Segundo dia do Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na Inserção de DIU e Implante Subdérmico

Dia 08 de abril de 2026 – Segundo dia (Aprofundamento Teórico)

No dia 08 de abril de 2026, das 8h às 17h, no auditório da OTICS Bangu, foi realizado o segundo dia do Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na inserção de DIU e implante subdérmico, dando continuidade ao processo formativo dos profissionais da CAP 5.1. Neste segundo momento, os conteúdos teóricos foram aprofundados, com ênfase nas técnicas de inserção dos métodos, manejo de possíveis intercorrências, acompanhamento dos usuários e qualificação do aconselhamento em saúde. Também foram discutidos fluxos assistenciais, organização do processo de trabalho e ampliação do acesso aos métodos contraceptivos nas unidades de saúde.

Palestrante Vanessa Henriques, Responsável Técnica de Enfermagem da CAP 5.1.

A continuidade da formação reforça o objetivo de capacitar os profissionais para uma atuação segura, ética e resolutiva, promovendo a ampliação da oferta de métodos contraceptivos e garantindo o direito ao planejamento reprodutivo.

Palestrante Priscila Mafra, Responsável Técnica de Medicina da CAP 5.1.

A importância da ação está diretamente relacionada à qualificação do cuidado e à consolidação de práticas baseadas nas políticas públicas de saúde, fortalecendo o papel da Atenção Primária como ordenadora do cuidado e promotora da saúde integral.

Fontes e referências

Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher
Ministério da Saúde – Caderno de Atenção Básica: Planejamento Reprodutivo
Organização Mundial da Saúde – Diretrizes sobre métodos contraceptivos e planejamento familiar
Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – Recomendações para uso de LARC (DIU e implante)
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade

Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na Inserção de DIU e Implante Subdérmico

Dia 07 de abril de 2026 – Primeiro dia (Módulo Teórico)

No dia 07 de abril de 2026, das 8h às 17h, teve início, no auditório da OTICS Bangu, o Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na inserção de DIU e implante subdérmico, voltado para enfermeiros e médicos da CAP 5.1. A atividade reuniu aproximadamente 40 profissionais da Atenção Primária, com o objetivo de fortalecer a qualificação técnica das equipes no cuidado à saúde sexual e reprodutiva. O primeiro dia foi dedicado ao conteúdo teórico, abordando os principais aspectos do planejamento reprodutivo, incluindo diretrizes clínicas, critérios de elegibilidade, aconselhamento, métodos contraceptivos de longa duração (LARC), como o dispositivo intrauterino (DIU) e o implante subdérmico (Implanon), além de aspectos éticos e legais relacionados ao cuidado.

O objetivo do treinamento é habilitar enfermeiros e médicos para a realização qualificada da consulta de planejamento reprodutivo, ampliando o acesso da população a métodos contraceptivos seguros, eficazes e de longa duração. A formação é coordenada por Vanessa Henriques, Responsável Técnica de Enfermagem da CAP 5.1, e Priscila Mafra, Responsável Técnica de Medicina da CAP 5.1.

A iniciativa é de grande importância para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, contribuindo para a autonomia dos usuários, a redução de gestações não planejadas e a promoção de um cuidado integral, equitativo e baseado em evidências científicas.

Fontes e referências

Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher
Ministério da Saúde – Caderno de Atenção Básica: Planejamento Reprodutivo
Organização Mundial da Saúde – Diretrizes sobre métodos contraceptivos e planejamento familiar
Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – Recomendações para uso de LARC (DIU e implante)
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade

Equipe de Acessibilidade Comunicativa

No dia 02 de abril de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, os profissionais Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, estiveram reunidos em mais um momento de organização do processo de trabalho. Durante o encontro, a equipe realizou a atualização de planilha do idoso e da população negra, além do levantamento dos atendimentos de pessoas surdas e do registro atualizado desses atendimentos, atividades essenciais para qualificar o acompanhamento e fortalecer os fluxos de comunicação inclusiva nas unidades de saúde. A iniciativa reforça o compromisso com a acessibilidade comunicativa, a inclusão e a equidade racial em saúde, contribuindo diretamente para a ampliação do acesso e para a melhoria do cuidado às populações que demandam estratégias específicas de acolhimento. A ação também evidencia o papel da OTICS Bangu como espaço de apoio às equipes e de promoção de práticas que valorizam a diversidade e garantem um atendimento mais justo e humanizado.

Em 26 de dezembro de 2022, é aprovada e sancionada no município do Rio de Janeiro a Lei 7.749/22, Lei Lenora Mendes Louro, que institui o Programa Municipal de Saúde Integral da População Negra Carioca. O principal objetivo dessa lei é desenvolver, de forma integral, ações de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde da população negra e dos afrodescendentes, em conformidade com a portaria do Ministério da Saúde n.º 992, de 13 de maio de 2009, que institui a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra – PNSIPN.

Em de 12 de julho de 2023, foi criado o Grupo de Trabalho Lenora Mendes Louro, da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, instituído pela Resolução 5860, de 12 de julho de 2023, um espaço coletivo participativo e democrático organizado, com a sociedade civil e o governo, que teve como atividades: – Estruturar a criação da instância/órgão técnico com representantes técnicos da SMS-Rio, sociedade civil e representantes da Câmara de Vereadores; – Elaborar plano de trabalho da instância/órgão baseado nas submetas e construção de indicadores para a melhoria dos resultados em saúde da população negra com acompanhamento do Comitê Técnico Municipal de Saúde da População Negra. Em fevereiro de 2024, foi publicada a Resolução n.º 6028, de fevereiro de 2024, que instituiu o Grupo Gestor Especial de Saúde da População Negra. Esse grupo de trabalho é ligado ao Gabinete do Secretário Municipal de Saúde e responsável por implantar/ implementar de forma transversal o Programa Municipal de Saúde Integral da População Negra Carioca por todas as instâncias desta secretaria, além de contribuir de maneira intersetorial com outros órgãos da Prefeitura do Rio na construção de políticas públicas mais equânimes.

A PNSIPN é um compromisso firmado pelo Ministério da Saúde no combate às desigualdades no Sistema Único de Saúde (SUS) e na promoção da saúde da população negra de forma integral, considerando que as iniquidades em saúde são resultados de injustos processos socioeconômicos e culturais – em destaque, o vigente racismo – que corroboram com a morbimortalidade das populações negras brasileiras. Para implementar a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, é necessário que gestores, movimentos sociais, conselheiros e profissionais do SUS trabalhem em prol da melhoria das condições de saúde da população negra, a partir da compreensão de suas vulnerabilidades e do reconhecimento do racismo como determinante social em saúde.

Com vistas à promoção da equidade em saúde e orientado pelos princípios e diretrizes da integralidade, equidade, universalidade e participação social, em consonância com o Pacto pela Saúde e a Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no SUS (ParticipaSUS), o Ministério da Saúde instituiu, em 2009, a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), por meio da Portaria GM/MS nº 992, de 13 de maio de 2009 (ver Anexo B).
A partir da publicação dessa Política, o Ministério da Saúde reconhece e assume a necessidade da instituição de mecanismos de promoção da saúde integral da população negra e do enfrentamento ao racismo institucional no SUS, com vistas à superação das barreiras estruturais e cotidianas que incide negativamente nos indicadores de saúde dessa população – precocidade dos óbitos, altas taxas de mortalidade materna e infantil, maior prevalência de doenças crônicas e infecciosas e altos índices de violência. A Política também reafirma as responsabilidades de cada esfera de gestão do SUS – governo federal, estadual e municipal – na efetivação das ações e na articulação com outros setores do governo e da sociedade civil, para garantir o acesso da população negra a ações e serviços de saúde, de forma oportuna e humanizada, contribuindo para a melhoria das condições de saúde desta população e para redução das iniquidades
de raça/cor, gênero, identidade de gênero, orientação sexual, geracionais e de classe.

 

Saiba mais clicando aqui: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_saude_populacao_negra_3d.pdf

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/SUS_bracos_abertos_saude_populcao_negra.pdf

https://saude.prefeitura.rio/populacao-negra/

Curso Básico I de Libras

Na tarde do dia 02 de abril de 2026, no auditório da OTICS Bangu, foi realizada mais uma aula do Curso Básico I de Libras. A atividade contou com a participação da equipe de apoiadores da CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa), além de Renata Reis, fonoaudióloga do CER, responsável pela mediação do curso. O público-alvo da formação é composto por profissionais de saúde da Atenção Primária, e o principal objetivo do curso é capacitá-los para se comunicar de forma eficaz e humanizada com pacientes surdos, contribuindo para a melhoria do acesso, da qualidade do atendimento e da experiência em saúde da comunidade surda. A proposta vai além do ensino da língua, contemplando também a compreensão da cultura surda, fundamental para a promoção de um atendimento mais inclusivo e para a redução das barreiras de comunicação nos serviços de saúde.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua com estrutura própria, de modalidade visual-espacial, distinta da língua portuguesa. Assim como outras línguas naturais, a Libras possui níveis linguísticos como fonologia, morfologia, sintaxe e semântica, além de um vocabulário próprio, composto por sinais.

É importante destacar que a Libras não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa, que permanece como língua oficial do país, mas se configura como um instrumento essencial para garantir o direito à comunicação das pessoas surdas. Nesse sentido, a qualificação dos profissionais de saúde em Libras representa um avanço significativo na construção de um sistema de saúde mais acessível, equitativo e humanizado.

Fontes e referências
Lei nº 10.436/2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais como meio legal de comunicação e expressão
Decreto nº 5.626/2005 – Regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e trata da inclusão da Libras nos serviços públicos
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
Ministério da Educação – Diretrizes para educação e difusão da Libras
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – Dados sobre a população com deficiência no Brasil

Capacitação em Arboviroses da Vigilância Epidemiológica na AP 5.1

Capacitação em Arboviroses fortalece atuação da Vigilância Epidemiológica na AP 5.1

No dia 01 de abril de 2026, das 8h às 17h, foi realizado no auditório da OTICS o evento intitulado “Você já sabe, mas não custa lembrar – Arboviroses”, reunindo 45 participantes. A atividade teve como público-alvo os pontos focais para Vigilância Epidemiológica na Atenção Primária e da Rede de Urgência e Emergência. Durante a capacitação, foram abordados temas essenciais relacionados às arboviroses, incluindo notificação de casos, investigação laboratorial, análise do cenário epidemiológico e resolução de casos clínicos. O encontro proporcionou um espaço de troca de conhecimentos e alinhamento técnico entre os profissionais, contribuindo para o aprimoramento das práticas no território. O objetivo é propiciar maior entendimento e segurança aos profissionais quanto à execução dos fluxos da Vigilância Epidemiológica das arboviroses, qualificando o processo de notificação, investigação e resposta aos agravos.

As arboviroses, como dengue, chikungunya e zika, representam importantes desafios de saúde pública, especialmente em áreas urbanas. A qualificação contínua dos profissionais de saúde é fundamental para garantir a detecção precoce de casos, a adoção de medidas oportunas de controle e a redução de complicações e óbitos. Capacitações como esta fortalecem a integração entre os níveis de atenção e contribuem diretamente para a melhoria da vigilância e da assistência à população. A atividade foi conduzida pelas sanitaristas epidemiologistas Karen Abrahão e Graziele Rodrigues, que compartilharam conhecimentos técnicos e experiências práticas, promovendo um ambiente de aprendizado colaborativo.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

Fontes:

 

A vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e fortalecer uma sociedade saudável e resistente.

zé gotinha

Além de prevenir doenças graves, a imunização contribui para reduzir a disseminação desses agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde.

Saúde do Homem

Na manhã do dia 30 de março de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa, bem como à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

 

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Reunião de Eixo Estratégico eMulti – AP 5.1

No dia 26 de março de 2026, das 13h às 17h, foi realizada, no auditório da OTICS, a segunda etapa da Reunião de Eixo Estratégico eMulti, reunindo 30 participantes. O encontro teve como público-alvo, nesta ocasião, profissionais psicólogos e assistentes sociais das equipes eMulti da AP 5.1, com o objetivo de promover apoio técnico-institucional e fortalecer a organização dos processos de trabalho no âmbito da Atenção Primária à Saúde. A atividade teve como foco a discussão dos eixos estratégicos que orientam a atuação das equipes multiprofissionais, abordando diretrizes, desafios e possibilidades para qualificação das práticas no território. O espaço favoreceu a troca de experiências, o alinhamento de ações e o fortalecimento do trabalho em equipe, contribuindo para a ampliação da resolutividade e da integralidade do cuidado ofertado à população. A condução da reunião foi realizada por Simone Pires, psicóloga, que destacou a importância do planejamento estratégico e do apoio institucional como ferramentas essenciais para o fortalecimento das equipes e a melhoria contínua dos serviços de saúde.

Durante o encontro, os participantes também assistiram a uma apresentação conduzida por Jaqueline Nascimento, integrante da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, com o tema “Contextualizar o papel da Atenção Primária à Saúde no acompanhamento integral da pessoa idosa no território da AP 5.1”. A exposição destacou a importância do cuidado longitudinal, da vigilância ativa e da coordenação do cuidado no acompanhamento da população idosa. Entre os principais conteúdos abordados, destacaram-se a estrutura e o funcionamento das linhas de cuidado na Atenção Primária à Saúde, as atribuições das equipes no acompanhamento da população idosa, os fluxos e serviços ofertados na rede, além do papel da Atenção Primária como porta de entrada e ordenadora da Rede de Atenção à Saúde. Também foi apresentado um panorama das necessidades de saúde da pessoa idosa no território, reforçando a importância de estratégias integradas para a promoção do envelhecimento saudável.

A realização da atividade reafirma o compromisso com a qualificação das equipes eMulti e com o fortalecimento das ações de cuidado integral, especialmente no que se refere à atenção à saúde da pessoa idosa, em consonância com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fontes:

BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção Primária à Saúde (APS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/atencao-primaria-a-saude

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-da-pessoa-idosa

BRASIL. Ministério da Saúde. Rede de Atenção à Saúde (RAS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/r/rede-de-atencao-a-saude

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde Integral da População Negra. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saude-da-populacao-negra

Apresentação das Linhas de Cuidado Papel da APS à Pessoa Idosa na AP 5.1

Apresentação das Linhas de Cuidado para Profissionais Psicólogos e Assistente Social da eMulti  reforça o papel da APS no cuidado à pessoa idosa na AP 5.1

No dia 26 de março de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu Jaqueline Nascimento, integrantes da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1. Objetivo do evento foi a elaboração da apresentação, para os Profissionais Psicólogos e Assistente Social da eMulti,  “Contextualizar o papel da APS no acompanhamento integral da pessoa idosa no território da AP 5.1”, destacando a importância do cuidado longitudinal, da vigilância ativa e da coordenação do cuidado. Os assuntos abordados foram, Estrutura e funcionamento das linhas de cuidado na APS; Atribuições da Atenção Primária no acompanhamento da população idosa; Fluxos, serviços ofertados e importância da APS como porta de entrada e ordenadora da Rede de Atenção à Saúde e Panorama das necessidades de saúde da pessoa idosa no território.

A apresentação das linhas de cuidado é fundamental para garantir que residentes e novos profissionais compreendam o papel estratégico da APS como coordenadora do cuidado; a centralidade da atenção à pessoa idosa em um cenário de envelhecimento crescente da população; a necessidade de práticas alinhadas às diretrizes da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa e da Atenção Primária à Saúde, como também a importância da articulação entre equipes, apoiadores e serviços da Rede de Atenção à Saúde.

Essa ação contribui para a formação qualificada de futuros profissionais, fortalecendo o cuidado no território e reforçando o compromisso da AP 5.1 com uma atenção integral, equânime e humanizada.

Fontes utilizadas:

– Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI)
– Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
– Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro – Diretrizes da APS e Rede de Atenção

Reunião de Preceptores da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) da Zona Oeste

No dia 26 de janeiro de 2026, das 9h às 12h, foi realizada, no Lab Info da OTICS Bangu, a Reunião de Preceptores da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) da Zona Oeste, com a participação de 6 profissionais. O encontro foi direcionado aos trabalhadores dos serviços de saúde mental da região, com o objetivo de discutir os processos de trabalho no campo da formação em saúde no âmbito da RAPS. Durante a reunião, foram abordados temas centrais para a organização das atividades formativas, incluindo o início do processo seletivo para estágio obrigatório, o alinhamento das etapas desse processo e orientações sobre o papel da preceptoria, com ênfase na atuação dos preceptores no acompanhamento e na formação dos estudantes. A atividade proporcionou um espaço de diálogo e troca de experiências, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e assistenciais no contexto da saúde mental. A condução do encontro ficou a cargo de Aline Vieira, psicóloga e Presidente do Centro de Estudos do IMAS Juliano Moreira, que destacou a importância da qualificação dos processos formativos como estratégia para o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial e para a consolidação de práticas de cuidado alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).

A realização da reunião reforça o compromisso com a formação de profissionais qualificados e com o fortalecimento da integração entre ensino e serviço, contribuindo para a ampliação da qualidade do cuidado ofertado aos usuários da RAPS na Zona Oeste.

Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) é uma rede integrada de serviços que atende pessoas com sofrimento mental ou que enfrentam problemas com uso prejudicial de álcool e outras drogas, dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). Ela articula diferentes pontos de atenção para garantir um cuidado integral e contínuo.

Os serviços e programas da RAPS têm como objetivo garantir acesso, atenção integral e tratamento às pessoas em sofrimento psíquico ou com necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas de álcool.

 

Fontes:

BRASIL. Ministério da Saúde. Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-mental

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/eps

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Mental no SUS: cuidado em liberdade. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-mental

 

Reunião de Eixo Estratégico eMulti

No dia 26 de março de 2026, das 8h às 12h, foi realizada, no auditório da OTICS, a Reunião de Eixo Estratégico eMulti, reunindo 30 participantes, tendo como público-alvo, nesta ocasião, os profissionais nutricionistas das equipes eMulti, com o objetivo de promover apoio técnico-institucional e fortalecer a organização dos processos de trabalho no âmbito da Atenção Primária à Saúde. O encontro teve como foco a discussão dos eixos estratégicos que orientam a atuação das equipes multiprofissionais (eMulti), abordando diretrizes, desafios e possibilidades para qualificação das práticas no território. A atividade proporcionou um espaço de troca de experiências, alinhamento de ações e fortalecimento do trabalho em equipe, contribuindo para a ampliação da resolutividade e integralidade do cuidado ofertado à população. A condução da reunião foi realizada por Simone Pires, psicóloga, que destacou a importância do planejamento estratégico e do apoio institucional como ferramentas essenciais para o fortalecimento das equipes e a melhoria contínua dos serviços de saúde.

Como parte da programação, os participantes também foram contemplados com uma oficina de horticultura, conduzida pelo biólogo Misael Medeiros, responsável pelas Práticas Integrativas e Complementares (PICS) da CAP 5.1. Durante a atividade, foram abordados conteúdos relacionados ao plantio e cultivo de hortaliças, incluindo alface verde e roxa, salsa, coentro, mostarda e cebolinha. A oficina teve como finalidade incentivar práticas sustentáveis no ambiente das unidades básicas de saúde, promovendo o cultivo de alimentos saudáveis e estimulando hábitos alimentares mais adequados entre os profissionais e suas famílias.

A iniciativa reforça a importância das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde como estratégias de promoção da saúde e qualidade de vida, além de contribuir para o fortalecimento do vínculo entre trabalhadores e o território, ampliando as possibilidades de cuidado para além do modelo tradicional assistencial.

A realização da reunião evidencia o compromisso com a qualificação das equipes eMulti e com a implementação de ações inovadoras e integradas no SUS, valorizando o cuidado ampliado, a promoção da saúde e o bem-estar dos trabalhadores e usuários.

As hortas e práticas de cultivo de alimentos trazem importantes benefícios para a nutrição e a saúde, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida. Entre esses benefícios, destaca-se o maior acesso a nutrientes, uma vez que possibilitam o consumo de alimentos mais frescos, com elevado valor nutricional e livres de defensivos químicos, indo diretamente da colheita para a mesa. Além disso, fortalecem a segurança alimentar ao combater a fome e a desnutrição, especialmente em comunidades periféricas, ampliando a oferta de hortaliças e frutas. Essas iniciativas também favorecem a mudança de hábitos alimentares, incentivando o consumo de alimentos naturais e orgânicos e reduzindo a dependência de produtos industrializados. Outro aspecto relevante é a contribuição para a saúde mental e física, já que o cultivo atua como uma atividade terapêutica, promovendo bem-estar, alívio do estresse e estímulo à atividade física. Por fim, destacam-se os impactos positivos na sustentabilidade, com a redução da pegada de carbono, ao evitar o transporte de longa distância dos alimentos, e o aproveitamento de resíduos orgânicos por meio da compostagem.

Profissionais Nutricionistas das Equipes eMulti – AP 5.1.

 

Fontes:

BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção Primária à Saúde (APS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/atencao-primaria-a-saude

BRASIL. Ministério da Saúde. Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/p/praticas-integrativas-e-complementares

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/promocao-da-saude

BRASIL. Ministério da Saúde. Estratégia Saúde da Família e trabalho multiprofissional. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/e/estrategia-saude-da-familia