Prévia de Qualificação de Ponto Focal da Equipe de Risco Biológico

No dia 27 de abril de 2026, das 9h30 às 12h, foi realizada, no auditório da OTICS, a Prévia de Qualificação de ponto focal da equipe de Risco Biológico da Área Programática 5.1 (AP 5.1). A atividade contou com a participação de quatro Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) e teve como público-alvo profissionais que atuam diretamente nas ações de vigilância em saúde no território. Durante o encontro, foram abordados aspectos fundamentais relacionados à atuação do AVS como ponto focal de Risco Biológico nas unidades de saúde da AP 5.1. A qualificação destacou as responsabilidades desses profissionais no monitoramento, prevenção e manejo de situações envolvendo riscos biológicos, além de reforçar fluxos de comunicação e protocolos de atuação diante de eventos que possam impactar a saúde dos trabalhadores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa teve como objetivo qualificar os AVS para o desempenho de suas atribuições no âmbito da equipe de Risco Biológico, fortalecendo a capacidade de resposta das unidades de saúde frente a situações que envolvam exposição a agentes biológicos. A formação também buscou promover maior segurança no ambiente de trabalho, contribuindo para a proteção dos profissionais de saúde e da população assistida.

A importância da atividade está diretamente relacionada ao fortalecimento das ações de vigilância em saúde e à prevenção de agravos associados a riscos biológicos, especialmente em contextos de atenção primária, onde a identificação precoce e a adoção de medidas adequadas são essenciais. Ao investir na capacitação contínua dos profissionais, a rede de saúde amplia sua efetividade, assegura melhores práticas assistenciais e contribui para a qualidade dos serviços ofertados. A qualificação foi conduzida por Áurea Caroline da Vale Silva, Vigilante em Saúde Ambiental (VSA) da AP 5.1, e Ricardo Nascimento da Silva, também VSA da AP 5.1, que compartilharam conhecimentos técnicos e experiências práticas com os participantes.

Fontes: Ministério da Saúde – Vigilância em Saúde; Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) – Biossegurança em serviços de saúde; Organização Mundial da Saúde (OMS) – Segurança do paciente e prevenção de infecções.

Reunião Técnica dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 27 de abril de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

Confira sobre os cursos OTICS Rio: Clique aqui!

 

Confecção de Jogos Educativos Adaptados para a Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza confecção de jogos educativos para a prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 24 de abril de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado no trabalho da prevenção de arboviroses (como dengue, zika e chikungunya), com a confecção de jogos educativos adaptados, como quebra-cabeças, jogos da memória e caça-palavras com temas específicos, além de jogos de tabuleiro interativos e atividades práticas de identificação de focos do mosquito.

Jogos Educacionais Adaptados

  • Quebra-cabeças e Jogos da Memória: Utilizar imagens de medidas preventivas (pneus secos, caixas d’água tampadas, etc.) ou do ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti. Esses jogos estimulam a memória e a cognição enquanto transmitem informações importantes.
  • Caça-palavras e Palavras Cruzadas: Desenvolver passatempos com vocabulário relacionado às arboviroses (sintomas, prevenção, nomes dos mosquitos). Isso pode ser uma atividade relaxante, mas informativa, durante os intervalos.
  • Jogos de Tabuleiro Personalizados: Criar ou adaptar jogos de tabuleiro onde os jogadores avançam ao responder corretamente a perguntas sobre prevenção ou identificar potenciais criadouros do mosquito. Um exemplo adaptável é o “A Cidade Dorme”, que pode ser usado para ensinar sobre sintomas e prevenção de forma divertida.
  • Aplicativos e Jogos Digitais: Se houver acesso a dispositivos móveis, aplicativos como o “Caça Dengue” oferecem jogos como sete erros e coleta seletiva que abordam o tema de forma interativa.

Atividades Práticas e Interativas

  • Rodas de Conversa e Discussões: Organizar sessões curtas de diálogo onde os participantes podem compartilhar experiências, tirar dúvidas e discutir soluções para problemas específicos no ambiente de trabalho ou em casa.
  • “Agentes de Saúde” no Trabalho: Designar duplas ou trios de idosos como “fiscais” por um dia, com a tarefa de inspecionar o local de trabalho (áreas comuns, vasos de plantas, depósitos) em busca de potenciais focos de água parada, reportando-os de forma lúdica.
  • Sessões de “Brainstorming” de Soluções: Pedir aos idosos que pensem em soluções criativas para problemas de prevenção no local de trabalho. Estudos mostram que as ideias geradas pelos próprios participantes tendem a ser mais eficazes e memoráveis.
  • Distribuição de Materiais e Kits de Prevenção: Fornecer materiais informativos, como folhetos e cartilhas do Ministério da Saúde, e pequenos kits de prevenção (repelentes, areia para vasos de plantas).

Dicas para Implementação no Ambiente de Trabalho

  • Manter a Relevância: Adaptar as atividades para o contexto do local de trabalho, garantindo que as informações sejam diretamente aplicáveis ao seu dia a dia.
  • Promover a Interação Social: Focar em jogos e atividades em grupo para incentivar a cooperação e a troca de conhecimentos, o que é benéfico para a saúde mental e social dos idosos.
  • Flexibilidade e Inclusão: Considerar diferentes níveis de mobilidade e habilidades cognitivas, oferecendo uma variedade de opções para que todos possam participar.

 

A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Saúde Integral da População Negra

No dia 22 de abril de 2026, turno tarde, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Jaqueline Nascimento, apoiadora do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, esteve envolvida na elaboração da apresentação sobre Saúde da População Negra, destinada ao Grupo de Gestores da CAP 5.1. Objetivo: desenvolver uma apresentação informativa e reflexiva sobre as ações, desafios e estratégias de promoção da equidade racial em saúde, fortalecendo o compromisso da gestão com a implementação das políticas públicas voltadas à população negra, em consonância com as diretrizes do Ministério da Saúde e da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN). A importância da iniciativa visa sensibilizar e orientar os gestores quanto à relevância da inclusão de práticas antirracistas no cotidiano do SUS, assegurando acesso equitativo, cuidado integral e respeito à diversidade étnico-racial. Essa ação reforça o papel estratégico da gestão local na promoção da justiça social e na redução das iniquidades em saúde, contribuindo para o fortalecimento da atenção integral à população negra no território.

A Política nacional de Saúde integral da População negra define os princípios, a marca, os objetivos, as diretrizes, as estratégias e as responsabilidades de gestão, voltados para a melhoria das condições de saúde desse segmento da população. inclui ações de cuidado, atenção, promoção à saúde e prevenção de doenças, bem como de gestão participativa, participação popular e controle social, produção de conhecimento, formação e educação permanente para trabalhadores de saúde, visando à promoção da equidade em saúde da população negra. Sua formulação ficou a cargo da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP), com assessoria do Comitê Técnico de Saúde da População negra (CTSPn), cabendo a essa secretaria a responsabilidade pela articulação para sua aprovação no Conselho nacional de Saúde (CnS) e a pactuação na Comissão intergestores Tripartite (CiT). É também atribuição da SGEP, no processo de implementação desta Política, o monitoramento, a avaliação e o apoio técnico aos estados e municípios. Esta Política abrange ações e programas de diversas secretarias e órgãos vinculados ao Ministério da Saúde (MS). Trata-se, portanto, de uma política transversal, com formulação, gestão e operação compartilhadas entre as três esferas de governo, de acordo com os princípios e diretrizes do SUS. Seu propósito é garantir maior igualdade no que tange à efetivação do direito humano à saúde, em seus aspectos de promoção, prevenção, atenção, tratamento e recuperação de doenças e agravos transmissíveis e não transmissíveis, incluindo aqueles de maior prevalência nesse segmento populacional. Ela se insere na dinâmica do Sistema único de Saúde (SUS), por meio de estratégias de gestão solidária e participativa, destacando: utilização do quesito cor na produção de informações epidemiológicas para a definição de prioridades e tomada de decisão; ampliação e fortalecimento do controle social; desenvolvimento de ações e estratégias de identificação, abordagem, combate e prevenção do racismo institucional no ambiente de trabalho, nos processos de formação e educação permanente de profissionais; implementação de ações afirmativas para alcançar a equidade em saúde e promover a igualdade racial.

 

📚 Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (Portaria nº 992/2009)
  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)
  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)
  • Rede OTICS-Rio

Saúde do Homem e da Pessoa Idosa

Nesta tarde, 22 de abril de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa, bem como à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

 

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Acessibilidade Comunicativa – Atenção à Saúde do Homem e do Idoso na AP 5.1

Neste dia, 20 de abril de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa, bem como à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1.

A atividade foi conduzida por Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães, administrativos surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 17 de abril de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 8 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

Confira sobre os cursos OTICS Rio: Clique aqui!

 

Grupo de Trabalho (GT) sobre Violências

No dia 17 de abril de 2026, no auditório da OTICS Bangu, foi realizado o primeiro encontro do “Grupo de Trabalho (GT) sobre Violências – estratégias de lida, prevenção e reparação”, com duração das 9h às 12h. A atividade reuniu entre 15 e 20 participantes, tendo como público-alvo profissionais do Deambulatório Senador Camará, com o objetivo de fortalecer as práticas de cuidado diante das múltiplas expressões da violência presentes no território. Durante o encontro, foram discutidas estratégias de manejo e abordagem de situações de violência em suas diversas manifestações, considerando os desafios enfrentados no cotidiano dos serviços de saúde. O espaço possibilitou a troca de experiências entre os profissionais, a construção coletiva de alternativas de intervenção e a reflexão sobre práticas que promovam acolhimento, proteção e cuidado integral aos usuários. A condução da atividade ficou a cargo de Angélica Vilarim da Silva, psicóloga e supervisora do Deambulatório Senador Camará, que mediou as discussões e contribuiu com orientações técnicas voltadas ao enfrentamento das violências no âmbito da saúde.

O principal objetivo do GT é capacitar os profissionais para o manejo qualificado de situações de violência, ampliando a compreensão sobre o tema e fortalecendo as estratégias de intervenção no território. A proposta contempla uma série de encontros ao longo do ano de 2026, previstos para os dias 19 de junho, 14 de agosto e 16 de outubro, garantindo a continuidade do processo formativo.

A importância da iniciativa está na qualificação dos profissionais que atuam diretamente com populações em situação de vulnerabilidade, possibilitando intervenções mais seguras, sensíveis e efetivas. Ao fortalecer o olhar para as violências e suas repercussões na saúde, o GT contribui para a promoção do cuidado integral, a prevenção de agravos e o aprimoramento das respostas institucionais no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fontes fidedignas:

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências.
  • Ministério da Saúde. Linha de Cuidado para Atenção Integral à Saúde de Pessoas em Situação de Violência.
  • Organização Mundial da Saúde (OMS). Relatório Mundial sobre Violência e Saúde.

Colegiado Gestor Ampliado – CAP 5.1

Na manhã do dia 16 de abril de 2026, o auditório da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho sediou o Colegiado Gestor Ampliado, reunindo representantes da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, da Clínica da Família Fiorello Raymundo, da Clínica da Família Faim Pedro, do CMS Padre Miguel e do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho. O encontro ocorreu das 9h às 12h e contou com a participação de 39 pessoas, entre usuários e profissionais de saúde.

O evento teve como objetivo central promover a participação popular junto às unidades de saúde, fortalecendo o diálogo entre gestão, trabalhadores e comunidade, princípio fundamental do Sistema Único de Saúde (SUS). Durante o encontro, foram abordados temas estratégicos relacionados ao cadastramento dos usuários, essencial para a organização do cuidado e para o acesso qualificado aos serviços da Atenção Primária à Saúde (APS).

As discussões foram conduzidas pela Diretora Ingrid Sayao (Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho) e pelos Gerentes Técnicos Iris Moraes (CF Fiorello Raymundo), Aline Azevedo (CF Faim Pedro), Fabio Monteiro (CMS Padre Miguel) e Julia Marques (CMS Manoel Guilherme), que contribuíram com orientações técnicas e esclarecimentos fundamentais para o alinhamento das ações no território.

A realização do Colegiado Gestor Ampliado reafirma o compromisso das unidades envolvidas e da OTICS com a gestão participativa, o controle social e o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, reconhecida como a principal porta de entrada do SUS e fundamental para a promoção do cuidado integral, contínuo e equitativo à população.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
  • Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS/MS)
  • Departamento de Saúde da Família (DESF/MS)

Curso de Libras para Profissionais da Atenção Primária da AP 5.1

Neste dia, 16 de abril de 2026, turno da manhã, no auditório da OTICS Bangu, foi realizada a sexta aula da 5ª turma do Curso Básico I de Libras. A atividade contou com o apoio de Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa), além de Renata Reis, fonoaudióloga do CER, responsável pela mediação do curso.

O público-alvo da formação é composto por profissionais de saúde da Atenção Primária, e o principal objetivo do curso é capacitá-los para se comunicar de forma eficaz e humanizada com pacientes surdos, contribuindo para a melhoria do acesso, da qualidade do atendimento e da experiência em saúde da comunidade surda. A proposta vai além do ensino da língua, contemplando também a compreensão da cultura surda, fundamental para a promoção de um atendimento mais inclusivo e para a redução das barreiras de comunicação nos serviços de saúde.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua com estrutura própria, de modalidade visual-espacial, distinta da língua portuguesa. Assim como outras línguas naturais, a Libras possui níveis linguísticos como fonologia, morfologia, sintaxe e semântica, além de um vocabulário próprio, composto por sinais.

É importante destacar que a Libras não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa, que permanece como língua oficial do país, mas se configura como um instrumento essencial para garantir o direito à comunicação das pessoas surdas. Nesse sentido, a qualificação dos profissionais de saúde em Libras representa um avanço significativo na construção de um sistema de saúde mais acessível, equitativo e humanizado.

Fontes e referências
• Lei nº 10.436/2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais como meio legal de comunicação e expressão
• Decreto nº 5.626/2005 – Regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e trata da inclusão da Libras nos serviços públicos
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Ministério da Educação – Diretrizes para educação e difusão da Libras
• Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – Dados sobre a população com deficiência no Brasil