Reunião de Equipe do CAPS Lima Barreto

Reunião de Equipe do CAPS Lima Barreto fortalece o processo de trabalho em saúde mental na OTICS Rio Bangu

No dia 11 de agosto de 2026, no período das 8h às 10h, foi realizada na Sala de Tutoria da OTICS Rio Bangu, a Reunião de Equipe do CAPS Lima Barreto, reunindo sete profissionais da unidade para um momento de alinhamento das atividades e fortalecimento do processo de trabalho em saúde mental.

A atividade foi conduzida por Pedro Henrique de Araújo, psicólogo, e teve como foco a organização da agenda de trabalho e a discussão de casos, promovendo a integração entre os profissionais e a construção compartilhada de estratégias para o cuidado aos usuários acompanhados pelo serviço.

As reuniões de equipe constituem um importante instrumento de gestão e de organização do processo de trabalho nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Esses encontros favorecem a comunicação entre os profissionais, o planejamento das ações assistenciais, a avaliação contínua dos casos acompanhados e a tomada de decisões de forma interdisciplinar e contribuindo para a integralidade do cuidado.

A realização da atividade reafirma o compromisso com a educação permanente em saúde e com o fortalecimento das práticas colaborativas entre as equipes, possibilitando a construção de estratégias voltadas à melhoria da assistência, à humanização do atendimento e ao cuidado centrado nas necessidades dos usuários e de seus familiares.

 

Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Mental no SUS: os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Brasília: Ministério da Saúde, 2004.

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS). Portaria nº 198/GM, de 13 de fevereiro de 2004, atualizada pela Portaria nº 1.996/GM, de 20 de agosto de 2007.

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 10 de agosto de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Eduardo Rodrigues Marques, Agente de Vigilância em Saúde (AVS) da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território. Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Saúde do Homem e da Pessoa Idosa

Neste dia, 07 de agosto de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador da Saúde do Homem e da Pessoa Idosa, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 07 de agosto de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Anailton Dantas – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

Fonte:

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Oficina de Territorialização CMS Waldyr Franco – AP 5.1

OTICS Bangu realiza primeira etapa da Oficina de Territorialização com o CMS Waldyr Franco – AP 5.1

Na tarde do dia 6 de agosto de 2026, o Laboratório de Informática da OTICS Bangu recebeu a primeira etapa da Oficina de Territorialização do Centro Municipal de Saúde (CMS) Waldyr Franco – AP 5.1. Participaram da atividade Fátima Carneiro, gerente da OTICS Bangu, Victor Lins, assistente administrativo da unidade, além dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS): Cássia Silva Pereira, Cristiane Pereira dos Santos, Aldaci dos Santos Matos, Márcia da Silva Protázio, Juliana dos Santos Rocha, Reanan Gorito Alves, Artur Mattos de Gouvêa e Adenilson César. Apoio do Setor de Georreferenciamento da Divisão de Informação, Controle e Avaliação (DICA) da CAP 5.1.

Durante a oficina, foram apresentados conceitos e práticas de geoprocessamento, um dos procedimentos integrantes dos Sistemas de Informações Geográficas (SIGs), utilizado para a produção de mapas e representações cartográficas a partir de imagens de satélite e fotografias aéreas. Essa ferramenta tem papel essencial na organização territorial da Atenção Primária à Saúde (APS), permitindo identificar e compreender a distribuição espacial da população e de seus determinantes de saúde.

Considerando que a Estratégia Saúde da Família (ESF) é estruturada a partir de territórios delimitados, denominados microáreas, sob responsabilidade sanitária das equipes de saúde, a oficina apresentou o uso do Google Earth Pro como recurso de georreferenciamento em saúde. O trabalho foi desenvolvido com base nos dados do Instituto Pereira Passos (IPP) — plataforma “Onde Ser Atendido” —, utilizando também a malha dos setores censitários como referência.

O objetivo da atividade é promover a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, fortalecendo o processo de territorialização, essencial para o planejamento, monitoramento e avaliação das ações em saúde. Esse processo é reconhecido como um instrumento técnico, social e político, fundamental para a consolidação dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) — especialmente a integralidade do cuidado, a equidade e a participação social.

📚 Fontes:

Reunião Saúde da Pessoa Idosa Zona Oeste

Reunião sobre a Saúde da Pessoa Idosa na Zona Oeste fortalece o planejamento das ações regionais

Na tarde do dia 06 de agosto de 2026, na Sala de Tutoria da OTICS Rio Bangu, foi realizada uma reunião técnica voltada à Saúde da Pessoa Idosa na Zona Oeste, reunindo de forma remota representantes das Áreas Programáticas 5.1, 5.2 e 5.3, para discussão das demandas relacionadas à população idosa dos territórios.

O encontro contou com a participação da profissional Jaqueline Nascimento, apoiadora da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e teve como público-alvo o Ministério Público (MP), a Regulação, a Gerência da Saúde da Pessoa Idosa e apoiadores.

Durante a reunião, foram abordados temas relacionados ao cenário da saúde da pessoa idosa na Zona Oeste, com destaque para a apresentação do perfil demográfico da população idosa do território, bem como para a discussão sobre os fluxos de regulação para atendimento por especialistas. As análises e debates tiveram como objetivo subsidiar o planejamento de estratégias voltadas ao fortalecimento da assistência e à ampliação do acesso aos serviços especializados.

Fontes:

  • Brasil. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI).
  • Brasil. Ministério da Saúde. Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa.
  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes para a Atenção à Saúde da Pessoa Idosa.

Oficina de Territorialização do CMS Henrique Monat – AP 5.1

Neste dia, 6 de agosto de 2026, no laboratório de informática da OTICS Bangu, turno da manhã, tivemos a oficina de territorialização, o objetivo foi ajustes no território devido a implantação de novas equipes de saúde da família, para cobertura de área sem ESF, no CMS Henrique Monat – AP 5.1. Participaram da oficina, Fátima Carneiro- Gerente OTICS Bangu, Victor Lins – ADM da OTICS Bangu, Andreza B. Laia  – Diretora, Marcélia – Gerente Técnica da Unidade, Luana Terra – ACS, Fabiano dos santos – ACS, Rodrigo Lima – ACS, Pâmela Lima – ACS, Jefferson Santos – ACS, Fernanda Orfão – ACS, Mario Felipe Fernandes – ACS. Sempre com parceria do Geoprocessamento da Divisão de Informação Controle e Avaliação (DICA) – CAP 5.1.

Geoprocessamento é um procedimento integrante dos SIGs (Sistema de Informações Geográficas) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

Link para download do Google Earth Pro

Busque aqui a unidade mais próximaprefeitura.rio/ondeseratendido

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 06 de agosto de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Elvis Ferreira, apoiador da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência;
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015);
Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da Universalidade, Equidade e Integralidade.

Oficina de Territorialização do CMS Catiri – AP 5.1

Neste dia  5 de agosto de 2026, turno da tarde, tivemos a oficina de territorialização com os profissionais do CMS Catiri – AP 5.1. O objetivo foi a delineação das microáreas. Participaram da oficina, Fátima Carneiro- Gerente OTICS Bangu, Victor Lins – Adm da Otics Bangu, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), Eureni Regina da Silva, Felipe Neves Moura, Mônica Garcia e o Gerente da Unidade Carlos Mariano.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que  é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

Equipes de Saúde da Família, Gericino, Três Marias e Capão Bonito – CMS Catiri – AP 5.1.

Link para download do Google Earth Pro

Busque aqui a unidade mais próximaprefeitura.rio/ondeseratendido

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 05 de agosto de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Cristina Gonçalves – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicada ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/