Avaliação do Curso Básico I de Libras – AP 5.1

OTICS Bangu realiza a avaliação do Curso Básico I de Libras, fortalecendo a inclusão e a acessibilidade na Atenção Primária

Na manhã do dia 1º de julho de 2026, foi realizada a avaliação do Curso de Língua Brasileira de Sinais (Libras) no espaço Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, reunindo três profissionais em uma etapa fundamental para o acompanhamento do processo de aprendizagem e desenvolvimento das competências em Libras.

A avaliação foi conduzida pelos profissionais, Jaqueline Nascimento, apoiadora da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), da Saúde Integral da População Negra e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Willian Inácio, auxiliar administrativo da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), responsáveis pela organização e execução do processo avaliativo, assegurando a aplicação dos instrumentos de avaliação de forma ética, transparente e em conformidade com os objetivos da formação.

A iniciativa reafirma o compromisso com a educação permanente em saúde, incentivando o aperfeiçoamento contínuo dos profissionais e fortalecendo práticas inclusivas que contribuam para uma comunicação mais acessível e humanizada com a população usuária dos serviços de saúde.

 

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua de modalidade visual-espacial, com estrutura gramatical própria, distinta da língua portuguesa, possuindo vocabulário, fonologia, morfologia, sintaxe e semântica específicos. Sua difusão nos serviços de saúde representa um importante instrumento para a efetivação do direito à comunicação e para a promoção da cidadania das pessoas surdas.

Referências

  • Brasil. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências.
  • Brasil. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436/2002, dispondo sobre o uso e o ensino da Libras.
  • Brasil. Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. MEC, 2008.

Reunião Técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde – AP 5.1

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 01 de julho de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 6 profissionais da categoria e teve como objetivo planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Eduardo Rodrigues Marques, Agente de Vigilância em Saúde (AVS) da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

  

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Supervisão Geral – CAPS Lima Barreto AP 5.1

OTICS Bangu sedia Supervisão Geral do CAPS Lima Barreto

No dia 30 de junho de 2026, no auditório da OTICS Bangu recebeu a Supervisão Geral do CAPS Lima Barreto – AP 5.1. O encontro ocorreu das 09h às 12h e contou com a participação de 30 profissionais que atuam no cuidado em saúde mental, com foco nos cuidadores de Residências Terapêuticas. A atividade teve como principal objetivo o alinhamento das diretrizes de cuidado no âmbito da saúde mental e o fortalecimento das práticas de acompanhamento aos moradores das residências terapêuticas, garantindo um espaço de respeito às diversidades — especialmente no que diz respeito à diversidade religiosa e às relações no cotidiano do cuidado. Durante a supervisão, foram discutidas propostas e orientações vinculadas ao processo de trabalho no SRT, reforçando o acesso a informações e condutas que apoiem um cuidado humanizado, inclusivo e integral às pessoas em sofrimento psíquico. A condução do encontro ficou sob responsabilidade de Mariana Martelo, Diretora do CAPS Lima Barreto, que mediou o diálogo e proporcionou um espaço de troca entre a equipe de segmento.

Residências Terapêuticas (RTs) são casas que integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT) no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que foram internadas por longo tempo em hospitais psiquiátricos. Essas residências visam a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, com o apoio de cuidadores e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de referência. 

As RTs são geralmente vinculadas a um CAPS, que oferece suporte técnico e profissional. As RTs contam com uma equipe de cuidadores que acompanha os moradores no dia a dia, auxiliando em atividades de vida diária, lazer e atividades terapêuticas. 

 

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita.

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

 

 

 

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 29 de junho de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 8 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Viilância em Saúde Ambiental da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território. Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Supervisão Geral de SRT – CAPS Lima Barreto

OTICS Bangu sedia Supervisão Geral de SRT do CAPS Lima Barreto

Na tarde desta, 26 de junho de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a Supervisão Geral de Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT) do CAPS Lima Barreto. O encontro ocorreu das 9h às 12h e contou com a participação de 5 profissionais que atuam no cuidado em saúde mental, com foco nos cuidadores de Residências Terapêuticas. A atividade teve como principal objetivo o alinhamento das diretrizes de cuidado no âmbito da saúde mental e o fortalecimento das práticas de acompanhamento aos moradores das residências terapêuticas, garantindo um espaço de respeito às diversidades — especialmente no que diz respeito à diversidade religiosa e às relações no cotidiano do cuidado. Durante a supervisão, foram discutidas propostas e orientações vinculadas ao processo de trabalho no SRT, reforçando o acesso a informações e condutas que apoiem um cuidado humanizado, inclusivo e integral às pessoas em sofrimento psíquico. A condução do encontro ficou sob responsabilidade de Nathalia Cristina, acompanhante terapêutica do SRT do CAPS Lima Barreto, que mediou o diálogo e proporcionou um espaço de troca entre a equipe de segmento.

Residências Terapêuticas (RTs) são casas que integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT) no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que foram internadas por longo tempo em hospitais psiquiátricos. Essas residências visam a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, com o apoio de cuidadores e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de referência. 

As RTs são geralmente vinculadas a um CAPS, que oferece suporte técnico e profissional. As RTs contam com uma equipe de cuidadores que acompanha os moradores no dia a dia, auxiliando em atividades de vida diária, lazer e atividades terapêuticas. 

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

 

 

 

Reunião da Comissão Intersetorial Local PNAISARI

Reunião da Comissão Intersetorial Local PNAISARI fortalece o acompanhamento de adolescentes no território

Na manhã do dia 25 de junho de 2026, das 9h às 12h, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS Bangu, a reunião da Comissão Intersetorial Local do Programa Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes em Conflito com a Lei, em Regime de Internação e Internação Provisória (PNAISARI). O encontro reuniu oito profissionais das áreas de Saúde, Educação e Assistência Social, promovendo o fortalecimento da articulação intersetorial em prol da atenção integral aos adolescentes acompanhados no território. Conduzida por Jaqueline Nascimento, Apoiadora da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), da Saúde Integral da População Negra e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), a reunião teve como pauta o acompanhamento dos adolescentes, com foco na construção de estratégias conjuntas, no planejamento das ações e no fortalecimento do fluxo de cuidado entre os diferentes setores envolvidos.

A realização periódica da Comissão Intersetorial Local é fundamental para integrar os serviços da rede, favorecer o compartilhamento de informações e fortalecer o cuidado integral, garantindo que os adolescentes tenham acesso às ações de promoção da saúde, prevenção de agravos e acompanhamento contínuo. O trabalho articulado entre saúde, educação e assistência social contribui para a efetivação dos direitos desse público, respeitando suas necessidades e singularidades.

O principal objetivo do encontro foi alinhar estratégias de planejamento e acompanhamento dos adolescentes no território, fortalecendo a atuação integrada das equipes e qualificando a construção de Projetos Terapêuticos Singulares, por meio da corresponsabilização entre os diferentes setores envolvidos na atenção.

A iniciativa está alinhada às diretrizes do Programa Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes em Conflito com a Lei (PNAISARI), da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes e Jovens e aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), que preconizam a integralidade do cuidado, a intersetorialidade e a garantia do acesso aos serviços de saúde como direitos fundamentais.

 

Fontes:

Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes em Conflito com a Lei (PNAISARI).

Portaria GM/MS nº 1.082, de 23 de maio de 2014

Instrutivo para Implantação e Implementação da PNAISARI – Ministério da Saúde.

Lei nº 12.594/2012 (SINASE – Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo).

Encerramento da 5ª Turma do Curso Básico I de Libras – AP 5.1

OTICS Bangu encerra a 5ª turma do Curso Básico I de Libras, fortalecendo a inclusão e a acessibilidade na Atenção Primária

Na manhã do dia 25 de junho de 2026, o auditório da OTICS Bangu foi palco da aula de encerramento da 5ª turma do Curso Básico I de Língua Brasileira de Sinais (Libras), marcando a conclusão de mais um importante ciclo de formação voltado à qualificação dos profissionais da Atenção Primária à Saúde. A atividade contou com o apoio de Elvis Ferreira, apoiador da Equipe de Acessibilidade/Rede de Atenção Psicossocial (RAP) da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, de Willian Inácio e Yasmin Guimarães, apoiadores surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, além da mediação da fonoaudióloga Renata Reis, do Centro Especializado em Reabilitação (CER), responsável pela condução do curso.

A formação teve como público-alvo profissionais de saúde da Atenção Primária e teve como principal objetivo capacitá-los para estabelecer uma comunicação mais eficaz, acolhedora e humanizada com pessoas surdas, contribuindo para ampliar o acesso aos serviços de saúde, qualificar o atendimento e promover maior equidade no cuidado.

Ao longo do curso, os participantes desenvolveram conhecimentos básicos da Língua Brasileira de Sinais (Libras), além de aprofundarem a compreensão sobre a cultura e a identidade da comunidade surda. Essa abordagem fortalece práticas inclusivas e contribui para a redução das barreiras de comunicação, favorecendo um atendimento mais resolutivo, respeitoso e centrado nas necessidades dos usuários.

Momento da avaliação individual dos participantes da 5ª Turma do Curso Básico I de Libras. A etapa final permitiu aos alunos demonstrarem os conhecimentos adquiridos ao longo da formação, reforçando a importância da comunicação acessível e do atendimento humanizado à população surda.

O encerramento da turma simboliza mais um avanço no compromisso da rede de saúde com a promoção da acessibilidade comunicativa e da educação permanente, reforçando a importância da qualificação contínua dos profissionais para garantir um Sistema Único de Saúde (SUS) cada vez mais inclusivo, humanizado e acessível para toda a população.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua de modalidade visual-espacial, com estrutura gramatical própria, distinta da língua portuguesa, possuindo vocabulário, fonologia, morfologia, sintaxe e semântica específicos. Sua difusão nos serviços de saúde representa um importante instrumento para a efetivação do direito à comunicação e para a promoção da cidadania das pessoas surdas.

Referências

  • Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e dá outras providências.
  • Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 – Regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e estabelece diretrizes para a difusão e o ensino da Libras.
  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência.
  • Ministério da Educação – Diretrizes para o ensino e a difusão da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Reunião da Comissão de Prontuários da PMGSF – AP 5.1

No dia 25 de junho de 2026, no turno da manhã, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS Bangu, a reunião da Comissão de Prontuários da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1, com foco na avaliação dos prontuários referentes ao 2º trimestre de 2026. O encontro contou com a participação de cinco profissionais da Direção da unidade e foi conduzido por Patrícia de Souza Menezes, Auxiliar de Enfermagem do Setor de Direção da Unidade. Durante a reunião, foram analisados os registros assistenciais com o objetivo de verificar a conformidade dos prontuários, a qualidade das informações registradas, a completude da documentação e o cumprimento das normas institucionais e da legislação vigente. A avaliação periódica dos prontuários representa uma importante estratégia para o fortalecimento da qualidade da assistência, da segurança do paciente e da continuidade do cuidado, além de contribuir para a identificação de oportunidades de melhoria nos processos de trabalho e para o aperfeiçoamento dos registros multiprofissionais.

A Comissão de Prontuários desempenha um papel fundamental na promoção de boas práticas em saúde, assegurando que os prontuários sejam elaborados de forma ética, completa e padronizada, atendendo às recomendações do Conselho Federal de Medicina (CFM), às diretrizes do Ministério da Saúde e às orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Essas ações reforçam o compromisso da unidade com a excelência da assistência prestada aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e com a melhoria contínua da qualidade dos serviços oferecidos.

Fontes: 

Conselho Federal de Medicina, do Ministério da Saúde

Agência Nacional de Vigilância Sanitária

 

 

 

Qualificação de Ponto Focal da Equipe de Risco Biológico da AP 5.1

Qualificação fortalece atuação dos pontos focais de Risco Biológico na AP 5.1

Na manhã desta quarta-feira (24/06), foi realizada no Auditório da OTICS Bangu a capacitação “Qualificação de Ponto Focal da Equipe de Risco Biológico da AP 5.1”, reunindo cerca de 40 Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) que atuam nas unidades de saúde da Área Programática 5.1. A atividade foi conduzida por Áurea Caroline da Vale Silva, Vigilante em Saúde Ambiental (VSA) da AP 5.1, e teve como objetivo promover a qualificação técnico-operacional dos profissionais responsáveis por atuar como pontos focais de Risco Biológico em suas respectivas unidades.

Durante o encontro, foram abordadas as atribuições dos Agentes de Vigilância em Saúde relacionadas à identificação, monitoramento, prevenção e resposta aos riscos biológicos presentes nos serviços de saúde. A iniciativa buscou fortalecer o conhecimento técnico dos participantes, contribuindo para a padronização das ações e para o aprimoramento das práticas de vigilância em saúde ambiental no território.

A formação dos pontos focais é uma estratégia fundamental para ampliar a capacidade de resposta das unidades de saúde diante de situações que envolvam agentes biológicos, garantindo maior segurança para trabalhadores, usuários e para a comunidade. Além disso, a qualificação permanente desses profissionais fortalece a integração entre as equipes de vigilância e os serviços assistenciais, favorecendo a identificação precoce de riscos e a adoção de medidas preventivas eficazes.

De acordo com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde, a capacitação contínua dos profissionais de saúde é um dos pilares para a prevenção e o controle de eventos relacionados a riscos biológicos, contribuindo para a promoção de ambientes mais seguros e para a proteção da saúde pública.

A ação reafirma o compromisso da Vigilância em Saúde da AP 5.1 com a educação permanente e o fortalecimento das práticas de vigilância, qualificando os profissionais para atuarem de forma cada vez mais eficiente na prevenção e no manejo dos riscos biológicos em seus territórios.

A atividade foi conduzida por Áurea Caroline da Vale Silva, Vigilante em Saúde Ambiental (VSA) da AP 5.1.
Equipe de Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) que atuam nas unidades de saúde da Área Programática 5.1. 

 

Fontes para referência institucional:

Supervisão Seguimento RT Manoel – CAPS Lima Barreto – AP 5.1

Supervisão do Serviço de Residência Terapêutica do CAPS Lima Barreto promove alinhamento de práticas e planejamento de trabalho

Na tarde do dia 23 de junho de 2026, na sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a supervisão RT Manoel do Serviço de Residência Terapêutica (SRT) do CAPS Lima Barreto – AP 5.1. A atividade contou com a participação de sete apoiadores (cuidadores) das residências terapêuticas, tendo como público-alvo a equipe de SRT. Durante o encontro, foram discutidos temas voltados à direção de trabalho e ao planejamento do processo terapêutico, com foco na qualificação da comunicação e na organização das práticas desenvolvidas nas RTs. A supervisão foi conduzida por Larissa Galdino Anjos, coordenadora SRT CAPS Lima Barreto, que destacou a importância desses momentos coletivos para fortalecer o cuidado e a articulação entre as equipes que atuam nos dispositivos de saúde mental da região.

Residências Terapêuticas (RTs) são casas que integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT) no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que foram internadas por longo tempo em hospitais psiquiátricos. Essas residências visam a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, com o apoio de cuidadores e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de referência. 

As RTs são geralmente vinculadas a um CAPS, que oferece suporte técnico e profissional. As RTs contam com uma equipe de cuidadores que acompanha os moradores no dia a dia, auxiliando em atividades de vida diária, lazer e atividades terapêuticas. 

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

 

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