Finalização das Oficinas de Territorialização das Unidades da OTICS Bangu – AP 5.1

 

O Observatório de Tecnologias de Informação e Comunicação em Sistemas e Serviços de Saúde (OTICS), Estação Bangu, responsável pela territorialização da Área de Planejamento (AP) 5.1, finaliza com sucesso as oficinas de territorialização com delineação de todas as microáreas das Unidades de Saúde do território. Agradeço a todos os envolvidos; a parceria da Alexsandra Barroso Clarin do Georreferenciamento da Divisão de Informação Controle e Avaliação (DICA) – CAP 5.1, foi primordial para otimizar o trabalho, oportunizando os encontros com os ajustes de território e em sequência as delineações das nossas microáreas. Gostaria de agradecer também todos os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), Enfermeiros – Responsável Técnico (RT) e Gerentes das unidades, que com muito compromisso, fizeram o resultado acontecer.

Participaram das oficinas 14 Unidades de Saúde, sendo 6 Clínicas da Família (CF) e 7 Centros Municipais de Saúde (CMS), CF Antônio Gonçalves da Silva, CF Faim Pedro, CF Fiorello Raymundo, CF Maria José de Sousa Barbosa, CF Nildo Aguiar, CF Rosino Baccarini, CF Wilson Mello Santos, CMS Athayde José da Fonseca, CMS Catiri, CMS Eithel Pinheiro, CMS Henrique Monat, CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, CMS Padre Miguel e CMS Waldyr Franco.

Geoprocessamento é um procedimento integrante dos SIGs (Sistema de Informações Geográficas) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

O objetivo do trabalho foi a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

 

Saiba mais sobre Territorialização em Saúde: https://www.epsjv.fiocruz.br/noticias/dicionario-jornalistico/territorializacao-em-saude

Qualificação Operacional para Agentes de Vigilância em Saúde – AP 5.1

AP 5.1 promove qualificação operacional para Agentes de Vigilância em Saúde

Encontro reuniu 45 profissionais para atualização sobre atribuições, rotinas de trabalho, vigilância ambiental e integração com a Atenção Primária

No dia 18 de agosto de 2026, das 8h às 17h, foi realizada, no auditório da OTICS, a atividade “Qualificação operacional e atribuições do cargo dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1”. O encontro reuniu 45 Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) da Área de Planejamento 5.1 (AP 5.1), em uma programação voltada à atualização profissional, ao alinhamento de processos e ao fortalecimento das ações de Vigilância em Saúde no território. O evento teve como objetivo qualificar e atualizar os profissionais sobre as novas atribuições, a rotina operacional e os fluxos de trabalho dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1, fortalecendo a atuação integrada das equipes e contribuindo para a melhoria das ações desenvolvidas junto à população.

A construção e organização da atividade foram conduzidas por Ricardo Nascimento da Silva, Sub-responsável Técnico da Vigilância Ambiental da AP 5.1, que também integrou a programação como palestrante.

Integração e atualização para fortalecer o trabalho no território

A programação teve início com as boas-vindas e a abertura da reciclagem, conduzidas por Isabela Souza e Nilson Rabelo, preparando os participantes para um dia de troca de conhecimentos e atualização das práticas profissionais.

Na sequência, Isabela Souza abordou “A importância da integração dos agentes na Atenção Primária na ótica da DVS”, destacando a necessidade de fortalecer a articulação entre os Agentes de Vigilância em Saúde e os demais profissionais e serviços da Atenção Primária.

Rafael Pinheiro apresentou conteúdos relacionados aos conceitos de Vigilância em Saúde Ambiental (VSA), incluindo a definição e as implicações dos fatores de risco biológico e não biológico, além das atribuições do AVS no contexto do município do Rio de Janeiro.

Na abordagem prática das atividades de campo, Paulo Bueno falou sobre a rotina do trabalho de campo e o preenchimento da ficha de investigação ambiental, enquanto Josimar apresentou a qualificação em Ovitrampa, ferramenta utilizada nas ações de monitoramento e vigilância do Aedes.

Programação da tarde amplia conhecimentos técnicos

No período da tarde, a qualificação prosseguiu com temas diretamente relacionados às atividades desenvolvidas pelos agentes no território.

Cicero abordou a supervisão e o trabalho de campo, destacando aspectos importantes para o acompanhamento e a organização das atividades realizadas pelas equipes.

Neemias apresentou conteúdos sobre geoprocessamento, recurso importante para a organização e análise das informações territoriais e para o planejamento das ações de Vigilância em Saúde.

Na sequência, Viviana e Eduardo falaram sobre a rotina de trabalho de campo, marcação de quarteirão, percepção do agente para outros agravos e integração dos AVS na Clínica na perspectiva do agente, reforçando a importância do olhar do profissional sobre o território e da integração com os serviços de saúde.

Um dos momentos da programação foi dedicado ao SINAN, bloqueio, Ouvidoria e 1746. Luciana, Ricardo Nascimento da Silva e Silvana abordaram o preenchimento do relatório de atendimento e da FAD 07 (SINAN), a importância da realização dos bloqueios, o preenchimento de relatórios da Ouvidoria com todas as informações necessárias e as abordagens para um atendimento de qualidade no 1746, além do esclarecimento de dúvidas relacionadas aos sistemas.

Encerrando a programação técnica, Raphael, Vera e Igor apresentaram conteúdos sobre Pontos Estratégicos, larvicida e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), laboratório e preenchimento de boletins no contexto do VIGIDADOS, além da discussão sobre pontos críticos.

Qualificação permanente fortalece a Vigilância em Saúde

A diversidade de temas apresentados ao longo do encontro possibilitou aos participantes revisitar procedimentos, atualizar conhecimentos técnicos e discutir situações presentes na rotina dos Agentes de Vigilância em Saúde. A iniciativa também reforça a importância da educação permanente dos profissionais, especialmente em uma área que exige conhecimento do território, identificação de riscos, registro adequado das informações, trabalho integrado e capacidade de resposta diante de diferentes situações de saúde.

Segundo o Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental atua na identificação e no monitoramento de fatores ambientais que podem interferir na saúde humana, subsidiando ações de promoção da saúde, prevenção e controle de riscos e agravos. A atuação articulada das equipes e o conhecimento das características do território são fundamentais para o planejamento e a execução dessas ações. Ministério da Saúde — Vigilância em Saúde e Ambiente

A Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS) estabelece a Vigilância em Saúde como um processo contínuo e sistemático de coleta, análise e disseminação de informações sobre eventos relacionados à saúde, com o objetivo de orientar medidas de prevenção e controle de riscos, doenças e agravos. Ministério da Saúde — Política Nacional de Vigilância em Saúde

Nesse contexto, a qualificação realizada pela AP 5.1 representa uma importante estratégia para fortalecer as competências dos Agentes de Vigilância em Saúde, aprimorar os processos de trabalho e ampliar a integração com a Atenção Primária, contribuindo para uma atuação cada vez mais qualificada e articulada no território.

Ao reunir conteúdos teóricos, procedimentos operacionais e experiências relacionadas ao cotidiano dos profissionais, o encontro reafirmou o compromisso com a qualificação permanente das equipes e com o fortalecimento das ações de Vigilância em Saúde no município do Rio de Janeiro.

 

 

OTICS BANGU

Apresentação do Seminário Accountability do CMS Manoel Guilherme

CMS Manoel Guilherme realiza apresentação do Seminário Accountability

O CMS Manoel Guilherme realizou, nesta segunda-feira, 17 de agosto de 2026, a Apresentação do Seminário Accountability, no auditório da OTICS, das 14h às 17h. O encontro reuniu aproximadamente 43 participantes, entre profissionais da unidade, representantes da Coordenação de Área de Planejamento (CAP) 5.1 e profissionais da Secretaria Municipal de Saúde. O seminário teve como principal objetivo apresentar os resultados alcançados pelo CMS Manoel Guilherme, promovendo um momento de compartilhamento de informações, avaliação das ações desenvolvidas e fortalecimento do compromisso institucional com a qualidade dos serviços prestados à população. Durante a atividade, foi abordado o conceito de accountability, entendido, no contexto da gestão pública, como o compromisso de prestar contas, dar transparência às ações realizadas, apresentar resultados e assumir responsabilidade pelos processos e decisões institucionais. A discussão contribui para o fortalecimento de uma gestão mais transparente, responsável e orientada para resultados.

A realização do seminário é importante por proporcionar um espaço de diálogo entre os profissionais da unidade, da CAP 5.1 e da Secretaria Municipal de Saúde, favorecendo a troca de experiências e a análise dos avanços, desafios e resultados obtidos. Além disso, a iniciativa reforça a importância do acompanhamento sistemático das ações e da transparência na gestão dos serviços de saúde.

O encontro contou com a participação de profissionais da Secretaria Municipal de Saúde e da CAP 5.1, ampliando a integração entre os diferentes níveis de gestão e fortalecendo a construção coletiva de estratégias para a melhoria contínua do atendimento.

A apresentação foi conduzida por Júlia Marques, Gerente Técnica, responsável pela atividade, que destacou a relevância do acompanhamento dos resultados e da participação dos profissionais na construção de uma gestão cada vez mais qualificada, transparente e comprometida com as necessidades da população.

A iniciativa representa mais um passo no fortalecimento da gestão do CMS Manoel Guilherme, valorizando o trabalho das equipes e a utilização dos resultados como instrumento para o planejamento, a tomada de decisões e o aprimoramento contínuo dos serviços oferecidos à comunidade.

 

Fontes de referência

Reunião de Equipe – CEREST Zona Oeste

Reunião de Equipe do CEREST Zona Oeste fortalece ações de Saúde do Trabalhador

No dia 17 de agosto de 2026, das 14h às 16h30, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS Rio Bangu, a Reunião de Equipe do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) Zona Oeste, com a participação de 09 profissionais.

A reunião teve como objetivo alinhar as atividades relacionadas à Saúde do Trabalhador no território, em articulação com a Ponto Focal em Saúde do Trabalhador. O encontro proporcionou um espaço de diálogo, planejamento e organização do processo de trabalho, contribuindo para o fortalecimento das ações de vigilância, promoção e atenção integral à saúde dos trabalhadores.

A atividade foi conduzida por Lúcia Regina, do DAPS/CAP 5.1, e  Simone Leite, Diretora do CEREST Zona Oeste. Durante o encontro, foram discutidas as atividades desenvolvidas no território, os encaminhamentos necessários e as estratégias para o aprimoramento das ações de Saúde do Trabalhador.

A iniciativa está alinhada às diretrizes da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNSTT), que estabelece princípios e estratégias para a atenção integral à saúde dos trabalhadores, considerando a identificação dos riscos e agravos relacionados aos processos e ambientes de trabalho e a articulação das ações de promoção, prevenção, vigilância e assistência.

Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Portaria nº 1.823, de 23 de agosto de 2012. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2012.

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Brasília, DF: Ministério da Saúde.

Mês de Valorização da Paternidade

Mês de Valorização da Paternidade – Saúde do Homem e da Pessoa Idosa

No dia 17 de agosto de 2026, foi realizado, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Rio Bangu, um momento de trabalho técnico referente ao Projeto do Mês de Valorização da Paternidade, com foco na promoção da participação dos homens no cuidado, na saúde e na vida familiar.

A atividade foi conduzida por Elvis Ferreira, apoiador da Saúde do Homem e da Pessoa Idosa, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa da AP 5.1. A iniciativa teve como propósito fortalecer a abordagem da paternidade e do cuidado no âmbito da Atenção Primária à Saúde, contribuindo para a ampliação do acesso dos homens aos serviços de saúde e para a construção de práticas que reconheçam a paternidade como uma dimensão importante do cuidado integral.

O Mês de Valorização da Paternidade, desenvolvido durante o mês de agosto pelo Ministério da Saúde, busca estimular discussões e ações voltadas à paternidade e ao cuidado. A iniciativa está fundamentada no eixo “Paternidade e Cuidado” da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH), que incentiva a participação dos homens desde o planejamento reprodutivo, passando pelo pré-natal, parto e puerpério, até o acompanhamento do desenvolvimento dos filhos.

Nesse contexto, a valorização da paternidade também representa uma estratégia para aproximar os homens dos serviços de saúde, fortalecendo práticas de promoção da saúde, prevenção de agravos, autocuidado e cuidado compartilhado. O Ministério da Saúde destaca que a participação do homem no pré-natal e nas demais etapas do cuidado familiar pode favorecer tanto a sua própria saúde quanto o fortalecimento dos vínculos entre pais, filhos, parceiros e profissionais de saúde.

A ação contribui, portanto, para a qualificação dos processos de trabalho e para a disseminação de estratégias de cuidado que considerem as diferentes realidades e formas de exercer a paternidade. A proposta está alinhada às diretrizes da PNAISH, que prevê a ampliação e qualificação do acesso da população masculina aos serviços do SUS, o acolhimento e a humanização da atenção, além do incentivo à corresponsabilidade dos homens pela própria saúde e pela saúde de suas famílias.

 

Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. Mês de Valorização da Paternidade. Brasília, DF: Ministério da Saúde. Ministério da Saúde – Mês de Valorização da Paternidade

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde do Homem – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH). Brasília, DF: Ministério da Saúde. Ministério da Saúde – Saúde do Homem

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 3.562, de 12 de dezembro de 2021. Altera o Anexo XII da Portaria de Consolidação GM/MS nº 2, de 28 de setembro de 2017, que dispõe sobre a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. Portaria GM/MS nº 3.562/2021 – Biblioteca Virtual em Saúde

BRASIL. Ministério da Saúde. Pré-Natal: o pré-natal também é para o parceiro. Brasília, DF: Ministério da Saúde. Ministério da Saúde – Pré-Natal

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 17 de agosto de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Eduardo Rodrigues Marques, Agente de Vigilância em Saúde (AVS) da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território. Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Supervisão do Serviço de Residência Terapêutica (SRT) Rangel

No dia 13 de agosto de 2026, das 14h às 16h40, foi realizada, no espaço sala de tutoria da OTICS Bangu, a Supervisão do Serviço de Residência Terapêutica (SRT) Rangel, reunindo oito profissionais da equipe em um momento de análise, troca de experiências e qualificação do cuidado em saúde mental. A atividade foi direcionada à equipe do SRT e teve como principal foco a supervisão dos casos acompanhados pelo serviço. Durante o encontro, foram discutidas as especificidades dos usuários, estratégias de manejo clínico e psicossocial, além do alinhamento das condutas adotadas no cotidiano do cuidado. O espaço favoreceu a reflexão crítica sobre as práticas desenvolvidas, promovendo maior integração entre os profissionais e fortalecimento do trabalho em equipe. O objetivo da supervisão foi qualificar o acompanhamento dos casos, garantindo intervenções mais efetivas, seguras e alinhadas às necessidades dos usuários do Serviço de Residência Terapêutica. A iniciativa contribui para a organização dos processos de trabalho e para a melhoria contínua da assistência prestada, considerando os princípios da atenção psicossocial e do cuidado em liberdade.

A importância da atividade está diretamente relacionada ao fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), especialmente no que se refere ao cuidado de pessoas em processo de desinstitucionalização. A supervisão sistemática dos casos permite maior resolutividade das equipes, qualifica a tomada de decisão e assegura um cuidado mais humanizado, integral e centrado no usuário.

A condução da atividade ficou a cargo de Larissa Galdino Alcantara dos Anjos, coordenadora técnica de seguimento, que orientou as discussões e apoiou a equipe na construção de estratégias de cuidado mais qualificadas.

Fontes: Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Mental; Portaria nº 3.088/2011 (Institui a Rede de Atenção Psicossocial – RAPS); Organização Mundial da Saúde (OMS) – Saúde mental e serviços comunitários.

Conclusão do Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na Inserção de DIU e Implante Subdérmico

Dia 13 de agosto de 2026 – Terceiro dia (Atividade Prática)

No dia 13 de agosto de 2026, das 8h às 17h, o Treinamento de Planejamento Reprodutivo foi concluído com a realização do módulo prático, no auditório da OTICS Bangu, com apoio do laboratório de informática. Neste último dia, os profissionais participantes puderam vivenciar, de forma prática, os conteúdos abordados ao longo da capacitação.

A atividade prática foi realizada com o uso de simuladores ginecológicos e modelos anatômicos (treinadores de habilidades), possibilitando o treinamento das técnicas de inserção do DIU e do implante subdérmico em ambiente seguro e controlado. Essa metodologia contribui para o desenvolvimento de habilidades técnicas, aumento da segurança profissional e qualificação da assistência prestada à população.

O momento prático é fundamental para consolidar o aprendizado teórico, permitindo que os profissionais aprimorem suas competências e estejam mais preparados para ofertar o serviço de forma qualificada nas unidades de saúde.

A capacitação foi coordenada por Vanessa Henriques, Responsável Técnica de Enfermagem da CAP 5.1, e Priscila Mafra, Responsável Técnica de Medicina da CAP 5.1, reafirmando o compromisso com a educação permanente em saúde e com a qualificação contínua dos profissionais da rede.

Grupo de Estudos Saúde da População Negra

Grupo de Estudos debate Saúde Integral da População Negra e fortalece ações de equidade no SUS

No dia 13 de agosto de 2026, das 9h às 12h, o auditório da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho sediou o Grupo de Estudos Saúde Integral da População Negra, reunindo 10 participantes entre trabalhadores da saúde, estudantes da área da saúde e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A atividade foi conduzida por Aline Vieira, psicóloga e presidente do Centro de Estudos do Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira.

O encontro teve como objetivo apresentar os fundamentos da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) e promover a construção de propostas de intervenção voltadas aos serviços de saúde. A atividade constituiu um espaço de aprendizagem, reflexão e troca de experiências sobre a importância da promoção da equidade racial e do enfrentamento das desigualdades que impactam as condições de saúde da população negra.

Durante o grupo de estudos, foram abordados aspectos introdutórios da Saúde Integral da População Negra, destacando os princípios, diretrizes e estratégias da política nacional, além da importância do reconhecimento dos determinantes sociais da saúde e do combate ao racismo institucional como parte das ações de cuidado e gestão em saúde.

A iniciativa também estimulou a elaboração de projetos de intervenção voltados à qualificação dos serviços, buscando fortalecer práticas de cuidado mais inclusivas, humanizadas e alinhadas aos princípios da universalidade, integralidade e equidade que orientam o SUS. A construção coletiva de propostas contribui para ampliar o acesso da população aos serviços de saúde e fortalecer ações de promoção, prevenção e cuidado nos territórios.

A realização do Grupo de Estudos reafirma o compromisso da Secretaria Municipal de Saúde com a educação permanente, a promoção da equidade racial e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à saúde da população negra.

Fonte:

Política Nacional de Saúde Integral da População Negra: Uma Política do SUS

Segundo dia do Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na Inserção de DIU e Implante Subdérmico

Dia 12 de agosto de 2026 – Segundo dia (Aprofundamento Teórico)

No dia 12 de agosto de 2026, das 8h às 17h, no auditório da OTICS Bangu, foi realizado o segundo dia do Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na inserção de DIU e implante subdérmico, dando continuidade ao processo formativo dos profissionais da CAP 5.1. Neste segundo momento, os conteúdos teóricos foram aprofundados, com ênfase nas técnicas de inserção dos métodos, manejo de possíveis intercorrências, acompanhamento dos usuários e qualificação do aconselhamento em saúde. Também foram discutidos fluxos assistenciais, organização do processo de trabalho e ampliação do acesso aos métodos contraceptivos nas unidades de saúde.

Palestrante Vanessa Henriques, Responsável Técnica de Enfermagem da CAP 5.1.

A continuidade da formação reforça o objetivo de capacitar os profissionais para uma atuação segura, ética e resolutiva, promovendo a ampliação da oferta de métodos contraceptivos e garantindo o direito ao planejamento reprodutivo.

Palestrante Priscila Mafra, Responsável Técnica de Medicina da CAP 5.1.

A importância da ação está diretamente relacionada à qualificação do cuidado e à consolidação de práticas baseadas nas políticas públicas de saúde, fortalecendo o papel da Atenção Primária como ordenadora do cuidado e promotora da saúde integral.

Palestrante Zuleide Aguiar, Enfermeira Obstetra da Casa de Parto.

Fontes e referências

• Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher
• Ministério da Saúde – Caderno de Atenção Básica: Planejamento Reprodutivo
• Organização Mundial da Saúde – Diretrizes sobre métodos contraceptivos e planejamento familiar
• Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – Recomendações para uso de LARC (DIU e implante)
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade