Reunião Técnica dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 4 de maio de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 6 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

Confira sobre os cursos OTICS Rio: Clique aqui!

 

Qualificação de ponto focal da equipe de Risco Biológico da Área Programática 5.1

No dia 28 de abril de 2026, das 9h às 12h, foi realizada, no auditório da OTICS Bangu, a Qualificação de ponto focal da equipe de Risco Biológico da Área Programática 5.1 (AP 5.1), reunindo cerca de 33 Agentes de Vigilância em Saúde (AVS). A atividade teve como público-alvo profissionais que atuam diretamente nas ações de vigilância em saúde no território, fortalecendo o papel estratégico desses trabalhadores nas unidades de saúde.

Durante a capacitação, foram abordados aspectos essenciais relacionados à atuação do AVS como ponto focal de Risco Biológico em cada unidade da AP 5.1, com ênfase nas atribuições, responsabilidades e fluxos de trabalho necessários para o monitoramento, prevenção e manejo de situações que envolvam exposição a agentes biológicos. A qualificação também reforçou a importância da organização dos processos e da comunicação eficaz entre as equipes, garantindo respostas mais rápidas e seguras diante de possíveis घटनos que impactem a saúde de profissionais e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa teve como objetivo qualificar os AVS para o atendimento e para o desempenho de suas atribuições no âmbito da equipe de Risco Biológico, contribuindo para o fortalecimento das ações de vigilância em saúde nas unidades da AP 5.1. Além disso, buscou promover maior segurança nos ambientes de trabalho e aprimorar a qualidade da assistência prestada à população.

A importância da atividade está diretamente relacionada à prevenção de agravos e à redução de riscos ocupacionais e assistenciais, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde, onde a identificação precoce de situações de risco é fundamental. Investir na capacitação contínua dos profissionais fortalece a rede de saúde, qualifica os serviços ofertados e amplia a proteção tanto dos trabalhadores quanto dos usuários.

A qualificação foi conduzida por Áurea Caroline da Vale Silva e Ricardo Nascimento da Silva, ambos Vigilantes em Saúde Ambiental (VSA) da AP 5.1, que compartilharam conhecimentos técnicos e experiências práticas com os participantes.

Fontes: Ministério da Saúde – Vigilância em Saúde; Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) – Biossegurança em serviços de saúde; Organização Mundial da Saúde (OMS) – Segurança do paciente e prevenção de infecções.

Prévia de Qualificação de Ponto Focal da Equipe de Risco Biológico

No dia 27 de abril de 2026, das 9h30 às 12h, foi realizada, no auditório da OTICS, a Prévia de Qualificação de ponto focal da equipe de Risco Biológico da Área Programática 5.1 (AP 5.1). A atividade contou com a participação de quatro Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) e teve como público-alvo profissionais que atuam diretamente nas ações de vigilância em saúde no território. Durante o encontro, foram abordados aspectos fundamentais relacionados à atuação do AVS como ponto focal de Risco Biológico nas unidades de saúde da AP 5.1. A qualificação destacou as responsabilidades desses profissionais no monitoramento, prevenção e manejo de situações envolvendo riscos biológicos, além de reforçar fluxos de comunicação e protocolos de atuação diante de eventos que possam impactar a saúde dos trabalhadores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa teve como objetivo qualificar os AVS para o desempenho de suas atribuições no âmbito da equipe de Risco Biológico, fortalecendo a capacidade de resposta das unidades de saúde frente a situações que envolvam exposição a agentes biológicos. A formação também buscou promover maior segurança no ambiente de trabalho, contribuindo para a proteção dos profissionais de saúde e da população assistida.

A importância da atividade está diretamente relacionada ao fortalecimento das ações de vigilância em saúde e à prevenção de agravos associados a riscos biológicos, especialmente em contextos de atenção primária, onde a identificação precoce e a adoção de medidas adequadas são essenciais. Ao investir na capacitação contínua dos profissionais, a rede de saúde amplia sua efetividade, assegura melhores práticas assistenciais e contribui para a qualidade dos serviços ofertados. A qualificação foi conduzida por Áurea Caroline da Vale Silva, Vigilante em Saúde Ambiental (VSA) da AP 5.1, e Ricardo Nascimento da Silva, também VSA da AP 5.1, que compartilharam conhecimentos técnicos e experiências práticas com os participantes.

Fontes: Ministério da Saúde – Vigilância em Saúde; Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) – Biossegurança em serviços de saúde; Organização Mundial da Saúde (OMS) – Segurança do paciente e prevenção de infecções.

Reunião Técnica dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 27 de abril de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

Confira sobre os cursos OTICS Rio: Clique aqui!

 

Confecção de Jogos Educativos Adaptados para a Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza confecção de jogos educativos para a prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 24 de abril de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado no trabalho da prevenção de arboviroses (como dengue, zika e chikungunya), com a confecção de jogos educativos adaptados, como quebra-cabeças, jogos da memória e caça-palavras com temas específicos, além de jogos de tabuleiro interativos e atividades práticas de identificação de focos do mosquito.

Jogos Educacionais Adaptados

  • Quebra-cabeças e Jogos da Memória: Utilizar imagens de medidas preventivas (pneus secos, caixas d’água tampadas, etc.) ou do ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti. Esses jogos estimulam a memória e a cognição enquanto transmitem informações importantes.
  • Caça-palavras e Palavras Cruzadas: Desenvolver passatempos com vocabulário relacionado às arboviroses (sintomas, prevenção, nomes dos mosquitos). Isso pode ser uma atividade relaxante, mas informativa, durante os intervalos.
  • Jogos de Tabuleiro Personalizados: Criar ou adaptar jogos de tabuleiro onde os jogadores avançam ao responder corretamente a perguntas sobre prevenção ou identificar potenciais criadouros do mosquito. Um exemplo adaptável é o “A Cidade Dorme”, que pode ser usado para ensinar sobre sintomas e prevenção de forma divertida.
  • Aplicativos e Jogos Digitais: Se houver acesso a dispositivos móveis, aplicativos como o “Caça Dengue” oferecem jogos como sete erros e coleta seletiva que abordam o tema de forma interativa.

Atividades Práticas e Interativas

  • Rodas de Conversa e Discussões: Organizar sessões curtas de diálogo onde os participantes podem compartilhar experiências, tirar dúvidas e discutir soluções para problemas específicos no ambiente de trabalho ou em casa.
  • “Agentes de Saúde” no Trabalho: Designar duplas ou trios de idosos como “fiscais” por um dia, com a tarefa de inspecionar o local de trabalho (áreas comuns, vasos de plantas, depósitos) em busca de potenciais focos de água parada, reportando-os de forma lúdica.
  • Sessões de “Brainstorming” de Soluções: Pedir aos idosos que pensem em soluções criativas para problemas de prevenção no local de trabalho. Estudos mostram que as ideias geradas pelos próprios participantes tendem a ser mais eficazes e memoráveis.
  • Distribuição de Materiais e Kits de Prevenção: Fornecer materiais informativos, como folhetos e cartilhas do Ministério da Saúde, e pequenos kits de prevenção (repelentes, areia para vasos de plantas).

Dicas para Implementação no Ambiente de Trabalho

  • Manter a Relevância: Adaptar as atividades para o contexto do local de trabalho, garantindo que as informações sejam diretamente aplicáveis ao seu dia a dia.
  • Promover a Interação Social: Focar em jogos e atividades em grupo para incentivar a cooperação e a troca de conhecimentos, o que é benéfico para a saúde mental e social dos idosos.
  • Flexibilidade e Inclusão: Considerar diferentes níveis de mobilidade e habilidades cognitivas, oferecendo uma variedade de opções para que todos possam participar.

 

A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 17 de abril de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 8 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

Confira sobre os cursos OTICS Rio: Clique aqui!

 

PET-Saúde (Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde)

 

No dia 14 de abril, das 16h às 17h, foi realizada, na sala de reunião da OTICS, uma agenda de trabalho voltada ao fortalecimento de iniciativas no campo da saúde pública, com foco no PET Saúde, na Vigilância Popular e nas emergências climáticas. O encontro contou com a participação de quatro integrantes e teve como objetivo central organizar e discutir a viabilidade de um projeto articulado entre a Vigilância Ambiental e a Divisão de Vigilância em Saúde (DVS), buscando ampliar estratégias de enfrentamento a desastres e eventos climáticos extremos no território. Durante a reunião, foram debatidas propostas relacionadas à construção da Vigilância Popular, compreendida como um importante instrumento de participação social e de fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Essa abordagem valoriza o conhecimento dos territórios e a atuação conjunta entre profissionais de saúde e comunidade, contribuindo para a identificação precoce de riscos e para a construção de respostas mais eficazes diante de situações de emergência.

A discussão sobre emergências climáticas destacou a crescente relevância do tema no contexto atual, marcado pelo aumento da frequência e intensidade de eventos extremos, como enchentes, ondas de calor e deslizamentos. Esses fenômenos impactam diretamente as condições de saúde da população, exigindo planejamento integrado, ações intersetoriais e o fortalecimento das vigilâncias em saúde para prevenção, mitigação e resposta rápida.

A importância da iniciativa está alinhada às diretrizes nacionais e internacionais que reconhecem as mudanças climáticas como um dos principais desafios para a saúde pública no século XXI. Nesse sentido, o encontro reforçou a necessidade de desenvolver planos de enfrentamento de desastres que considerem as especificidades locais, promovendo maior resiliência dos territórios e proteção das populações mais vulneráveis. A atividade foi conduzida por Isabela Sousa, representante da DVS, e Ney Jr, da área de Risco Não Biológico, que vêm atuando na articulação de estratégias voltadas à vigilância e à promoção da saúde em contextos de risco. A iniciativa contribui para o fortalecimento das ações de vigilância em saúde no território, incentivando práticas colaborativas e inovadoras no âmbito da gestão do SUS.

 

Como referências para o desenvolvimento das discussões, destacam-se documentos e diretrizes do Ministério da Saúde, como a Política Nacional de Vigilância em Saúde, além de publicações da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre mudanças climáticas e saúde, e materiais da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que abordam vigilância popular e impactos socioambientais na saúde. Esses referenciais reforçam a importância da integração entre vigilância, participação social e planejamento estratégico frente aos desafios impostos pelas emergências climáticas.

 

PET Saúde

 

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 13 de abril de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Cristina Gonçalves – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicada ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 10 de abril de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 8 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

Confira sobre os cursos OTICS Rio: Clique aqui!

 

Capacitação em Arboviroses da Vigilância Epidemiológica na AP 5.1

Capacitação em Arboviroses fortalece atuação da Vigilância Epidemiológica na AP 5.1

No dia 01 de abril de 2026, das 8h às 17h, foi realizado no auditório da OTICS o evento intitulado “Você já sabe, mas não custa lembrar – Arboviroses”, reunindo 45 participantes. A atividade teve como público-alvo os pontos focais para Vigilância Epidemiológica na Atenção Primária e da Rede de Urgência e Emergência. Durante a capacitação, foram abordados temas essenciais relacionados às arboviroses, incluindo notificação de casos, investigação laboratorial, análise do cenário epidemiológico e resolução de casos clínicos. O encontro proporcionou um espaço de troca de conhecimentos e alinhamento técnico entre os profissionais, contribuindo para o aprimoramento das práticas no território. O objetivo é propiciar maior entendimento e segurança aos profissionais quanto à execução dos fluxos da Vigilância Epidemiológica das arboviroses, qualificando o processo de notificação, investigação e resposta aos agravos.

As arboviroses, como dengue, chikungunya e zika, representam importantes desafios de saúde pública, especialmente em áreas urbanas. A qualificação contínua dos profissionais de saúde é fundamental para garantir a detecção precoce de casos, a adoção de medidas oportunas de controle e a redução de complicações e óbitos. Capacitações como esta fortalecem a integração entre os níveis de atenção e contribuem diretamente para a melhoria da vigilância e da assistência à população. A atividade foi conduzida pelas sanitaristas epidemiologistas Karen Abrahão e Graziele Rodrigues, que compartilharam conhecimentos técnicos e experiências práticas, promovendo um ambiente de aprendizado colaborativo.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

Fontes:

 

A vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e fortalecer uma sociedade saudável e resistente.

zé gotinha

Além de prevenir doenças graves, a imunização contribui para reduzir a disseminação desses agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde.