Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 26 de maio de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Cristina Gonçalves – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicada ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 25 de maio de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Eduardo Rodrigues Marques, Agente de Vigilância em Saúde (AVS) da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

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Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 22 de maio de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Anailton Dantas – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

 

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

Fonte:

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Acessibilidade Comunicativa – Atenção à Saúde do Homem e do Idoso na AP 5.1

Neste dia, 20 de maio de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa, bem como à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1.

A atividade foi conduzida por Jaqueline Nascimento e Elvis Ferreira, apoiadores da Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães, administrativos surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde. A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

 

 

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Acessibilidade Comunicativa

Nesta manhã do dia 19 de maio de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço de encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, e Jaqueline Nascimento, apoiadora da Equipe de Acessibilidade/Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência;
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015);
Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da Universalidade, Equidade e Integralidade.

Reunião Online sobre Processo de Trabalho e Indicadores da AP 5.1

Profissionais da Vigilância Ambiental participam de reunião online sobre processo de trabalho e indicadores na AP 5.1

A Divisão de Vigilância em Saúde da Área Programática 5.1 (AP 5.1) promoveu uma reunião online com os profissionais da Vigilância Ambiental – Risco Biológico, reunindo equipes técnicas de ponta, supervisores e representantes da direção da divisão. O encontro teve como tema central o processo de trabalho desenvolvido pelas equipes, além da análise dos indicadores e das ações promovidas no território da AP 5.1. A atividade foi realizada de forma remota, fortalecendo a integração entre os profissionais e ampliando o espaço para troca de experiências, alinhamento de estratégias e aprimoramento das práticas de vigilância em saúde. A reunião teve como objetivo fortalecer o monitoramento das ações relacionadas ao risco biológico, avaliar os resultados alcançados pelas equipes e discutir medidas para qualificar ainda mais os serviços prestados à população. Também foram debatidas estratégias de atuação voltadas à prevenção, controle e resposta aos agravos de interesse em saúde ambiental.

A Vigilância Ambiental desempenha papel fundamental na identificação, monitoramento e controle de fatores ambientais que podem impactar a saúde pública, contribuindo diretamente para a promoção da saúde e prevenção de doenças nos territórios.

As ações desenvolvidas seguem diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Ministério da Saúde, especialmente no âmbito da Vigilância em Saúde Ambiental, conforme estabelecido pela Política Nacional de Vigilância em Saúde e pelas orientações técnicas da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente.

 

 

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Vigilância em Saúde Ambiental;
  • Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS);
  • Sistema Único de Saúde (SUS).

Saúde do Homem e da Pessoa Idosa

Nesta tarde, 18 de maio de 2026, na sala de tutoria da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

 

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

 

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

 

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Reunião Técnica dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 18 de maio de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) Zona Oeste

Na manhã do dia 14 de maio de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a enfermeira Laís Borges Braz, integrante da equipe do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) Zona Oeste, para a realização da síntese do levantamento das práticas de saúde mental e trabalho desenvolvidas pelos CERESTs regionais e municipais do Estado do Rio de Janeiro. A atividade também contemplou a análise epidemiológica dos casos de violência relacionada ao trabalho no Estado do Rio de Janeiro (ERJ), no período de 2023 a 2025, reforçando a importância do monitoramento e da vigilância em saúde do trabalhador. O encontro teve como objetivo consolidar informações estratégicas sobre as práticas de cuidado em saúde mental voltadas aos trabalhadores, além de analisar os impactos das violências relacionadas ao ambiente laboral, contribuindo para o fortalecimento das ações de vigilância, prevenção e promoção da saúde nos territórios. A iniciativa possibilita identificar padrões epidemiológicos, fatores de risco e necessidades de intervenção, subsidiando políticas públicas e ações integradas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Os Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) compõem a Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST) e têm como principal função promover ações de vigilância, prevenção, assistência e educação em saúde relacionadas aos agravos decorrentes das condições de trabalho. Os CERESTs atuam no apoio técnico às equipes de saúde, na investigação de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho e na construção de estratégias que garantam ambientes laborais mais seguros e saudáveis para a população trabalhadora.

A análise epidemiológica das violências relacionadas ao trabalho representa uma ferramenta essencial para compreender a realidade enfrentada pelos trabalhadores e fortalecer a implementação de ações intersetoriais de cuidado e proteção. Além disso, o levantamento das práticas de saúde mental evidencia a crescente necessidade de discutir o impacto do trabalho na saúde emocional dos profissionais, sobretudo diante dos desafios contemporâneos vivenciados nos diferentes setores laborais.

Fontes:
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNSTT);
Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz);
Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST).

Reunião de Equipe do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) Zona Oeste

No dia 12 de maio de 2026, das 13h às 16h, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu sediou a reunião de equipe do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) Zona Oeste. O encontro reuniu 6 participantes de forma presencial e teve como objetivo fortalecer o planejamento das ações desenvolvidas pela equipe, além de promover alinhamento técnico e integração entre os profissionais do serviço. A atividade foi conduzida pela equipe do CEREST Zona Oeste e organizada por Simone Leite, Supervisora do CEREST Zona Oeste – AVS/CAP 5.1. Durante a reunião, foram discutidas as atividades realizadas pela equipe, o acolhimento relacionado aos dias trabalhados e o treinamento voltado à realização das oficinas desenvolvidas pelo serviço, visando qualificar ainda mais as ações ofertadas aos trabalhadores do território. O encontro destacou a importância da educação permanente em saúde como ferramenta estratégica para o fortalecimento das práticas de cuidado, da vigilância em saúde do trabalhador e da organização dos processos de trabalho. Além disso, o espaço de escuta e troca entre os profissionais contribui para a construção coletiva de estratégias mais eficazes no acompanhamento e na promoção da saúde dos trabalhadores assistidos pelo CEREST.

Os Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CERESTs) integram a Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST), instituída pelo Ministério da Saúde, e têm papel fundamental na promoção, prevenção, vigilância e assistência à saúde dos trabalhadores, atuando na identificação dos riscos relacionados ao trabalho e na construção de ambientes laborais mais seguros e saudáveis.

A realização de reuniões técnicas e momentos de capacitação fortalece a atuação multiprofissional das equipes, amplia a qualidade do cuidado prestado à população trabalhadora e contribui para a consolidação das políticas públicas voltadas à Saúde do Trabalhador no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fontes: