Reunião Técnica dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 18 de maio de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Medidas Socioeducativas em Meio Aberto AP 5.1

No turno da tarde do dia 14 de maio de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu Jaqueline Nascimento, apoiadora da Equipe de Acessibilidade/Rede de Atenção Psicossocial (RAP) da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, para a construção de uma apresentação de trabalho com o tema “Adolescente em cumprimento de medida socioeducativa em meio aberto AP 5.1: ações e desafios”. A atividade teve como objetivo organizar e estruturar conteúdos voltados à reflexão sobre o acompanhamento de adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto, destacando as ações desenvolvidas no território da Área Programática 5.1, bem como os principais desafios enfrentados pelas equipes da rede intersetorial. O trabalho busca fortalecer o diálogo entre saúde, assistência social, educação e demais serviços envolvidos no cuidado integral desses adolescentes. A construção da apresentação representa um importante instrumento de educação permanente e articulação em rede, contribuindo para a ampliação do debate sobre garantia de direitos, inclusão social e promoção da saúde mental de adolescentes em situação de vulnerabilidade social. O tema também reforça a importância do cuidado humanizado e da atuação integrada dos serviços públicos no acompanhamento de jovens em medidas socioeducativas, considerando suas singularidades, contextos sociais e necessidades de saúde.

As medidas socioeducativas em meio aberto, previstas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), têm caráter pedagógico e visam promover a responsabilização do adolescente, ao mesmo tempo em que garantem acesso à educação, saúde, cultura, convivência familiar e comunitária. Nesse contexto, o fortalecimento das redes de atenção e proteção social é essencial para a construção de estratégias de cuidado, acolhimento e reinserção social. A atuação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e das equipes de Saúde Integral da População Negra (SIPN) também se destaca como fundamental no enfrentamento das desigualdades sociais e raciais que impactam diretamente a vida de adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas, ampliando o acesso ao cuidado integral e às políticas públicas de saúde.

Fontes:
Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) – Lei nº 8.069/1990;
Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE);
Ministério da Saúde – Rede de Atenção Psicossocial (RAPS);
Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN).

Acessibilidade Comunicativa

Na tarde do dia 14 de maio de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço de encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, e Renata Reis, fonoaudióloga do Centro Especializado em Reabilitação (CER), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa, além da elaboração do roteiro e construção de um vídeo educativo sobre o tema. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência;
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015);
Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da Universalidade, Equidade e Integralidade.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) Zona Oeste

Na manhã do dia 14 de maio de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a enfermeira Laís Borges Braz, integrante da equipe do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) Zona Oeste, para a realização da síntese do levantamento das práticas de saúde mental e trabalho desenvolvidas pelos CERESTs regionais e municipais do Estado do Rio de Janeiro. A atividade também contemplou a análise epidemiológica dos casos de violência relacionada ao trabalho no Estado do Rio de Janeiro (ERJ), no período de 2023 a 2025, reforçando a importância do monitoramento e da vigilância em saúde do trabalhador. O encontro teve como objetivo consolidar informações estratégicas sobre as práticas de cuidado em saúde mental voltadas aos trabalhadores, além de analisar os impactos das violências relacionadas ao ambiente laboral, contribuindo para o fortalecimento das ações de vigilância, prevenção e promoção da saúde nos territórios. A iniciativa possibilita identificar padrões epidemiológicos, fatores de risco e necessidades de intervenção, subsidiando políticas públicas e ações integradas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Os Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) compõem a Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST) e têm como principal função promover ações de vigilância, prevenção, assistência e educação em saúde relacionadas aos agravos decorrentes das condições de trabalho. Os CERESTs atuam no apoio técnico às equipes de saúde, na investigação de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho e na construção de estratégias que garantam ambientes laborais mais seguros e saudáveis para a população trabalhadora.

A análise epidemiológica das violências relacionadas ao trabalho representa uma ferramenta essencial para compreender a realidade enfrentada pelos trabalhadores e fortalecer a implementação de ações intersetoriais de cuidado e proteção. Além disso, o levantamento das práticas de saúde mental evidencia a crescente necessidade de discutir o impacto do trabalho na saúde emocional dos profissionais, sobretudo diante dos desafios contemporâneos vivenciados nos diferentes setores laborais.

Fontes:
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNSTT);
Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz);
Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST).

Curso de Libras para Profissionais da Atenção Primária da AP 5.1

Neste dia, 14 de maio de 2026, turno da manhã, no auditório da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, tivemos a nona aula da 5ª turma do Curso Básico I de Libras. A atividade contou com o apoio de Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa), além de Renata Reis, fonoaudióloga do CER, responsável pela mediação do curso. O público-alvo da formação é composto por profissionais de saúde da Atenção Primária, e o principal objetivo do curso é capacitá-los para se comunicar de forma eficaz e humanizada com pacientes surdos, contribuindo para a melhoria do acesso, da qualidade do atendimento e da experiência em saúde da comunidade surda. A proposta vai além do ensino da língua, contemplando também a compreensão da cultura surda, fundamental para a promoção de um atendimento mais inclusivo e para a redução das barreiras de comunicação nos serviços de saúde.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua com estrutura própria, de modalidade visual-espacial, distinta da língua portuguesa. Assim como outras línguas naturais, a Libras possui níveis linguísticos como fonologia, morfologia, sintaxe e semântica, além de um vocabulário próprio, composto por sinais.

É importante destacar que a Libras não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa, que permanece como língua oficial do país, mas se configura como um instrumento essencial para garantir o direito à comunicação das pessoas surdas. Nesse sentido, a qualificação dos profissionais de saúde em Libras representa um avanço significativo na construção de um sistema de saúde mais acessível, equitativo e humanizado.

Fontes e referências
Lei nº 10.436/2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais como meio legal de comunicação e expressão
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
Ministério da Educação – Diretrizes para educação e difusão da Libras

Grupo de Estudos Saúde da População Negra

Grupo de Estudos Saúde da População Negra reafirma compromisso com a equidade em saúde no OTICS

No dia 14 de maio de 2026, o auditório do Espaço da OTICS foi palco do Grupo de Estudos Saúde da População Negra, reunindo 21 participantes entre trabalhadores da saúde, estudantes da área e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro, realizado das 09h às 12h, teve como foco “Dados Epidemiológicos do Município  do Rio de Janeiro”, reforçando o compromisso com a redução das desigualdades raciais no acesso e na qualidade dos serviços de saúde no país. O evento foi conduzido por Amanda de Almeida, psicóloga do Centro de Estudos Imas Juliano Moreira, que apresentou, através da análise de dados e indicadores de saúde, o grupo busca contribuir para a compreensão do perfil epidemiológico da população negra carioca, identificando fatores que influenciam o acesso aos serviços de saúde, a incidência de doenças, os índices de mortalidade e as condições de vulnerabilidade social. O trabalho desenvolvido visa apoiar a construção de estratégias de cuidado, prevenção e promoção da saúde fundamentadas nos princípios da integralidade, equidade e justiça social.

A Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) é um marco das políticas públicas brasileiras e orienta ações de promoção, atenção e prevenção, além de combater o racismo institucional no SUS. Ela define princípios e diretrizes para assegurar a equidade no atendimento e a participação da população negra na gestão das ações de saúde.

Foram discutidos temas como o reconhecimento das desigualdades raciais em saúde, a importância da autodeclaração de cor/raça nos sistemas de informação em saúde para melhorar o planejamento e a avaliação de políticas públicas, e estratégias de educação permanente dos trabalhadores de saúde com foco na equidade racial. Essas discussões são fundamentais para garantir que o SUS atenda de forma efetiva e justa a população negra, que historicamente enfrenta barreiras estruturais e sociais no acesso aos serviços de saúde.

No âmbito municipal, o compromisso com a saúde da população negra é reforçado pela Lei nº 7.749/22, que instituiu o Programa Municipal de Saúde Integral da População Negra Carioca, alinhado à PNSIPN. A lei prevê o desenvolvimento de ações integradas de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde deste grupo, com monitoramento e participação social como elementos essenciais para sua efetivação. Esse programa conta ainda com um Grupo Gestor Especial de Saúde da População Negra, vinculado ao Gabinete da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, responsável pela implementação transversal das ações nos serviços da capital.

A organização do evento ressaltou que iniciativas como essa são essenciais não apenas para a divulgação de políticas públicas, mas também para fomentar práticas transformadoras no cotidiano dos serviços de saúde, contribuindo diretamente para a redução das desigualdades raciais no Brasil.

Ao unir profissionais, estudantes e usuários do SUS, o Grupo de Estudos Saúde da População Negra reforça o compromisso com um sistema de saúde mais inclusivo e sensível às especificidades étnico-raciais, estimulando diálogos e ações que se traduzem em melhorias concretas nas práticas de saúde.

Fonte: https://saude.prefeitura.rio/populacao-negra/?utm_source=chatgpt.com

Oficina de Indicadores – SIAPS

No dia 13 de maio de 2026, das 14h às 17h, o auditório da OTICS Bangu sediou a reunião sobre o novo financiamento da Atenção Primária à Saúde (APS), reunindo cerca de 30 participantes entre agentes comunitários de saúde (ACS), enfermeiras, médicos, dentistas, técnicos em saúde bucal (TSB), auxiliares em saúde bucal (ASB), técnicos de enfermagem e equipe e-Multi. A atividade teve como objetivo atualizar e capacitar os profissionais de saúde sobre as mudanças relacionadas ao novo modelo de financiamento da Atenção Primária, fortalecendo o conhecimento técnico das equipes e contribuindo para a qualificação dos processos de trabalho desenvolvidos nas unidades de saúde do território. A reunião foi conduzida por Geciane Sant’Anna da DICA, Priscila Souza – Analista – DICA e Vânia, Enfª – DICA, a partir de solicitação de Julia Marques, do GT CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho. Durante o encontro, foram abordadas as principais diretrizes e atualizações referentes ao financiamento da APS, destacando os impactos na organização da assistência, no planejamento das ações e no monitoramento dos indicadores de saúde.

Oficina de Indicadores Financiamento Federal – SIAPS

O espaço possibilitou troca de experiências, esclarecimento de dúvidas e alinhamento das equipes multiprofissionais quanto às estratégias necessárias para fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, considerada a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). A capacitação dos profissionais contribui diretamente para a melhoria da qualidade do cuidado prestado à população, além de favorecer maior efetividade na gestão e no acompanhamento das ações em saúde.

O novo modelo de financiamento da Atenção Primária visa ampliar a qualidade da assistência, fortalecer o acesso da população aos serviços de saúde e estimular o monitoramento de indicadores e resultados, promovendo maior eficiência e organização no SUS. Nesse contexto, encontros técnicos e espaços de educação permanente tornam-se fundamentais para atualização contínua das equipes e fortalecimento das práticas assistenciais no território.

A realização da atividade reafirma o compromisso da OTICS Bangu com a educação permanente em saúde, a qualificação profissional e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à Atenção Primária, contribuindo para um SUS mais resolutivo, humanizado e integrado.

Reunião Técnica sobre Saúde Integral da População Negra

No dia 13 de maio de 2026, no turno da manhã, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu sediou a Reunião Técnica sobre Saúde Integral da População Negra, promovendo um importante espaço de diálogo, alinhamento e fortalecimento das ações desenvolvidas nos territórios da Área Programática 5.1. A atividade contou com a participação presencial de Jaqueline Nascimento, apoiadora da Equipe de Acessibilidade/Rede de Atenção Psicossocial (RAP) da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, enquanto os demais profissionais participaram de maneira remota. A reunião reuniu apoiadores da Atenção Primária à Saúde e integrantes do grupo gestor da Saúde Integral da População Negra (SIPN), tendo como principal objetivo discutir pontos estratégicos voltados ao fortalecimento das ações coletivas desenvolvidas no território. Durante o encontro, foram debatidos temas relacionados ao alinhamento dos processos de trabalho, aos desafios encontrados nas ações territoriais e às sugestões para qualificação das práticas desenvolvidas pelas equipes de saúde.

Entre os assuntos abordados estiveram a organização do cronograma de visitas técnicas, a apresentação do relatório das ações realizadas durante o Novembro Negro de 2025, com destaque para as atividades de maior impacto e visibilidade, além da discussão sobre os grupos de trabalho atuantes nos territórios e o planejamento relacionado às Conferências Distritais de 2026. Também foi pautada a retomada do Comitê Técnico de Saúde da População Negra, considerado um importante espaço de construção coletiva, participação social e fortalecimento das políticas públicas voltadas à equidade racial em saúde.

O encontro reforçou a importância da articulação entre gestão, apoiadores institucionais e equipes da Atenção Primária à Saúde para o fortalecimento das ações de promoção da equidade e enfrentamento das desigualdades raciais no Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa contribui para o desenvolvimento de estratégias mais inclusivas e territorializadas, promovendo cuidado integral, acessível e humanizado à população negra.

A Saúde Integral da População Negra é uma política pública instituída pelo Ministério da Saúde por meio da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), criada pela Portaria GM/MS nº 992, de 13 de maio de 2009. A política reconhece o racismo como determinante social de saúde e estabelece diretrizes para a redução das desigualdades étnico-raciais no SUS, fortalecendo ações de promoção da equidade, prevenção de agravos e ampliação do acesso aos serviços de saúde.

A realização de reuniões técnicas e espaços de educação permanente fortalece a construção coletiva das ações em saúde, amplia o diálogo entre os territórios e reafirma o compromisso da gestão com a promoção da equidade racial, da participação social e da consolidação de um SUS mais democrático, inclusivo e humanizado.

Fontes:

Reunião de Equipe do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) Zona Oeste

No dia 12 de maio de 2026, das 13h às 16h, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu sediou a reunião de equipe do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) Zona Oeste. O encontro reuniu 6 participantes de forma presencial e teve como objetivo fortalecer o planejamento das ações desenvolvidas pela equipe, além de promover alinhamento técnico e integração entre os profissionais do serviço. A atividade foi conduzida pela equipe do CEREST Zona Oeste e organizada por Simone Leite, Supervisora do CEREST Zona Oeste – AVS/CAP 5.1. Durante a reunião, foram discutidas as atividades realizadas pela equipe, o acolhimento relacionado aos dias trabalhados e o treinamento voltado à realização das oficinas desenvolvidas pelo serviço, visando qualificar ainda mais as ações ofertadas aos trabalhadores do território. O encontro destacou a importância da educação permanente em saúde como ferramenta estratégica para o fortalecimento das práticas de cuidado, da vigilância em saúde do trabalhador e da organização dos processos de trabalho. Além disso, o espaço de escuta e troca entre os profissionais contribui para a construção coletiva de estratégias mais eficazes no acompanhamento e na promoção da saúde dos trabalhadores assistidos pelo CEREST.

Os Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CERESTs) integram a Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST), instituída pelo Ministério da Saúde, e têm papel fundamental na promoção, prevenção, vigilância e assistência à saúde dos trabalhadores, atuando na identificação dos riscos relacionados ao trabalho e na construção de ambientes laborais mais seguros e saudáveis.

A realização de reuniões técnicas e momentos de capacitação fortalece a atuação multiprofissional das equipes, amplia a qualidade do cuidado prestado à população trabalhadora e contribui para a consolidação das políticas públicas voltadas à Saúde do Trabalhador no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fontes:

Reunião de Planejamento com Nível Central e CAP 5.1

No dia 12 de maio de 2026, foi realizada uma reunião remota de planejamento entre representantes do Nível Central da Secretaria Municipal de Saúde e da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1), com o objetivo de alinhar e fortalecer as ações desenvolvidas pela Rede de Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde (RAP da Saúde) no território da AP 5.1. A atividade contou com a participação presencial de Jaqueline Nascimento, apoiadora da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1. O encontro teve como foco principal o planejamento de estratégias integradas para a execução de ações voltadas à promoção da saúde, ao cuidado integral e à ampliação do acesso da população aos serviços ofertados pela rede pública de saúde. Entre os temas discutidos, destacaram-se o fortalecimento das práticas de promoção da saúde no território, a articulação entre os diferentes setores da rede e o desenvolvimento de ações voltadas à inclusão, acessibilidade e equidade no cuidado em saúde.

A reunião reforça a importância do trabalho intersetorial e do planejamento integrado entre os diferentes níveis de gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), contribuindo para o fortalecimento das políticas públicas de saúde e para a melhoria da qualidade de vida da população atendida na AP 5.1. O alinhamento entre Nível Central e CAP possibilita maior efetividade na implementação das ações territoriais, garantindo que as estratégias estejam adequadas às necessidades locais e promovam cuidado humanizado, acessível e integral. A iniciativa também dialoga com os princípios da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS), instituída pelo Ministério da Saúde por meio da Portaria nº 2.446, de 11 de novembro de 2014, que visa promover equidade e melhoria das condições de vida da população brasileira por meio de ações articuladas e integradas entre diferentes setores. Além disso, as discussões fortalecem os princípios da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), criada pela Portaria nº 3.088, de 23 de dezembro de 2011, que estabelece diretrizes para o cuidado integral às pessoas em sofrimento psíquico e com necessidades relacionadas à saúde mental.

Outro importante eixo contemplado na reunião foi a valorização das ações voltadas à Saúde Integral da População Negra, em consonância com a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), instituída pela Portaria GM/MS nº 992, de 13 de maio de 2009, que reconhece o racismo como determinante social em saúde e propõe estratégias de enfrentamento das desigualdades étnico-raciais no SUS.

A atividade reafirma o compromisso da gestão com a educação permanente em saúde, a promoção da equidade, a acessibilidade comunicativa e o fortalecimento das redes de cuidado no território, contribuindo para a consolidação de um SUS mais inclusivo, humanizado e democrático.