Treinamento Técnico de Prescrição de Cadeiras de Rodas

Treinamento Técnico de Prescrição de Cadeiras de Rodas qualifica profissionais da SMS no auditório da OTICS Bangu

No dia 06 de março de 2026, foi realizado no auditório da OTICS Bangu o Treinamento Técnico de Prescrição de Cadeiras de Rodas, destinado aos profissionais Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). A atividade foi realizada em parceria com a empresa Ortobrás, referência nacional na fabricação de cadeiras de rodas e tecnologias assistivas. A iniciativa do encontro partiu da enfermeira Jucileia Medeiros Ribeiro, responsável pelo Centro Especializado em Reabilitação (CER) da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, localizada na Área Programática 5.1 do município do Rio de Janeiro. O treinamento teve como objetivo aprimorar o processo de prescrição, avaliação e adequação postural de cadeiras de rodas, contribuindo para que os profissionais realizem indicações mais precisas e individualizadas para os usuários da rede municipal de saúde. Durante o encontro, foram abordados temas relacionados à avaliação funcional do usuário, medidas antropométricas, tipos de cadeiras de rodas, ajustes posturais, indicações clínicas, além de orientações sobre a correta adaptação do equipamento às necessidades de cada paciente. Os participantes também discutiram aspectos importantes para a escolha do dispositivo mais adequado, considerando fatores como mobilidade, autonomia, conforto e prevenção de deformidades posturais.

Além da parte teórica, o treinamento contou com atividades práticas de medição e avaliação postural, realizadas no próprio auditório da OTICS Bangu e também no Centro de Reabilitação, permitindo aos profissionais aplicar na prática os conhecimentos apresentados. Essa etapa possibilitou o treinamento direto das técnicas de mensuração e ajuste, fundamentais para garantir maior eficiência no processo de prescrição.

A capacitação é considerada estratégica para o fortalecimento da atenção à reabilitação no Sistema Único de Saúde (SUS), uma vez que a correta prescrição de cadeiras de rodas impacta diretamente na funcionalidade, independência e qualidade de vida das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A formação continuada dos profissionais contribui ainda para qualificar o cuidado, reduzir complicações decorrentes de adaptações inadequadas e ampliar o acesso a tecnologias assistivas apropriadas.

A realização de treinamentos como este reforça o compromisso da rede municipal de saúde com a educação permanente dos profissionais, promovendo atualização técnica e integração entre os serviços de reabilitação, com foco na melhoria da assistência prestada à população.

A realização de treinamentos como este reforça o compromisso da rede municipal de saúde com a educação permanente dos profissionais, promovendo atualização técnica e integração entre os serviços de reabilitação, com foco na melhoria da assistência prestada à população.

Fontes

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência. Disponível em: https://www.gov.br/saude

  • Organização Mundial da Saúde. Guidelines on the Provision of Manual Wheelchairs in Less Resourced Settings. Disponível em: https://www.who.int

  • Organização Pan-Americana da Saúde. Tecnologias Assistivas e Reabilitação. Disponível em: https://www.paho.org

Educação Permanente em Qualificação de Registros e Indicadores

Último dia de Educação Permanente em Qualificação de Registros e Indicadores reforça compromisso com a excelência na Atenção Primária

Nesta quarta-feira, 26 de fevereiro, foi realizado o último dia da Educação Permanente em Qualificação de Registros e Indicadores, promovida no Laboratório de Informática da OTICS, das 13h às 17h. A atividade, iniciada no dia 24/02, reuniu ao longo dos três dias de 10 a 15 médicos clínicos por turno, fortalecendo o compromisso com a melhoria contínua da assistência na Atenção Primária. A iniciativa teve como objetivo aprimorar a qualidade dos registros em saúde, fortalecer a análise de indicadores e qualificar o uso das informações no processo de trabalho das equipes. A correta inserção de dados nos sistemas de informação é fundamental para o planejamento das ações, o monitoramento de resultados e a tomada de decisão baseada em evidências, contribuindo diretamente para a organização e a efetividade do cuidado no âmbito do Sistema Único de Saúde. Durante o encontro, foram aprofundados temas como, importância dos registros clínicos completos e padronizados; impacto dos indicadores na avaliação do desempenho das equipes; qualificação do preenchimento nos sistemas oficiais do SUS e uso estratégico das informações para a melhoria da assistência.

O encerramento do ciclo reafirma a relevância da Educação Permanente como estratégia essencial para o fortalecimento da gestão da informação e para a consolidação de práticas cada vez mais qualificadas na Atenção Primária à Saúde.

A Educação Permanente é uma diretriz do Sistema Único de Saúde (SUS), prevista na Política Nacional de Educação Permanente em Saúde, que orienta a aprendizagem no próprio local de trabalho, articulando teoria e prática para o aprimoramento contínuo dos profissionais.

A ação reafirma o compromisso da OTICS com o fortalecimento da gestão da informação e com a melhoria da qualidade do cuidado ofertado à população.

Registros clínicos adequados são essenciais para assegurar continuidade do cuidado, vigilância em saúde e avaliação de resultados. No contexto prisional, essa qualificação ganha ainda mais relevância, considerando as especificidades epidemiológicas e sociais dessa população.

A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP), instituída pelo Ministério da Saúde, destaca a necessidade de organização das informações em saúde como instrumento estratégico para garantir acesso, qualidade assistencial e equidade no cuidado.

Além disso, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro reforça, em suas diretrizes de gestão e monitoramento, a importância da qualificação dos indicadores como ferramenta fundamental para o planejamento das ações na Atenção Primária.

A capacitação é direcionada a médicos clínicos e psiquiatras que atuam na Atenção Primária Prisional, considerando o papel estratégico desses profissionais na produção de registros qualificados, na análise de indicadores e no acompanhamento longitudinal dos usuários.

A Educação Permanente em Saúde é reconhecida como estratégia estruturante do Sistema Único de Saúde, promovendo a reflexão sobre os processos de trabalho e a qualificação contínua das práticas assistenciais.

Ao investir na qualificação técnica dos registros e indicadores, a iniciativa reafirma o compromisso institucional com a melhoria da gestão da informação, a transparência dos dados e a garantia de uma assistência mais resolutiva e baseada em evidências na Atenção Primária Prisional.

Fontes:

Educação Permanente em Qualificação de Registros e Indicadores

Segundo dia de Educação Permanente em Qualificação de Registros e Indicadores fortalece práticas na Atenção Primária

Nesta terça-feira, 25 de fevereiro, acontece o segundo dia da Educação Permanente em Qualificação de Registros e Indicadores, realizada no Laboratório de Informática da OTICS. A atividade teve início ontem, 24/02, e segue até o dia 26/02, das 13h às 17h, reunindo de 10 a 15 médicos clínicos por dia. A iniciativa tem como objetivo aprimorar a qualidade dos registros em saúde, fortalecer a análise de indicadores e qualificar o uso das informações no processo de trabalho das equipes da Atenção Primária. A correta inserção de dados nos sistemas de informação é fundamental para o planejamento das ações, o monitoramento dos resultados e a tomada de decisão baseada em evidências. Durante o encontro, estão sendo abordados temas como, importância dos registros clínicos completos e padronizados; impacto dos indicadores na avaliação do desempenho das equipes; qualificação do preenchimento nos sistemas oficiais do SUS; uso estratégico das informações para melhoria da assistência.

A Educação Permanente é uma diretriz do Sistema Único de Saúde (SUS), prevista na Política Nacional de Educação Permanente em Saúde, que orienta a aprendizagem no próprio local de trabalho, articulando teoria e prática para o aprimoramento contínuo dos profissionais.

A ação reafirma o compromisso da OTICS com o fortalecimento da gestão da informação e com a melhoria da qualidade do cuidado ofertado à população.

Registros clínicos adequados são essenciais para assegurar continuidade do cuidado, vigilância em saúde e avaliação de resultados. No contexto prisional, essa qualificação ganha ainda mais relevância, considerando as especificidades epidemiológicas e sociais dessa população.

A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP), instituída pelo Ministério da Saúde, destaca a necessidade de organização das informações em saúde como instrumento estratégico para garantir acesso, qualidade assistencial e equidade no cuidado.

Além disso, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro reforça, em suas diretrizes de gestão e monitoramento, a importância da qualificação dos indicadores como ferramenta fundamental para o planejamento das ações na Atenção Primária.

A capacitação é direcionada a médicos clínicos e psiquiatras que atuam na Atenção Primária Prisional, considerando o papel estratégico desses profissionais na produção de registros qualificados, na análise de indicadores e no acompanhamento longitudinal dos usuários.

A Educação Permanente em Saúde é reconhecida como estratégia estruturante do Sistema Único de Saúde, promovendo a reflexão sobre os processos de trabalho e a qualificação contínua das práticas assistenciais.

Ao investir na qualificação técnica dos registros e indicadores, a iniciativa reafirma o compromisso institucional com a melhoria da gestão da informação, a transparência dos dados e a garantia de uma assistência mais resolutiva e baseada em evidências na Atenção Primária Prisional.

Educação Permanente em Qualificação de Registros e Indicadores

Educação Permanente fortalece qualificação de registros e indicadores na Atenção Primária Prisional

Teve início hoje, 24 de fevereiro, no Laboratório de Informática da OTICS Bangu, a atividade “Educação Permanente em Qualificação de Registros e Indicadores”, que será realizada também nos dias 25 e 26 de fevereiro, das 13h às 17h. A capacitação reúne de 10 a 15 médicos por dia, entre clínicos e psiquiatras que atuam na Atenção Primária Prisional. Conduzida por Caroline Falzoni, Analista de Informação em Saúde Prisional, a atividade tem como foco a qualificação técnica dos registros realizados pelos profissionais médicos, com ênfase na melhoria dos indicadores de desempenho e na incorporação de novos indicadores estratégicos para monitoramento da assistência. A iniciativa tem como principal objetivo fortalecer a Educação Permanente em Saúde, promovendo a melhoria da qualidade dos registros clínicos e a utilização adequada dos sistemas de informação, contribuindo para maior fidedignidade dos dados, monitoramento dos indicadores e tomada de decisão baseada em evidências. A qualificação dos registros impacta diretamente na avaliação da performance das equipes, no planejamento das ações de saúde e na garantia da integralidade do cuidado às pessoas privadas de liberdade.

Registros clínicos adequados são essenciais para assegurar continuidade do cuidado, vigilância em saúde e avaliação de resultados. No contexto prisional, essa qualificação ganha ainda mais relevância, considerando as especificidades epidemiológicas e sociais dessa população.

A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP), instituída pelo Ministério da Saúde, destaca a necessidade de organização das informações em saúde como instrumento estratégico para garantir acesso, qualidade assistencial e equidade no cuidado.

Além disso, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro reforça, em suas diretrizes de gestão e monitoramento, a importância da qualificação dos indicadores como ferramenta fundamental para o planejamento das ações na Atenção Primária.

A capacitação é direcionada a médicos clínicos e psiquiatras que atuam na Atenção Primária Prisional, considerando o papel estratégico desses profissionais na produção de registros qualificados, na análise de indicadores e no acompanhamento longitudinal dos usuários.

A Educação Permanente em Saúde é reconhecida como estratégia estruturante do Sistema Único de Saúde, promovendo a reflexão sobre os processos de trabalho e a qualificação contínua das práticas assistenciais.

Ao investir na qualificação técnica dos registros e indicadores, a iniciativa reafirma o compromisso institucional com a melhoria da gestão da informação, a transparência dos dados e a garantia de uma assistência mais resolutiva e baseada em evidências na Atenção Primária Prisional.

Acompanhamento Pedagógico e Planejamento do Curso de Libras

Planejamento Pedagógico do Curso de Libras Básico reforça compromisso com a acessibilidade comunicativa no SUS

Na tarde do dia 22 de janeiro de 2026, foi realizada, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, uma atividade de planejamento pedagógico do Curso de Libras Básico, com o objetivo de organizar as aulas do curso, que terá início no mês de março. O encontro contou com a participação dos apoiadores Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1); Jaqueline Nascimento, apoiadora do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1; além de Renata Reis e Viviane Lins, da Assessoria PSE/PICS/RAP da Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde, DAPS – CAP 5.1. O planejamento teve como propósito estruturar as ações pedagógicas, os conteúdos programáticos e o cronograma das aulas, visando ampliar o conhecimento dos participantes sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e fortalecer as práticas de acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde. A iniciativa é fundamental para a promoção da inclusão de pessoas surdas no Sistema Único de Saúde (SUS), contribuindo para um atendimento mais humano, acessível e equitativo. Além disso, o encontro reforça a importância do planejamento coletivo para garantir a qualidade do processo formativo e a continuidade da assistência, alinhando as ações às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde. A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais e com o fortalecimento de uma comunicação acessível em toda a rede de saúde.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

 Equipe de Acessibilidade Comunicativa – CAP 5.1 / OTICS Bangu

Fontes: Libras

Central Carioca de Libras 

Grupo de Estudos Saúde da População Negra

OTICS Bangu promove Grupo de Estudos sobre a Saúde da População Negra

Na quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, o auditório da OTICS Bangu sediou o Grupo de Estudos Saúde da População Negra, reunindo cerca de 28 participantes, entre trabalhadores da saúde, estudantes da área e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro ocorreu das 9h às 12h e teve como foco a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), abordando seus princípios, diretrizes e a importância de sua efetivação nos serviços de saúde. A atividade foi conduzida por Aline Vieira, psicóloga e presidente do Centro de Estudos do Instituto Municipal de Assistência à Saúde (IMAS) Juliano Moreira, que apresentou os fundamentos da política e estimulou reflexões sobre o enfrentamento das desigualdades raciais no cuidado em saúde. O principal objetivo do evento foi apresentar a Política Nacional de Saúde da População Negra e promover a construção coletiva de um projeto de intervenção, voltado à qualificação das práticas nos serviços de saúde, considerando os determinantes sociais, o racismo estrutural e seus impactos no processo saúde-doença, como também a importância do preenchimento do quesito raça/cor e estratégias de combate às iniquidades em Saúde. O grupo é composto por trabalhadores da atenção primária, trabalhadores da raps zona oeste, acadêmicos e usuários.

A realização do Grupo de Estudos é de grande relevância para o fortalecimento da equidade no SUS, uma vez que a população negra historicamente enfrenta maiores barreiras de acesso, piores indicadores de saúde e maior exposição a agravos evitáveis. Iniciativas como esta contribuem para a formação crítica dos profissionais, para a sensibilização dos usuários e para a implementação de ações que promovam justiça social, integralidade e humanização do cuidado.

O encontro reafirma o compromisso da OTICS Bangu com a educação permanente em saúde e com a promoção de políticas públicas que visam reduzir iniquidades, fortalecer os direitos e melhorar a qualidade da atenção à saúde da população negra.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Integral da População Negra

  • Sistema Único de Saúde (SUS)

  • Secretaria Municipal de Saúde

  • Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS)

  • Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira (IMAS)

Acompanhamento Pedagógico e Planejamento do Curso de Libras

Planejamento Pedagógico do Curso de Libras Básico reforça compromisso com a acessibilidade comunicativa no SUS

Na tarde do dia 7 de janeiro de 2026, foi realizada, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, uma atividade de planejamento pedagógico do Curso de Libras Básico. O encontro contou com a participação dos apoiadores, Willian Inácio, auxiliar administrativo da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, que contribuíram com suas experiências para o aprimoramento das estratégias de ensino e das práticas pedagógicas voltadas à formação dos profissionais da rede, o planejamento teve como propósito estruturar as ações e os conteúdos da próxima etapa do curso, ampliando o conhecimento dos participantes sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e fortalecendo as práticas de acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde. Essa iniciativa busca promover a inclusão de pessoas surdas no SUS, assegurando um atendimento mais humano, acessível e equitativo. A ação reforça o compromisso da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais e com a implementação de políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

 

 Equipe de Acessibilidade Comunicativa – CAP 5.1 / OTICS Bangu

Fontes: Libras

Central Carioca de Libras 

Treinamento do Prontuário Eletrônico VitaCare

Neste dia 18 de dezembro de 2025, no laboratório de informática da Otics Bangu, turno manhã tivemos, o treinamento do prontuário eletrônico VitaCare, foram capacitados 20 profissionais de saúde, o público-alvo foram, enfermeiros, que atuam na Atenção Primária Prisional (APP). Os assuntos abordados foram registros, preenchimento do prontuário, acessos, monitoramento, indicadores, preenchimento do PEP e  responsabilidades da categoria. O objetivo do evento foi o treinamento dos profissionais no manuseio da plataforma, para apropriação e otimização da inserção dos dados, educação permanente. A responsável pelo treinamento foi, Michelle Bernardino Filgueira – RT de Enfermagem – APP.

A PNAISP nasceu da avaliação dos dez anos de aplicação do Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário (PNSSP), quando se constatou o esgotamento desse modelo, que se mostrou restrito por não contemplar em suas ações, entre outras coisas, a totalidade do itinerário carcerário e, tampouco, penitenciárias federais. Essas mudanças podem ser apontadas como grande ganho na garantia e defesa dos direitos humanos no Brasil, em total consonância com a previsão constitucional de saúde para todos sob a responsabilidade do Estado brasileiro.
Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/pnaisp/

 

O prontuário eletrônico é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo. Nele estão armazenadas as informações de saúde, clínicas e administrativas, originadas das ações das diversas categorias profissionais que compõem a APS. Além disso, é necessário que tenha pelo menos as seguintes características principais como registro de anamnese, exame objetivo e variáveis clínicas; prescrição de medicamentos ou outros métodos terapêuticos; emissão de atestados e outros documentos clínicos; solicitação de exames e outros métodos diagnósticos complementares; encaminhamentos a outros pontos da rede de atenção à saúde; e acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções atuais.

A Base Nacional de Dados de Ações e Serviços da Assistência Farmacêutica no SUS (BNAFAR) é a consolidação dos dados nacionais de posição de estoque, entradas, saídas, avaliações e dispensações realizadas pelos estabelecimentos de saúde dos Municípios, Estados e Distrito Federal para os medicamentos padronizados na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) e do Programa Farmácia Popular do Brasil.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/informatiza-aps/prontuario-eletronico

Treinamento Odonto Plataforma de Chamados para Manutenção de Equipamentos

OTICS Promove Treinamento Odonto sobre nova Plataforma de Chamados para Manutenção de Equipamentos

Na terça-feira, 16 de dezembro, a OTICS realizou, no Laboratório de Informática (LAB INFO), o Treinamento Odonto – Plataforma de Chamados, voltado à qualificação dos profissionais de saúde bucal para utilização da nova ferramenta de solicitação e acompanhamento da manutenção de equipamentos odontológicos. A atividade ocorreu das 9h às 17h, contemplando duas turmas, com um total de 36 participantes. O treinamento teve como público-alvo dentistas e auxiliares de saúde bucal, profissionais diretamente envolvidos no uso cotidiano dos equipamentos odontológicos nas unidades de saúde. Durante o encontro, foram abordados os principais funcionamentos da plataforma de equipamentos odontológicos, com ênfase nos fluxos de abertura de chamados, acompanhamento das solicitações e correta descrição das demandas técnicas.

O principal objetivo do treinamento foi capacitar os profissionais para a utilização da nova plataforma de chamados de manutenção, garantindo maior agilidade, organização e rastreabilidade nos processos de solicitação de reparos e manutenção preventiva dos equipamentos odontológicos. A iniciativa visa fortalecer a gestão dos serviços, reduzir o tempo de inatividade dos equipamentos e assegurar melhores condições de trabalho para as equipes, refletindo diretamente na qualidade do atendimento ofertado à população.

Turma da Manhã.

A qualificação contínua dos profissionais de saúde bucal é fundamental para a eficiência da Atenção Primária à Saúde, uma vez que equipamentos em pleno funcionamento são essenciais para a segurança do paciente, a resolutividade do cuidado e a continuidade dos serviços. A padronização dos chamados por meio de uma plataforma específica contribui para a melhoria da gestão pública, otimizando recursos e fortalecendo a integração entre as equipes assistenciais e os setores de manutenção.

O treinamento foi conduzido por Brenda Reis, da Gestão da Atenção Primária Prisional, atuando como liderança em Odontologia na Gestão APP, que apresentou a plataforma, esclareceu dúvidas e orientou os participantes quanto às boas práticas no uso do sistema.

Turma da Tarde!

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), que destaca a importância da qualificação profissional e da infraestrutura adequada para a garantia do cuidado integral.

  • Secretarias de Saúde (âmbito municipal e estadual) – Diretrizes de gestão e manutenção de equipamentos de saúde.

  • Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios de eficiência, integralidade e qualidade na prestação dos serviços de saúde.

A ação reforça o compromisso da OTICS com a educação permanente em saúde, contribuindo para o fortalecimento das práticas de gestão e para a melhoria contínua da assistência odontológica no SUS.

Capacitação de Tuberculose

Nesta manhã do dia 8 de dezembro de 2025, o auditório da OTICS Bangu sediou uma capacitação voltada ao fortalecimento das ações de controle da tuberculose na AP 5.1. O encontro contou com a participação de 9 profissionais da assistência social, que atuam como pontos focais de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) em suas unidades. A capacitação teve como objetivo atualizar e qualificar os participantes sobre o Sistema de Informação, além de alinhar os fluxos assistenciais diante da suspeita ou confirmação de casos de tuberculose (TB). A iniciativa reforçou a importância da identificação oportuna de pacientes com critérios clínicos e epidemiológicos para TB, garantindo o encaminhamento correto e a organização dos fluxos de porta de entrada e saída, visando maior segurança no atendimento e na vigilância. A atividade foi conduzida por Ana Cristina, enfermeira da Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) da CAP 5.1, que destacou a relevância da atuação integrada das equipes na prevenção e controle da doença no território.

A tuberculose é uma doença infecciosa, transmitida por via respiratória, que afeta principalmente os pulmões, apresentando, no entanto, potencial para acometer outros órgãos. A apresentação pulmonar é o foco das ações de controle da doença. O objetivo das equipes de saúde deve ser o diagnóstico precoce, a pronta instituição do tratamento adequado, a cura dos casos e a avaliação dos contactantes, interrompendo, assim, a cadeia de transmissão. O agente etiológico é o Mycobacterium tuberculosis, um bacilo com crescimento variável, podendo ser rápido (3 horas) nas paredes das cavidades pulmonares ou lento (18 a 20 horas) em lesões fechadas e intracelulares. As vias aéreas são a principal porta de entrada, e por ser um bacilo aeróbio estrito infecta principalmente o pulmão, favorecendo sua transmissão através da tosse. O tempo de exposição necessário para uma infecção evoluir para doença varia entre 100 e 200 horas. Os fatores que favorecem a transmissão são: a doença pulmonar cavitária, quantidade e vigor da tosse e tempo de convivência em ambientes fechados (contato prolongado) com o doente com tuberculose ativa pulmonar ou laríngea.12 O enfrentamento da tuberculose requer a ação intersetorial do poder público por meio da compreensão dos múltiplos fatores que perpetuam a doença no município. Entretanto, a Saúde assume papel central na oferta de cuidados aos pacientes acometidos pela doença, sua família e comunidade. E as unidades de atenção primária, como vanguarda do estado nas comunidades, são os locais preferenciais para identificação dos casos, manejo dos infectados e proposição de medidas para mitigação do espalhamento da doença.

A doença é causada por uma bactéria (Mycobacterium Tuberculosis) que afeta com mais frequência os pulmões, mas pode infectar qualquer parte do corpo, incluindo os ossos e o sistema nervoso. A transmissão e causada pela bactéria se espalha pelo ar quando pessoas infectadas tossem, falam, cospem ou espirram.

Sintomas

A maioria das pessoas expostas à TB nunca desenvolvem os sintomas, já que a bactéria pode viver na forma inativa dentro do corpo. Entretanto, se o sistema imunológico enfraquecer, como acontece com pessoas com desnutrição, pessoas vivendo com HIV/Aids e com pessoas idosas, a bactéria da tuberculose pode se tornar ativa. Entre 5 e 10% das pessoas infectadas com a bactéria têm o risco de desenvolver a forma ativa e contagiosa da doença em algum ponto de suas vidas.

Os sintomas da tuberculose ativa incluem:

  • Tosse persistente (por mais de duas semanas), que pode apresentar-se com sangue ou escarro;
  • Febre;
  • Sudoração noturna;
  • Perda de peso;
  • Dores no peito;
  • Fadiga

Guia Rápido Tuberculose

Gov.br

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