Supervisão Seguimento RT Manoel

Supervisão do Serviço de Residência Terapêutica do CAPS Lima Barreto promove alinhamento de práticas e planejamento de trabalho

Na tarde do dia 17 de março de 2026, na sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a supervisão RT Manoel do Serviço de Residência Terapêutica (SRT) do CAPS Lima Barreto – AP 5.1. A atividade contou com a participação de quatro apoiadores (cuidadores) das residências terapêuticas, tendo como público-alvo a equipe de SRT. Durante o encontro, foram discutidos temas voltados à direção de trabalho e ao planejamento do processo terapêutico, com foco na qualificação da comunicação e na organização das práticas desenvolvidas nas RTs. A supervisão foi conduzida por Larissa Galdino Anjos, coordenadora SRT CAPS Lima Barreto, que destacou a importância desses momentos coletivos para fortalecer o cuidado e a articulação entre as equipes que atuam nos dispositivos de saúde mental da região.

Residências Terapêuticas (RTs) são casas que integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT) no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que foram internadas por longo tempo em hospitais psiquiátricos. Essas residências visam a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, com o apoio de cuidadores e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de referência. 

As RTs são geralmente vinculadas a um CAPS, que oferece suporte técnico e profissional. As RTs contam com uma equipe de cuidadores que acompanha os moradores no dia a dia, auxiliando em atividades de vida diária, lazer e atividades terapêuticas. 

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

 

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Capacitação “VIGISOLO e o Trabalho dos Agentes de Vigilância no Território”

Capacitação “VIGISOLO e o Trabalho dos Agentes de Vigilância no Território” reforça ações de monitoramento ambiental no Centro Municipal de Saúde Waldyr Franco

Na segunda-feira, 16 de março, das 14h às 16h, a OTICS Bangu sediou, na Sala de Informática, a capacitação “VIGISOLO e o Trabalho dos Agentes de Vigilância no Território”, reunindo 9 Agentes de Vigilância em Saúde do Centro Municipal de Saúde Waldyr Franco. A atividade teve como objetivo principal preparar os profissionais para realizar o reconhecimento territorial.

Durante a capacitação, conduzida por Ney Junior do Risco Não Biológico – AP 5.1, foram abordados temas essenciais para o trabalho de campo, com destaque para:

  • Caracterização de pontos de exposição no território;

  • Importância do georreferenciamento e da coleta de informações para subsidiar análises de risco;

  • Práticas seguras e orientações técnicas para atuação em áreas com histórico de contaminação.

A ação integra o processo de qualificação contínua da vigilância ambiental, reforçando a importância do monitoramento de áreas sensíveis, do cuidado aos possíveis impactos à saúde e da atuação criteriosa dos agentes na proteção da população. Com iniciativas como esta, a AP 5.1 fortalece o compromisso com a saúde ambiental, a prevenção de riscos e a construção de territórios mais seguros e informados.

O estudo de avaliação de risco à saúde humana realizado pelo Vigisolo no município do Rio de Janeiro tem como principais objetivos: a determinação da contaminação dos diversos compartimentos ambientais, o estabelecimento de rotas de exposição, a identificação das populações expostas, bem como, a qualificação de perigo e suas consequências. Como resultado deste estudo são apresentadas recomendações de saúde para o acompanhamento das populações expostas e ações ambientais para inibir as rotas de exposição humana detectadas.

A metodologia usada no Brasil para fazer o estudo de avaliação de risco à saúde humana é a da Agência para Substâncias Tóxicas e Registro de Doenças (Agency for Toxic Substances and Disease Registry – ATSDR) que foi criada com a missão de desenvolver atividades de saúde pública especificamente associadas com a exposição, real ou potencial, a agentes perigosos emitidos para o ambiente.

Consideram-se objetos de avaliação para esta metodologia os compostos químicos, elementos ou combinações que, por sua quantidade, concentração, características físicas ou toxicológicas, possam representar um perigo imediato ou potencial para a saúde humana ou o ambiente, quando são inadequadamente usadas, armazenado, transportado, tratado ou eliminado.

 

Fontes fidedignas utilizadas:
– Guia de Vigilância em Saúde – Ministério da Saúde
– Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro – Subsecretaria de Vigilância em Saúde
– Referências técnicas sobre vigilância de ambientes contaminados (SVS/MS)

Fechamento de Planilhas de Arboviroses – Vigilância Ambiental – AP 5.1

OTICS Bangu realiza fechamento de planilhas de arboviroses referentes às ações de 2025

No dia 12 de novembro de 2025, no turno da manhã, a sala de apoio à gestão da OTICS Bangu foi espaço para o trabalho técnico de consolidação das ações de enfrentamento às arboviroses realizadas ao longo do ano. Na ocasião, Cristina Gonçalves, Agente de Vigilância em Saúde (AVS), atuou no preenchimento e fechamento das planilhas de prevenção das arboviroses, garantindo a atualização dos dados de monitoramento. O objetivo da atividade é manter atualizada a planilha de acompanhamento das ações desenvolvidas em 2025, subsidiando o planejamento estratégico e a elaboração do plano de contingência para o enfrentamento das arboviroses no território. O registro sistemático dessas informações é fundamental para qualificar a análise epidemiológica, fortalecer a tomada de decisão e direcionar ações preventivas de forma mais eficaz. A ação está alinhada às diretrizes da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, por meio da Vigilância em Saúde Ambiental, que compreende um conjunto de ações e serviços voltados ao monitoramento dos fatores ambientais que interferem na saúde humana. Seu propósito é identificar riscos, recomendar medidas de prevenção e promover a saúde da população.

As arboviroses são doenças causadas por vírus transmitidos principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. O termo deriva de “arbovírus”, que significa vírus transmitido por artrópodes. Essas doenças podem apresentar desde quadros leves até complicações graves. Entre os principais vetores destacam-se mosquitos dos gêneros Aedes, Culex e Anopheles, responsáveis pela transmissão de importantes agravos à saúde pública.

O fechamento das planilhas consolida as informações produzidas ao longo do ano e fortalece a vigilância ativa no território, permitindo maior organização das ações preventivas e resposta oportuna diante de possíveis cenários epidemiológicos.

Saiba mais:

Reunião Técnica com Supervisores dos AVSs – AP 5.1

No dia 2 de março de 2026, no turno da manhã, a sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a Reunião Técnica com Supervisores dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs) da AP 5.1. O encontro contou com a participação de 7 supervisores da categoria, tendo como público-alvo os profissionais responsáveis pela supervisão dos AVSs da Área Programática 5.1. Durante a reunião, foram abordados temas fundamentais para o fortalecimento das ações de vigilância no território, com destaque para o fluxo do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e os procedimentos relacionados aos bloqueios epidemiológicos. As discussões reforçaram a importância da organização dos processos de trabalho, da qualificação dos registros e da resposta oportuna às notificações de agravos. O principal objetivo do encontro foi a padronização do fluxo operacional, promovendo maior alinhamento entre as equipes e fortalecendo a efetividade das ações de vigilância em saúde na AP 5.1. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática 5.1, que destacou a relevância do alinhamento técnico contínuo para garantir respostas ágeis e qualificadas às demandas do território.

O Sistema de Informação de Agravos de Notificação – Sinan é alimentado, principalmente, pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória (Portaria de Consolidação nº 4, de 28 de Setembro de 2017), mas é facultado a estados e municípios incluir outros problemas de saúde importantes em sua região, difilobotríase no município de São Paulo.

Sua utilização efetiva permite a realização do diagnóstico dinâmico da ocorrência de um evento na população, podendo fornecer subsídios para explicações causais dos agravos de notificação compulsória, além de vir a indicar riscos aos quais as pessoas estão sujeitas, contribuindo assim, para a identificação da realidade epidemiológica de determinada área geográfica.

O seu uso sistemático, de forma descentralizada, contribui para a democratização da informação, permitindo que todos os profissionais de saúde tenham acesso à informação e as tornem disponíveis para a comunidade. É, portanto, um instrumento relevante para auxiliar o planejamento da saúde, definir prioridades de intervenção, além de permitir que seja avaliado o impacto das intervenções.

Saiba mais clicando aqui:https://www.gov.br/aids/pt-br/indicadores-epidemiologicos/sistemas-de-informacao/sinan

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 27 de fevereiro de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 20 de fevereiro de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

 

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Supervisão Seguimento RT Manoel

Supervisão do Serviço de Residência Terapêutica do CAPS Lima Barreto promove alinhamento de práticas e planejamento de trabalho

Na manha do dia 19 de fevereiro de 2026, na sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a supervisão RT Manoel do Serviço de Residência Terapêutica (SRT) do CAPS Lima Barreto – AP 5.1. A atividade contou com a participação de quatro apoiadores (cuidadores) das residências terapêuticas, tendo como público-alvo a equipe de SRT. Durante o encontro, foram discutidos temas voltados à direção de trabalho e ao planejamento do processo terapêutico, com foco na qualificação da comunicação e na organização das práticas desenvolvidas nas RTs. A supervisão foi conduzida por Larissa Galdino Anjos, coordenadora SRT CAPS Lima Barreto, que destacou a importância desses momentos coletivos para fortalecer o cuidado e a articulação entre as equipes que atuam nos dispositivos de saúde mental da região.

Residências Terapêuticas (RTs) são casas que integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT) no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que foram internadas por longo tempo em hospitais psiquiátricos. Essas residências visam a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, com o apoio de cuidadores e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de referência. 

As RTs são geralmente vinculadas a um CAPS, que oferece suporte técnico e profissional. As RTs contam com uma equipe de cuidadores que acompanha os moradores no dia a dia, auxiliando em atividades de vida diária, lazer e atividades terapêuticas. 

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

 

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Capacitação sobre Aplicação de Bota de Unna

Capacitação sobre Aplicação de Bota de Unna fortalece a qualificação da assistência na Atenção Primária Prisional

No dia 11 de fevereiro, das 8h30 às 17h, o Auditório da OTICS sediou a Capacitação Aplicação de Bota de Unna, reunindo 13 enfermeiros da Atenção Primária Prisional em um importante momento de atualização técnica e aprimoramento profissional. A atividade foi conduzida por Michelle Bernardino, Responsável Técnica (RT) de Enfermagem do Sistema Prisional de Gericinó, e contou com a participação das palestrantes Helena Guimarães e Erica Rodrigues dos Santos, representantes da Secretaria – Gerência da Área Técnica de Atenção às Pessoas com Feridas. A capacitação teve como objetivo qualificar os enfermeiros para a avaliação clínica adequada e inserção da Bota de Unna, fortalecendo a assistência às pessoas privadas de liberdade que apresentam lesões vasculares, especialmente úlceras venosas, condição frequente e que demanda acompanhamento criterioso na Atenção Primária à Saúde (APS).

Durante o encontro, foram trabalhados conteúdos teóricos e práticos essenciais para a tomada de decisão segura no cuidado de feridas, incluindo: Avaliação de ferida vascular e venosa; Realização do Índice Tornozelo-Braquial (ITB); Uso de doppler manual para avaliação do fluxo arterial periférico; Técnica correta de aplicação da Bota de Unna. A abordagem integrada desses conteúdos é fundamental para garantir que a terapia compressiva seja indicada de forma segura, evitando complicações em pacientes com comprometimento arterial.

A Bota de Unna é uma terapia compressiva inelástica composta por uma bandagem impregnada com substâncias como óxido de zinco, glicerina, gelatina e água. Ela é indicada principalmente para o tratamento de úlceras venosas crônicas e edemas decorrentes da insuficiência venosa.

Sua principal função é promover compressão terapêutica, auxiliando no retorno venoso, reduzindo o edema e favorecendo o processo de cicatrização. Por ser uma terapia compressiva, sua aplicação exige avaliação prévia da circulação arterial, sendo indispensável a realização do ITB, exame que compara a pressão arterial do tornozelo com a do braço, garantindo segurança na indicação do tratamento.

De acordo com o Ministério da Saúde, por meio dos protocolos de Atenção Básica voltados ao cuidado de pessoas com condições crônicas e manejo de feridas, a terapia compressiva é considerada padrão-ouro no tratamento de úlceras venosas quando não há contraindicação arterial. A Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) também reforça que a avaliação vascular adequada é etapa imprescindível antes da aplicação de qualquer método compressivo.

No contexto da Atenção Primária Prisional, a qualificação técnica dos enfermeiros é estratégica para ampliar a resolutividade do cuidado, reduzir complicações, evitar encaminhamentos desnecessários para níveis secundários e terciários de atenção e promover melhor qualidade de vida aos usuários do sistema prisional.

A iniciativa reafirma o compromisso com a educação permanente em saúde, fortalecendo práticas baseadas em evidências científicas e alinhadas às diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo assistência segura, humanizada e de qualidade.

A OTICS segue como espaço de apoio à formação e atualização dos profissionais, contribuindo para o fortalecimento das ações de saúde no território.

Fontes consultadas

BRASIL. Prefeitura de Porto Alegre. Protocolo – Prevenção e Tratamento de Feridas: Atenção Primária à Saúde. Porto Alegre: SMS/POA, 2025. – Detalha modalidades de terapia compressiva incluindo a Bota de Unna. Protocolo de feridas APS – Porto Alegre

PERBONI, E. O. et al. A Bota de Unna como recurso terapêutico na insuficiência venosa crônica e úlceras: uma revisão bibliográfica. Lumen et Virtus, v. 16, n. 53, 2025. – Revisão científica sobre evidências de uso da Bota de Unna. Revisão Bibliográfica sobre Bota de Unna

EWMA – European Wound Management Association. Compression therapy & leg ulcers: guidelines e recursos de melhores práticas. – Diretrizes e melhores práticas internacionais para uso de terapia compressiva no manejo de úlceras de membros inferiores. EWMA Compression Therapy Guidelines

MARTINS JUNIOR, E. Manual Sobre a Técnica de Aplicação da Bota de Unna em Pacientes com Úlceras Venosas. Universidade Federal de São Paulo, 2018. – Manual validado sobre técnica de aplicação da Bota de Unna para profissionais de saúde. Manual de Aplicação da Bota de Unna (UNIFESP)

 

Ação de Prevenção Contra a Dengue CMS MGSF – AP 5.1

Ação de prevenção contra a dengue no CMS Manoel Guilherme reforça o combate ao mosquito transmissor na AP 5.1

Na manhã do dia 10 de fevereiro de 2026, profissionais do Centro Municipal de Saúde Manoel Guilherme da Silveira Filho, localizado na AP 5.1, realizaram uma ação educativa de prevenção contra a dengue, com a participação dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVS). A atividade teve como objetivo orientar usuários e profissionais da unidade sobre medidas preventivas e o controle do mosquito transmissor da doença.

Durante a ação, foram disponibilizadas informações educativas sobre a dengue, com destaque para os cuidados no ambiente domiciliar, especialmente em áreas de baixo, onde há maior risco de acúmulo de água parada. Cartazes ilustrativos foram utilizados como ferramenta de apoio, facilitando a compreensão da população sobre os principais focos do Aedes aegypti e a importância da eliminação desses criadouros. Um dos momentos de maior impacto da atividade foi a observação das larvas do mosquito transmissor por meio de um telescópio, possibilitando que pacientes e profissionais visualizassem de forma prática e educativa o ciclo de vida do vetor. Essa abordagem contribuiu para ampliar a conscientização e reforçar a corresponsabilidade de todos na prevenção da doença.

A dengue é uma doença viral transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti e representa um importante problema de saúde pública no Brasil, especialmente nos períodos de maior calor e chuvas. A prevenção é a principal forma de combate, baseada na eliminação de focos do mosquito, no manejo adequado de resíduos e no armazenamento correto da água.

A realização de ações educativas como essa é fundamental para o fortalecimento da Vigilância em Saúde, promovendo a informação, a mobilização social e a adoção de práticas preventivas que contribuem para a redução de casos de dengue e outras arboviroses no território.

A dengue faz parte de um grupo de doenças denominadas arboviroses, que se caracterizam por serem causadas por vírus transmitidos por vetores artrópodes. No Brasil, o vetor da dengue é a fêmea do mosquito Aedes aegypti (significa “odioso do Egito”). Os vírus dengue (DENV) estão classificados cientificamente na família Flaviviridae e no gênero Orthoflavivirus. Até o momento são conhecidos quatro sorotipos – DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4 –, que apresentam distintos materiais genéticos (genótipos) e linhagens.

Dengue

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Secretaria de Vigilância em Saúde

  • Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

  • Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS)

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 09 de fevereiro de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Cristina Gonçalves – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicada ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/