Qualificação de ponto focal da equipe de Risco Biológico da Área Programática 5.1

No dia 28 de abril de 2026, das 9h às 12h, foi realizada, no auditório da OTICS Bangu, a Qualificação de ponto focal da equipe de Risco Biológico da Área Programática 5.1 (AP 5.1), reunindo cerca de 33 Agentes de Vigilância em Saúde (AVS). A atividade teve como público-alvo profissionais que atuam diretamente nas ações de vigilância em saúde no território, fortalecendo o papel estratégico desses trabalhadores nas unidades de saúde.

Durante a capacitação, foram abordados aspectos essenciais relacionados à atuação do AVS como ponto focal de Risco Biológico em cada unidade da AP 5.1, com ênfase nas atribuições, responsabilidades e fluxos de trabalho necessários para o monitoramento, prevenção e manejo de situações que envolvam exposição a agentes biológicos. A qualificação também reforçou a importância da organização dos processos e da comunicação eficaz entre as equipes, garantindo respostas mais rápidas e seguras diante de possíveis घटनos que impactem a saúde de profissionais e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa teve como objetivo qualificar os AVS para o atendimento e para o desempenho de suas atribuições no âmbito da equipe de Risco Biológico, contribuindo para o fortalecimento das ações de vigilância em saúde nas unidades da AP 5.1. Além disso, buscou promover maior segurança nos ambientes de trabalho e aprimorar a qualidade da assistência prestada à população.

A importância da atividade está diretamente relacionada à prevenção de agravos e à redução de riscos ocupacionais e assistenciais, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde, onde a identificação precoce de situações de risco é fundamental. Investir na capacitação contínua dos profissionais fortalece a rede de saúde, qualifica os serviços ofertados e amplia a proteção tanto dos trabalhadores quanto dos usuários.

A qualificação foi conduzida por Áurea Caroline da Vale Silva e Ricardo Nascimento da Silva, ambos Vigilantes em Saúde Ambiental (VSA) da AP 5.1, que compartilharam conhecimentos técnicos e experiências práticas com os participantes.

Fontes: Ministério da Saúde – Vigilância em Saúde; Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) – Biossegurança em serviços de saúde; Organização Mundial da Saúde (OMS) – Segurança do paciente e prevenção de infecções.

Processo de Trabalho na Acessibilidade Comunicativa

No dia 27 de abril de 2026, no turno da tarde, foi realizado, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS, o encontro “Processo de Trabalho na Acessibilidade Comunicativa”. A atividade teve como foco o aprimoramento das estratégias voltadas à inclusão comunicativa nas unidades de saúde, fortalecendo o acesso e a qualidade do atendimento prestado à população. Durante o encontro, foram abordados temas como a atualização de planilhas de acompanhamento, o processo pedagógico do curso de Libras e a preparação das próximas aulas, com vistas à organização e qualificação contínua da formação dos profissionais. As discussões destacaram a importância do planejamento e da sistematização das ações como ferramentas essenciais para garantir a efetividade das práticas de acessibilidade comunicativa no cotidiano dos serviços de saúde.

O objetivo principal da atividade foi qualificar o acompanhamento das ações desenvolvidas e fortalecer os fluxos de comunicação inclusiva nas unidades de saúde da AP 5.1, contribuindo para um atendimento mais equitativo, humanizado e acessível, especialmente para a população surda. A iniciativa reforça o compromisso da rede de saúde com a promoção da equidade e o respeito à diversidade, princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde (SUS). A importância do encontro está diretamente relacionada à necessidade de consolidar práticas que assegurem o direito à comunicação como elemento essencial do cuidado em saúde. Ao investir na formação e no acompanhamento dos profissionais, a gestão contribui para a redução de barreiras comunicacionais, ampliando o acesso aos serviços e promovendo maior autonomia dos usuários.

Participaram do encontro Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, que colaboraram na condução das atividades e no alinhamento das estratégias de trabalho.

Fontes: Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência; Decreto nº 5.626/2005 (Regulamenta a Língua Brasileira de Sinais – Libras); Organização Mundial da Saúde (OMS) – Acessibilidade e inclusão nos serviços de saúde.

Avaliação da Campanha de Influenza 2026

No dia 16 de abril de 2026, na sala de tutoria da OTICS Bangu, foi realizada uma reunião online com os Gestores Técnicos (GT) das unidades de saúde da Área Programática 5.1, tendo como pauta principal a avaliação da Campanha de Influenza 2026. O encontro contou com a participação presencial de Julia Marques, GT do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, e Iris, GT da CF Fiorello Raymundo, enquanto os demais gestores participaram de forma remota, fortalecendo a integração entre as unidades. Durante a reunião, foram discutidos os resultados parciais da campanha, os desafios enfrentados pelas equipes no território, as estratégias adotadas para ampliação da cobertura vacinal e a organização dos fluxos de atendimento nas unidades. O momento também possibilitou a troca de experiências entre os gestores, contribuindo para a identificação de boas práticas e ajustes necessários para o alcance das metas estabelecidas.

O principal objetivo do encontro foi avaliar o desempenho das unidades na Campanha de Influenza 2026, analisando indicadores, identificando fragilidades e propondo estratégias que potencializem a adesão da população à vacinação, especialmente dos grupos prioritários. A importância da reunião está na qualificação contínua das ações de imunização, permitindo o alinhamento entre as equipes gestoras e o fortalecimento das estratégias de vacinação no território. A avaliação sistemática das campanhas contribui para a tomada de decisões mais assertivas, ampliação da cobertura vacinal e, consequentemente, para a redução de complicações, internações e óbitos relacionados à influenza, reforçando o compromisso do Sistema Único de Saúde (SUS) com a promoção e proteção da saúde da população.

 

 

 

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Planejamento Pedagógico do Curso de Libras Básico

Planejamento pedagógico do Curso de Libras Básico fortalece a acessibilidade comunicativa na Atenção Primária à Saúde

No dia 16 de abril de 2026, foi realizada, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, a atividade de planejamento pedagógico do Curso de Libras Básico, com o objetivo de organizar e estruturar as aulas do curso, que terá início no mês de março de 2026. O encontro contou com a participação de Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, Jaqueline Nascimento e Elvis Ferreira, apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa e Renata Reis representante da Assessoria PSE/PICS/RAP da Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde – DAPS/CAP 5.1. . O objetivo do planejamento foi estruturar as ações pedagógicas, os conteúdos programáticos e o cronograma das aulas, visando ampliar o conhecimento dos participantes sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e fortalecer as práticas de acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS).

A capacitação em Libras para profissionais da APS é fundamental para garantir o acesso qualificado das pessoas surdas aos serviços de saúde, promovendo uma comunicação efetiva, segura e humanizada. A Atenção Primária é a principal porta de entrada do SUS e, portanto, desempenha papel estratégico na identificação das necessidades de saúde, no acolhimento e na continuidade do cuidado. Profissionais capacitados em Libras contribuem para a redução de barreiras comunicacionais, o fortalecimento do vínculo com os usuários e a promoção da equidade no cuidado, assegurando o direito à saúde de forma integral.

O planejamento pedagógico coletivo é essencial para garantir a qualidade do processo formativo, a coerência dos conteúdos e a efetividade do curso. A iniciativa reforça o compromisso com a educação permanente em saúde, a inclusão e a acessibilidade, alinhando-se às diretrizes das políticas públicas voltadas à equidade e ao respeito às diversidades. Além disso, contribui para a continuidade da assistência e para o fortalecimento de uma rede de saúde mais acessível e inclusiva.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais, a promoção da acessibilidade comunicativa e o fortalecimento de um SUS mais inclusivo, humano e equitativo.

Fontes e referências:

A ação está alinhada às seguintes normativas e diretrizes oficiais:

  • Constituição Federal de 1988, que assegura a saúde como direito de todos e dever do Estado;

  • Lei nº 10.436/2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão;

  • Decreto nº 5.626/2005, que regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e dispõe sobre a formação de profissionais em Libras;

  • Lei nº 8.080/1990 (Lei Orgânica da Saúde), que organiza o Sistema Único de Saúde (SUS);

  • Política Nacional de Educação Permanente em Saúde;

  • Diretrizes da Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência, do Ministério da Saúde.

Comportamento Mais Seguro – CMS

No dia 15 de abril de 2026, no espaço de computadores da sala de apoio à gestão da OTICS, foi realizada a atividade do curso “Comportamento Mais Seguro (CMS)”, no período das 9h às 12h, contando com a participação de 20 profissionais previamente matriculados. A ação foi direcionada a trabalhadores da saúde envolvidos no processo formativo do CMS, com foco na qualificação das práticas de cuidado em contextos complexos. Durante o encontro, foi abordado o tema “Territórios conflagrados pela violência”, promovendo reflexões sobre os desafios enfrentados pelas equipes de saúde que atuam em áreas marcadas por vulnerabilidades sociais e situações de violência. A discussão contemplou estratégias de abordagem segura, fortalecimento do vínculo com os usuários e a importância do cuidado em saúde pautado na escuta qualificada e na redução de riscos, tanto para os profissionais quanto para a população atendida. A atividade foi conduzida pela psicóloga Waleska da Silva Azalino, que mediou o debate e contribuiu com sua experiência técnica, proporcionando um espaço de troca de saberes e construção coletiva de estratégias de atuação nos territórios.

O principal objetivo do encontro foi garantir a certificação dos participantes no curso CMS, assegurando o cumprimento das etapas formativas e a consolidação dos conhecimentos trabalhados ao longo da capacitação.

A importância da atividade reside no fortalecimento das competências dos profissionais para atuação em territórios com altos índices de violência, contribuindo para práticas mais seguras, éticas e resolutivas no âmbito da saúde pública. Iniciativas como essa favorecem a qualificação do cuidado, a proteção dos trabalhadores e o aprimoramento das respostas institucionais frente às demandas dos territórios, alinhando-se aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fontes fidedignas:

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde.
  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica.
  • Organização Mundial da Saúde (OMS). Prevenção da violência e promoção da saúde em contextos vulneráveis.

Descentralização do exame LF-LAM para as UPAs e Hospitais

No dia 13 de abril de 2026, foi realizada, no laboratório de informática (LAB INFO) da OTICS, a atividade intitulada “Descentralização do exame LF-LAM para as UPAs e Hospitais”, organizada em dois períodos, manhã e tarde, com a participação de 10 profissionais em cada turno. O evento teve como público-alvo profissionais das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e hospitais da Área Programática 5.1, reunindo equipes estratégicas para o fortalecimento das ações de diagnóstico da tuberculose em contextos de maior vulnerabilidade clínica. A capacitação abordou a descentralização do teste LF-LAM (Lipoarabinomanana de fluxo lateral), uma importante ferramenta diagnóstica para tuberculose em pessoas vivendo com HIV, especialmente aquelas com imunossupressão avançada, caracterizada por contagem de CD4 inferior a 100–200 células/mm³. Durante o encontro, foram apresentadas orientações técnicas e operacionais para o correto envio de amostras ao laboratório da Policlínica Médica de Guaratiba (PMGSF), responsável pelo processamento do exame, visando garantir maior agilidade e efetividade no diagnóstico.

A atividade foi conduzida por Flavia Soto, bióloga do laboratório da Policlínica, e Ana Cristina, enfermeira da DAPS, que compartilharam conhecimentos teóricos e práticos com os participantes, promovendo a qualificação das equipes para a incorporação do teste em suas rotinas de trabalho. O principal objetivo do evento foi capacitar os profissionais para o fluxo adequado de solicitação e envio de amostras para realização do LF-LAM, contribuindo para a ampliação do acesso ao diagnóstico oportuno da tuberculose entre pacientes vivendo com HIV atendidos nas UPAs e hospitais da região.

 

A importância da iniciativa está diretamente relacionada à ampliação da oferta do exame LF-LAM na Área Programática 5.1, descentralizando o acesso ao diagnóstico e favorecendo a detecção precoce da tuberculose em populações mais vulneráveis. Essa estratégia contribui significativamente para a redução da morbimortalidade associada à coinfecção TB-HIV, além de fortalecer a rede de atenção à saúde por meio da integração entre os diferentes pontos de cuidado.

Fontes:

Ministério da Saúde. Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil.
Organização Mundial da Saúde (OMS). Guidelines for the use of LF-LAM assay for diagnosing active tuberculosis in people living with HIV.
Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro. Protocolos de Vigilância e Manejo da Tuberculose.

Conclusão do Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na Inserção de DIU e Implante Subdérmico

Dia 09 de abril de 2026 – Terceiro dia (Atividade Prática)

No dia 09 de abril de 2026, das 8h às 17h, o Treinamento de Planejamento Reprodutivo foi concluído com a realização do módulo prático, no auditório da OTICS Bangu, com apoio do laboratório de informática. Neste último dia, os profissionais participantes puderam vivenciar, de forma prática, os conteúdos abordados ao longo da capacitação. A atividade prática foi realizada com o uso de simuladores ginecológicos e modelos anatômicos (treinadores de habilidades), possibilitando o treinamento das técnicas de inserção do DIU e do implante subdérmico em ambiente seguro e controlado. Essa metodologia contribui para o desenvolvimento de habilidades técnicas, aumento da segurança profissional e qualificação da assistência prestada à população.

O momento prático é fundamental para consolidar o aprendizado teórico, permitindo que os profissionais aprimorem suas competências e estejam mais preparados para ofertar o serviço de forma qualificada nas unidades de saúde.

A capacitação foi coordenada por Vanessa Henriques, Responsável Técnica de Enfermagem da CAP 5.1, e Priscila Mafra, Responsável Técnica de Medicina da CAP 5.1, reafirmando o compromisso com a educação permanente em saúde e com a qualificação contínua dos profissionais da rede.

Segundo dia do Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na Inserção de DIU e Implante Subdérmico

Dia 08 de abril de 2026 – Segundo dia (Aprofundamento Teórico)

No dia 08 de abril de 2026, das 8h às 17h, no auditório da OTICS Bangu, foi realizado o segundo dia do Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na inserção de DIU e implante subdérmico, dando continuidade ao processo formativo dos profissionais da CAP 5.1. Neste segundo momento, os conteúdos teóricos foram aprofundados, com ênfase nas técnicas de inserção dos métodos, manejo de possíveis intercorrências, acompanhamento dos usuários e qualificação do aconselhamento em saúde. Também foram discutidos fluxos assistenciais, organização do processo de trabalho e ampliação do acesso aos métodos contraceptivos nas unidades de saúde.

Palestrante Vanessa Henriques, Responsável Técnica de Enfermagem da CAP 5.1.

A continuidade da formação reforça o objetivo de capacitar os profissionais para uma atuação segura, ética e resolutiva, promovendo a ampliação da oferta de métodos contraceptivos e garantindo o direito ao planejamento reprodutivo.

Palestrante Priscila Mafra, Responsável Técnica de Medicina da CAP 5.1.

A importância da ação está diretamente relacionada à qualificação do cuidado e à consolidação de práticas baseadas nas políticas públicas de saúde, fortalecendo o papel da Atenção Primária como ordenadora do cuidado e promotora da saúde integral.

Fontes e referências

Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher
Ministério da Saúde – Caderno de Atenção Básica: Planejamento Reprodutivo
Organização Mundial da Saúde – Diretrizes sobre métodos contraceptivos e planejamento familiar
Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – Recomendações para uso de LARC (DIU e implante)
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade

Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na Inserção de DIU e Implante Subdérmico

Dia 07 de abril de 2026 – Primeiro dia (Módulo Teórico)

No dia 07 de abril de 2026, das 8h às 17h, teve início, no auditório da OTICS Bangu, o Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na inserção de DIU e implante subdérmico, voltado para enfermeiros e médicos da CAP 5.1. A atividade reuniu aproximadamente 40 profissionais da Atenção Primária, com o objetivo de fortalecer a qualificação técnica das equipes no cuidado à saúde sexual e reprodutiva. O primeiro dia foi dedicado ao conteúdo teórico, abordando os principais aspectos do planejamento reprodutivo, incluindo diretrizes clínicas, critérios de elegibilidade, aconselhamento, métodos contraceptivos de longa duração (LARC), como o dispositivo intrauterino (DIU) e o implante subdérmico (Implanon), além de aspectos éticos e legais relacionados ao cuidado.

O objetivo do treinamento é habilitar enfermeiros e médicos para a realização qualificada da consulta de planejamento reprodutivo, ampliando o acesso da população a métodos contraceptivos seguros, eficazes e de longa duração. A formação é coordenada por Vanessa Henriques, Responsável Técnica de Enfermagem da CAP 5.1, e Priscila Mafra, Responsável Técnica de Medicina da CAP 5.1.

A iniciativa é de grande importância para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, contribuindo para a autonomia dos usuários, a redução de gestações não planejadas e a promoção de um cuidado integral, equitativo e baseado em evidências científicas.

Fontes e referências

Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher
Ministério da Saúde – Caderno de Atenção Básica: Planejamento Reprodutivo
Organização Mundial da Saúde – Diretrizes sobre métodos contraceptivos e planejamento familiar
Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – Recomendações para uso de LARC (DIU e implante)
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade

Reunião de Eixo Estratégico eMulti

No dia 26 de março de 2026, das 8h às 12h, foi realizada, no auditório da OTICS, a Reunião de Eixo Estratégico eMulti, reunindo 30 participantes, tendo como público-alvo, nesta ocasião, os profissionais nutricionistas das equipes eMulti, com o objetivo de promover apoio técnico-institucional e fortalecer a organização dos processos de trabalho no âmbito da Atenção Primária à Saúde. O encontro teve como foco a discussão dos eixos estratégicos que orientam a atuação das equipes multiprofissionais (eMulti), abordando diretrizes, desafios e possibilidades para qualificação das práticas no território. A atividade proporcionou um espaço de troca de experiências, alinhamento de ações e fortalecimento do trabalho em equipe, contribuindo para a ampliação da resolutividade e integralidade do cuidado ofertado à população. A condução da reunião foi realizada por Simone Pires, psicóloga, que destacou a importância do planejamento estratégico e do apoio institucional como ferramentas essenciais para o fortalecimento das equipes e a melhoria contínua dos serviços de saúde.

Como parte da programação, os participantes também foram contemplados com uma oficina de horticultura, conduzida pelo biólogo Misael Medeiros, responsável pelas Práticas Integrativas e Complementares (PICS) da CAP 5.1. Durante a atividade, foram abordados conteúdos relacionados ao plantio e cultivo de hortaliças, incluindo alface verde e roxa, salsa, coentro, mostarda e cebolinha. A oficina teve como finalidade incentivar práticas sustentáveis no ambiente das unidades básicas de saúde, promovendo o cultivo de alimentos saudáveis e estimulando hábitos alimentares mais adequados entre os profissionais e suas famílias.

A iniciativa reforça a importância das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde como estratégias de promoção da saúde e qualidade de vida, além de contribuir para o fortalecimento do vínculo entre trabalhadores e o território, ampliando as possibilidades de cuidado para além do modelo tradicional assistencial.

A realização da reunião evidencia o compromisso com a qualificação das equipes eMulti e com a implementação de ações inovadoras e integradas no SUS, valorizando o cuidado ampliado, a promoção da saúde e o bem-estar dos trabalhadores e usuários.

As hortas e práticas de cultivo de alimentos trazem importantes benefícios para a nutrição e a saúde, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida. Entre esses benefícios, destaca-se o maior acesso a nutrientes, uma vez que possibilitam o consumo de alimentos mais frescos, com elevado valor nutricional e livres de defensivos químicos, indo diretamente da colheita para a mesa. Além disso, fortalecem a segurança alimentar ao combater a fome e a desnutrição, especialmente em comunidades periféricas, ampliando a oferta de hortaliças e frutas. Essas iniciativas também favorecem a mudança de hábitos alimentares, incentivando o consumo de alimentos naturais e orgânicos e reduzindo a dependência de produtos industrializados. Outro aspecto relevante é a contribuição para a saúde mental e física, já que o cultivo atua como uma atividade terapêutica, promovendo bem-estar, alívio do estresse e estímulo à atividade física. Por fim, destacam-se os impactos positivos na sustentabilidade, com a redução da pegada de carbono, ao evitar o transporte de longa distância dos alimentos, e o aproveitamento de resíduos orgânicos por meio da compostagem.

Profissionais Nutricionistas das Equipes eMulti – AP 5.1.

 

Fontes:

BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção Primária à Saúde (APS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/atencao-primaria-a-saude

BRASIL. Ministério da Saúde. Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/p/praticas-integrativas-e-complementares

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/promocao-da-saude

BRASIL. Ministério da Saúde. Estratégia Saúde da Família e trabalho multiprofissional. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/e/estrategia-saude-da-familia