Saúde Integral da População Negra

No dia 22 de abril de 2026, turno tarde, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Jaqueline Nascimento, apoiadora do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, esteve envolvida na elaboração da apresentação sobre Saúde da População Negra, destinada ao Grupo de Gestores da CAP 5.1. Objetivo: desenvolver uma apresentação informativa e reflexiva sobre as ações, desafios e estratégias de promoção da equidade racial em saúde, fortalecendo o compromisso da gestão com a implementação das políticas públicas voltadas à população negra, em consonância com as diretrizes do Ministério da Saúde e da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN). A importância da iniciativa visa sensibilizar e orientar os gestores quanto à relevância da inclusão de práticas antirracistas no cotidiano do SUS, assegurando acesso equitativo, cuidado integral e respeito à diversidade étnico-racial. Essa ação reforça o papel estratégico da gestão local na promoção da justiça social e na redução das iniquidades em saúde, contribuindo para o fortalecimento da atenção integral à população negra no território.

A Política nacional de Saúde integral da População negra define os princípios, a marca, os objetivos, as diretrizes, as estratégias e as responsabilidades de gestão, voltados para a melhoria das condições de saúde desse segmento da população. inclui ações de cuidado, atenção, promoção à saúde e prevenção de doenças, bem como de gestão participativa, participação popular e controle social, produção de conhecimento, formação e educação permanente para trabalhadores de saúde, visando à promoção da equidade em saúde da população negra. Sua formulação ficou a cargo da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP), com assessoria do Comitê Técnico de Saúde da População negra (CTSPn), cabendo a essa secretaria a responsabilidade pela articulação para sua aprovação no Conselho nacional de Saúde (CnS) e a pactuação na Comissão intergestores Tripartite (CiT). É também atribuição da SGEP, no processo de implementação desta Política, o monitoramento, a avaliação e o apoio técnico aos estados e municípios. Esta Política abrange ações e programas de diversas secretarias e órgãos vinculados ao Ministério da Saúde (MS). Trata-se, portanto, de uma política transversal, com formulação, gestão e operação compartilhadas entre as três esferas de governo, de acordo com os princípios e diretrizes do SUS. Seu propósito é garantir maior igualdade no que tange à efetivação do direito humano à saúde, em seus aspectos de promoção, prevenção, atenção, tratamento e recuperação de doenças e agravos transmissíveis e não transmissíveis, incluindo aqueles de maior prevalência nesse segmento populacional. Ela se insere na dinâmica do Sistema único de Saúde (SUS), por meio de estratégias de gestão solidária e participativa, destacando: utilização do quesito cor na produção de informações epidemiológicas para a definição de prioridades e tomada de decisão; ampliação e fortalecimento do controle social; desenvolvimento de ações e estratégias de identificação, abordagem, combate e prevenção do racismo institucional no ambiente de trabalho, nos processos de formação e educação permanente de profissionais; implementação de ações afirmativas para alcançar a equidade em saúde e promover a igualdade racial.

 

📚 Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (Portaria nº 992/2009)
  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)
  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)
  • Rede OTICS-Rio

Saúde do Homem e da Pessoa Idosa

Nesta tarde, 22 de abril de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa, bem como à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

 

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Acessibilidade Comunicativa – Atenção à Saúde do Homem e do Idoso na AP 5.1

Neste dia, 20 de abril de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa, bem como à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1.

A atividade foi conduzida por Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães, administrativos surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Colegiado Gestor Ampliado – CAP 5.1

Na manhã do dia 16 de abril de 2026, o auditório da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho sediou o Colegiado Gestor Ampliado, reunindo representantes da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, da Clínica da Família Fiorello Raymundo, da Clínica da Família Faim Pedro, do CMS Padre Miguel e do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho. O encontro ocorreu das 9h às 12h e contou com a participação de 39 pessoas, entre usuários e profissionais de saúde.

O evento teve como objetivo central promover a participação popular junto às unidades de saúde, fortalecendo o diálogo entre gestão, trabalhadores e comunidade, princípio fundamental do Sistema Único de Saúde (SUS). Durante o encontro, foram abordados temas estratégicos relacionados ao cadastramento dos usuários, essencial para a organização do cuidado e para o acesso qualificado aos serviços da Atenção Primária à Saúde (APS).

As discussões foram conduzidas pela Diretora Ingrid Sayao (Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho) e pelos Gerentes Técnicos Iris Moraes (CF Fiorello Raymundo), Aline Azevedo (CF Faim Pedro), Fabio Monteiro (CMS Padre Miguel) e Julia Marques (CMS Manoel Guilherme), que contribuíram com orientações técnicas e esclarecimentos fundamentais para o alinhamento das ações no território.

A realização do Colegiado Gestor Ampliado reafirma o compromisso das unidades envolvidas e da OTICS com a gestão participativa, o controle social e o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, reconhecida como a principal porta de entrada do SUS e fundamental para a promoção do cuidado integral, contínuo e equitativo à população.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
  • Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS/MS)
  • Departamento de Saúde da Família (DESF/MS)

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 13 de abril de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Cristina Gonçalves – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicada ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Treinamento Técnico de Prescrição de Cadeiras de Rodas

Treinamento Técnico de Prescrição de Cadeiras de Rodas qualifica profissionais da SMS no auditório da OTICS Bangu

No dia 06 de março de 2026, foi realizado no auditório da OTICS Bangu o Treinamento Técnico de Prescrição de Cadeiras de Rodas, destinado aos profissionais Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). A atividade foi realizada em parceria com a empresa Ortobrás, referência nacional na fabricação de cadeiras de rodas e tecnologias assistivas. A iniciativa do encontro partiu da enfermeira Jucileia Medeiros Ribeiro, responsável pelo Centro Especializado em Reabilitação (CER) da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, localizada na Área Programática 5.1 do município do Rio de Janeiro. O treinamento teve como objetivo aprimorar o processo de prescrição, avaliação e adequação postural de cadeiras de rodas, contribuindo para que os profissionais realizem indicações mais precisas e individualizadas para os usuários da rede municipal de saúde. Durante o encontro, foram abordados temas relacionados à avaliação funcional do usuário, medidas antropométricas, tipos de cadeiras de rodas, ajustes posturais, indicações clínicas, além de orientações sobre a correta adaptação do equipamento às necessidades de cada paciente. Os participantes também discutiram aspectos importantes para a escolha do dispositivo mais adequado, considerando fatores como mobilidade, autonomia, conforto e prevenção de deformidades posturais.

Além da parte teórica, o treinamento contou com atividades práticas de medição e avaliação postural, realizadas no próprio auditório da OTICS Bangu e também no Centro de Reabilitação, permitindo aos profissionais aplicar na prática os conhecimentos apresentados. Essa etapa possibilitou o treinamento direto das técnicas de mensuração e ajuste, fundamentais para garantir maior eficiência no processo de prescrição.

A capacitação é considerada estratégica para o fortalecimento da atenção à reabilitação no Sistema Único de Saúde (SUS), uma vez que a correta prescrição de cadeiras de rodas impacta diretamente na funcionalidade, independência e qualidade de vida das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A formação continuada dos profissionais contribui ainda para qualificar o cuidado, reduzir complicações decorrentes de adaptações inadequadas e ampliar o acesso a tecnologias assistivas apropriadas.

A realização de treinamentos como este reforça o compromisso da rede municipal de saúde com a educação permanente dos profissionais, promovendo atualização técnica e integração entre os serviços de reabilitação, com foco na melhoria da assistência prestada à população.

A realização de treinamentos como este reforça o compromisso da rede municipal de saúde com a educação permanente dos profissionais, promovendo atualização técnica e integração entre os serviços de reabilitação, com foco na melhoria da assistência prestada à população.

Fontes

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência. Disponível em: https://www.gov.br/saude

  • Organização Mundial da Saúde. Guidelines on the Provision of Manual Wheelchairs in Less Resourced Settings. Disponível em: https://www.who.int

  • Organização Pan-Americana da Saúde. Tecnologias Assistivas e Reabilitação. Disponível em: https://www.paho.org

Capacitação sobre Aplicação de Bota de Unna

Capacitação sobre Aplicação de Bota de Unna fortalece a qualificação da assistência na Atenção Primária Prisional

No dia 11 de fevereiro, das 8h30 às 17h, o Auditório da OTICS sediou a Capacitação Aplicação de Bota de Unna, reunindo 13 enfermeiros da Atenção Primária Prisional em um importante momento de atualização técnica e aprimoramento profissional. A atividade foi conduzida por Michelle Bernardino, Responsável Técnica (RT) de Enfermagem do Sistema Prisional de Gericinó, e contou com a participação das palestrantes Helena Guimarães e Erica Rodrigues dos Santos, representantes da Secretaria – Gerência da Área Técnica de Atenção às Pessoas com Feridas. A capacitação teve como objetivo qualificar os enfermeiros para a avaliação clínica adequada e inserção da Bota de Unna, fortalecendo a assistência às pessoas privadas de liberdade que apresentam lesões vasculares, especialmente úlceras venosas, condição frequente e que demanda acompanhamento criterioso na Atenção Primária à Saúde (APS).

Durante o encontro, foram trabalhados conteúdos teóricos e práticos essenciais para a tomada de decisão segura no cuidado de feridas, incluindo: Avaliação de ferida vascular e venosa; Realização do Índice Tornozelo-Braquial (ITB); Uso de doppler manual para avaliação do fluxo arterial periférico; Técnica correta de aplicação da Bota de Unna. A abordagem integrada desses conteúdos é fundamental para garantir que a terapia compressiva seja indicada de forma segura, evitando complicações em pacientes com comprometimento arterial.

A Bota de Unna é uma terapia compressiva inelástica composta por uma bandagem impregnada com substâncias como óxido de zinco, glicerina, gelatina e água. Ela é indicada principalmente para o tratamento de úlceras venosas crônicas e edemas decorrentes da insuficiência venosa.

Sua principal função é promover compressão terapêutica, auxiliando no retorno venoso, reduzindo o edema e favorecendo o processo de cicatrização. Por ser uma terapia compressiva, sua aplicação exige avaliação prévia da circulação arterial, sendo indispensável a realização do ITB, exame que compara a pressão arterial do tornozelo com a do braço, garantindo segurança na indicação do tratamento.

De acordo com o Ministério da Saúde, por meio dos protocolos de Atenção Básica voltados ao cuidado de pessoas com condições crônicas e manejo de feridas, a terapia compressiva é considerada padrão-ouro no tratamento de úlceras venosas quando não há contraindicação arterial. A Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) também reforça que a avaliação vascular adequada é etapa imprescindível antes da aplicação de qualquer método compressivo.

No contexto da Atenção Primária Prisional, a qualificação técnica dos enfermeiros é estratégica para ampliar a resolutividade do cuidado, reduzir complicações, evitar encaminhamentos desnecessários para níveis secundários e terciários de atenção e promover melhor qualidade de vida aos usuários do sistema prisional.

A iniciativa reafirma o compromisso com a educação permanente em saúde, fortalecendo práticas baseadas em evidências científicas e alinhadas às diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo assistência segura, humanizada e de qualidade.

A OTICS segue como espaço de apoio à formação e atualização dos profissionais, contribuindo para o fortalecimento das ações de saúde no território.

Fontes consultadas

BRASIL. Prefeitura de Porto Alegre. Protocolo – Prevenção e Tratamento de Feridas: Atenção Primária à Saúde. Porto Alegre: SMS/POA, 2025. – Detalha modalidades de terapia compressiva incluindo a Bota de Unna. Protocolo de feridas APS – Porto Alegre

PERBONI, E. O. et al. A Bota de Unna como recurso terapêutico na insuficiência venosa crônica e úlceras: uma revisão bibliográfica. Lumen et Virtus, v. 16, n. 53, 2025. – Revisão científica sobre evidências de uso da Bota de Unna. Revisão Bibliográfica sobre Bota de Unna

EWMA – European Wound Management Association. Compression therapy & leg ulcers: guidelines e recursos de melhores práticas. – Diretrizes e melhores práticas internacionais para uso de terapia compressiva no manejo de úlceras de membros inferiores. EWMA Compression Therapy Guidelines

MARTINS JUNIOR, E. Manual Sobre a Técnica de Aplicação da Bota de Unna em Pacientes com Úlceras Venosas. Universidade Federal de São Paulo, 2018. – Manual validado sobre técnica de aplicação da Bota de Unna para profissionais de saúde. Manual de Aplicação da Bota de Unna (UNIFESP)

 

Reunião de Planejamento das Ações do Cerest

Reunião Mensal do CEREST Zona Oeste fortalece o planejamento das ações em Saúde do Trabalhador para 2026

Na tarde do dia 10 de fevereiro de 2026, das 14h às 16h, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS, a Reunião Mensal do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) Zona Oeste. O encontro contou com a participação de oito profissionais e teve como foco o planejamento estratégico das ações para o ano de 2026. A reunião foi conduzida por Simone Leite, Coordenadora do CEREST Zona Oeste, e teve como principal objetivo alinhar diretrizes, prioridades e estratégias para o fortalecimento das ações de Vigilância, Promoção e Proteção da Saúde do Trabalhador no território. O momento possibilitou a troca de experiências, a avaliação das demandas locais e a construção coletiva de propostas voltadas à prevenção de agravos relacionados ao trabalho. A importância desse encontro reside no fortalecimento da gestão participativa e na organização das ações que visam garantir condições de trabalho mais seguras e saudáveis, contribuindo diretamente para a redução de acidentes e doenças ocupacionais, bem como para a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores e trabalhadoras da Zona Oeste.

O CEREST é uma unidade integrante da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST), vinculada ao Sistema Único de Saúde (SUS). Sua atuação é voltada ao apoio técnico às equipes de saúde, ao desenvolvimento de ações de vigilância em saúde do trabalhador, à educação permanente e à promoção de ambientes de trabalho saudáveis, além de contribuir para a formulação de políticas públicas voltadas à saúde laboral. A realização periódica das reuniões mensais reafirma o compromisso do CEREST Zona Oeste com o planejamento, a qualificação das ações e o fortalecimento das políticas de Saúde do Trabalhador no território, em consonância com as diretrizes do SUS.

A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria GM/MS n° 1.823/ 2012) define princípios diretrizes e as estratégias nas três esferas de gestão do SUS – federal, estadual e municipal, para o desenvolvimento das ações de atenção integral à Saúde do Trabalhador, com ênfase na vigilância, visando a promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores e a redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.

A saúde do trabalhador no SUS ocorre a partir da articulação de ações individuais de assistência e de recuperação dos agravos, com ações coletivas, de promoção, de prevenção, de vigilância dos ambientes, processos e atividades de trabalho, e de intervenção sobre os fatores determinantes da saúde dos trabalhadores; ações de planejamento e avaliação com as práticas de saúde; o conhecimento técnico e os saberes dos trabalhadores.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) é um local de atendimento especializado em Saúde do Trabalhador. Além de atender diretamente o trabalhador, serve como uma fonte geradora de conhecimento, ou seja, tem condição de indicar se as doenças ou os sintomas das pessoas atendidas estão relacionados com as atividades que elas exercem, na região onde se encontram. Esses dados podem ser de extrema valia para as negociações feitas pelos sindicatos e também para a formulação de políticas públicas.

 

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora

  • Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST)

  • Sistema Único de Saúde (SUS)

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 09 de fevereiro de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Cristina Gonçalves – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicada ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Colegiado Gestor Ampliado – CAP 5.1

Colegiado Gestor Ampliado fortalece a participação popular e o planejamento territorial da APS

Na manhã do dia 16 de janeiro de 2026, o Auditório da OTICS sediou o Colegiado Gestor Ampliado, reunindo representantes da Clínica da Família Fiorello Raymundo, do CMS Padre Miguel e do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho. O encontro ocorreu das 9h às 12h e contou com a participação de 20 pessoas, entre usuários e profissionais de saúde. O evento teve como objetivo central promover a participação popular junto às unidades de saúde, fortalecendo o diálogo entre gestão, trabalhadores e comunidade, princípio fundamental do Sistema Único de Saúde (SUS). Durante o encontro, foram abordados temas estratégicos relacionados ao cadastramento dos usuários, essencial para a organização do cuidado e para o acesso qualificado aos serviços da Atenção Primária à Saúde (APS).

As discussões foram conduzidas pelas representantes do DICA – CAP 5.1, Alexsandra Barroso Clarim e Vivian Bravo de Sousa, além de Priscila Ribeiro Soares de Souza, Analista, e Geciane Sant’Anna, também do DICA – CAP 5.1, que contribuíram com orientações técnicas e esclarecimentos fundamentais para o alinhamento das ações no território. Entre as pautas do colegiado, destacou-se a discussão sobre a territorialização para o ano de 2026, com foco na valorização do acesso da população à APS, bem como a expansão do atendimento para áreas sem Estratégia Saúde da Família (ESF) no território do CMS Padre Miguel. Também foram debatidas propostas de readequação territorial das unidades CMS Padre Miguel, CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho e CF Fiorello Raymundo, visando uma melhor distribuição da população adscrita e maior resolutividade dos serviços.

Outro ponto relevante foi a abordagem sobre o Sistema de Informação da Atenção Primária à Saúde (SIAPS), com destaque para suas diretrizes enquanto novo modelo de financiamento da APS, especialmente no que se refere ao componente vínculo e ao acompanhamento territorial. O SIAPS configura-se como um sistema nacional de informações, que possibilita a gestão integrada dos dados de saúde da população, contribuindo para o planejamento, monitoramento e avaliação das ações desenvolvidas na Atenção Primária.

A realização do Colegiado Gestor Ampliado reafirma o compromisso das unidades envolvidas e da OTICS com a gestão participativa, o controle social e o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, reconhecida como a principal porta de entrada do SUS e fundamental para a promoção do cuidado integral, contínuo e equitativo à população.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)

  • Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS/MS)

  • Departamento de Saúde da Família (DESF/MS)

  • Sistema de Informação da Atenção Primária à Saúde (SIAPS) – Ministério da Saúde