Reunião com Supervisores dos AVSs

No dia 21 de maio de 2026, das 9h às 12h, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu sediou a Reunião de Supervisores dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVS), reunindo seis profissionais em um momento de alinhamento técnico e articulação das ações desenvolvidas no território. A atividade foi conduzida por Nilson Rabelo.

O encontro teve como foco principal a articulação sobre os trabalhos de campo realizados pelas equipes de Vigilância em Saúde, promovendo discussões sobre estratégias de atuação, organização das atividades externas e acompanhamento das ações executadas pelos agentes nos territórios de abrangência.

Durante a reunião, foram debatidos os desafios encontrados nas atividades de campo, o planejamento das ações futuras e a importância da integração entre as equipes para fortalecer as práticas de vigilância e prevenção em saúde. O espaço também possibilitou a troca de experiências entre os supervisores, contribuindo para o aprimoramento dos processos de trabalho e fortalecimento das ações territoriais.

As atividades desempenhadas pelos Agentes de Vigilância em Saúde são fundamentais para o monitoramento de riscos, prevenção de agravos e promoção da saúde da população, especialmente por meio das ações desenvolvidas diretamente nos territórios. Nesse contexto, os encontros de supervisão e planejamento representam importantes estratégias em Saúde, qualificando as práticas profissionais e fortalecendo o trabalho em equipe.

Fontes:
• Ministério da Saúde — Vigilância em Saúde.

• Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) — Vigilância em Saúde e Território.

• Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) — Vigilância em Saúde Pública.

Reunião Técnica dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 18 de maio de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

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Vigilância Ambiental na Digitação do LIRAa

Vigilância Ambiental em Saúde realiza digitação do LIRAa na OTICS Bangu

Neste dia, 12 de maio de 2026, os profissionais da Vigilância Ambiental em Saúde da Área Programática 5.1 (AP 5.1) estiveram reunidos na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu para a realização da digitação do Survey – LIRAa (Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti). A atividade faz parte do processo de monitoramento contínuo das arboviroses e integra as ações estratégicas de prevenção e controle desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Saúde. O principal objetivo da ação é consolidar e organizar os dados coletados em campo durante as vistorias domiciliares, permitindo a identificação das áreas com maior índice de infestação do mosquito Aedes aegypti. Essas informações são fundamentais para subsidiar o planejamento das medidas de controle, orientar a alocação de recursos e equipes, e definir ações prioritárias de combate ao vetor.

A importância do LIRAa está na sua capacidade de oferecer um diagnóstico rápido e preciso da situação entomológica de cada território, contribuindo para ações mais eficazes de prevenção e resposta frente às doenças transmitidas pelo mosquito, como dengue, zika e chikungunya. Além disso, o levantamento fortalece a integração entre vigilância, atenção primária e comunidade, promovendo uma abordagem territorial e participativa no enfrentamento das arboviroses.

Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti constitui um método simplificado que proporciona uma rápida obtenção de indicadores entomológicos, permitindo uma compreensão abrangente da distribuição do vetor Aedes aegypti.

Sistema LIRAa/LIA desempenha um papel crucial ao facilitar as análises entomológicas, fornecendo informações detalhadas sobre índices prediais (percentual de imóveis positivos), índice Breteau (percentual de depósitos positivos) e o tipo predominante de recipiente positivo. Esses dados visam otimizar e direcionar estrategicamente as ações de controle do vetor, proporcionando uma delimitação eficaz das áreas de risco entomológico.

Além disso, o Sistema LIRAa/LIA possibilita a avaliação de metodologias de controle, contribuindo significativamente para as atividades de comunicação e mobilização. A ampla divulgação dos resultados dos índices, tanto para parceiros internos quanto externos, incluindo a população, promove a conscientização e engajamento.

Fontes: Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio); Coordenação de Vigilância Ambiental em Saúde – AP 5.1; OTICS Bangu.

Ministério da Saúde (MS)

Rota de Exposição – VIGISOLO 2026

No dia 11 de maio de 2026, no turno da manhã, o LAB INFO da OTICS Bangu sediou a atividade “Rota de Exposição – VIGISOLO 2026”, reunindo 15 participantes, entre Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) das unidades CF Wilson de Melo e Henrique Monat. A ação foi conduzida por Ney Junior, Paulo Bueno e Renata Paula, integrantes da Equipe de Risco Não Biológico. O encontro teve como principal objetivo caracterizar os pontos de exposição localizados no território de abrangência da CF Wilson de Melo, especificamente na região de Éden, próxima a uma área suspeita de contaminação de água subterrânea. Durante a atividade, foram discutidos aspectos relacionados à identificação de fatores de risco ambiental, análise territorial e vigilância em saúde voltada às populações potencialmente expostas.

A iniciativa integra as ações do VIGISOLO, programa da Vigilância em Saúde Ambiental do Ministério da Saúde que atua no monitoramento de populações expostas ou potencialmente expostas a áreas contaminadas por substâncias químicas. As ações desenvolvidas buscam identificar riscos à saúde humana decorrentes da contaminação do solo e da água subterrânea, contribuindo para o planejamento de medidas de prevenção, controle e promoção da saúde. A atividade também reforçou a importância da qualificação permanente dos profissionais da vigilância e do fortalecimento das ações territoriais voltadas aos riscos não biológicos, promovendo maior integração entre vigilância ambiental e atenção primária à saúde.

O VIGISOLO, parte da Vigilância em Saúde Ambiental do Ministério da Saúde, atua na identificação e prevenção de riscos à saúde humana decorrentes da exposição a solos contaminados por substâncias químicas. Ele define medidas de promoção e prevenção, monitorando áreas com metais pesados (chumbo, mercúrio), agrotóxicos e amianto, com foco no SUS.

Principais Aspectos do VIGISOLO:
  • Objetivo: Reduzir, controlar ou eliminar fatores de risco ambientais à saúde humana ligados à contaminação do solo.
  • Ações: Identifica populações expostas, realiza cadastro em sistema de informação e recomenda medidas de intervenção, prevenção e promoção da saúde.
  • Foco de Atuação: Áreas de contaminação por substâncias químicas (exemplos: áreas industriais, lixões, áreas com agrotóxicos), garantindo a saúde da população.
  • Integração: Trabalha em parceria com estados e municípios, além de interagir com o VIGIQUIM (substâncias químicas) e VIGIPEQ (populações expostas), compondo a vigilância ambiental do SUS.

Fonte: Ministério da Saúde — Vigilância em Saúde Ambiental / VIGISOLO. Disponível em: Ministério da Saúde – VIGISOLO

Vigilância Ambiental na Digitação do LIRAa

Vigilância Ambiental em Saúde realiza digitação do LIRAa na OTICS Bangu

No dia 08 de maio de 2026, os profissionais da Vigilância Ambiental em Saúde da Área Programática 5.1 (AP 5.1) estiveram reunidos na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu para a realização da digitação do Survey – LIRAa (Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti). A atividade faz parte do processo de monitoramento contínuo das arboviroses e integra as ações estratégicas de prevenção e controle desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Saúde. O principal objetivo da ação é consolidar e organizar os dados coletados em campo durante as vistorias domiciliares, permitindo a identificação das áreas com maior índice de infestação do mosquito Aedes aegypti. Essas informações são fundamentais para subsidiar o planejamento das medidas de controle, orientar a alocação de recursos e equipes, e definir ações prioritárias de combate ao vetor.

A importância do LIRAa está na sua capacidade de oferecer um diagnóstico rápido e preciso da situação entomológica de cada território, contribuindo para ações mais eficazes de prevenção e resposta frente às doenças transmitidas pelo mosquito, como dengue, zika e chikungunya. Além disso, o levantamento fortalece a integração entre vigilância, atenção primária e comunidade, promovendo uma abordagem territorial e participativa no enfrentamento das arboviroses.

Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti constitui um método simplificado que proporciona uma rápida obtenção de indicadores entomológicos, permitindo uma compreensão abrangente da distribuição do vetor Aedes aegypti.

Sistema LIRAa/LIA desempenha um papel crucial ao facilitar as análises entomológicas, fornecendo informações detalhadas sobre índices prediais (percentual de imóveis positivos), índice Breteau (percentual de depósitos positivos) e o tipo predominante de recipiente positivo. Esses dados visam otimizar e direcionar estrategicamente as ações de controle do vetor, proporcionando uma delimitação eficaz das áreas de risco entomológico.

Além disso, o Sistema LIRAa/LIA possibilita a avaliação de metodologias de controle, contribuindo significativamente para as atividades de comunicação e mobilização. A ampla divulgação dos resultados dos índices, tanto para parceiros internos quanto externos, incluindo a população, promove a conscientização e engajamento.

Fontes: Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio); Coordenação de Vigilância Ambiental em Saúde – AP 5.1; OTICS Bangu.

Ministério da Saúde (MS)

Construção de Mapas de Risco – VIGIDESASTRES na AP 5.1

OTICS Bangu realiza reunião para construção de Mapas de Risco – VIGIDESASTRES na AP 5.1

No dia 5 de maio de 2026, no turno da tarde, a sala de tutoria da OTICS Bangu sediou uma reunião estratégica voltada à construção dos mapas de riscos para o programa VIGIDESASTRES – Programa Nacional de Vigilância em Saúde dos Riscos Associados aos Desastres. O encontro reuniu os profissionais Renata Paula Panza da Silva, Paulo Vinicius Bueno e Ney Junior, atuantes na área de Vigilância do Risco Não Biológico, com foco no fortalecimento das ações de saúde no território da Área Programática (AP) 5.1. Durante a reunião, foi discutido o tema “Mapa de Risco no contexto do VIGIDESASTRES”, com ênfase na identificação de vulnerabilidades e na organização de estratégias que subsidiem a atuação das equipes de saúde frente a situações de desastres e emergências. A construção coletiva do treinamento visa preparar profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) para reconhecer, mapear e intervir em áreas de risco, contribuindo para a redução de danos e a promoção da saúde da população.

O objetivo central da iniciativa é capacitar os profissionais da APS da AP 5.1 para o uso de ferramentas de mapeamento de risco, possibilitando a identificação de territórios mais vulneráveis e o planejamento de ações preventivas e de resposta a desastres. A proposta busca integrar o conhecimento técnico à realidade local, fortalecendo a vigilância em saúde e ampliando a capacidade de resposta das equipes. A importância da ação está diretamente relacionada ao aumento da frequência e intensidade de eventos extremos, como enchentes, deslizamentos e ondas de calor, que impactam de forma significativa a saúde das populações, especialmente em áreas mais vulnerabilizadas. Nesse contexto, o VigiDesastres se apresenta como uma estratégia fundamental para a organização da vigilância em saúde, promovendo a articulação entre diferentes setores e fortalecendo a resiliência dos territórios.

A reunião representa um passo importante na qualificação das práticas de vigilância em saúde na AP 5.1, ao investir na formação continuada dos profissionais e na construção de instrumentos que contribuam para uma atuação mais eficiente, integrada e sensível às necessidades do território.

Fontes:

Reunião Técnica dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 4 de maio de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 6 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

 

 

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Qualificação de ponto focal da equipe de Risco Biológico da Área Programática 5.1

No dia 28 de abril de 2026, das 9h às 12h, foi realizada, no auditório da OTICS Bangu, a Qualificação de ponto focal da equipe de Risco Biológico da Área Programática 5.1 (AP 5.1), reunindo cerca de 33 Agentes de Vigilância em Saúde (AVS). A atividade teve como público-alvo profissionais que atuam diretamente nas ações de vigilância em saúde no território, fortalecendo o papel estratégico desses trabalhadores nas unidades de saúde.

Durante a capacitação, foram abordados aspectos essenciais relacionados à atuação do AVS como ponto focal de Risco Biológico em cada unidade da AP 5.1, com ênfase nas atribuições, responsabilidades e fluxos de trabalho necessários para o monitoramento, prevenção e manejo de situações que envolvam exposição a agentes biológicos. A qualificação também reforçou a importância da organização dos processos e da comunicação eficaz entre as equipes, garantindo respostas mais rápidas e seguras diante de possíveis घटनos que impactem a saúde de profissionais e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa teve como objetivo qualificar os AVS para o atendimento e para o desempenho de suas atribuições no âmbito da equipe de Risco Biológico, contribuindo para o fortalecimento das ações de vigilância em saúde nas unidades da AP 5.1. Além disso, buscou promover maior segurança nos ambientes de trabalho e aprimorar a qualidade da assistência prestada à população.

A importância da atividade está diretamente relacionada à prevenção de agravos e à redução de riscos ocupacionais e assistenciais, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde, onde a identificação precoce de situações de risco é fundamental. Investir na capacitação contínua dos profissionais fortalece a rede de saúde, qualifica os serviços ofertados e amplia a proteção tanto dos trabalhadores quanto dos usuários.

A qualificação foi conduzida por Áurea Caroline da Vale Silva e Ricardo Nascimento da Silva, ambos Vigilantes em Saúde Ambiental (VSA) da AP 5.1, que compartilharam conhecimentos técnicos e experiências práticas com os participantes.

Fontes: Ministério da Saúde – Vigilância em Saúde; Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) – Biossegurança em serviços de saúde; Organização Mundial da Saúde (OMS) – Segurança do paciente e prevenção de infecções.

Prévia de Qualificação de Ponto Focal da Equipe de Risco Biológico

No dia 27 de abril de 2026, das 9h30 às 12h, foi realizada, no auditório da OTICS, a Prévia de Qualificação de ponto focal da equipe de Risco Biológico da Área Programática 5.1 (AP 5.1). A atividade contou com a participação de quatro Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) e teve como público-alvo profissionais que atuam diretamente nas ações de vigilância em saúde no território. Durante o encontro, foram abordados aspectos fundamentais relacionados à atuação do AVS como ponto focal de Risco Biológico nas unidades de saúde da AP 5.1. A qualificação destacou as responsabilidades desses profissionais no monitoramento, prevenção e manejo de situações envolvendo riscos biológicos, além de reforçar fluxos de comunicação e protocolos de atuação diante de eventos que possam impactar a saúde dos trabalhadores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa teve como objetivo qualificar os AVS para o desempenho de suas atribuições no âmbito da equipe de Risco Biológico, fortalecendo a capacidade de resposta das unidades de saúde frente a situações que envolvam exposição a agentes biológicos. A formação também buscou promover maior segurança no ambiente de trabalho, contribuindo para a proteção dos profissionais de saúde e da população assistida.

A importância da atividade está diretamente relacionada ao fortalecimento das ações de vigilância em saúde e à prevenção de agravos associados a riscos biológicos, especialmente em contextos de atenção primária, onde a identificação precoce e a adoção de medidas adequadas são essenciais. Ao investir na capacitação contínua dos profissionais, a rede de saúde amplia sua efetividade, assegura melhores práticas assistenciais e contribui para a qualidade dos serviços ofertados. A qualificação foi conduzida por Áurea Caroline da Vale Silva, Vigilante em Saúde Ambiental (VSA) da AP 5.1, e Ricardo Nascimento da Silva, também VSA da AP 5.1, que compartilharam conhecimentos técnicos e experiências práticas com os participantes.

Fontes: Ministério da Saúde – Vigilância em Saúde; Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) – Biossegurança em serviços de saúde; Organização Mundial da Saúde (OMS) – Segurança do paciente e prevenção de infecções.

Reunião Técnica dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 27 de abril de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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