análise, foram sinalizadas orientações às equipes para adequações e melhorias nos registros, fortalecendo a qualidade da assistência e a segurança das informações em saúde. A supervisão foi conduzida por Priscila Lira, coordenadora administrativa do CAPS Lima Barreto, que destacou a importância do acompanhamento contínuo dos registros como ferramenta essencial para a organização do cuidado e a qualificação do processo de trabalho em saúde mental.

A iniciativa reforça o papel dos Centros de Atenção Psicossocial na consolidação de práticas alinhadas às diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente no que se refere à integralidade do cuidado e à qualidade da informação em saúde.

A organização e a qualidade dos registros em prontuário são orientadas por normativas do Ministério da Saúde e do Conselho Federal de Medicina, que estabelecem a obrigatoriedade de registros completos, legíveis e que garantam a continuidade do cuidado.

A ação contribui para o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), promovendo maior segurança, rastreabilidade das informações e qualificação do cuidado prestado aos usuários do SUS.

Fontes:

Equipe de Acessibilidade Comunicativa

Profissionais da Equipe de Acessibilidade Comunicativa realizam atividades de organização e registro de atendimentos na OTICS Bangu

No dia 18 de junho de 2026, turno da tarde, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, os profissionais Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1 e Renata Reis, Fonoaudióloga do Centro Especializado em Reabilitação (CER) e mediadora do Curso de Libras, estiveram reunidos em mais um momento de organização do processo de trabalho. Durante o encontro, a equipe realizou a atualização de planilha do idoso e população negra, além do levantamento dos atendimentos de pessoas surdas e do registro atualizado desses atendimentos, atividades essenciais para qualificar o acompanhamento e fortalecer os fluxos de comunicação inclusiva nas unidades de saúde.

A iniciativa reforça o compromisso com a acessibilidade comunicativa, a inclusão e a equidade racial em saúde, contribuindo diretamente para a ampliação do acesso e para a melhoria do cuidado às populações que demandam estratégias específicas de acolhimento. A ação também evidencia o papel da OTICS Bangu como espaço de apoio às equipes e de promoção de práticas que valorizam a diversidade e garantem um atendimento mais justo e humanizado.

Em 26 de dezembro de 2022, é aprovada e sancionada no município do Rio de Janeiro a Lei 7.749/22, Lei Lenora Mendes Louro, que institui o Programa Municipal de Saúde Integral da População Negra Carioca. O principal objetivo dessa lei é desenvolver, de forma integral, ações de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde da população negra e dos afrodescendentes, em conformidade com a portaria do Ministério da Saúde n.º 992, de 13 de maio de 2009, que institui a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra – PNSIPN.

Em de 12 de julho de 2023, foi criado o Grupo de Trabalho Lenora Mendes Louro, da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, instituído pela Resolução 5860, de 12 de julho de 2023, um espaço coletivo participativo e democrático organizado, com a sociedade civil e o governo, que teve como atividades: – Estruturar a criação da instância/órgão técnico com representantes técnicos da SMS-Rio, sociedade civil e representantes da Câmara de Vereadores; – Elaborar plano de trabalho da instância/órgão baseado nas submetas e construção de indicadores para a melhoria dos resultados em saúde da população negra com acompanhamento do Comitê Técnico Municipal de Saúde da População Negra. Em fevereiro de 2024, foi publicada a Resolução n.º 6028, de fevereiro de 2024, que instituiu o Grupo Gestor Especial de Saúde da População Negra. Esse grupo de trabalho é ligado ao Gabinete do Secretário Municipal de Saúde e responsável por implantar/ implementar de forma transversal o Programa Municipal de Saúde Integral da População Negra Carioca por todas as instâncias desta secretaria, além de contribuir de maneira intersetorial com outros órgãos da Prefeitura do Rio na construção de políticas públicas mais equânimes.

A PNSIPN é um compromisso firmado pelo Ministério da Saúde no combate às desigualdades no Sistema Único de Saúde (SUS) e na promoção da saúde da população negra de forma integral, considerando que as iniquidades em saúde são resultados de injustos processos socioeconômicos e culturais – em destaque, o vigente racismo – que corroboram com a morbimortalidade das populações negras brasileiras. Para implementar a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, é necessário que gestores, movimentos sociais, conselheiros e profissionais do SUS trabalhem em prol da melhoria das condições de saúde da população negra, a partir da compreensão de suas vulnerabilidades e do reconhecimento do racismo como determinante social em saúde.

Com vistas à promoção da equidade em saúde e orientado pelos princípios e diretrizes da integralidade, equidade, universalidade e participação social, em consonância com o Pacto pela Saúde e a Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no SUS (ParticipaSUS), o Ministério da Saúde instituiu, em 2009, a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), por meio da Portaria GM/MS nº 992, de 13 de maio de 2009 (ver Anexo B).
A partir da publicação dessa Política, o Ministério da Saúde reconhece e assume a necessidade da instituição de mecanismos de promoção da saúde integral da população negra e do enfrentamento ao racismo institucional no SUS, com vistas à superação das barreiras estruturais e cotidianas que incide negativamente nos indicadores de saúde dessa população – precocidade dos óbitos, altas taxas de mortalidade materna e infantil, maior prevalência de doenças crônicas e infecciosas e altos índices de violência. A Política também reafirma as responsabilidades de cada esfera de gestão do SUS – governo federal, estadual e municipal – na efetivação das ações e na articulação com outros setores do governo e da sociedade civil, para garantir o acesso da população negra a ações e serviços de saúde, de forma oportuna e humanizada, contribuindo para a melhoria das condições de saúde desta população e para redução das iniquidades
de raça/cor, gênero, identidade de gênero, orientação sexual, geracionais e de classe.

 

Saiba mais clicando aqui:

 https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_saude_populacao_negra_3d.pdf

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/SUS_bracos_abertos_saude_populcao_negra.pdf

https://saude.prefeitura.rio/populacao-negra/

Curso de Libras para Profissionais da Atenção Primária da AP 5.1

Neste dia, 18 de junho de 2026, turno da manhã, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a décima terceira aula da 5ª turma do Curso Básico I de Libras. A atividade contou com o apoio de Elvis Ferreira – apoiador da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa), além de Renata Reis, fonoaudióloga do CER, responsável pela mediação do curso. O público-alvo da formação é composto por profissionais de saúde da Atenção Primária e o principal objetivo do curso é capacitá-los para se comunicar de forma eficaz e humanizada com pacientes surdos, contribuindo para a melhoria do acesso, da qualidade do atendimento e da experiência em saúde da comunidade surda. A proposta vai além do ensino da língua, contemplando também a compreensão da cultura surda, fundamental para a promoção de um atendimento mais inclusivo e para a redução das barreiras de comunicação nos serviços de saúde.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua com estrutura própria, de modalidade visual-espacial, distinta da língua portuguesa. Assim como outras línguas naturais, a Libras possui níveis linguísticos como fonologia, morfologia, sintaxe e semântica, além de um vocabulário próprio, composto por sinais.

É importante destacar que a Libras não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa, que permanece como língua oficial do país, mas se configura como um instrumento essencial para garantir o direito à comunicação das pessoas surdas. Nesse sentido, a qualificação dos profissionais de saúde em Libras representa um avanço significativo na construção de um sistema de saúde mais acessível, equitativo e humanizado.

 

Fontes e referências
Lei nº 10.436/2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais como meio legal de comunicação e expressão
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
Ministério da Educação – Diretrizes para educação e difusão da Libras