Construção de Mapas de Risco – VIGIDESASTRES na AP 5.1

OTICS Bangu realiza reunião para construção de Mapas de Risco – VIGIDESASTRES na AP 5.1

No dia 5 de maio de 2026, no turno da tarde, a sala de tutoria da OTICS Bangu sediou uma reunião estratégica voltada à construção dos mapas de riscos para o programa VIGIDESASTRES – Programa Nacional de Vigilância em Saúde dos Riscos Associados aos Desastres. O encontro reuniu os profissionais Renata Paula Panza da Silva, Paulo Vinicius Bueno e Ney Junior, atuantes na área de Vigilância do Risco Não Biológico, com foco no fortalecimento das ações de saúde no território da Área Programática (AP) 5.1. Durante a reunião, foi discutido o tema “Mapa de Risco no contexto do VIGIDESASTRES”, com ênfase na identificação de vulnerabilidades e na organização de estratégias que subsidiem a atuação das equipes de saúde frente a situações de desastres e emergências. A construção coletiva do treinamento visa preparar profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) para reconhecer, mapear e intervir em áreas de risco, contribuindo para a redução de danos e a promoção da saúde da população.

O objetivo central da iniciativa é capacitar os profissionais da APS da AP 5.1 para o uso de ferramentas de mapeamento de risco, possibilitando a identificação de territórios mais vulneráveis e o planejamento de ações preventivas e de resposta a desastres. A proposta busca integrar o conhecimento técnico à realidade local, fortalecendo a vigilância em saúde e ampliando a capacidade de resposta das equipes. A importância da ação está diretamente relacionada ao aumento da frequência e intensidade de eventos extremos, como enchentes, deslizamentos e ondas de calor, que impactam de forma significativa a saúde das populações, especialmente em áreas mais vulnerabilizadas. Nesse contexto, o VigiDesastres se apresenta como uma estratégia fundamental para a organização da vigilância em saúde, promovendo a articulação entre diferentes setores e fortalecendo a resiliência dos territórios.

A reunião representa um passo importante na qualificação das práticas de vigilância em saúde na AP 5.1, ao investir na formação continuada dos profissionais e na construção de instrumentos que contribuam para uma atuação mais eficiente, integrada e sensível às necessidades do território.

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