Vigilância Ambiental diante das Emergências Climáticas

OTICS Bangu promove treinamento sobre emergências climáticas e os impactos na saúde

No dia 21 de setembro de 2026, das 15h às 16h, o Auditório da OTICS Bangu recebeu o treinamento “Comunicado de Risco: Emergências Climáticas e as ações do setor saúde”, voltado para profissionais da Vigilância Ambiental – Risco Não Biológico. A atividade contou com a participação de 3 profissionais e teve como objetivo preparar a equipe para a apresentação do tema no Colegiado Gestor, fortalecendo a comunicação de riscos e a capacidade de planejamento e resposta do setor saúde diante de eventos climáticos. Durante o treinamento, foram abordadas as emergências climáticas e o fenômeno El Niño, com destaque para os potenciais impactos à saúde decorrentes das condições climáticas previstas. A discussão contemplou a importância do monitoramento das condições ambientais e da adoção de medidas de prevenção e preparação diante de possíveis situações de risco.

As mudanças e variabilidades climáticas podem influenciar diferentes condições de saúde, aumentando a exposição da população a eventos como ondas de calor, chuvas intensas, inundações, secas e alterações na ocorrência de doenças e agravos relacionados ao ambiente. Nesse contexto, a Vigilância em Saúde Ambiental desempenha papel fundamental no acompanhamento dos fatores ambientais que podem representar riscos à saúde humana. A capacitação foi conduzida por Ney Junior, Paulo Bueno e Renata Paulla, profissionais da Vigilância Ambiental/Risco Não Biológico, contribuindo para o aprimoramento técnico da equipe e para o fortalecimento das estratégias de prevenção e resposta no território.

A iniciativa reafirma o papel da OTICS Bangu como espaço de apoio à Educação Permanente em Saúde, promovendo momentos de atualização, planejamento e qualificação das ações desenvolvidas pelos profissionais da AP 5.1 – SMS – RJ.

📚🌎 Momento de capacitação! Profissionais da Vigilância Ambiental – Risco Não Biológico participam do treinamento sobre Emergências Climáticas e El Niño, fortalecendo conhecimentos para o monitoramento, prevenção e comunicação de riscos à saúde. 💙

Fontes para consulta:

“Emergências Climáticas: Saúde e Preparação para os Riscos”

No dia 15 de setembro de 2026, das 14h30 às 16h, a OTICS Bangu recebeu, na Sala de Tutoria, um encontro voltado à apresentação do Comunicado de Risco: Emergências Climáticas e as ações do setor saúde. A atividade reuniu aproximadamente cinco participantes, entre profissionais da Gestão da DVS, Vigilância Ambiental e URR, para discutir os potenciais impactos à saúde relacionados às condições climáticas previstas e as estratégias necessárias para a atuação do setor saúde diante de possíveis emergências climáticas. Entre os assuntos abordados estiveram as emergências climáticas e o fenômeno El Niño, com destaque para os potenciais impactos das condições climáticas sobre a saúde da população. O encontro buscou ampliar a capacidade de antecipação, preparação e resposta dos serviços de saúde, considerando a necessidade de atuação integrada entre os diferentes setores da Vigilância em Saúde. O objetivo foi apresentar recomendações para subsidiar a preparação, a resposta e a continuidade das ações e dos serviços de saúde diante de possíveis situações de emergência relacionadas às condições climáticas previstas.

Ney Junior, Agente de Vigilância em Saúde da equipe de Risco Não Biológico – CAP 5.1 e Ney Junior e Renata Paulla (Vig.Ambiental/Risco Não Biológico)!

A iniciativa reforça a importância do monitoramento de riscos, da vigilância em saúde e do planejamento integrado, contribuindo para a redução de impactos à saúde da população e para a manutenção da assistência em situações adversas. A atividade contou com a participação e condução de, Isabela Sousa – DVS; Ney Junior – Vigilância Ambiental / Risco Não Biológico e Renata Paulla – Vigilância Ambiental / Risco Não Biológico. A realização de encontros como este fortalece a integração entre os setores e a capacidade de planejamento e resposta da AP 5.1 – SMS – RJ, contribuindo para uma atuação mais preparada diante dos desafios relacionados às mudanças e emergências climáticas.

Fontes Oficiais :

  • Ministério da Saúde – Saúde Ambiental e Emergências em Saúde Pública: informações e orientações relacionadas aos impactos dos eventos climáticos sobre a saúde.
    Ministério da Saúde – Saúde Ambiental
  • Instituto Nacional de Meteorologia (INMET): monitoramento e informações meteorológicas utilizadas para acompanhamento das condições climáticas.
    INMET – Instituto Nacional de Meteorologia
  • Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) – Mudanças climáticas e saúde: conteúdos técnicos sobre os impactos das mudanças climáticas na saúde e estratégias de preparação e resposta.
    OPAS – Mudanças climáticas e saúde

Casa dos 8 Erros Utiliza Educação em Saúde para Prevenção das Arboviroses

Casa dos 8 Erros utiliza educação em saúde para prevenção das arboviroses

Estratégia educativa busca sensibilizar profissionais, estudantes e comunidade sobre a prevenção e o combate aos criadouros do mosquito Aedes aegypti. A OTICS Bangu recebeu uma atividade voltada à construção da maquete “Casa dos 8 Erros”, uma estratégia educativa desenvolvida para apoiar ações de promoção da saúde e prevenção das arboviroses, como dengue, chikungunya e Zika. A iniciativa tem como proposta utilizar uma ferramenta visual e interativa para identificar situações presentes em ambientes domésticos e comunitários que podem favorecer a formação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, estimulando a participação da população na adoção de medidas preventivas. A atividade contou com a participação de Cristina Gonçalves Borges, educadora da Vigilância Ambiental em Saúde (VAS); Paulo Vinícius Bueno do Risco, do Risco Não Biológico (RNB); e Erika Lage dos Santos Guimarães Pereira, Agente Comunitária de Saúde (ACS) da Clínica da Família Cristiani Vieira Pinho – AP 5.1. A construção da “Casa dos 8 Erros” tem como objetivo promover a saúde e prevenir doenças por meio de ações educativas, reuniões e palestras sobre arboviroses, utilizando uma metodologia de fácil compreensão e que favorece a participação do público. A proposta é que a ferramenta seja utilizada em unidades de saúde, Clínicas da Família, Centros Municipais de Saúde (CMS), organizações não governamentais (ONGs) e, principalmente, em escolas municipais, ampliando as ações de educação em saúde e mobilização da comunidade para o combate às arboviroses.

As arboviroses constituem um importante desafio de saúde pública e incluem doenças como dengue, chikungunya e Zika. O Ministério da Saúde destaca que o controle do mosquito Aedes aegypti é uma das principais estratégias para a prevenção e controle dessas doenças, sendo fundamental eliminar recipientes e locais que possam acumular água e servir como criadouros. Nesse contexto, as ações educativas possuem papel fundamental para estimular mudanças de comportamento e fortalecer a participação da população. A “Casa dos 8 Erros” pode contribuir para transformar informações sobre prevenção em uma experiência prática, permitindo que crianças, adolescentes, profissionais e demais participantes reconheçam situações de risco e reflitam sobre formas de eliminá-las. A iniciativa também dialoga com as estratégias de mobilização nas escolas. O Programa Saúde na Escola (PSE), desenvolvido conjuntamente pelos Ministérios da Saúde e da Educação, busca integrar saúde e educação e promover ações de prevenção e promoção da saúde no ambiente escolar. O Ministério da Saúde também orienta que as ações de comunicação e mobilização contra as arboviroses envolvam diferentes setores, incluindo saúde, educação, meio ambiente, saneamento, lideranças comunitárias e sociedade civil, fortalecendo a responsabilidade compartilhada na prevenção.

Educação em saúde e mobilização no território

A utilização da maquete como recurso educativo amplia as possibilidades de abordagem do tema nos diferentes espaços do território, favorecendo uma comunicação acessível e participativa. A iniciativa reforça a importância da integração entre Vigilância Ambiental em Saúde, Atenção Primária à Saúde, profissionais de saúde, escolas e comunidade, fortalecendo as ações de prevenção e controle das arboviroses. Por meio de atividades educativas como essa, busca-se estimular o protagonismo da população na identificação e eliminação de possíveis criadouros, contribuindo para ambientes mais seguros e para a redução dos riscos relacionados à transmissão das arboviroses.

 

🏠🦟 Casa dos 8 Erros: uma ferramenta educativa para identificar possíveis criadouros do Aedes aegypti e reforçar a importância da prevenção das arboviroses. 💧🚫

Fontes oficiais

Ministério da Saúde – Arboviroses
Arboviroses – Ministério da Saúde

Ministério da Saúde – Como se prevenir da dengue
Como se prevenir da dengue – Ministério da Saúde

Ministério da Saúde – Diretrizes Nacionais para Prevenção e Controle das Arboviroses Urbanas
Diretrizes Nacionais para Prevenção e Controle das Arboviroses Urbanas

Ministério da Saúde – Programa Saúde na Escola (PSE)
Programa Saúde na Escola – Ministério da Saúde

Ministério da Saúde – Mobilização Nacional nas Escolas para Prevenção das Arboviroses
Nota Técnica sobre a Mobilização Nacional nas Escolas para Prevenção das Arboviroses

Mapeamento de Risco para Plano de Contigenciamento de Desastres

Na tarde do dia 2 de julho de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, foi realizado o Mapeamento de Risco para o Plano de Contingenciamento de Desastres, a atividade foi realizada por Ney Junior, Agente de Vigilância em Saúde da equipe de Risco Não Biológico – CAP 5.1.

A atividade teve como finalidade identificar, analisar e registrar os fatores de risco existentes no território, subsidiando a elaboração e a atualização do Plano de Contingenciamento de Desastres. O mapeamento constitui uma importante ferramenta de planejamento, permitindo reconhecer áreas vulneráveis, definir prioridades de atuação e apoiar a tomada de decisões em situações de emergência, contribuindo para a redução dos impactos sobre a saúde da população.

A atividade também está alinhada às diretrizes do Vigidesastres, componente da Vigilância em Saúde voltado ao monitoramento, prevenção, preparação, resposta e recuperação dos impactos causados por desastres naturais e tecnológicos que possam afetar a saúde da população. O Vigidesastres atua de forma integrada com as áreas de Vigilância Ambiental, Epidemiológica, Sanitária e com a Defesa Civil, promovendo a identificação de áreas de maior vulnerabilidade, o monitoramento de eventos de risco e o desenvolvimento de estratégias que fortaleçam a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse contexto, o mapeamento de riscos representa uma etapa essencial para a produção de informações qualificadas, capazes de subsidiar ações oportunas e reduzir os impactos dos desastres sobre os territórios e as comunidades.

Referências

  • Brasil. Lei nº 12.608, de 10 de abril de 2012. Institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC), dispõe sobre o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (SINPDEC) e estabelece diretrizes para a gestão de riscos e desastres.
  • Brasil. Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. Guia para Elaboração de Planos de Contingência de Proteção e Defesa Civil.
  • Brasil. Ministério da Saúde. Plano de Resposta às Emergências em Saúde Pública. Brasília: Ministério da Saúde.
  • Organização Mundial da Saúde (OMS). Health Emergency and Disaster Risk Management Framework (Health EDRM), que orienta a gestão de riscos de emergências e desastres na área da saúde.
  • Brasil. Ministério da Saúde. Vigidesastres – Vigilância em Saúde Ambiental Relacionada aos Riscos Decorrentes dos Desastres. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente.

Prévia da Apresentação NUPDEC Gestor – Risco Não Biológico

No dia 10 de junho de 2026, das 8h às 11h, o auditório da OTICS Bangu sediou a atividade Prévia da Apresentação NUPDEC Gestor, conduzida por Ney Junior, Agente de Vigilância em Saúde da equipe de Risco Não Biológico – CAP 5.1. A atividade foi desenvolvida como etapa preparatória para uma futura apresentação direcionada aos gestores das Unidades de Atenção Primária à Saúde (UAPS), com foco no fortalecimento das ações de planejamento e monitoramento territorial.

Durante o encontro, foram revisados e organizados conteúdos relacionados ao monitoramento do território, identificação de áreas de risco, articulação da rede de serviços, estratégias de comunicação e alerta, além das ações de resposta e reabilitação diante de situações de emergência. O objetivo foi alinhar informações e estruturar a apresentação que será posteriormente compartilhada com os gestores, garantindo maior efetividade na transmissão dos conteúdos e nas estratégias propostas.

A realização de atividades preparatórias como essa é fundamental para qualificar os processos de trabalho e fortalecer as ações de Vigilância em Saúde, contribuindo para a identificação de vulnerabilidades, o planejamento de intervenções e a construção de respostas mais eficazes às demandas do território.

A iniciativa também reforça a importância da integração entre Vigilância em Saúde, Atenção Primária e demais setores envolvidos na gestão de riscos, favorecendo a construção de territórios mais resilientes e preparados para enfrentar situações adversas que possam impactar a saúde da população.

A atividade reafirma o compromisso da CAP 5.1, da Vigilância em Saúde e da OTICS Bangu com o fortalecimento das estratégias de prevenção, monitoramento e proteção da saúde, por meio do planejamento qualificado.

Fontes:

Construção de Mapas de Risco – VIGIDESASTRES na AP 5.1

OTICS Bangu realiza reunião para construção de Mapas de Risco – VIGIDESASTRES na AP 5.1

No dia 5 de maio de 2026, no turno da tarde, a sala de tutoria da OTICS Bangu sediou uma reunião estratégica voltada à construção dos mapas de riscos para o programa VIGIDESASTRES – Programa Nacional de Vigilância em Saúde dos Riscos Associados aos Desastres. O encontro reuniu os profissionais Renata Paula Panza da Silva, Paulo Vinicius Bueno e Ney Junior, atuantes na área de Vigilância do Risco Não Biológico, com foco no fortalecimento das ações de saúde no território da Área Programática (AP) 5.1. Durante a reunião, foi discutido o tema “Mapa de Risco no contexto do VIGIDESASTRES”, com ênfase na identificação de vulnerabilidades e na organização de estratégias que subsidiem a atuação das equipes de saúde frente a situações de desastres e emergências. A construção coletiva do treinamento visa preparar profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) para reconhecer, mapear e intervir em áreas de risco, contribuindo para a redução de danos e a promoção da saúde da população.

O objetivo central da iniciativa é capacitar os profissionais da APS da AP 5.1 para o uso de ferramentas de mapeamento de risco, possibilitando a identificação de territórios mais vulneráveis e o planejamento de ações preventivas e de resposta a desastres. A proposta busca integrar o conhecimento técnico à realidade local, fortalecendo a vigilância em saúde e ampliando a capacidade de resposta das equipes. A importância da ação está diretamente relacionada ao aumento da frequência e intensidade de eventos extremos, como enchentes, deslizamentos e ondas de calor, que impactam de forma significativa a saúde das populações, especialmente em áreas mais vulnerabilizadas. Nesse contexto, o VigiDesastres se apresenta como uma estratégia fundamental para a organização da vigilância em saúde, promovendo a articulação entre diferentes setores e fortalecendo a resiliência dos territórios.

A reunião representa um passo importante na qualificação das práticas de vigilância em saúde na AP 5.1, ao investir na formação continuada dos profissionais e na construção de instrumentos que contribuam para uma atuação mais eficiente, integrada e sensível às necessidades do território.

Fontes:

Reunião de Gestão Enfrentamento de Desastres

Reunião de Gestão fortalece comunicação oportuna para enfrentamento de desastres na CAP 5.1

No dia 11 de fevereiro de 2026, das 11h às 12h, foi realizada na Sala de Tutoria da OTICS (reunião remota) a Reunião de Gestão sobre Comunicação Oportuna de Desastres, que contou com a participação de aproximadamente 30 pessoas, entre participantes presenciais e remotos. O encontro foi direcionado aos Gestores das Unidades de Saúde do território da CAP 5.1. A atividade foi conduzida por Ney Jr., Paulo Bueno e Renata Paula (Risco Não Biológico), Julian e Juliane (URR) e Isabela Souza (DVS), reunindo representantes estratégicos para o fortalecimento das ações de vigilância e resposta em situações de emergência. O principal objetivo da reunião foi potencializar e qualificar a comunicação dos territórios diante de eventos de chuvas fortes, a partir da gestão das unidades de saúde, garantindo agilidade na disseminação de informações, organização dos fluxos e atuação integrada entre os serviços.

Assuntos abordados durante o encontro, foram, a importância da comunicação oportuna e padronizada em situações de desastres; estratégias de alerta e alinhamento entre os pontos focais das unidades; organização de fluxos internos e externos de informação; atuação da Vigilância em Saúde frente aos riscos não biológicos, especialmente relacionados a eventos climáticos extremos; integração entre DVS, URR e gestão local para resposta rápida e eficaz.

Os desastres classificados como riscos não biológicos — como enchentes, deslizamentos, tempestades, ondas de calor e outros eventos climáticos extremos — impactam diretamente a saúde pública, podendo ocasionar traumas, agravos respiratórios, doenças relacionadas à água contaminada, interrupção de tratamentos contínuos e sobrecarga da rede assistencial.

A Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS), instituída pela Resolução nº 588/2018 do Conselho Nacional de Saúde, estabelece a vigilância de emergências em saúde pública, incluindo desastres, como componente essencial do Sistema Único de Saúde (SUS).

O Ministério da Saúde, por meio do Plano de Resposta às Emergências em Saúde Pública e das diretrizes da Vigilância em Saúde Ambiental, reforça que a comunicação oportuna e a articulação intersetorial são estratégias fundamentais para redução de danos e organização das respostas locais.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) destacam que sistemas de alerta precoce, fluxos de comunicação bem definidos e coordenação entre gestores são determinantes para minimizar impactos à saúde em situações de emergência e desastres.

No âmbito nacional, a Lei nº 12.608/2012, que institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC), também reforça a importância da integração entre setores e da disseminação rápida de informações para prevenção e resposta a desastres.

A realização da reunião reafirma o compromisso da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS) e da gestão da CAP 5.1 com a preparação e resposta qualificada frente a eventos climáticos extremos, especialmente no período de chuvas intensas.

Ao fortalecer os fluxos de comunicação e alinhar estratégias entre gestores das unidades de saúde, o território amplia sua capacidade de resposta, promovendo maior segurança para profissionais e usuários, além de garantir assistência organizada e baseada em protocolos oficiais.

Investir em comunicação oportuna é investir em prevenção, proteção e cuidado com a população.

Fontes

  • BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Vigilância em Saúde (Resolução CNS nº 588/2018).

  • BRASIL. Lei nº 12.608/2012 – Institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC).

  • Ministério da Saúde. Plano de Resposta às Emergências em Saúde Pública.

  • Organização Mundial da Saúde (OMS). Health Emergency and Disaster Risk Management Framework.

  • Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Gestão do risco de desastres em saúde.

Risco Não Biológico e Estratégias de Apoio Territorial

OTICS Bangu recebe encontro sobre Risco Não Biológico e estratégias de apoio territorial

No dia 9 de dezembro, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou o encontro “Risco Não Biológico, Defesa Civil e C.F. Padre John Cribbim, discutindo possibilidades de ponto de apoio nos territórios”, reunindo oito participantes, com foco na gestão da C.F. Padre John. A atividade teve como pauta a discussão sobre possíveis pontos de apoio no território, considerando cenários de risco não biológico e a atuação integrada com a Defesa Civil. Durante o encontro, foram debatidas necessidades, potenciais áreas estratégicas e ações colaborativas que poderão fortalecer a capacidade de resposta da unidade em situações de emergência. O principal objetivo foi planejar estratégias iniciais para a elaboração de um futuro plano de contingência, garantindo maior segurança e preparação da equipe diante de eventos adversos no território. A condução da atividade ficou a cargo de Ney Junior, Paulo Bueno e Renata Paula, responsáveis pela facilitação da discussão.

O Vigidesastres é um programa instituído pela Portaria GM/MS Nº 4.185, de 1º de dezembro de 2022, sob a responsabilidade da Coordenação-Geral de Preparação para as Emergências em Saúde Pública, do Departamento de Emergências em Saúde Pública, vinculado à Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, do Ministério da Saúde. Seu principal objetivo é desenvolver e implementar ações de vigilância em saúde voltadas para a gestão de riscos associados a emergências em saúde pública decorrentes de desastres.

A redução do risco de desastres é uma função essencial da saúde pública que deve integrar ações de prevenção, mitigação, preparação, resposta e reabilitação no planejamento. A atuação em desastres exige um enfoque abrangente, abordando tanto os danos quanto suas causas, com a participação ativa de todo o sistema de saúde. É crucial estabelecer uma colaboração intersetorial e interinstitucional para mitigar os impactos das emergências, sejam elas de origem natural ou tecnológica, e proteger a saúde em todas as suas dimensões.

No Sistema Único de Saúde (SUS), as ações de vigilância em saúde para a gestão de riscos de emergências devem focar na preparação, monitoramento, alerta, comunicação, resposta e reabilitação. Essas ações são fundamentais para garantir uma resposta eficaz e coordenada, minimizando os impactos na saúde pública e fortalecendo a resiliência das comunidades afetadas.

O Vigidesastres desempenha um papel crucial na preparação e resposta a emergências de saúde pública causadas por desastres, sejam eles naturais ou tecnológicos. Através de ações integradas e coordenadas, o programa busca minimizar os impactos na saúde e na infraestrutura, garantindo uma abordagem multidisciplinar que engloba prevenção, mitigação e reabilitação. A implementação efetiva dessas ações é essencial para fortalecer a resiliência das comunidades e proteger a saúde pública em cenários de desastres, alinhando-se aos princípios de Uma Só Saúde.

Saiba mais: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/resposta-a-emergencias/vigidesastres

Alinhamento do Plano de Desastres do CMS Catiri

OTICS Bangu sedia reunião de alinhamento do Plano de Desastres do CMS Catiri

Na tarde do dia 27 de novembro, a Sala de Reunião da OTICS Bangu recebeu dois representantes do CMS Catiri para a Reunião de Alinhamento do Plano de Desastres, realizada das 15h às 16h. O encontro foi direcionado aos profissionais de saúde do serviço e teve como foco o fortalecimento das estratégias de preparação e resposta a situações de emergência. A reunião contou com a participação de Ney Junior, técnico de Risco Não Biológico, e Juliane, profissional da URR, que conduziram o diálogo sobre a organização e a preparação para o simulado de mesa que será aplicado às equipes da Unidade de Atenção Primária (UAP). Entre os principais assuntos abordados, destacaram-se a estruturação do simulado, a definição das etapas de aplicação, a avaliação da capacidade de resposta das equipes e o alinhamento das diretrizes do Plano de Desastres para garantir maior eficiência, segurança e coordenação em casos de urgência. O objetivo central do encontro foi criar estratégias para a realização do simulado, garantindo que cada equipe da UAP compreenda seus papéis e esteja preparada para atuar de forma integrada diante de possíveis eventos críticos. A iniciativa reforça o compromisso do CMS Catiri e da CAP 5.1 com a qualificação contínua dos profissionais e com o aprimoramento das práticas de gestão de risco e resposta rápida em situações de emergência.

Um Plano de Contingência (PC) é o documento que registra o planejamento elaborado a partir do estudo de uma determinada hipótese de emergência em saúde pública.  A SVS definiu como prioritários os Planos de Contingência para dengue, febre amarela,  influenza e manejo de desastres (inundação e seca).

O Plano de Contingência é um pré-planejamento para possíveis eventos, e serve de subsídio para a elaboração do Plano de  Ação do Evento (PAE). No PC estarão previstas as responsabilidades de cada organização, as prioridades e medidas iniciais a serem tomadas e a forma como os recursos serão empregados para uma determinada tipologia de emergência em saúde pública.

Os PCs devem ser testados por meio de simulados e modificados sempre que necessário. Pode ocorrer ainda que o Plano de Contingência precise ser readequado, durante a resposta, com base nos fatos concretos da evolução do evento. Devem também ser aprimorados à luz das lições apreendidas.

O Plano de Contingência é, portanto, instrumento fundamental para nortear  a  resposta  à  determinada  tipologia  de  emergência  em  saúde pública no âmbito do Centro de Operações de Emergência em Saúde.  A elaboração e a revisão dos Planos de Contingência são de responsabilidade das áreas técnicas competentes da Secretaria de  Vigilância em Saúde.

Fonte: Planos de Contingência

Treinamento para a I Imersão de Vigilância Ambiental

Treinamento para a I Imersão de Vigilância Ambiental – Risco Não Biológico

No dia 27 de outubro de 2025, a Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1), em parceria com a Rede OTICS-Rio, promoveu o Treinamento preparatório para a I Imersão de Vigilância Ambiental – Risco Não Biológico, realizado no auditório da OTICS Bangu, no período das 14h às 16h. A atividade contou com a participação de 10 profissionais, tendo como público-alvo os Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) de campo, com o objetivo de capacitar e orientar os servidores quanto à organização e condução das ações que serão apresentadas durante a imersão.

O treinamento foi conduzido pelos profissionais Paulo Bueno e Renata Paulla, que abordaram conteúdos técnicos voltados à estruturação das atividades práticas, metodologias de campo e estratégias de prevenção e monitoramento do Risco Não Biológico, reforçando a importância da atuação integrada e do fortalecimento das ações de vigilância ambiental no território.

A iniciativa teve como objetivo central aprimorar as competências técnicas dos agentes e garantir a efetividade das ações de vigilância ambiental, contribuindo para a promoção da saúde e a prevenção de agravos relacionados a riscos não biológicos.

A ação integra o conjunto de estratégias desenvolvidas pela Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV/SMS-Rio), que visa fortalecer a formação continuada dos profissionais e consolidar práticas qualificadas de vigilância no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) é o órgão da prefeitura responsável por executar a política de saúde na cidade, garantindo o atendimento universal do SUS no município. A SMS-Rio organiza as prioridades da saúde pública carioca, coordena a vigilância em saúde, e trabalha com diversas unidades, como Clínicas da Família e Centros Municipais de Saúde. Os cidadãos podem entrar em contato por telefone (1746) ou pelo portal, além de usarem a Ouvidoria da SMS-Rio para reclamações, sugestões e elogios. 

A SUBPAV (Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde) é um órgão da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro responsável por promover e proteger a saúde da população, coordenando ações de atenção primária e vigilância sanitária, epidemiológica e ambiental. Seu trabalho envolve atividades como campanhas de vacinação, prevenção de doenças, e monitoramento de agravos, abrangendo desde o cuidado individual até a saúde coletiva em territórios específicos. 

 

 

 

Fontes:

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)

  • Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV)

  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)

  • Rede OTICS-Rio