Qualificação de Ponto Focal da Equipe de Risco Biológico da AP 5.1

Qualificação fortalece atuação dos pontos focais de Risco Biológico na AP 5.1

Na manhã desta quarta-feira (24/06), foi realizada no Auditório da OTICS Bangu a capacitação “Qualificação de Ponto Focal da Equipe de Risco Biológico da AP 5.1”, reunindo cerca de 40 Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) que atuam nas unidades de saúde da Área Programática 5.1. A atividade foi conduzida por Áurea Caroline da Vale Silva, Vigilante em Saúde Ambiental (VSA) da AP 5.1, e teve como objetivo promover a qualificação técnico-operacional dos profissionais responsáveis por atuar como pontos focais de Risco Biológico em suas respectivas unidades.

Durante o encontro, foram abordadas as atribuições dos Agentes de Vigilância em Saúde relacionadas à identificação, monitoramento, prevenção e resposta aos riscos biológicos presentes nos serviços de saúde. A iniciativa buscou fortalecer o conhecimento técnico dos participantes, contribuindo para a padronização das ações e para o aprimoramento das práticas de vigilância em saúde ambiental no território.

A formação dos pontos focais é uma estratégia fundamental para ampliar a capacidade de resposta das unidades de saúde diante de situações que envolvam agentes biológicos, garantindo maior segurança para trabalhadores, usuários e para a comunidade. Além disso, a qualificação permanente desses profissionais fortalece a integração entre as equipes de vigilância e os serviços assistenciais, favorecendo a identificação precoce de riscos e a adoção de medidas preventivas eficazes.

De acordo com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde, a capacitação contínua dos profissionais de saúde é um dos pilares para a prevenção e o controle de eventos relacionados a riscos biológicos, contribuindo para a promoção de ambientes mais seguros e para a proteção da saúde pública.

A ação reafirma o compromisso da Vigilância em Saúde da AP 5.1 com a educação permanente e o fortalecimento das práticas de vigilância, qualificando os profissionais para atuarem de forma cada vez mais eficiente na prevenção e no manejo dos riscos biológicos em seus territórios.

A atividade foi conduzida por Áurea Caroline da Vale Silva, Vigilante em Saúde Ambiental (VSA) da AP 5.1.
Equipe de Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) que atuam nas unidades de saúde da Área Programática 5.1. 

 

Fontes para referência institucional:

Capacitação de Sutura para Enfermeiros da Atenção Primária Prisional (APP)

Capacitação fortalece autonomia dos enfermeiros da Atenção Primária Prisional na realização de suturas

Na terça-feira, 23 de junho de 2026, das 8h30 às 17h, o auditório da OTICS Bangu sediou a Capacitação de Sutura para Enfermeiros da Atenção Primária Prisional (APP), reunindo 21 enfermeiros em uma atividade de qualificação voltada ao aprimoramento técnico-científico e à ampliação da resolutividade da assistência prestada às pessoas privadas de liberdade. A capacitação foi organizada com o objetivo de fortalecer a autonomia do enfermeiro na realização de suturas em situações compatíveis com sua competência profissional, qualificando o atendimento realizado na Atenção Primária Prisional e contribuindo para um cuidado mais ágil, seguro e humanizado. A programação foi dividida em dois momentos. Durante a manhã, os participantes acompanharam a aula teórica, abordando princípios de avaliação de feridas, indicações e contraindicações para sutura, técnicas de assepsia, tipos de fios e materiais, critérios de encaminhamento e aspectos relacionados à segurança do paciente. No período da tarde, foi realizada a aula prática, permitindo aos profissionais desenvolver habilidades técnicas por meio de atividades supervisionadas. A capacitação teve como responsável técnica Michelle Bernardino Filgueira, Responsável Técnica de Enfermagem da Atenção Primária Prisional, e foi ministrada por Tulio Padilha, Enfermeiro e Coordenador da Residência do Programa de Residência em Enfermagem de Família e Comunidade (PREFC).

A realização desta atividade reforça a importância da Educação Permanente em Saúde (EPS) como estratégia para o desenvolvimento contínuo dos profissionais, promovendo atualização técnica, fortalecimento das competências clínicas e melhoria da qualidade da assistência. A qualificação em sutura amplia a capacidade de resposta da Atenção Primária, reduzindo encaminhamentos desnecessários para outros níveis de atenção, favorecendo o acesso oportuno ao cuidado e contribuindo para maior eficiência da rede de saúde no sistema prisional.

A realização desta atividade reforça a importância da Educação Permanente em Saúde (EPS) como estratégia para o desenvolvimento contínuo dos profissionais, promovendo atualização técnica, fortalecimento das competências clínicas e melhoria da qualidade da assistência. A qualificação em sutura amplia a capacidade de resposta da Atenção Primária, reduzindo encaminhamentos desnecessários para outros níveis de atenção, favorecendo o acesso oportuno ao cuidado e contribuindo para maior eficiência da rede de saúde no sistema prisional.

A iniciativa está alinhada aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e às diretrizes da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade (PNAISP), que preconizam o fortalecimento da Atenção Primária no sistema prisional por meio da qualificação das equipes multiprofissionais. Também observa as competências técnicas e legais do enfermeiro previstas pelo Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) e as diretrizes da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), que incentivam a formação contínua como instrumento de transformação das práticas de cuidado.

Turno da tarde, aula prática.

A etapa prática da capacitação desempenha um papel fundamental na formação dos profissionais, pois possibilita a aplicação dos conhecimentos teóricos em situações simuladas, desenvolvendo habilidades técnicas, raciocínio clínico e tomada de decisão. A prática supervisionada contribui para o aperfeiçoamento da execução da sutura, fortalece a segurança do enfermeiro no desempenho do procedimento e promove uma assistência mais qualificada, segura e resolutiva aos usuários dos serviços de saúde.

Equipe de Profissionais da Atenção Primária Prisional (APP) – AP 5.1

Fontes:

Equipe de Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Equipe de Acessibilidade Comunicativa prepara avaliação da 5ª turma do Curso Básico de Libras I

No dia 23 de junho de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, os profissionais Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Jaqueline Nascimento, apoiadora da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), da Saúde Integral da População Negra e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), realizaram mais um encontro de organização do processo de trabalho. Durante a reunião, a equipe dedicou-se à elaboração da avaliação que será aplicada aos alunos da quinta turma do Curso Básico de Libras I, cuja última aula está prevista para o dia 25 de junho de 2026. A construção do instrumento avaliativo tem como finalidade verificar os conhecimentos adquiridos ao longo da formação, contribuindo para a consolidação do aprendizado e para o aprimoramento das próximas edições do curso.

O planejamento coletivo das atividades pedagógicas representa uma etapa fundamental para garantir a qualidade do processo de ensino-aprendizagem, assegurando que os critérios de avaliação estejam alinhados aos objetivos do curso e às necessidades dos participantes. Além disso, fortalece a organização do trabalho em equipe e promove maior efetividade nas ações de educação permanente.

A oferta de capacitações em Língua Brasileira de Sinais (Libras) contribui para a qualificação dos profissionais de saúde, favorecendo uma comunicação mais acessível e inclusiva com a população surda. Essa iniciativa fortalece a humanização do atendimento, amplia o acesso aos serviços de saúde e reafirma o compromisso do Sistema Único de Saúde (SUS) com a equidade e a inclusão.

Fontes:

Reunião Mensal de Chefia da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho (PMGSF)

Reunião mensal de chefias fortalece o monitoramento da capacidade assistencial na Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho

Na manhã do dia 23 de junho de 2026, das 9h30 às 12h, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu recebeu a Reunião Mensal de Chefia da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho (PMGSF), reunindo oito chefias da unidade para um encontro voltado ao fortalecimento da gestão e ao acompanhamento dos indicadores assistenciais. A reunião teve como principal objetivo apresentar às chefias o painel de monitoramento da capacidade assistencial, promovendo a análise dos dados, a avaliação dos resultados alcançados e a discussão de estratégias de gestão capazes de qualificar os processos de trabalho e ampliar a eficiência dos serviços prestados à população. Conduzido por Ingrid Sayão, o encontro proporcionou um espaço de diálogo entre as lideranças da unidade, favorecendo a tomada de decisões baseada em evidências, o planejamento de ações e o acompanhamento sistemático dos indicadores de desempenho. A utilização de painéis de monitoramento permite identificar oportunidades de melhoria, otimizar a organização da assistência e fortalecer o planejamento estratégico da unidade.

A realização de reuniões periódicas de gestão é fundamental para consolidar uma cultura de avaliação contínua, transparência e governança, contribuindo para a qualificação da Atenção Primária à Saúde e para o aprimoramento da capacidade de resposta dos serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Esses espaços também fortalecem a integração entre as chefias, promovem o alinhamento institucional e favorecem a implementação de estratégias voltadas à melhoria da qualidade da assistência.

A iniciativa está em consonância com os princípios da gestão do SUS, que incentivam o uso de indicadores, do monitoramento e da avaliação como ferramentas essenciais para o planejamento, a organização e a melhoria contínua dos serviços de saúde.

Equipe de Chefia da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho (PMGSF) – AP 5.1.

Fontes:

Reunião da Vigilância Ambiental – Processo de Trabalho – AP 5.1

Reunião fortalece o processo de trabalho da Vigilância Ambiental na AP 5.1

Na manhã do dia 22 de junho de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu sediou um encontro técnico promovido pela Gerência de Vigilância Ambiental da AP 5.1, reunindo quatro profissionais para discutir o processo de trabalho da equipe e alinhar novas estratégias de organização das atividades desenvolvidas no território. A reunião foi conduzida por Nilson Rabelo, Responsável Técnico da Vigilância Ambiental da AP 5.1. O encontro teve como objetivo discutir as novas atribuições da equipe, revisar os fluxos de trabalho e promover o alinhamento das rotinas da Vigilância Ambiental, buscando fortalecer a integração entre os profissionais e aprimorar a execução das ações desenvolvidas nos serviços de saúde.

A Vigilância Ambiental em Saúde desempenha papel estratégico na identificação, monitoramento e controle dos fatores ambientais que podem interferir na saúde da população. Suas ações abrangem a prevenção de riscos relacionados à qualidade da água para consumo humano, ao controle de vetores, à exposição a contaminantes ambientais e a outros fatores que possam impactar as condições de vida e saúde da comunidade. O alinhamento dos processos de trabalho contribui para maior eficiência das equipes, fortalece a capacidade de resposta frente aos riscos ambientais e qualifica o planejamento das ações de vigilância, garantindo maior integração com a Atenção Primária à Saúde e com os demais componentes da Rede de Atenção à Saúde.

A iniciativa reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com o fortalecimento da Vigilância em Saúde, a qualificação permanente dos processos de trabalho e a promoção de ações integradas voltadas à proteção da saúde da população.

 

 

Fontes oficiais:

Planejamento de Ações de Promoção da Saúde do Homem na AP 5.1

Planejamento fortalece ações de promoção da Saúde do Homem na AP 5.1

Na manhã do dia 22 de junho de 2026, no laboratório de informática da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de Saúde do Homem no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi planejar e estruturar ações voltadas à promoção da saúde da população masculina, fortalecendo estratégias de prevenção de agravos, promoção da saúde e ampliação do acesso dos homens aos serviços da Atenção Primária à Saúde. A iniciativa também buscou qualificar o planejamento das equipes, contribuindo para a continuidade das ações e para a oferta de um cuidado integral, humanizado e resolutivo.

A Saúde do Homem é uma importante estratégia para reduzir a morbimortalidade masculina, estimular o autocuidado, ampliar o acesso aos serviços de saúde e incentivar a realização de ações preventivas, como vacinação, acompanhamento das doenças crônicas, promoção de hábitos saudáveis e rastreamento de fatores de risco. Essas diretrizes estão alinhadas à Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem, instituída pelo Ministério da Saúde, que busca facilitar e ampliar o acesso da população masculina às ações e aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).

A atividade também reforça a importância do planejamento como ferramenta para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a organização da assistência e promover ações de educação permanente voltadas às necessidades da população masculina no território.

 A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a qualificação contínua dos profissionais de saúde e com o fortalecimento das políticas públicas voltadas à promoção da saúde, à prevenção de doenças e ao cuidado integral da população.

Supervisão de equipe do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Lima Barreto

CAPS Lima Barreto realiza supervisão de equipe com foco na qualificação dos registros em prontuários

Na segunda-feira, 22 de junho, das 09h30 às 12h, foi realizada na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu a atividade de supervisão de equipe do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Lima Barreto. O encontro contou com a participação de membros da comissão de prontuários, totalizando quatro participantes. A atividade teve como objetivo principal avaliar os prontuários dos pacientes atendidos no CAPS, verificando sua conformidade com os padrões exigidos e identificando possíveis inconsistências. A partir dessa análise, foram sinalizadas orientações às equipes para adequações e melhorias nos registros, fortalecendo a qualidade da assistência e a segurança das informações em saúde. A supervisão foi conduzida por Priscila Lira, coordenadora administrativa do CAPS Lima Barreto, que destacou a importância do acompanhamento contínuo dos registros como ferramenta essencial para a organização do cuidado e a qualificação do processo de trabalho em saúde mental.

A iniciativa reforça o papel dos Centros de Atenção Psicossocial na consolidação de práticas alinhadas às diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente no que se refere à integralidade do cuidado e à qualidade da informação em saúde.

A organização e a qualidade dos registros em prontuário são orientadas por normativas do Ministério da Saúde e do Conselho Federal de Medicina, que estabelecem a obrigatoriedade de registros completos, legíveis e que garantam a continuidade do cuidado.

A ação contribui para o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), promovendo maior segurança, rastreabilidade das informações e qualificação do cuidado prestado aos usuários do SUS.

Fontes:

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 22 de junho de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Eduardo Rodrigues Marques, Agente de Vigilância em Saúde (AVS) da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território. Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 19 de junho de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Anailton Dantas – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

Fonte:

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Apresentação dos Trabalhos de Conclusão do Estágio Obrigatório dos acadêmicos de Odontologia

No dia 19 de junho de 2026, das 8h às 12h, o Laboratório de Informática da OTICS Bangu sediou a apresentação dos Trabalhos de Conclusão do Estágio Obrigatório dos acadêmicos de Odontologia das Faculdades Estácio de Sá e UniSãoJosé. A atividade marcou o encerramento do período de estágio curricular desenvolvido no setor de Odontologia da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho (PMGSF), na Área Programática 5.1, reunindo cinco estudantes para a exposição dos resultados das experiências e dos conhecimentos adquiridos durante a vivência prática nos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). O evento contou com a presença dos preceptores responsáveis pelo acompanhamento dos acadêmicos ao longo do estágio e da diretora da PMGSF, Ingrid Sayão, reforçando o compromisso da unidade com a formação de profissionais qualificados e preparados para atuar na rede pública de saúde. As apresentações evidenciaram a importância da integração entre a formação acadêmica e a prática assistencial, permitindo aos estudantes refletirem sobre os desafios, as estratégias de cuidado e a realidade do atendimento odontológico no SUS.

A realização do estágio obrigatório nos serviços de saúde fortalece a integração ensino-serviço-comunidade, promovendo uma formação alinhada aos princípios da universalidade, integralidade e equidade que norteiam o SUS. Além de contribuir para o desenvolvimento de competências técnicas e éticas dos futuros cirurgiões-dentistas, esse processo favorece a qualificação dos serviços de saúde por meio da troca de conhecimentos entre instituições de ensino e equipes multiprofissionais.

A apresentação dos trabalhos representa uma etapa fundamental do processo formativo, estimulando a reflexão crítica, a produção de conhecimento e a valorização das experiências vivenciadas no campo de prática. Iniciativas como essa reafirmam o papel da rede de saúde como espaço de aprendizagem, pesquisa e desenvolvimento profissional, contribuindo para a formação de trabalhadores cada vez mais preparados para responder às necessidades da população.

“Formar profissionais é investir no futuro da saúde. O estágio transforma conhecimento em experiência, aprendizado em compromisso e estudantes em futuros profissionais do SUS.”