Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 23 de janeiro de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Acompanhamento Pedagógico e Planejamento do Curso de Libras

Planejamento Pedagógico do Curso de Libras Básico reforça compromisso com a acessibilidade comunicativa no SUS

Na tarde do dia 22 de janeiro de 2026, foi realizada, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, uma atividade de planejamento pedagógico do Curso de Libras Básico, com o objetivo de organizar as aulas do curso, que terá início no mês de março. O encontro contou com a participação dos apoiadores Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1); Jaqueline Nascimento, apoiadora do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1; além de Renata Reis e Viviane Lins, da Assessoria PSE/PICS/RAP da Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde, DAPS – CAP 5.1. O planejamento teve como propósito estruturar as ações pedagógicas, os conteúdos programáticos e o cronograma das aulas, visando ampliar o conhecimento dos participantes sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e fortalecer as práticas de acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde. A iniciativa é fundamental para a promoção da inclusão de pessoas surdas no Sistema Único de Saúde (SUS), contribuindo para um atendimento mais humano, acessível e equitativo. Além disso, o encontro reforça a importância do planejamento coletivo para garantir a qualidade do processo formativo e a continuidade da assistência, alinhando as ações às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde. A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais e com o fortalecimento de uma comunicação acessível em toda a rede de saúde.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

 Equipe de Acessibilidade Comunicativa – CAP 5.1 / OTICS Bangu

Fontes: Libras

Central Carioca de Libras 

Confecção de Jogos Educativos Adaptados de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 22 de janeiro de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado no trabalho da prevenção de arboviroses (como dengue, zika e chikungunya), com a confecção de jogos educativos adaptados, como quebra-cabeças, jogos da memória e caça-palavras com temas específicos, além de jogos de tabuleiro interativos e atividades práticas de identificação de focos do mosquito.

Jogos Educacionais Adaptados

  • Quebra-cabeças e Jogos da Memória: Utilizar imagens de medidas preventivas (pneus secos, caixas d’água tampadas, etc.) ou do ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti. Esses jogos estimulam a memória e a cognição enquanto transmitem informações importantes.
  • Caça-palavras e Palavras Cruzadas: Desenvolver passatempos com vocabulário relacionado às arboviroses (sintomas, prevenção, nomes dos mosquitos). Isso pode ser uma atividade relaxante, mas informativa, durante os intervalos.
  • Jogos de Tabuleiro Personalizados: Criar ou adaptar jogos de tabuleiro onde os jogadores avançam ao responder corretamente a perguntas sobre prevenção ou identificar potenciais criadouros do mosquito. Um exemplo adaptável é o “A Cidade Dorme”, que pode ser usado para ensinar sobre sintomas e prevenção de forma divertida.
  • Aplicativos e Jogos Digitais: Se houver acesso a dispositivos móveis, aplicativos como o “Caça Dengue” oferecem jogos como sete erros e coleta seletiva que abordam o tema de forma interativa.

Atividades Práticas e Interativas

  • Rodas de Conversa e Discussões: Organizar sessões curtas de diálogo onde os participantes podem compartilhar experiências, tirar dúvidas e discutir soluções para problemas específicos no ambiente de trabalho ou em casa.
  • “Agentes de Saúde” no Trabalho: Designar duplas ou trios de idosos como “fiscais” por um dia, com a tarefa de inspecionar o local de trabalho (áreas comuns, vasos de plantas, depósitos) em busca de potenciais focos de água parada, reportando-os de forma lúdica.
  • Sessões de “Brainstorming” de Soluções: Pedir aos idosos que pensem em soluções criativas para problemas de prevenção no local de trabalho. Estudos mostram que as ideias geradas pelos próprios participantes tendem a ser mais eficazes e memoráveis.
  • Distribuição de Materiais e Kits de Prevenção: Fornecer materiais informativos, como folhetos e cartilhas do Ministério da Saúde, e pequenos kits de prevenção (repelentes, areia para vasos de plantas).

Dicas para Implementação no Ambiente de Trabalho

  • Manter a Relevância: Adaptar as atividades para o contexto do local de trabalho, garantindo que as informações sejam diretamente aplicáveis ao seu dia a dia.
  • Promover a Interação Social: Focar em jogos e atividades em grupo para incentivar a cooperação e a troca de conhecimentos, o que é benéfico para a saúde mental e social dos idosos.
  • Flexibilidade e Inclusão: Considerar diferentes níveis de mobilidade e habilidades cognitivas, oferecendo uma variedade de opções para que todos possam participar.

A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Reunião Técnica do Cerest Zona Oeste

OTICS Bangu recebe Oficina para Pontos Focais em Saúde do Trabalhador

Na manhã desta quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, o Laboratório de Informática (Lab Info) da OTICS Bangu sediou a Oficina para os Pontos Focais em Saúde do Trabalhador. A atividade reuniu aproximadamente oito participantes, com o objetivo de fortalecer as ações de Vigilância em Saúde do Trabalhador no território. A oficina teve como tema central a notificação de acidentes de trabalho e de doenças relacionadas ao trabalho, abordando fluxos, responsabilidades e a importância do registro qualificado para o monitoramento dos agravos e a formulação de estratégias de prevenção. A atividade foi ministrada por Lúcia Regina, do DAPS – CAP 5.1, e contou com a participação e o apoio de Simone Leite, Supervisora do Cerest Zona Oeste – AVS/CAP 5.1, representantes da CAP 4.0 e CAP 5.2 ,reforçando o alinhamento técnico e a integração entre os pontos focais e a vigilância em saúde do trabalhador. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu e das instâncias gestoras com a qualificação contínua dos profissionais, o aprimoramento das informações em saúde e o fortalecimento da rede de cuidado em saúde do trabalhador, contribuindo para ações mais eficazes de promoção, prevenção e proteção à saúde dos trabalhadores.

A Saúde do Trabalhador é uma área estratégica da saúde pública e parte integrante do campo da Saúde Coletiva, com foco na promoção da saúde e na prevenção de agravos relacionados às condições de trabalho. Reconhecendo o trabalho como determinante social da saúde, essa área busca assegurar a atenção integral à saúde da população trabalhadora em seus diversos contextos.

Por meio de ações integradas de Vigilância em Saúde, com destaque para a Vigilância Epidemiológica, o Sistema Único de Saúde (SUS) atua na identificação, monitoramento e enfrentamento de riscos e agravos à saúde decorrentes dos ambientes, processos e relações de trabalho, em todo o território nacional.

Fundamentada nos princípios da universalidade, integralidade, equidade, intersetorialidade e participação social, a política de Saúde do Trabalhador reafirma o direito de todos os trabalhadores e trabalhadoras à saúde, independentemente da natureza do vínculo empregatício ou da formalidade da ocupação.

Nesse sentido, as políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador devem promover ambientes de trabalho seguros, saudáveis e humanizados, bem como contribuir para a prevenção de doenças e agravos, a promoção do bem-estar físico, mental e social, e a garantia da dignidade no trabalho.

 

Fontes e referências:

Curso IUBAAM – 2º Dia – AP 5.1

Curso IUBAAM fortalece a promoção do aleitamento materno na Atenção Primária à Saúde

A Iniciativa Unidade Básica Amiga da Amamentação (IUBAAM) é um programa brasileiro estratégico voltado ao fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), com foco na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. A iniciativa tem como objetivo qualificar os serviços de saúde por meio da capacitação dos profissionais, garantindo um atendimento humanizado, acolhedor e baseado em evidências científicas, contribuindo diretamente para a melhoria dos indicadores de saúde materno-infantil. Com esse propósito, teve início na última terça-feira, 21 de janeiro, na OTICS Bangu, o Curso IUBAAM, que está sendo realizado nos dias 21, 22, 28 e 29 de janeiro de 2026, das 8h às 17h. Hoje, 22 de janeiro de 2026, acontece o segundo dia da formação, que reúne profissionais da rede de saúde com o intuito de fortalecer as práticas de cuidado voltadas às gestantes, puérperas, lactantes e suas famílias no território da Área Programática 5.1.

Palestrante Daniela Gouveia Vieira Rocha – nutricionista da eMulti da CF Antônio Gonçalves – AP 5.1.

O curso está sendo ministrado por Daniela Gouveia Vieira Rocha – nutricionista da eMulti da CF Antônio Gonçalves; Valdete Maria da Silva – Assistente Social da eMulti da CF Antônio Gonçalves e CF Nildo Aguiar – AP 5.1; Lilian Martins – Enfermeira da CAP 5.1 e Thiago Pereira Garcia – Nutricionista da eMulti da CF Rosino Baccarini e CMS Henrique Monat – AP 5.1, profissionais com experiência na área de saúde materno-infantil e na qualificação da Atenção Primária. A capacitação aborda os princípios do IUBAAM, com ênfase na implementação dos “Dez Passos para o Sucesso da Amamentação”, diretriz reconhecida nacional e internacionalmente.

Segundo dia 22/01/2026

III: Abordagem de apoio à amamentação

Sessão 21 – Direitos e proteção legal; sessão 13 – Grupo de apoio à amamentação; sessão 14 – Princípios básicos do aconselhamento; sessão 15 – Como colher a história da amamentação.

IV: Assistência à Mulher e ao Bebê na unidade Básica

Sessão 16 – Composição do leite humano; sessão 17 – Uso de drogas e doença materna; sessão 18 – Contracepção na nutriz; sessão 6 – Saber popular/ família; sessão 10 – Sexualidade na gestação e na amamentação; sessão 19 – Crescimento e desenvolvimento/ caderneta da criança; sessão 20 – Problemas do bebê que dificultam a amamentação, razões médicas aceitáveis para complementação ou substituição do leite humano.

Palestrante Valdete Maria da Silva – Assistente Social da eMulti da CF Antônio Gonçalves e CF Nildo Aguiar – AP 5.1.

Entre os conteúdos trabalhados estão a importância de uma política institucional escrita sobre amamentação, a capacitação contínua das equipes multiprofissionais, a orientação adequada às gestantes sobre os benefícios do aleitamento materno, o apoio ao início precoce da amamentação e à manutenção da lactação, mesmo em situações de separação mãe-bebê. Também são discutidas práticas fundamentais como o não uso de fórmulas infantis, bicos e chupetas, o estímulo à amamentação em livre demanda e a criação de grupos de apoio à amamentação nas unidades de saúde.

Palestrante Lilian Martins – Enfermeira da CAP 5.1.

As unidades que aderem ao IUBAAM se comprometem a seguir os critérios estabelecidos pela iniciativa e passam por processos de avaliação. Aquelas que cumprem os requisitos podem ser credenciadas como Unidades Básicas Amigas da Amamentação, tornando-se referência no cuidado materno-infantil em seus territórios.

Grupos de apoio à amamentação são redes (presenciais ou online) que oferecem suporte, troca de experiências e orientação profissional (consultores de amamentação, enfermeiras) para mães, ajudando a superar desafios e fortalecer o aleitamento materno.

A realização do curso na OTICS Bangu reforça o compromisso da gestão e das equipes da AP 5.1 com a promoção do aleitamento materno, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo UNICEF como uma das estratégias mais eficazes para a redução da mortalidade infantil, a prevenção de doenças na infância e o fortalecimento do vínculo entre mãe e bebê. Ao investir na qualificação profissional e no cuidado integral, o IUBAAM contribui de forma significativa para o fortalecimento do SUS e para a melhoria da qualidade de vida de mães e crianças.

Palestrante Thiago Pereira Garcia – Nutricionista da eMulti da CF Rosino Baccarini e CMS Henrique Monat – AP 5.1.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Estratégias de Promoção do Aleitamento Materno

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança

  • Organização Mundial da Saúde (OMS) – Diretrizes sobre Aleitamento Materno

  • UNICEF – Infant and Young Child Feeding

  • Sistema Único de Saúde (SUS) – Atenção Primária à Saúde

 

 

MINISTÉRIO DA SAÚDE

Fontes: IUBAAM 

Reunião da Vigilância Ambiental – AP 5.1

Reunião da Vigilância Ambiental discute alinhamento de demandas e soluções de RH na OTICS Bangu

Na manhã de quarta-feira, 22 de janeiro de 2026, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS Bangu, a reunião do Supervisor da Vigilância Ambiental. O encontro teve como público-alvo os Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) e contou com a participação de 4 profissionais da categoria. A reunião teve como objetivo o alinhamento das demandas de trabalho relacionadas ao almoxarifado, bem como a discussão de soluções na área de Recursos Humanos (RH), visando aprimorar a organização dos processos de trabalho e fortalecer o suporte às equipes. O encontro foi conduzido pelo Supervisor da Vigilância Ambiental, Jorge Fortes, que destacou a importância do diálogo contínuo e do planejamento conjunto para garantir melhores condições de trabalho e maior eficiência nas ações desenvolvidas pela Vigilância Ambiental.

Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro atua fortemente na área de Vigilância em Saúde, colocando em prática um conjunto articulado de ações destinadas a controlar determinantes, riscos e danos à saúde de populações que vivem em determinados territórios. Esse trabalho é feito sob a ótica da integralidade do cuidado, o que inclui tanto a abordagem individual como a coletiva dos problemas de saúde (Portaria Ministerial nº 3.252, de 22 de dezembro de 2009). De forma mais objetiva, pode-se dizer que sua atuação abrange as ações de vigilância, prevenção e controle de doenças e agravos à saúde, constituindo espaço articulado de conhecimentos e técnicas. Os principais desafios desse trabalho são a definição de responsabilidades e a consolidação de redes de atenção à saúde; a compatibilização de territórios; e a eleição de prioridades, utilizando metodologias e ferramentas da vigilância epidemiológica.

 

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/

Reunião de Equipe do CAPS Lima Barreto

Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto discute matriciamento familiar na OTICS Bangu

Na tarde do dia 21 de janeiro, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS Bangu, a Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto – AP 5.1, com o tema Matriciamento Familiar. O encontro reuniu profissionais da unidade com o objetivo de discutir a terapêutica do paciente em conjunto com seus familiares, fortalecendo a inclusão da família no processo de cuidado e acompanhamento em saúde mental. A reunião foi conduzida por Letícia Ramos da Silva, Enfermeira Responsável Técnica (RT) do CAPS III Lima Barreto, que destacou a importância do matriciamento familiar como estratégia fundamental para a qualificação da assistência, promovendo corresponsabilização entre equipe, usuário e família. O objetivo central do encontro foi alinhar condutas terapêuticas, ampliar o olhar sobre o contexto familiar do paciente e fortalecer a participação da família na construção do cuidado, contribuindo para a continuidade do acompanhamento e para a adesão ao tratamento. Momentos como esse são essenciais para a integração da equipe multiprofissional, favorecendo uma assistência mais humanizada, resolutiva e alinhada às diretrizes da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), garantindo maior efetividade no cuidado oferecido aos usuários do serviço.

A realização periódica de reuniões técnicas é uma prática orientada pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio), por meio da Coordenação de Saúde Mental, que reforça a necessidade de articulação constante entre os profissionais das equipes. Conforme estabelece a SMS-Rio, “a gestão compartilhada dos casos é fundamental para a continuidade do cuidado e para o fortalecimento da atenção territorial em saúde mental.”

Esses espaços favorecem a integração das práticas clínicas com as diretrizes da Secretaria Municipal de Saúde; a revisão contínua dos Planos Terapêuticos Singulares (PTS); a organização de fluxos assistenciais articulados à rede, como também, a qualificação das decisões clínicas e dos processos de trabalho. Durante o encontro, foram debatidos temas como, análise detalhada dos casos clínicos ativos; definição e ajustes de Planos Terapêuticos Singulares; encaminhamentos intersetoriais e articulações na RAPS; identificação de situações de maior complexidade e definição de estratégias conjuntas e fortalecimento das práticas de cuidado compartilhado entre os profissionais.

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

 

Fonte: Centros de Atenção Psicossocial

Curso IUBAAM – 1º Dia – AP 5.1

 

Curso IUBAAM fortalece a promoção do aleitamento materno na Atenção Primária à Saúde

A Iniciativa Unidade Básica Amiga da Amamentação (IUBAAM) é um programa brasileiro estratégico voltado ao fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), com foco na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. A iniciativa tem como objetivo qualificar os serviços de saúde por meio da capacitação dos profissionais, garantindo um atendimento humanizado, acolhedor e baseado em evidências científicas, contribuindo diretamente para a melhoria dos indicadores de saúde materno-infantil. Com esse propósito, teve início nesta terça-feira, 21 de janeiro, na OTICS Bangu, o Curso IUBAAM, que será realizado nos dias 21, 22, 28 e 29 de janeiro de 2026, das 8h às 17h. A formação reúne profissionais da rede de saúde com o intuito de fortalecer as práticas de cuidado voltadas às gestantes, puérperas, lactantes e suas famílias no território da Área Programática 5.1.

Palestrante Daniela Gouveia Vieira Rocha – nutricionista da eMulti da CF Antônio Gonçalves – AP 5.1.

O curso está sendo ministrado por Daniela Gouveia Vieira Rocha – nutricionista da eMulti da CF Antônio Gonçalves; Adelaide Mercês – enfermeira apoio técnico de reabilitação do DAPS; Luciene Cinti – fonoaudióloga da eMulti da CF Maria Jose – AP 5.1, profissionais com experiência na área de saúde materno-infantil e na qualificação da Atenção Primária. A capacitação aborda os princípios do IUBAAM, com ênfase na implementação dos “Dez Passos para o Sucesso da Amamentação”, diretriz reconhecida nacional e internacionalmente.

Primeiro dia 21/01/2026

I: Apresentando a IUBAAM

Apresentação dos participantes e contrato de convivência; Apresentação do processo pedagógico e pré-teste; sessão 1 – Situação da amamentação, recomendações atuais e políticas nacionais; sessão 2 – Vantagens da amamentação; sessão 3 – O papel das unidades básicas de saúde na promoção, proteção e apoio…; sessão 7 – Anatomia da mama/fisiologia da Lactação/ pega e posição; sessão 8 – Ordenha, oferta do leite em copinho, translactação e relactação – doação de leite.

II: O Manejo da Amamentação e o Processo de Parentalidade

Sessão 4 – Dez Passos para o Sucesso da Amamentação da IUBAAM; sessão 5 – Visão holística da mulher; sessão 12 – Preparando a mulher durante a gravidez para a amamentação; sessão 9 – Problemas precoces e tardios da mama; sessão 11 – Parentalidade, fragilidade psíquica e amamentação.

Palestrante Adelaide Mercês – enfermeira apoio técnico de reabilitação do DAPS – CAP 5.1.

Entre os conteúdos trabalhados estão a importância de uma política institucional escrita sobre amamentação, a capacitação contínua das equipes multiprofissionais, a orientação adequada às gestantes sobre os benefícios do aleitamento materno, o apoio ao início precoce da amamentação e à manutenção da lactação, mesmo em situações de separação mãe-bebê. Também são discutidas práticas fundamentais como o não uso de fórmulas infantis, bicos e chupetas, o estímulo à amamentação em livre demanda e a criação de grupos de apoio à amamentação nas unidades de saúde.

As unidades que aderem ao IUBAAM se comprometem a seguir os critérios estabelecidos pela iniciativa e passam por processos de avaliação. Aquelas que cumprem os requisitos podem ser credenciadas como Unidades Básicas Amigas da Amamentação, tornando-se referência no cuidado materno-infantil em seus territórios.

Palestrante Luciene Cinti – fonoaudióloga da eMulti da CF Maria Jose – AP 5.1.

A realização do curso na OTICS Bangu reforça o compromisso da gestão e das equipes da AP 5.1 com a promoção do aleitamento materno, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo UNICEF como uma das estratégias mais eficazes para a redução da mortalidade infantil, a prevenção de doenças na infância e o fortalecimento do vínculo entre mãe e bebê. Ao investir na qualificação profissional e no cuidado integral, o IUBAAM contribui de forma significativa para o fortalecimento do SUS e para a melhoria da qualidade de vida de mães e crianças.

Registro do curso do IUBBAM, com abordagem teórica sobre a Fisiologia da Lactação, temática fundamental para o fortalecimento das práticas de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, qualificando a atuação dos profissionais de saúde.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Estratégias de Promoção do Aleitamento Materno

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança

  • Organização Mundial da Saúde (OMS) – Diretrizes sobre Aleitamento Materno

  • UNICEF – Infant and Young Child Feeding

  • Sistema Único de Saúde (SUS) – Atenção Primária à Saúde

 

 

 

MINISTÉRIO DA SAÚDE

Fontes: IUBAAM 

Reunião de Planejamento com Nível Central e CAP 5.1

Reunião de planejamento com Nível Central e CAP 5.1 fortalece ações do RAP e Promoção da Saúde no território

Na data de 19 de janeiro de 2026, foi realizada uma reunião de planejamento com representantes do Nível Central e da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1), com foco no alinhamento das atividades do RAP (Rede de Atenção Psicossocial) no território e no fortalecimento das ações de Promoção da Saúde junto à população. O encontro teve como principal objetivo planejar e organizar estratégias integradas para a execução de ações no território de abrangência da AP 5.1, com destaque para o Projeto Saúde na Escola (PSE), voltado ao trabalho com adolescentes das escolas do território, promovendo educação em saúde, prevenção de agravos e fortalecimento de vínculos entre saúde e educação. Durante a reunião, também foram discutidas e pactuadas atividades de terapias integrativas e alternativas, como auriculoterapia, massoterapia, jogos lúdicos, oficinas de horta medicinal, além da oferta de capacitação em Libras – nível básico, ampliando a acessibilidade e a inclusão no atendimento aos usuários dos serviços de saúde.

As ações foram apresentadas e conduzidas por Brendon Ferreira, ponto focal da AP 5.1, facilitador da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) e do RAP, que destacou a importância do trabalho intersetorial, da educação permanente e da ampliação das práticas de cuidado integrativo no território.

A reunião reforça o compromisso da gestão com a Promoção da Saúde, a atenção integral, o fortalecimento das ações do RAP e a articulação entre saúde, educação e comunidade, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população e para a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) no território da AP 5.1. O planejamento conjunto entre Nível Central e CAP 5.1 possibilita maior efetividade na execução das políticas públicas de saúde, garantindo que as ações sejam adequadas às realidades locais, ampliando o acesso da população às práticas de cuidado, prevenção e promoção da saúde, especialmente entre adolescentes e grupos prioritários.

Em 26 de dezembro de 2022, é aprovada e sancionada no município do Rio de Janeiro a Lei 7.749/22, Lei Lenora Mendes Louro, que institui o Programa Municipal de Saúde Integral da População Negra Carioca. O principal objetivo dessa lei é desenvolver, de forma integral, ações de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde da população negra e dos afrodescendentes, em conformidade com a portaria do Ministério da Saúde n.º 992, de 13 de maio de 2009, que institui a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra – PNSIPN.

Em de 12 de julho de 2023, foi criado o Grupo de Trabalho Lenora Mendes Louro, da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, instituído pela Resolução 5860, de 12 de julho de 2023, um espaço coletivo participativo e democrático organizado, com a sociedade civil e o governo, que teve como atividades: – Estruturar a criação da instância/órgão técnico com representantes técnicos da SMS-Rio, sociedade civil e representantes da Câmara de Vereadores; – Elaborar plano de trabalho da instância/órgão baseado nas submetas e construção de indicadores para a melhoria dos resultados em saúde da população negra com acompanhamento do Comitê Técnico Municipal de Saúde da População Negra. Em fevereiro de 2024, foi publicada a Resolução n.º 6028, de fevereiro de 2024, que instituiu o Grupo Gestor Especial de Saúde da População Negra. Esse grupo de trabalho é ligado ao Gabinete do Secretário Municipal de Saúde e responsável por implantar/ implementar de forma transversal o Programa Municipal de Saúde Integral da População Negra Carioca por todas as instâncias desta secretaria, além de contribuir de maneira intersetorial com outros órgãos da Prefeitura do Rio na construção de políticas públicas mais equânimes.

A PNSIPN é um compromisso firmado pelo Ministério da Saúde no combate às desigualdades no Sistema Único de Saúde (SUS) e na promoção da saúde da população negra de forma integral, considerando que as iniquidades em saúde são resultados de injustos processos socioeconômicos e culturais – em destaque, o vigente racismo – que corroboram com a morbimortalidade das populações negras brasileiras. Para implementar a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, é necessário que gestores, movimentos sociais, conselheiros e profissionais do SUS trabalhem em prol da melhoria das condições de saúde da população negra, a partir da compreensão de suas vulnerabilidades e do reconhecimento do racismo como determinante social em saúde.

Com vistas à promoção da equidade em saúde e orientado pelos princípios e diretrizes da integralidade, equidade, universalidade e participação social, em consonância com o Pacto pela Saúde e a Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no SUS (ParticipaSUS), o Ministério da Saúde instituiu, em 2009, a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), por meio da Portaria GM/MS nº 992, de 13 de maio de 2009 (ver Anexo B).
A partir da publicação dessa Política, o Ministério da Saúde reconhece e assume a necessidade da instituição de mecanismos de promoção da saúde integral da população negra e do enfrentamento ao racismo institucional no SUS, com vistas à superação das barreiras estruturais e cotidianas que incide negativamente nos indicadores de saúde dessa população – precocidade dos óbitos, altas taxas de mortalidade materna e infantil, maior prevalência de doenças crônicas e infecciosas e altos índices de violência. A Política também reafirma as responsabilidades de cada esfera de gestão do SUS – governo federal, estadual e municipal – na efetivação das ações e na articulação com outros setores do governo e da sociedade civil, para garantir o acesso da população negra a ações e serviços de saúde, de forma oportuna e humanizada, contribuindo para a melhoria das condições de saúde desta população e para redução das iniquidades
de raça/cor, gênero, identidade de gênero, orientação sexual, geracionais e de classe.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS)

  • Ministério da Saúde – Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)

  • Programa Saúde na Escola (PSE) – Ministério da Saúde e Ministério da Educação

  • Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) – Diretrizes e ações de Promoção da Saúde

  • Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) – Ministério da Saúde

Saiba mais clicando aqui: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_saude_populacao_negra_3d.pdf

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/SUS_bracos_abertos_saude_populcao_negra.pdf

https://saude.prefeitura.rio/populacao-negra/

Colegiado Gestor Ampliado – CAP 5.1

Colegiado Gestor Ampliado fortalece a participação popular e o planejamento territorial da APS

Na manhã do dia 16 de janeiro de 2026, o Auditório da OTICS sediou o Colegiado Gestor Ampliado, reunindo representantes da Clínica da Família Fiorello Raymundo, do CMS Padre Miguel e do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho. O encontro ocorreu das 9h às 12h e contou com a participação de 20 pessoas, entre usuários e profissionais de saúde. O evento teve como objetivo central promover a participação popular junto às unidades de saúde, fortalecendo o diálogo entre gestão, trabalhadores e comunidade, princípio fundamental do Sistema Único de Saúde (SUS). Durante o encontro, foram abordados temas estratégicos relacionados ao cadastramento dos usuários, essencial para a organização do cuidado e para o acesso qualificado aos serviços da Atenção Primária à Saúde (APS).

As discussões foram conduzidas pelas representantes do DICA – CAP 5.1, Alexsandra Barroso Clarim e Vivian Bravo de Sousa, além de Priscila Ribeiro Soares de Souza, Analista, e Geciane Sant’Anna, também do DICA – CAP 5.1, que contribuíram com orientações técnicas e esclarecimentos fundamentais para o alinhamento das ações no território. Entre as pautas do colegiado, destacou-se a discussão sobre a territorialização para o ano de 2026, com foco na valorização do acesso da população à APS, bem como a expansão do atendimento para áreas sem Estratégia Saúde da Família (ESF) no território do CMS Padre Miguel. Também foram debatidas propostas de readequação territorial das unidades CMS Padre Miguel, CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho e CF Fiorello Raymundo, visando uma melhor distribuição da população adscrita e maior resolutividade dos serviços.

Outro ponto relevante foi a abordagem sobre o Sistema de Informação da Atenção Primária à Saúde (SIAPS), com destaque para suas diretrizes enquanto novo modelo de financiamento da APS, especialmente no que se refere ao componente vínculo e ao acompanhamento territorial. O SIAPS configura-se como um sistema nacional de informações, que possibilita a gestão integrada dos dados de saúde da população, contribuindo para o planejamento, monitoramento e avaliação das ações desenvolvidas na Atenção Primária.

A realização do Colegiado Gestor Ampliado reafirma o compromisso das unidades envolvidas e da OTICS com a gestão participativa, o controle social e o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, reconhecida como a principal porta de entrada do SUS e fundamental para a promoção do cuidado integral, contínuo e equitativo à população.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)

  • Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS/MS)

  • Departamento de Saúde da Família (DESF/MS)

  • Sistema de Informação da Atenção Primária à Saúde (SIAPS) – Ministério da Saúde