Capacita Coren Aborda Ética e Prevenção ao Assédio

Capacita Coren promove capacitação sobre ética, segurança profissional e prevenção ao assédio na Enfermagem

Atividade reuniu cerca de 40 enfermeiros e técnicos de enfermagem da AP 5.1, na OTICS Bangu, para atualização profissional e reflexão sobre práticas éticas e relações no ambiente de trabalho.

Na manhã desta quinta-feira, 20 de agosto de 2026, a OTICS Bangu recebeu a capacitação “Jornada Ética e Segurança Profissional na Enfermagem – Módulo 2: Assédio Moral e Sexual: Dilemas, Prevenção e Comunicação Não Violenta”. A atividade foi realizada das 9h às 13h e reuniu aproximadamente 40 enfermeiros e técnicos de enfermagem da Área de Planejamento 5.1 (AP 5.1).

Promovido no âmbito do Capacita Coren, o encontro teve como objetivo atualizar e qualificar os profissionais de Enfermagem, fortalecendo conhecimentos relacionados aos princípios éticos, à segurança profissional e à construção de relações de trabalho pautadas pelo respeito, diálogo e responsabilidade. A capacitação foi conduzida pela Dra. Rosimere Maria, presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ), em parceria com a enfermeira Lenir Marçal e a CAP 5.1. A iniciativa integra uma programação de educação e atualização profissional voltada à equipe de Enfermagem.

Ética e Segurança Profissional em Foco

Durante o encontro, foram discutidos aspectos relacionados à ética profissional na Enfermagem, com destaque para situações que podem interferir na segurança, na dignidade e nas relações estabelecidas no ambiente de trabalho.

O Módulo 2 teve como tema central “Assédio moral e sexual: dilemas, prevenção e comunicação não violenta”, abordando situações de assédio, formas de prevenção e estratégias de comunicação capazes de contribuir para relações profissionais mais respeitosas e saudáveis.

A discussão sobre o tema possui relevância para a categoria, uma vez que o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem estabelece como conduta proibida a prática de assédio moral, sexual ou de qualquer natureza no exercício profissional, especialmente quando os atos ou expressões atingem a dignidade ou criam condições humilhantes e constrangedoras.

A comunicação não violenta também foi destacada como ferramenta para favorecer o diálogo, a escuta e a resolução adequada de situações de conflito. A abordagem está alinhada a iniciativas de capacitação profissional que reconhecem a comunicação assertiva, a escuta ativa e a linguagem não violenta como estratégias importantes para relações profissionais mais saudáveis.

Fortalecimento da Educação Permanente

A realização da atividade contribui para o fortalecimento da educação permanente em saúde, proporcionando aos profissionais um espaço de atualização, reflexão e troca de experiências sobre situações presentes no cotidiano da Enfermagem.

A própria programação oficial do Capacita Coren-RJ registra a realização do Módulo 2 da Jornada Ética e Segurança Profissional na Enfermagem em 20 de agosto de 2026, das 9h às 13h, no PAM Bangu, com a participação da equipe de Enfermagem.

A iniciativa reforça a importância da qualificação contínua dos trabalhadores e do conhecimento dos princípios éticos que orientam o exercício profissional. Conforme divulgado pelo Coren-RJ em atividade semelhante da Jornada, a proposta busca fortalecer uma atuação profissional ética, segura e qualificada, contribuindo para a qualidade da assistência prestada à população.

Fontes oficiais

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 19 de agosto de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:

Finalização das Oficinas de Territorialização das Unidades da OTICS Bangu – AP 5.1

 

O Observatório de Tecnologias de Informação e Comunicação em Sistemas e Serviços de Saúde (OTICS), Estação Bangu, responsável pela territorialização da Área de Planejamento (AP) 5.1, finaliza com sucesso as oficinas de territorialização com delineação de todas as microáreas das Unidades de Saúde do território. Agradeço a todos os envolvidos; a parceria da Alexsandra Barroso Clarin do Georreferenciamento da Divisão de Informação Controle e Avaliação (DICA) – CAP 5.1, foi primordial para otimizar o trabalho, oportunizando os encontros com os ajustes de território e em sequência as delineações das nossas microáreas. Gostaria de agradecer também todos os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), Enfermeiros – Responsável Técnico (RT) e Gerentes das unidades, que com muito compromisso, fizeram o resultado acontecer.

Participaram das oficinas 14 Unidades de Saúde, sendo 6 Clínicas da Família (CF) e 7 Centros Municipais de Saúde (CMS), CF Antônio Gonçalves da Silva, CF Faim Pedro, CF Fiorello Raymundo, CF Maria José de Sousa Barbosa, CF Nildo Aguiar, CF Rosino Baccarini, CF Wilson Mello Santos, CMS Athayde José da Fonseca, CMS Catiri, CMS Eithel Pinheiro, CMS Henrique Monat, CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, CMS Padre Miguel e CMS Waldyr Franco.

Geoprocessamento é um procedimento integrante dos SIGs (Sistema de Informações Geográficas) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

O objetivo do trabalho foi a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

 

Saiba mais sobre Territorialização em Saúde: https://www.epsjv.fiocruz.br/noticias/dicionario-jornalistico/territorializacao-em-saude

Conclusão do Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na Inserção de DIU e Implante Subdérmico

Dia 13 de agosto de 2026 – Terceiro dia (Atividade Prática)

No dia 13 de agosto de 2026, das 8h às 17h, o Treinamento de Planejamento Reprodutivo foi concluído com a realização do módulo prático, no auditório da OTICS Bangu, com apoio do laboratório de informática. Neste último dia, os profissionais participantes puderam vivenciar, de forma prática, os conteúdos abordados ao longo da capacitação.

A atividade prática foi realizada com o uso de simuladores ginecológicos e modelos anatômicos (treinadores de habilidades), possibilitando o treinamento das técnicas de inserção do DIU e do implante subdérmico em ambiente seguro e controlado. Essa metodologia contribui para o desenvolvimento de habilidades técnicas, aumento da segurança profissional e qualificação da assistência prestada à população.

O momento prático é fundamental para consolidar o aprendizado teórico, permitindo que os profissionais aprimorem suas competências e estejam mais preparados para ofertar o serviço de forma qualificada nas unidades de saúde.

A capacitação foi coordenada por Vanessa Henriques, Responsável Técnica de Enfermagem da CAP 5.1, e Priscila Mafra, Responsável Técnica de Medicina da CAP 5.1, reafirmando o compromisso com a educação permanente em saúde e com a qualificação contínua dos profissionais da rede.

Segundo dia do Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na Inserção de DIU e Implante Subdérmico

Dia 12 de agosto de 2026 – Segundo dia (Aprofundamento Teórico)

No dia 12 de agosto de 2026, das 8h às 17h, no auditório da OTICS Bangu, foi realizado o segundo dia do Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na inserção de DIU e implante subdérmico, dando continuidade ao processo formativo dos profissionais da CAP 5.1. Neste segundo momento, os conteúdos teóricos foram aprofundados, com ênfase nas técnicas de inserção dos métodos, manejo de possíveis intercorrências, acompanhamento dos usuários e qualificação do aconselhamento em saúde. Também foram discutidos fluxos assistenciais, organização do processo de trabalho e ampliação do acesso aos métodos contraceptivos nas unidades de saúde.

Palestrante Vanessa Henriques, Responsável Técnica de Enfermagem da CAP 5.1.

A continuidade da formação reforça o objetivo de capacitar os profissionais para uma atuação segura, ética e resolutiva, promovendo a ampliação da oferta de métodos contraceptivos e garantindo o direito ao planejamento reprodutivo.

Palestrante Priscila Mafra, Responsável Técnica de Medicina da CAP 5.1.

A importância da ação está diretamente relacionada à qualificação do cuidado e à consolidação de práticas baseadas nas políticas públicas de saúde, fortalecendo o papel da Atenção Primária como ordenadora do cuidado e promotora da saúde integral.

Palestrante Zuleide Aguiar, Enfermeira Obstetra da Casa de Parto.

Fontes e referências

Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher
Ministério da Saúde – Caderno de Atenção Básica: Planejamento Reprodutivo
Organização Mundial da Saúde – Diretrizes sobre métodos contraceptivos e planejamento familiar
Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – Recomendações para uso de LARC (DIU e implante)
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 11 de agosto de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, o profissional Willian Inácio – auxiliar administrativo da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (CAP 5.1), realizou atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O objetivo foi a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência;
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015);
Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da Universalidade, Equidade e Integralidade.

Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na Inserção de DIU e Implante Subdérmico

Dia 11 de agosto de 2026 – Primeiro dia (Módulo Teórico)

No dia 11 de agosto de 2026, das 8h às 17h, teve início, no auditório da OTICS Bangu, o Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na Inserção de DIU e Implante Subdérmico, voltado para enfermeiros e médicos da CAP 5.1. A atividade reuniu aproximadamente 40 profissionais da Atenção Primária, com o objetivo de fortalecer a qualificação técnica das equipes no cuidado à saúde sexual e reprodutiva. O primeiro dia foi dedicado ao conteúdo teórico, abordando os principais aspectos do planejamento reprodutivo, incluindo diretrizes clínicas, critérios de elegibilidade, aconselhamento, métodos contraceptivos de longa duração (LARC), como o dispositivo intrauterino (DIU) e o implante subdérmico (Implanon), além de aspectos éticos e legais relacionados ao cuidado.

O objetivo do treinamento é habilitar enfermeiros e médicos para a realização qualificada da consulta de planejamento reprodutivo, ampliando o acesso da população a métodos contraceptivos seguros, eficazes e de longa duração.

A formação é coordenada por Vanessa Henriques, Responsável Técnica de Enfermagem da CAP 5.1, e Priscila Mafra, Responsável Técnica de Medicina da CAP 5.1.

A iniciativa é de grande importância para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, contribuindo para a autonomia dos usuários, a redução de gestações não planejadas e a promoção de um cuidado integral, equitativo e baseado em evidências científicas.

Fontes e referências

Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher
Ministério da Saúde – Caderno de Atenção Básica: Planejamento Reprodutivo
Organização Mundial da Saúde – Diretrizes sobre métodos contraceptivos e planejamento familiar
Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – Recomendações para uso de LARC (DIU e implante)
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade

Oficina de Territorialização do CMS Henrique Monat – AP 5.1

Neste dia, 6 de agosto de 2026, no laboratório de informática da OTICS Bangu, turno da manhã, tivemos a oficina de territorialização, o objetivo foi ajustes no território devido a implantação de novas equipes de saúde da família, para cobertura de área sem ESF, no CMS Henrique Monat – AP 5.1. Participaram da oficina, Fátima Carneiro- Gerente OTICS Bangu, Victor Lins – ADM da OTICS Bangu, Andreza B. Laia  – Diretora, Marcélia – Gerente Técnica da Unidade, Luana Terra – ACS, Fabiano dos santos – ACS, Rodrigo Lima – ACS, Pâmela Lima – ACS, Jefferson Santos – ACS, Fernanda Orfão – ACS, Mario Felipe Fernandes – ACS. Sempre com parceria do Geoprocessamento da Divisão de Informação Controle e Avaliação (DICA) – CAP 5.1.

Geoprocessamento é um procedimento integrante dos SIGs (Sistema de Informações Geográficas) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

Link para download do Google Earth Pro

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Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 06 de agosto de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Elvis Ferreira, apoiador da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência;
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015);
Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da Universalidade, Equidade e Integralidade.

Oficina de Territorialização do CMS Athayde Da Fonseca – AP 5.1

Neste dia 5 de agosto de 2026, no laboratório de informática da OTICS Bangu, turno da manhã, tivemos a oficina de territorialização com os profissionais do CMS Athayde Jose Da Fonseca – AP 5.1. O objetivo foi a delineação das microáreas. Participaram da oficina Fátima Carneiro – Gerente OTICS Bangu, Victor Lins – ADM da OTICS Bangu, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), Daniela da Conceição Santos – ACS, Laura Cristina dos Santos Porto – ACS, Luís Gustavo Silva – ACS, Jorge Antônio Américo – ACS, Luciene Nogueira da Silva – ACS e Alexsandra Barroso Clarim do Georreferenciamento da Divisão de Informação, Controle e Avaliação (DICA) – Equipe do Georreferenciamento – CAP 5.1.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

 

Link para download do Google Earth Pro

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