Acessibilidade Comunicativa Fortalecendo a Inclusão na Saúde

Neste dia, 27 de agosto de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Renata Reis, fonoaudióloga do CER e responsável pela mediação do Curso de Libras para os profissionais da Atenção Primária, realizaram atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e disseminar práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:

Deambulatório na construção do Seminário Accountability

Profissionais do Deambulatório participam da confecção do Seminário Accountability

Na quarta-feira, 26 de agosto de 2026, das 8h às 17h, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu profissionais do Deambulatório Senador Camará para um momento de trabalho dedicado à confecção e organização do Seminário Accountability. A atividade foi conduzida pela profissional Ana Carolina, do Deambulatório Senador Camará, reunindo a equipe em um espaço de planejamento, construção e alinhamento das ações que serão apresentadas durante o seminário. O encontro teve como objetivo organizar e estruturar os conteúdos e materiais do Seminário Accountability, promovendo o alinhamento entre os profissionais e fortalecendo a participação da equipe na construção da atividade. A proposta também contribui para qualificar os processos de trabalho, estimular a responsabilidade compartilhada e fortalecer práticas de gestão e acompanhamento dos resultados. A realização de momentos de planejamento e construção coletiva é fundamental para qualificar a organização dos serviços de saúde. No SUS, a gestão e o cuidado são desenvolvidos de forma articulada entre diferentes pontos da Rede de Atenção à Saúde, sendo importante o diálogo entre profissionais, serviços e gestores para garantir a continuidade e a integralidade do cuidado.

O conceito de accountability, no contexto da gestão pública, está relacionado à responsabilidade pelos atos e resultados, à transparência e à prestação de contas. Nesse sentido, a preparação do seminário representa uma oportunidade para fortalecer uma cultura de acompanhamento, responsabilidade e compromisso com a qualidade dos serviços prestados à população.

O Deambulatório Senador Camará integra a rede de serviços de saúde e desenvolve ações de cuidado em nível ambulatorial, contribuindo para o atendimento das necessidades de saúde da população e para a articulação com os demais pontos da Rede de Atenção à Saúde. É importante destacar que a Atenção Primária à Saúde (APS) é considerada pelo Ministério da Saúde o primeiro nível de atenção e a principal porta de entrada do SUS, atuando na promoção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e coordenação do cuidado. Já a atenção ambulatorial especializada oferece cuidados que demandam profissionais especializados e recursos tecnológicos específicos, funcionando de maneira articulada à Atenção Primária e aos demais pontos da rede. Dessa forma, a integração entre os serviços é essencial para garantir que o usuário percorra a Rede de Atenção à Saúde de acordo com suas necessidades, com continuidade e integralidade do cuidado.

A OTICS Bangu – AP 5.1 – SMS – RJ reforça, por meio da disponibilização de seus espaços, o compromisso com a educação permanente, o planejamento e o fortalecimento dos processos de trabalho no SUS.

Responsável pelo encontro: Ana Carolina – Deambulatório Senador Camará.

Fontes:
Ministério da Saúde – Atenção Primária à Saúde
Ministério da Saúde – Articulação das Redes de Atenção à Saúde e APS
Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Especializada à Saúde

Supervisão Seguimento RT Feira – CAPS Lima Barreto – AP 5.1

Supervisão do Serviço de Residência Terapêutica do CAPS Lima Barreto promove alinhamento de práticas e planejamento de trabalho

Na tarde do dia 25 de agosto de 2026, na sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a supervisão RT Feira do Serviço de Residência Terapêutica (SRT) do CAPS Lima Barreto – AP 5.1. A atividade contou com a participação de oito apoiadores (cuidadores) das residências terapêuticas de forma presencial e um de forma online, tendo como público-alvo a equipe de SRT. Durante o encontro, foram discutidos temas voltados à direção de trabalho e ao planejamento do processo terapêutico, com foco na qualificação da comunicação e na organização das práticas desenvolvidas nas RTs. A supervisão foi conduzida por Ana Carolina Ramos de Brito, coordenadora SRT CAPS Lima Barreto, que destacou a importância desses momentos coletivos para fortalecer o cuidado e a articulação entre as equipes que atuam nos dispositivos de saúde mental da região.

Residências Terapêuticas (RTs) são casas que integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT) no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que foram internadas por longo tempo em hospitais psiquiátricos. Essas residências visam a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, com o apoio de cuidadores e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de referência. 

As RTs são geralmente vinculadas a um CAPS, que oferece suporte técnico e profissional. As RTs contam com uma equipe de cuidadores que acompanha os moradores no dia a dia, auxiliando em atividades de vida diária, lazer e atividades terapêuticas. 

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

 

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 25 de agosto de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:

Reunião de Equipe do CAPS Lima Barreto

Reunião de Equipe do CAPS Lima Barreto fortalece o processo de trabalho em saúde mental na OTICS Rio Bangu

No dia 25 de agosto de 2026, no período das 8h às 10h, foi realizada na Sala de Tutoria da OTICS Rio Bangu, a Reunião de Equipe do CAPS Lima Barreto, reunindo dez profissionais da unidade para um momento de alinhamento das atividades e fortalecimento do processo de trabalho em saúde mental. A atividade foi conduzida por Pedro Henrique de Araújo, psicólogo, e teve como foco a organização da agenda de trabalho e a discussão de casos, promovendo a integração entre os profissionais e a construção compartilhada de estratégias para o cuidado aos usuários acompanhados pelo serviço. As reuniões de equipe constituem um importante instrumento de gestão e de organização do processo de trabalho nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Esses encontros favorecem a comunicação entre os profissionais, o planejamento das ações assistenciais, a avaliação contínua dos casos acompanhados e a tomada de decisões de forma interdisciplinar e contribuindo para a integralidade do cuidado.

A realização da atividade reafirma o compromisso com a educação permanente em saúde e com o fortalecimento das práticas colaborativas entre as equipes, possibilitando a construção de estratégias voltadas à melhoria da assistência, à humanização do atendimento e ao cuidado centrado nas necessidades dos usuários e de seus familiares.

 

Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Mental no SUS: os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Brasília: Ministério da Saúde, 2004.

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS). Portaria nº 198/GM, de 13 de fevereiro de 2004, atualizada pela Portaria nº 1.996/GM, de 20 de agosto de 2007.

Acessibilidade Comunicativa – Atenção à Saúde do Homem e do Idoso na AP 5.1

Neste dia, 24 de agosto de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa, bem como à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida por Elvis Ferreira, apoiador da Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1) e Willian Inácio administrativo surdo da Equipe de Acessibilidade Comunicativa com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde. A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

 

 

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 24 de agosto de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Eduardo Rodrigues Marques, Agente de Vigilância em Saúde (AVS) da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território. Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

Confira sobre os cursos OTICS Rio: Clique aqui!

 

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 21 de agosto de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Anailton Dantas – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

 

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

 

Fonte:

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 21 de agosto de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Willian Inácio, auxiliar administrativo da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:

OTICS Bangu Promove Capacitação sobre Ostomia

Treinamento fortalece cuidado à pessoa com ostomia

Capacitação reuniu 35 profissionais de Enfermagem da AP 5.1 para atualização sobre acolhimento, fluxos de atendimento e técnicas de cuidado.

Na tarde desta quinta-feira, 20 de agosto de 2026, a OTICS Bangu recebeu o Treinamento em Ostomia, realizado em parceria com a empresa Convatec. A atividade aconteceu das 14h às 16h30, no auditório, e contou com a participação de 40 profissionais, entre enfermeiros das unidades da Clínica da Família (CF) da AP 5.1 e profissionais do Polo de Ostomia do CER III PMGSF. A capacitação foi conduzida por Juciléia Medeiros Ribeiro, enfermeira e coordenadora do CER III PMGSF, com participação da equipe responsável pelo cuidado às pessoas com ostomia. O encontro teve como principal objetivo capacitar os profissionais para qualificar a assistência às pessoas com ostomia, fortalecendo conhecimentos técnicos e a organização do cuidado na rede.

Durante o treinamento, foram abordados o fluxo de acolhimento das pessoas ostomizadas e as principais técnicas utilizadas no atendimento e acompanhamento desses pacientes. A capacitação proporcionou um espaço de atualização e troca de experiências, contribuindo para que os profissionais ampliem seus conhecimentos sobre o cuidado e estejam mais preparados para orientar os usuários e identificar suas necessidades ao longo do acompanhamento. O cuidado à pessoa com estomia deve considerar aspectos clínicos, funcionais, emocionais e sociais, com atenção à autonomia e ao desenvolvimento do autocuidado. O Ministério da Saúde destaca a importância da orientação para o autocuidado, da prevenção de complicações e da capacitação permanente dos profissionais envolvidos nessa assistência.

A capacitação também contribui para fortalecer a articulação entre a Atenção Primária à Saúde e a Atenção Especializada, favorecendo a organização dos fluxos de atendimento e a continuidade do cuidado às pessoas com ostomia. De acordo com o Ministério da Saúde, os Serviços de Atenção à Saúde das Pessoas Ostomizadas devem garantir acompanhamento especializado, incluindo a prescrição, o fornecimento e a adequação de equipamentos coletores e adjuvantes de proteção e segurança, conforme as necessidades individuais de cada paciente. Nesse contexto, a qualificação dos profissionais é fundamental para ampliar a capacidade de acolhimento e acompanhamento nos diferentes pontos da rede, promovendo um cuidado integral, humanizado e articulado.

A realização do treinamento na OTICS Bangu reforça o papel do espaço como ambiente de educação permanente, atualização profissional e integração entre os serviços de saúde, contribuindo para o aprimoramento das práticas assistenciais e para a qualificação do atendimento oferecido à população da AP 5.1.

Fontes oficiais

Ministério da Saúde – Guia de Atenção à Saúde da Pessoa com Estomia
Guia de Atenção à Saúde da Pessoa com Estomia

Ministério da Saúde – Saúde da Pessoa com Deficiência: Perguntas Frequentes
Perguntas Frequentes – Saúde da Pessoa com Deficiência

Ministério da Saúde – Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência
Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência

Conselho Federal de Enfermagem – Guia de Atenção à Saúde da Pessoa com Estomia
Guia de Atenção à Saúde da Pessoa com Estomia – Cofen