Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 05 de outubro de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 6 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local. A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território. Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Educação e Cuidado em Diabetes

Projeto de Extensão UCB promove orientação sobre Diabetes Mellitus para pessoas idosas!

No dia 05 de outubro de 2026, das 9h às 10h, o Auditório da OTICS Bangu recebeu uma atividade do Projeto de Extensão da Universidade Castelo Branco (UCB), voltada à promoção da saúde e ao cuidado de pessoas idosas com Diabetes Mellitus (DM). A atividade contou com a participação de 5 pessoas com 60 anos ou mais, com diagnóstico de Diabetes Mellitus e hemoglobina glicada (HbA1c) acima de 8%, público que necessita de atenção e acompanhamento contínuos para o controle da doença e prevenção de complicações. Durante o encontro, foram abordados temas relacionados a “Conhecendo a Diabetes Mellitus, cuidados e prevenção”, proporcionando aos participantes informações sobre a doença, a importância do autocuidado, do acompanhamento regular pelos serviços de saúde e da adoção de medidas que contribuam para o controle da glicemia e a prevenção de complicações. A ação teve como principal objetivo a captação do grupo para orientação e cuidado, fortalecendo a educação em saúde e estimulando os participantes a adotarem práticas de autocuidado e acompanhamento adequado da Diabetes Mellitus.

A iniciativa também reforça a importância da integração entre ensino, serviço e comunidade, aproximando estudantes da área da saúde da realidade vivenciada pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A capacitação foi ministrada pelos estudantes de Medicina da Universidade Castelo Branco (UCB), Sumaya Carvalho; Gabriela Cerqueira; Amanda Araújo; Vivian Lúcia; Isabel Catarina e Raphael Vallejo. A solicitação e organização do evento ficaram sob responsabilidade de Letícia de Oliveira, do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

A educação em saúde é uma importante estratégia para ampliar o conhecimento dos usuários sobre doenças crônicas e fortalecer sua autonomia no cuidado. No caso da Diabetes Mellitus, o acompanhamento adequado e a adoção de hábitos saudáveis são fundamentais para contribuir para o controle da doença e reduzir o risco de complicações. A atividade realizada na OTICS Bangu representa, portanto, uma ação de promoção da saúde, prevenção de agravos e educação permanente, fortalecendo a articulação entre a Universidade Castelo Branco, os serviços da Atenção Primária e a comunidade.

 

Fonte:
Ministério da Saúde – Diabetes Mellitus

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 1 de outubro de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 3 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local. A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território. Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Qualificação das Ações de Acessibilidade Comunicativa na Saúde

Fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde

Neste dia, 1 de outubro de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Renata Reis, fonoaudióloga do Centro Especializado em Reabilitação (CER) e responsável pela mediação do Curso de Libras para os profissionais da Atenção Primária, realizaram atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa, contribuindo para o acompanhamento e o aprimoramento das ações desenvolvidas nos serviços de saúde. A iniciativa busca ampliar a conscientização e disseminar práticas inclusivas na rede, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

 

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para a sensibilização das equipes e a qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa, da atenção à saúde e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Essas ações contribuem para uma assistência cada vez mais acolhedora, acessível e comprometida com a equidade no cuidado em saúde.

 

Fontes

 

Georreferenciamento e Análise Territorial em Saúde

Segundo grupo de estudantes do IFRJ participa de capacitação em Georreferenciamento na OTICS Bangu

No dia 1º de outubro de 2026, a OTICS Bangu – AP 5.1 – SMS – RJ realizou mais uma etapa do treinamento sobre Georreferenciamento e Geoprocessamento aplicado à Saúde, desta vez voltada ao segundo grupo de estudantes do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). A atividade foi conduzida por Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1, e contou também com a participação de Erica Rodrigues, enfermeira da CAP 5.1. O treinamento teve como objetivo ampliar o conhecimento dos estudantes sobre os conceitos, ferramentas e possibilidades de utilização do georreferenciamento e do geoprocessamento no campo da Saúde Pública. Durante a atividade, foram apresentados exemplos de como as informações espaciais podem ser utilizadas para compreender melhor o território e relacionar dados referentes à população, aos serviços de saúde, aos agravos e às diferentes características sociodemográficas presentes em uma determinada área. Ao longo do encontro, os estudantes puderam conhecer aspectos relacionados à análise territorial e espacial, compreendendo a importância dos mapas e das ferramentas de geoprocessamento para organizar, visualizar e interpretar informações de saúde. A espacialização desses dados possibilita uma visão mais ampla das características do território e pode contribuir para a identificação de necessidades e vulnerabilidades, apoiando o planejamento das ações de saúde. O Ministério da Saúde destaca o geoprocessamento como uma ferramenta importante para a análise territorial e para a compreensão da distribuição espacial de informações relacionadas à saúde.

A utilização do geoprocessamento possui grande relevância para a Atenção Primária à Saúde, especialmente no diagnóstico territorial, no planejamento das ações, na vigilância em saúde e na organização dos serviços. O Ministério da Saúde destaca que o processo de territorialização e a análise epidemiológica e demográfica contribuem para compreender as condições de vida da população adscrita e apoiar o planejamento das equipes.

A atividade também proporcionou aos estudantes do IFRJ uma aproximação com a realidade do Sistema Único de Saúde (SUS), permitindo conhecer, na prática, como ferramentas de informação territorial podem contribuir para o planejamento e a gestão em saúde. A aproximação entre instituições de ensino e serviços de saúde fortalece a formação dos estudantes e favorece a troca de conhecimentos e experiências.

A realização desta segunda turma reforça o compromisso da OTICS Bangu com a educação permanente, a integração ensino-serviço e a disseminação de conhecimentos e tecnologias que contribuam para o fortalecimento da gestão, da vigilância e da Atenção Primária à Saúde no território da AP 5.1.

Fontes:

Profissionais de Saúde Bucal da Atenção Primária Prisional participam de reunião na OTICS Bangu

No dia 1º de outubro de 2026, a OTICS Bangu recebeu, em seu Auditório, a Reunião Bimestral de Saúde Bucal da Atenção Primária Prisional, um importante momento de encontro, troca de experiências e alinhamento entre os profissionais que atuam na assistência à saúde bucal no contexto prisional. A atividade reuniu 48 profissionais, entre cirurgiões-dentistas e auxiliares de saúde bucal, organizados em duas turmas, e foi conduzida por Brenda de Sales Reis, liderança odontológica da Atenção Primária Prisional (APP). Durante a reunião, foram abordadas pautas relacionadas ao processo de trabalho da Saúde Bucal na Atenção Primária Prisional, promovendo o diálogo entre os profissionais e o alinhamento de práticas desenvolvidas pelas equipes. O encontro teve como objetivo padronizar e qualificar os profissionais, fortalecendo a organização do trabalho e contribuindo para uma assistência cada vez mais qualificada.

Momentos como esse fortalecem a educação permanente em saúde, possibilitando a atualização dos profissionais, a construção coletiva de estratégias e o compartilhamento de experiências que contribuem para o aprimoramento dos serviços. A iniciativa também reforça a importância do trabalho integrado das equipes para a oferta de uma atenção à saúde humanizada e qualificada à população privada de liberdade.

A OTICS Bangu – AP 5.1 – SMS – RJ reafirma, por meio do apoio às atividades de formação, reuniões técnicas e educação permanente, seu compromisso com a valorização dos profissionais e com o fortalecimento das ações de saúde no território.

Fontes:

 

 

Processo de Trabalho na Acessibilidade Comunicativa

No dia 30 de setembro de 2026, no turno da tarde, foi realizado, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS, o encontro “Processo de Trabalho na Acessibilidade Comunicativa”. A atividade teve como foco o aprimoramento das estratégias voltadas à inclusão comunicativa nas unidades de saúde, fortalecendo o acesso e a qualidade do atendimento prestado à população. Durante o encontro, foi abordado o tema a atualização de planilhas de acompanhamento nas unidades. A discussão destacou a importância do planejamento e da sistematização das ações como ferramentas essenciais para garantir a efetividade das práticas de acessibilidade comunicativa no cotidiano dos serviços de saúde.

O objetivo principal da atividade foi qualificar o acompanhamento das ações desenvolvidas e fortalecer os fluxos de comunicação inclusiva nas unidades de saúde da AP 5.1, contribuindo para um atendimento mais equitativo, humanizado e acessível, especialmente para a população surda. A iniciativa reforça o compromisso da rede de saúde com a promoção da equidade e o respeito à diversidade, princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde (SUS). A importância do encontro está diretamente relacionada à necessidade de consolidar práticas que assegurem o direito à comunicação como elemento essencial do cuidado em saúde.

Participaram do encontro Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Elvis Ferreira, apoiador da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), que colaboraram na condução das atividades e no alinhamento das estratégias de trabalho.

Fontes: Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência; Decreto nº 5.626/2005 (Regulamenta a Língua Brasileira de Sinais – Libras); Organização Mundial da Saúde (OMS) – Acessibilidade e inclusão nos serviços de saúde.

Supervisão do SRT – CAPS Lima Barreto AP 5.1

No dia 29 de setembro de 2026, das 15h às 17h00, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS Bangu, a Supervisão do Serviço de Residência Terapêutica (SRT), reunindo seis profissionais da equipe em um momento de análise, troca de experiências e qualificação do cuidado em saúde mental. A atividade foi direcionada à equipe do SRT e teve como principal foco a supervisão dos casos acompanhados pelo serviço. Durante o encontro, foram discutidas as especificidades dos usuários, estratégias de manejo clínico e psicossocial, além do alinhamento das condutas adotadas no cotidiano do cuidado. O espaço favoreceu a reflexão crítica sobre as práticas desenvolvidas, promovendo maior integração entre os profissionais e fortalecimento do trabalho em equipe. O objetivo da supervisão foi qualificar o acompanhamento dos casos, garantindo intervenções mais efetivas, seguras e alinhadas às necessidades dos usuários do Serviço de Residência Terapêutica. A iniciativa contribui para a organização dos processos de trabalho e para a melhoria contínua da assistência prestada, considerando os princípios da atenção psicossocial e do cuidado em liberdade.

A importância da atividade está diretamente relacionada ao fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), especialmente no que se refere ao cuidado de pessoas em processo de desinstitucionalização. A supervisão sistemática dos casos permite maior resolutividade das equipes, qualifica a tomada de decisão e assegura um cuidado mais humanizado, integral e centrado no usuário.

A condução da atividade ficou a cargo de Larissa Galdino Alcantara dos Anjos, coordenadora técnica de seguimento, que orientou as discussões e apoiou a equipe na construção de estratégias de cuidado mais qualificadas.

Fontes: Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Mental; Portaria nº 3.088/2011 (Institui a Rede de Atenção Psicossocial – RAPS); Organização Mundial da Saúde (OMS) – Saúde mental e serviços comunitários.

Reunião do Cerest Zona Oeste com o Fórum Intersetorial dos Profissionais de Saúde

Reunião do Cerest Zona Oeste com o Fórum Intersetorial dos Profissionais de Saúde

No dia 29 de setembro de 2026, das 14h às 15h, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS Bangu, a Reunião do Cerest Zona Oeste com o Fórum Intersetorial dos Profissionais de Saúde, com a participação de 5 profissionais da Equipe do Cerest Zona Oeste.

O encontro teve como principal pauta a discussão sobre a Saúde do Trabalhador, promovendo um espaço de diálogo, troca de experiências e alinhamento entre os profissionais envolvidos na temática. A reunião também buscou fortalecer a articulação intersetorial e contribuir para o desenvolvimento de ações voltadas à promoção e proteção da saúde dos trabalhadores no território.

A realização de encontros como este contribui para o fortalecimento das ações de Saúde do Trabalhador, favorecendo a integração entre os diferentes setores e profissionais envolvidos na atenção à saúde da população trabalhadora.

 

Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNSTT). Brasília: Ministério da Saúde.

BRASIL. Ministério da Saúde. Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST). Brasília: Ministério da Saúde.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 1.823, de 23 de agosto de 2012. Institui a Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora.

BRASIL. Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde e sobre a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes.

Monitoramento da Oxigenoterapia Domiciliar – Gestão em Saúde

Profissional da CAP 5.1 realiza conferência de relatórios de Oxigenoterapia Domiciliar

No turno da manhã, a OTICS Bangu recebeu o profissional Claudio, da CAP 5.1, que utilizou a Sala de Apoio à Gestão para realizar a conferência dos relatórios referentes à Oxigenoterapia Domiciliar Prolongada (ODP) encaminhados pelas unidades de saúde da área. A atividade teve como objetivo checar e acompanhar as informações registradas nos relatórios enviados pelas unidades, contribuindo para a organização e qualificação dos dados relacionados aos usuários que fazem uso da oxigenoterapia domiciliar.

De acordo com o Ministério da Saúde, a Oxigenoterapia Domiciliar Prolongada possui critérios clínicos e administrativos específicos, sendo necessário o acompanhamento periódico dos pacientes cadastrados, incluindo a atualização da prescrição e a reavaliação da necessidade do tratamento. A conferência dos relatórios contribui para o monitoramento dos usuários, organização dos processos de trabalho e continuidade do cuidado, fortalecendo a articulação entre os serviços da rede de saúde. A atividade também reforça a importância dos espaços da OTICS Bangu como apoio às ações de gestão, planejamento e organização dos processos de trabalho dos profissionais da AP 5.1 – SMS – RJ.

Fontes