Supervisão Seguimento RT Feira – CAPS Lima Barreto – AP 5.1

Supervisão do Serviço de Residência Terapêutica do CAPS Lima Barreto promove alinhamento de práticas e planejamento de trabalho

Na tarde do dia 28 de setembro de 2026, na sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a supervisão RT Feira do Serviço de Residência Terapêutica (SRT) do CAPS Lima Barreto – AP 5.1. A atividade contou com a participação de oito apoiadores (cuidadores) das residências terapêuticas de forma presencial e um de forma online, tendo como público-alvo a equipe de SRT. Durante o encontro, foram discutidos temas voltados à direção de trabalho e ao planejamento do processo terapêutico, com foco na qualificação da comunicação e na organização das práticas desenvolvidas nas RTs. A supervisão foi conduzida por Ana Carolina Ramos de Brito, coordenadora SRT CAPS Lima Barreto, que destacou a importância desses momentos coletivos para fortalecer o cuidado e a articulação entre as equipes que atuam nos dispositivos de saúde mental da região.

Residências Terapêuticas (RTs) são casas que integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT) no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que foram internadas por longo tempo em hospitais psiquiátricos. Essas residências visam a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, com o apoio de cuidadores e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de referência. 

As RTs são geralmente vinculadas a um CAPS, que oferece suporte técnico e profissional. As RTs contam com uma equipe de cuidadores que acompanha os moradores no dia a dia, auxiliando em atividades de vida diária, lazer e atividades terapêuticas. 

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

 

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Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 28 de setembro de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local. A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território. Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Atualização no Prontuário de Saúde Mental CAPS Neusa Santos

Atualização de dados no prontuário de saúde mental fortalece a assistência do SRT do CAPS Neusa Santos

Neste dia 25 de setembro de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, profissionais do CAPS Neusa Santos – AP 5.1 realizaram a atualização dos dados no prontuário de saúde mental dos usuários acompanhados pelo serviço. O objetivo da ação foi manter os prontuários atualizados, garantindo que todos os profissionais envolvidos na continuidade do cuidado tenham acesso a informações fidedignas e atualizadas para subsidiar a condução da terapêutica aplicada. O processo de trabalho é de fundamental importância para o fortalecimento da assistência em saúde mental, uma vez que o prontuário atualizado contribui para a qualidade do cuidado, a segurança do paciente e a efetividade do tratamento, além de favorecer a integração das equipes e a continuidade do acompanhamento no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

O prontuário eletrônico é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo. Nele estão armazenadas as informações de saúde, clínicas e administrativas, originadas das ações das diversas categorias profissionais que compõem a APS. Além disso, é necessário que tenha pelo menos as seguintes características principais, registro de anamnese, exame objetivo e variáveis clínicas; prescrição de medicamentos ou outros métodos terapêuticos; emissão de atestados e outros documentos clínicos; solicitação de exames e outros métodos diagnósticos complementares; encaminhamentos a outros pontos da rede de atenção à saúde e acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções atuais.

Os dados dos cidadãos ficam todos no mesmo lugar, e todos os profissionais de saúde podem acessar as informações. O prontuário eletrônico já tem um padrão para as informações que devem ser lançadas de acordo com condições avaliadas e ciclos de vida, o que torna o registro facilitado. Isso associado ao fato de todas as letras serem legíveis, o que acaba diminuindo o tempo de cada consulta.

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/informatiza-aps/prontuario-eletronico

 

Oficina de Territorialização do CMS Dr. Eithel Pinheiro – AP 5.1

No dia 24 de setembro de 2026, no turno da manhã, o laboratório de informática e sala de tutoria da OTICS Bangu sediou o 2° encontro da Oficina de Territorialização com os profissionais do CMS Dr. Eithel Pinheiro – AP 5.1. A atividade teve como objetivo ajustes do território da unidade, como também o início da delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território.

Participaram da oficina Fátima Carneiro (Gerente da OTICS Bangu), Victor Lins (Assistente Administrativo da OTICS Bangu), os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Valeska Vasconcellos, Cintia Gomes, Paula Serpa, Rejane Florentino, Arianna Barbosa, Willin Nunes Barbosa, além de Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1. Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

Link para download do Google Earth Pro

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Matriciamento da Equipe de Acessibilidade Comunicativa

No dia 24 de setembro de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu sediou o encontro de matriciamento com a Equipe de Acessibilidade Comunicativa, reunindo Willian Inácio e Yasmin Guimarães, apoiadores surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, e Renata Reis, fonoaudióloga do Centro Especializado em Reabilitação (CER). O encontro teve como principal objetivo discutir o matriciamento realizado com uma paciente surda atendida e acompanhada pela equipe, promovendo a troca de saberes e estratégias entre os profissionais envolvidos no cuidado. A atividade buscou fortalecer a construção de práticas mais acessíveis, humanizadas e inclusivas no âmbito da assistência em saúde, garantindo um atendimento qualificado e adequado às necessidades da população surda. Durante a reunião, foram debatidas questões relacionadas à comunicação acessível, ao acolhimento e às melhores formas de acompanhamento da paciente, considerando não apenas os aspectos clínicos, mas também as especificidades linguísticas e culturais da comunidade surda. O matriciamento se configura como uma importante ferramenta de apoio técnico-pedagógico às equipes, contribuindo para a ampliação da resolutividade dos serviços e para a promoção da equidade no cuidado em saúde.

A iniciativa reforça a importância da acessibilidade comunicativa nos serviços do SUS, reconhecendo a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como instrumento fundamental para garantir o direito à comunicação das pessoas surdas. A presença de apoiadores surdos no processo também fortalece a construção de práticas mais inclusivas e sensíveis às demandas dessa população, promovendo maior autonomia, acolhimento e vínculo no atendimento em saúde.

Segundo a Lei nº 10.436/2002, a Libras é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil, sendo dever do poder público promover formas institucionalizadas de apoio ao seu uso e difusão. Além disso, a Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência destaca a necessidade de eliminação das barreiras de comunicação nos serviços de saúde, visando assegurar atenção integral, equitativa e humanizada.

Reunião de Preceptores da RAPS Zona Oeste promove Alinhamento dos Processos de Formação!

Reunião de Preceptores da RAPS Zona Oeste promove Alinhamento dos Processos de Formação!

No dia 24 de setembro de 2026, a OTICS Bangu sediou a Reunião de Preceptores da RAPS Zona Oeste, com a participação de aproximadamente 10 profissionais, tendo como público-alvo os preceptores da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) da Zona Oeste. O encontro foi conduzido por Aline Vieira, psicóloga e presidente do Centro de Estudos do IMAS Juliano Moreira, e teve como objetivo promover o alinhamento dos processos de formação na RAPS Zona Oeste, fortalecendo a integração entre os serviços de saúde, os profissionais e as instituições de ensino. Durante a reunião, foram discutidos temas relacionados às atividades acadêmicas, ao processo seletivo para estágio obrigatório, ao processo seletivo para treinamento profissional, ao estágio de Enfermagem e à organização da Jornada Científica. A atividade possibilitou o compartilhamento de informações, o planejamento das ações e o alinhamento dos fluxos relacionados à formação profissional na Rede de Atenção Psicossocial. A integração entre ensino e serviço contribui para aproximar a formação das necessidades concretas do SUS e para fortalecer os processos de educação permanente dos trabalhadores.

A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) integra o Sistema Único de Saúde (SUS) e articula diferentes pontos de atenção para garantir cuidado integral e contínuo às pessoas em sofrimento psíquico e às pessoas com necessidades relacionadas ao uso prejudicial de álcool e outras drogas. Nesse contexto, ações de formação e educação permanente contribuem para a qualificação do cuidado e para o fortalecimento do trabalho em rede. A reunião integra uma agenda de encontros de preceptores programada para os dias 30/07, 24/09 e 26/11 de 2026, favorecendo o acompanhamento contínuo e o alinhamento das ações de formação na RAPS Zona Oeste.

 

Fontes:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

OTICS Bangu reúne Gerentes Técnicos para alinhamento do Colegiado Gestor

Gerentes Técnicos da AP 5.1 participam de preparação para o Colegiado Gestor Ampliado

No dia 23 de setembro de 2026, no turno da manhã, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu – AP 5.1 – SMS – RJ recebeu os Gerentes Técnicos de Unidades de Saúde da Atenção Primária da região: Fabio Monteiro, do CMS Padre Miguel; Iris da Cruz Moraes, da CF Fiorello Raymundo; e Julia Marques, do CMD Manoel Guilherme da Silveira Filho. O encontro teve como objetivo realizar a preparação e o alinhamento das ações para o Colegiado Gestor Ampliado do mês de novembro, promovendo a organização prévia das pautas, informações e estratégias que serão apresentadas e discutidas no espaço de gestão. A atividade é importante para fortalecer a integração entre as unidades de saúde e a gestão da Atenção Primária, possibilitando o compartilhamento de informações, a identificação de necessidades dos territórios e a construção coletiva de propostas para o aprimoramento dos processos de trabalho. A Política Nacional de Atenção Básica destaca a importância do planejamento, do monitoramento e da avaliação das ações, bem como da utilização das informações para orientar a organização dos serviços de acordo com as necessidades da população.

Os espaços de gestão colegiada também favorecem a participação, o diálogo entre trabalhadores e gestores e a definição de prioridades, contribuindo para uma gestão mais integrada e para a qualificação das ações desenvolvidas nos territórios. O Ministério da Saúde reconhece o colegiado gestor como espaço de construção de propostas, avaliação de indicadores, organização dos processos de trabalho e definição de estratégias para o envolvimento das equipes. A preparação realizada na OTICS Bangu reforça, portanto, a importância do planejamento coletivo e da articulação entre os diferentes atores da Atenção Primária, contribuindo para que o Colegiado Gestor Ampliado de novembro seja um espaço qualificado de diálogo, acompanhamento e construção de estratégias para o fortalecimento da saúde no território da AP 5.1.

Fontes

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Ações de Acessibilidade Comunicativa e Saúde Integral da População Negra são fortalecidas na OTICS Bangu

Neste dia, 23 de setembro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço de encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Elvis Ferreira, apoiador da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1). Durante o encontro, foram realizadas atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa e da promoção da Saúde Integral da População Negra na rede de saúde, incluindo a atualização de relatórios e a organização de informações relacionadas às ações desenvolvidas no território. As atividades têm como objetivo contribuir para o aprimoramento dos processos de trabalho, ampliar a conscientização das equipes e fortalecer práticas que promovam um atendimento mais acessível, humanizado, inclusivo e equitativo nos serviços de saúde.

No campo da Acessibilidade Comunicativa, foram trabalhadas informações e registros que auxiliam na identificação e no enfrentamento das barreiras de comunicação encontradas pelos usuários, especialmente pessoas com deficiência ou dificuldades de comunicação. Estratégias como materiais acessíveis, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas são importantes para garantir o direito à informação e favorecer a participação dos usuários no cuidado. Paralelamente, o trabalho relacionado à Saúde Integral da População Negra contribui para fortalecer a implementação das ações de promoção da equidade em saúde, considerando as necessidades específicas da população negra e a importância da identificação e do enfrentamento das desigualdades que podem interferir no acesso e na qualidade do cuidado.

A integração dessas ações reforça a importância de uma abordagem que considere as diferentes necessidades da população e os diversos fatores que podem produzir barreiras de acesso aos serviços de saúde. Dessa forma, o aprimoramento dos relatórios, materiais e estratégias de comunicação contribui para qualificar os processos de trabalho e subsidiar ações mais inclusivas e equitativas na rede. A iniciativa está alinhada aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e às políticas públicas voltadas à inclusão, à equidade e à atenção integral, fortalecendo o compromisso com um cuidado que respeite as características, necessidades e direitos de cada usuário.

Fontes

 

Estudantes do IFRJ participam de treinamento sobre Georreferenciamento em Saúde

Treinamento sobre Georreferenciamento aproxima estudantes do IFRJ das ferramentas de análise territorial em saúde

A OTICS Bangu – AP 5.1 – SMS – RJ promoveu um treinamento sobre Georreferenciamento, destinado aos estudantes do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). A atividade foi conduzida por Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1, e contou também com a participação de Erica Rodrigues, enfermeira da CAP 5.1. O treinamento teve como objetivo apresentar aos estudantes conceitos e aplicações do georreferenciamento e do geoprocessamento no contexto da saúde, demonstrando como as informações espaciais podem ser utilizadas para compreender a distribuição de pessoas, serviços, agravos e demais características presentes no território. Durante a atividade, foram abordados aspectos relacionados à análise territorial e espacial, destacando a importância dos mapas e das ferramentas de geoprocessamento para organizar, visualizar e interpretar informações de saúde. A utilização dessas tecnologias permite relacionar dados epidemiológicos e sociodemográficos à localização geográfica, contribuindo para uma compreensão mais precisa das características e necessidades de diferentes territórios.

O georreferenciamento possui importante aplicação na área da Saúde Pública, especialmente no planejamento e na organização das ações da Atenção Primária à Saúde. A espacialização das informações possibilita identificar áreas de maior vulnerabilidade, apoiar o diagnóstico territorial, orientar a distribuição de recursos e subsidiar a definição de estratégias de promoção, prevenção e assistência à saúde. A atividade também contribuiu para aproximar os estudantes do IFRJ da realidade do SUS, proporcionando uma experiência prática sobre a utilização de ferramentas de informação territorial aplicadas ao planejamento em saúde. Nesse contexto, a integração entre instituições de ensino e serviços de saúde favorece a formação de profissionais mais preparados para utilizar dados e tecnologias como instrumentos de apoio à tomada de decisão.

A iniciativa reforça a importância do geoprocessamento como ferramenta de apoio à gestão e à vigilância em saúde, contribuindo para que as equipes conheçam melhor o território em que atuam e possam planejar ações de acordo com as necessidades identificadas.

Fontes

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 22 de setembro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Elvis Ferreira, apoiador da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes