Saúde Integral da População Negra

No dia 22 de abril de 2026, turno tarde, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Jaqueline Nascimento, apoiadora do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, esteve envolvida na elaboração da apresentação sobre Saúde da População Negra, destinada ao Grupo de Gestores da CAP 5.1. Objetivo: desenvolver uma apresentação informativa e reflexiva sobre as ações, desafios e estratégias de promoção da equidade racial em saúde, fortalecendo o compromisso da gestão com a implementação das políticas públicas voltadas à população negra, em consonância com as diretrizes do Ministério da Saúde e da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN). A importância da iniciativa visa sensibilizar e orientar os gestores quanto à relevância da inclusão de práticas antirracistas no cotidiano do SUS, assegurando acesso equitativo, cuidado integral e respeito à diversidade étnico-racial. Essa ação reforça o papel estratégico da gestão local na promoção da justiça social e na redução das iniquidades em saúde, contribuindo para o fortalecimento da atenção integral à população negra no território.

A Política nacional de Saúde integral da População negra define os princípios, a marca, os objetivos, as diretrizes, as estratégias e as responsabilidades de gestão, voltados para a melhoria das condições de saúde desse segmento da população. inclui ações de cuidado, atenção, promoção à saúde e prevenção de doenças, bem como de gestão participativa, participação popular e controle social, produção de conhecimento, formação e educação permanente para trabalhadores de saúde, visando à promoção da equidade em saúde da população negra. Sua formulação ficou a cargo da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP), com assessoria do Comitê Técnico de Saúde da População negra (CTSPn), cabendo a essa secretaria a responsabilidade pela articulação para sua aprovação no Conselho nacional de Saúde (CnS) e a pactuação na Comissão intergestores Tripartite (CiT). É também atribuição da SGEP, no processo de implementação desta Política, o monitoramento, a avaliação e o apoio técnico aos estados e municípios. Esta Política abrange ações e programas de diversas secretarias e órgãos vinculados ao Ministério da Saúde (MS). Trata-se, portanto, de uma política transversal, com formulação, gestão e operação compartilhadas entre as três esferas de governo, de acordo com os princípios e diretrizes do SUS. Seu propósito é garantir maior igualdade no que tange à efetivação do direito humano à saúde, em seus aspectos de promoção, prevenção, atenção, tratamento e recuperação de doenças e agravos transmissíveis e não transmissíveis, incluindo aqueles de maior prevalência nesse segmento populacional. Ela se insere na dinâmica do Sistema único de Saúde (SUS), por meio de estratégias de gestão solidária e participativa, destacando: utilização do quesito cor na produção de informações epidemiológicas para a definição de prioridades e tomada de decisão; ampliação e fortalecimento do controle social; desenvolvimento de ações e estratégias de identificação, abordagem, combate e prevenção do racismo institucional no ambiente de trabalho, nos processos de formação e educação permanente de profissionais; implementação de ações afirmativas para alcançar a equidade em saúde e promover a igualdade racial.

 

📚 Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (Portaria nº 992/2009)
  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)
  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)
  • Rede OTICS-Rio

Saúde do Homem e da Pessoa Idosa

Nesta tarde, 22 de abril de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa, bem como à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

 

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Acessibilidade Comunicativa – Atenção à Saúde do Homem e do Idoso na AP 5.1

Neste dia, 20 de abril de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa, bem como à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1.

A atividade foi conduzida por Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães, administrativos surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 17 de abril de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 8 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Grupo de Trabalho (GT) sobre Violências

No dia 17 de abril de 2026, no auditório da OTICS Bangu, foi realizado o primeiro encontro do “Grupo de Trabalho (GT) sobre Violências – estratégias de lida, prevenção e reparação”, com duração das 9h às 12h. A atividade reuniu entre 15 e 20 participantes, tendo como público-alvo profissionais do Deambulatório Senador Camará, com o objetivo de fortalecer as práticas de cuidado diante das múltiplas expressões da violência presentes no território. Durante o encontro, foram discutidas estratégias de manejo e abordagem de situações de violência em suas diversas manifestações, considerando os desafios enfrentados no cotidiano dos serviços de saúde. O espaço possibilitou a troca de experiências entre os profissionais, a construção coletiva de alternativas de intervenção e a reflexão sobre práticas que promovam acolhimento, proteção e cuidado integral aos usuários. A condução da atividade ficou a cargo de Angélica Vilarim da Silva, psicóloga e supervisora do Deambulatório Senador Camará, que mediou as discussões e contribuiu com orientações técnicas voltadas ao enfrentamento das violências no âmbito da saúde.

O principal objetivo do GT é capacitar os profissionais para o manejo qualificado de situações de violência, ampliando a compreensão sobre o tema e fortalecendo as estratégias de intervenção no território. A proposta contempla uma série de encontros ao longo do ano de 2026, previstos para os dias 19 de junho, 14 de agosto e 16 de outubro, garantindo a continuidade do processo formativo.

A importância da iniciativa está na qualificação dos profissionais que atuam diretamente com populações em situação de vulnerabilidade, possibilitando intervenções mais seguras, sensíveis e efetivas. Ao fortalecer o olhar para as violências e suas repercussões na saúde, o GT contribui para a promoção do cuidado integral, a prevenção de agravos e o aprimoramento das respostas institucionais no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fontes fidedignas:

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências.
  • Ministério da Saúde. Linha de Cuidado para Atenção Integral à Saúde de Pessoas em Situação de Violência.
  • Organização Mundial da Saúde (OMS). Relatório Mundial sobre Violência e Saúde.

Colegiado Gestor Ampliado – CAP 5.1

Na manhã do dia 16 de abril de 2026, o auditório da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho sediou o Colegiado Gestor Ampliado, reunindo representantes da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, da Clínica da Família Fiorello Raymundo, da Clínica da Família Faim Pedro, do CMS Padre Miguel e do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho. O encontro ocorreu das 9h às 12h e contou com a participação de 39 pessoas, entre usuários e profissionais de saúde.

O evento teve como objetivo central promover a participação popular junto às unidades de saúde, fortalecendo o diálogo entre gestão, trabalhadores e comunidade, princípio fundamental do Sistema Único de Saúde (SUS). Durante o encontro, foram abordados temas estratégicos relacionados ao cadastramento dos usuários, essencial para a organização do cuidado e para o acesso qualificado aos serviços da Atenção Primária à Saúde (APS).

As discussões foram conduzidas pela Diretora Ingrid Sayao (Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho) e pelos Gerentes Técnicos Iris Moraes (CF Fiorello Raymundo), Aline Azevedo (CF Faim Pedro), Fabio Monteiro (CMS Padre Miguel) e Julia Marques (CMS Manoel Guilherme), que contribuíram com orientações técnicas e esclarecimentos fundamentais para o alinhamento das ações no território.

A realização do Colegiado Gestor Ampliado reafirma o compromisso das unidades envolvidas e da OTICS com a gestão participativa, o controle social e o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, reconhecida como a principal porta de entrada do SUS e fundamental para a promoção do cuidado integral, contínuo e equitativo à população.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
  • Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS/MS)
  • Departamento de Saúde da Família (DESF/MS)

Curso de Libras para Profissionais da Atenção Primária da AP 5.1

Neste dia, 16 de abril de 2026, turno da manhã, no auditório da OTICS Bangu, foi realizada a sexta aula da 5ª turma do Curso Básico I de Libras. A atividade contou com o apoio de Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa), além de Renata Reis, fonoaudióloga do CER, responsável pela mediação do curso.

O público-alvo da formação é composto por profissionais de saúde da Atenção Primária, e o principal objetivo do curso é capacitá-los para se comunicar de forma eficaz e humanizada com pacientes surdos, contribuindo para a melhoria do acesso, da qualidade do atendimento e da experiência em saúde da comunidade surda. A proposta vai além do ensino da língua, contemplando também a compreensão da cultura surda, fundamental para a promoção de um atendimento mais inclusivo e para a redução das barreiras de comunicação nos serviços de saúde.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua com estrutura própria, de modalidade visual-espacial, distinta da língua portuguesa. Assim como outras línguas naturais, a Libras possui níveis linguísticos como fonologia, morfologia, sintaxe e semântica, além de um vocabulário próprio, composto por sinais.

É importante destacar que a Libras não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa, que permanece como língua oficial do país, mas se configura como um instrumento essencial para garantir o direito à comunicação das pessoas surdas. Nesse sentido, a qualificação dos profissionais de saúde em Libras representa um avanço significativo na construção de um sistema de saúde mais acessível, equitativo e humanizado.

Fontes e referências
• Lei nº 10.436/2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais como meio legal de comunicação e expressão
• Decreto nº 5.626/2005 – Regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e trata da inclusão da Libras nos serviços públicos
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Ministério da Educação – Diretrizes para educação e difusão da Libras
• Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – Dados sobre a população com deficiência no Brasil

Grupo de Trabalho (GT) da Vigilância em Saúde Mental e Trabalho (VSMT)

No dia 16 de abril de 2026, na sala de tutoria da OTICS Bangu, a enfermeira Laís Borsoi Braz, do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) da Zona Oeste, participou de forma remota do Grupo de Trabalho (GT) da Vigilância em Saúde Mental e Trabalho (VSMT). O encontro reuniu profissionais envolvidos na temática, promovendo o diálogo técnico e o fortalecimento das ações voltadas à interface entre saúde mental e saúde do trabalhador. Durante a atividade, foram discutidas estratégias de vigilância, identificação de agravos relacionados ao trabalho e a importância do cuidado integral aos trabalhadores, considerando os impactos psicossociais presentes nos diferentes contextos laborais. A participação no GT possibilitou a troca de experiências e o alinhamento de práticas entre os serviços, contribuindo para o aprimoramento das ações no território. O objetivo do encontro foi fortalecer a atuação da Vigilância em Saúde Mental e Trabalho, por meio da articulação entre os profissionais e da construção coletiva de estratégias que ampliem a capacidade de identificação, notificação e acompanhamento dos agravos relacionados à saúde mental no contexto laboral.

A importância da participação nesse espaço está na qualificação das ações de vigilância e cuidado, promovendo a integração entre as redes de atenção à saúde e saúde do trabalhador. Iniciativas como essa contribuem para a prevenção de adoecimentos, a promoção de ambientes de trabalho mais saudáveis e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à proteção da saúde dos trabalhadores.

Fontes fidedignas:

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora.
  • Ministério da Saúde. Saúde Mental e Trabalho no SUS: diretrizes e estratégias de cuidado.
  • Organização Mundial da Saúde (OMS). Saúde mental no ambiente de trabalho.

Avaliação da Campanha de Influenza 2026

No dia 16 de abril de 2026, na sala de tutoria da OTICS Bangu, foi realizada uma reunião online com os Gestores Técnicos (GT) das unidades de saúde da Área Programática 5.1, tendo como pauta principal a avaliação da Campanha de Influenza 2026. O encontro contou com a participação presencial de Julia Marques, GT do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, e Iris, GT da CF Fiorello Raymundo, enquanto os demais gestores participaram de forma remota, fortalecendo a integração entre as unidades. Durante a reunião, foram discutidos os resultados parciais da campanha, os desafios enfrentados pelas equipes no território, as estratégias adotadas para ampliação da cobertura vacinal e a organização dos fluxos de atendimento nas unidades. O momento também possibilitou a troca de experiências entre os gestores, contribuindo para a identificação de boas práticas e ajustes necessários para o alcance das metas estabelecidas.

O principal objetivo do encontro foi avaliar o desempenho das unidades na Campanha de Influenza 2026, analisando indicadores, identificando fragilidades e propondo estratégias que potencializem a adesão da população à vacinação, especialmente dos grupos prioritários. A importância da reunião está na qualificação contínua das ações de imunização, permitindo o alinhamento entre as equipes gestoras e o fortalecimento das estratégias de vacinação no território. A avaliação sistemática das campanhas contribui para a tomada de decisões mais assertivas, ampliação da cobertura vacinal e, consequentemente, para a redução de complicações, internações e óbitos relacionados à influenza, reforçando o compromisso do Sistema Único de Saúde (SUS) com a promoção e proteção da saúde da população.

 

 

 

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Planejamento Pedagógico do Curso de Libras Básico

Planejamento pedagógico do Curso de Libras Básico fortalece a acessibilidade comunicativa na Atenção Primária à Saúde

No dia 16 de abril de 2026, foi realizada, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, a atividade de planejamento pedagógico do Curso de Libras Básico, com o objetivo de organizar e estruturar as aulas do curso, que terá início no mês de março de 2026. O encontro contou com a participação de Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, Jaqueline Nascimento e Elvis Ferreira, apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa e Renata Reis representante da Assessoria PSE/PICS/RAP da Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde – DAPS/CAP 5.1. . O objetivo do planejamento foi estruturar as ações pedagógicas, os conteúdos programáticos e o cronograma das aulas, visando ampliar o conhecimento dos participantes sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e fortalecer as práticas de acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS).

A capacitação em Libras para profissionais da APS é fundamental para garantir o acesso qualificado das pessoas surdas aos serviços de saúde, promovendo uma comunicação efetiva, segura e humanizada. A Atenção Primária é a principal porta de entrada do SUS e, portanto, desempenha papel estratégico na identificação das necessidades de saúde, no acolhimento e na continuidade do cuidado. Profissionais capacitados em Libras contribuem para a redução de barreiras comunicacionais, o fortalecimento do vínculo com os usuários e a promoção da equidade no cuidado, assegurando o direito à saúde de forma integral.

O planejamento pedagógico coletivo é essencial para garantir a qualidade do processo formativo, a coerência dos conteúdos e a efetividade do curso. A iniciativa reforça o compromisso com a educação permanente em saúde, a inclusão e a acessibilidade, alinhando-se às diretrizes das políticas públicas voltadas à equidade e ao respeito às diversidades. Além disso, contribui para a continuidade da assistência e para o fortalecimento de uma rede de saúde mais acessível e inclusiva.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais, a promoção da acessibilidade comunicativa e o fortalecimento de um SUS mais inclusivo, humano e equitativo.

Fontes e referências:

A ação está alinhada às seguintes normativas e diretrizes oficiais:

  • Constituição Federal de 1988, que assegura a saúde como direito de todos e dever do Estado;

  • Lei nº 10.436/2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão;

  • Decreto nº 5.626/2005, que regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e dispõe sobre a formação de profissionais em Libras;

  • Lei nº 8.080/1990 (Lei Orgânica da Saúde), que organiza o Sistema Único de Saúde (SUS);

  • Política Nacional de Educação Permanente em Saúde;

  • Diretrizes da Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência, do Ministério da Saúde.