Georreferenciamento e Análise Territorial em Saúde

Segundo grupo de estudantes do IFRJ participa de capacitação em Georreferenciamento na OTICS Bangu

No dia 1º de outubro de 2026, a OTICS Bangu – AP 5.1 – SMS – RJ realizou mais uma etapa do treinamento sobre Georreferenciamento e Geoprocessamento aplicado à Saúde, desta vez voltada ao segundo grupo de estudantes do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). A atividade foi conduzida por Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1, e contou também com a participação de Erica Rodrigues, enfermeira da CAP 5.1. O treinamento teve como objetivo ampliar o conhecimento dos estudantes sobre os conceitos, ferramentas e possibilidades de utilização do georreferenciamento e do geoprocessamento no campo da Saúde Pública. Durante a atividade, foram apresentados exemplos de como as informações espaciais podem ser utilizadas para compreender melhor o território e relacionar dados referentes à população, aos serviços de saúde, aos agravos e às diferentes características sociodemográficas presentes em uma determinada área. Ao longo do encontro, os estudantes puderam conhecer aspectos relacionados à análise territorial e espacial, compreendendo a importância dos mapas e das ferramentas de geoprocessamento para organizar, visualizar e interpretar informações de saúde. A espacialização desses dados possibilita uma visão mais ampla das características do território e pode contribuir para a identificação de necessidades e vulnerabilidades, apoiando o planejamento das ações de saúde. O Ministério da Saúde destaca o geoprocessamento como uma ferramenta importante para a análise territorial e para a compreensão da distribuição espacial de informações relacionadas à saúde.

A utilização do geoprocessamento possui grande relevância para a Atenção Primária à Saúde, especialmente no diagnóstico territorial, no planejamento das ações, na vigilância em saúde e na organização dos serviços. O Ministério da Saúde destaca que o processo de territorialização e a análise epidemiológica e demográfica contribuem para compreender as condições de vida da população adscrita e apoiar o planejamento das equipes.

A atividade também proporcionou aos estudantes do IFRJ uma aproximação com a realidade do Sistema Único de Saúde (SUS), permitindo conhecer, na prática, como ferramentas de informação territorial podem contribuir para o planejamento e a gestão em saúde. A aproximação entre instituições de ensino e serviços de saúde fortalece a formação dos estudantes e favorece a troca de conhecimentos e experiências.

A realização desta segunda turma reforça o compromisso da OTICS Bangu com a educação permanente, a integração ensino-serviço e a disseminação de conhecimentos e tecnologias que contribuam para o fortalecimento da gestão, da vigilância e da Atenção Primária à Saúde no território da AP 5.1.

Fontes:

Estudantes do IFRJ participam de treinamento sobre Georreferenciamento em Saúde

Treinamento sobre Georreferenciamento aproxima estudantes do IFRJ das ferramentas de análise territorial em saúde

A OTICS Bangu – AP 5.1 – SMS – RJ promoveu um treinamento sobre Georreferenciamento, destinado aos estudantes do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). A atividade foi conduzida por Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1, e contou também com a participação de Erica Rodrigues, enfermeira da CAP 5.1. O treinamento teve como objetivo apresentar aos estudantes conceitos e aplicações do georreferenciamento e do geoprocessamento no contexto da saúde, demonstrando como as informações espaciais podem ser utilizadas para compreender a distribuição de pessoas, serviços, agravos e demais características presentes no território. Durante a atividade, foram abordados aspectos relacionados à análise territorial e espacial, destacando a importância dos mapas e das ferramentas de geoprocessamento para organizar, visualizar e interpretar informações de saúde. A utilização dessas tecnologias permite relacionar dados epidemiológicos e sociodemográficos à localização geográfica, contribuindo para uma compreensão mais precisa das características e necessidades de diferentes territórios.

O georreferenciamento possui importante aplicação na área da Saúde Pública, especialmente no planejamento e na organização das ações da Atenção Primária à Saúde. A espacialização das informações possibilita identificar áreas de maior vulnerabilidade, apoiar o diagnóstico territorial, orientar a distribuição de recursos e subsidiar a definição de estratégias de promoção, prevenção e assistência à saúde. A atividade também contribuiu para aproximar os estudantes do IFRJ da realidade do SUS, proporcionando uma experiência prática sobre a utilização de ferramentas de informação territorial aplicadas ao planejamento em saúde. Nesse contexto, a integração entre instituições de ensino e serviços de saúde favorece a formação de profissionais mais preparados para utilizar dados e tecnologias como instrumentos de apoio à tomada de decisão.

A iniciativa reforça a importância do geoprocessamento como ferramenta de apoio à gestão e à vigilância em saúde, contribuindo para que as equipes conheçam melhor o território em que atuam e possam planejar ações de acordo com as necessidades identificadas.

Fontes

OTICS Bangu Promove Integração entre Ensino e Serviço em Atividade de Vigilância em Saúde

OTICS Bangu recebe alunos de Medicina para atividade de extensão sobre Vigilância em Saúde

No dia 18 de setembro de 2026, das 8h às 13h, o Auditório da OTICS Bangu recebeu 40 alunos do 2º período do curso de Medicina da Universidade Castelo Branco (UCB) para a realização da Aula Atividade de Extensão II – Análise Epidemiológica: Vigilância em Saúde. A atividade teve como proposta aproximar os estudantes da realidade da Vigilância em Saúde, proporcionando uma experiência integrada entre conhecimento acadêmico e prática nos serviços de saúde. A programação contou com a realização de um seminário da disciplina, seguido de uma visita aos setores que integram a Vigilância em Saúde, permitindo aos alunos conhecer diferentes áreas, atribuições e processos de trabalho desenvolvidos no território. A atividade foi conduzida por Graziele Marques Rodrigues, epidemiologista e docente da Universidade Castelo Branco, que acompanhou os estudantes durante a programação.

A aproximação entre instituições de ensino e serviços de saúde contribui para uma formação profissional mais conectada às necessidades da população e aos desafios encontrados no território. Nesse contexto, atividades de extensão possibilitam aos estudantes ampliar a compreensão sobre o papel da Vigilância em Saúde na identificação, monitoramento e enfrentamento de riscos e agravos à saúde. Durante a visita aos setores, os estudantes puderam conhecer, de forma prática, aspectos relacionados à atuação da Vigilância em Saúde e sua articulação com as demais áreas da rede, favorecendo a compreensão da importância da análise epidemiológica para o planejamento e a tomada de decisões em saúde.

A iniciativa também reforça a importância da Educação Permanente e da integração ensino-serviço-comunidade, aproximando a formação acadêmica das práticas desenvolvidas no Sistema Único de Saúde (SUS).

Armadilha entomológica utilizada para captura e monitoramento de mosquitos, apresentada durante a aula de Vigilância em Saúde.  O equipamento tem uma estrutura cilíndrica, com uma parte superior que funciona como sistema de atração/captura e um compartimento onde os insetos podem ser retidos. Só pela fotografia, eu evitaria afirmar o modelo exato da armadilha, porque existem diferentes equipamentos com aparência semelhante. Essas armadilhas fazem parte da vigilância entomológica, que acompanha a presença, a abundância e a distribuição de mosquitos de importância sanitária, especialmente os vetores das arboviroses.

 

Fontes

Treinamento de Prevenção e Combate a Incêndio

Treinamento de Prevenção e Combate a Incêndio é realizado na OTICS Bangu

No dia 10 de setembro de 2026, às 13h30, o auditório da OTICS Bangu recebeu o Treinamento de Prevenção e Combate a Incêndio, destinado a 25 profissionais da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1. A capacitação foi conduzida por profissionais da Coordenação de Engenharia e Arquitetura (CEA), equipe responsável por apoiar e orientar questões relacionadas à infraestrutura, segurança, manutenção e adequação dos espaços físicos dos serviços de saúde, com a participação de Simone da Cruz Silva Fernandes, da Direção da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

A prevenção e o combate a incêndios são fundamentais para promover a segurança de profissionais, usuários e demais pessoas que circulam nos estabelecimentos de saúde. A capacitação contribui para que os trabalhadores reconheçam situações de risco, adotem medidas preventivas e saibam como agir de forma adequada diante de uma situação de emergência. Em ambientes de saúde, onde há circulação de pessoas, equipamentos, materiais e diferentes instalações, o conhecimento sobre procedimentos de prevenção e resposta a incêndios é uma importante ferramenta para a redução de riscos e proteção da vida e do patrimônio.

O treinamento teve como objetivo orientar e informar os profissionais sobre medidas de prevenção de incêndios, contribuindo para o reconhecimento de situações de risco e para a adoção de condutas adequadas em situações de emergência. Durante a atividade, foram abordados conteúdos relacionados à prevenção de incêndios, reforçando a importância da atuação consciente e segura dos profissionais no ambiente de trabalho. O público-alvo, foram os profissionais da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

🧯 Segurança começa com prevenção! Registro do treinamento de Prevenção e Combate a Incêndio, realizado com profissionais da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1. 🚒👏

Fontes:

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) – informações e orientações relacionadas à prevenção e segurança contra incêndios:
Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – normas e orientações relacionadas à segurança e infraestrutura dos estabelecimentos de saúde:
Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Ministério do Trabalho e Emprego – NR-23 (Proteção Contra Incêndios) – estabelece medidas de prevenção contra incêndios nos ambientes de trabalho:
Norma Regulamentadora nº 23 – Proteção Contra Incêndios

Nós na Rede encerra 2º Ciclo na OTICS Bangu

2º Ciclo do Projeto Nós na Rede fortalece a Educação Permanente na Rede de Atenção Psicossocial

Nesta terça-feira, 1º de setembro de 2026, a OTICS Bangu recebeu o 5º e último encontro presencial do 2º Ciclo do Projeto Nós na Rede – Educação Permanente para a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no SUS. A atividade foi realizada das 9h às 16h30, encerrando o cronograma presencial iniciado em março deste ano. O projeto é uma iniciativa do Ministério da Saúde, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), voltada à qualificação de trabalhadores que atuam na Rede de Atenção Psicossocial do Sistema Único de Saúde. A edição de 2026 possui carga horária de 120 horas, com formação híbrida, contemplando atividades a distância e encontros presenciais nos territórios. A Fiocruz Brasília registra a oferta de 42 mil vagas no curso em 2026.

Na OTICS Bangu, o ciclo formativo foi organizado em cinco encontros presenciais, realizados nos dias 24 de março, 12 de maio, 9 de junho, 4 de agosto e 1º de setembro de 2026, proporcionando aos participantes momentos de estudo, reflexão, troca de experiências e construção coletiva relacionados ao cuidado em saúde mental. O público-alvo é composto por profissionais de nível universitário, técnico e médio que atuam na RAPS. A proposta do curso valoriza os saberes e as experiências dos trabalhadores nos territórios, fortalecendo processos de Educação Permanente em Saúde e a atuação integrada dos serviços da rede.

O Projeto Nós na Rede tem como objetivo fortalecer e qualificar as práticas de cuidado em saúde mental no SUS, estimulando o trabalho em equipe, a articulação entre os diferentes pontos de atenção e a construção de estratégias de cuidado em liberdade nos territórios. A formação também contribui para o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial, promovendo a reflexão sobre as práticas profissionais e a construção de respostas às necessidades de saúde da população. No 2º ciclo, a formação aborda temas relacionados à atenção psicossocial, território, saúde mental, justiça e uso de substâncias, entre outros conteúdos vinculados ao cuidado em rede. A Educação Permanente em Saúde é uma importante estratégia para aprimorar os processos de trabalho e qualificar a atenção oferecida aos usuários do SUS. No campo da saúde mental, iniciativas como o Nós na Rede favorecem a integração entre profissionais e serviços, ampliando a capacidade da RAPS de ofertar um cuidado humanizado, territorializado e pautado na garantia de direitos.

O Ministério da Saúde destaca que o 2º ciclo do projeto busca fortalecer a saúde mental no SUS por meio de práticas de cuidado em liberdade, atuação em equipe e articulação em rede nos territórios. A atividade foi conduzida por Patrícia Miranda, Gerente II – SMS/SUBPAV/SSM, matrícula nº 11/224100-8, responsável pelo processo formativo junto aos participantes. Com o encerramento do quinto encontro presencial, o 2º Ciclo do Projeto Nós na Rede conclui uma importante etapa de formação e qualificação dos profissionais da RAPS, reforçando o compromisso com a Educação Permanente e com o fortalecimento das políticas públicas de saúde mental no SUS.

Fontes oficiais

OTICS Bangu promove conclusão do curso Comportamento Mais Seguro

No dia 31 de agosto de 2026, às 8h30, o Lab Informática da OTICS Bangu sediou a atividade de conclusão do curso “Comportamento Mais Seguro”, destinada aos profissionais da Atenção Primária à Saúde. A atividade contou com a participação de 20 profissionais, de forma on-line, e foi conduzida por Waleska da Silva Azalino, psicóloga do DAPS 5.1. O encontro marcou a conclusão do curso e proporcionou um momento de integração, reflexão e consolidação dos conhecimentos trabalhados ao longo da capacitação. O curso teve como objetivo contribuir para o desenvolvimento de comportamentos e práticas mais seguros no ambiente de trabalho, estimulando a reflexão dos profissionais sobre suas atitudes, responsabilidades e participação na construção de ambientes mais seguros e qualificados.

A adoção de comportamentos seguros é um importante componente para a melhoria dos processos de trabalho em saúde. A qualificação dos profissionais e a educação permanente contribuem para o fortalecimento das práticas de cuidado, para a prevenção de riscos e para a melhoria da qualidade dos serviços prestados à população. Nesse contexto, iniciativas de capacitação como o “Comportamento Mais Seguro” fortalecem a cultura de segurança e estimulam os profissionais da Atenção Primária a incorporar conhecimentos e atitudes que contribuam para processos de trabalho mais seguros e eficientes. A realização de atividades de educação permanente também reforça o compromisso da OTICS Bangu com a qualificação dos trabalhadores do SUS e com o fortalecimento das ações desenvolvidas no território da AP 5.1 – SMS – RJ.

 

Referências

  • BRASIL. Ministério da Saúde. Segurança do Paciente. O Ministério da Saúde destaca a importância da adoção de práticas seguras, da organização do trabalho, da comunicação entre profissionais e da capacitação das equipes.
    Segurança do Paciente – Ministério da Saúde

Capacita Coren Aborda Ética e Prevenção ao Assédio

Capacita Coren promove capacitação sobre ética, segurança profissional e prevenção ao assédio na Enfermagem

Atividade reuniu cerca de 40 enfermeiros e técnicos de enfermagem da AP 5.1, na OTICS Bangu, para atualização profissional e reflexão sobre práticas éticas e relações no ambiente de trabalho.

Na manhã desta quinta-feira, 20 de agosto de 2026, a OTICS Bangu recebeu a capacitação “Jornada Ética e Segurança Profissional na Enfermagem – Módulo 2: Assédio Moral e Sexual: Dilemas, Prevenção e Comunicação Não Violenta”. A atividade foi realizada das 9h às 13h e reuniu aproximadamente 40 enfermeiros e técnicos de enfermagem da Área de Planejamento 5.1 (AP 5.1).

Promovido no âmbito do Capacita Coren, o encontro teve como objetivo atualizar e qualificar os profissionais de Enfermagem, fortalecendo conhecimentos relacionados aos princípios éticos, à segurança profissional e à construção de relações de trabalho pautadas pelo respeito, diálogo e responsabilidade. A capacitação foi conduzida pela Dra. Rosimere Maria, presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ), em parceria com a enfermeira Lenir Marçal e a CAP 5.1. A iniciativa integra uma programação de educação e atualização profissional voltada à equipe de Enfermagem.

Ética e Segurança Profissional em Foco

Durante o encontro, foram discutidos aspectos relacionados à ética profissional na Enfermagem, com destaque para situações que podem interferir na segurança, na dignidade e nas relações estabelecidas no ambiente de trabalho.

O Módulo 2 teve como tema central “Assédio moral e sexual: dilemas, prevenção e comunicação não violenta”, abordando situações de assédio, formas de prevenção e estratégias de comunicação capazes de contribuir para relações profissionais mais respeitosas e saudáveis.

A discussão sobre o tema possui relevância para a categoria, uma vez que o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem estabelece como conduta proibida a prática de assédio moral, sexual ou de qualquer natureza no exercício profissional, especialmente quando os atos ou expressões atingem a dignidade ou criam condições humilhantes e constrangedoras.

A comunicação não violenta também foi destacada como ferramenta para favorecer o diálogo, a escuta e a resolução adequada de situações de conflito. A abordagem está alinhada a iniciativas de capacitação profissional que reconhecem a comunicação assertiva, a escuta ativa e a linguagem não violenta como estratégias importantes para relações profissionais mais saudáveis.

Fortalecimento da Educação Permanente

A realização da atividade contribui para o fortalecimento da educação permanente em saúde, proporcionando aos profissionais um espaço de atualização, reflexão e troca de experiências sobre situações presentes no cotidiano da Enfermagem.

A própria programação oficial do Capacita Coren-RJ registra a realização do Módulo 2 da Jornada Ética e Segurança Profissional na Enfermagem em 20 de agosto de 2026, das 9h às 13h, no PAM Bangu, com a participação da equipe de Enfermagem.

A iniciativa reforça a importância da qualificação contínua dos trabalhadores e do conhecimento dos princípios éticos que orientam o exercício profissional. Conforme divulgado pelo Coren-RJ em atividade semelhante da Jornada, a proposta busca fortalecer uma atuação profissional ética, segura e qualificada, contribuindo para a qualidade da assistência prestada à população.

Fontes oficiais

Treinamento em Vigilância da MPOX

Treinamento em Vigilância da MPOX no Laboratório de Informática

Neste dia, 15 de julho de 2026, a OTICS-Rio Bangu, por meio do Laboratório de Informática, sediou o Treinamento em Vigilância da MPOX, reunindo 10 profissionais entre enfermeiros e gestores da Área Programática 5.1, distribuídos em duas turmas nos turnos manhã e tarde.

A atividade foi conduzida pelas enfermeiras da CAP 5.1, Cristiane Morais da Silva e Sabrina Jacinto de Sá Castriola, com apoio da bióloga Flavia Soto, que compartilharam orientações técnicas e promoveram momentos de esclarecimento de dúvidas, contribuindo para o aprimoramento das práticas.

A capacitação teve como objetivo qualificar os profissionais para a realização da coleta de amostras para exame diagnóstico da MPOX e para o correto cadastramento das solicitações no Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL), contribuindo para o fortalecimento das ações de vigilância epidemiológica e para a agilidade dos processos laboratoriais.

Durante o treinamento, foram abordados os fluxos de utilização do e-SUS e do GAL, enfatizando a importância do registro adequado das informações, do preenchimento correto das solicitações de exames e da integração entre os sistemas de informação em saúde. Também foram apresentados os protocolos relacionados à coleta, ao acondicionamento e ao encaminhamento de amostras para diagnóstico laboratorial, conforme as diretrizes vigentes.

 Turno da Manhã

Turno da Tarde

Fontes:

  • Ministério da Saúde. Guia de Vigilância em Saúde e protocolos para vigilância, diagnóstico e manejo da MPOX.
  • DATASUS. Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL) e Sistemas de Informação em Saúde.
  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro. Diretrizes para Vigilância Epidemiológica e organização da Rede de Atenção à Saúde.
  • Fundação Oswaldo Cruz. Publicações técnico-científicas sobre vigilância epidemiológica, diagnóstico laboratorial e educação permanente em saúde.

Avaliação do Curso Básico I de Libras – AP 5.1

OTICS Bangu realiza a avaliação do Curso Básico I de Libras, fortalecendo a inclusão e a acessibilidade na Atenção Primária

Na manhã do dia 1º de julho de 2026, foi realizada a avaliação do Curso de Língua Brasileira de Sinais (Libras) no espaço Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, reunindo três profissionais em uma etapa fundamental para o acompanhamento do processo de aprendizagem e desenvolvimento das competências em Libras.

A avaliação foi conduzida pelos profissionais, Jaqueline Nascimento, apoiadora da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), da Saúde Integral da População Negra e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Willian Inácio, auxiliar administrativo da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), responsáveis pela organização e execução do processo avaliativo, assegurando a aplicação dos instrumentos de avaliação de forma ética, transparente e em conformidade com os objetivos da formação.

A iniciativa reafirma o compromisso com a educação permanente em saúde, incentivando o aperfeiçoamento contínuo dos profissionais e fortalecendo práticas inclusivas que contribuam para uma comunicação mais acessível e humanizada com a população usuária dos serviços de saúde.

 

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua de modalidade visual-espacial, com estrutura gramatical própria, distinta da língua portuguesa, possuindo vocabulário, fonologia, morfologia, sintaxe e semântica específicos. Sua difusão nos serviços de saúde representa um importante instrumento para a efetivação do direito à comunicação e para a promoção da cidadania das pessoas surdas.

Referências

  • Brasil. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências.
  • Brasil. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436/2002, dispondo sobre o uso e o ensino da Libras.
  • Brasil. Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. MEC, 2008.

Encerramento da 5ª Turma do Curso Básico I de Libras – AP 5.1

OTICS Bangu encerra a 5ª turma do Curso Básico I de Libras, fortalecendo a inclusão e a acessibilidade na Atenção Primária

Na manhã do dia 25 de junho de 2026, o auditório da OTICS Bangu foi palco da aula de encerramento da 5ª turma do Curso Básico I de Língua Brasileira de Sinais (Libras), marcando a conclusão de mais um importante ciclo de formação voltado à qualificação dos profissionais da Atenção Primária à Saúde. A atividade contou com o apoio de Elvis Ferreira, apoiador da Equipe de Acessibilidade/Rede de Atenção Psicossocial (RAP) da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, de Willian Inácio e Yasmin Guimarães, apoiadores surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, além da mediação da fonoaudióloga Renata Reis, do Centro Especializado em Reabilitação (CER), responsável pela condução do curso.

A formação teve como público-alvo profissionais de saúde da Atenção Primária e teve como principal objetivo capacitá-los para estabelecer uma comunicação mais eficaz, acolhedora e humanizada com pessoas surdas, contribuindo para ampliar o acesso aos serviços de saúde, qualificar o atendimento e promover maior equidade no cuidado.

Ao longo do curso, os participantes desenvolveram conhecimentos básicos da Língua Brasileira de Sinais (Libras), além de aprofundarem a compreensão sobre a cultura e a identidade da comunidade surda. Essa abordagem fortalece práticas inclusivas e contribui para a redução das barreiras de comunicação, favorecendo um atendimento mais resolutivo, respeitoso e centrado nas necessidades dos usuários.

Momento da avaliação individual dos participantes da 5ª Turma do Curso Básico I de Libras. A etapa final permitiu aos alunos demonstrarem os conhecimentos adquiridos ao longo da formação, reforçando a importância da comunicação acessível e do atendimento humanizado à população surda.

O encerramento da turma simboliza mais um avanço no compromisso da rede de saúde com a promoção da acessibilidade comunicativa e da educação permanente, reforçando a importância da qualificação contínua dos profissionais para garantir um Sistema Único de Saúde (SUS) cada vez mais inclusivo, humanizado e acessível para toda a população.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua de modalidade visual-espacial, com estrutura gramatical própria, distinta da língua portuguesa, possuindo vocabulário, fonologia, morfologia, sintaxe e semântica específicos. Sua difusão nos serviços de saúde representa um importante instrumento para a efetivação do direito à comunicação e para a promoção da cidadania das pessoas surdas.

Referências

  • Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e dá outras providências.
  • Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 – Regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e estabelece diretrizes para a difusão e o ensino da Libras.
  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência.
  • Ministério da Educação – Diretrizes para o ensino e a difusão da Língua Brasileira de Sinais (Libras).