Treinamento de Prevenção e Combate a Incêndio

Treinamento de Prevenção e Combate a Incêndio é realizado na OTICS Bangu

No dia 10 de setembro de 2026, às 13h30, o auditório da OTICS Bangu recebeu o Treinamento de Prevenção e Combate a Incêndio, destinado a 25 profissionais da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1. A capacitação foi conduzida por profissionais da Coordenação de Engenharia e Arquitetura (CEA), equipe responsável por apoiar e orientar questões relacionadas à infraestrutura, segurança, manutenção e adequação dos espaços físicos dos serviços de saúde, com a participação de Simone da Cruz Silva Fernandes, da Direção da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

A prevenção e o combate a incêndios são fundamentais para promover a segurança de profissionais, usuários e demais pessoas que circulam nos estabelecimentos de saúde. A capacitação contribui para que os trabalhadores reconheçam situações de risco, adotem medidas preventivas e saibam como agir de forma adequada diante de uma situação de emergência. Em ambientes de saúde, onde há circulação de pessoas, equipamentos, materiais e diferentes instalações, o conhecimento sobre procedimentos de prevenção e resposta a incêndios é uma importante ferramenta para a redução de riscos e proteção da vida e do patrimônio.

O treinamento teve como objetivo orientar e informar os profissionais sobre medidas de prevenção de incêndios, contribuindo para o reconhecimento de situações de risco e para a adoção de condutas adequadas em situações de emergência. Durante a atividade, foram abordados conteúdos relacionados à prevenção de incêndios, reforçando a importância da atuação consciente e segura dos profissionais no ambiente de trabalho. O público-alvo, foram os profissionais da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

🧯 Segurança começa com prevenção! Registro do treinamento de Prevenção e Combate a Incêndio, realizado com profissionais da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1. 🚒👏

Fontes:

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) – informações e orientações relacionadas à prevenção e segurança contra incêndios:
Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – normas e orientações relacionadas à segurança e infraestrutura dos estabelecimentos de saúde:
Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Ministério do Trabalho e Emprego – NR-23 (Proteção Contra Incêndios) – estabelece medidas de prevenção contra incêndios nos ambientes de trabalho:
Norma Regulamentadora nº 23 – Proteção Contra Incêndios

Grupo de Estudos Saúde da População Negra

Grupo de Estudos debate Saúde Integral da População Negra e fortalece ações de equidade no SUS

No dia 10 de setembro de 2026, das 9h às 12h, o auditório da OTICS Bangu sediou o Grupo de Estudos Saúde Integral da População Negra, reunindo 17 participantes entre trabalhadores da saúde, estudantes da área da saúde e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A atividade foi conduzida por Aline Vieira, psicóloga e presidente do Centro de Estudos do Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira.

O encontro teve como objetivo apresentar os fundamentos da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) e promover a construção de propostas de intervenção voltadas aos serviços de saúde. A atividade constituiu um espaço de aprendizagem, reflexão e troca de experiências sobre a importância da promoção da equidade racial e do enfrentamento das desigualdades que impactam as condições de saúde da população negra.

Durante o grupo de estudos, foram abordados aspectos introdutórios da Saúde Integral da População Negra, destacando os princípios, diretrizes e estratégias da política nacional, além da importância do reconhecimento dos determinantes sociais da saúde e do combate ao racismo institucional como parte das ações de cuidado e gestão em saúde.

A iniciativa também estimulou a elaboração de projetos de intervenção voltados à qualificação dos serviços, buscando fortalecer práticas de cuidado mais inclusivas, humanizadas e alinhadas aos princípios da universalidade, integralidade e equidade que orientam o SUS. A construção coletiva de propostas contribui para ampliar o acesso da população aos serviços de saúde e fortalecer ações de promoção, prevenção e cuidado nos territórios.

A realização do Grupo de Estudos reafirma o compromisso da Secretaria Municipal de Saúde com a educação permanente, a promoção da equidade racial e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à saúde da população negra.

Fonte:

Política Nacional de Saúde Integral da População Negra: Uma Política do SUS

Reunião de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional – (APP)

Reunião de Farmacêuticos fortalece os fluxos de trabalho na Atenção Primária Prisional

No dia 9 de setembro de 2026, das 8h30 às 12h, o Auditório da OTICS Bangu recebeu a Reunião de Farmacêuticos na Atenção Primária Prisional, reunindo 25 profissionais para um momento de alinhamento, diálogo e troca de experiências sobre os processos de trabalho no sistema prisional. A atividade teve como público-alvo farmacêuticos e foi conduzida por Kelly Segabinazzi, da Gestão Farmacêutica, como parte da agenda de reuniões bimestrais voltadas ao acompanhamento e alinhamento das atividades desenvolvidas na Atenção Primária Prisional. O encontro teve como objetivo realizar a reunião bimestral dos profissionais farmacêuticos, proporcionando um espaço para alinhamento das rotinas, discussão dos processos de trabalho e fortalecimento da integração entre os profissionais que atuam na assistência farmacêutica no contexto prisional. Durante a reunião, foram discutidos os fluxos de rotina no sistema prisional, possibilitando o compartilhamento de informações e experiências relacionadas ao cotidiano dos serviços. Entre os principais aspectos trabalhados, destacam-se, Alinhamento dos fluxos de trabalho da assistência farmacêutica; Discussão das rotinas desenvolvidas no sistema prisional; Organização dos processos de trabalho; Integração entre os profissionais farmacêuticos e Identificação de demandas e necessidades relacionadas à rotina dos serviços.

A realização periódica de reuniões entre os profissionais contribui para a qualificação dos processos de trabalho, integração das equipes e organização dos fluxos da assistência farmacêutica. No âmbito da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP), o Ministério da Saúde estabelece que os serviços de saúde prisional fazem parte da Rede de Atenção à Saúde do SUS, tendo como perspectiva a garantia do cuidado integral às pessoas privadas de liberdade. A assistência farmacêutica possui papel importante nesse contexto, envolvendo ações relacionadas ao acesso, organização e utilização adequada de medicamentos e insumos. O Ministério da Saúde dispõe de orientações específicas para a assistência farmacêutica no sistema prisional, incluindo aspectos relacionados ao financiamento e à execução do Componente Básico da Assistência Farmacêutica no âmbito da PNAISP. Dessa forma, encontros como a reunião bimestral favorecem o alinhamento das práticas profissionais, a educação permanente e o aprimoramento da assistência prestada, contribuindo para o fortalecimento da atenção à saúde no sistema prisional.

 

Farmacêuticos fortalecem a Saúde Prisional, alinhamento e cuidado!

Fontes oficiais

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Prisional – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP).
Ministério da Saúde – Saúde Prisional / PNAISP

BRASIL. Ministério da Saúde. Assistência Farmacêutica no Sistema Prisional.
Ministério da Saúde – Assistência Farmacêutica no Sistema Prisional

BRASIL. Ministério da Saúde. Sobre a PNAISP.
Ministério da Saúde – Sobre a PNAISP

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria Interministerial nº 1, de 2 de janeiro de 2014. Institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional no âmbito do SUS.
BVS Ministério da Saúde – Portaria Interministerial nº 1/2014

📍 OTICS Bangu – AP 5.1 – SMS – RJ

 

 

 

 

 

 

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 8 de setembro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:

Reunião de Accountability CAPS Neusa Santos

Reunião de Accountability fortalece preparação para prestação de contas do CAPS Neusa Santos

No dia 8 de setembro de 2026, das 9h às 17h, a OTICS Bangu recebeu, na sala de apoio à gestão, uma reunião de trabalho voltada à preparação da prestação de contas do CAPS Neusa Santos. A atividade contou com a participação de dois profissionais e teve como público-alvo representantes da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). O encontro foi conduzido por Carla Sousa, Diretora do CAPS, e teve como principal finalidade a revisão dos slides e dos conteúdos que serão utilizados na apresentação de prestação de contas da unidade. O objetivo da atividade foi revisar e aprimorar a apresentação destinada à prestação de contas do CAPS Neusa Santos, promovendo a organização das informações e o alinhamento dos conteúdos que serão apresentados. A prestação de contas é uma importante ferramenta de transparência, acompanhamento e avaliação da gestão pública, permitindo organizar informações sobre ações desenvolvidas, resultados alcançados e utilização dos recursos públicos.

Nesse contexto, a preparação adequada dos materiais contribui para uma apresentação mais clara e objetiva das ações realizadas pelo serviço, fortalecendo os processos de gestão e planejamento no âmbito do SUS. Durante a reunião, foram trabalhados principalmente, Revisão dos slides da prestação de contas; Organização das informações do CAPS Neusa Santos; Alinhamento dos conteúdos para apresentação; Aperfeiçoamento da comunicação dos resultados e ações desenvolvidas pela unidade. A realização de encontros como este contribui para o fortalecimento da gestão, do planejamento e da transparência, além de favorecer a qualificação dos processos de trabalho na rede municipal de saúde.

📍 OTICS Bangu – AP 5.1 – SMS – RJ

 

Referências oficiais

BRASIL. Ministério da Saúde. Gestão do SUS. A página apresenta os instrumentos de planejamento e gestão do SUS, incluindo o Relatório Quadrimestral de Prestação de Contas e o Relatório Anual de Gestão.

Ministério da Saúde – Gestão do SUS

BRASIL. Controladoria-Geral da União (CGU). Transparência e Prestação de Contas. Apresenta orientações e informações relacionadas à transparência, governança, resultados da gestão e prestação de contas na administração pública.

CGU – Transparência e Prestação de Contas

Reunião de Equipe do CAPS Lima Barreto

Reunião de Equipe do CAPS Lima Barreto fortalece o processo de trabalho em saúde mental na OTICS Rio Bangu

No dia 8 de setembro de 2026, no período das 8h às 12h, foi realizada na Sala de Tutoria da OTICS Rio Bangu, a Reunião de Equipe do CAPS Lima Barreto, reunindo oito profissionais da unidade para um momento de alinhamento das atividades e fortalecimento do processo de trabalho em saúde mental. A atividade foi conduzida por Pedro Henrique de Araújo, psicólogo, e teve como foco a organização da agenda de trabalho e a discussão de casos, promovendo a integração entre os profissionais e a construção compartilhada de estratégias para o cuidado aos usuários acompanhados pelo serviço. As reuniões de equipe constituem um importante instrumento de gestão e de organização do processo de trabalho nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Esses encontros favorecem a comunicação entre os profissionais, o planejamento das ações assistenciais, a avaliação contínua dos casos acompanhados e a tomada de decisões de forma interdisciplinar e contribuindo para a integralidade do cuidado.

 

A realização da atividade reafirma o compromisso com a educação permanente em saúde e com o fortalecimento das práticas colaborativas entre as equipes, possibilitando a construção de estratégias voltadas à melhoria da assistência, à humanização do atendimento e ao cuidado centrado nas necessidades dos usuários e de seus familiares.

Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Mental no SUS: os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
Acesse a publicação oficial – Ministério da Saúde

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS). Portaria nº 198/GM, de 13 de fevereiro de 2004, atualizada pela Portaria nº 1.996/GM, de 20 de agosto de 2007.
Portaria nº 1.996/GM/2007 – Ministério da Saúde

Casa dos 8 Erros Utiliza Educação em Saúde para Prevenção das Arboviroses

Casa dos 8 Erros utiliza educação em saúde para prevenção das arboviroses

Estratégia educativa busca sensibilizar profissionais, estudantes e comunidade sobre a prevenção e o combate aos criadouros do mosquito Aedes aegypti. A OTICS Bangu recebeu uma atividade voltada à construção da maquete “Casa dos 8 Erros”, uma estratégia educativa desenvolvida para apoiar ações de promoção da saúde e prevenção das arboviroses, como dengue, chikungunya e Zika. A iniciativa tem como proposta utilizar uma ferramenta visual e interativa para identificar situações presentes em ambientes domésticos e comunitários que podem favorecer a formação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, estimulando a participação da população na adoção de medidas preventivas. A atividade contou com a participação de Cristina Gonçalves Borges, educadora da Vigilância Ambiental em Saúde (VAS); Paulo Vinícius Bueno do Risco, do Risco Não Biológico (RNB); e Erika Lage dos Santos Guimarães Pereira, Agente Comunitária de Saúde (ACS) da Clínica da Família Cristiani Vieira Pinho – AP 5.1. A construção da “Casa dos 8 Erros” tem como objetivo promover a saúde e prevenir doenças por meio de ações educativas, reuniões e palestras sobre arboviroses, utilizando uma metodologia de fácil compreensão e que favorece a participação do público. A proposta é que a ferramenta seja utilizada em unidades de saúde, Clínicas da Família, Centros Municipais de Saúde (CMS), organizações não governamentais (ONGs) e, principalmente, em escolas municipais, ampliando as ações de educação em saúde e mobilização da comunidade para o combate às arboviroses.

As arboviroses constituem um importante desafio de saúde pública e incluem doenças como dengue, chikungunya e Zika. O Ministério da Saúde destaca que o controle do mosquito Aedes aegypti é uma das principais estratégias para a prevenção e controle dessas doenças, sendo fundamental eliminar recipientes e locais que possam acumular água e servir como criadouros. Nesse contexto, as ações educativas possuem papel fundamental para estimular mudanças de comportamento e fortalecer a participação da população. A “Casa dos 8 Erros” pode contribuir para transformar informações sobre prevenção em uma experiência prática, permitindo que crianças, adolescentes, profissionais e demais participantes reconheçam situações de risco e reflitam sobre formas de eliminá-las. A iniciativa também dialoga com as estratégias de mobilização nas escolas. O Programa Saúde na Escola (PSE), desenvolvido conjuntamente pelos Ministérios da Saúde e da Educação, busca integrar saúde e educação e promover ações de prevenção e promoção da saúde no ambiente escolar. O Ministério da Saúde também orienta que as ações de comunicação e mobilização contra as arboviroses envolvam diferentes setores, incluindo saúde, educação, meio ambiente, saneamento, lideranças comunitárias e sociedade civil, fortalecendo a responsabilidade compartilhada na prevenção.

Educação em saúde e mobilização no território

A utilização da maquete como recurso educativo amplia as possibilidades de abordagem do tema nos diferentes espaços do território, favorecendo uma comunicação acessível e participativa. A iniciativa reforça a importância da integração entre Vigilância Ambiental em Saúde, Atenção Primária à Saúde, profissionais de saúde, escolas e comunidade, fortalecendo as ações de prevenção e controle das arboviroses. Por meio de atividades educativas como essa, busca-se estimular o protagonismo da população na identificação e eliminação de possíveis criadouros, contribuindo para ambientes mais seguros e para a redução dos riscos relacionados à transmissão das arboviroses.

 

🏠🦟 Casa dos 8 Erros: uma ferramenta educativa para identificar possíveis criadouros do Aedes aegypti e reforçar a importância da prevenção das arboviroses. 💧🚫

Fontes oficiais

Ministério da Saúde – Arboviroses
Arboviroses – Ministério da Saúde

Ministério da Saúde – Como se prevenir da dengue
Como se prevenir da dengue – Ministério da Saúde

Ministério da Saúde – Diretrizes Nacionais para Prevenção e Controle das Arboviroses Urbanas
Diretrizes Nacionais para Prevenção e Controle das Arboviroses Urbanas

Ministério da Saúde – Programa Saúde na Escola (PSE)
Programa Saúde na Escola – Ministério da Saúde

Ministério da Saúde – Mobilização Nacional nas Escolas para Prevenção das Arboviroses
Nota Técnica sobre a Mobilização Nacional nas Escolas para Prevenção das Arboviroses

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 04 de setembro de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Anailton Dantas – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

 

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

 

Fonte:

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Acessibilidade Comunicativa e Setembro Amarelo – AP 5.1

Setembro Amarelo: produção de vídeos promove ações de saúde mental na Atenção Primária

Neste dia, 3 de setembro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço para a realização de uma atividade voltada à gravação de vídeos para a campanha Setembro Amarelo, com foco na promoção da saúde mental, na valorização da vida e na conscientização no âmbito da Atenção Primária à Saúde. Participaram da atividade Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Renata Reis, fonoaudióloga do Centro Especializado em Reabilitação (CER) da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1. O encontro teve como objetivo produzir conteúdos audiovisuais educativos e de conscientização para as ações do Setembro Amarelo, abordando a importância do cuidado em saúde mental, da escuta, do acolhimento e da busca por ajuda. A iniciativa também busca ampliar o alcance das informações relacionadas à saúde mental, utilizando a comunicação como ferramenta de sensibilização e educação em saúde.

A Atenção Primária à Saúde possui papel fundamental na promoção da saúde, na prevenção de agravos, no acolhimento e na coordenação do cuidado, sendo uma importante porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). Na área da saúde mental, sua atuação está integrada à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), contribuindo para a oferta de um cuidado integral, contínuo e humanizado. Nesse contexto, a produção de materiais audiovisuais durante o Setembro Amarelo contribui para fortalecer o diálogo sobre saúde mental, reduzir estigmas e estimular a população a reconhecer situações de sofrimento e buscar apoio nos serviços de saúde quando necessário. A participação integrada de profissionais da Acessibilidade Comunicativa e da Reabilitação também reforça a importância de desenvolver estratégias de comunicação acessíveis, inclusivas e humanizadas, ampliando o alcance das ações de promoção da saúde na rede.

Fontes:

Reunião de Supervisores da Vigilância Ambiental AP 5.1

Reunião de Supervisores da Vigilância Ambiental fortalece alinhamento das ações na AP 5.1

Na manhã desta quinta-feira, 3 de setembro de 2026, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS Bangu, a Reunião de Supervisores da Vigilância Ambiental em Saúde (VSA) da AP 5.1. O encontro contou com a participação de 5 supervisores da Vigilância Ambiental, tendo como responsável Nilson Rabelo, RT da Vigilância Ambiental em Saúde. A reunião teve como pauta principal a supervisão dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVS), com foco no acompanhamento das atividades desenvolvidas no território. Durante a atividade, foram discutidas e atualizadas informações relacionadas às supervisões, atribuições e responsabilidades dos supervisores, buscando promover maior alinhamento dos processos de trabalho e fortalecer a atuação das equipes de Vigilância Ambiental em Saúde. O objetivo foi promover a atualização dos supervisores quanto às suas atribuições e às atividades de supervisão dos Agentes de Vigilância em Saúde, contribuindo para o aprimoramento dos processos de trabalho e para a organização das ações de Vigilância Ambiental na AP 5.1 – SMS – RJ.

A supervisão das equipes de Vigilância Ambiental é fundamental para o acompanhamento das ações realizadas no território, a organização dos processos de trabalho e o fortalecimento das estratégias de vigilância, prevenção e controle de riscos e agravos à saúde da população. A atividade também contribui para qualificar a comunicação entre supervisores e agentes, favorecendo uma atuação integrada e mais efetiva diante das necessidades identificadas no território.

📚 Fonte de referência

Ministério da Saúde – Vigilância em Saúde

Ministério da Saúde – Guia de Vigilância em Saúde