Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 15 de setembro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes

“Emergências Climáticas: Saúde e Preparação para os Riscos”

No dia 15 de setembro de 2026, das 14h30 às 16h, a OTICS Bangu recebeu, na Sala de Tutoria, um encontro voltado à apresentação do Comunicado de Risco: Emergências Climáticas e as ações do setor saúde. A atividade reuniu aproximadamente cinco participantes, entre profissionais da Gestão da DVS, Vigilância Ambiental e URR, para discutir os potenciais impactos à saúde relacionados às condições climáticas previstas e as estratégias necessárias para a atuação do setor saúde diante de possíveis emergências climáticas. Entre os assuntos abordados estiveram as emergências climáticas e o fenômeno El Niño, com destaque para os potenciais impactos das condições climáticas sobre a saúde da população. O encontro buscou ampliar a capacidade de antecipação, preparação e resposta dos serviços de saúde, considerando a necessidade de atuação integrada entre os diferentes setores da Vigilância em Saúde. O objetivo foi apresentar recomendações para subsidiar a preparação, a resposta e a continuidade das ações e dos serviços de saúde diante de possíveis situações de emergência relacionadas às condições climáticas previstas.

Ney Junior, Agente de Vigilância em Saúde da equipe de Risco Não Biológico – CAP 5.1 e Ney Junior e Renata Paulla (Vig.Ambiental/Risco Não Biológico)!

A iniciativa reforça a importância do monitoramento de riscos, da vigilância em saúde e do planejamento integrado, contribuindo para a redução de impactos à saúde da população e para a manutenção da assistência em situações adversas. A atividade contou com a participação e condução de, Isabela Sousa – DVS; Ney Junior – Vigilância Ambiental / Risco Não Biológico e Renata Paulla – Vigilância Ambiental / Risco Não Biológico. A realização de encontros como este fortalece a integração entre os setores e a capacidade de planejamento e resposta da AP 5.1 – SMS – RJ, contribuindo para uma atuação mais preparada diante dos desafios relacionados às mudanças e emergências climáticas.

Fontes Oficiais :

  • Ministério da Saúde – Saúde Ambiental e Emergências em Saúde Pública: informações e orientações relacionadas aos impactos dos eventos climáticos sobre a saúde.
    Ministério da Saúde – Saúde Ambiental
  • Instituto Nacional de Meteorologia (INMET): monitoramento e informações meteorológicas utilizadas para acompanhamento das condições climáticas.
    INMET – Instituto Nacional de Meteorologia
  • Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) – Mudanças climáticas e saúde: conteúdos técnicos sobre os impactos das mudanças climáticas na saúde e estratégias de preparação e resposta.
    OPAS – Mudanças climáticas e saúde

Projeto Mente Segura Fortalece Ações de Cuidado à Saúde Mental dos Trabalhadores

Projeto Mente Segura promove discussão sobre riscos psicossociais no CAPS Lima Barreto – AP 5.1

No dia 15 de setembro de 2026, das 9h às 12h, o Auditório da OTICS Bangu recebeu o encontro do Projeto Mente Segura – CAPS Lima Barreto – AP 5.1, reunindo 35 funcionários do CAPS Lima Barreto para um momento de informação, reflexão e cuidado voltado à saúde dos trabalhadores. A atividade contou com a apresentação do SESMT – Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho, que abordou os principais riscos psicossociais presentes no ambiente de trabalho, destacando a importância da identificação, prevenção e adoção de estratégias que contribuam para a promoção da saúde e do bem-estar dos profissionais. Durante o encontro, também foi apresentado o Projeto Mente Segura, iniciativa que será implementada junto aos funcionários do CAPS Lima Barreto, com o propósito de fortalecer ações de prevenção, cuidado e atenção à saúde mental no ambiente de trabalho.

Os riscos psicossociais podem estar relacionados à organização e às condições de trabalho, às relações profissionais, à sobrecarga, ao estresse e a outros fatores que podem impactar a saúde e a qualidade de vida dos trabalhadores. Nesse contexto, promover espaços de diálogo e orientação é fundamental para fortalecer uma cultura institucional de prevenção, acolhimento e cuidado com os profissionais. A iniciativa reforça a importância de cuidar de quem também está na linha de frente da atenção à saúde, contribuindo para ambientes de trabalho mais saudáveis e seguros. O encontro teve como objetivo apresentar aos funcionários do CAPS Lima Barreto os riscos psicossociais relacionados ao trabalho, além de apresentar o Projeto Mente Segura, que será implementado para os profissionais da unidade, fortalecendo ações de prevenção e promoção da saúde mental. A atividade foi conduzida sob a responsabilidade de Priscila Lira – Coordenadora Administrativa do CAPS Lima Barreto, com a participação do SESMT na apresentação dos conteúdos relacionados aos riscos psicossociais e ao Projeto Mente Segura.

A realização do encontro na OTICS Bangu reafirma seu papel como espaço de apoio à Educação Permanente em Saúde, contribuindo para a qualificação, integração e fortalecimento das ações desenvolvidas pelos profissionais da AP 5.1 – SMS – RJ.

 

Fontes e referências

  • BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. A norma estabelece diretrizes para o gerenciamento dos riscos ocupacionais e contempla os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho.
    Ministério do Trabalho e Emprego – NR-1
  • ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). Mental health at work. A publicação aborda os riscos psicossociais no ambiente de trabalho e estratégias para prevenção e promoção da saúde mental dos trabalhadores.
    OMS – Saúde mental no trabalho
  • ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). Guidelines on mental health at work. Diretrizes baseadas em evidências para promoção da saúde mental, prevenção de problemas de saúde mental relacionados ao trabalho e apoio aos trabalhadores.
    OMS – Guidelines on mental health at work

Educação e Cuidado em Diabetes

Projeto de Extensão UCB promove orientação sobre Diabetes Mellitus para pessoas idosas!

No dia 14 de setembro de 2026, das 9h às 10h, o Auditório da OTICS Bangu recebeu uma atividade do Projeto de Extensão da Universidade Castelo Branco (UCB), voltada à promoção da saúde e ao cuidado de pessoas idosas com Diabetes Mellitus (DM). A atividade contou com a participação de 45 pessoas com 60 anos ou mais, com diagnóstico de Diabetes Mellitus e hemoglobina glicada (HbA1c) acima de 8%, público que necessita de atenção e acompanhamento contínuos para o controle da doença e prevenção de complicações. Durante o encontro, foram abordados temas relacionados a “Conhecendo a Diabetes Mellitus, cuidados e prevenção”, proporcionando aos participantes informações sobre a doença, a importância do autocuidado, do acompanhamento regular pelos serviços de saúde e da adoção de medidas que contribuam para o controle da glicemia e a prevenção de complicações. A ação teve como principal objetivo a captação do grupo para orientação e cuidado, fortalecendo a educação em saúde e estimulando os participantes a adotarem práticas de autocuidado e acompanhamento adequado da Diabetes Mellitus.

A iniciativa também reforça a importância da integração entre ensino, serviço e comunidade, aproximando estudantes da área da saúde da realidade vivenciada pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A capacitação foi ministrada pelos estudantes de Medicina da Universidade Castelo Branco (UCB), Sumaya Carvalho; Gabriela Cerqueira; Amanda Araújo e Raphael Vallejo. A solicitação e organização do evento ficaram sob responsabilidade de Letícia de Oliveira, do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

A educação em saúde é uma importante estratégia para ampliar o conhecimento dos usuários sobre doenças crônicas e fortalecer sua autonomia no cuidado. No caso da Diabetes Mellitus, o acompanhamento adequado e a adoção de hábitos saudáveis são fundamentais para contribuir para o controle da doença e reduzir o risco de complicações. A atividade realizada na OTICS Bangu representa, portanto, uma ação de promoção da saúde, prevenção de agravos e educação permanente, fortalecendo a articulação entre a Universidade Castelo Branco, os serviços da Atenção Primária e a comunidade.

🩺 Cuidar também é acompanhar!

A aferição da pressão arterial é uma importante medida para acompanhar a saúde cardiovascular e identificar possíveis alterações. Durante a atividade, os participantes receberam orientações e cuidados para fortalecer o autocuidado e a prevenção. 💙

⚖️ Conhecer para cuidar!

A pesagem e a mensuração da circunferência abdominal fazem parte do acompanhamento da saúde e ajudam na avaliação de fatores de risco relacionados às doenças crônicas. Um momento de cuidado, prevenção e promoção da saúde. 💙

 

 

Fonte:
Ministério da Saúde – Diabetes Mellitus

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 11 de setembro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Elvis Ferreira, apoiador da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência;
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015);
Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da Universalidade, Equidade e Integralidade.

Reunião Técnica do Cerest Zona Oeste

OTICS Bangu recebe Reunião Técnica das Atividades do Cerest Zona Oeste

Na tarde do dia, 11 de setembro de 2026, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu sediou a Reunião de Técnica das Atividades do Cerest Zona Oeste. Os assuntos abordados contemplaram o fluxo de notificação de acidentes e agravos relacionado ao trabalho. A reunião destacou-se pela sua relevância no fortalecimento das ações de prevenção, promoção e proteção da saúde dos trabalhadores, contribuindo para a identificação precoce de riscos, a melhoria da qualidade das informações em saúde e o aprimoramento das estratégias de intervenção. A iniciativa reforça o compromisso com a qualificação contínua das práticas e com o fortalecimento da rede de cuidado em saúde do trabalhador.  A reunião foi conduzida por Simone Leite, Diretora do Cerest Zona Oeste – AVS/CAP 5.1, com apoio da Lúcia Regina, do DAPS/CAP 5.1, reforçando o compromisso com a qualificação contínua das práticas e com o fortalecimento das redes de cuidado no âmbito da saúde do trabalhador.

A Saúde do Trabalhador é uma área estratégica da saúde pública e parte integrante do campo da Saúde Coletiva, com foco na promoção da saúde e na prevenção de agravos relacionados às condições de trabalho. Reconhecendo o trabalho como determinante social da saúde, essa área busca assegurar a atenção integral à saúde da população trabalhadora em seus diversos contextos.

Por meio de ações integradas de Vigilância em Saúde, com destaque para a Vigilância Epidemiológica, o Sistema Único de Saúde (SUS) atua na identificação, monitoramento e enfrentamento de riscos e agravos à saúde decorrentes dos ambientes, processos e relações de trabalho, em todo o território nacional.

Fundamentada nos princípios da universalidade, integralidade, equidade, intersetorialidade e participação social, a política de Saúde do Trabalhador reafirma o direito de todos os trabalhadores e trabalhadoras à saúde, independentemente da natureza do vínculo empregatício ou da formalidade da ocupação.

Nesse sentido, as políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador devem promover ambientes de trabalho seguros, saudáveis e humanizados, bem como contribuir para a prevenção de doenças e agravos, a promoção do bem-estar físico, mental e social, e a garantia da dignidade no trabalho.

Fontes e referências:

Treinamento de Prevenção e Combate a Incêndio

Treinamento de Prevenção e Combate a Incêndio é realizado na OTICS Bangu

No dia 10 de setembro de 2026, às 13h30, o auditório da OTICS Bangu recebeu o Treinamento de Prevenção e Combate a Incêndio, destinado a 25 profissionais da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1. A capacitação foi conduzida por profissionais da Coordenação de Engenharia e Arquitetura (CEA), equipe responsável por apoiar e orientar questões relacionadas à infraestrutura, segurança, manutenção e adequação dos espaços físicos dos serviços de saúde, com a participação de Simone da Cruz Silva Fernandes, da Direção da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

A prevenção e o combate a incêndios são fundamentais para promover a segurança de profissionais, usuários e demais pessoas que circulam nos estabelecimentos de saúde. A capacitação contribui para que os trabalhadores reconheçam situações de risco, adotem medidas preventivas e saibam como agir de forma adequada diante de uma situação de emergência. Em ambientes de saúde, onde há circulação de pessoas, equipamentos, materiais e diferentes instalações, o conhecimento sobre procedimentos de prevenção e resposta a incêndios é uma importante ferramenta para a redução de riscos e proteção da vida e do patrimônio.

O treinamento teve como objetivo orientar e informar os profissionais sobre medidas de prevenção de incêndios, contribuindo para o reconhecimento de situações de risco e para a adoção de condutas adequadas em situações de emergência. Durante a atividade, foram abordados conteúdos relacionados à prevenção de incêndios, reforçando a importância da atuação consciente e segura dos profissionais no ambiente de trabalho. O público-alvo, foram os profissionais da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

🧯 Segurança começa com prevenção! Registro do treinamento de Prevenção e Combate a Incêndio, realizado com profissionais da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1. 🚒👏

Fontes:

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) – informações e orientações relacionadas à prevenção e segurança contra incêndios:
Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – normas e orientações relacionadas à segurança e infraestrutura dos estabelecimentos de saúde:
Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Ministério do Trabalho e Emprego – NR-23 (Proteção Contra Incêndios) – estabelece medidas de prevenção contra incêndios nos ambientes de trabalho:
Norma Regulamentadora nº 23 – Proteção Contra Incêndios

Grupo de Estudos Saúde da População Negra

Grupo de Estudos debate Saúde Integral da População Negra e fortalece ações de equidade no SUS

No dia 10 de setembro de 2026, das 9h às 12h, o auditório da OTICS Bangu sediou o Grupo de Estudos Saúde Integral da População Negra, reunindo 17 participantes entre trabalhadores da saúde, estudantes da área da saúde e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A atividade foi conduzida por Aline Vieira, psicóloga e presidente do Centro de Estudos do Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira.

O encontro teve como objetivo apresentar os fundamentos da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) e promover a construção de propostas de intervenção voltadas aos serviços de saúde. A atividade constituiu um espaço de aprendizagem, reflexão e troca de experiências sobre a importância da promoção da equidade racial e do enfrentamento das desigualdades que impactam as condições de saúde da população negra.

Durante o grupo de estudos, foram abordados aspectos introdutórios da Saúde Integral da População Negra, destacando os princípios, diretrizes e estratégias da política nacional, além da importância do reconhecimento dos determinantes sociais da saúde e do combate ao racismo institucional como parte das ações de cuidado e gestão em saúde.

A iniciativa também estimulou a elaboração de projetos de intervenção voltados à qualificação dos serviços, buscando fortalecer práticas de cuidado mais inclusivas, humanizadas e alinhadas aos princípios da universalidade, integralidade e equidade que orientam o SUS. A construção coletiva de propostas contribui para ampliar o acesso da população aos serviços de saúde e fortalecer ações de promoção, prevenção e cuidado nos territórios.

A realização do Grupo de Estudos reafirma o compromisso da Secretaria Municipal de Saúde com a educação permanente, a promoção da equidade racial e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à saúde da população negra.

Fonte:

Política Nacional de Saúde Integral da População Negra: Uma Política do SUS

Reunião de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional – (APP)

Reunião de Farmacêuticos fortalece os fluxos de trabalho na Atenção Primária Prisional

No dia 9 de setembro de 2026, das 8h30 às 12h, o Auditório da OTICS Bangu recebeu a Reunião de Farmacêuticos na Atenção Primária Prisional, reunindo 25 profissionais para um momento de alinhamento, diálogo e troca de experiências sobre os processos de trabalho no sistema prisional. A atividade teve como público-alvo farmacêuticos e foi conduzida por Kelly Segabinazzi, da Gestão Farmacêutica, como parte da agenda de reuniões bimestrais voltadas ao acompanhamento e alinhamento das atividades desenvolvidas na Atenção Primária Prisional. O encontro teve como objetivo realizar a reunião bimestral dos profissionais farmacêuticos, proporcionando um espaço para alinhamento das rotinas, discussão dos processos de trabalho e fortalecimento da integração entre os profissionais que atuam na assistência farmacêutica no contexto prisional. Durante a reunião, foram discutidos os fluxos de rotina no sistema prisional, possibilitando o compartilhamento de informações e experiências relacionadas ao cotidiano dos serviços. Entre os principais aspectos trabalhados, destacam-se, Alinhamento dos fluxos de trabalho da assistência farmacêutica; Discussão das rotinas desenvolvidas no sistema prisional; Organização dos processos de trabalho; Integração entre os profissionais farmacêuticos e Identificação de demandas e necessidades relacionadas à rotina dos serviços.

A realização periódica de reuniões entre os profissionais contribui para a qualificação dos processos de trabalho, integração das equipes e organização dos fluxos da assistência farmacêutica. No âmbito da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP), o Ministério da Saúde estabelece que os serviços de saúde prisional fazem parte da Rede de Atenção à Saúde do SUS, tendo como perspectiva a garantia do cuidado integral às pessoas privadas de liberdade. A assistência farmacêutica possui papel importante nesse contexto, envolvendo ações relacionadas ao acesso, organização e utilização adequada de medicamentos e insumos. O Ministério da Saúde dispõe de orientações específicas para a assistência farmacêutica no sistema prisional, incluindo aspectos relacionados ao financiamento e à execução do Componente Básico da Assistência Farmacêutica no âmbito da PNAISP. Dessa forma, encontros como a reunião bimestral favorecem o alinhamento das práticas profissionais, a educação permanente e o aprimoramento da assistência prestada, contribuindo para o fortalecimento da atenção à saúde no sistema prisional.

 

Farmacêuticos fortalecem a Saúde Prisional, alinhamento e cuidado!

Fontes oficiais

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Prisional – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP).
Ministério da Saúde – Saúde Prisional / PNAISP

BRASIL. Ministério da Saúde. Assistência Farmacêutica no Sistema Prisional.
Ministério da Saúde – Assistência Farmacêutica no Sistema Prisional

BRASIL. Ministério da Saúde. Sobre a PNAISP.
Ministério da Saúde – Sobre a PNAISP

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria Interministerial nº 1, de 2 de janeiro de 2014. Institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional no âmbito do SUS.
BVS Ministério da Saúde – Portaria Interministerial nº 1/2014

📍 OTICS Bangu – AP 5.1 – SMS – RJ

 

 

 

 

 

 

Acessibilidade Comunicativa – AP 5.1

Neste dia, 8 de setembro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes: