Vigilância Ambiental na Digitação do LIRAa

Vigilância Ambiental em Saúde realiza digitação do LIRAa na OTICS Bangu

No dia 08 de maio de 2026, os profissionais da Vigilância Ambiental em Saúde da Área Programática 5.1 (AP 5.1) estiveram reunidos na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu para a realização da digitação do Survey – LIRAa (Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti). A atividade faz parte do processo de monitoramento contínuo das arboviroses e integra as ações estratégicas de prevenção e controle desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Saúde. O principal objetivo da ação é consolidar e organizar os dados coletados em campo durante as vistorias domiciliares, permitindo a identificação das áreas com maior índice de infestação do mosquito Aedes aegypti. Essas informações são fundamentais para subsidiar o planejamento das medidas de controle, orientar a alocação de recursos e equipes, e definir ações prioritárias de combate ao vetor.

A importância do LIRAa está na sua capacidade de oferecer um diagnóstico rápido e preciso da situação entomológica de cada território, contribuindo para ações mais eficazes de prevenção e resposta frente às doenças transmitidas pelo mosquito, como dengue, zika e chikungunya. Além disso, o levantamento fortalece a integração entre vigilância, atenção primária e comunidade, promovendo uma abordagem territorial e participativa no enfrentamento das arboviroses.

Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti constitui um método simplificado que proporciona uma rápida obtenção de indicadores entomológicos, permitindo uma compreensão abrangente da distribuição do vetor Aedes aegypti.

Sistema LIRAa/LIA desempenha um papel crucial ao facilitar as análises entomológicas, fornecendo informações detalhadas sobre índices prediais (percentual de imóveis positivos), índice Breteau (percentual de depósitos positivos) e o tipo predominante de recipiente positivo. Esses dados visam otimizar e direcionar estrategicamente as ações de controle do vetor, proporcionando uma delimitação eficaz das áreas de risco entomológico.

Além disso, o Sistema LIRAa/LIA possibilita a avaliação de metodologias de controle, contribuindo significativamente para as atividades de comunicação e mobilização. A ampla divulgação dos resultados dos índices, tanto para parceiros internos quanto externos, incluindo a população, promove a conscientização e engajamento.

Fontes: Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio); Coordenação de Vigilância Ambiental em Saúde – AP 5.1; OTICS Bangu.

Ministério da Saúde (MS)

Matriciamento da Equipe de Acessibilidade Comunicativa

No dia 7 de maio de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu sediou o encontro de matriciamento com a Equipe de Acessibilidade Comunicativa, reunindo Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, além de Willian Inácio e Yasmin Guimarães, apoiadores surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, e Renata Reis, fonoaudióloga do Centro Especializado em Reabilitação (CER). O encontro teve como principal objetivo discutir o matriciamento realizado com uma paciente surda atendida e acompanhada pela equipe, promovendo a troca de saberes e estratégias entre os profissionais envolvidos no cuidado. A atividade buscou fortalecer a construção de práticas mais acessíveis, humanizadas e inclusivas no âmbito da assistência em saúde, garantindo um atendimento qualificado e adequado às necessidades da população surda. Durante a reunião, foram debatidas questões relacionadas à comunicação acessível, ao acolhimento e às melhores formas de acompanhamento da paciente, considerando não apenas os aspectos clínicos, mas também as especificidades linguísticas e culturais da comunidade surda. O matriciamento se configura como uma importante ferramenta de apoio técnico-pedagógico às equipes, contribuindo para a ampliação da resolutividade dos serviços e para a promoção da equidade no cuidado em saúde.

A iniciativa reforça a importância da acessibilidade comunicativa nos serviços do SUS, reconhecendo a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como instrumento fundamental para garantir o direito à comunicação das pessoas surdas. A presença de apoiadores surdos no processo também fortalece a construção de práticas mais inclusivas e sensíveis às demandas dessa população, promovendo maior autonomia, acolhimento e vínculo no atendimento em saúde.

Segundo a Lei nº 10.436/2002, a Libras é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil, sendo dever do poder público promover formas institucionalizadas de apoio ao seu uso e difusão. Além disso, a Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência destaca a necessidade de eliminação das barreiras de comunicação nos serviços de saúde, visando assegurar atenção integral, equitativa e humanizada.

Confecção de Jogos Educativos Adaptados para a Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza confecção de jogos educativos para a prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 24 de abril de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado no trabalho da prevenção de arboviroses (como dengue, zika e chikungunya), com a confecção de jogos educativos adaptados, como quebra-cabeças, jogos da memória e caça-palavras com temas específicos, além de jogos de tabuleiro interativos e atividades práticas de identificação de focos do mosquito.

Jogos Educacionais Adaptados

  • Quebra-cabeças e Jogos da Memória: Utilizar imagens de medidas preventivas (pneus secos, caixas d’água tampadas, etc.) ou do ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti. Esses jogos estimulam a memória e a cognição enquanto transmitem informações importantes.
  • Caça-palavras e Palavras Cruzadas: Desenvolver passatempos com vocabulário relacionado às arboviroses (sintomas, prevenção, nomes dos mosquitos). Isso pode ser uma atividade relaxante, mas informativa, durante os intervalos.
  • Jogos de Tabuleiro Personalizados: Criar ou adaptar jogos de tabuleiro onde os jogadores avançam ao responder corretamente a perguntas sobre prevenção ou identificar potenciais criadouros do mosquito. Um exemplo adaptável é o “A Cidade Dorme”, que pode ser usado para ensinar sobre sintomas e prevenção de forma divertida.
  • Aplicativos e Jogos Digitais: Se houver acesso a dispositivos móveis, aplicativos como o “Caça Dengue” oferecem jogos como sete erros e coleta seletiva que abordam o tema de forma interativa.

Atividades Práticas e Interativas

  • Rodas de Conversa e Discussões: Organizar sessões curtas de diálogo onde os participantes podem compartilhar experiências, tirar dúvidas e discutir soluções para problemas específicos no ambiente de trabalho ou em casa.
  • “Agentes de Saúde” no Trabalho: Designar duplas ou trios de idosos como “fiscais” por um dia, com a tarefa de inspecionar o local de trabalho (áreas comuns, vasos de plantas, depósitos) em busca de potenciais focos de água parada, reportando-os de forma lúdica.
  • Sessões de “Brainstorming” de Soluções: Pedir aos idosos que pensem em soluções criativas para problemas de prevenção no local de trabalho. Estudos mostram que as ideias geradas pelos próprios participantes tendem a ser mais eficazes e memoráveis.
  • Distribuição de Materiais e Kits de Prevenção: Fornecer materiais informativos, como folhetos e cartilhas do Ministério da Saúde, e pequenos kits de prevenção (repelentes, areia para vasos de plantas).

Dicas para Implementação no Ambiente de Trabalho

  • Manter a Relevância: Adaptar as atividades para o contexto do local de trabalho, garantindo que as informações sejam diretamente aplicáveis ao seu dia a dia.
  • Promover a Interação Social: Focar em jogos e atividades em grupo para incentivar a cooperação e a troca de conhecimentos, o que é benéfico para a saúde mental e social dos idosos.
  • Flexibilidade e Inclusão: Considerar diferentes níveis de mobilidade e habilidades cognitivas, oferecendo uma variedade de opções para que todos possam participar.

 

A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Colegiado Gestor Ampliado – CAP 5.1

Na manhã do dia 16 de abril de 2026, o auditório da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho sediou o Colegiado Gestor Ampliado, reunindo representantes da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, da Clínica da Família Fiorello Raymundo, da Clínica da Família Faim Pedro, do CMS Padre Miguel e do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho. O encontro ocorreu das 9h às 12h e contou com a participação de 39 pessoas, entre usuários e profissionais de saúde.

O evento teve como objetivo central promover a participação popular junto às unidades de saúde, fortalecendo o diálogo entre gestão, trabalhadores e comunidade, princípio fundamental do Sistema Único de Saúde (SUS). Durante o encontro, foram abordados temas estratégicos relacionados ao cadastramento dos usuários, essencial para a organização do cuidado e para o acesso qualificado aos serviços da Atenção Primária à Saúde (APS).

As discussões foram conduzidas pela Diretora Ingrid Sayao (Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho) e pelos Gerentes Técnicos Iris Moraes (CF Fiorello Raymundo), Aline Azevedo (CF Faim Pedro), Fabio Monteiro (CMS Padre Miguel) e Julia Marques (CMS Manoel Guilherme), que contribuíram com orientações técnicas e esclarecimentos fundamentais para o alinhamento das ações no território.

A realização do Colegiado Gestor Ampliado reafirma o compromisso das unidades envolvidas e da OTICS com a gestão participativa, o controle social e o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, reconhecida como a principal porta de entrada do SUS e fundamental para a promoção do cuidado integral, contínuo e equitativo à população.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
  • Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS/MS)
  • Departamento de Saúde da Família (DESF/MS)

Avaliação da Campanha de Influenza 2026

No dia 16 de abril de 2026, na sala de tutoria da OTICS Bangu, foi realizada uma reunião online com os Gestores Técnicos (GT) das unidades de saúde da Área Programática 5.1, tendo como pauta principal a avaliação da Campanha de Influenza 2026. O encontro contou com a participação presencial de Julia Marques, GT do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, e Iris, GT da CF Fiorello Raymundo, enquanto os demais gestores participaram de forma remota, fortalecendo a integração entre as unidades. Durante a reunião, foram discutidos os resultados parciais da campanha, os desafios enfrentados pelas equipes no território, as estratégias adotadas para ampliação da cobertura vacinal e a organização dos fluxos de atendimento nas unidades. O momento também possibilitou a troca de experiências entre os gestores, contribuindo para a identificação de boas práticas e ajustes necessários para o alcance das metas estabelecidas.

O principal objetivo do encontro foi avaliar o desempenho das unidades na Campanha de Influenza 2026, analisando indicadores, identificando fragilidades e propondo estratégias que potencializem a adesão da população à vacinação, especialmente dos grupos prioritários. A importância da reunião está na qualificação contínua das ações de imunização, permitindo o alinhamento entre as equipes gestoras e o fortalecimento das estratégias de vacinação no território. A avaliação sistemática das campanhas contribui para a tomada de decisões mais assertivas, ampliação da cobertura vacinal e, consequentemente, para a redução de complicações, internações e óbitos relacionados à influenza, reforçando o compromisso do Sistema Único de Saúde (SUS) com a promoção e proteção da saúde da população.

 

 

 

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Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 13 de abril de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Cristina Gonçalves – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicada ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 10 de abril de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 8 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Cerimônia do Jaleco

Cerimônia do Jaleco 1º Semestre de 2026 – OTICS Bangu / Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1

Na tarde de 10 de abril de 2026, o auditório da OTICS Bangu recebeu a Cerimônia do Jaleco dos estagiários do Curso Técnico em Análises Clínicas e acadêmicos de Biomedicina e biologia, acompanhados de seus familiares. O evento contou com a presença de cerca de 33 participantes e foi conduzido pela bióloga e responsável técnica do Laboratório da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, Flávia Soto, preceptora dos estudantes. A Cerimônia do Jaleco é um rito simbólico e tradicional nos cursos da área da saúde, representando a passagem do estudante da teoria para a prática profissional. Nesse momento, o ato de um familiar vestir o jaleco no estudante marca o compromisso com a ética, o cuidado e a responsabilidade na atuação em saúde, reforçando valores como humanização, empatia e respeito à vida.

Flávia Soto, preceptora dos estudantes.

O objetivo da cerimônia é valorizar o papel social do futuro profissional da saúde, reconhecendo o esforço e a dedicação dos estudantes, além de aproximar as famílias do ambiente formativo, fortalecendo o sentido de pertencimento e de compromisso coletivo com o SUS e com a qualidade do cuidado prestado à população.

Estagiários do Curso Técnico em Análises Clínicas e acadêmicos de Biomedicina e Biologia: Karina Helen da Silva; Melissa Mineiro; Monyque Almeida; Maria Eduarda Oliveira; Renata Helena Silva; Julyana Costa Medeiros; Francine Theodoro; Elisangela Vieira e Gleyce Souza dos Santos.

A importância desse evento vai além do simbolismo: trata-se de um momento de reflexão sobre o papel ético e científico dos profissionais de saúde, estimulando a formação de trabalhadores conscientes de sua missão social e preparados para atuar com excelência e sensibilidade nos serviços públicos de saúde.

A iniciativa reforça o compromisso da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) com a formação técnica e científica de qualidade, apoiando a integração ensino-serviço e o desenvolvimento de práticas que contribuam para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

👏 Parabenizamos todos os estudantes pela conquista e pela dedicação demonstrada ao longo de sua trajetória acadêmica. Que esta nova etapa seja marcada por aprendizado, ética e compromisso com o cuidado integral em saúde. O jaleco branco simboliza não apenas o início da prática profissional, mas também a responsabilidade e o orgulho de servir à sociedade com competência e humanidade.

Fontes:

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)

  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)

  • Rede OTICS-Rio

  • Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho

  • Ministério da Saúde – Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos da Área da Saúde

📍 Assessoria de Comunicação – CAP 5.1 / Rede OTICS-Rio

Apresentação das Linhas de Cuidado Papel da APS à Pessoa Idosa na AP 5.1

Apresentação das Linhas de Cuidado para Profissionais Psicólogos e Assistente Social da eMulti  reforça o papel da APS no cuidado à pessoa idosa na AP 5.1

No dia 26 de março de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu Jaqueline Nascimento, integrantes da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1. Objetivo do evento foi a elaboração da apresentação, para os Profissionais Psicólogos e Assistente Social da eMulti,  “Contextualizar o papel da APS no acompanhamento integral da pessoa idosa no território da AP 5.1”, destacando a importância do cuidado longitudinal, da vigilância ativa e da coordenação do cuidado. Os assuntos abordados foram, Estrutura e funcionamento das linhas de cuidado na APS; Atribuições da Atenção Primária no acompanhamento da população idosa; Fluxos, serviços ofertados e importância da APS como porta de entrada e ordenadora da Rede de Atenção à Saúde e Panorama das necessidades de saúde da pessoa idosa no território.

A apresentação das linhas de cuidado é fundamental para garantir que residentes e novos profissionais compreendam o papel estratégico da APS como coordenadora do cuidado; a centralidade da atenção à pessoa idosa em um cenário de envelhecimento crescente da população; a necessidade de práticas alinhadas às diretrizes da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa e da Atenção Primária à Saúde, como também a importância da articulação entre equipes, apoiadores e serviços da Rede de Atenção à Saúde.

Essa ação contribui para a formação qualificada de futuros profissionais, fortalecendo o cuidado no território e reforçando o compromisso da AP 5.1 com uma atenção integral, equânime e humanizada.

Fontes utilizadas:

– Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI)
– Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
– Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro – Diretrizes da APS e Rede de Atenção

Cerest Zona Oeste

No dia 17 de março de 2026, no período das 10h às 13h, foi realizada na Sala de Reunião do espaço OTICS a reunião com a equipe do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) da Zona Oeste, contando com a participação de 2 de  profissionais de forma presencial e 23 na modalidade online. A atividade integrou a agenda da Sala de Tutoria e teve como pauta principal a apresentação do Cerest Zona Oeste na Câmara Técnica da Comissão Intersetorial Regional (CIR), etapa estratégica para o processo de habilitação do serviço na região.

A apresentação foi conduzida por Flávia Oliveira, Coordenadora da Saúde do Trabalhador, que destacou a importância da estruturação e reconhecimento do Cerest Zona Oeste como referência para o desenvolvimento de ações voltadas à promoção, prevenção e vigilância em saúde do trabalhador. Durante a reunião, foram discutidos os fluxos, atribuições e a relevância da atuação intersetorial para o fortalecimento da rede de atenção à saúde, especialmente no que se refere à identificação e enfrentamento dos agravos relacionados ao trabalho.

O objetivo do encontro foi alinhar informações, fortalecer a articulação entre os atores envolvidos e subsidiar o processo de habilitação do Cerest junto às instâncias regionais, garantindo maior capacidade de resposta às demandas relacionadas à saúde do trabalhador no território. A iniciativa reforça a importância da integração entre gestão, assistência e vigilância, promovendo um cuidado mais amplo e resolutivo no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

A saúde do trabalhador é um campo prioritário nas políticas públicas de saúde, sendo fundamental para a identificação de riscos ocupacionais, prevenção de doenças e promoção de ambientes de trabalho saudáveis. De acordo com o Ministério da Saúde, os Cerest desempenham papel essencial na organização da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (Renast), atuando de forma articulada com outros pontos da rede para garantir atenção integral aos trabalhadores. Além disso, a atuação das comissões intersetoriais fortalece a governança regional e a construção de estratégias coletivas para enfrentamento dos desafios em saúde.

Dessa forma, a reunião contribuiu significativamente para o avanço no processo de habilitação do Cerest Zona Oeste, consolidando sua importância como dispositivo estratégico para a promoção da saúde e qualidade de vida dos trabalhadores.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (Renast)

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora

  • Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) – Saúde do Trabalhador e Ambientes Saudáveis