Saúde do Homem e da Pessoa Idosa

Nesta tarde, 22 de abril de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa, bem como à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

 

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Acessibilidade Comunicativa – Atenção à Saúde do Homem e do Idoso na AP 5.1

Neste dia, 20 de abril de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa, bem como à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1.

A atividade foi conduzida por Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães, administrativos surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Matriciamento com paciente surda – Acessibilidade Comunicativa na AP 5.1

Matriciamento com paciente surda fortalece ações de Acessibilidade Comunicativa na AP 5.1

Iniciativa reforça o compromisso da Atenção Primária com o cuidado inclusivo e o direito à comunicação acessível no SUS.

Na manhã do dia 21 de outubro de 2025, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu um matriciamento voltado ao acompanhamento de uma paciente surda atendida no Centro Municipal de Saúde Eithel Pinheiro – AP 5.1, no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS). A ação teve como foco o fortalecimento da Acessibilidade Comunicativa e do cuidado inclusivo na rede pública, assegurando o direito à comunicação acessível e ao acolhimento sem barreiras, conforme preconizado pelo Ministério da Saúde e pela Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência. Participaram do encontro, os apoiadores da CAP 5.1, Elvis Ferreira, apoiador da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães, apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa da CAP 5.1.

A mediação foi realizada por videochamada, possibilitando o diálogo direto entre a paciente e a equipe técnica. Durante o encontro, foram discutidos temas fundamentais para o aprimoramento do atendimento às pessoas surdas, como as barreiras de comunicação enfrentadas nos serviços de saúde, a importância da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como instrumento de inclusão, e a implementação de estratégias de acolhimento e escuta qualificada. Também foram abordadas adequações nos fluxos de atendimento e encaminhamento na rede SUS e o papel da Equipe de Acessibilidade Comunicativa no suporte técnico e pedagógico às equipes da Atenção Primária.

O matriciamento reafirma o compromisso da Área Programática 5.1 com a construção de uma saúde pública mais inclusiva, acessível e humanizada, em consonância com os princípios de equidade, integralidade e universalidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

O objetivo da ação foi fortalecer as práticas de Acessibilidade Comunicativa na APS, promovendo a formação continuada das equipes de saúde e o aprimoramento do cuidado prestado às pessoas surdas, garantindo o pleno exercício do direito à saúde e à comunicação acessível.

Fontes de referência:
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência (2022);
Lei nº 10.436/2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras);
Decreto nº 5.626/2005 – Regulamenta a Lei nº 10.436/2002;
Organização Mundial da Saúde – World Report on Hearing (2021);
Conselho Nacional de Saúde – Resolução nº 715/2023, sobre diretrizes de inclusão e acessibilidade comunicativa no SUS.