Grupo de Estudos Saúde da População Negra

Grupo de Estudos debate Saúde Integral da População Negra e fortalece ações de equidade no SUS

No dia 13 de agosto de 2026, das 9h às 12h, o auditório da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho sediou o Grupo de Estudos Saúde Integral da População Negra, reunindo 10 participantes entre trabalhadores da saúde, estudantes da área da saúde e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A atividade foi conduzida por Aline Vieira, psicóloga e presidente do Centro de Estudos do Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira.

O encontro teve como objetivo apresentar os fundamentos da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) e promover a construção de propostas de intervenção voltadas aos serviços de saúde. A atividade constituiu um espaço de aprendizagem, reflexão e troca de experiências sobre a importância da promoção da equidade racial e do enfrentamento das desigualdades que impactam as condições de saúde da população negra.

Durante o grupo de estudos, foram abordados aspectos introdutórios da Saúde Integral da População Negra, destacando os princípios, diretrizes e estratégias da política nacional, além da importância do reconhecimento dos determinantes sociais da saúde e do combate ao racismo institucional como parte das ações de cuidado e gestão em saúde.

A iniciativa também estimulou a elaboração de projetos de intervenção voltados à qualificação dos serviços, buscando fortalecer práticas de cuidado mais inclusivas, humanizadas e alinhadas aos princípios da universalidade, integralidade e equidade que orientam o SUS. A construção coletiva de propostas contribui para ampliar o acesso da população aos serviços de saúde e fortalecer ações de promoção, prevenção e cuidado nos territórios.

A realização do Grupo de Estudos reafirma o compromisso da Secretaria Municipal de Saúde com a educação permanente, a promoção da equidade racial e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à saúde da população negra.

Fonte:

Política Nacional de Saúde Integral da População Negra: Uma Política do SUS

Segundo dia do Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na Inserção de DIU e Implante Subdérmico

Dia 12 de agosto de 2026 – Segundo dia (Aprofundamento Teórico)

No dia 12 de agosto de 2026, das 8h às 17h, no auditório da OTICS Bangu, foi realizado o segundo dia do Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na inserção de DIU e implante subdérmico, dando continuidade ao processo formativo dos profissionais da CAP 5.1. Neste segundo momento, os conteúdos teóricos foram aprofundados, com ênfase nas técnicas de inserção dos métodos, manejo de possíveis intercorrências, acompanhamento dos usuários e qualificação do aconselhamento em saúde. Também foram discutidos fluxos assistenciais, organização do processo de trabalho e ampliação do acesso aos métodos contraceptivos nas unidades de saúde.

Palestrante Vanessa Henriques, Responsável Técnica de Enfermagem da CAP 5.1.

A continuidade da formação reforça o objetivo de capacitar os profissionais para uma atuação segura, ética e resolutiva, promovendo a ampliação da oferta de métodos contraceptivos e garantindo o direito ao planejamento reprodutivo.

Palestrante Priscila Mafra, Responsável Técnica de Medicina da CAP 5.1.

A importância da ação está diretamente relacionada à qualificação do cuidado e à consolidação de práticas baseadas nas políticas públicas de saúde, fortalecendo o papel da Atenção Primária como ordenadora do cuidado e promotora da saúde integral.

Palestrante Zuleide Aguiar, Enfermeira Obstetra da Casa de Parto.

Fontes e referências

Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher
Ministério da Saúde – Caderno de Atenção Básica: Planejamento Reprodutivo
Organização Mundial da Saúde – Diretrizes sobre métodos contraceptivos e planejamento familiar
Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – Recomendações para uso de LARC (DIU e implante)
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade

Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na Inserção de DIU e Implante Subdérmico

Dia 11 de agosto de 2026 – Primeiro dia (Módulo Teórico)

No dia 11 de agosto de 2026, das 8h às 17h, teve início, no auditório da OTICS Bangu, o Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na Inserção de DIU e Implante Subdérmico, voltado para enfermeiros e médicos da CAP 5.1. A atividade reuniu aproximadamente 40 profissionais da Atenção Primária, com o objetivo de fortalecer a qualificação técnica das equipes no cuidado à saúde sexual e reprodutiva. O primeiro dia foi dedicado ao conteúdo teórico, abordando os principais aspectos do planejamento reprodutivo, incluindo diretrizes clínicas, critérios de elegibilidade, aconselhamento, métodos contraceptivos de longa duração (LARC), como o dispositivo intrauterino (DIU) e o implante subdérmico (Implanon), além de aspectos éticos e legais relacionados ao cuidado.

O objetivo do treinamento é habilitar enfermeiros e médicos para a realização qualificada da consulta de planejamento reprodutivo, ampliando o acesso da população a métodos contraceptivos seguros, eficazes e de longa duração.

A formação é coordenada por Vanessa Henriques, Responsável Técnica de Enfermagem da CAP 5.1, e Priscila Mafra, Responsável Técnica de Medicina da CAP 5.1.

A iniciativa é de grande importância para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, contribuindo para a autonomia dos usuários, a redução de gestações não planejadas e a promoção de um cuidado integral, equitativo e baseado em evidências científicas.

Fontes e referências

Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher
Ministério da Saúde – Caderno de Atenção Básica: Planejamento Reprodutivo
Organização Mundial da Saúde – Diretrizes sobre métodos contraceptivos e planejamento familiar
Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – Recomendações para uso de LARC (DIU e implante)
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade

Processo de Trabalho da CF Fiorello Raymundo

Processo de Trabalho da CF Fiorello Raymundo na OTICS Rio Bangu

Na manhã do dia 04 de agosto de 2026, foi realizada, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Rio Bangu, o fortalecimento do processo de trabalho administrativo da Clínica da Família Fiorello Raymundo. A atividade contou com a participação da gerente da unidade, Iris da Cruz Moraes, e do profissional Guilherme Barbosa, administrativo da unidade.

O encontro teve como objetivo organizar e qualificar os fluxos administrativos da unidade, promovendo maior eficiência na execução das atividades de rotina e fortalecendo a integração entre os processos de gestão e assistência. Foram abordadas atribuições essenciais para o funcionamento da unidade, entre elas o gerenciamento da comunicação institucional por meio do recebimento, resposta e envio de e-mails, além do acompanhamento de demandas administrativas e da organização dos processos internos.

A realização dessas rotinas contribui para a otimização dos fluxos de trabalho, garantindo maior agilidade no atendimento às solicitações dos usuários e maior segurança na condução das atividades administrativas. A padronização dos processos e o monitoramento contínuo das ações administrativas são estratégias fundamentais para assegurar a qualidade da gestão dos serviços de Atenção Primária à Saúde.

Momentos como este reforçam a importância da educação permanente e do planejamento das atividades administrativas, permitindo que as equipes desenvolvam práticas mais eficientes, organizadas e alinhadas às diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), favorecendo a continuidade do cuidado e a melhoria da assistência prestada à população.

Fontes

  • BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica (PNAB). Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017.
  • BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) – Portaria GM/MS nº 1.996, de 20 de agosto de 2007.

2º Ciclo do Projeto Nós na Rede

Educação Permanente para Rede de Atenção Psicossocial no SUS

No dia 04 de agosto de 2026, no auditório da OTICS Bangu, foi realizado o 4° encontro do 2º Ciclo do Projeto Nós na Rede – Educação Permanente para a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no Sistema Único de Saúde (SUS), com início às 9h e término às 16h30.  O evento é voltado para profissionais de nível superior, técnico e médio que atuam na Rede de Atenção Psicossocial, com foco no fortalecimento das práticas de cuidado em saúde mental no território. A condução das atividades está sob responsabilidade de Patrícia Miranda, Gerente II da SMS/SUBPAV/SSM, que coordena o processo formativo junto aos participantes.

O 2º Ciclo do Projeto Nós na Rede é uma iniciativa do Ministério da Saúde em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que tem como objetivo qualificar aproximadamente 42 mil profissionais em todo o país por meio de uma formação híbrida, com carga horária total de 120 horas. A proposta pedagógica está fundamentada na Educação Permanente em Saúde, valorizando as experiências e vivências dos trabalhadores, com vistas ao fortalecimento das práticas no cotidiano dos serviços. A estrutura do curso contempla quatro unidades temáticas que abordam aspectos essenciais da atenção psicossocial, incluindo o cuidado em liberdade, a organização do cuidado no território, a interface entre saúde mental e justiça, além das questões relacionadas ao uso de álcool e outras drogas. A metodologia adotada integra momentos de ensino a distância, com carga horária entre 80 e 90 horas, e encontros presenciais que totalizam 30 horas, promovendo espaços de troca, reflexão e construção coletiva.

O projeto também prioriza ações afirmativas e o engajamento dos municípios, com planejamento iniciado ainda no final de 2025, voltado à indicação de profissionais e à qualificação das informações pelos gestores locais. Nesse contexto, busca-se fortalecer o papel dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e das equipes da Atenção Primária à Saúde, incentivando práticas que reduzam a medicalização e promovam a inclusão social dos usuários, alinhadas aos princípios do cuidado em liberdade e da atenção integral no SUS.

A realização deste ciclo formativo reafirma o compromisso com a qualificação contínua dos trabalhadores da saúde e com o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial, contribuindo para a ampliação do acesso e da qualidade do cuidado em saúde mental no território.

Fontes:

BRASIL. Ministério da Saúde. Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-mental/raps

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (FIOCRUZ). Formação e qualificação em saúde mental. Disponível em: https://portal.fiocruz.br

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/eps

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde mental e atenção psicossocial. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-mental

Treinamento em Vigilância da MPOX

Treinamento em Vigilância da MPOX no Laboratório de Informática

Neste dia, 15 de julho de 2026, a OTICS-Rio Bangu, por meio do Laboratório de Informática, sediou o Treinamento em Vigilância da MPOX, reunindo 10 profissionais entre enfermeiros e gestores da Área Programática 5.1, distribuídos em duas turmas nos turnos manhã e tarde.

A atividade foi conduzida pelas enfermeiras da CAP 5.1, Cristiane Morais da Silva e Sabrina Jacinto de Sá Castriola, com apoio da bióloga Flavia Soto, que compartilharam orientações técnicas e promoveram momentos de esclarecimento de dúvidas, contribuindo para o aprimoramento das práticas.

A capacitação teve como objetivo qualificar os profissionais para a realização da coleta de amostras para exame diagnóstico da MPOX e para o correto cadastramento das solicitações no Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL), contribuindo para o fortalecimento das ações de vigilância epidemiológica e para a agilidade dos processos laboratoriais.

Durante o treinamento, foram abordados os fluxos de utilização do e-SUS e do GAL, enfatizando a importância do registro adequado das informações, do preenchimento correto das solicitações de exames e da integração entre os sistemas de informação em saúde. Também foram apresentados os protocolos relacionados à coleta, ao acondicionamento e ao encaminhamento de amostras para diagnóstico laboratorial, conforme as diretrizes vigentes.

 Turno da Manhã

Turno da Tarde

Fontes:

  • Ministério da Saúde. Guia de Vigilância em Saúde e protocolos para vigilância, diagnóstico e manejo da MPOX.
  • DATASUS. Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL) e Sistemas de Informação em Saúde.
  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro. Diretrizes para Vigilância Epidemiológica e organização da Rede de Atenção à Saúde.
  • Fundação Oswaldo Cruz. Publicações técnico-científicas sobre vigilância epidemiológica, diagnóstico laboratorial e educação permanente em saúde.

Processo de Trabalho na Acessibilidade Comunicativa

No dia 03 de julho de 2026, no turno da manhã, foi realizado, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS, o encontro “Processo de Trabalho na Acessibilidade Comunicativa”. A atividade teve como foco o aprimoramento das estratégias voltadas à inclusão comunicativa nas unidades de saúde, fortalecendo o acesso e a qualidade do atendimento prestado à população. Durante o encontro, foi abordado o tema a atualização de planilhas de acompanhamento nas unidades. A discussão destacou a importância do planejamento e da sistematização das ações como ferramentas essenciais para garantir a efetividade das práticas de acessibilidade comunicativa no cotidiano dos serviços de saúde.

O objetivo principal da atividade foi qualificar o acompanhamento das ações desenvolvidas e fortalecer os fluxos de comunicação inclusiva nas unidades de saúde da AP 5.1, contribuindo para um atendimento mais equitativo, humanizado e acessível, especialmente para a população surda. A iniciativa reforça o compromisso da rede de saúde com a promoção da equidade e o respeito à diversidade, princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde (SUS). A importância do encontro está diretamente relacionada à necessidade de consolidar práticas que assegurem o direito à comunicação como elemento essencial do cuidado em saúde.

Participaram do encontro Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), que colaboraram na condução das atividades e no alinhamento das estratégias de trabalho.

Fontes: Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência; Decreto nº 5.626/2005 (Regulamenta a Língua Brasileira de Sinais – Libras); Organização Mundial da Saúde (OMS) – Acessibilidade e inclusão nos serviços de saúde.

Avaliação do Curso Básico I de Libras – AP 5.1

OTICS Bangu realiza a avaliação do Curso Básico I de Libras, fortalecendo a inclusão e a acessibilidade na Atenção Primária

Na manhã do dia 1º de julho de 2026, foi realizada a avaliação do Curso de Língua Brasileira de Sinais (Libras) no espaço Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, reunindo três profissionais em uma etapa fundamental para o acompanhamento do processo de aprendizagem e desenvolvimento das competências em Libras.

A avaliação foi conduzida pelos profissionais, Jaqueline Nascimento, apoiadora da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), da Saúde Integral da População Negra e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Willian Inácio, auxiliar administrativo da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), responsáveis pela organização e execução do processo avaliativo, assegurando a aplicação dos instrumentos de avaliação de forma ética, transparente e em conformidade com os objetivos da formação.

A iniciativa reafirma o compromisso com a educação permanente em saúde, incentivando o aperfeiçoamento contínuo dos profissionais e fortalecendo práticas inclusivas que contribuam para uma comunicação mais acessível e humanizada com a população usuária dos serviços de saúde.

 

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua de modalidade visual-espacial, com estrutura gramatical própria, distinta da língua portuguesa, possuindo vocabulário, fonologia, morfologia, sintaxe e semântica específicos. Sua difusão nos serviços de saúde representa um importante instrumento para a efetivação do direito à comunicação e para a promoção da cidadania das pessoas surdas.

Referências

  • Brasil. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências.
  • Brasil. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436/2002, dispondo sobre o uso e o ensino da Libras.
  • Brasil. Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. MEC, 2008.

Encerramento da 5ª Turma do Curso Básico I de Libras – AP 5.1

OTICS Bangu encerra a 5ª turma do Curso Básico I de Libras, fortalecendo a inclusão e a acessibilidade na Atenção Primária

Na manhã do dia 25 de junho de 2026, o auditório da OTICS Bangu foi palco da aula de encerramento da 5ª turma do Curso Básico I de Língua Brasileira de Sinais (Libras), marcando a conclusão de mais um importante ciclo de formação voltado à qualificação dos profissionais da Atenção Primária à Saúde. A atividade contou com o apoio de Elvis Ferreira, apoiador da Equipe de Acessibilidade/Rede de Atenção Psicossocial (RAP) da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, de Willian Inácio e Yasmin Guimarães, apoiadores surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, além da mediação da fonoaudióloga Renata Reis, do Centro Especializado em Reabilitação (CER), responsável pela condução do curso.

A formação teve como público-alvo profissionais de saúde da Atenção Primária e teve como principal objetivo capacitá-los para estabelecer uma comunicação mais eficaz, acolhedora e humanizada com pessoas surdas, contribuindo para ampliar o acesso aos serviços de saúde, qualificar o atendimento e promover maior equidade no cuidado.

Ao longo do curso, os participantes desenvolveram conhecimentos básicos da Língua Brasileira de Sinais (Libras), além de aprofundarem a compreensão sobre a cultura e a identidade da comunidade surda. Essa abordagem fortalece práticas inclusivas e contribui para a redução das barreiras de comunicação, favorecendo um atendimento mais resolutivo, respeitoso e centrado nas necessidades dos usuários.

Momento da avaliação individual dos participantes da 5ª Turma do Curso Básico I de Libras. A etapa final permitiu aos alunos demonstrarem os conhecimentos adquiridos ao longo da formação, reforçando a importância da comunicação acessível e do atendimento humanizado à população surda.

O encerramento da turma simboliza mais um avanço no compromisso da rede de saúde com a promoção da acessibilidade comunicativa e da educação permanente, reforçando a importância da qualificação contínua dos profissionais para garantir um Sistema Único de Saúde (SUS) cada vez mais inclusivo, humanizado e acessível para toda a população.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua de modalidade visual-espacial, com estrutura gramatical própria, distinta da língua portuguesa, possuindo vocabulário, fonologia, morfologia, sintaxe e semântica específicos. Sua difusão nos serviços de saúde representa um importante instrumento para a efetivação do direito à comunicação e para a promoção da cidadania das pessoas surdas.

Referências

  • Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e dá outras providências.
  • Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 – Regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e estabelece diretrizes para a difusão e o ensino da Libras.
  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência.
  • Ministério da Educação – Diretrizes para o ensino e a difusão da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Qualificação de Ponto Focal da Equipe de Risco Biológico da AP 5.1

Qualificação fortalece atuação dos pontos focais de Risco Biológico na AP 5.1

Na manhã desta quarta-feira (24/06), foi realizada no Auditório da OTICS Bangu a capacitação “Qualificação de Ponto Focal da Equipe de Risco Biológico da AP 5.1”, reunindo cerca de 40 Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) que atuam nas unidades de saúde da Área Programática 5.1. A atividade foi conduzida por Áurea Caroline da Vale Silva, Vigilante em Saúde Ambiental (VSA) da AP 5.1, e teve como objetivo promover a qualificação técnico-operacional dos profissionais responsáveis por atuar como pontos focais de Risco Biológico em suas respectivas unidades.

Durante o encontro, foram abordadas as atribuições dos Agentes de Vigilância em Saúde relacionadas à identificação, monitoramento, prevenção e resposta aos riscos biológicos presentes nos serviços de saúde. A iniciativa buscou fortalecer o conhecimento técnico dos participantes, contribuindo para a padronização das ações e para o aprimoramento das práticas de vigilância em saúde ambiental no território.

A formação dos pontos focais é uma estratégia fundamental para ampliar a capacidade de resposta das unidades de saúde diante de situações que envolvam agentes biológicos, garantindo maior segurança para trabalhadores, usuários e para a comunidade. Além disso, a qualificação permanente desses profissionais fortalece a integração entre as equipes de vigilância e os serviços assistenciais, favorecendo a identificação precoce de riscos e a adoção de medidas preventivas eficazes.

De acordo com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde, a capacitação contínua dos profissionais de saúde é um dos pilares para a prevenção e o controle de eventos relacionados a riscos biológicos, contribuindo para a promoção de ambientes mais seguros e para a proteção da saúde pública.

A ação reafirma o compromisso da Vigilância em Saúde da AP 5.1 com a educação permanente e o fortalecimento das práticas de vigilância, qualificando os profissionais para atuarem de forma cada vez mais eficiente na prevenção e no manejo dos riscos biológicos em seus territórios.

A atividade foi conduzida por Áurea Caroline da Vale Silva, Vigilante em Saúde Ambiental (VSA) da AP 5.1.
Equipe de Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) que atuam nas unidades de saúde da Área Programática 5.1. 

 

Fontes para referência institucional: