Oficina de Territorialização da CF Fiorello Raymundo- AP 5.1.

No dia 29 de abril de 2026, no turno da manha, a sala de apoio à gestão da OTICS Bangu sediou a segunda etapa da Oficina de Territorialização com os profissionais da CF Fiorello Raymundo – AP 5.1. A atividade teve como objetivo o início da delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território. Participaram da oficina Fátima Carneiro (Gerente da OTICS Bangu), Victor Lins (Assistente Administrativo da OTICS Bangu), os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Anita Pereira e Patrícia Oliveira de Andrade.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

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Oficina de Territorialização da CF Fiorello Raymundo- AP 5.1.

No dia 15 de abril de 2026, no turno da tarde, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou a Oficina de Territorialização com os profissionais da CF Fiorello Raymundo – AP 5.1. A atividade teve como objetivo ajustes do território da unidade, como também o início da delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território.

Participaram da oficina Fátima Carneiro (Gerente da OTICS Bangu), Victor Lins (Assistente Administrativo da OTICS Bangu), Iris da Cruz Moraes (Gerente Técnica da Unidade), os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Daiane Caroline, Rodrigo Faria, Simone Macedo, Fernando Santiago, Gabrielly Bomfim, Anita Pereira, Elisangela Cruz, além de Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

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Oficina de Territorialização do CMS Padre Miguel – AP 5.1

No dia 15 de abril de 2026, no turno da manhã, a sala de tutoria da OTICS Bangu sediou o segundo encontro da Oficina de Territorialização com os profissionais do CMS Padre Miguel – AP 5.1. A atividade teve como objetivo ajustes do território da unidade, como também a delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território. Participaram da oficina Fátima Carneiro (Gerente da OTICS Bangu); Victor Lins (Assistente Administrativo da OTICS Bangu);  Fábio Antônio Monteiro (Gerente Técnico da Unidade);  os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Patricia Silva Justino; Sidonio Sergio Paes; além de, Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

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Oficina de Territorialização do CMS Dr. Eithel Pinheiro – AP 5.1.

No dia 08 de abril de 2026, no turno da manhã, a sala de tutoria da OTICS Bangu sediou o 2° encontro da Oficina de Territorialização com os profissionais do CMS Dr. Eithel Pinheiro – AP 5.1. A atividade teve como objetivo ajustes do território da unidade, como também o início da delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território.

Participaram da oficina Fátima Carneiro (Gerente da OTICS Bangu), Victor Lins (Assistente Administrativo da OTICS Bangu), Geise Lima (Gerente Técnica da Unidade), os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Michelle Ferreira, Luis Claudio, Daniela Regina, Valeska Vasconcellos, Cintia Gomes, Raiane Azevedo, Paula Serpa, além de Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

 

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

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Grupo de Tabagismo do CMS Manoel Guilherme – AP 5.1

Grupo de Tabagismo promove palestra sobre Tabagismo e Câncer de Boca na AP 5.1

O Grupo de Tabagismo do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, na AP 5.1, realizou palestra educativa com o tema “Tabagismo e Câncer de Boca”, direcionada aos pacientes assistidos pela unidade. A atividade foi conduzida pelos profissionais Rose Sutil (Enfermeira), Eduardo Gonçalves (Farmacêutico), Stefany Silva (TSB) e Liane Nascimento (ACS), reforçando o compromisso da equipe multiprofissional com a promoção da saúde e a prevenção de agravos. A ação abordou os principais impactos do tabagismo na saúde bucal, os fatores de risco associados ao desenvolvimento do câncer de boca, sinais e sintomas de alerta, formas de prevenção e a importância da cessação do tabaco como medida fundamental para redução de riscos. Também foram apresentadas orientações sobre acompanhamento clínico e suporte ofertado pela unidade para quem deseja parar de fumar. O objetivo da palestra foi conscientizar os pacientes sobre os riscos do tabagismo, especialmente sua relação direta com o câncer de boca, além de incentivar a adesão ao tratamento para cessação do tabaco oferecido na Atenção Primária. A atividade também buscou fortalecer o vínculo entre equipe e usuários, promovendo educação em saúde baseada em informação qualificada.

O tabagismo é reconhecido como um dos principais fatores de risco evitáveis para o desenvolvimento de diversos tipos de câncer, incluindo o câncer de boca. A Atenção Primária à Saúde desempenha papel estratégico na prevenção, diagnóstico precoce e acompanhamento dos usuários, contribuindo para a redução da morbimortalidade associada ao consumo de tabaco. A realização de atividades educativas no território amplia o acesso à informação, estimula mudanças de comportamento e fortalece o cuidado integral. A atuação integrada entre enfermagem, farmácia, saúde bucal e agente comunitário potencializa os resultados, garantindo abordagem multiprofissional e centrada no usuário.

A iniciativa reafirma o compromisso da AP 5.1 com a promoção da saúde, a prevenção de doenças crônicas e o fortalecimento das ações do SUS no território.

Fontes

  • Instituto Nacional de Câncer (INCA). Informações sobre tabagismo e câncer de boca.

  • Ministério da Saúde. Programa Nacional de Controle do Tabagismo.

  • Organização Mundial da Saúde. Relatórios sobre tabagismo e prevenção do câncer.

Oficina de Territorialização do CMS Dr Eithel Pinheiro e CMS Silvio Barbosa – AP 5.1.

No dia 18 de março de 2026, no turno da manhã, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou o 1° encontro da Oficina de Territorialização com os profissionais do CMS Dr Eithel Pinheiro e CMS Silvio Barbosa – AP 5.1. A atividade teve como objetivo ajustes do território da unidade, como também o inicio da delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território. Participaram da oficina Fátima Carneiro (Gerente da OTICS Bangu), os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), os Gerentes das unidades; além de Vivian Bravo, Auxiliar Administrativa do DICA, e Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

 

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

 

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

 

 

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Encontro com o Grupo de Tabagismo PMGSF

Grupo de Tabagismo: por uma vida sem fumaça promove reflexão e cuidado integral para usuários da unidade!

No dia 06 de março de 2026, das 08h às 10h, foi realizado o encontro do Grupo de Tabagismo, Por uma Vida sem Fumaça, atividade voltada aos pacientes da unidade de saúde, com a participação de 20 usuários. A ação integra as estratégias de promoção da saúde e prevenção de doenças desenvolvidas no âmbito da Atenção Primária à Saúde. O encontro teve como objetivo principal identificar os diferentes tipos de dependência relacionados ao tabagismo, entre eles a dependência física, psicológica e comportamental, auxiliando os participantes a compreenderem os fatores que influenciam o hábito de fumar e os desafios presentes no processo de cessação do tabaco. Durante a atividade, foi abordado o tema Entender por que se fuma”, promovendo um espaço de escuta, reflexão e troca de experiências entre os participantes. A discussão buscou ampliar a consciência sobre os gatilhos emocionais, sociais e comportamentais associados ao consumo do tabaco, além de estimular estratégias de enfrentamento para a redução e abandono do hábito.

O grupo foi conduzido pela enfermeira Rose Cleide Sutil, com a participação do farmacêutico Eduardo e de um técnico em saúde bucal, reforçando a importância do trabalho multiprofissional no cuidado aos usuários que desejam parar de fumar.

Como parte das atividades, os participantes também tiveram acesso a uma sessão de auriculoterapia, prática integrativa que utiliza estímulos em pontos específicos da orelha com o objetivo de auxiliar no controle da ansiedade, redução do estresse e apoio no processo de cessação do tabagismo. Essa abordagem está alinhada às práticas da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, incentivadas no Sistema Único de Saúde (SUS).

A realização do grupo reforça a importância de ações educativas e terapêuticas voltadas ao enfrentamento do tabagismo, considerado um dos principais fatores de risco para diversas doenças crônicas, como doenças cardiovasculares, respiratórias e câncer. Iniciativas como essa contribuem para fortalecer a autonomia dos usuários, promover hábitos de vida mais saudáveis e melhorar a qualidade de vida da população atendida pela rede de saúde.

Fontes

Oficina de Territorialização do CMS Padre Miguel – AP 5.1

No dia 05 de março de 2026, no turno da manhã, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou o primeiro encontro da Oficina de Territorialização com os profissionais do CMS Padre Miguel – AP 5.1. A atividade teve como objetivo ajustes do território da unidade, como também a delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território. Participaram da oficina Fátima Carneiro (Gerente da OTICS Bangu); Fábio Antônio Monteiro (Gerente Técnica da Unidade); Barbara Villar Martins (Diretora do CMS Padre Miguel); os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Josélia Vieira; Cristiane Lopes; Joelma Aranha; Patrícia Justino; Sidonio Paes; Rosangela Santos; Aline Ribeiro da Rosa; Geisilaine da Guia Caiana; além de Vivian Bravo, Auxiliar Administrativa do DICA, e Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1.

 

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

 

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

 

 

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Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – 2026

Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – 2026 segue com segundo dia de atividades

Dando continuidade ao cronograma iniciado em 03 de março de 2026, foi realizado hoje, 05 de março de 2026, o segundo dia da Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (ASSTT), promovida pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador Estadual (CEREST Estadual), com a participação de todos os CERESTs da Região Metropolitana. A atividade, realizada de forma remota no horário das 9h às 12h, teve como foco a construção do mapa da Rede de Atenção à Saúde (RAS) e do controle social do município sede do CEREST, etapa fundamental para compreender a organização da rede assistencial e os espaços de participação social relacionados à saúde do trabalhador. A oficina tem como objetivo conhecer o perfil produtivo dos trabalhadores e trabalhadoras, identificar os processos produtivos presentes nos territórios e fortalecer a vigilância em saúde do trabalhador, contribuindo para a qualificação do planejamento das ações regionais.

A atividade foi acompanhada na sala de tutoria da OTICS Bangu pela Thamine Gouvêa dos Santos – Enfermeira do CEREST Zona Oeste (PAM Bangu), reforçando o compromisso da área programática com a qualificação técnica das equipes e o aprimoramento das análises territoriais no âmbito da saúde do trabalhador.

A iniciativa é estratégica para consolidar a Análise de Situação de Saúde como instrumento norteador das ações da Rede de Atenção à Saúde (RAS), articulando informações epidemiológicas, organização da rede assistencial e participação do controle social. Ao promover esse espaço de construção coletiva, o CEREST Estadual contribui para o fortalecimento da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora no âmbito do SUS, ampliando a capacidade de identificação de riscos, agravos relacionados ao trabalho e planejamento de intervenções nos territórios.

O cronograma dos encontros seguirá com as seguintes datas:

  • 03/03/2026 – Construção do mapa epidemiológico (município sede do CERESTT);

  • 05/03/2026 – Construção do mapa da RAS e do controle social (município sede do CERESTT);

  • 10/03/2026 – Reunião de coordenadores e apresentação da ASSTT de 07 (sete) CERESTTs;

  • 12/03/2026 – Apresentação da ASSTT dos 07 (sete) CERESTTs restantes.

Fontes

Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria nº 1.823/2012).

Ministério da Saúde. Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST).

Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro. Diretrizes da Vigilância em Saúde do Trabalhador.

Se quiser, também posso transformar esse texto em uma versão mais curta e estratégica para postagem no Instagram da OTICS, mantendo o tom institucional.

Oficina de Territorialização do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1

No dia 03 de março de 2026, no turno da manhã, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou o primeiro encontro da Oficina de Territorialização com os profissionais do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1. A atividade teve como objetivo ajustes do território da unidade, como também a delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território. Participaram da oficina Fátima Carneiro, Gerente da OTICS Bangu; Júlia Marques, Gerente Técnica da unidade; os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Brenda Reis, Raquel Lopes, Amanda Silva, Letícia Lima, Matheus Lima, Mariana Cunha e Jailma Lopes Santos; além de Vivian Bravo, Auxiliar Administrativa do DICA, e Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

 

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

 

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