Curso Básico I de Libras

Na tarde do dia 02 de abril de 2026, no auditório da OTICS Bangu, foi realizada mais uma aula do Curso Básico I de Libras. A atividade contou com a participação da equipe de apoiadores da CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa), além de Renata Reis, fonoaudióloga do CER, responsável pela mediação do curso. O público-alvo da formação é composto por profissionais de saúde da Atenção Primária, e o principal objetivo do curso é capacitá-los para se comunicar de forma eficaz e humanizada com pacientes surdos, contribuindo para a melhoria do acesso, da qualidade do atendimento e da experiência em saúde da comunidade surda. A proposta vai além do ensino da língua, contemplando também a compreensão da cultura surda, fundamental para a promoção de um atendimento mais inclusivo e para a redução das barreiras de comunicação nos serviços de saúde.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua com estrutura própria, de modalidade visual-espacial, distinta da língua portuguesa. Assim como outras línguas naturais, a Libras possui níveis linguísticos como fonologia, morfologia, sintaxe e semântica, além de um vocabulário próprio, composto por sinais.

É importante destacar que a Libras não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa, que permanece como língua oficial do país, mas se configura como um instrumento essencial para garantir o direito à comunicação das pessoas surdas. Nesse sentido, a qualificação dos profissionais de saúde em Libras representa um avanço significativo na construção de um sistema de saúde mais acessível, equitativo e humanizado.

Fontes e referências
Lei nº 10.436/2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais como meio legal de comunicação e expressão
Decreto nº 5.626/2005 – Regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e trata da inclusão da Libras nos serviços públicos
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
Ministério da Educação – Diretrizes para educação e difusão da Libras
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – Dados sobre a população com deficiência no Brasil

Capacitação em Arboviroses da Vigilância Epidemiológica na AP 5.1

Capacitação em Arboviroses fortalece atuação da Vigilância Epidemiológica na AP 5.1

No dia 01 de abril de 2026, das 8h às 17h, foi realizado no auditório da OTICS o evento intitulado “Você já sabe, mas não custa lembrar – Arboviroses”, reunindo 45 participantes. A atividade teve como público-alvo os pontos focais para Vigilância Epidemiológica na Atenção Primária e da Rede de Urgência e Emergência. Durante a capacitação, foram abordados temas essenciais relacionados às arboviroses, incluindo notificação de casos, investigação laboratorial, análise do cenário epidemiológico e resolução de casos clínicos. O encontro proporcionou um espaço de troca de conhecimentos e alinhamento técnico entre os profissionais, contribuindo para o aprimoramento das práticas no território. O objetivo é propiciar maior entendimento e segurança aos profissionais quanto à execução dos fluxos da Vigilância Epidemiológica das arboviroses, qualificando o processo de notificação, investigação e resposta aos agravos.

As arboviroses, como dengue, chikungunya e zika, representam importantes desafios de saúde pública, especialmente em áreas urbanas. A qualificação contínua dos profissionais de saúde é fundamental para garantir a detecção precoce de casos, a adoção de medidas oportunas de controle e a redução de complicações e óbitos. Capacitações como esta fortalecem a integração entre os níveis de atenção e contribuem diretamente para a melhoria da vigilância e da assistência à população. A atividade foi conduzida pelas sanitaristas epidemiologistas Karen Abrahão e Graziele Rodrigues, que compartilharam conhecimentos técnicos e experiências práticas, promovendo um ambiente de aprendizado colaborativo.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

Fontes:

 

A vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e fortalecer uma sociedade saudável e resistente.

zé gotinha

Além de prevenir doenças graves, a imunização contribui para reduzir a disseminação desses agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde.

Saúde do Homem

Na manhã do dia 30 de março de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa, bem como à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

 

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Reunião de Eixo Estratégico eMulti – AP 5.1

No dia 26 de março de 2026, das 13h às 17h, foi realizada, no auditório da OTICS, a segunda etapa da Reunião de Eixo Estratégico eMulti, reunindo 30 participantes. O encontro teve como público-alvo, nesta ocasião, profissionais psicólogos e assistentes sociais das equipes eMulti da AP 5.1, com o objetivo de promover apoio técnico-institucional e fortalecer a organização dos processos de trabalho no âmbito da Atenção Primária à Saúde. A atividade teve como foco a discussão dos eixos estratégicos que orientam a atuação das equipes multiprofissionais, abordando diretrizes, desafios e possibilidades para qualificação das práticas no território. O espaço favoreceu a troca de experiências, o alinhamento de ações e o fortalecimento do trabalho em equipe, contribuindo para a ampliação da resolutividade e da integralidade do cuidado ofertado à população. A condução da reunião foi realizada por Simone Pires, psicóloga, que destacou a importância do planejamento estratégico e do apoio institucional como ferramentas essenciais para o fortalecimento das equipes e a melhoria contínua dos serviços de saúde.

Durante o encontro, os participantes também assistiram a uma apresentação conduzida por Jaqueline Nascimento, integrante da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, com o tema “Contextualizar o papel da Atenção Primária à Saúde no acompanhamento integral da pessoa idosa no território da AP 5.1”. A exposição destacou a importância do cuidado longitudinal, da vigilância ativa e da coordenação do cuidado no acompanhamento da população idosa. Entre os principais conteúdos abordados, destacaram-se a estrutura e o funcionamento das linhas de cuidado na Atenção Primária à Saúde, as atribuições das equipes no acompanhamento da população idosa, os fluxos e serviços ofertados na rede, além do papel da Atenção Primária como porta de entrada e ordenadora da Rede de Atenção à Saúde. Também foi apresentado um panorama das necessidades de saúde da pessoa idosa no território, reforçando a importância de estratégias integradas para a promoção do envelhecimento saudável.

A realização da atividade reafirma o compromisso com a qualificação das equipes eMulti e com o fortalecimento das ações de cuidado integral, especialmente no que se refere à atenção à saúde da pessoa idosa, em consonância com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fontes:

BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção Primária à Saúde (APS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/atencao-primaria-a-saude

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-da-pessoa-idosa

BRASIL. Ministério da Saúde. Rede de Atenção à Saúde (RAS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/r/rede-de-atencao-a-saude

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde Integral da População Negra. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saude-da-populacao-negra

Apresentação das Linhas de Cuidado Papel da APS à Pessoa Idosa na AP 5.1

Apresentação das Linhas de Cuidado para Profissionais Psicólogos e Assistente Social da eMulti  reforça o papel da APS no cuidado à pessoa idosa na AP 5.1

No dia 26 de março de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu Jaqueline Nascimento, integrantes da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1. Objetivo do evento foi a elaboração da apresentação, para os Profissionais Psicólogos e Assistente Social da eMulti,  “Contextualizar o papel da APS no acompanhamento integral da pessoa idosa no território da AP 5.1”, destacando a importância do cuidado longitudinal, da vigilância ativa e da coordenação do cuidado. Os assuntos abordados foram, Estrutura e funcionamento das linhas de cuidado na APS; Atribuições da Atenção Primária no acompanhamento da população idosa; Fluxos, serviços ofertados e importância da APS como porta de entrada e ordenadora da Rede de Atenção à Saúde e Panorama das necessidades de saúde da pessoa idosa no território.

A apresentação das linhas de cuidado é fundamental para garantir que residentes e novos profissionais compreendam o papel estratégico da APS como coordenadora do cuidado; a centralidade da atenção à pessoa idosa em um cenário de envelhecimento crescente da população; a necessidade de práticas alinhadas às diretrizes da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa e da Atenção Primária à Saúde, como também a importância da articulação entre equipes, apoiadores e serviços da Rede de Atenção à Saúde.

Essa ação contribui para a formação qualificada de futuros profissionais, fortalecendo o cuidado no território e reforçando o compromisso da AP 5.1 com uma atenção integral, equânime e humanizada.

Fontes utilizadas:

– Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI)
– Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
– Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro – Diretrizes da APS e Rede de Atenção

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 26 de março de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Reunião de Preceptores da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) da Zona Oeste

No dia 26 de janeiro de 2026, das 9h às 12h, foi realizada, no Lab Info da OTICS Bangu, a Reunião de Preceptores da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) da Zona Oeste, com a participação de 6 profissionais. O encontro foi direcionado aos trabalhadores dos serviços de saúde mental da região, com o objetivo de discutir os processos de trabalho no campo da formação em saúde no âmbito da RAPS. Durante a reunião, foram abordados temas centrais para a organização das atividades formativas, incluindo o início do processo seletivo para estágio obrigatório, o alinhamento das etapas desse processo e orientações sobre o papel da preceptoria, com ênfase na atuação dos preceptores no acompanhamento e na formação dos estudantes. A atividade proporcionou um espaço de diálogo e troca de experiências, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e assistenciais no contexto da saúde mental. A condução do encontro ficou a cargo de Aline Vieira, psicóloga e Presidente do Centro de Estudos do IMAS Juliano Moreira, que destacou a importância da qualificação dos processos formativos como estratégia para o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial e para a consolidação de práticas de cuidado alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).

A realização da reunião reforça o compromisso com a formação de profissionais qualificados e com o fortalecimento da integração entre ensino e serviço, contribuindo para a ampliação da qualidade do cuidado ofertado aos usuários da RAPS na Zona Oeste.

Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) é uma rede integrada de serviços que atende pessoas com sofrimento mental ou que enfrentam problemas com uso prejudicial de álcool e outras drogas, dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). Ela articula diferentes pontos de atenção para garantir um cuidado integral e contínuo.

Os serviços e programas da RAPS têm como objetivo garantir acesso, atenção integral e tratamento às pessoas em sofrimento psíquico ou com necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas de álcool.

 

Fontes:

BRASIL. Ministério da Saúde. Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-mental

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/eps

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Mental no SUS: cuidado em liberdade. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-mental

 

Reunião de Eixo Estratégico eMulti

No dia 26 de março de 2026, das 8h às 12h, foi realizada, no auditório da OTICS, a Reunião de Eixo Estratégico eMulti, reunindo 30 participantes, tendo como público-alvo, nesta ocasião, os profissionais nutricionistas das equipes eMulti, com o objetivo de promover apoio técnico-institucional e fortalecer a organização dos processos de trabalho no âmbito da Atenção Primária à Saúde. O encontro teve como foco a discussão dos eixos estratégicos que orientam a atuação das equipes multiprofissionais (eMulti), abordando diretrizes, desafios e possibilidades para qualificação das práticas no território. A atividade proporcionou um espaço de troca de experiências, alinhamento de ações e fortalecimento do trabalho em equipe, contribuindo para a ampliação da resolutividade e integralidade do cuidado ofertado à população. A condução da reunião foi realizada por Simone Pires, psicóloga, que destacou a importância do planejamento estratégico e do apoio institucional como ferramentas essenciais para o fortalecimento das equipes e a melhoria contínua dos serviços de saúde.

Como parte da programação, os participantes também foram contemplados com uma oficina de horticultura, conduzida pelo biólogo Misael Medeiros, responsável pelas Práticas Integrativas e Complementares (PICS) da CAP 5.1. Durante a atividade, foram abordados conteúdos relacionados ao plantio e cultivo de hortaliças, incluindo alface verde e roxa, salsa, coentro, mostarda e cebolinha. A oficina teve como finalidade incentivar práticas sustentáveis no ambiente das unidades básicas de saúde, promovendo o cultivo de alimentos saudáveis e estimulando hábitos alimentares mais adequados entre os profissionais e suas famílias.

A iniciativa reforça a importância das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde como estratégias de promoção da saúde e qualidade de vida, além de contribuir para o fortalecimento do vínculo entre trabalhadores e o território, ampliando as possibilidades de cuidado para além do modelo tradicional assistencial.

A realização da reunião evidencia o compromisso com a qualificação das equipes eMulti e com a implementação de ações inovadoras e integradas no SUS, valorizando o cuidado ampliado, a promoção da saúde e o bem-estar dos trabalhadores e usuários.

As hortas e práticas de cultivo de alimentos trazem importantes benefícios para a nutrição e a saúde, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida. Entre esses benefícios, destaca-se o maior acesso a nutrientes, uma vez que possibilitam o consumo de alimentos mais frescos, com elevado valor nutricional e livres de defensivos químicos, indo diretamente da colheita para a mesa. Além disso, fortalecem a segurança alimentar ao combater a fome e a desnutrição, especialmente em comunidades periféricas, ampliando a oferta de hortaliças e frutas. Essas iniciativas também favorecem a mudança de hábitos alimentares, incentivando o consumo de alimentos naturais e orgânicos e reduzindo a dependência de produtos industrializados. Outro aspecto relevante é a contribuição para a saúde mental e física, já que o cultivo atua como uma atividade terapêutica, promovendo bem-estar, alívio do estresse e estímulo à atividade física. Por fim, destacam-se os impactos positivos na sustentabilidade, com a redução da pegada de carbono, ao evitar o transporte de longa distância dos alimentos, e o aproveitamento de resíduos orgânicos por meio da compostagem.

Profissionais Nutricionistas das Equipes eMulti – AP 5.1.

 

Fontes:

BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção Primária à Saúde (APS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/atencao-primaria-a-saude

BRASIL. Ministério da Saúde. Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/p/praticas-integrativas-e-complementares

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/promocao-da-saude

BRASIL. Ministério da Saúde. Estratégia Saúde da Família e trabalho multiprofissional. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/e/estrategia-saude-da-familia

Reunião de Planejamento com os Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST)

No dia 24 de março de 2026, das 13h às 16h, foi realizada, na Sala de Reunião da OTICS, uma reunião de planejamento com os Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) do município do Rio de Janeiro, contando com a participação de um profissional de forma presencial e três participantes em formato online. O encontro teve como objetivo principal promover o alinhamento estratégico e a construção conjunta de ações voltadas à Saúde do Trabalhador no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). A atividade integrou a agenda de articulação da Coordenação de Saúde do Trabalhador, reunindo representantes dos CERESTs para discutir diretrizes, prioridades e estratégias de atuação de forma integrada. A proposta foi fortalecer o trabalho em rede, garantindo maior efetividade nas ações de vigilância, promoção e cuidado à saúde dos trabalhadores nos diferentes territórios do município. Durante a reunião, foram abordados aspectos relacionados ao planejamento conjunto das ações, com ênfase na organização dos processos de trabalho, na definição de prioridades e no fortalecimento da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST). A iniciativa reforça a importância da integração entre os serviços para ampliar a capacidade de resposta às demandas relacionadas aos agravos à saúde decorrentes do trabalho.

A condução da atividade foi realizada por Flávia Oliveira, Coordenadora da Saúde do Trabalhador, que destacou a relevância do planejamento compartilhado como ferramenta essencial para a qualificação das ações e para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador no município.

A realização deste encontro reafirma o compromisso da gestão com a consolidação de práticas integradas e com o aprimoramento contínuo das estratégias de cuidado, contribuindo para a promoção de ambientes de trabalho mais seguros e saudáveis, em consonância com os princípios e diretrizes do SUS.

Fontes:

BRASIL. Ministério da Saúde. Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-do-trabalhador

BRASIL. Ministério da Saúde. Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-do-trabalhador/cerest

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saude-do-trabalhador

BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema Único de Saúde (SUS): princípios e diretrizes. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sus

2º Ciclo Projeto Nós na Rede

Educação Permanente para Rede de Atenção Psicossocial no SUS

No dia 24 de março de 2026, no auditório, foi realizado o 1º encontro do 2º Ciclo do Projeto Nós na Rede – Educação Permanente para a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no Sistema Único de Saúde (SUS), com início às 9h e término às 16h30. A atividade marca o início de um ciclo formativo que se estenderá até o dia 1º de setembro de 2026, com encontros programados para os dias 12 de maio, 9 de junho, 4 de agosto e 1º de setembro, consolidando um processo contínuo de qualificação dos trabalhadores da rede. O evento é voltado para profissionais de nível superior, técnico e médio que atuam na Rede de Atenção Psicossocial, com foco no fortalecimento das práticas de cuidado em saúde mental no território. A condução das atividades está sob responsabilidade de Patrícia Miranda, Gerente II da SMS/SUBPAV/SSM, que coordena o processo formativo junto aos participantes.

O 2º Ciclo do Projeto Nós na Rede é uma iniciativa do Ministério da Saúde em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que tem como objetivo qualificar aproximadamente 42 mil profissionais em todo o país por meio de uma formação híbrida, com carga horária total de 120 horas. A proposta pedagógica está fundamentada na Educação Permanente em Saúde, valorizando as experiências e vivências dos trabalhadores, com vistas ao fortalecimento das práticas no cotidiano dos serviços. A estrutura do curso contempla quatro unidades temáticas que abordam aspectos essenciais da atenção psicossocial, incluindo o cuidado em liberdade, a organização do cuidado no território, a interface entre saúde mental e justiça, além das questões relacionadas ao uso de álcool e outras drogas. A metodologia adotada integra momentos de ensino a distância, com carga horária entre 80 e 90 horas, e encontros presenciais que totalizam 30 horas, promovendo espaços de troca, reflexão e construção coletiva.

O projeto também prioriza ações afirmativas e o engajamento dos municípios, com planejamento iniciado ainda no final de 2025, voltado à indicação de profissionais e à qualificação das informações pelos gestores locais. Nesse contexto, busca-se fortalecer o papel dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e das equipes da Atenção Primária à Saúde, incentivando práticas que reduzam a medicalização e promovam a inclusão social dos usuários, alinhadas aos princípios do cuidado em liberdade e da atenção integral no SUS.

A realização deste ciclo formativo reafirma o compromisso com a qualificação contínua dos trabalhadores da saúde e com o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial, contribuindo para a ampliação do acesso e da qualidade do cuidado em saúde mental no território.

 

 

Fontes:

BRASIL. Ministério da Saúde. Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-mental/raps

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (FIOCRUZ). Formação e qualificação em saúde mental. Disponível em: https://portal.fiocruz.br

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/eps

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde mental e atenção psicossocial. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-mental