Saúde Integral da População Negra

No dia 15 de junho de 2026, turno da tarde, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, esteve envolvido na elaboração da apresentação sobre II Seminário Saúde Integral da População Negra da CAP 5.1. Objetivo: desenvolver uma apresentação informativa e reflexiva sobre as ações, desafios e estratégias de promoção da equidade racial em saúde, fortalecendo o compromisso da gestão com a implementação das políticas públicas voltadas à população negra, em consonância com as diretrizes do Ministério da Saúde e da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN). A importância da iniciativa visa sensibilizar e orientar sobre à relevância da inclusão de práticas antirracistas no cotidiano do SUS, assegurando acesso equitativo, cuidado integral e respeito à diversidade étnico-racial. Essa ação reforça o papel estratégico da gestão local na promoção da justiça social e na redução das iniquidades em saúde, contribuindo para o fortalecimento da atenção integral à população negra no território.

A Política nacional de Saúde integral da População negra define os princípios, a marca, os objetivos, as diretrizes, as estratégias e as responsabilidades de gestão, voltados para a melhoria das condições de saúde desse segmento da população. inclui ações de cuidado, atenção, promoção à saúde e prevenção de doenças, bem como de gestão participativa, participação popular e controle social, produção de conhecimento, formação e educação permanente para trabalhadores de saúde, visando à promoção da equidade em saúde da população negra. Sua formulação ficou a cargo da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP), com assessoria do Comitê Técnico de Saúde da População negra (CTSPn), cabendo a essa secretaria a responsabilidade pela articulação para sua aprovação no Conselho nacional de Saúde (CnS) e a pactuação na Comissão intergestores Tripartite (CiT). É também atribuição da SGEP, no processo de implementação desta Política, o monitoramento, a avaliação e o apoio técnico aos estados e municípios. Esta Política abrange ações e programas de diversas secretarias e órgãos vinculados ao Ministério da Saúde (MS). Trata-se, portanto, de uma política transversal, com formulação, gestão e operação compartilhadas entre as três esferas de governo, de acordo com os princípios e diretrizes do SUS. Seu propósito é garantir maior igualdade no que tange à efetivação do direito humano à saúde, em seus aspectos de promoção, prevenção, atenção, tratamento e recuperação de doenças e agravos transmissíveis e não transmissíveis, incluindo aqueles de maior prevalência nesse segmento populacional. Ela se insere na dinâmica do Sistema único de Saúde (SUS), por meio de estratégias de gestão solidária e participativa, destacando: utilização do quesito cor na produção de informações epidemiológicas para a definição de prioridades e tomada de decisão; ampliação e fortalecimento do controle social; desenvolvimento de ações e estratégias de identificação, abordagem, combate e prevenção do racismo institucional no ambiente de trabalho, nos processos de formação e educação permanente de profissionais; implementação de ações afirmativas para alcançar a equidade em saúde e promover a igualdade racial.

 

 

📚 Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (Portaria nº 992/2009)
  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)
  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)
  • Rede OTICS-Rio

Qualificação do Banco de SINAN de Sífilis Congênita

Neste dia, 10 de junho de 2026, das 8h às 17h, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou a atividade de “Qualificação do Banco de SINAN de Sífilis Congênita”, realizada com apoio da SES, SMS-RJ e CAP 5.1. O encontro reuniu oito participantes em um momento técnico voltado ao fortalecimento das ações de vigilância epidemiológica e qualificação dos registros relacionados à sífilis congênita no território. A atividade foi conduzida por Adelaide Mercês, enfermeira, Apoio Técnico de Reabilitação do DAPS – CAP 5.1.

O principal objetivo do encontro foi promover a qualificação do banco de dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), com foco nos registros de sífilis congênita, visando aprimorar a consistência, completude e análise das notificações realizadas pelas equipes de saúde. Durante a atividade, foram discutidos aspectos relacionados à vigilância epidemiológica, acompanhamento dos casos e fortalecimento das estratégias de monitoramento da doença.

A qualificação dos bancos de dados em saúde é uma etapa fundamental para garantir informações mais precisas e confiáveis, subsidiando o planejamento de ações de prevenção, diagnóstico e tratamento, além de contribuir para o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao enfrentamento da sífilis congênita no Sistema Único de Saúde (SUS).

A sífilis congênita permanece como importante problema de saúde pública no Brasil, sendo necessária a ampliação das estratégias de vigilância, diagnóstico precoce e tratamento adequado durante o pré-natal, com o objetivo de reduzir a transmissão vertical da doença e proteger a saúde materno-infantil.

A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu, da CAP 5.1, da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-RJ) e da Secretaria Estadual de Saúde (SES-RJ) com a qualificação permanente dos profissionais de saúde e o fortalecimento das ações de vigilância epidemiológica no território.

Fontes:

Ministério da Saúde — Sífilis. 

Ministério da Saúde — Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).

Prévia da Apresentação NUPDEC Gestor – Risco Não Biológico

No dia 10 de junho de 2026, das 8h às 11h, o auditório da OTICS Bangu sediou a atividade Prévia da Apresentação NUPDEC Gestor, conduzida por Ney Junior, Agente de Vigilância em Saúde da equipe de Risco Não Biológico – CAP 5.1. A atividade foi desenvolvida como etapa preparatória para uma futura apresentação direcionada aos gestores das Unidades de Atenção Primária à Saúde (UAPS), com foco no fortalecimento das ações de planejamento e monitoramento territorial.

Durante o encontro, foram revisados e organizados conteúdos relacionados ao monitoramento do território, identificação de áreas de risco, articulação da rede de serviços, estratégias de comunicação e alerta, além das ações de resposta e reabilitação diante de situações de emergência. O objetivo foi alinhar informações e estruturar a apresentação que será posteriormente compartilhada com os gestores, garantindo maior efetividade na transmissão dos conteúdos e nas estratégias propostas.

A realização de atividades preparatórias como essa é fundamental para qualificar os processos de trabalho e fortalecer as ações de Vigilância em Saúde, contribuindo para a identificação de vulnerabilidades, o planejamento de intervenções e a construção de respostas mais eficazes às demandas do território.

A iniciativa também reforça a importância da integração entre Vigilância em Saúde, Atenção Primária e demais setores envolvidos na gestão de riscos, favorecendo a construção de territórios mais resilientes e preparados para enfrentar situações adversas que possam impactar a saúde da população.

A atividade reafirma o compromisso da CAP 5.1, da Vigilância em Saúde e da OTICS Bangu com o fortalecimento das estratégias de prevenção, monitoramento e proteção da saúde, por meio do planejamento qualificado.

Fontes:

Saúde do Homem e da Pessoa Idosa

Neste dia, 08 de junho de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Reunião Técnica do Risco Biológico – AP 5.1

No dia 03 de junho de 2026, das 8h às 12h, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu sediou a Reunião Técnica do Risco Biológico, reunindo quatro profissionais da Vigilância em Saúde em um momento de alinhamento e integração das ações desenvolvidas no território. A atividade foi conduzida por Nilson Rabelo, Supervisor, Agente de Vigilância em Saúde da CAP 5.1.O encontro teve como principal objetivo fortalecer as estratégias de vigilância no território por meio da integração da equipe, promovendo o compartilhamento de informações, o alinhamento de fluxos de trabalho e a discussão de ações voltadas à prevenção, monitoramento e controle de agravos relacionados aos riscos biológicos.

Durante a reunião, foram debatidas estratégias para qualificar as atividades de campo, aprimorar os processos de investigação e vigilância epidemiológica e fortalecer a atuação integrada das equipes diante dos desafios encontrados no território. A troca de experiências entre os participantes contribuiu para o aperfeiçoamento das práticas de vigilância e para o desenvolvimento de ações mais eficazes de proteção à saúde da população.A Vigilância em Saúde desempenha papel fundamental na identificação, monitoramento e controle dos fatores de risco que podem impactar a saúde coletiva. As reuniões técnicas constituem importantes espaços de Educação Permanente em Saúde, promovendo atualização profissional, planejamento estratégico e fortalecimento das ações desenvolvidas pelas equipes de vigilância.

Fonte:

Ministério da Saúde — Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA).

Saúde do Homem e da Pessoa Idosa

Neste dia, 1° de junho de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

 

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

 

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Qualificação do Banco de SINAN de Sífilis Congênita

No dia 27 de maio de 2026, das 8h às 17h, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou a atividade de “Qualificação do Banco de SINAN de Sífilis Congênita”, realizada com apoio da SES, SMS-RJ e CAP 5.1. O encontro reuniu nove participantes em um momento técnico voltado ao fortalecimento das ações de vigilância epidemiológica e qualificação dos registros relacionados à sífilis congênita no território. A atividade foi conduzida por Vanessa Henriques, Responsável Técnica de Enfermagem da CAP 5.1.

O principal objetivo do encontro foi promover a qualificação do banco de dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), com foco nos registros de sífilis congênita, visando aprimorar a consistência, completude e análise das notificações realizadas pelas equipes de saúde. Durante a atividade, foram discutidos aspectos relacionados à vigilância epidemiológica, acompanhamento dos casos e fortalecimento das estratégias de monitoramento da doença.

A qualificação dos bancos de dados em saúde é uma etapa fundamental para garantir informações mais precisas e confiáveis, subsidiando o planejamento de ações de prevenção, diagnóstico e tratamento, além de contribuir para o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao enfrentamento da sífilis congênita no Sistema Único de Saúde (SUS).

A sífilis congênita permanece como importante problema de saúde pública no Brasil, sendo necessária a ampliação das estratégias de vigilância, diagnóstico precoce e tratamento adequado durante o pré-natal, com o objetivo de reduzir a transmissão vertical da doença e proteger a saúde materno-infantil.

A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu, da CAP 5.1, da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-RJ) e da Secretaria Estadual de Saúde (SES-RJ) com a qualificação permanente dos profissionais de saúde e o fortalecimento das ações de vigilância epidemiológica no território.

Fontes:

Ministério da Saúde — Sífilis. 

Ministério da Saúde — Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).

Curso Introdutório em Saúde da Família CAP 5.1 – 2º DIA

Curso Introdutório Saúde da Família segue com atividades no auditório da OTICS Bangu

Nesta terça-feira, 26 de maio de 2026, foi realizado o 2° dia do Curso Introdutório em Saúde da Família, direcionado aos profissionais da Atenção Primária da AP 5.1, no auditório da OTICS Bangu. A programação contou com a condução de Lucineide Lima Cardoso de Oliveira – Cirurgiã Dentista – Assessoria de Saúde Bucal – DAPS CAP 5.1 e Alexsandra Barroso Clarin, representante do setor de Geoprocessamento da Divisão de Informação, Controle e Avaliação (DICA) – CAP 5.1 que contribuiu com reflexões sobre a territorialização e o uso estratégico das informações em saúde. Participaram do segundo dia de formação 37 profissionais, representando as seguintes unidades: CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, CMS Dr. Eithel Pinheiro Oliveira Lima, CF Rogério Pinto da Mota, CMS Silvio Barbosa, CF Sandra Regina, CF Cristiani Vieira Pinho, CF Nildo Aguiar, CF Kelly Cristina, CF Armando Palhares Aguinaga e Residentes Multiprofissionais-CAP 5.1. O curso, em sua 1ª turma de 2026, tem como objetivo aprofundar conhecimentos e práticas voltadas ao fortalecimento da Estratégia Saúde da Família, qualificando o atendimento prestado à população do território.Conteúdo do dia: Abertura: Revisitando o Itinerário de Aprendizagem.

Política pública; discussão do filme: “Saúde tem Cura”; conceito de saúde, determinação social do processo saúde doença.

Processo de trabalho na APS: Dinâmica de aquecimento: Telefone sem fio corporal; Apresentação dialogada sobre: Elementos do processo de trabalho na APS; Território; Territorialização; Diagnóstico Situacional; Dinâmica – Mão na massa! Construindo o processo de territorialização do Caso Família Souza; Apresentação dialogada sobre visita domiciliar; Dinâmica do barbante – aquecimento para o tema; Apresentação dialogada sobre trabalho em equipe: Dinâmica: Planejando uma reunião de equipe; Educação permanente; Dinâmica: conhecendo as atribuições; Apresentação dialogada sobre atribuições dos profissionais que atuam na APS. Acesso: Apresentação dialogada sobre ACESSO; Continuação – apresentação dialogada sobre ACESSO: Dinâmica da manchete.

O Curso foi organizado a partir de quatro eixos, conforme a Portaria: EIXO 1 – A Atenção Primária no contexto das políticas públicas de saúde e as estratégias de implementação; EIXO 2 – A organização dos sistemas locais de saúde, com ênfase no planejamento de base territorial; EIXO 3 – O processo de trabalho das equipes; EIXO 4 – A atuação interdisciplinar e participação popular.
A entrega de certificados dos participantes ao término do curso está condicionada a participação (frequência/presença) mínima de 75% no curso. O certificado será válido em todas as áreas de planejamento da Atenção Primária do Município do Rio de Janeiro.

O Curso Introdutório em Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro. Sua atualização, na presente edição, se propõe a problematizar o cotidiano do trabalho dos profissionais à luz dos atributos da Atenção Primária à Saúde, de maneira dinâmica e participativa. Devemos considerar que esta nova edição do curso surge em um tempo de uma rede mais madura, com mais de uma década desde o início da reforma em 2009, e que está em um caminho de reestruturação após um longo período de dedicação ao enfrentamento da pandemia da covid-19. Ainda assim, permanecem os desafios, alguns velhos conhecidos, outros mais novos. Este manual tem como objetivo orientar a realização do Curso Introdutório em Saúde da Família em sua Área de Planejamento. Nele, iremos fornecer o passo a passo das atividades, além de apoiar o desenvolvimento das habilidades necessárias para a apresentação de cada sessão. Pensando em estratégias que viabilizem o aprendizado dos profissionais que atuam no SUS, o Ministério da Saúde instituiu, em 2004, a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), que tem como ambição tornar a rede pública de saúde uma rede de ensino- -aprendizagem no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho, a partir dos problemas enfrentados na realidade dos serviços. Espera-se, então, que sejamos capazes de promover a reflexão coletiva sobre o trabalho e oferecer instrumentos para sua transformação. A Educação Permanente, além da sua dimensão pedagógica, deve ser notada, também, como uma importante ferramenta de gestão, como um processo que se dá “no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho”, buscando como desfecho final efeitos positivos concretos na assistência aos usuários. A formação desses profissionais dentro de seus ambientes de trabalho, voltada para as necessidades de saúde da população em conjunto com as necessidades de aprendizado do indivíduo, é fundamental para uma Atenção Primária à Saúde de qualidade. Deste modo, esperamos que o curso introdutório transforme as práticas dos profissionais, e que os facilitadores sejam potentes engajadores para a construção da Trilha de Aprendizagem. Que este manual contribua para a melhor execução dos cursos, favorecendo a formação continuada dos profissionais da rede de Atenção Primária e refletindo na qualidade da assistência prestada à população.

Saiba mais clicando aqui: Curso Introdutório

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

 

 

Saúde Integral da População Negra

No dia 26 de maio de 2026, turno da manhã, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Jaqueline Nascimento, apoiadora do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, esteve envolvida na elaboração da apresentação sobre Saúde da População Negra, destinada ao Grupo de Gestores da CAP 5.1. Objetivo: desenvolver uma apresentação informativa e reflexiva sobre as ações, desafios e estratégias de promoção da equidade racial em saúde, fortalecendo o compromisso da gestão com a implementação das políticas públicas voltadas à população negra, em consonância com as diretrizes do Ministério da Saúde e da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN). A importância da iniciativa visa sensibilizar e orientar os gestores quanto à relevância da inclusão de práticas antirracistas no cotidiano do SUS, assegurando acesso equitativo, cuidado integral e respeito à diversidade étnico-racial. Essa ação reforça o papel estratégico da gestão local na promoção da justiça social e na redução das iniquidades em saúde, contribuindo para o fortalecimento da atenção integral à população negra no território.

A Política nacional de Saúde integral da População negra define os princípios, a marca, os objetivos, as diretrizes, as estratégias e as responsabilidades de gestão, voltados para a melhoria das condições de saúde desse segmento da população. inclui ações de cuidado, atenção, promoção à saúde e prevenção de doenças, bem como de gestão participativa, participação popular e controle social, produção de conhecimento, formação e educação permanente para trabalhadores de saúde, visando à promoção da equidade em saúde da população negra. Sua formulação ficou a cargo da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP), com assessoria do Comitê Técnico de Saúde da População negra (CTSPn), cabendo a essa secretaria a responsabilidade pela articulação para sua aprovação no Conselho nacional de Saúde (CnS) e a pactuação na Comissão intergestores Tripartite (CiT). É também atribuição da SGEP, no processo de implementação desta Política, o monitoramento, a avaliação e o apoio técnico aos estados e municípios. Esta Política abrange ações e programas de diversas secretarias e órgãos vinculados ao Ministério da Saúde (MS). Trata-se, portanto, de uma política transversal, com formulação, gestão e operação compartilhadas entre as três esferas de governo, de acordo com os princípios e diretrizes do SUS. Seu propósito é garantir maior igualdade no que tange à efetivação do direito humano à saúde, em seus aspectos de promoção, prevenção, atenção, tratamento e recuperação de doenças e agravos transmissíveis e não transmissíveis, incluindo aqueles de maior prevalência nesse segmento populacional. Ela se insere na dinâmica do Sistema único de Saúde (SUS), por meio de estratégias de gestão solidária e participativa, destacando: utilização do quesito cor na produção de informações epidemiológicas para a definição de prioridades e tomada de decisão; ampliação e fortalecimento do controle social; desenvolvimento de ações e estratégias de identificação, abordagem, combate e prevenção do racismo institucional no ambiente de trabalho, nos processos de formação e educação permanente de profissionais; implementação de ações afirmativas para alcançar a equidade em saúde e promover a igualdade racial.

 

📚 Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (Portaria nº 992/2009)
  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)
  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)
  • Rede OTICS-Rio

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 26 de maio de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Cristina Gonçalves – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicada ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/