OTICS Bangu promove conclusão do curso Comportamento Mais Seguro

No dia 31 de agosto de 2026, às 8h30, o Lab Informática da OTICS Bangu sediou a atividade de conclusão do curso “Comportamento Mais Seguro”, destinada aos profissionais da Atenção Primária à Saúde. A atividade contou com a participação de 20 profissionais, de forma on-line, e foi conduzida por Waleska da Silva Azalino, psicóloga do DAPS 5.1. O encontro marcou a conclusão do curso e proporcionou um momento de integração, reflexão e consolidação dos conhecimentos trabalhados ao longo da capacitação. O curso teve como objetivo contribuir para o desenvolvimento de comportamentos e práticas mais seguros no ambiente de trabalho, estimulando a reflexão dos profissionais sobre suas atitudes, responsabilidades e participação na construção de ambientes mais seguros e qualificados.

A adoção de comportamentos seguros é um importante componente para a melhoria dos processos de trabalho em saúde. A qualificação dos profissionais e a educação permanente contribuem para o fortalecimento das práticas de cuidado, para a prevenção de riscos e para a melhoria da qualidade dos serviços prestados à população. Nesse contexto, iniciativas de capacitação como o “Comportamento Mais Seguro” fortalecem a cultura de segurança e estimulam os profissionais da Atenção Primária a incorporar conhecimentos e atitudes que contribuam para processos de trabalho mais seguros e eficientes. A realização de atividades de educação permanente também reforça o compromisso da OTICS Bangu com a qualificação dos trabalhadores do SUS e com o fortalecimento das ações desenvolvidas no território da AP 5.1 – SMS – RJ.

 

Referências

  • BRASIL. Ministério da Saúde. Segurança do Paciente. O Ministério da Saúde destaca a importância da adoção de práticas seguras, da organização do trabalho, da comunicação entre profissionais e da capacitação das equipes.
    Segurança do Paciente – Ministério da Saúde

Planejamento e Alinhamento na Vigilância em Saúde!

No dia 31 de agosto de 2026, das 10h às 10h30, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS Bangu, a Reunião sobre o Fluxo do Planejamento da SVS, com a participação da Gerência da Vigilância Ambiental em Saúde. O encontro contou com a participação de dois profissionais e foi conduzido por Ricardo Nascimento da Silva, Sub RT da Vigilância Ambiental em Saúde. Durante a reunião, foram discutidos aspectos relacionados ao Planejamento da Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS), com foco na organização e no alinhamento do fluxo de apresentação das ações planejadas. A atividade teve como objetivo discutir e organizar o fluxo de apresentação do planejamento, contribuindo para o alinhamento dos processos de trabalho e para o fortalecimento das ações desenvolvidas pela Vigilância em Saúde. Momentos como esse são importantes para promover a integração entre os profissionais, qualificar o planejamento e favorecer uma atuação organizada e articulada no território da AP 5.1 – SMS – RJ.

Referências

Reunião das Técnicas de Enfermagem do SRT

Reunião das Técnicas de Enfermagem do SRT promove alinhamento e atualização de prontuários

Na tarde desta sexta-feira, 28 de agosto de 2026, das 14h30 às 17h, a OTICS Bangu recebeu a Reunião das Técnicas de Enfermagem do Serviço Residencial Terapêutico (SRT) do CAPS Lima Barreto, realizada na Sala de Apoio à Gestão da estação. O encontro contou com a participação de seis profissionais, tendo como público-alvo as técnicas de enfermagem do serviço, a atividade foi conduzida por Larissa Galdino, do SRT do CAPS Lima Barreto e teve como objetivo promover o alinhamento entre as técnicas de enfermagem do seguimento, além de atualizar e verificar os registros no Prontuário Carioca de Saúde Mental, contribuindo para a organização das informações e para a continuidade do acompanhamento dos usuários. Momentos de alinhamento entre os profissionais são importantes para fortalecer a comunicação da equipe, revisar os processos de trabalho e qualificar os registros relacionados ao cuidado. A atualização adequada das informações contribui para uma assistência mais organizada, integrada e alinhada às necessidades dos usuários acompanhados pela Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

Os Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT) integram a Rede de Atenção Psicossocial e constituem uma importante estratégia de desinstitucionalização, oferecendo moradia e cuidado às pessoas que passaram por longos períodos de internação psiquiátrica e necessitam de suporte para a vida em comunidade. Nesse contexto, a organização dos processos de trabalho e dos registros assistenciais contribui para a continuidade do cuidado, a promoção da autonomia e a inserção social dos moradores.

Fonte:

Vigilância Ambiental Alinha Fluxo de Trabalho na AP 5.1

Reunião da Vigilância Ambiental promove alinhamento do fluxo de trabalho dos AVSs da AP 5.1

Nesta sexta-feira, 28 de agosto de 2026, a OTICS Bangu recebeu, em seu auditório, profissionais da Vigilância Ambiental da Área Programática 5.1 (AP 5.1) para uma reunião voltada à discussão e ao alinhamento do fluxo de trabalho operacional dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs) no território. O encontro teve como objetivo promover o alinhamento das atividades desenvolvidas pelos profissionais, discutir os fluxos operacionais e fortalecer a organização dos processos de trabalho da Vigilância Ambiental na AP 5.1. O momento também possibilitou a troca de informações entre os profissionais, contribuindo para o planejamento e a qualificação das ações realizadas no território. A importância da atividade foi a organização dos fluxos de trabalho é fundamental para garantir maior integração entre os profissionais, otimizar as ações de campo e fortalecer a capacidade de identificação e acompanhamento de situações que possam representar riscos à saúde da população.

De acordo com o Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) reúne ações destinadas a identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que podem afetar a saúde humana, subsidiando medidas de promoção da saúde, prevenção e controle de riscos. A atuação territorial e a articulação entre os profissionais são, portanto, elementos importantes para o desenvolvimento de ações de vigilância mais efetivas. Nesse contexto, o alinhamento dos processos de trabalho dos AVSs contribui para fortalecer a atuação da Vigilância Ambiental, favorecendo o reconhecimento do território, a identificação de riscos ambientais e o planejamento de estratégias de intervenção de acordo com as necessidades encontradas em cada área. O Ministério da Saúde destaca justamente o reconhecimento do território, a identificação dos riscos relacionados aos determinantes ambientais e a elaboração de planos de ação como etapas importantes da Vigilância em Saúde Ambiental.

A reunião foi conduzida por Ricardo Nascimento da Silva, Sub-responsável Técnico da Vigilância Ambiental da AP 5.1, responsável pelo acompanhamento e direcionamento da atividade.

Fontes fidedignas

PET-Saúde Clima Promove Visita Técnica ao CAPS Lima Barreto

Visita Técnica do PET-Saúde Clima aproxima estudantes do IFRJ da Rede de Atenção Psicossocial

Na sexta-feira, 28 de agosto de 2026, foi realizada uma visita técnica vinculada ao PET-Saúde Clima, com a participação de estudantes do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), que tiveram a oportunidade de conhecer o trabalho desenvolvido na área de Saúde Mental do CAPS Lima Barreto, na Área Programática 5.1. A atividade contou com a supervisão de Viviane Araújo de Almeida, Diretora da Divisão de Informação, Controle e Avaliação (DICA) da CAP 5.1, e com o apoio de Fátima Carneiro, responsável pela Estação OTICS Bangu. A visita teve como objetivo ambientar os estudantes ao serviço, proporcionando uma aproximação com o cotidiano da rede pública de saúde, os processos de trabalho desenvolvidos no território e os serviços que integram a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Durante a atividade, os estudantes puderam conhecer o funcionamento do CAPS e compreender aspectos históricos relacionados à Reforma Psiquiátrica Brasileira, movimento que promoveu importantes mudanças no modelo de atenção às pessoas em sofrimento psíquico. A Lei nº 10.216/2001, marco legal da Reforma Psiquiátrica, redirecionou o modelo assistencial em saúde mental e estabeleceu a preferência por tratamentos em serviços comunitários, com foco na proteção dos direitos, na autonomia e na reinserção social das pessoas.

A experiência possibilitou aos formandos compreenderem, de forma prática, a importância dos CAPS como serviços de base comunitária e como dispositivos estratégicos para o cuidado em saúde mental. Segundo o Ministério da Saúde, os CAPS são serviços públicos destinados ao atendimento de pessoas em intenso sofrimento psíquico, oferecendo acompanhamento multiprofissional, acolhimento, atividades terapêuticas e articulação com outros pontos da rede de saúde. A visita técnica contribui para aproximar a formação acadêmica da realidade dos serviços públicos de saúde, permitindo que os estudantes conheçam os processos de trabalho, as estratégias de cuidado e a organização da atenção psicossocial no território. Além disso, a atividade fortalece a integração entre instituições de ensino e serviços de saúde, estimulando a formação de profissionais mais preparados para compreender o cuidado em saúde mental de maneira integral, humanizada e articulada em rede.

O objetivo foi promover aos estudantes do IFRJ uma experiência de aproximação com a Saúde Mental no SUS, possibilitando conhecer o funcionamento do CAPS Lima Barreto, sua inserção na Rede de Atenção Psicossocial e os principais aspectos históricos e assistenciais relacionados à Reforma Psiquiátrica Brasileira.

Público-alvo

Estudantes do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) participantes do PET-Saúde Clima, com acompanhamento da gestão da CAP 5.1 e profissionais envolvidos na atividade.

A iniciativa reforça a importância da integração entre ensino, serviço e território, contribuindo para a formação de futuros profissionais comprometidos com os princípios do SUS e com um modelo de atenção em saúde mental pautado no cuidado em liberdade, na cidadania e na inclusão social.

Fontes fidedignas

Acessibilidade Comunicativa Fortalecendo a Inclusão na Saúde

Neste dia, 27 de agosto de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Renata Reis, fonoaudióloga do CER e responsável pela mediação do Curso de Libras para os profissionais da Atenção Primária, realizaram atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e disseminar práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:

Deambulatório na construção do Seminário Accountability

Profissionais do Deambulatório participam da confecção do Seminário Accountability

Na quarta-feira, 26 de agosto de 2026, das 8h às 17h, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu profissionais do Deambulatório Senador Camará para um momento de trabalho dedicado à confecção e organização do Seminário Accountability. A atividade foi conduzida pela profissional Ana Carolina, do Deambulatório Senador Camará, reunindo a equipe em um espaço de planejamento, construção e alinhamento das ações que serão apresentadas durante o seminário. O encontro teve como objetivo organizar e estruturar os conteúdos e materiais do Seminário Accountability, promovendo o alinhamento entre os profissionais e fortalecendo a participação da equipe na construção da atividade. A proposta também contribui para qualificar os processos de trabalho, estimular a responsabilidade compartilhada e fortalecer práticas de gestão e acompanhamento dos resultados. A realização de momentos de planejamento e construção coletiva é fundamental para qualificar a organização dos serviços de saúde. No SUS, a gestão e o cuidado são desenvolvidos de forma articulada entre diferentes pontos da Rede de Atenção à Saúde, sendo importante o diálogo entre profissionais, serviços e gestores para garantir a continuidade e a integralidade do cuidado.

O conceito de accountability, no contexto da gestão pública, está relacionado à responsabilidade pelos atos e resultados, à transparência e à prestação de contas. Nesse sentido, a preparação do seminário representa uma oportunidade para fortalecer uma cultura de acompanhamento, responsabilidade e compromisso com a qualidade dos serviços prestados à população.

O Deambulatório Senador Camará integra a rede de serviços de saúde e desenvolve ações de cuidado em nível ambulatorial, contribuindo para o atendimento das necessidades de saúde da população e para a articulação com os demais pontos da Rede de Atenção à Saúde. É importante destacar que a Atenção Primária à Saúde (APS) é considerada pelo Ministério da Saúde o primeiro nível de atenção e a principal porta de entrada do SUS, atuando na promoção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e coordenação do cuidado. Já a atenção ambulatorial especializada oferece cuidados que demandam profissionais especializados e recursos tecnológicos específicos, funcionando de maneira articulada à Atenção Primária e aos demais pontos da rede. Dessa forma, a integração entre os serviços é essencial para garantir que o usuário percorra a Rede de Atenção à Saúde de acordo com suas necessidades, com continuidade e integralidade do cuidado.

A OTICS Bangu – AP 5.1 – SMS – RJ reforça, por meio da disponibilização de seus espaços, o compromisso com a educação permanente, o planejamento e o fortalecimento dos processos de trabalho no SUS.

Responsável pelo encontro: Ana Carolina – Deambulatório Senador Camará.

Fontes:
Ministério da Saúde – Atenção Primária à Saúde
Ministério da Saúde – Articulação das Redes de Atenção à Saúde e APS
Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Especializada à Saúde

Supervisão Seguimento RT Feira – CAPS Lima Barreto – AP 5.1

Supervisão do Serviço de Residência Terapêutica do CAPS Lima Barreto promove alinhamento de práticas e planejamento de trabalho

Na tarde do dia 25 de agosto de 2026, na sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a supervisão RT Feira do Serviço de Residência Terapêutica (SRT) do CAPS Lima Barreto – AP 5.1. A atividade contou com a participação de oito apoiadores (cuidadores) das residências terapêuticas de forma presencial e um de forma online, tendo como público-alvo a equipe de SRT. Durante o encontro, foram discutidos temas voltados à direção de trabalho e ao planejamento do processo terapêutico, com foco na qualificação da comunicação e na organização das práticas desenvolvidas nas RTs. A supervisão foi conduzida por Ana Carolina Ramos de Brito, coordenadora SRT CAPS Lima Barreto, que destacou a importância desses momentos coletivos para fortalecer o cuidado e a articulação entre as equipes que atuam nos dispositivos de saúde mental da região.

Residências Terapêuticas (RTs) são casas que integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT) no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que foram internadas por longo tempo em hospitais psiquiátricos. Essas residências visam a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, com o apoio de cuidadores e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de referência. 

As RTs são geralmente vinculadas a um CAPS, que oferece suporte técnico e profissional. As RTs contam com uma equipe de cuidadores que acompanha os moradores no dia a dia, auxiliando em atividades de vida diária, lazer e atividades terapêuticas. 

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

 

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 25 de agosto de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:

Reunião de Equipe do CAPS Lima Barreto

Reunião de Equipe do CAPS Lima Barreto fortalece o processo de trabalho em saúde mental na OTICS Rio Bangu

No dia 25 de agosto de 2026, no período das 8h às 10h, foi realizada na Sala de Tutoria da OTICS Rio Bangu, a Reunião de Equipe do CAPS Lima Barreto, reunindo dez profissionais da unidade para um momento de alinhamento das atividades e fortalecimento do processo de trabalho em saúde mental. A atividade foi conduzida por Pedro Henrique de Araújo, psicólogo, e teve como foco a organização da agenda de trabalho e a discussão de casos, promovendo a integração entre os profissionais e a construção compartilhada de estratégias para o cuidado aos usuários acompanhados pelo serviço. As reuniões de equipe constituem um importante instrumento de gestão e de organização do processo de trabalho nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Esses encontros favorecem a comunicação entre os profissionais, o planejamento das ações assistenciais, a avaliação contínua dos casos acompanhados e a tomada de decisões de forma interdisciplinar e contribuindo para a integralidade do cuidado.

A realização da atividade reafirma o compromisso com a educação permanente em saúde e com o fortalecimento das práticas colaborativas entre as equipes, possibilitando a construção de estratégias voltadas à melhoria da assistência, à humanização do atendimento e ao cuidado centrado nas necessidades dos usuários e de seus familiares.

 

Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Mental no SUS: os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Brasília: Ministério da Saúde, 2004.

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS). Portaria nº 198/GM, de 13 de fevereiro de 2004, atualizada pela Portaria nº 1.996/GM, de 20 de agosto de 2007.