Educação e Cuidado em Diabetes

Projeto de Extensão UCB promove orientação sobre Diabetes Mellitus para pessoas idosas!

No dia 05 de outubro de 2026, das 9h às 10h, o Auditório da OTICS Bangu recebeu uma atividade do Projeto de Extensão da Universidade Castelo Branco (UCB), voltada à promoção da saúde e ao cuidado de pessoas idosas com Diabetes Mellitus (DM). A atividade contou com a participação de 5 pessoas com 60 anos ou mais, com diagnóstico de Diabetes Mellitus e hemoglobina glicada (HbA1c) acima de 8%, público que necessita de atenção e acompanhamento contínuos para o controle da doença e prevenção de complicações. Durante o encontro, foram abordados temas relacionados a “Conhecendo a Diabetes Mellitus, cuidados e prevenção”, proporcionando aos participantes informações sobre a doença, a importância do autocuidado, do acompanhamento regular pelos serviços de saúde e da adoção de medidas que contribuam para o controle da glicemia e a prevenção de complicações. A ação teve como principal objetivo a captação do grupo para orientação e cuidado, fortalecendo a educação em saúde e estimulando os participantes a adotarem práticas de autocuidado e acompanhamento adequado da Diabetes Mellitus.

A iniciativa também reforça a importância da integração entre ensino, serviço e comunidade, aproximando estudantes da área da saúde da realidade vivenciada pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A capacitação foi ministrada pelos estudantes de Medicina da Universidade Castelo Branco (UCB), Sumaya Carvalho; Gabriela Cerqueira; Amanda Araújo; Vivian Lúcia; Isabel Catarina e Raphael Vallejo. A solicitação e organização do evento ficaram sob responsabilidade de Letícia de Oliveira, do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

A educação em saúde é uma importante estratégia para ampliar o conhecimento dos usuários sobre doenças crônicas e fortalecer sua autonomia no cuidado. No caso da Diabetes Mellitus, o acompanhamento adequado e a adoção de hábitos saudáveis são fundamentais para contribuir para o controle da doença e reduzir o risco de complicações. A atividade realizada na OTICS Bangu representa, portanto, uma ação de promoção da saúde, prevenção de agravos e educação permanente, fortalecendo a articulação entre a Universidade Castelo Branco, os serviços da Atenção Primária e a comunidade.

 

Fonte:
Ministério da Saúde – Diabetes Mellitus

Qualificação das Ações de Acessibilidade Comunicativa na Saúde

Fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde

Neste dia, 1 de outubro de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Renata Reis, fonoaudióloga do Centro Especializado em Reabilitação (CER) e responsável pela mediação do Curso de Libras para os profissionais da Atenção Primária, realizaram atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa, contribuindo para o acompanhamento e o aprimoramento das ações desenvolvidas nos serviços de saúde. A iniciativa busca ampliar a conscientização e disseminar práticas inclusivas na rede, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

 

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para a sensibilização das equipes e a qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa, da atenção à saúde e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Essas ações contribuem para uma assistência cada vez mais acolhedora, acessível e comprometida com a equidade no cuidado em saúde.

 

Fontes

 

Processo de Trabalho na Acessibilidade Comunicativa

No dia 30 de setembro de 2026, no turno da tarde, foi realizado, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS, o encontro “Processo de Trabalho na Acessibilidade Comunicativa”. A atividade teve como foco o aprimoramento das estratégias voltadas à inclusão comunicativa nas unidades de saúde, fortalecendo o acesso e a qualidade do atendimento prestado à população. Durante o encontro, foi abordado o tema a atualização de planilhas de acompanhamento nas unidades. A discussão destacou a importância do planejamento e da sistematização das ações como ferramentas essenciais para garantir a efetividade das práticas de acessibilidade comunicativa no cotidiano dos serviços de saúde.

O objetivo principal da atividade foi qualificar o acompanhamento das ações desenvolvidas e fortalecer os fluxos de comunicação inclusiva nas unidades de saúde da AP 5.1, contribuindo para um atendimento mais equitativo, humanizado e acessível, especialmente para a população surda. A iniciativa reforça o compromisso da rede de saúde com a promoção da equidade e o respeito à diversidade, princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde (SUS). A importância do encontro está diretamente relacionada à necessidade de consolidar práticas que assegurem o direito à comunicação como elemento essencial do cuidado em saúde.

Participaram do encontro Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Elvis Ferreira, apoiador da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), que colaboraram na condução das atividades e no alinhamento das estratégias de trabalho.

Fontes: Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência; Decreto nº 5.626/2005 (Regulamenta a Língua Brasileira de Sinais – Libras); Organização Mundial da Saúde (OMS) – Acessibilidade e inclusão nos serviços de saúde.

Matriciamento da Equipe de Acessibilidade Comunicativa

No dia 24 de setembro de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu sediou o encontro de matriciamento com a Equipe de Acessibilidade Comunicativa, reunindo Willian Inácio e Yasmin Guimarães, apoiadores surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, e Renata Reis, fonoaudióloga do Centro Especializado em Reabilitação (CER). O encontro teve como principal objetivo discutir o matriciamento realizado com uma paciente surda atendida e acompanhada pela equipe, promovendo a troca de saberes e estratégias entre os profissionais envolvidos no cuidado. A atividade buscou fortalecer a construção de práticas mais acessíveis, humanizadas e inclusivas no âmbito da assistência em saúde, garantindo um atendimento qualificado e adequado às necessidades da população surda. Durante a reunião, foram debatidas questões relacionadas à comunicação acessível, ao acolhimento e às melhores formas de acompanhamento da paciente, considerando não apenas os aspectos clínicos, mas também as especificidades linguísticas e culturais da comunidade surda. O matriciamento se configura como uma importante ferramenta de apoio técnico-pedagógico às equipes, contribuindo para a ampliação da resolutividade dos serviços e para a promoção da equidade no cuidado em saúde.

A iniciativa reforça a importância da acessibilidade comunicativa nos serviços do SUS, reconhecendo a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como instrumento fundamental para garantir o direito à comunicação das pessoas surdas. A presença de apoiadores surdos no processo também fortalece a construção de práticas mais inclusivas e sensíveis às demandas dessa população, promovendo maior autonomia, acolhimento e vínculo no atendimento em saúde.

Segundo a Lei nº 10.436/2002, a Libras é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil, sendo dever do poder público promover formas institucionalizadas de apoio ao seu uso e difusão. Além disso, a Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência destaca a necessidade de eliminação das barreiras de comunicação nos serviços de saúde, visando assegurar atenção integral, equitativa e humanizada.

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Ações de Acessibilidade Comunicativa e Saúde Integral da População Negra são fortalecidas na OTICS Bangu

Neste dia, 23 de setembro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço de encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Elvis Ferreira, apoiador da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1). Durante o encontro, foram realizadas atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa e da promoção da Saúde Integral da População Negra na rede de saúde, incluindo a atualização de relatórios e a organização de informações relacionadas às ações desenvolvidas no território. As atividades têm como objetivo contribuir para o aprimoramento dos processos de trabalho, ampliar a conscientização das equipes e fortalecer práticas que promovam um atendimento mais acessível, humanizado, inclusivo e equitativo nos serviços de saúde.

No campo da Acessibilidade Comunicativa, foram trabalhadas informações e registros que auxiliam na identificação e no enfrentamento das barreiras de comunicação encontradas pelos usuários, especialmente pessoas com deficiência ou dificuldades de comunicação. Estratégias como materiais acessíveis, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas são importantes para garantir o direito à informação e favorecer a participação dos usuários no cuidado. Paralelamente, o trabalho relacionado à Saúde Integral da População Negra contribui para fortalecer a implementação das ações de promoção da equidade em saúde, considerando as necessidades específicas da população negra e a importância da identificação e do enfrentamento das desigualdades que podem interferir no acesso e na qualidade do cuidado.

A integração dessas ações reforça a importância de uma abordagem que considere as diferentes necessidades da população e os diversos fatores que podem produzir barreiras de acesso aos serviços de saúde. Dessa forma, o aprimoramento dos relatórios, materiais e estratégias de comunicação contribui para qualificar os processos de trabalho e subsidiar ações mais inclusivas e equitativas na rede. A iniciativa está alinhada aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e às políticas públicas voltadas à inclusão, à equidade e à atenção integral, fortalecendo o compromisso com um cuidado que respeite as características, necessidades e direitos de cada usuário.

Fontes

 

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 22 de setembro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Elvis Ferreira, apoiador da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes

Educação e Cuidado em Diabetes

Projeto de Extensão UCB promove orientação sobre Diabetes Mellitus para pessoas idosas!

No dia 21 de setembro de 2026, das 9h às 10h, o Auditório da OTICS Bangu recebeu uma atividade do Projeto de Extensão da Universidade Castelo Branco (UCB), voltada à promoção da saúde e ao cuidado de pessoas idosas com Diabetes Mellitus (DM). A atividade contou com a participação de 25 pessoas com 60 anos ou mais, com diagnóstico de Diabetes Mellitus e hemoglobina glicada (HbA1c) acima de 8%, público que necessita de atenção e acompanhamento contínuos para o controle da doença e prevenção de complicações. Durante o encontro, foram abordados temas relacionados a “Conhecendo a Diabetes Mellitus, cuidados e prevenção”, proporcionando aos participantes informações sobre a doença, a importância do autocuidado, do acompanhamento regular pelos serviços de saúde e da adoção de medidas que contribuam para o controle da glicemia e a prevenção de complicações. A ação teve como principal objetivo a captação do grupo para orientação e cuidado, fortalecendo a educação em saúde e estimulando os participantes a adotarem práticas de autocuidado e acompanhamento adequado da Diabetes Mellitus.

A iniciativa também reforça a importância da integração entre ensino, serviço e comunidade, aproximando estudantes da área da saúde da realidade vivenciada pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A capacitação foi ministrada pelos estudantes de Medicina da Universidade Castelo Branco (UCB), Sumaya Carvalho; Gabriela Cerqueira; Amanda Araújo e Raphael Vallejo. A solicitação e organização do evento ficaram sob responsabilidade de Letícia de Oliveira, do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

A educação em saúde é uma importante estratégia para ampliar o conhecimento dos usuários sobre doenças crônicas e fortalecer sua autonomia no cuidado. No caso da Diabetes Mellitus, o acompanhamento adequado e a adoção de hábitos saudáveis são fundamentais para contribuir para o controle da doença e reduzir o risco de complicações. A atividade realizada na OTICS Bangu representa, portanto, uma ação de promoção da saúde, prevenção de agravos e educação permanente, fortalecendo a articulação entre a Universidade Castelo Branco, os serviços da Atenção Primária e a comunidade.

🩺 Cuidar também é acompanhar!

🦶💙 Avaliação do Pé Diabético: cuidado que previne complicações! A avaliação dos pés da pessoa com diabetes é uma importante estratégia de prevenção na Atenção Primária à Saúde. O acompanhamento permite identificar precocemente alterações de sensibilidade, circulação, pele e possíveis lesões, contribuindo para a prevenção de feridas e outras complicações.

⚖️ Conhecer para cuidar!

Equipe Beija Flor, CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1!

 

Fonte:
Ministério da Saúde – Diabetes Mellitus

Estágio em Odontologia Fortalece Integração entre Ensino e Serviço na AP 5.1

Estudantes de Odontologia apresentam trabalhos de conclusão do estágio supervisionado na Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho

A Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho (PMGSF) – AP 5.1 recebeu a apresentação dos trabalhos de conclusão do estágio supervisionado dos estudantes do curso de Odontologia da Faculdade Estácio – Campus Recreio. Durante o período de estágio, as estudantes tiveram a oportunidade de vivenciar, na prática, a rotina de uma unidade de saúde, conhecendo os processos de trabalho, a organização do serviço e a assistência odontológica ofertada aos usuários. A experiência também possibilitou o acompanhamento de pacientes atendidos pela equipe de Odontologia, incluindo usuários encaminhados por meio do sistema de regulação, permitindo às acadêmicas compreender diferentes demandas e fluxos de atendimento da rede de saúde. A atividade de encerramento do estágio contou com a apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelas estudantes à diretora da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho (PMGSF) – AP 5.1, Ingrid Sayão, proporcionando um momento de troca de conhecimentos, reflexão sobre as experiências vivenciadas e aproximação entre a formação acadêmica e a realidade dos serviços de saúde.

Estudantes do curso de Odontologia da Faculdade Estácio – Campus Recreio durante a apresentação dos trabalhos de conclusão do estágio supervisionado na Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

O estágio supervisionado tem como objetivo aproximar os estudantes da realidade dos serviços de saúde, possibilitando a aplicação dos conhecimentos adquiridos durante a graduação e o desenvolvimento de competências profissionais em situações concretas de atendimento e organização do cuidado. As Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de Odontologia estabelecem que as atividades acadêmicas devem inserir o estudante nas redes de serviços do SUS, permitindo conhecer e vivenciar as políticas de saúde, a organização do trabalho e a atuação em equipe interprofissional.

A integração entre instituições de ensino e serviços de saúde contribui para uma formação mais próxima das necessidades da população e da realidade do Sistema Único de Saúde. A vivência no serviço permite que os futuros cirurgiões-dentistas compreendam não apenas os aspectos clínicos da profissão, mas também os fluxos assistenciais, o trabalho em equipe, a regulação do acesso e a importância do cuidado integral. No SUS, a saúde bucal está integrada à rede de atenção à saúde, contemplando ações de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação. A Política Nacional de Saúde Bucal – Brasil Sorridente destaca a importância da qualificação dos serviços e da ampliação do acesso ao cuidado odontológico. A experiência também contribui para aproximar a formação acadêmica das necessidades concretas dos usuários, fortalecendo a perspectiva de uma Odontologia comprometida com o cuidado integral e com os princípios do SUS. A legislação que institui a Política Nacional de Saúde Bucal reforça a organização das ações odontológicas em todos os níveis de atenção do Sistema Único de Saúde.

Fontes

Fortalecimento das Ações de Acessibilidade Comunicativa na Rede de Saúde

Fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde

Neste dia, 17 de setembro de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Renata Reis, fonoaudióloga do Centro Especializado em Reabilitação (CER) e responsável pela mediação do Curso de Libras para os profissionais da Atenção Primária, realizaram atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa, contribuindo para o acompanhamento e o aprimoramento das ações desenvolvidas nos serviços de saúde. A iniciativa busca ampliar a conscientização e disseminar práticas inclusivas na rede, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para a sensibilização das equipes e a qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa, da atenção à saúde e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Essas ações contribuem para uma assistência cada vez mais acolhedora, acessível e comprometida com a equidade no cuidado em saúde.

 

Fontes

 

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 15 de setembro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes