Rota de Exposição – VIGISOLO 2026

No dia 11 de maio de 2026, no turno da manhã, o LAB INFO da OTICS Bangu sediou a atividade “Rota de Exposição – VIGISOLO 2026”, reunindo 15 participantes, entre Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) das unidades CF Wilson de Melo e Henrique Monat. A ação foi conduzida por Ney Junior, Paulo Bueno e Renata Paula, integrantes da Equipe de Risco Não Biológico. O encontro teve como principal objetivo caracterizar os pontos de exposição localizados no território de abrangência da CF Wilson de Melo, especificamente na região de Éden, próxima a uma área suspeita de contaminação de água subterrânea. Durante a atividade, foram discutidos aspectos relacionados à identificação de fatores de risco ambiental, análise territorial e vigilância em saúde voltada às populações potencialmente expostas.

A iniciativa integra as ações do VIGISOLO, programa da Vigilância em Saúde Ambiental do Ministério da Saúde que atua no monitoramento de populações expostas ou potencialmente expostas a áreas contaminadas por substâncias químicas. As ações desenvolvidas buscam identificar riscos à saúde humana decorrentes da contaminação do solo e da água subterrânea, contribuindo para o planejamento de medidas de prevenção, controle e promoção da saúde. A atividade também reforçou a importância da qualificação permanente dos profissionais da vigilância e do fortalecimento das ações territoriais voltadas aos riscos não biológicos, promovendo maior integração entre vigilância ambiental e atenção primária à saúde.

O VIGISOLO, parte da Vigilância em Saúde Ambiental do Ministério da Saúde, atua na identificação e prevenção de riscos à saúde humana decorrentes da exposição a solos contaminados por substâncias químicas. Ele define medidas de promoção e prevenção, monitorando áreas com metais pesados (chumbo, mercúrio), agrotóxicos e amianto, com foco no SUS.

Principais Aspectos do VIGISOLO:
  • Objetivo: Reduzir, controlar ou eliminar fatores de risco ambientais à saúde humana ligados à contaminação do solo.
  • Ações: Identifica populações expostas, realiza cadastro em sistema de informação e recomenda medidas de intervenção, prevenção e promoção da saúde.
  • Foco de Atuação: Áreas de contaminação por substâncias químicas (exemplos: áreas industriais, lixões, áreas com agrotóxicos), garantindo a saúde da população.
  • Integração: Trabalha em parceria com estados e municípios, além de interagir com o VIGIQUIM (substâncias químicas) e VIGIPEQ (populações expostas), compondo a vigilância ambiental do SUS.

Fonte: Ministério da Saúde — Vigilância em Saúde Ambiental / VIGISOLO. Disponível em: Ministério da Saúde – VIGISOLO

Vigilância Ambiental na Digitação do LIRAa

Vigilância Ambiental em Saúde realiza digitação do LIRAa na OTICS Bangu

No dia 08 de maio de 2026, os profissionais da Vigilância Ambiental em Saúde da Área Programática 5.1 (AP 5.1) estiveram reunidos na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu para a realização da digitação do Survey – LIRAa (Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti). A atividade faz parte do processo de monitoramento contínuo das arboviroses e integra as ações estratégicas de prevenção e controle desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Saúde. O principal objetivo da ação é consolidar e organizar os dados coletados em campo durante as vistorias domiciliares, permitindo a identificação das áreas com maior índice de infestação do mosquito Aedes aegypti. Essas informações são fundamentais para subsidiar o planejamento das medidas de controle, orientar a alocação de recursos e equipes, e definir ações prioritárias de combate ao vetor.

A importância do LIRAa está na sua capacidade de oferecer um diagnóstico rápido e preciso da situação entomológica de cada território, contribuindo para ações mais eficazes de prevenção e resposta frente às doenças transmitidas pelo mosquito, como dengue, zika e chikungunya. Além disso, o levantamento fortalece a integração entre vigilância, atenção primária e comunidade, promovendo uma abordagem territorial e participativa no enfrentamento das arboviroses.

Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti constitui um método simplificado que proporciona uma rápida obtenção de indicadores entomológicos, permitindo uma compreensão abrangente da distribuição do vetor Aedes aegypti.

Sistema LIRAa/LIA desempenha um papel crucial ao facilitar as análises entomológicas, fornecendo informações detalhadas sobre índices prediais (percentual de imóveis positivos), índice Breteau (percentual de depósitos positivos) e o tipo predominante de recipiente positivo. Esses dados visam otimizar e direcionar estrategicamente as ações de controle do vetor, proporcionando uma delimitação eficaz das áreas de risco entomológico.

Além disso, o Sistema LIRAa/LIA possibilita a avaliação de metodologias de controle, contribuindo significativamente para as atividades de comunicação e mobilização. A ampla divulgação dos resultados dos índices, tanto para parceiros internos quanto externos, incluindo a população, promove a conscientização e engajamento.

Fontes: Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio); Coordenação de Vigilância Ambiental em Saúde – AP 5.1; OTICS Bangu.

Ministério da Saúde (MS)

Matriciamento da Equipe de Acessibilidade Comunicativa

No dia 7 de maio de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu sediou o encontro de matriciamento com a Equipe de Acessibilidade Comunicativa, reunindo Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, além de Willian Inácio e Yasmin Guimarães, apoiadores surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, e Renata Reis, fonoaudióloga do Centro Especializado em Reabilitação (CER). O encontro teve como principal objetivo discutir o matriciamento realizado com uma paciente surda atendida e acompanhada pela equipe, promovendo a troca de saberes e estratégias entre os profissionais envolvidos no cuidado. A atividade buscou fortalecer a construção de práticas mais acessíveis, humanizadas e inclusivas no âmbito da assistência em saúde, garantindo um atendimento qualificado e adequado às necessidades da população surda. Durante a reunião, foram debatidas questões relacionadas à comunicação acessível, ao acolhimento e às melhores formas de acompanhamento da paciente, considerando não apenas os aspectos clínicos, mas também as especificidades linguísticas e culturais da comunidade surda. O matriciamento se configura como uma importante ferramenta de apoio técnico-pedagógico às equipes, contribuindo para a ampliação da resolutividade dos serviços e para a promoção da equidade no cuidado em saúde.

A iniciativa reforça a importância da acessibilidade comunicativa nos serviços do SUS, reconhecendo a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como instrumento fundamental para garantir o direito à comunicação das pessoas surdas. A presença de apoiadores surdos no processo também fortalece a construção de práticas mais inclusivas e sensíveis às demandas dessa população, promovendo maior autonomia, acolhimento e vínculo no atendimento em saúde.

Segundo a Lei nº 10.436/2002, a Libras é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil, sendo dever do poder público promover formas institucionalizadas de apoio ao seu uso e difusão. Além disso, a Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência destaca a necessidade de eliminação das barreiras de comunicação nos serviços de saúde, visando assegurar atenção integral, equitativa e humanizada.

Curso de Libras para Profissionais da Atenção Primária da AP 5.1

Neste dia, 7 de abril de 2026, turno da manhã, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a oitava aula da 5ª turma do Curso Básico I de Libras. A atividade contou com o apoio de Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa), além de Renata Reis, fonoaudióloga do CER, responsável pela mediação do curso. O público-alvo da formação é composto por profissionais de saúde da Atenção Primária, e o principal objetivo do curso é capacitá-los para se comunicar de forma eficaz e humanizada com pacientes surdos, contribuindo para a melhoria do acesso, da qualidade do atendimento e da experiência em saúde da comunidade surda. A proposta vai além do ensino da língua, contemplando também a compreensão da cultura surda, fundamental para a promoção de um atendimento mais inclusivo e para a redução das barreiras de comunicação nos serviços de saúde.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua com estrutura própria, de modalidade visual-espacial, distinta da língua portuguesa. Assim como outras línguas naturais, a Libras possui níveis linguísticos como fonologia, morfologia, sintaxe e semântica, além de um vocabulário próprio, composto por sinais.

É importante destacar que a Libras não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa, que permanece como língua oficial do país, mas se configura como um instrumento essencial para garantir o direito à comunicação das pessoas surdas. Nesse sentido, a qualificação dos profissionais de saúde em Libras representa um avanço significativo na construção de um sistema de saúde mais acessível, equitativo e humanizado.

Fontes e referências
Lei nº 10.436/2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais como meio legal de comunicação e expressão
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
Ministério da Educação – Diretrizes para educação e difusão da Libras

Reunião de Supervisão do CAPS Neusa Santos Souza – AP 5.1

Na tarde do dia 6 de maio de 2026, o auditório do PAM Bangu sediou a Reunião de Supervisão do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Neusa Santos Souza, reunindo 35 profissionais da área de saúde mental. O encontro foi direcionado à equipe do próprio CAPS e teve como foco principal a discussão clínica dos casos acompanhados, além da organização da rotina semanal do serviço. A atividade foi conduzida por Carla Sousa de Oliveira, diretora da unidade e assistente social, e teve como objetivo fortalecer o trabalho em equipe, promovendo reflexões coletivas e alinhando estratégias de atuação no cotidiano do serviço. A iniciativa integra o processo de educação permanente dos profissionais, contribuindo para a qualificação contínua das práticas em saúde mental.

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) desempenham um papel fundamental no cuidado de pessoas com transtornos mentais severos e persistentes, bem como daqueles decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas que demandam acompanhamento intensivo. Atuando na perspectiva da Atenção Psicossocial, esses serviços são territorializados e mantêm articulação constante com outras unidades de saúde e setores como educação e assistência social.

Com uma abordagem interdisciplinar, os CAPS contam com equipes multiprofissionais compostas por psiquiatras, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos e agentes territoriais, entre outros. Entre as ações desenvolvidas, destacam-se atendimentos individuais e em grupo, acompanhamento familiar, visitas domiciliares e oficinas terapêuticas, sempre orientados pelos princípios da redução de danos, desinstitucionalização e reabilitação psicossocial.

O acesso aos serviços pode ocorrer por demanda espontânea, encaminhamento de unidades de saúde ou após atendimentos de emergência e internações. Enquanto os CAPS tipo II funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, os CAPS tipo III operam em regime integral, com atendimento 24 horas, incluindo acolhimento noturno para usuários em situação de crise.

Dessa forma, os serviços e programas voltados à saúde mental, álcool e outras drogas têm como propósito garantir o acesso ao cuidado integral, assegurando atendimento qualificado às pessoas em sofrimento psíquico e promovendo sua reinserção social.

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/saude-mental/caps/

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/120.pdf

Planejamento Didático para o Curso de Libras

No dia 6 de abril de 2026, no turno da tarde, foi realizado, no Lab Info da OTICS, o encontro “Planejamento Didático para o Curso de Libras na Acessibilidade Comunicativa”. A atividade teve como foco o aprimoramento das estratégias voltadas à inclusão comunicativa nas unidades de saúde, fortalecendo o acesso e a qualidade do atendimento prestado à população. Durante o encontro, foram abordados temas como a atualização de planilhas de acompanhamento, o processo pedagógico do curso de Libras e a preparação das próximas aulas, com vistas à organização e qualificação contínua da formação dos profissionais. As discussões destacaram a importância do planejamento e da sistematização das ações como ferramentas essenciais para garantir a efetividade das práticas de acessibilidade comunicativa no cotidiano dos serviços de saúde.

O objetivo principal da atividade foi qualificar o acompanhamento das ações desenvolvidas e fortalecer os fluxos de comunicação inclusiva nas unidades de saúde da AP 5.1, contribuindo para um atendimento mais equitativo, humanizado e acessível, especialmente para a população surda. A iniciativa reforça o compromisso da rede de saúde com a promoção da equidade e o respeito à diversidade, princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde (SUS). A importância do encontro está diretamente relacionada à necessidade de consolidar práticas que assegurem o direito à comunicação como elemento essencial do cuidado em saúde. Ao investir na formação e no acompanhamento dos profissionais, a gestão contribui para a redução de barreiras comunicacionais, ampliando o acesso aos serviços e promovendo maior autonomia dos usuários.

Participaram do encontro Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, que colaboraram na condução das atividades e no alinhamento das estratégias de trabalho.

Reunião Técnica – Processo de Trabalho CAPS Neusa Santos – AP 5.1

 

Reunião na OTICS Bangu alinha prestação de contas do SRT com equipe do CAPS Neusa

Na manhã do dia 6 de maio de 2026, a sala de apoio à gestão da OTICS Bangu sediou um encontro entre profissionais da saúde mental do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Neusa Santos Souza. A reunião contou com a participação de seis profissionais da categoria e foi direcionada à equipe do próprio CAPS, com foco na organização dos processos internos do serviço. Durante o encontro, foram discutidos aspectos relacionados à logística de atendimento e realizados ajustes necessários para a prestação de contas da instituição, com ênfase no Segmento de Residência Terapêutica (SRT). A atividade teve como objetivo principal garantir maior alinhamento entre os profissionais e qualificar os fluxos administrativos e assistenciais envolvidos na execução das ações. Participaram da reunião os profissionais Natascha Ribeiro, Carla Sousa, André Moraes, Joana Mota, Juliana de Morais Nascimento e Antônio Sampaio, que contribuíram ativamente para o debate e construção coletiva de estratégias voltadas à melhoria do serviço.

A realização de reuniões de alinhamento e prestação de contas é fundamental para assegurar a transparência, a organização e a eficiência dos serviços de saúde mental. No contexto das Residências Terapêuticas, esses momentos fortalecem a gestão do cuidado e contribuem para a garantia de direitos das pessoas em processo de desinstitucionalização, promovendo acompanhamento qualificado e integrado à rede de atenção psicossocial.

As Residências Terapêuticas constituem dispositivos essenciais na política de saúde mental, sendo voltadas para pessoas que passaram por longos períodos de internação psiquiátrica e que necessitam de suporte para reinserção social. Dessa forma, a qualificação dos processos de gestão e prestação de contas impacta diretamente na qualidade da assistência oferecida aos usuários.

Fonte

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Mental e Atenção Psicossocial. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-mental
BRASIL. Ministério da Saúde. Residências Terapêuticas: o https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desmad/raps/srtque são e como funcionam.

 

Construção de Mapas de Risco – VIGIDESASTRES na AP 5.1

OTICS Bangu realiza reunião para construção de Mapas de Risco – VIGIDESASTRES na AP 5.1

No dia 5 de maio de 2026, no turno da tarde, a sala de tutoria da OTICS Bangu sediou uma reunião estratégica voltada à construção dos mapas de riscos para o programa VIGIDESASTRES – Programa Nacional de Vigilância em Saúde dos Riscos Associados aos Desastres. O encontro reuniu os profissionais Renata Paula Panza da Silva, Paulo Vinicius Bueno e Ney Junior, atuantes na área de Vigilância do Risco Não Biológico, com foco no fortalecimento das ações de saúde no território da Área Programática (AP) 5.1. Durante a reunião, foi discutido o tema “Mapa de Risco no contexto do VIGIDESASTRES”, com ênfase na identificação de vulnerabilidades e na organização de estratégias que subsidiem a atuação das equipes de saúde frente a situações de desastres e emergências. A construção coletiva do treinamento visa preparar profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) para reconhecer, mapear e intervir em áreas de risco, contribuindo para a redução de danos e a promoção da saúde da população.

O objetivo central da iniciativa é capacitar os profissionais da APS da AP 5.1 para o uso de ferramentas de mapeamento de risco, possibilitando a identificação de territórios mais vulneráveis e o planejamento de ações preventivas e de resposta a desastres. A proposta busca integrar o conhecimento técnico à realidade local, fortalecendo a vigilância em saúde e ampliando a capacidade de resposta das equipes. A importância da ação está diretamente relacionada ao aumento da frequência e intensidade de eventos extremos, como enchentes, deslizamentos e ondas de calor, que impactam de forma significativa a saúde das populações, especialmente em áreas mais vulnerabilizadas. Nesse contexto, o VigiDesastres se apresenta como uma estratégia fundamental para a organização da vigilância em saúde, promovendo a articulação entre diferentes setores e fortalecendo a resiliência dos territórios.

A reunião representa um passo importante na qualificação das práticas de vigilância em saúde na AP 5.1, ao investir na formação continuada dos profissionais e na construção de instrumentos que contribuam para uma atuação mais eficiente, integrada e sensível às necessidades do território.

Fontes:

Reunião Técnica dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 4 de maio de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 6 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Reunião de Preceptores da RAPS Zona Oeste

No dia 30 de abril de 2026, das 9h às 12h, foi realizada, no LAB INFO da OTICS Bangu, a Reunião de Preceptores da RAPS Zona Oeste, reunindo 20 participantes, entre trabalhadores dos serviços de saúde mental da região. O encontro teve como foco o fortalecimento dos processos de formação no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), promovendo alinhamentos estratégicos importantes para a qualificação da preceptoria. Durante a reunião, foram abordados temas centrais como o início do processo seletivo para estágio obrigatório, o alinhamento das etapas desse processo e orientações fundamentais sobre o papel do preceptor, incluindo suas atribuições e atuação no acompanhamento dos estudantes. O espaço também possibilitou a troca de experiências entre os profissionais, contribuindo para a construção coletiva de práticas mais integradas e qualificadas no campo da saúde mental.

A atividade foi conduzida por Aline Vieira, psicóloga e presidente do Centro de Estudos IMAS Juliano Moreira, que destacou a importância da preceptoria como ferramenta essencial para a formação de novos profissionais comprometidos com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e com o cuidado em liberdade.

O encontro reforçou a relevância de investir na formação em serviço, fortalecendo os vínculos entre ensino e prática e contribuindo para a consolidação de uma rede de atenção psicossocial mais resolutiva, humanizada e alinhada às necessidades do território.

Fontes:

Ministério da Saúde do Brasil. Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).
Ministério da Saúde do Brasil. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde.
Prefeitura do Rio de Janeiro. Secretaria Municipal de Saúde – Diretrizes da Atenção Psicossocial.