Saúde da População Negra e Acessibilidade Comunicativa

No dia 17 de março de 2026, no turno da manhã, foi realizada uma atividade voltada à qualificação das práticas em saúde, com foco na acessibilidade comunicativa e na promoção da saúde integral da população negra. A ação contou com a participação de Willian Inácio e Yasmin Guimarães, administrativos surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, além de Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Equipe de Acessibilidade Comunicativa e da Rede de Atenção Psicossocial (RAP) da Saúde e Saúde Integral da População Negra – DAPS/CAP 5.1.

O encontro teve como objetivo fortalecer o acesso equitativo aos serviços de saúde, por meio da sensibilização e capacitação dos profissionais quanto à importância da comunicação inclusiva, especialmente para pessoas surdas, e à necessidade de implementação de práticas que considerem as especificidades e vulnerabilidades da população negra. A atividade também buscou promover a reflexão sobre o cuidado integral, alinhado aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), como universalidade, equidade e integralidade.

Durante a atividade, foram abordados temas relacionados à acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, destacando a importância da utilização de estratégias adequadas, como a Língua Brasileira de Sinais (Libras), para garantir o direito à informação e ao cuidado em saúde. Além disso, discutiu-se a saúde integral da população negra, com ênfase no enfrentamento das desigualdades raciais, no reconhecimento do racismo estrutural como determinante social da saúde e na promoção de práticas antirracistas no cotidiano dos serviços.

A relevância da temática é amplamente respaldada por políticas públicas e evidências científicas. O Ministério da Saúde, por meio da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, destaca a necessidade de enfrentar as iniquidades raciais no SUS e promover ações que garantam atenção integral a essa população. Da mesma forma, a acessibilidade comunicativa é reconhecida como um direito fundamental das pessoas com deficiência, sendo essencial para assegurar o acesso universal e igualitário aos serviços de saúde. Estudos apontam que barreiras comunicacionais impactam diretamente a qualidade do cuidado, podendo comprometer o diagnóstico, o tratamento e a adesão dos usuários.

Assim, iniciativas como essa reforçam o compromisso institucional com a promoção da equidade, da inclusão e da humanização no cuidado em saúde, contribuindo para a construção de um sistema mais acessível, justo e sensível às diversidades da população.

 

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Integral da População Negra

  • Ministério da Saúde – Diretrizes de Atenção à Pessoa com Deficiência no SUS

  • Organização Mundial da Saúde (OMS) – Determinantes Sociais da Saúde e Equidade

  • Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015)

Encontro Locorregional- PMMs da AP 5.1

No dia 17 de março, teve início o Encontro Locorregional – PMMs da AP 5.1, realizado das 14h às 17h, no auditório do espaço OTICS, reunindo cerca de 30 profissionais do Programa Mais Médicos. O evento, que segue também no dia 18, tem como foco central a qualificação e o aprofundamento das discussões sobre o manejo do HIV na Atenção Primária à Saúde (APS), tema de grande relevância para o fortalecimento do cuidado integral no Sistema Único de Saúde (SUS).

A programação do primeiro dia foi conduzida por Priscila Mafra, Responsável Técnica médica da CAP 5.1, em conjunto com supervisores acadêmicos do Programa Mais Médicos, promovendo um espaço de troca de experiências, atualização técnica e alinhamento de práticas assistenciais. Durante o encontro, foram abordados aspectos fundamentais relacionados ao HIV na APS, incluindo prevenção, diagnóstico precoce, acompanhamento clínico, adesão ao tratamento e estratégias de redução de vulnerabilidades.

O objetivo do evento é qualificar os profissionais de saúde para uma atuação mais resolutiva e integrada no cuidado às pessoas vivendo com HIV, fortalecendo a APS como porta de entrada preferencial do sistema de saúde. A continuidade do encontro no dia 18 reforça a importância da educação permanente e da construção coletiva do conhecimento entre os profissionais.

A abordagem do HIV na Atenção Primária à Saúde é considerada estratégica nas políticas públicas brasileiras, uma vez que amplia o acesso ao diagnóstico e ao tratamento, além de contribuir para o controle da infecção e a melhoria da qualidade de vida da população. O Ministério da Saúde ressalta a importância da organização da linha de cuidado para HIV/Aids como forma de garantir atenção integral aos usuários. Estudos também evidenciam que a atuação da Estratégia Saúde da Família tem impacto direto na redução da mortalidade por aids no Brasil, reforçando o papel essencial da APS no enfrentamento da epidemia.

Dessa forma, o Encontro Locorregional reafirma o compromisso com a qualificação contínua dos profissionais do Programa Mais Médicos e com a oferta de uma assistência mais humanizada, eficiente e baseada em evidências científicas no território.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Linha de Cuidado HIV/Aids

  • Instituto de Saúde Coletiva da UFBA – Impacto da Estratégia Saúde da Família na redução da mortalidade por aids

  • Revisão sistemática sobre a importância da Atenção Primária na prevenção e tratamento do HIV

Grupo de Estudos sobre Saúde da População Negra

Grupo de Estudos sobre Saúde da População Negra promove debate e construção de estratégias de intervenção em saúde

No dia 12 de março de 2026, das 09h às 12h, o auditório da OTICS Bangu sediou o Grupo de Estudos Saúde da População Negra, reunindo 24 participantes, entre trabalhadores da saúde, estudantes da área da saúde e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A atividade teve como foco ampliar o conhecimento sobre as políticas públicas voltadas à equidade racial na saúde e fortalecer o debate sobre práticas de cuidado mais inclusivas. O encontro foi conduzido por Aline Vieira, psicóloga e presidente do Centro de Estudos do Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira, que apresentou os principais fundamentos da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, política pública que orienta ações do Sistema Único de Saúde voltadas à redução das desigualdades raciais no acesso e na qualidade da atenção à saúde.

Durante o encontro, foram discutidos aspectos históricos, sociais e epidemiológicos relacionados às condições de saúde da população negra no Brasil, bem como os desafios enfrentados pelos serviços de saúde na promoção da equidade racial. Os participantes também dialogaram sobre estratégias de enfrentamento ao racismo institucional e a importância da inclusão da temática nos processos de formação e educação permanente em saúde. O objetivo da atividade foi apresentar os princípios e diretrizes da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra e iniciar a construção de um projeto de intervenção voltado aos serviços de saúde, buscando fortalecer práticas que promovam maior equidade no cuidado e ampliem o acesso da população negra às ações de promoção, prevenção e assistência em saúde.

A realização do grupo de estudos reforça a importância da formação crítica e do diálogo entre profissionais, estudantes e usuários do SUS, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias que promovam justiça social e equidade no sistema de saúde. Iniciativas como essa fortalecem o compromisso das instituições com a construção de práticas de cuidado mais humanizadas e sensíveis às diversidades presentes na sociedade brasileira.

Fontes

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde Integral da População Negra. Disponível em: https://www.gov.br/saude

  • Fundação Oswaldo Cruz. Equidade racial e saúde no SUS. Disponível em: https://portal.fiocruz.br

  • Organização Pan-Americana da Saúde. Determinantes sociais da saúde e equidade. Disponível em: https://www.paho.org

Treinamento Técnico de Prescrição de Cadeiras de Rodas

Treinamento Técnico de Prescrição de Cadeiras de Rodas qualifica profissionais da SMS no auditório da OTICS Bangu

No dia 06 de março de 2026, foi realizado no auditório da OTICS Bangu o Treinamento Técnico de Prescrição de Cadeiras de Rodas, destinado aos profissionais Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). A atividade foi realizada em parceria com a empresa Ortobrás, referência nacional na fabricação de cadeiras de rodas e tecnologias assistivas. A iniciativa do encontro partiu da enfermeira Jucileia Medeiros Ribeiro, responsável pelo Centro Especializado em Reabilitação (CER) da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, localizada na Área Programática 5.1 do município do Rio de Janeiro. O treinamento teve como objetivo aprimorar o processo de prescrição, avaliação e adequação postural de cadeiras de rodas, contribuindo para que os profissionais realizem indicações mais precisas e individualizadas para os usuários da rede municipal de saúde. Durante o encontro, foram abordados temas relacionados à avaliação funcional do usuário, medidas antropométricas, tipos de cadeiras de rodas, ajustes posturais, indicações clínicas, além de orientações sobre a correta adaptação do equipamento às necessidades de cada paciente. Os participantes também discutiram aspectos importantes para a escolha do dispositivo mais adequado, considerando fatores como mobilidade, autonomia, conforto e prevenção de deformidades posturais.

Além da parte teórica, o treinamento contou com atividades práticas de medição e avaliação postural, realizadas no próprio auditório da OTICS Bangu e também no Centro de Reabilitação, permitindo aos profissionais aplicar na prática os conhecimentos apresentados. Essa etapa possibilitou o treinamento direto das técnicas de mensuração e ajuste, fundamentais para garantir maior eficiência no processo de prescrição.

A capacitação é considerada estratégica para o fortalecimento da atenção à reabilitação no Sistema Único de Saúde (SUS), uma vez que a correta prescrição de cadeiras de rodas impacta diretamente na funcionalidade, independência e qualidade de vida das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A formação continuada dos profissionais contribui ainda para qualificar o cuidado, reduzir complicações decorrentes de adaptações inadequadas e ampliar o acesso a tecnologias assistivas apropriadas.

A realização de treinamentos como este reforça o compromisso da rede municipal de saúde com a educação permanente dos profissionais, promovendo atualização técnica e integração entre os serviços de reabilitação, com foco na melhoria da assistência prestada à população.

A realização de treinamentos como este reforça o compromisso da rede municipal de saúde com a educação permanente dos profissionais, promovendo atualização técnica e integração entre os serviços de reabilitação, com foco na melhoria da assistência prestada à população.

Fontes

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência. Disponível em: https://www.gov.br/saude

  • Organização Mundial da Saúde. Guidelines on the Provision of Manual Wheelchairs in Less Resourced Settings. Disponível em: https://www.who.int

  • Organização Pan-Americana da Saúde. Tecnologias Assistivas e Reabilitação. Disponível em: https://www.paho.org

Planejamento das Mediações em LIBRAS

OTICS Bangu realiza planejamento de mediações em LIBRAS e organização da 5ª turma do Curso de LIBRAS – Básico I

No dia 5 de março de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado o planejamento das mediações em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) para os atendimentos voltados aos usuários surdos da rede de saúde da Área Programática 5.1. Na mesma ocasião, também foi iniciada a organização das inscrições da 5ª Turma do Curso de LIBRAS – Básico I, destinado aos profissionais e trabalhadores(as) da rede de saúde do território.

A atividade teve como objetivo estruturar estratégias que garantam acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, promovendo um atendimento mais inclusivo, qualificado e humanizado à população surda. O planejamento das mediações em LIBRAS contribui para fortalecer o acesso da pessoa surda aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo a comunicação efetiva durante os atendimentos e ampliando a qualidade do cuidado ofertado.

Participaram da atividade Renata Reis representante da Assessoria PSE/PICS/RAP da Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde – DAPS/CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães, Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa; e Elvis Ferreira, Apoiador da Equipe de Acessibilidade Comunicativa / RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra – DAPS/CAP 5.1.

A iniciativa reforça a importância da educação permanente e da organização do processo de trabalho como ferramentas essenciais para a efetivação do direito à comunicação no SUS, ampliando o acesso aos serviços de saúde, fortalecendo a equidade e assegurando o cuidado integral às pessoas surdas.

A ação também está alinhada às normativas nacionais que reconhecem a LIBRAS como meio legal de comunicação, regulamentam sua oferta nos serviços públicos e garantem os direitos das pessoas com deficiência no acesso às políticas públicas de saúde, reafirmando o compromisso da rede com a promoção da inclusão e da acessibilidade.

Fontes:

Brasil. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).
Brasil. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 – Regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e estabelece a inclusão da LIBRAS nos serviços públicos.
Brasil. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) – Estatuto da Pessoa com Deficiência.
Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência.

Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – 2026

Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – 2026 segue com segundo dia de atividades

Dando continuidade ao cronograma iniciado em 03 de março de 2026, foi realizado hoje, 05 de março de 2026, o segundo dia da Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (ASSTT), promovida pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador Estadual (CEREST Estadual), com a participação de todos os CERESTs da Região Metropolitana. A atividade, realizada de forma remota no horário das 9h às 12h, teve como foco a construção do mapa da Rede de Atenção à Saúde (RAS) e do controle social do município sede do CEREST, etapa fundamental para compreender a organização da rede assistencial e os espaços de participação social relacionados à saúde do trabalhador. A oficina tem como objetivo conhecer o perfil produtivo dos trabalhadores e trabalhadoras, identificar os processos produtivos presentes nos territórios e fortalecer a vigilância em saúde do trabalhador, contribuindo para a qualificação do planejamento das ações regionais.

A atividade foi acompanhada na sala de tutoria da OTICS Bangu pela Thamine Gouvêa dos Santos – Enfermeira do CEREST Zona Oeste (PAM Bangu), reforçando o compromisso da área programática com a qualificação técnica das equipes e o aprimoramento das análises territoriais no âmbito da saúde do trabalhador.

A iniciativa é estratégica para consolidar a Análise de Situação de Saúde como instrumento norteador das ações da Rede de Atenção à Saúde (RAS), articulando informações epidemiológicas, organização da rede assistencial e participação do controle social. Ao promover esse espaço de construção coletiva, o CEREST Estadual contribui para o fortalecimento da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora no âmbito do SUS, ampliando a capacidade de identificação de riscos, agravos relacionados ao trabalho e planejamento de intervenções nos territórios.

O cronograma dos encontros seguirá com as seguintes datas:

  • 03/03/2026 – Construção do mapa epidemiológico (município sede do CERESTT);

  • 05/03/2026 – Construção do mapa da RAS e do controle social (município sede do CERESTT);

  • 10/03/2026 – Reunião de coordenadores e apresentação da ASSTT de 07 (sete) CERESTTs;

  • 12/03/2026 – Apresentação da ASSTT dos 07 (sete) CERESTTs restantes.

Fontes

Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria nº 1.823/2012).

Ministério da Saúde. Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST).

Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro. Diretrizes da Vigilância em Saúde do Trabalhador.

Se quiser, também posso transformar esse texto em uma versão mais curta e estratégica para postagem no Instagram da OTICS, mantendo o tom institucional.

Planejamento do NUPDEC Gestor – AP 5.1

OTICS Bangu sedia planejamento do NUPDEC Gestor para fortalecimento da preparação das unidades de saúde da AP 5.1

No dia 04 de março de 2026, das 16h às 17h, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu foi palco do Planejamento do NUPDEC Gestor (Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil), reunindo profissionais da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS), Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) e da Unidade de Resposta Rápida (URR) da Área Programática 5.1. A atividade contou com a participação de 3 pessoas de forma presencial e 4 de maneira remota. O encontro teve como foco o planejamento das ações do NUPDEC Gestor voltadas às direções das unidades de saúde da AP 5.1, abordando estratégias de preparação para eventos de desastres naturais nos territórios. Durante a atividade, foram discutidos tópicos relacionados à organização das equipes, identificação de riscos e fortalecimento das ações preventivas no âmbito da gestão das unidades de saúde.

O NUPDEC (Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil) é um grupo voluntário formado por moradores e apoiado pela Defesa Civil, que atua na prevenção, monitoramento e resposta a riscos em áreas vulneráveis, promovendo a segurança da população. No contexto da saúde, o planejamento dessas ações é fundamental para apoiar a gestão das unidades na organização de respostas rápidas e na articulação com a rede intersetorial diante de situações de risco e desastres.

A iniciativa também contribui para o fortalecimento da resiliência comunitária, por meio de ações como capacitação, mapeamento de ameaças e desenvolvimento de atividades educativas, ampliando a capacidade de resposta das equipes e da população frente a eventos adversos.

A atividade contou com a participação de Ney Junior, Paulo Bueno e Renata Paula (Vigilância Ambiental – Risco Não Biológico / CAP 5.1), Juliane e Julian (Unidade de Resposta Rápida – URR) e Isabela (Divisão de Vigilância em Saúde – Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil).

Fontes

Brasil. Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. Política Nacional de Proteção e Defesa Civil – Lei nº 12.608/2012.
Brasil. Ministério da Saúde. Vigilância em Saúde Ambiental e Gestão de Riscos e Desastres no SUS.
Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil. Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil (NUPDEC).

Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora

Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – 2026 inicia atividades

Teve início hoje, 03 de março de 2026, a Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (ASSTT), promovida pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador Estadual (CEREST Estadual), com participação de todos os CERESTs da Região Metropolitana. A atividade, realizada de forma remota, acontece no horário das 9h às 12h e marca o primeiro momento do cronograma, com a construção do mapa epidemiológico do município sede do CERESTT. A oficina tem como objetivo conhecer o perfil produtivo dos trabalhadores e trabalhadoras e identificar os processos produtivos presentes nos territórios, fortalecendo a vigilância em saúde do trabalhador e qualificando o planejamento das ações regionais.

A Supervisora do CEREST Zona Oeste – AVS – CAP 5.1, Simone Leite, acompanhou a atividade na sala de tutoria da OTICS Bangu, reforçando o compromisso da área programática com a qualificação técnica e o aprimoramento das análises territoriais.

A iniciativa é estratégica para consolidar a Análise de Situação de Saúde como instrumento norteador das ações da Rede de Atenção à Saúde (RAS), articulando informações epidemiológicas, organização da rede assistencial e participação do controle social. Ao promover esse espaço de construção coletiva, o CEREST Estadual contribui para o fortalecimento da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora no âmbito do SUS, ampliando a capacidade de identificação de riscos, agravos relacionados ao trabalho e planejamento de intervenções nos territórios.

O cronograma dos encontros seguirão nas datas, 03/03/2026  – Construção do mapa epidemiológico (município sede do CERESTT); 05/03/2026 – Construção do mapa da RAS e do controle social (município sede do CERESTT); 10/03/2026 – Reunião de coordenadores e apresentação da ASSTT de 07 (sete) CERESTTs e dia 12/03/2026 – Apresentação da ASSTT dos 07 (sete) CERESTTs restantes.

Fontes

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria nº 1.823/2012).

  • Ministério da Saúde. Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST).

  • Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro. Diretrizes da Vigilância em Saúde do Trabalhador.

Planejamento das Mediações em LIBRAS

No dia 3 de março de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado o planejamento das mediações em LIBRAS para os atendimentos aos usuários surdos, além da organização das inscrições da 5ª Turma do Curso de LIBRAS – Básico I, destinado aos profissionais e trabalhadores(as) da AP 5.1. A atividade teve como objetivo estruturar estratégias que garantam acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde do território, promovendo um atendimento mais inclusivo, qualificado e humanizado à população surda.

Participaram do trabalho Brendon Ferreira (Facilitador do RAP da Saúde/CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa) e Elvis Ferreira (Apoiador da Equipe de Acessibilidade Comunicativa / RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra – DAPS/CAP 5.1). A iniciativa reforça a importância da educação permanente e da organização do processo de trabalho como ferramentas essenciais para a efetivação do direito à comunicação no SUS, ampliando o acesso, fortalecendo a equidade e assegurando o cuidado integral às pessoas surdas. A ação está alinhada às normativas nacionais que reconhecem a LIBRAS como meio legal de comunicação, regulamentam sua oferta nos serviços públicos e garantem os direitos das pessoas com deficiência no acesso às políticas públicas de saúde.

Fontes:

  • Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).

  • Decreto nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005 – Regulamenta a Lei nº 10.436/2002.

  • Lei nº 13.146 de 6 de julho de 2015 – Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência.

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência.

Reunião de Preceptores da RAPS Zona Oeste

Reunião de Preceptores da RAPS Zona Oeste fortalece alinhamento dos processos formativos

No dia 26 de fevereiro, das 9h às 12h, foi realizada na OTICS a Reunião de Preceptores da RAPS Zona Oeste, reunindo 20 participantes, entre preceptores que atuam na formação de estudantes e profissionais nos serviços da rede. O encontro teve como público-alvo os Preceptores da RAPS da Zona Oeste e abordou temas estratégicos para o fortalecimento do processo formativo, entre eles, Processo seletivo para estágio obrigatório de Serviço Social; Processo seletivo para treinamento profissional e Início do estágio de Enfermagem nos campos de prática. A reunião foi conduzida por Aline Vieira, Psicóloga e Presidente do Centro de Estudos IMAS Juliano Moreira, que destacou a importância do alinhamento técnico-pedagógico entre os campos de estágio e a coordenação da rede. O objetivo do evento foi promover o alinhamento do processo de formação na RAPS Zona Oeste, garantindo organização, qualidade pedagógica e integração entre ensino e serviço.

A qualificação da preceptoria é fundamental para assegurar experiências formativas consistentes e alinhadas às diretrizes da Rede de Atenção Psicossocial, que integra o Sistema Único de Saúde. O fortalecimento do diálogo entre gestores, preceptores e instituições formadoras contribui para aprimorar a prática profissional, qualificar o cuidado em saúde mental e consolidar a integração ensino-serviço como estratégia essencial para a formação no SUS. A iniciativa reafirma o compromisso da RAPS Zona Oeste com uma formação ética, técnica e alinhada às necessidades do território, fortalecendo o cuidado integral à população.

Fontes