Grupo de Trabalho (GT) sobre Violências

No dia 17 de abril de 2026, no auditório da OTICS Bangu, foi realizado o primeiro encontro do “Grupo de Trabalho (GT) sobre Violências – estratégias de lida, prevenção e reparação”, com duração das 9h às 12h. A atividade reuniu entre 15 e 20 participantes, tendo como público-alvo profissionais do Deambulatório Senador Camará, com o objetivo de fortalecer as práticas de cuidado diante das múltiplas expressões da violência presentes no território. Durante o encontro, foram discutidas estratégias de manejo e abordagem de situações de violência em suas diversas manifestações, considerando os desafios enfrentados no cotidiano dos serviços de saúde. O espaço possibilitou a troca de experiências entre os profissionais, a construção coletiva de alternativas de intervenção e a reflexão sobre práticas que promovam acolhimento, proteção e cuidado integral aos usuários. A condução da atividade ficou a cargo de Angélica Vilarim da Silva, psicóloga e supervisora do Deambulatório Senador Camará, que mediou as discussões e contribuiu com orientações técnicas voltadas ao enfrentamento das violências no âmbito da saúde.

O principal objetivo do GT é capacitar os profissionais para o manejo qualificado de situações de violência, ampliando a compreensão sobre o tema e fortalecendo as estratégias de intervenção no território. A proposta contempla uma série de encontros ao longo do ano de 2026, previstos para os dias 19 de junho, 14 de agosto e 16 de outubro, garantindo a continuidade do processo formativo.

A importância da iniciativa está na qualificação dos profissionais que atuam diretamente com populações em situação de vulnerabilidade, possibilitando intervenções mais seguras, sensíveis e efetivas. Ao fortalecer o olhar para as violências e suas repercussões na saúde, o GT contribui para a promoção do cuidado integral, a prevenção de agravos e o aprimoramento das respostas institucionais no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fontes fidedignas:

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências.
  • Ministério da Saúde. Linha de Cuidado para Atenção Integral à Saúde de Pessoas em Situação de Violência.
  • Organização Mundial da Saúde (OMS). Relatório Mundial sobre Violência e Saúde.

Grupo de Trabalho (GT) da Vigilância em Saúde Mental e Trabalho (VSMT)

No dia 16 de abril de 2026, na sala de tutoria da OTICS Bangu, a enfermeira Laís Borsoi Braz, do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) da Zona Oeste, participou de forma remota do Grupo de Trabalho (GT) da Vigilância em Saúde Mental e Trabalho (VSMT). O encontro reuniu profissionais envolvidos na temática, promovendo o diálogo técnico e o fortalecimento das ações voltadas à interface entre saúde mental e saúde do trabalhador. Durante a atividade, foram discutidas estratégias de vigilância, identificação de agravos relacionados ao trabalho e a importância do cuidado integral aos trabalhadores, considerando os impactos psicossociais presentes nos diferentes contextos laborais. A participação no GT possibilitou a troca de experiências e o alinhamento de práticas entre os serviços, contribuindo para o aprimoramento das ações no território. O objetivo do encontro foi fortalecer a atuação da Vigilância em Saúde Mental e Trabalho, por meio da articulação entre os profissionais e da construção coletiva de estratégias que ampliem a capacidade de identificação, notificação e acompanhamento dos agravos relacionados à saúde mental no contexto laboral.

A importância da participação nesse espaço está na qualificação das ações de vigilância e cuidado, promovendo a integração entre as redes de atenção à saúde e saúde do trabalhador. Iniciativas como essa contribuem para a prevenção de adoecimentos, a promoção de ambientes de trabalho mais saudáveis e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à proteção da saúde dos trabalhadores.

Fontes fidedignas:

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora.
  • Ministério da Saúde. Saúde Mental e Trabalho no SUS: diretrizes e estratégias de cuidado.
  • Organização Mundial da Saúde (OMS). Saúde mental no ambiente de trabalho.

Procedimentos Operacionais para Coleta de CD4 e Carga Viral (CV)

No dia 14 de abril de 2026, foi realizado o treinamento “Procedimentos Operacionais para Coleta de CD4 e Carga Viral (CV)”, promovido pela OTICS, com atividades distribuídas em dois turnos, das 9h30 às 12h e das 14h às 17h. Ao todo, participaram 15 profissionais, entre responsáveis técnicos (RT) de enfermagem, técnicos de enfermagem e profissionais administrativos, fortalecendo a integração entre as equipes envolvidas no processo de diagnóstico laboratorial. Durante o treinamento, foram abordados os principais procedimentos operacionais relacionados à coleta de exames de CD4 e carga viral, bem como as orientações para o correto envio das amostras e o cadastro dos exames no Sistema de Gerenciamento de Ambiente Laboratorial (GAL). A atividade teve caráter teórico-prático, proporcionando aos participantes maior segurança na execução das etapas que envolvem desde a coleta até o registro adequado das informações no sistema. A capacitação foi conduzida pelas enfermeiras Cristiane Morais da Silva e Sabrina Jacinto de Sá Castriola, com apoio da bióloga Flavia Soto, que contribuíram com orientações técnicas atualizadas e esclarecimento de dúvidas, promovendo a qualificação dos processos de trabalho nas unidades de saúde.

O principal objetivo do treinamento foi capacitar os profissionais para a realização adequada da coleta dos exames de CD4 e carga viral, bem como para o correto cadastro no sistema GAL, garantindo a rastreabilidade das amostras e a confiabilidade dos resultados laboratoriais.

A importância da atividade está diretamente relacionada à melhoria da qualidade dos serviços prestados, assegurando maior precisão diagnóstica e contribuindo para o acompanhamento eficaz das pessoas vivendo com HIV. A correta execução desses procedimentos impacta diretamente na tomada de decisão clínica, no monitoramento da resposta ao tratamento e na redução de falhas no fluxo laboratorial, fortalecendo a rede de atenção à saúde.

Fontes fidedignas:

  • Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Manejo da Infecção pelo HIV em Adultos.
  • Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI/MS). Manual Técnico para Diagnóstico e Monitoramento Laboratorial do HIV.
  • Sistema GAL – Manual do Usuário e orientações do Ministério da Saúde.

PET-Saúde (Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde)

 

No dia 14 de abril, das 16h às 17h, foi realizada, na sala de reunião da OTICS, uma agenda de trabalho voltada ao fortalecimento de iniciativas no campo da saúde pública, com foco no PET Saúde, na Vigilância Popular e nas emergências climáticas. O encontro contou com a participação de quatro integrantes e teve como objetivo central organizar e discutir a viabilidade de um projeto articulado entre a Vigilância Ambiental e a Divisão de Vigilância em Saúde (DVS), buscando ampliar estratégias de enfrentamento a desastres e eventos climáticos extremos no território. Durante a reunião, foram debatidas propostas relacionadas à construção da Vigilância Popular, compreendida como um importante instrumento de participação social e de fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Essa abordagem valoriza o conhecimento dos territórios e a atuação conjunta entre profissionais de saúde e comunidade, contribuindo para a identificação precoce de riscos e para a construção de respostas mais eficazes diante de situações de emergência.

A discussão sobre emergências climáticas destacou a crescente relevância do tema no contexto atual, marcado pelo aumento da frequência e intensidade de eventos extremos, como enchentes, ondas de calor e deslizamentos. Esses fenômenos impactam diretamente as condições de saúde da população, exigindo planejamento integrado, ações intersetoriais e o fortalecimento das vigilâncias em saúde para prevenção, mitigação e resposta rápida.

A importância da iniciativa está alinhada às diretrizes nacionais e internacionais que reconhecem as mudanças climáticas como um dos principais desafios para a saúde pública no século XXI. Nesse sentido, o encontro reforçou a necessidade de desenvolver planos de enfrentamento de desastres que considerem as especificidades locais, promovendo maior resiliência dos territórios e proteção das populações mais vulneráveis. A atividade foi conduzida por Isabela Sousa, representante da DVS, e Ney Jr, da área de Risco Não Biológico, que vêm atuando na articulação de estratégias voltadas à vigilância e à promoção da saúde em contextos de risco. A iniciativa contribui para o fortalecimento das ações de vigilância em saúde no território, incentivando práticas colaborativas e inovadoras no âmbito da gestão do SUS.

 

Como referências para o desenvolvimento das discussões, destacam-se documentos e diretrizes do Ministério da Saúde, como a Política Nacional de Vigilância em Saúde, além de publicações da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre mudanças climáticas e saúde, e materiais da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que abordam vigilância popular e impactos socioambientais na saúde. Esses referenciais reforçam a importância da integração entre vigilância, participação social e planejamento estratégico frente aos desafios impostos pelas emergências climáticas.

 

PET Saúde

 

Descentralização do exame LF-LAM para as UPAs e Hospitais

No dia 13 de abril de 2026, foi realizada, no laboratório de informática (LAB INFO) da OTICS, a atividade intitulada “Descentralização do exame LF-LAM para as UPAs e Hospitais”, organizada em dois períodos, manhã e tarde, com a participação de 10 profissionais em cada turno. O evento teve como público-alvo profissionais das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e hospitais da Área Programática 5.1, reunindo equipes estratégicas para o fortalecimento das ações de diagnóstico da tuberculose em contextos de maior vulnerabilidade clínica. A capacitação abordou a descentralização do teste LF-LAM (Lipoarabinomanana de fluxo lateral), uma importante ferramenta diagnóstica para tuberculose em pessoas vivendo com HIV, especialmente aquelas com imunossupressão avançada, caracterizada por contagem de CD4 inferior a 100–200 células/mm³. Durante o encontro, foram apresentadas orientações técnicas e operacionais para o correto envio de amostras ao laboratório da Policlínica Médica de Guaratiba (PMGSF), responsável pelo processamento do exame, visando garantir maior agilidade e efetividade no diagnóstico.

A atividade foi conduzida por Flavia Soto, bióloga do laboratório da Policlínica, e Ana Cristina, enfermeira da DAPS, que compartilharam conhecimentos teóricos e práticos com os participantes, promovendo a qualificação das equipes para a incorporação do teste em suas rotinas de trabalho. O principal objetivo do evento foi capacitar os profissionais para o fluxo adequado de solicitação e envio de amostras para realização do LF-LAM, contribuindo para a ampliação do acesso ao diagnóstico oportuno da tuberculose entre pacientes vivendo com HIV atendidos nas UPAs e hospitais da região.

 

A importância da iniciativa está diretamente relacionada à ampliação da oferta do exame LF-LAM na Área Programática 5.1, descentralizando o acesso ao diagnóstico e favorecendo a detecção precoce da tuberculose em populações mais vulneráveis. Essa estratégia contribui significativamente para a redução da morbimortalidade associada à coinfecção TB-HIV, além de fortalecer a rede de atenção à saúde por meio da integração entre os diferentes pontos de cuidado.

Fontes:

Ministério da Saúde. Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil.
Organização Mundial da Saúde (OMS). Guidelines for the use of LF-LAM assay for diagnosing active tuberculosis in people living with HIV.
Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro. Protocolos de Vigilância e Manejo da Tuberculose.

Capacitação em Arboviroses da Vigilância Epidemiológica na AP 5.1

Capacitação em Arboviroses fortalece atuação da Vigilância Epidemiológica na AP 5.1

No dia 01 de abril de 2026, das 8h às 17h, foi realizado no auditório da OTICS o evento intitulado “Você já sabe, mas não custa lembrar – Arboviroses”, reunindo 45 participantes. A atividade teve como público-alvo os pontos focais para Vigilância Epidemiológica na Atenção Primária e da Rede de Urgência e Emergência. Durante a capacitação, foram abordados temas essenciais relacionados às arboviroses, incluindo notificação de casos, investigação laboratorial, análise do cenário epidemiológico e resolução de casos clínicos. O encontro proporcionou um espaço de troca de conhecimentos e alinhamento técnico entre os profissionais, contribuindo para o aprimoramento das práticas no território. O objetivo é propiciar maior entendimento e segurança aos profissionais quanto à execução dos fluxos da Vigilância Epidemiológica das arboviroses, qualificando o processo de notificação, investigação e resposta aos agravos.

As arboviroses, como dengue, chikungunya e zika, representam importantes desafios de saúde pública, especialmente em áreas urbanas. A qualificação contínua dos profissionais de saúde é fundamental para garantir a detecção precoce de casos, a adoção de medidas oportunas de controle e a redução de complicações e óbitos. Capacitações como esta fortalecem a integração entre os níveis de atenção e contribuem diretamente para a melhoria da vigilância e da assistência à população. A atividade foi conduzida pelas sanitaristas epidemiologistas Karen Abrahão e Graziele Rodrigues, que compartilharam conhecimentos técnicos e experiências práticas, promovendo um ambiente de aprendizado colaborativo.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

Fontes:

 

A vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e fortalecer uma sociedade saudável e resistente.

zé gotinha

Além de prevenir doenças graves, a imunização contribui para reduzir a disseminação desses agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde.

Reunião de Planejamento com os Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST)

No dia 24 de março de 2026, das 13h às 16h, foi realizada, na Sala de Reunião da OTICS, uma reunião de planejamento com os Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) do município do Rio de Janeiro, contando com a participação de um profissional de forma presencial e três participantes em formato online. O encontro teve como objetivo principal promover o alinhamento estratégico e a construção conjunta de ações voltadas à Saúde do Trabalhador no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). A atividade integrou a agenda de articulação da Coordenação de Saúde do Trabalhador, reunindo representantes dos CERESTs para discutir diretrizes, prioridades e estratégias de atuação de forma integrada. A proposta foi fortalecer o trabalho em rede, garantindo maior efetividade nas ações de vigilância, promoção e cuidado à saúde dos trabalhadores nos diferentes territórios do município. Durante a reunião, foram abordados aspectos relacionados ao planejamento conjunto das ações, com ênfase na organização dos processos de trabalho, na definição de prioridades e no fortalecimento da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST). A iniciativa reforça a importância da integração entre os serviços para ampliar a capacidade de resposta às demandas relacionadas aos agravos à saúde decorrentes do trabalho.

A condução da atividade foi realizada por Flávia Oliveira, Coordenadora da Saúde do Trabalhador, que destacou a relevância do planejamento compartilhado como ferramenta essencial para a qualificação das ações e para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador no município.

A realização deste encontro reafirma o compromisso da gestão com a consolidação de práticas integradas e com o aprimoramento contínuo das estratégias de cuidado, contribuindo para a promoção de ambientes de trabalho mais seguros e saudáveis, em consonância com os princípios e diretrizes do SUS.

Fontes:

BRASIL. Ministério da Saúde. Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-do-trabalhador

BRASIL. Ministério da Saúde. Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-do-trabalhador/cerest

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saude-do-trabalhador

BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema Único de Saúde (SUS): princípios e diretrizes. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sus

Apresentação do Cerest Zona Oeste na Comissão

No dia 24 de março de 2026, das 9h30 às 13h, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS, a Reunião do CEREST Zona Oeste na Comissão Intersetorial Regional (CIR), com a participação presencial de dois profissionais. O encontro integrou o conjunto de ações estratégicas voltadas ao processo de habilitação do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) da Zona Oeste, etapa fundamental para o fortalecimento da Política de Saúde do Trabalhador no município do Rio de Janeiro. A reunião teve como pauta principal a apresentação institucional do CEREST Zona Oeste à Comissão Intersetorial Regional, destacando a relevância do serviço para a rede de atenção à saúde, bem como as ações já desenvolvidas no território. Nesse contexto, foi enfatizada a importância do reconhecimento, por parte da CIR, do papel estratégico do CEREST na vigilância, promoção e cuidado à saúde dos trabalhadores, etapa necessária para a aprovação da habilitação e continuidade do trâmite administrativo junto às instâncias competentes.

No período da tarde, as discussões avançaram para o planejamento integrado das ações em Saúde do Trabalhador, envolvendo os três CERESTs do município do Rio de Janeiro. O objetivo foi alinhar estratégias, fortalecer a atuação em rede e consolidar diretrizes comuns que ampliem a efetividade das ações voltadas à prevenção de agravos relacionados ao trabalho e à promoção de ambientes laborais mais saudáveis. A apresentação foi conduzida por Flávia Oliveira, Coordenadora da Saúde do Trabalhador, que destacou o compromisso da gestão com a ampliação e qualificação dos serviços ofertados, reforçando a importância da articulação intersetorial e do apoio institucional para a consolidação do CEREST Zona Oeste.

A realização desta reunião evidencia o avanço no processo de estruturação da Rede de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST), contribuindo para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador e para a garantia de cuidado integral no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fontes:

BRASIL. Ministério da Saúde. Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-do-trabalhador

BRASIL. Ministério da Saúde. Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-do-trabalhador/cerest

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saude-do-trabalhador

BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Comissões Intersetoriais. Disponível em: https://conselho.saude.gov.br

 

Treinamento Técnico de Prescrição de Cadeiras de Rodas

Treinamento Técnico de Prescrição de Cadeiras de Rodas qualifica profissionais da SMS no auditório da OTICS Bangu

No dia 06 de março de 2026, foi realizado no auditório da OTICS Bangu o Treinamento Técnico de Prescrição de Cadeiras de Rodas, destinado aos profissionais Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). A atividade foi realizada em parceria com a empresa Ortobrás, referência nacional na fabricação de cadeiras de rodas e tecnologias assistivas. A iniciativa do encontro partiu da enfermeira Jucileia Medeiros Ribeiro, responsável pelo Centro Especializado em Reabilitação (CER) da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, localizada na Área Programática 5.1 do município do Rio de Janeiro. O treinamento teve como objetivo aprimorar o processo de prescrição, avaliação e adequação postural de cadeiras de rodas, contribuindo para que os profissionais realizem indicações mais precisas e individualizadas para os usuários da rede municipal de saúde. Durante o encontro, foram abordados temas relacionados à avaliação funcional do usuário, medidas antropométricas, tipos de cadeiras de rodas, ajustes posturais, indicações clínicas, além de orientações sobre a correta adaptação do equipamento às necessidades de cada paciente. Os participantes também discutiram aspectos importantes para a escolha do dispositivo mais adequado, considerando fatores como mobilidade, autonomia, conforto e prevenção de deformidades posturais.

Além da parte teórica, o treinamento contou com atividades práticas de medição e avaliação postural, realizadas no próprio auditório da OTICS Bangu e também no Centro de Reabilitação, permitindo aos profissionais aplicar na prática os conhecimentos apresentados. Essa etapa possibilitou o treinamento direto das técnicas de mensuração e ajuste, fundamentais para garantir maior eficiência no processo de prescrição.

A capacitação é considerada estratégica para o fortalecimento da atenção à reabilitação no Sistema Único de Saúde (SUS), uma vez que a correta prescrição de cadeiras de rodas impacta diretamente na funcionalidade, independência e qualidade de vida das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A formação continuada dos profissionais contribui ainda para qualificar o cuidado, reduzir complicações decorrentes de adaptações inadequadas e ampliar o acesso a tecnologias assistivas apropriadas.

A realização de treinamentos como este reforça o compromisso da rede municipal de saúde com a educação permanente dos profissionais, promovendo atualização técnica e integração entre os serviços de reabilitação, com foco na melhoria da assistência prestada à população.

A realização de treinamentos como este reforça o compromisso da rede municipal de saúde com a educação permanente dos profissionais, promovendo atualização técnica e integração entre os serviços de reabilitação, com foco na melhoria da assistência prestada à população.

Fontes

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência. Disponível em: https://www.gov.br/saude

  • Organização Mundial da Saúde. Guidelines on the Provision of Manual Wheelchairs in Less Resourced Settings. Disponível em: https://www.who.int

  • Organização Pan-Americana da Saúde. Tecnologias Assistivas e Reabilitação. Disponível em: https://www.paho.org

Curso de Libras para Profissionais da Saúde da AP 5.1

Curso de Libras amplia acesso e fortalece a inclusão na Atenção Primária da AP 5.1

No dia 26 de fevereiro de 2026, das 9h às 17h, foi realizado na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu o encontro referente ao Curso de Libras para Profissionais da Saúde da AP 5.1, reunindo 4 participantes, entre profissionais da rede de Atenção Primária. A atividade teve como foco principal as inscrições para a 5ª (quinta) turma do Curso de Libras Básico I, além do levantamento das inscrições já realizadas e da organização da divulgação das informações para as Unidades de Atenção Primária (UAPs) e demais equipamentos de saúde do território. A capacitação foi conduzida por Jaqueline Nascimento, responsável pela organização e mobilização da formação, reafirmando o compromisso institucional com a promoção da acessibilidade comunicativa no cuidado em saúde. O objetivo é ofertar vagas para o Curso de Libras às UAPs e outros equipamentos de saúde da AP 5.1, ampliando o número de profissionais capacitados para atender pessoas surdas com maior autonomia, respeito e qualidade.

A oferta de formação em Libras para profissionais da saúde é uma estratégia fundamental para garantir o acesso equitativo aos serviços e qualificar o atendimento à população surda. A comunicação eficaz é um dos pilares da assistência humanizada e segura, impactando diretamente na compreensão das queixas, na adesão ao tratamento e na promoção da saúde.

A iniciativa está alinhada à Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), que assegura o direito à acessibilidade comunicacional, e à Lei nº 10.436, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão.

No âmbito do Sistema Único de Saúde, os princípios da universalidade, integralidade e equidade reforçam a necessidade de estratégias que eliminem barreiras de comunicação nos serviços de saúde.

Ao investir na qualificação das equipes, a AP 5.1 fortalece práticas inclusivas, amplia o acesso e reafirma o compromisso com uma Atenção Primária mais acolhedora, resolutiva e socialmente responsável.

Fontes