Oficina de Territorialização do CMS Padre Miguel – AP 5.1

No dia 05 de março de 2026, no turno da manhã, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou o primeiro encontro da Oficina de Territorialização com os profissionais do CMS Padre Miguel – AP 5.1. A atividade teve como objetivo ajustes do território da unidade, como também a delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território. Participaram da oficina Fátima Carneiro (Gerente da OTICS Bangu); Fábio Antônio Monteiro (Gerente Técnica da Unidade); Barbara Villar Martins (Diretora do CMS Padre Miguel); os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Josélia Vieira; Cristiane Lopes; Joelma Aranha; Patrícia Justino; Sidonio Paes; Rosangela Santos; Aline Ribeiro da Rosa; Geisilaine da Guia Caiana; além de Vivian Bravo, Auxiliar Administrativa do DICA, e Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1.

 

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

 

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

 

 

Link para download do Google Earth Pro

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Planejamento das Mediações em LIBRAS

OTICS Bangu realiza planejamento de mediações em LIBRAS e organização da 5ª turma do Curso de LIBRAS – Básico I

No dia 5 de março de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado o planejamento das mediações em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) para os atendimentos voltados aos usuários surdos da rede de saúde da Área Programática 5.1. Na mesma ocasião, também foi iniciada a organização das inscrições da 5ª Turma do Curso de LIBRAS – Básico I, destinado aos profissionais e trabalhadores(as) da rede de saúde do território.

A atividade teve como objetivo estruturar estratégias que garantam acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, promovendo um atendimento mais inclusivo, qualificado e humanizado à população surda. O planejamento das mediações em LIBRAS contribui para fortalecer o acesso da pessoa surda aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo a comunicação efetiva durante os atendimentos e ampliando a qualidade do cuidado ofertado.

Participaram da atividade Renata Reis representante da Assessoria PSE/PICS/RAP da Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde – DAPS/CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães, Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa; e Elvis Ferreira, Apoiador da Equipe de Acessibilidade Comunicativa / RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra – DAPS/CAP 5.1.

A iniciativa reforça a importância da educação permanente e da organização do processo de trabalho como ferramentas essenciais para a efetivação do direito à comunicação no SUS, ampliando o acesso aos serviços de saúde, fortalecendo a equidade e assegurando o cuidado integral às pessoas surdas.

A ação também está alinhada às normativas nacionais que reconhecem a LIBRAS como meio legal de comunicação, regulamentam sua oferta nos serviços públicos e garantem os direitos das pessoas com deficiência no acesso às políticas públicas de saúde, reafirmando o compromisso da rede com a promoção da inclusão e da acessibilidade.

Fontes:

Brasil. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).
Brasil. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 – Regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e estabelece a inclusão da LIBRAS nos serviços públicos.
Brasil. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) – Estatuto da Pessoa com Deficiência.
Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência.

Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – 2026

Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – 2026 segue com segundo dia de atividades

Dando continuidade ao cronograma iniciado em 03 de março de 2026, foi realizado hoje, 05 de março de 2026, o segundo dia da Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (ASSTT), promovida pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador Estadual (CEREST Estadual), com a participação de todos os CERESTs da Região Metropolitana. A atividade, realizada de forma remota no horário das 9h às 12h, teve como foco a construção do mapa da Rede de Atenção à Saúde (RAS) e do controle social do município sede do CEREST, etapa fundamental para compreender a organização da rede assistencial e os espaços de participação social relacionados à saúde do trabalhador. A oficina tem como objetivo conhecer o perfil produtivo dos trabalhadores e trabalhadoras, identificar os processos produtivos presentes nos territórios e fortalecer a vigilância em saúde do trabalhador, contribuindo para a qualificação do planejamento das ações regionais.

A atividade foi acompanhada na sala de tutoria da OTICS Bangu pela Thamine Gouvêa dos Santos – Enfermeira do CEREST Zona Oeste (PAM Bangu), reforçando o compromisso da área programática com a qualificação técnica das equipes e o aprimoramento das análises territoriais no âmbito da saúde do trabalhador.

A iniciativa é estratégica para consolidar a Análise de Situação de Saúde como instrumento norteador das ações da Rede de Atenção à Saúde (RAS), articulando informações epidemiológicas, organização da rede assistencial e participação do controle social. Ao promover esse espaço de construção coletiva, o CEREST Estadual contribui para o fortalecimento da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora no âmbito do SUS, ampliando a capacidade de identificação de riscos, agravos relacionados ao trabalho e planejamento de intervenções nos territórios.

O cronograma dos encontros seguirá com as seguintes datas:

  • 03/03/2026 – Construção do mapa epidemiológico (município sede do CERESTT);

  • 05/03/2026 – Construção do mapa da RAS e do controle social (município sede do CERESTT);

  • 10/03/2026 – Reunião de coordenadores e apresentação da ASSTT de 07 (sete) CERESTTs;

  • 12/03/2026 – Apresentação da ASSTT dos 07 (sete) CERESTTs restantes.

Fontes

Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria nº 1.823/2012).

Ministério da Saúde. Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST).

Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro. Diretrizes da Vigilância em Saúde do Trabalhador.

Se quiser, também posso transformar esse texto em uma versão mais curta e estratégica para postagem no Instagram da OTICS, mantendo o tom institucional.

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 5 de março de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Planejamento do NUPDEC Gestor – AP 5.1

OTICS Bangu sedia planejamento do NUPDEC Gestor para fortalecimento da preparação das unidades de saúde da AP 5.1

No dia 04 de março de 2026, das 16h às 17h, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu foi palco do Planejamento do NUPDEC Gestor (Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil), reunindo profissionais da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS), Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) e da Unidade de Resposta Rápida (URR) da Área Programática 5.1. A atividade contou com a participação de 3 pessoas de forma presencial e 4 de maneira remota. O encontro teve como foco o planejamento das ações do NUPDEC Gestor voltadas às direções das unidades de saúde da AP 5.1, abordando estratégias de preparação para eventos de desastres naturais nos territórios. Durante a atividade, foram discutidos tópicos relacionados à organização das equipes, identificação de riscos e fortalecimento das ações preventivas no âmbito da gestão das unidades de saúde.

O NUPDEC (Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil) é um grupo voluntário formado por moradores e apoiado pela Defesa Civil, que atua na prevenção, monitoramento e resposta a riscos em áreas vulneráveis, promovendo a segurança da população. No contexto da saúde, o planejamento dessas ações é fundamental para apoiar a gestão das unidades na organização de respostas rápidas e na articulação com a rede intersetorial diante de situações de risco e desastres.

A iniciativa também contribui para o fortalecimento da resiliência comunitária, por meio de ações como capacitação, mapeamento de ameaças e desenvolvimento de atividades educativas, ampliando a capacidade de resposta das equipes e da população frente a eventos adversos.

A atividade contou com a participação de Ney Junior, Paulo Bueno e Renata Paula (Vigilância Ambiental – Risco Não Biológico / CAP 5.1), Juliane e Julian (Unidade de Resposta Rápida – URR) e Isabela (Divisão de Vigilância em Saúde – Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil).

Fontes

Brasil. Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. Política Nacional de Proteção e Defesa Civil – Lei nº 12.608/2012.
Brasil. Ministério da Saúde. Vigilância em Saúde Ambiental e Gestão de Riscos e Desastres no SUS.
Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil. Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil (NUPDEC).

Fechamento de Planilhas de Arboviroses – Vigilância Ambiental – AP 5.1

OTICS Bangu realiza fechamento de planilhas de arboviroses referentes às ações de 2025

No dia 12 de novembro de 2025, no turno da manhã, a sala de apoio à gestão da OTICS Bangu foi espaço para o trabalho técnico de consolidação das ações de enfrentamento às arboviroses realizadas ao longo do ano. Na ocasião, Cristina Gonçalves, Agente de Vigilância em Saúde (AVS), atuou no preenchimento e fechamento das planilhas de prevenção das arboviroses, garantindo a atualização dos dados de monitoramento. O objetivo da atividade é manter atualizada a planilha de acompanhamento das ações desenvolvidas em 2025, subsidiando o planejamento estratégico e a elaboração do plano de contingência para o enfrentamento das arboviroses no território. O registro sistemático dessas informações é fundamental para qualificar a análise epidemiológica, fortalecer a tomada de decisão e direcionar ações preventivas de forma mais eficaz. A ação está alinhada às diretrizes da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, por meio da Vigilância em Saúde Ambiental, que compreende um conjunto de ações e serviços voltados ao monitoramento dos fatores ambientais que interferem na saúde humana. Seu propósito é identificar riscos, recomendar medidas de prevenção e promover a saúde da população.

As arboviroses são doenças causadas por vírus transmitidos principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. O termo deriva de “arbovírus”, que significa vírus transmitido por artrópodes. Essas doenças podem apresentar desde quadros leves até complicações graves. Entre os principais vetores destacam-se mosquitos dos gêneros Aedes, Culex e Anopheles, responsáveis pela transmissão de importantes agravos à saúde pública.

O fechamento das planilhas consolida as informações produzidas ao longo do ano e fortalece a vigilância ativa no território, permitindo maior organização das ações preventivas e resposta oportuna diante de possíveis cenários epidemiológicos.

Saiba mais:

Oficina de Territorialização do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1

No dia 03 de março de 2026, no turno da manhã, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou o primeiro encontro da Oficina de Territorialização com os profissionais do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1. A atividade teve como objetivo ajustes do território da unidade, como também a delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território. Participaram da oficina Fátima Carneiro, Gerente da OTICS Bangu; Júlia Marques, Gerente Técnica da unidade; os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Brenda Reis, Raquel Lopes, Amanda Silva, Letícia Lima, Matheus Lima, Mariana Cunha e Jailma Lopes Santos; além de Vivian Bravo, Auxiliar Administrativa do DICA, e Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

 

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

 

Link para download do Google Earth Pro

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Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora

Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – 2026 inicia atividades

Teve início hoje, 03 de março de 2026, a Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (ASSTT), promovida pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador Estadual (CEREST Estadual), com participação de todos os CERESTs da Região Metropolitana. A atividade, realizada de forma remota, acontece no horário das 9h às 12h e marca o primeiro momento do cronograma, com a construção do mapa epidemiológico do município sede do CERESTT. A oficina tem como objetivo conhecer o perfil produtivo dos trabalhadores e trabalhadoras e identificar os processos produtivos presentes nos territórios, fortalecendo a vigilância em saúde do trabalhador e qualificando o planejamento das ações regionais.

A Supervisora do CEREST Zona Oeste – AVS – CAP 5.1, Simone Leite, acompanhou a atividade na sala de tutoria da OTICS Bangu, reforçando o compromisso da área programática com a qualificação técnica e o aprimoramento das análises territoriais.

A iniciativa é estratégica para consolidar a Análise de Situação de Saúde como instrumento norteador das ações da Rede de Atenção à Saúde (RAS), articulando informações epidemiológicas, organização da rede assistencial e participação do controle social. Ao promover esse espaço de construção coletiva, o CEREST Estadual contribui para o fortalecimento da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora no âmbito do SUS, ampliando a capacidade de identificação de riscos, agravos relacionados ao trabalho e planejamento de intervenções nos territórios.

O cronograma dos encontros seguirão nas datas, 03/03/2026  – Construção do mapa epidemiológico (município sede do CERESTT); 05/03/2026 – Construção do mapa da RAS e do controle social (município sede do CERESTT); 10/03/2026 – Reunião de coordenadores e apresentação da ASSTT de 07 (sete) CERESTTs e dia 12/03/2026 – Apresentação da ASSTT dos 07 (sete) CERESTTs restantes.

Fontes

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria nº 1.823/2012).

  • Ministério da Saúde. Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST).

  • Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro. Diretrizes da Vigilância em Saúde do Trabalhador.

Planejamento das Mediações em LIBRAS

No dia 3 de março de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado o planejamento das mediações em LIBRAS para os atendimentos aos usuários surdos, além da organização das inscrições da 5ª Turma do Curso de LIBRAS – Básico I, destinado aos profissionais e trabalhadores(as) da AP 5.1. A atividade teve como objetivo estruturar estratégias que garantam acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde do território, promovendo um atendimento mais inclusivo, qualificado e humanizado à população surda.

Participaram do trabalho Brendon Ferreira (Facilitador do RAP da Saúde/CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa) e Elvis Ferreira (Apoiador da Equipe de Acessibilidade Comunicativa / RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra – DAPS/CAP 5.1). A iniciativa reforça a importância da educação permanente e da organização do processo de trabalho como ferramentas essenciais para a efetivação do direito à comunicação no SUS, ampliando o acesso, fortalecendo a equidade e assegurando o cuidado integral às pessoas surdas. A ação está alinhada às normativas nacionais que reconhecem a LIBRAS como meio legal de comunicação, regulamentam sua oferta nos serviços públicos e garantem os direitos das pessoas com deficiência no acesso às políticas públicas de saúde.

Fontes:

  • Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).

  • Decreto nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005 – Regulamenta a Lei nº 10.436/2002.

  • Lei nº 13.146 de 6 de julho de 2015 – Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência.

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência.

Reunião Técnica com Supervisores dos AVSs – AP 5.1

No dia 2 de março de 2026, no turno da manhã, a sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a Reunião Técnica com Supervisores dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs) da AP 5.1. O encontro contou com a participação de 7 supervisores da categoria, tendo como público-alvo os profissionais responsáveis pela supervisão dos AVSs da Área Programática 5.1. Durante a reunião, foram abordados temas fundamentais para o fortalecimento das ações de vigilância no território, com destaque para o fluxo do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e os procedimentos relacionados aos bloqueios epidemiológicos. As discussões reforçaram a importância da organização dos processos de trabalho, da qualificação dos registros e da resposta oportuna às notificações de agravos. O principal objetivo do encontro foi a padronização do fluxo operacional, promovendo maior alinhamento entre as equipes e fortalecendo a efetividade das ações de vigilância em saúde na AP 5.1. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática 5.1, que destacou a relevância do alinhamento técnico contínuo para garantir respostas ágeis e qualificadas às demandas do território.

O Sistema de Informação de Agravos de Notificação – Sinan é alimentado, principalmente, pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória (Portaria de Consolidação nº 4, de 28 de Setembro de 2017), mas é facultado a estados e municípios incluir outros problemas de saúde importantes em sua região, difilobotríase no município de São Paulo.

Sua utilização efetiva permite a realização do diagnóstico dinâmico da ocorrência de um evento na população, podendo fornecer subsídios para explicações causais dos agravos de notificação compulsória, além de vir a indicar riscos aos quais as pessoas estão sujeitas, contribuindo assim, para a identificação da realidade epidemiológica de determinada área geográfica.

O seu uso sistemático, de forma descentralizada, contribui para a democratização da informação, permitindo que todos os profissionais de saúde tenham acesso à informação e as tornem disponíveis para a comunidade. É, portanto, um instrumento relevante para auxiliar o planejamento da saúde, definir prioridades de intervenção, além de permitir que seja avaliado o impacto das intervenções.

Saiba mais clicando aqui:https://www.gov.br/aids/pt-br/indicadores-epidemiologicos/sistemas-de-informacao/sinan