Educação e Cuidado em Diabetes

Projeto de Extensão UCB promove orientação sobre Diabetes Mellitus para pessoas idosas!

No dia 14 de setembro de 2026, das 9h às 10h, o Auditório da OTICS Bangu recebeu uma atividade do Projeto de Extensão da Universidade Castelo Branco (UCB), voltada à promoção da saúde e ao cuidado de pessoas idosas com Diabetes Mellitus (DM). A atividade contou com a participação de 45 pessoas com 60 anos ou mais, com diagnóstico de Diabetes Mellitus e hemoglobina glicada (HbA1c) acima de 8%, público que necessita de atenção e acompanhamento contínuos para o controle da doença e prevenção de complicações. Durante o encontro, foram abordados temas relacionados a “Conhecendo a Diabetes Mellitus, cuidados e prevenção”, proporcionando aos participantes informações sobre a doença, a importância do autocuidado, do acompanhamento regular pelos serviços de saúde e da adoção de medidas que contribuam para o controle da glicemia e a prevenção de complicações. A ação teve como principal objetivo a captação do grupo para orientação e cuidado, fortalecendo a educação em saúde e estimulando os participantes a adotarem práticas de autocuidado e acompanhamento adequado da Diabetes Mellitus.

A iniciativa também reforça a importância da integração entre ensino, serviço e comunidade, aproximando estudantes da área da saúde da realidade vivenciada pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A capacitação foi ministrada pelos estudantes de Medicina da Universidade Castelo Branco (UCB), Sumaya Carvalho; Gabriela Cerqueira; Amanda Araújo e Raphael Vallejo. A solicitação e organização do evento ficaram sob responsabilidade de Letícia de Oliveira, do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

A educação em saúde é uma importante estratégia para ampliar o conhecimento dos usuários sobre doenças crônicas e fortalecer sua autonomia no cuidado. No caso da Diabetes Mellitus, o acompanhamento adequado e a adoção de hábitos saudáveis são fundamentais para contribuir para o controle da doença e reduzir o risco de complicações. A atividade realizada na OTICS Bangu representa, portanto, uma ação de promoção da saúde, prevenção de agravos e educação permanente, fortalecendo a articulação entre a Universidade Castelo Branco, os serviços da Atenção Primária e a comunidade.

🩺 Cuidar também é acompanhar!

A aferição da pressão arterial é uma importante medida para acompanhar a saúde cardiovascular e identificar possíveis alterações. Durante a atividade, os participantes receberam orientações e cuidados para fortalecer o autocuidado e a prevenção. 💙

⚖️ Conhecer para cuidar!

A pesagem e a mensuração da circunferência abdominal fazem parte do acompanhamento da saúde e ajudam na avaliação de fatores de risco relacionados às doenças crônicas. Um momento de cuidado, prevenção e promoção da saúde. 💙

 

 

Fonte:
Ministério da Saúde – Diabetes Mellitus

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 11 de setembro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Elvis Ferreira, apoiador da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência;
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015);
Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da Universalidade, Equidade e Integralidade.

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 8 de setembro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:

Acessibilidade Comunicativa e Setembro Amarelo – AP 5.1

Setembro Amarelo: produção de vídeos promove ações de saúde mental na Atenção Primária

Neste dia, 3 de setembro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço para a realização de uma atividade voltada à gravação de vídeos para a campanha Setembro Amarelo, com foco na promoção da saúde mental, na valorização da vida e na conscientização no âmbito da Atenção Primária à Saúde. Participaram da atividade Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Renata Reis, fonoaudióloga do Centro Especializado em Reabilitação (CER) da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1. O encontro teve como objetivo produzir conteúdos audiovisuais educativos e de conscientização para as ações do Setembro Amarelo, abordando a importância do cuidado em saúde mental, da escuta, do acolhimento e da busca por ajuda. A iniciativa também busca ampliar o alcance das informações relacionadas à saúde mental, utilizando a comunicação como ferramenta de sensibilização e educação em saúde.

A Atenção Primária à Saúde possui papel fundamental na promoção da saúde, na prevenção de agravos, no acolhimento e na coordenação do cuidado, sendo uma importante porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). Na área da saúde mental, sua atuação está integrada à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), contribuindo para a oferta de um cuidado integral, contínuo e humanizado. Nesse contexto, a produção de materiais audiovisuais durante o Setembro Amarelo contribui para fortalecer o diálogo sobre saúde mental, reduzir estigmas e estimular a população a reconhecer situações de sofrimento e buscar apoio nos serviços de saúde quando necessário. A participação integrada de profissionais da Acessibilidade Comunicativa e da Reabilitação também reforça a importância de desenvolver estratégias de comunicação acessíveis, inclusivas e humanizadas, ampliando o alcance das ações de promoção da saúde na rede.

Fontes:

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 02 de setembro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio, auxiliar administrativo da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Elvis Ferreira, apoiador da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes

Acessibilidade Comunicativa Fortalecendo a Inclusão na Saúde

Neste dia, 27 de agosto de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Renata Reis, fonoaudióloga do CER e responsável pela mediação do Curso de Libras para os profissionais da Atenção Primária, realizaram atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e disseminar práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 25 de agosto de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 21 de agosto de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Willian Inácio, auxiliar administrativo da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:

Capacita Coren Aborda Ética e Prevenção ao Assédio

Capacita Coren promove capacitação sobre ética, segurança profissional e prevenção ao assédio na Enfermagem

Atividade reuniu cerca de 40 enfermeiros e técnicos de enfermagem da AP 5.1, na OTICS Bangu, para atualização profissional e reflexão sobre práticas éticas e relações no ambiente de trabalho.

Na manhã desta quinta-feira, 20 de agosto de 2026, a OTICS Bangu recebeu a capacitação “Jornada Ética e Segurança Profissional na Enfermagem – Módulo 2: Assédio Moral e Sexual: Dilemas, Prevenção e Comunicação Não Violenta”. A atividade foi realizada das 9h às 13h e reuniu aproximadamente 40 enfermeiros e técnicos de enfermagem da Área de Planejamento 5.1 (AP 5.1).

Promovido no âmbito do Capacita Coren, o encontro teve como objetivo atualizar e qualificar os profissionais de Enfermagem, fortalecendo conhecimentos relacionados aos princípios éticos, à segurança profissional e à construção de relações de trabalho pautadas pelo respeito, diálogo e responsabilidade. A capacitação foi conduzida pela Dra. Rosimere Maria, presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ), em parceria com a enfermeira Lenir Marçal e a CAP 5.1. A iniciativa integra uma programação de educação e atualização profissional voltada à equipe de Enfermagem.

Ética e Segurança Profissional em Foco

Durante o encontro, foram discutidos aspectos relacionados à ética profissional na Enfermagem, com destaque para situações que podem interferir na segurança, na dignidade e nas relações estabelecidas no ambiente de trabalho.

O Módulo 2 teve como tema central “Assédio moral e sexual: dilemas, prevenção e comunicação não violenta”, abordando situações de assédio, formas de prevenção e estratégias de comunicação capazes de contribuir para relações profissionais mais respeitosas e saudáveis.

A discussão sobre o tema possui relevância para a categoria, uma vez que o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem estabelece como conduta proibida a prática de assédio moral, sexual ou de qualquer natureza no exercício profissional, especialmente quando os atos ou expressões atingem a dignidade ou criam condições humilhantes e constrangedoras.

A comunicação não violenta também foi destacada como ferramenta para favorecer o diálogo, a escuta e a resolução adequada de situações de conflito. A abordagem está alinhada a iniciativas de capacitação profissional que reconhecem a comunicação assertiva, a escuta ativa e a linguagem não violenta como estratégias importantes para relações profissionais mais saudáveis.

Fortalecimento da Educação Permanente

A realização da atividade contribui para o fortalecimento da educação permanente em saúde, proporcionando aos profissionais um espaço de atualização, reflexão e troca de experiências sobre situações presentes no cotidiano da Enfermagem.

A própria programação oficial do Capacita Coren-RJ registra a realização do Módulo 2 da Jornada Ética e Segurança Profissional na Enfermagem em 20 de agosto de 2026, das 9h às 13h, no PAM Bangu, com a participação da equipe de Enfermagem.

A iniciativa reforça a importância da qualificação contínua dos trabalhadores e do conhecimento dos princípios éticos que orientam o exercício profissional. Conforme divulgado pelo Coren-RJ em atividade semelhante da Jornada, a proposta busca fortalecer uma atuação profissional ética, segura e qualificada, contribuindo para a qualidade da assistência prestada à população.

Fontes oficiais

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 19 de agosto de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes: