Reunião da Equipe do CEREST Zona Oeste

No dia 28 de abril de 2026, das 10h às 12h, foi realizada na sala de tutoria da OTICS Bangu a Reunião da Equipe do CEREST Zona Oeste, contando com a participação de quatro integrantes de forma presencial e dois de maneira online. No dia 28 de abril de 2026, das 10h às 12h, foi realizada na sala de reunião da OTICS a Reunião da Equipe do CEREST Zona Oeste, contando com a participação de quatro integrantes de forma presencial e dois de maneira online. O encontro teve como pauta principal o alinhamento com o CAPS AD II Júlio César, com foco na organização de uma capacitação sobre saúde do trabalhador voltada aos profissionais do serviço. O CAPS AD II, enquanto equipamento do SUS, desempenha papel fundamental no cuidado às pessoas com transtornos relacionados ao uso de álcool e outras substâncias, e a iniciativa busca fortalecer as práticas de atenção à saúde dos trabalhadores que atuam nesse contexto. A reunião foi conduzida pela equipe do CEREST Zona Oeste, reforçando a importância da articulação intersetorial e da educação permanente como estratégias para qualificar o cuidado e promover ambientes de trabalho mais saudáveis.

A reunião foi conduzida pela equipe do CEREST Zona Oeste, reforçando a importância da articulação intersetorial e da educação permanente como estratégias para qualificar o cuidado e promover ambientes de trabalho mais saudáveis.

 

 

Fontes: Ministério da Saúde; Sistema Único de Saúde; Rede de Atenção Psicossocial.

Supervisão do Serviço de Residência Terapêutica (SRT) Rangel

No dia 28 de abril de 2026, das 14h às 16h40, foi realizada, no espaço sala de tutoria da OTICS Bangu, a Supervisão do Serviço de Residência Terapêutica (SRT) Rangel, reunindo oito profissionais da equipe em um momento de análise, troca de experiências e qualificação do cuidado em saúde mental. A atividade foi direcionada à equipe do SRT e teve como principal foco a supervisão dos casos acompanhados pelo serviço. Durante o encontro, foram discutidas as especificidades dos usuários, estratégias de manejo clínico e psicossocial, além do alinhamento das condutas adotadas no cotidiano do cuidado. O espaço favoreceu a reflexão crítica sobre as práticas desenvolvidas, promovendo maior integração entre os profissionais e fortalecimento do trabalho em equipe. O objetivo da supervisão foi qualificar o acompanhamento dos casos, garantindo intervenções mais efetivas, seguras e alinhadas às necessidades dos usuários do Serviço de Residência Terapêutica. A iniciativa contribui para a organização dos processos de trabalho e para a melhoria contínua da assistência prestada, considerando os princípios da atenção psicossocial e do cuidado em liberdade.

A importância da atividade está diretamente relacionada ao fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), especialmente no que se refere ao cuidado de pessoas em processo de desinstitucionalização. A supervisão sistemática dos casos permite maior resolutividade das equipes, qualifica a tomada de decisão e assegura um cuidado mais humanizado, integral e centrado no usuário.

A condução da atividade ficou a cargo de Larissa Galdino Alcantara dos Anjos, coordenadora técnica de seguimento, que orientou as discussões e apoiou a equipe na construção de estratégias de cuidado mais qualificadas.

Fontes: Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Mental; Portaria nº 3.088/2011 (Institui a Rede de Atenção Psicossocial – RAPS); Organização Mundial da Saúde (OMS) – Saúde mental e serviços comunitários.

Qualificação Sobre o Cuidado da Pessoa Idosa para Agentes Comunitários de Saúde (ACS)

No dia 28 de abril de 2026, das 13h30 às 17h, foi realizada, no auditório da OTICS Bangu, a qualificação sobre o cuidado da pessoa idosa voltada para Agentes Comunitários de Saúde (ACS), reunindo 35 participantes em um momento de aprendizado e fortalecimento das práticas no território. A atividade teve como foco a saúde da pessoa idosa, abordando aspectos fundamentais para o acompanhamento desse público na Atenção Primária à Saúde. Durante o encontro, foram discutidas estratégias de cuidado, promoção da saúde, prevenção de agravos e a importância do olhar ampliado sobre as necessidades específicas da população idosa, considerando seu contexto social, familiar e clínico. O objetivo do evento foi qualificar os ACS para o desenvolvimento de ações mais efetivas no cuidado à pessoa idosa, fortalecendo seu papel na identificação precoce de demandas, no acompanhamento contínuo e na articulação com a equipe de saúde. A iniciativa contribui para a melhoria da qualidade da assistência e para a ampliação do acesso a um cuidado mais integral e humanizado.

A importância da qualificação está diretamente relacionada ao cenário de envelhecimento populacional, que exige profissionais cada vez mais preparados para lidar com as demandas específicas desse grupo. Investir na formação dos ACS fortalece a Atenção Primária, promove a prevenção de agravos e contribui para a autonomia e qualidade de vida da população idosa.

A atividade foi conduzida por Jaqueline Nascimento, que compartilhou conhecimentos e orientações práticas com os participantes, contribuindo para o aprimoramento das ações desenvolvidas no território.

Fontes: Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa; Organização Mundial da Saúde (OMS) – Envelhecimento saudável; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – Indicadores de envelhecimento populacional.

Qualificação de ponto focal da equipe de Risco Biológico da Área Programática 5.1

No dia 28 de abril de 2026, das 9h às 12h, foi realizada, no auditório da OTICS Bangu, a Qualificação de ponto focal da equipe de Risco Biológico da Área Programática 5.1 (AP 5.1), reunindo cerca de 33 Agentes de Vigilância em Saúde (AVS). A atividade teve como público-alvo profissionais que atuam diretamente nas ações de vigilância em saúde no território, fortalecendo o papel estratégico desses trabalhadores nas unidades de saúde.

Durante a capacitação, foram abordados aspectos essenciais relacionados à atuação do AVS como ponto focal de Risco Biológico em cada unidade da AP 5.1, com ênfase nas atribuições, responsabilidades e fluxos de trabalho necessários para o monitoramento, prevenção e manejo de situações que envolvam exposição a agentes biológicos. A qualificação também reforçou a importância da organização dos processos e da comunicação eficaz entre as equipes, garantindo respostas mais rápidas e seguras diante de possíveis घटनos que impactem a saúde de profissionais e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa teve como objetivo qualificar os AVS para o atendimento e para o desempenho de suas atribuições no âmbito da equipe de Risco Biológico, contribuindo para o fortalecimento das ações de vigilância em saúde nas unidades da AP 5.1. Além disso, buscou promover maior segurança nos ambientes de trabalho e aprimorar a qualidade da assistência prestada à população.

A importância da atividade está diretamente relacionada à prevenção de agravos e à redução de riscos ocupacionais e assistenciais, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde, onde a identificação precoce de situações de risco é fundamental. Investir na capacitação contínua dos profissionais fortalece a rede de saúde, qualifica os serviços ofertados e amplia a proteção tanto dos trabalhadores quanto dos usuários.

A qualificação foi conduzida por Áurea Caroline da Vale Silva e Ricardo Nascimento da Silva, ambos Vigilantes em Saúde Ambiental (VSA) da AP 5.1, que compartilharam conhecimentos técnicos e experiências práticas com os participantes.

Fontes: Ministério da Saúde – Vigilância em Saúde; Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) – Biossegurança em serviços de saúde; Organização Mundial da Saúde (OMS) – Segurança do paciente e prevenção de infecções.

Processo de Trabalho na Acessibilidade Comunicativa

No dia 27 de abril de 2026, no turno da tarde, foi realizado, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS, o encontro “Processo de Trabalho na Acessibilidade Comunicativa”. A atividade teve como foco o aprimoramento das estratégias voltadas à inclusão comunicativa nas unidades de saúde, fortalecendo o acesso e a qualidade do atendimento prestado à população. Durante o encontro, foram abordados temas como a atualização de planilhas de acompanhamento, o processo pedagógico do curso de Libras e a preparação das próximas aulas, com vistas à organização e qualificação contínua da formação dos profissionais. As discussões destacaram a importância do planejamento e da sistematização das ações como ferramentas essenciais para garantir a efetividade das práticas de acessibilidade comunicativa no cotidiano dos serviços de saúde.

O objetivo principal da atividade foi qualificar o acompanhamento das ações desenvolvidas e fortalecer os fluxos de comunicação inclusiva nas unidades de saúde da AP 5.1, contribuindo para um atendimento mais equitativo, humanizado e acessível, especialmente para a população surda. A iniciativa reforça o compromisso da rede de saúde com a promoção da equidade e o respeito à diversidade, princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde (SUS). A importância do encontro está diretamente relacionada à necessidade de consolidar práticas que assegurem o direito à comunicação como elemento essencial do cuidado em saúde. Ao investir na formação e no acompanhamento dos profissionais, a gestão contribui para a redução de barreiras comunicacionais, ampliando o acesso aos serviços e promovendo maior autonomia dos usuários.

Participaram do encontro Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, que colaboraram na condução das atividades e no alinhamento das estratégias de trabalho.

Fontes: Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência; Decreto nº 5.626/2005 (Regulamenta a Língua Brasileira de Sinais – Libras); Organização Mundial da Saúde (OMS) – Acessibilidade e inclusão nos serviços de saúde.

Prévia de Qualificação de Ponto Focal da Equipe de Risco Biológico

No dia 27 de abril de 2026, das 9h30 às 12h, foi realizada, no auditório da OTICS, a Prévia de Qualificação de ponto focal da equipe de Risco Biológico da Área Programática 5.1 (AP 5.1). A atividade contou com a participação de quatro Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) e teve como público-alvo profissionais que atuam diretamente nas ações de vigilância em saúde no território. Durante o encontro, foram abordados aspectos fundamentais relacionados à atuação do AVS como ponto focal de Risco Biológico nas unidades de saúde da AP 5.1. A qualificação destacou as responsabilidades desses profissionais no monitoramento, prevenção e manejo de situações envolvendo riscos biológicos, além de reforçar fluxos de comunicação e protocolos de atuação diante de eventos que possam impactar a saúde dos trabalhadores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa teve como objetivo qualificar os AVS para o desempenho de suas atribuições no âmbito da equipe de Risco Biológico, fortalecendo a capacidade de resposta das unidades de saúde frente a situações que envolvam exposição a agentes biológicos. A formação também buscou promover maior segurança no ambiente de trabalho, contribuindo para a proteção dos profissionais de saúde e da população assistida.

A importância da atividade está diretamente relacionada ao fortalecimento das ações de vigilância em saúde e à prevenção de agravos associados a riscos biológicos, especialmente em contextos de atenção primária, onde a identificação precoce e a adoção de medidas adequadas são essenciais. Ao investir na capacitação contínua dos profissionais, a rede de saúde amplia sua efetividade, assegura melhores práticas assistenciais e contribui para a qualidade dos serviços ofertados. A qualificação foi conduzida por Áurea Caroline da Vale Silva, Vigilante em Saúde Ambiental (VSA) da AP 5.1, e Ricardo Nascimento da Silva, também VSA da AP 5.1, que compartilharam conhecimentos técnicos e experiências práticas com os participantes.

Fontes: Ministério da Saúde – Vigilância em Saúde; Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) – Biossegurança em serviços de saúde; Organização Mundial da Saúde (OMS) – Segurança do paciente e prevenção de infecções.

Reunião Técnica dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 27 de abril de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Confecção de Jogos Educativos Adaptados para a Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza confecção de jogos educativos para a prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 24 de abril de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado no trabalho da prevenção de arboviroses (como dengue, zika e chikungunya), com a confecção de jogos educativos adaptados, como quebra-cabeças, jogos da memória e caça-palavras com temas específicos, além de jogos de tabuleiro interativos e atividades práticas de identificação de focos do mosquito.

Jogos Educacionais Adaptados

  • Quebra-cabeças e Jogos da Memória: Utilizar imagens de medidas preventivas (pneus secos, caixas d’água tampadas, etc.) ou do ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti. Esses jogos estimulam a memória e a cognição enquanto transmitem informações importantes.
  • Caça-palavras e Palavras Cruzadas: Desenvolver passatempos com vocabulário relacionado às arboviroses (sintomas, prevenção, nomes dos mosquitos). Isso pode ser uma atividade relaxante, mas informativa, durante os intervalos.
  • Jogos de Tabuleiro Personalizados: Criar ou adaptar jogos de tabuleiro onde os jogadores avançam ao responder corretamente a perguntas sobre prevenção ou identificar potenciais criadouros do mosquito. Um exemplo adaptável é o “A Cidade Dorme”, que pode ser usado para ensinar sobre sintomas e prevenção de forma divertida.
  • Aplicativos e Jogos Digitais: Se houver acesso a dispositivos móveis, aplicativos como o “Caça Dengue” oferecem jogos como sete erros e coleta seletiva que abordam o tema de forma interativa.

Atividades Práticas e Interativas

  • Rodas de Conversa e Discussões: Organizar sessões curtas de diálogo onde os participantes podem compartilhar experiências, tirar dúvidas e discutir soluções para problemas específicos no ambiente de trabalho ou em casa.
  • “Agentes de Saúde” no Trabalho: Designar duplas ou trios de idosos como “fiscais” por um dia, com a tarefa de inspecionar o local de trabalho (áreas comuns, vasos de plantas, depósitos) em busca de potenciais focos de água parada, reportando-os de forma lúdica.
  • Sessões de “Brainstorming” de Soluções: Pedir aos idosos que pensem em soluções criativas para problemas de prevenção no local de trabalho. Estudos mostram que as ideias geradas pelos próprios participantes tendem a ser mais eficazes e memoráveis.
  • Distribuição de Materiais e Kits de Prevenção: Fornecer materiais informativos, como folhetos e cartilhas do Ministério da Saúde, e pequenos kits de prevenção (repelentes, areia para vasos de plantas).

Dicas para Implementação no Ambiente de Trabalho

  • Manter a Relevância: Adaptar as atividades para o contexto do local de trabalho, garantindo que as informações sejam diretamente aplicáveis ao seu dia a dia.
  • Promover a Interação Social: Focar em jogos e atividades em grupo para incentivar a cooperação e a troca de conhecimentos, o que é benéfico para a saúde mental e social dos idosos.
  • Flexibilidade e Inclusão: Considerar diferentes níveis de mobilidade e habilidades cognitivas, oferecendo uma variedade de opções para que todos possam participar.

 

A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Saúde Integral da População Negra

No dia 22 de abril de 2026, turno tarde, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Jaqueline Nascimento, apoiadora do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, esteve envolvida na elaboração da apresentação sobre Saúde da População Negra, destinada ao Grupo de Gestores da CAP 5.1. Objetivo: desenvolver uma apresentação informativa e reflexiva sobre as ações, desafios e estratégias de promoção da equidade racial em saúde, fortalecendo o compromisso da gestão com a implementação das políticas públicas voltadas à população negra, em consonância com as diretrizes do Ministério da Saúde e da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN). A importância da iniciativa visa sensibilizar e orientar os gestores quanto à relevância da inclusão de práticas antirracistas no cotidiano do SUS, assegurando acesso equitativo, cuidado integral e respeito à diversidade étnico-racial. Essa ação reforça o papel estratégico da gestão local na promoção da justiça social e na redução das iniquidades em saúde, contribuindo para o fortalecimento da atenção integral à população negra no território.

A Política nacional de Saúde integral da População negra define os princípios, a marca, os objetivos, as diretrizes, as estratégias e as responsabilidades de gestão, voltados para a melhoria das condições de saúde desse segmento da população. inclui ações de cuidado, atenção, promoção à saúde e prevenção de doenças, bem como de gestão participativa, participação popular e controle social, produção de conhecimento, formação e educação permanente para trabalhadores de saúde, visando à promoção da equidade em saúde da população negra. Sua formulação ficou a cargo da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP), com assessoria do Comitê Técnico de Saúde da População negra (CTSPn), cabendo a essa secretaria a responsabilidade pela articulação para sua aprovação no Conselho nacional de Saúde (CnS) e a pactuação na Comissão intergestores Tripartite (CiT). É também atribuição da SGEP, no processo de implementação desta Política, o monitoramento, a avaliação e o apoio técnico aos estados e municípios. Esta Política abrange ações e programas de diversas secretarias e órgãos vinculados ao Ministério da Saúde (MS). Trata-se, portanto, de uma política transversal, com formulação, gestão e operação compartilhadas entre as três esferas de governo, de acordo com os princípios e diretrizes do SUS. Seu propósito é garantir maior igualdade no que tange à efetivação do direito humano à saúde, em seus aspectos de promoção, prevenção, atenção, tratamento e recuperação de doenças e agravos transmissíveis e não transmissíveis, incluindo aqueles de maior prevalência nesse segmento populacional. Ela se insere na dinâmica do Sistema único de Saúde (SUS), por meio de estratégias de gestão solidária e participativa, destacando: utilização do quesito cor na produção de informações epidemiológicas para a definição de prioridades e tomada de decisão; ampliação e fortalecimento do controle social; desenvolvimento de ações e estratégias de identificação, abordagem, combate e prevenção do racismo institucional no ambiente de trabalho, nos processos de formação e educação permanente de profissionais; implementação de ações afirmativas para alcançar a equidade em saúde e promover a igualdade racial.

 

📚 Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (Portaria nº 992/2009)
  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)
  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)
  • Rede OTICS-Rio

Saúde do Homem e da Pessoa Idosa

Nesta tarde, 22 de abril de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa, bem como à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

 

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde