Estudantes do IFRJ participam de treinamento sobre Georreferenciamento em Saúde

Treinamento sobre Georreferenciamento aproxima estudantes do IFRJ das ferramentas de análise territorial em saúde

A OTICS Bangu – AP 5.1 – SMS – RJ promoveu um treinamento sobre Georreferenciamento, destinado aos estudantes do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). A atividade foi conduzida por Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1, e contou também com a participação de Erica Rodrigues, enfermeira da CAP 5.1. O treinamento teve como objetivo apresentar aos estudantes conceitos e aplicações do georreferenciamento e do geoprocessamento no contexto da saúde, demonstrando como as informações espaciais podem ser utilizadas para compreender a distribuição de pessoas, serviços, agravos e demais características presentes no território. Durante a atividade, foram abordados aspectos relacionados à análise territorial e espacial, destacando a importância dos mapas e das ferramentas de geoprocessamento para organizar, visualizar e interpretar informações de saúde. A utilização dessas tecnologias permite relacionar dados epidemiológicos e sociodemográficos à localização geográfica, contribuindo para uma compreensão mais precisa das características e necessidades de diferentes territórios.

O georreferenciamento possui importante aplicação na área da Saúde Pública, especialmente no planejamento e na organização das ações da Atenção Primária à Saúde. A espacialização das informações possibilita identificar áreas de maior vulnerabilidade, apoiar o diagnóstico territorial, orientar a distribuição de recursos e subsidiar a definição de estratégias de promoção, prevenção e assistência à saúde. A atividade também contribuiu para aproximar os estudantes do IFRJ da realidade do SUS, proporcionando uma experiência prática sobre a utilização de ferramentas de informação territorial aplicadas ao planejamento em saúde. Nesse contexto, a integração entre instituições de ensino e serviços de saúde favorece a formação de profissionais mais preparados para utilizar dados e tecnologias como instrumentos de apoio à tomada de decisão.

A iniciativa reforça a importância do geoprocessamento como ferramenta de apoio à gestão e à vigilância em saúde, contribuindo para que as equipes conheçam melhor o território em que atuam e possam planejar ações de acordo com as necessidades identificadas.

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