Planejamento e Alinhamento na Vigilância em Saúde!

No dia 31 de agosto de 2026, das 10h às 10h30, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS Bangu, a Reunião sobre o Fluxo do Planejamento da SVS, com a participação da Gerência da Vigilância Ambiental em Saúde. O encontro contou com a participação de dois profissionais e foi conduzido por Ricardo Nascimento da Silva, Sub RT da Vigilância Ambiental em Saúde. Durante a reunião, foram discutidos aspectos relacionados ao Planejamento da Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS), com foco na organização e no alinhamento do fluxo de apresentação das ações planejadas. A atividade teve como objetivo discutir e organizar o fluxo de apresentação do planejamento, contribuindo para o alinhamento dos processos de trabalho e para o fortalecimento das ações desenvolvidas pela Vigilância em Saúde. Momentos como esse são importantes para promover a integração entre os profissionais, qualificar o planejamento e favorecer uma atuação organizada e articulada no território da AP 5.1 – SMS – RJ.

Referências

Vigilância Ambiental Alinha Fluxo de Trabalho na AP 5.1

Reunião da Vigilância Ambiental promove alinhamento do fluxo de trabalho dos AVSs da AP 5.1

Nesta sexta-feira, 28 de agosto de 2026, a OTICS Bangu recebeu, em seu auditório, profissionais da Vigilância Ambiental da Área Programática 5.1 (AP 5.1) para uma reunião voltada à discussão e ao alinhamento do fluxo de trabalho operacional dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs) no território. O encontro teve como objetivo promover o alinhamento das atividades desenvolvidas pelos profissionais, discutir os fluxos operacionais e fortalecer a organização dos processos de trabalho da Vigilância Ambiental na AP 5.1. O momento também possibilitou a troca de informações entre os profissionais, contribuindo para o planejamento e a qualificação das ações realizadas no território. A importância da atividade foi a organização dos fluxos de trabalho é fundamental para garantir maior integração entre os profissionais, otimizar as ações de campo e fortalecer a capacidade de identificação e acompanhamento de situações que possam representar riscos à saúde da população.

De acordo com o Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) reúne ações destinadas a identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que podem afetar a saúde humana, subsidiando medidas de promoção da saúde, prevenção e controle de riscos. A atuação territorial e a articulação entre os profissionais são, portanto, elementos importantes para o desenvolvimento de ações de vigilância mais efetivas. Nesse contexto, o alinhamento dos processos de trabalho dos AVSs contribui para fortalecer a atuação da Vigilância Ambiental, favorecendo o reconhecimento do território, a identificação de riscos ambientais e o planejamento de estratégias de intervenção de acordo com as necessidades encontradas em cada área. O Ministério da Saúde destaca justamente o reconhecimento do território, a identificação dos riscos relacionados aos determinantes ambientais e a elaboração de planos de ação como etapas importantes da Vigilância em Saúde Ambiental.

A reunião foi conduzida por Ricardo Nascimento da Silva, Sub-responsável Técnico da Vigilância Ambiental da AP 5.1, responsável pelo acompanhamento e direcionamento da atividade.

Fontes fidedignas

Reunião Técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde – AP 5.1

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 28 de agosto de 2026, o auditório da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 8 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância em Saúde Ambiental da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população. Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território. Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 24 de agosto de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Eduardo Rodrigues Marques, Agente de Vigilância em Saúde (AVS) da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território. Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

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Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 21 de agosto de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Anailton Dantas – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

 

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

 

Fonte:

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Qualificação Operacional para Agentes de Vigilância em Saúde – AP 5.1

AP 5.1 promove qualificação operacional para Agentes de Vigilância em Saúde

Encontro reuniu 45 profissionais para atualização sobre atribuições, rotinas de trabalho, vigilância ambiental e integração com a Atenção Primária

No dia 18 de agosto de 2026, das 8h às 17h, foi realizada, no auditório da OTICS, a atividade “Qualificação operacional e atribuições do cargo dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1”. O encontro reuniu 45 Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) da Área de Planejamento 5.1 (AP 5.1), em uma programação voltada à atualização profissional, ao alinhamento de processos e ao fortalecimento das ações de Vigilância em Saúde no território. O evento teve como objetivo qualificar e atualizar os profissionais sobre as novas atribuições, a rotina operacional e os fluxos de trabalho dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1, fortalecendo a atuação integrada das equipes e contribuindo para a melhoria das ações desenvolvidas junto à população.

A construção e organização da atividade foram conduzidas por Ricardo Nascimento da Silva, Sub-responsável Técnico da Vigilância Ambiental da AP 5.1, que também integrou a programação como palestrante.

Integração e atualização para fortalecer o trabalho no território

A programação teve início com as boas-vindas e a abertura da reciclagem, conduzidas por Isabela Souza e Nilson Rabelo, preparando os participantes para um dia de troca de conhecimentos e atualização das práticas profissionais.

Na sequência, Isabela Souza abordou “A importância da integração dos agentes na Atenção Primária na ótica da DVS”, destacando a necessidade de fortalecer a articulação entre os Agentes de Vigilância em Saúde e os demais profissionais e serviços da Atenção Primária.

Rafael Pinheiro apresentou conteúdos relacionados aos conceitos de Vigilância em Saúde Ambiental (VSA), incluindo a definição e as implicações dos fatores de risco biológico e não biológico, além das atribuições do AVS no contexto do município do Rio de Janeiro.

Na abordagem prática das atividades de campo, Paulo Bueno falou sobre a rotina do trabalho de campo e o preenchimento da ficha de investigação ambiental, enquanto Josimar apresentou a qualificação em Ovitrampa, ferramenta utilizada nas ações de monitoramento e vigilância do Aedes.

Programação da tarde amplia conhecimentos técnicos

No período da tarde, a qualificação prosseguiu com temas diretamente relacionados às atividades desenvolvidas pelos agentes no território.

Cicero abordou a supervisão e o trabalho de campo, destacando aspectos importantes para o acompanhamento e a organização das atividades realizadas pelas equipes.

Neemias apresentou conteúdos sobre geoprocessamento, recurso importante para a organização e análise das informações territoriais e para o planejamento das ações de Vigilância em Saúde.

Na sequência, Viviana e Eduardo falaram sobre a rotina de trabalho de campo, marcação de quarteirão, percepção do agente para outros agravos e integração dos AVS na Clínica na perspectiva do agente, reforçando a importância do olhar do profissional sobre o território e da integração com os serviços de saúde.

Um dos momentos da programação foi dedicado ao SINAN, bloqueio, Ouvidoria e 1746. Luciana, Ricardo Nascimento da Silva e Silvana abordaram o preenchimento do relatório de atendimento e da FAD 07 (SINAN), a importância da realização dos bloqueios, o preenchimento de relatórios da Ouvidoria com todas as informações necessárias e as abordagens para um atendimento de qualidade no 1746, além do esclarecimento de dúvidas relacionadas aos sistemas.

Encerrando a programação técnica, Raphael, Vera e Igor apresentaram conteúdos sobre Pontos Estratégicos, larvicida e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), laboratório e preenchimento de boletins no contexto do VIGIDADOS, além da discussão sobre pontos críticos.

Qualificação permanente fortalece a Vigilância em Saúde

A diversidade de temas apresentados ao longo do encontro possibilitou aos participantes revisitar procedimentos, atualizar conhecimentos técnicos e discutir situações presentes na rotina dos Agentes de Vigilância em Saúde. A iniciativa também reforça a importância da educação permanente dos profissionais, especialmente em uma área que exige conhecimento do território, identificação de riscos, registro adequado das informações, trabalho integrado e capacidade de resposta diante de diferentes situações de saúde.

Segundo o Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental atua na identificação e no monitoramento de fatores ambientais que podem interferir na saúde humana, subsidiando ações de promoção da saúde, prevenção e controle de riscos e agravos. A atuação articulada das equipes e o conhecimento das características do território são fundamentais para o planejamento e a execução dessas ações. Ministério da Saúde — Vigilância em Saúde e Ambiente

A Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS) estabelece a Vigilância em Saúde como um processo contínuo e sistemático de coleta, análise e disseminação de informações sobre eventos relacionados à saúde, com o objetivo de orientar medidas de prevenção e controle de riscos, doenças e agravos. Ministério da Saúde — Política Nacional de Vigilância em Saúde

Nesse contexto, a qualificação realizada pela AP 5.1 representa uma importante estratégia para fortalecer as competências dos Agentes de Vigilância em Saúde, aprimorar os processos de trabalho e ampliar a integração com a Atenção Primária, contribuindo para uma atuação cada vez mais qualificada e articulada no território.

Ao reunir conteúdos teóricos, procedimentos operacionais e experiências relacionadas ao cotidiano dos profissionais, o encontro reafirmou o compromisso com a qualificação permanente das equipes e com o fortalecimento das ações de Vigilância em Saúde no município do Rio de Janeiro.

 

 

OTICS BANGU

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 17 de agosto de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Eduardo Rodrigues Marques, Agente de Vigilância em Saúde (AVS) da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território. Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

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Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 10 de agosto de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Eduardo Rodrigues Marques, Agente de Vigilância em Saúde (AVS) da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território. Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

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Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 07 de agosto de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Anailton Dantas – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

Fonte:

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 05 de agosto de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Cristina Gonçalves – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicada ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/