Capacitação de Sutura para Enfermeiros da Atenção Primária Prisional (APP)

Capacitação fortalece autonomia dos enfermeiros da Atenção Primária Prisional na realização de suturas

Na terça-feira, 23 de junho de 2026, das 8h30 às 17h, o auditório da OTICS Bangu sediou a Capacitação de Sutura para Enfermeiros da Atenção Primária Prisional (APP), reunindo 21 enfermeiros em uma atividade de qualificação voltada ao aprimoramento técnico-científico e à ampliação da resolutividade da assistência prestada às pessoas privadas de liberdade. A capacitação foi organizada com o objetivo de fortalecer a autonomia do enfermeiro na realização de suturas em situações compatíveis com sua competência profissional, qualificando o atendimento realizado na Atenção Primária Prisional e contribuindo para um cuidado mais ágil, seguro e humanizado. A programação foi dividida em dois momentos. Durante a manhã, os participantes acompanharam a aula teórica, abordando princípios de avaliação de feridas, indicações e contraindicações para sutura, técnicas de assepsia, tipos de fios e materiais, critérios de encaminhamento e aspectos relacionados à segurança do paciente. No período da tarde, foi realizada a aula prática, permitindo aos profissionais desenvolver habilidades técnicas por meio de atividades supervisionadas. A capacitação teve como responsável técnica Michelle Bernardino Filgueira, Responsável Técnica de Enfermagem da Atenção Primária Prisional, e foi ministrada por Tulio Padilha, Enfermeiro e Coordenador da Residência do Programa de Residência em Enfermagem de Família e Comunidade (PREFC).

A realização desta atividade reforça a importância da Educação Permanente em Saúde (EPS) como estratégia para o desenvolvimento contínuo dos profissionais, promovendo atualização técnica, fortalecimento das competências clínicas e melhoria da qualidade da assistência. A qualificação em sutura amplia a capacidade de resposta da Atenção Primária, reduzindo encaminhamentos desnecessários para outros níveis de atenção, favorecendo o acesso oportuno ao cuidado e contribuindo para maior eficiência da rede de saúde no sistema prisional.

A realização desta atividade reforça a importância da Educação Permanente em Saúde (EPS) como estratégia para o desenvolvimento contínuo dos profissionais, promovendo atualização técnica, fortalecimento das competências clínicas e melhoria da qualidade da assistência. A qualificação em sutura amplia a capacidade de resposta da Atenção Primária, reduzindo encaminhamentos desnecessários para outros níveis de atenção, favorecendo o acesso oportuno ao cuidado e contribuindo para maior eficiência da rede de saúde no sistema prisional.

A iniciativa está alinhada aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e às diretrizes da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade (PNAISP), que preconizam o fortalecimento da Atenção Primária no sistema prisional por meio da qualificação das equipes multiprofissionais. Também observa as competências técnicas e legais do enfermeiro previstas pelo Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) e as diretrizes da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), que incentivam a formação contínua como instrumento de transformação das práticas de cuidado.

Turno da tarde, aula prática.

A etapa prática da capacitação desempenha um papel fundamental na formação dos profissionais, pois possibilita a aplicação dos conhecimentos teóricos em situações simuladas, desenvolvendo habilidades técnicas, raciocínio clínico e tomada de decisão. A prática supervisionada contribui para o aperfeiçoamento da execução da sutura, fortalece a segurança do enfermeiro no desempenho do procedimento e promove uma assistência mais qualificada, segura e resolutiva aos usuários dos serviços de saúde.

Equipe de Profissionais da Atenção Primária Prisional (APP) – AP 5.1

Fontes:

Equipe de Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Equipe de Acessibilidade Comunicativa prepara avaliação da 5ª turma do Curso Básico de Libras I

No dia 23 de junho de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, os profissionais Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Jaqueline Nascimento, apoiadora da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), da Saúde Integral da População Negra e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), realizaram mais um encontro de organização do processo de trabalho. Durante a reunião, a equipe dedicou-se à elaboração da avaliação que será aplicada aos alunos da quinta turma do Curso Básico de Libras I, cuja última aula está prevista para o dia 25 de junho de 2026. A construção do instrumento avaliativo tem como finalidade verificar os conhecimentos adquiridos ao longo da formação, contribuindo para a consolidação do aprendizado e para o aprimoramento das próximas edições do curso.

O planejamento coletivo das atividades pedagógicas representa uma etapa fundamental para garantir a qualidade do processo de ensino-aprendizagem, assegurando que os critérios de avaliação estejam alinhados aos objetivos do curso e às necessidades dos participantes. Além disso, fortalece a organização do trabalho em equipe e promove maior efetividade nas ações de educação permanente.

A oferta de capacitações em Língua Brasileira de Sinais (Libras) contribui para a qualificação dos profissionais de saúde, favorecendo uma comunicação mais acessível e inclusiva com a população surda. Essa iniciativa fortalece a humanização do atendimento, amplia o acesso aos serviços de saúde e reafirma o compromisso do Sistema Único de Saúde (SUS) com a equidade e a inclusão.

Fontes:

Planejamento de Ações de Promoção da Saúde do Homem na AP 5.1

Planejamento fortalece ações de promoção da Saúde do Homem na AP 5.1

Na manhã do dia 22 de junho de 2026, no laboratório de informática da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de Saúde do Homem no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi planejar e estruturar ações voltadas à promoção da saúde da população masculina, fortalecendo estratégias de prevenção de agravos, promoção da saúde e ampliação do acesso dos homens aos serviços da Atenção Primária à Saúde. A iniciativa também buscou qualificar o planejamento das equipes, contribuindo para a continuidade das ações e para a oferta de um cuidado integral, humanizado e resolutivo.

A Saúde do Homem é uma importante estratégia para reduzir a morbimortalidade masculina, estimular o autocuidado, ampliar o acesso aos serviços de saúde e incentivar a realização de ações preventivas, como vacinação, acompanhamento das doenças crônicas, promoção de hábitos saudáveis e rastreamento de fatores de risco. Essas diretrizes estão alinhadas à Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem, instituída pelo Ministério da Saúde, que busca facilitar e ampliar o acesso da população masculina às ações e aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).

A atividade também reforça a importância do planejamento como ferramenta para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a organização da assistência e promover ações de educação permanente voltadas às necessidades da população masculina no território.

 A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a qualificação contínua dos profissionais de saúde e com o fortalecimento das políticas públicas voltadas à promoção da saúde, à prevenção de doenças e ao cuidado integral da população.

Supervisão de equipe do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Lima Barreto

CAPS Lima Barreto realiza supervisão de equipe com foco na qualificação dos registros em prontuários

Na segunda-feira, 22 de junho, das 09h30 às 12h, foi realizada na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu a atividade de supervisão de equipe do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Lima Barreto. O encontro contou com a participação de membros da comissão de prontuários, totalizando quatro participantes. A atividade teve como objetivo principal avaliar os prontuários dos pacientes atendidos no CAPS, verificando sua conformidade com os padrões exigidos e identificando possíveis inconsistências. A partir dessa análise, foram sinalizadas orientações às equipes para adequações e melhorias nos registros, fortalecendo a qualidade da assistência e a segurança das informações em saúde. A supervisão foi conduzida por Priscila Lira, coordenadora administrativa do CAPS Lima Barreto, que destacou a importância do acompanhamento contínuo dos registros como ferramenta essencial para a organização do cuidado e a qualificação do processo de trabalho em saúde mental.

A iniciativa reforça o papel dos Centros de Atenção Psicossocial na consolidação de práticas alinhadas às diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente no que se refere à integralidade do cuidado e à qualidade da informação em saúde.

A organização e a qualidade dos registros em prontuário são orientadas por normativas do Ministério da Saúde e do Conselho Federal de Medicina, que estabelecem a obrigatoriedade de registros completos, legíveis e que garantam a continuidade do cuidado.

A ação contribui para o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), promovendo maior segurança, rastreabilidade das informações e qualificação do cuidado prestado aos usuários do SUS.

Fontes:

Equipe de Acessibilidade Comunicativa

Profissionais da Equipe de Acessibilidade Comunicativa realizam atividades de organização e registro de atendimentos na OTICS Bangu

No dia 18 de junho de 2026, turno da tarde, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, os profissionais Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1 e Renata Reis, Fonoaudióloga do Centro Especializado em Reabilitação (CER) e mediadora do Curso de Libras, estiveram reunidos em mais um momento de organização do processo de trabalho. Durante o encontro, a equipe realizou a atualização de planilha do idoso e população negra, além do levantamento dos atendimentos de pessoas surdas e do registro atualizado desses atendimentos, atividades essenciais para qualificar o acompanhamento e fortalecer os fluxos de comunicação inclusiva nas unidades de saúde.

A iniciativa reforça o compromisso com a acessibilidade comunicativa, a inclusão e a equidade racial em saúde, contribuindo diretamente para a ampliação do acesso e para a melhoria do cuidado às populações que demandam estratégias específicas de acolhimento. A ação também evidencia o papel da OTICS Bangu como espaço de apoio às equipes e de promoção de práticas que valorizam a diversidade e garantem um atendimento mais justo e humanizado.

Em 26 de dezembro de 2022, é aprovada e sancionada no município do Rio de Janeiro a Lei 7.749/22, Lei Lenora Mendes Louro, que institui o Programa Municipal de Saúde Integral da População Negra Carioca. O principal objetivo dessa lei é desenvolver, de forma integral, ações de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde da população negra e dos afrodescendentes, em conformidade com a portaria do Ministério da Saúde n.º 992, de 13 de maio de 2009, que institui a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra – PNSIPN.

Em de 12 de julho de 2023, foi criado o Grupo de Trabalho Lenora Mendes Louro, da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, instituído pela Resolução 5860, de 12 de julho de 2023, um espaço coletivo participativo e democrático organizado, com a sociedade civil e o governo, que teve como atividades: – Estruturar a criação da instância/órgão técnico com representantes técnicos da SMS-Rio, sociedade civil e representantes da Câmara de Vereadores; – Elaborar plano de trabalho da instância/órgão baseado nas submetas e construção de indicadores para a melhoria dos resultados em saúde da população negra com acompanhamento do Comitê Técnico Municipal de Saúde da População Negra. Em fevereiro de 2024, foi publicada a Resolução n.º 6028, de fevereiro de 2024, que instituiu o Grupo Gestor Especial de Saúde da População Negra. Esse grupo de trabalho é ligado ao Gabinete do Secretário Municipal de Saúde e responsável por implantar/ implementar de forma transversal o Programa Municipal de Saúde Integral da População Negra Carioca por todas as instâncias desta secretaria, além de contribuir de maneira intersetorial com outros órgãos da Prefeitura do Rio na construção de políticas públicas mais equânimes.

A PNSIPN é um compromisso firmado pelo Ministério da Saúde no combate às desigualdades no Sistema Único de Saúde (SUS) e na promoção da saúde da população negra de forma integral, considerando que as iniquidades em saúde são resultados de injustos processos socioeconômicos e culturais – em destaque, o vigente racismo – que corroboram com a morbimortalidade das populações negras brasileiras. Para implementar a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, é necessário que gestores, movimentos sociais, conselheiros e profissionais do SUS trabalhem em prol da melhoria das condições de saúde da população negra, a partir da compreensão de suas vulnerabilidades e do reconhecimento do racismo como determinante social em saúde.

Com vistas à promoção da equidade em saúde e orientado pelos princípios e diretrizes da integralidade, equidade, universalidade e participação social, em consonância com o Pacto pela Saúde e a Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no SUS (ParticipaSUS), o Ministério da Saúde instituiu, em 2009, a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), por meio da Portaria GM/MS nº 992, de 13 de maio de 2009 (ver Anexo B).
A partir da publicação dessa Política, o Ministério da Saúde reconhece e assume a necessidade da instituição de mecanismos de promoção da saúde integral da população negra e do enfrentamento ao racismo institucional no SUS, com vistas à superação das barreiras estruturais e cotidianas que incide negativamente nos indicadores de saúde dessa população – precocidade dos óbitos, altas taxas de mortalidade materna e infantil, maior prevalência de doenças crônicas e infecciosas e altos índices de violência. A Política também reafirma as responsabilidades de cada esfera de gestão do SUS – governo federal, estadual e municipal – na efetivação das ações e na articulação com outros setores do governo e da sociedade civil, para garantir o acesso da população negra a ações e serviços de saúde, de forma oportuna e humanizada, contribuindo para a melhoria das condições de saúde desta população e para redução das iniquidades
de raça/cor, gênero, identidade de gênero, orientação sexual, geracionais e de classe.

 

Saiba mais clicando aqui:

 https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_saude_populacao_negra_3d.pdf

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/SUS_bracos_abertos_saude_populcao_negra.pdf

https://saude.prefeitura.rio/populacao-negra/

Curso de Libras para Profissionais da Atenção Primária da AP 5.1

Neste dia, 18 de junho de 2026, turno da manhã, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a décima terceira aula da 5ª turma do Curso Básico I de Libras. A atividade contou com o apoio de Elvis Ferreira – apoiador da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa), além de Renata Reis, fonoaudióloga do CER, responsável pela mediação do curso. O público-alvo da formação é composto por profissionais de saúde da Atenção Primária e o principal objetivo do curso é capacitá-los para se comunicar de forma eficaz e humanizada com pacientes surdos, contribuindo para a melhoria do acesso, da qualidade do atendimento e da experiência em saúde da comunidade surda. A proposta vai além do ensino da língua, contemplando também a compreensão da cultura surda, fundamental para a promoção de um atendimento mais inclusivo e para a redução das barreiras de comunicação nos serviços de saúde.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua com estrutura própria, de modalidade visual-espacial, distinta da língua portuguesa. Assim como outras línguas naturais, a Libras possui níveis linguísticos como fonologia, morfologia, sintaxe e semântica, além de um vocabulário próprio, composto por sinais.

É importante destacar que a Libras não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa, que permanece como língua oficial do país, mas se configura como um instrumento essencial para garantir o direito à comunicação das pessoas surdas. Nesse sentido, a qualificação dos profissionais de saúde em Libras representa um avanço significativo na construção de um sistema de saúde mais acessível, equitativo e humanizado.

 

Fontes e referências
Lei nº 10.436/2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais como meio legal de comunicação e expressão
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
Ministério da Educação – Diretrizes para educação e difusão da Libras

Encontro Locorregional do Programa Mais Médicos (PMM) da AP 5.1

Nos dia 17 de junho de 2026, das 14h às 17h, o auditório da OTICS Bangu sediou o segundo dia do Encontro Locorregional do Programa Mais Médicos (PMM) da AP 5.1, reunindo 30 profissionais vinculados ao programa em um momento de atualização técnica e fortalecimento das práticas assistenciais na Atenção Primária à Saúde (APS). A atividade foi conduzida por Priscila Mafra, Responsável Técnica Médica da CAP 5.1, em conjunto com os supervisores acadêmicos do Programa Mais Médicos.

O encontro teve como tema central as Síndromes Respiratórias, abordando aspectos relacionados à identificação, manejo clínico, acompanhamento dos usuários e estratégias de cuidado desenvolvidas na Atenção Primária à Saúde. A atividade proporcionou um espaço de discussão e troca de experiências entre os profissionais, contribuindo para a qualificação da assistência prestada à população.

Durante a programação, foram discutidos temas relevantes para a prática clínica, considerando o papel estratégico da APS na prevenção, diagnóstico precoce, acompanhamento e encaminhamento adequado dos casos. O debate também destacou a importância da vigilância em saúde e da atuação integrada das equipes para o enfrentamento das doenças respiratórias, especialmente em períodos de maior circulação de vírus respiratórios.

Os encontros locorregionais do Programa Mais Médicos constituem importantes espaços de educação permanente, promovendo atualização profissional, fortalecimento da integração entre ensino e serviço e qualificação contínua dos processos de trabalho. Essas iniciativas contribuem para o aprimoramento da assistência prestada no Sistema Único de Saúde (SUS) e para o fortalecimento da Atenção Primária como porta de entrada preferencial da rede de saúde.

Fonte:

Ministério da Saúde – Programa Mais Médicos

Ministério da Saúde – Síndrome Respiratórias 

Encontro Locorregional do Programa Mais Médicos (PMM) da AP 5.1

Nos dia 16 de junho de 2026, das 14h às 17h, o auditório da OTICS Bangu sediou o Encontro Locorregional do Programa Mais Médicos (PMM) da AP 5.1, reunindo 16 profissionais vinculados ao programa em um momento de atualização técnica e fortalecimento das práticas assistenciais na Atenção Primária à Saúde (APS). A atividade foi conduzida por Priscila Mafra, Responsável Técnica Médica da CAP 5.1, em conjunto com os supervisores acadêmicos do Programa Mais Médicos.

O encontro teve como tema central as Síndromes Respiratórias, abordando aspectos relacionados à identificação, manejo clínico, acompanhamento dos usuários e estratégias de cuidado desenvolvidas na Atenção Primária à Saúde. A atividade proporcionou um espaço de discussão e troca de experiências entre os profissionais, contribuindo para a qualificação da assistência prestada à população.

Durante a programação, foram discutidos temas relevantes para a prática clínica, considerando o papel estratégico da APS na prevenção, diagnóstico precoce, acompanhamento e encaminhamento adequado dos casos. O debate também destacou a importância da vigilância em saúde e da atuação integrada das equipes para o enfrentamento das doenças respiratórias, especialmente em períodos de maior circulação de vírus respiratórios.

Os encontros locorregionais do Programa Mais Médicos constituem importantes espaços de educação permanente, promovendo atualização profissional, fortalecimento da integração entre ensino e serviço e qualificação contínua dos processos de trabalho. Essas iniciativas contribuem para o aprimoramento da assistência prestada no Sistema Único de Saúde (SUS) e para o fortalecimento da Atenção Primária como porta de entrada preferencial da rede de saúde.

Fonte:

Ministério da Saúde – Programa Mais Médicos

Ministério da Saúde – Síndrome Respiratórias 

Atividade Avaliativa: Saúde e Comunidade

No dia 12 de junho de 2026, das 14h às 16h, o auditório da OTICS Bangu sediou a atividade avaliativa da disciplina Saúde e Comunidade, reunindo 7 alunos de medicina do sexto período da Universidade Castelo Branco em um momento de avaliação acadêmica voltado à consolidação dos conhecimentos adquiridos ao longo do processo formativo. A atividade foi conduzida por Cristiane Segreto, médica, do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, responsável pela supervisão.

A avaliação teve como objetivo analisar o desenvolvimento das competências relacionadas à saúde coletiva, à atuação no território e à compreensão dos princípios que orientam o Sistema Único de Saúde (SUS). Durante a atividade, os estudantes demonstraram os conhecimentos construídos ao longo da disciplina, articulando aspectos teóricos e práticos voltados ao cuidado em saúde e à realidade das comunidades atendidas pelos serviços públicos.

A disciplina Saúde e Comunidade constitui importante componente da formação em saúde, pois aproxima os estudantes das práticas desenvolvidas na Atenção Primária à Saúde e dos desafios enfrentados no cotidiano dos serviços. Além disso, favorece a compreensão dos determinantes sociais da saúde, do trabalho interdisciplinar e da importância da atuação integrada entre ensino, serviço e comunidade.

A realização de atividades avaliativas contribui para o fortalecimento do processo de ensino-aprendizagem, permitindo a reflexão crítica sobre os conhecimentos adquiridos e incentivando a formação de profissionais comprometidos com os princípios da universalidade, integralidade e equidade que fundamentam o SUS.

A iniciativa reforça o compromisso da OTICS Bangu com o apoio às atividades de ensino e formação em saúde, colaborando para a qualificação dos futuros profissionais que atuarão na promoção, prevenção e cuidado da saúde da população.

Fontes:

Ministério da Saúde — Política Nacional de Educação Permanente em Saúde.

Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) – PDF Oficial

Grupo de Estudos Saúde da População Negra

Grupo de Estudos debate Saúde Integral da População Negra e fortalece ações de equidade no SUS

No dia 11 de junho de 2026, das 9h às 12h, o auditório da OTICS Bangu sediou o Grupo de Estudos Saúde Integral da População Negra, reunindo 20 participantes entre trabalhadores da saúde, estudantes da área da saúde e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A atividade foi conduzida por Cristiane Vicente, Assessora de Saúde da População Negra da SMS-RJ, e Aline Vieira, psicóloga e presidente do Centro de Estudos do Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira.

O encontro teve como objetivo apresentar os fundamentos da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) e promover a construção de propostas de intervenção voltadas aos serviços de saúde. A atividade constituiu um espaço de aprendizagem, reflexão e troca de experiências sobre a importância da promoção da equidade racial e do enfrentamento das desigualdades que impactam as condições de saúde da população negra.

Durante o grupo de estudos, foram abordados aspectos introdutórios da Saúde Integral da População Negra, destacando os princípios, diretrizes e estratégias da política nacional, além da importância do reconhecimento dos determinantes sociais da saúde e do combate ao racismo institucional como parte das ações de cuidado e gestão em saúde.

A iniciativa também estimulou a elaboração de projetos de intervenção voltados à qualificação dos serviços, buscando fortalecer práticas de cuidado mais inclusivas, humanizadas e alinhadas aos princípios da universalidade, integralidade e equidade que orientam o SUS. A construção coletiva de propostas contribui para ampliar o acesso da população aos serviços de saúde e fortalecer ações de promoção, prevenção e cuidado nos territórios.

A realização do Grupo de Estudos reafirma o compromisso da Secretaria Municipal de Saúde, da CAP 5.1 e da OTICS Bangu com a educação permanente, a promoção da equidade racial e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à saúde da população negra.

Fonte:

Política Nacional de Saúde Integral da População Negra: Uma Política do SUS