Oficina de Territorialização do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho e CMS Padre Miguel – AP 5.1

Oficina de Territorialização reúne profissionais do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho e CMS Padre Miguel na AP 5.1

Na manhã do dia 29 de janeiro de 2026, o Laboratório de Informática (Lab Info) da OTICS Bangu sediou o primeiro encontro da Oficina de Territorialização com profissionais do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho e do CMS Padre Miguel, ambos pertencentes à Área Programática 5.1. A atividade teve como objetivo principal realizar ajustes no território e iniciar a delineação das microáreas, etapa fundamental para a organização do processo de trabalho das equipes e para o fortalecimento das ações da Atenção Primária à Saúde no território. Participaram da oficina Fátima Carneiro, Gerente da OTICS Bangu; Victor Lins, Administrativo da OTICS Bangu e Júlia Marques, Gerente Técnica do CMS Manoel Guilher com os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Jailma de Lima Santos, Andreia Oliveira, Matheus Sena Lima, Iuri da Silva Tavares de Paula, Amanda Silva, Danielle dos Santos e Marianna Conde Cunha. O encontro contou ainda com a participação de Bárbara Villar Martins, Diretora do CMS Padre Miguel, acompanhada de seus ACSs Cristiane Lopes, Amanda Caetano, Maria Laura Campelo e Joelma Azanha, fortalecendo a integração entre as equipes das unidades envolvidas. A oficina também teve o apoio técnico de Vivian Bravo, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1, contribuindo com orientações estratégicas para a organização territorial e o mapeamento das microáreas.

A territorialização é uma ferramenta essencial da Atenção Primária à Saúde, pois permite o reconhecimento do território, a identificação das necessidades da população e o planejamento de ações mais eficazes e alinhadas à realidade local. O processo contribui diretamente para a melhoria do acesso, do acompanhamento das famílias e da organização do cuidado em saúde.

A realização da oficina reafirma o compromisso da CAP 5.1 e da Rede OTICS Rio com o fortalecimento das equipes, a qualificação dos processos de trabalho e a construção de uma Atenção Primária cada vez mais organizada, resolutiva e próxima do território.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

SILVA, A. M.; SOUZA, M. F. Territorialização como estratégia de organização da Atenção Primária à Saúde no SUS. Hygeia – Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, Uberlândia, v. 14, n. 28, p. 1-14, 2018. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/hygeia/article/view/44129. Acesso em: 29 jan. 2026.

OLIVEIRA, J. S.; et al. Territorialização e atuação dos Agentes Comunitários de Saúde na Atenção Primária. APS em Revista, Juiz de Fora, 2020. Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/aps. Acesso em: 29 jan. 2026.

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO. Diretrizes da Atenção Primária à Saúde e organização do território. Rio de Janeiro: SMS-Rio, s.d. Disponível em: https://www.rio.rj.gov.br/sms. Acesso em: 29 jan. 2026.

Link para download do Google Earth Pro

Busque aqui a unidade mais próximaprefeitura.rio/ondeseratendido

Curso IUBAAM – 3º Dia – AP 5.1

Curso IUBAAM fortalece a promoção do aleitamento materno na Atenção Primária à Saúde

A Iniciativa Unidade Básica Amiga da Amamentação (IUBAAM) é um programa brasileiro estratégico voltado ao fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), com foco na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. A iniciativa tem como objetivo qualificar os serviços de saúde por meio da capacitação dos profissionais, garantindo um atendimento humanizado, acolhedor e baseado em evidências científicas, contribuindo diretamente para a melhoria dos indicadores de saúde materno-infantil. Com esse propósito, teve início na última terça-feira, 21 de janeiro, na OTICS Bangu, o Curso IUBAAM, que está sendo realizado nos dias 21, 22, 28 e 29 de janeiro de 2026, das 8h às 17h. Hoje, 22 de janeiro de 2026, acontece o segundo dia da formação, que reúne profissionais da rede de saúde com o intuito de fortalecer as práticas de cuidado voltadas às gestantes, puérperas, lactantes e suas famílias no território da Área Programática 5.1.

O curso está sendo ministrado por Daniela Gouveia Vieira Rocha – nutricionista da eMulti da CF Antônio Gonçalves; Thiago Pereira Garcia – Nutricionista da eMulti da CF Rosino Baccarini e CMS Henrique Monat – AP 5.1 e Patrícia de Morais Pires – nutricionista da eMulti da CF Sandra Regina e CMS Alexander Fleming, profissionais com experiência na área de saúde materno infantil e na qualificação da Atenção Primária. A capacitação aborda os princípios do IUBAAM, com ênfase na implementação dos “Dez Passos para o Sucesso da Amamentação”, diretriz reconhecida nacional e internacionalmente.

Terceiro dia 28/01/2026

V: Apresentando os dez passos da alimentação complementar adequada e saudável

Sessão 22 – Situação da alimentação complementar, recomendações atuais e políticas de alimentação da criança menor de dois anos; sessão 23 – Doze passos da alimentação saudável para crianças menores de dois anos; sessão 24 – Qualidade e quantidade das refeições em tempo oportuno; sessão 25 – Esquema alimentar para os dois primeiros anos de vida de crianças amamentadas, preparo da prática (divisão de grupos e orientações).

VI: Manejo e Proteção da Alimentação Complementar adequada e saudável

Sessão 26 – Representando os doze passos da alimentação saudável para crianças menores de dois anos; sessão 27 – Situação enfrentadas no cotidiano das práticas alimentares de crianças menores de dois anos; sessão 28 – Norma Brasileira de comercialização de alimentos para lactentes e crianças de primeira infância e produtos de puericultura correlatos.

Entre os conteúdos trabalhados estão a importância de uma política institucional escrita sobre amamentação, a capacitação contínua das equipes multiprofissionais, a orientação adequada às gestantes sobre os benefícios do aleitamento materno, o apoio ao início precoce da amamentação e à manutenção da lactação, mesmo em situações de separação mãe-bebê. Também são discutidas práticas fundamentais como o não uso de fórmulas infantis, bicos e chupetas, o estímulo à amamentação em livre demanda e a criação de grupos de apoio à amamentação nas unidades de saúde.

As unidades que aderem ao IUBAAM se comprometem a seguir os critérios estabelecidos pela iniciativa e passam por processos de avaliação. Aquelas que cumprem os requisitos podem ser credenciadas como Unidades Básicas Amigas da Amamentação, tornando-se referência no cuidado materno-infantil em seus territórios.

Vivência prática do IUBAAM: alunos têm contato com a composição do prato ideal para a criança, explorando alimentos de diferentes cores e seus respectivos nutrientes e proteínas, reforçando a importância da alimentação saudável desde a primeira infância.

A realização do curso na OTICS Bangu reforça o compromisso da gestão e das equipes da AP 5.1 com a promoção do aleitamento materno, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo UNICEF como uma das estratégias mais eficazes para a redução da mortalidade infantil, a prevenção de doenças na infância e o fortalecimento do vínculo entre mãe e bebê. Ao investir na qualificação profissional e no cuidado integral, o IUBAAM contribui de forma significativa para o fortalecimento do SUS e para a melhoria da qualidade de vida de mães e crianças.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Estratégias de Promoção do Aleitamento Materno

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança

  • Organização Mundial da Saúde (OMS) – Diretrizes sobre Aleitamento Materno

  • UNICEF – Infant and Young Child Feeding

  • Sistema Único de Saúde (SUS) – Atenção Primária à Saúde

 

 

MINISTÉRIO DA SAÚDE

Fontes: IUBAAM 

Acessibilidade Comunicativa e Atenção à Saúde do Idoso na AP 5.1

Encontro técnico na OTICS Bangu fortalece ações de acessibilidade comunicativa e atenção à saúde do idoso na AP 5.1

Na manhã do dia 28 de janeiro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu um encontro técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa e atenção à saúde da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade reuniu profissionais da Equipe de Acessibilidade Comunicativa e do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. Participaram do encontro Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, e Jaqueline Nascimento, apoiadora do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. O encontro buscou fortalecer o planejamento coletivo, garantindo a continuidade das ações e a qualificação do cuidado ofertado.

A iniciativa é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão das pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

O encontro também reforça a importância do planejamento coletivo como estratégia para qualificar os processos formativos, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

Fontes e referências

  • Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Reunião de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional

Reunião de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional fortalece a organização dos fluxos no sistema prisional

No dia 27 de janeiro de 2026, das 8h30 às 17h, o Laboratório de Informática (LAB INFO) da OTICS Bangu sediou a Reunião de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional, reunindo 25 farmacêuticos que atuam no sistema prisional. O encontro teve como foco principal o alinhamento dos fluxos de rotina no âmbito da atenção farmacêutica prisional, contribuindo para a qualificação da assistência em saúde neste contexto específico. A atividade foi conduzida por Kelly Segabinazzi, da Gestão Farmacêutica, responsável pela mediação das discussões e pelo fortalecimento das diretrizes relacionadas à organização dos processos de trabalho. O objetivo do encontro, caráter bimestral, teve como objetivo promover o alinhamento técnico entre os profissionais farmacêuticos, garantindo a padronização dos fluxos de trabalho, a melhoria da comunicação entre os serviços e o fortalecimento da assistência farmacêutica no sistema prisional, em consonância com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).

A realização de encontros periódicos entre farmacêuticos da Atenção Primária Prisional é fundamental para assegurar a continuidade do cuidado, o uso racional de medicamentos e a organização dos processos de dispensação e acompanhamento farmacoterapêutico no sistema prisional.
Esses espaços de diálogo favorecem a troca de experiências, a identificação de desafios comuns e a construção coletiva de soluções, impactando diretamente na qualidade da atenção prestada às pessoas privadas de liberdade.

A proposta central da reunião foi discutir e pactuar os fluxos de rotina da assistência farmacêutica no sistema prisional, promovendo a integração entre os profissionais e o alinhamento às normativas vigentes. O encontro reforçou a importância da atuação estratégica do farmacêutico na Atenção Primária Prisional, garantindo cuidado integral, seguro e humanizado.

Fontes e referências

  • Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios e diretrizes da Atenção Primária à Saúde

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP)

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes da Assistência Farmacêutica

Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto

Reunião de equipe do CAPS III Lima Barreto fortalece o cuidado em saúde mental na AP 5.1

No dia 27 de janeiro, das 9h às 12h, o Auditório da OTICS Bangu sediou a Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto, reunindo cerca de 40 profissionais da unidade. O encontro teve como foco principal a discussão dos casos dos usuários em acompanhamento, fortalecendo o cuidado integral em saúde mental no território. A reunião foi conduzida por Mariana Martelo, Diretora do CAPS III Lima Barreto, e ocorreu a partir de solicitação de Priscila Lira, Coordenadora Administrativa do CAPS Lima Barreto, reafirmando o compromisso da unidade com a qualificação contínua dos processos de trabalho. O objetivo da reunião foi discutir coletivamente os casos dos usuários atendidos pelo CAPS III Lima Barreto, promovendo o compartilhamento de informações entre os profissionais, o alinhamento das condutas terapêuticas e a construção de estratégias de cuidado mais eficazes e individualizadas.

As reuniões de equipe são fundamentais para o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), pois possibilitam a integração multiprofissional, a corresponsabilização pelo cuidado e a tomada de decisões conjuntas. Esse tipo de encontro contribui para a melhoria da qualidade da assistência, o acompanhamento contínuo dos usuários e a garantia de um cuidado humanizado, territorializado e em consonância com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).

A proposta central da atividade foi promover a análise e o debate dos casos clínicos, considerando as singularidades de cada usuário, os projetos terapêuticos singulares (PTS) e a articulação com a rede de atenção. O encontro reforçou a importância do trabalho em equipe e da escuta qualificada como estratégias essenciais para o cuidado em saúde mental.

Fontes e referências

  • Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da integralidade, equidade e cuidado humanizado

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Mental e Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes da Atenção Psicossocial

Confecção de Jogos Educativos Adaptados de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 23 de janeiro de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado no trabalho da prevenção de arboviroses (como dengue, zika e chikungunya), com a confecção de jogos educativos adaptados, como quebra-cabeças, jogos da memória e caça-palavras com temas específicos, além de jogos de tabuleiro interativos e atividades práticas de identificação de focos do mosquito.

Jogos Educacionais Adaptados

  • Quebra-cabeças e Jogos da Memória: Utilizar imagens de medidas preventivas (pneus secos, caixas d’água tampadas, etc.) ou do ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti. Esses jogos estimulam a memória e a cognição enquanto transmitem informações importantes.
  • Caça-palavras e Palavras Cruzadas: Desenvolver passatempos com vocabulário relacionado às arboviroses (sintomas, prevenção, nomes dos mosquitos). Isso pode ser uma atividade relaxante, mas informativa, durante os intervalos.
  • Jogos de Tabuleiro Personalizados: Criar ou adaptar jogos de tabuleiro onde os jogadores avançam ao responder corretamente a perguntas sobre prevenção ou identificar potenciais criadouros do mosquito. Um exemplo adaptável é o “A Cidade Dorme”, que pode ser usado para ensinar sobre sintomas e prevenção de forma divertida.
  • Aplicativos e Jogos Digitais: Se houver acesso a dispositivos móveis, aplicativos como o “Caça Dengue” oferecem jogos como sete erros e coleta seletiva que abordam o tema de forma interativa.

Atividades Práticas e Interativas

  • Rodas de Conversa e Discussões: Organizar sessões curtas de diálogo onde os participantes podem compartilhar experiências, tirar dúvidas e discutir soluções para problemas específicos no ambiente de trabalho ou em casa.
  • “Agentes de Saúde” no Trabalho: Designar duplas ou trios de idosos como “fiscais” por um dia, com a tarefa de inspecionar o local de trabalho (áreas comuns, vasos de plantas, depósitos) em busca de potenciais focos de água parada, reportando-os de forma lúdica.
  • Sessões de “Brainstorming” de Soluções: Pedir aos idosos que pensem em soluções criativas para problemas de prevenção no local de trabalho. Estudos mostram que as ideias geradas pelos próprios participantes tendem a ser mais eficazes e memoráveis.
  • Distribuição de Materiais e Kits de Prevenção: Fornecer materiais informativos, como folhetos e cartilhas do Ministério da Saúde, e pequenos kits de prevenção (repelentes, areia para vasos de plantas).

Dicas para Implementação no Ambiente de Trabalho

  • Manter a Relevância: Adaptar as atividades para o contexto do local de trabalho, garantindo que as informações sejam diretamente aplicáveis ao seu dia a dia.
  • Promover a Interação Social: Focar em jogos e atividades em grupo para incentivar a cooperação e a troca de conhecimentos, o que é benéfico para a saúde mental e social dos idosos.
  • Flexibilidade e Inclusão: Considerar diferentes níveis de mobilidade e habilidades cognitivas, oferecendo uma variedade de opções para que todos possam participar.

A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Atualização no Prontuário de Saúde Mental CAPS Neusa Santos

Atualização de dados no prontuário de saúde mental fortalece a assistência do SRT do CAPS Neusa Santos

Na manhã do dia 23 de janeiro de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, profissionais da equipe do Serviço de Residência Terapêutica (SRT) do CAPS Neusa Santos – AP 5.1 realizaram a atualização dos dados no prontuário de saúde mental dos usuários acompanhados pelo serviço. A atividade contou com a participação de 10 profissionais responsáveis pelas Residências Terapêuticas, que se dedicaram à digitação e revisão das informações clínicas e assistenciais dos pacientes. O objetivo da ação foi manter os prontuários atualizados, garantindo que todos os profissionais envolvidos na continuidade do cuidado tenham acesso a informações fidedignas e atualizadas para subsidiar a condução da terapêutica aplicada. A ação foi conduzida sob a responsabilidade de Natascha Ribeiro, da equipe do CAPS Neusa Santos, e é de fundamental importância para o fortalecimento da assistência em saúde mental, uma vez que o prontuário atualizado contribui para a qualidade do cuidado, a segurança do paciente e a efetividade do tratamento, além de favorecer a integração das equipes e a continuidade do acompanhamento no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

prontuário eletrônico é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo. Nele estão armazenadas as informações de saúde, clínicas e administrativas, originadas das ações das diversas categorias profissionais que compõem a APS. Além disso, é necessário que tenha pelo menos as seguintes características principais, registro de anamnese, exame objetivo e variáveis clínicas; prescrição de medicamentos ou outros métodos terapêuticos; emissão de atestados e outros documentos clínicos; solicitação de exames e outros métodos diagnósticos complementares; encaminhamentos a outros pontos da rede de atenção à saúde e acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções atuais.

Os dados dos cidadãos ficam todos no mesmo lugar, e todos os profissionais de saúde podem acessar as informações. O prontuário eletrônico já tem um padrão para as informações que devem ser lançadas de acordo com condições avaliadas e ciclos de vida, o que torna o registro facilitado. Isso associado ao fato de todas as letras serem legíveis, o que acaba diminuindo o tempo de cada consulta.

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/informatiza-aps/prontuario-eletronico

 

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 23 de janeiro de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Acompanhamento Pedagógico e Planejamento do Curso de Libras

Planejamento Pedagógico do Curso de Libras Básico reforça compromisso com a acessibilidade comunicativa no SUS

Na tarde do dia 22 de janeiro de 2026, foi realizada, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, uma atividade de planejamento pedagógico do Curso de Libras Básico, com o objetivo de organizar as aulas do curso, que terá início no mês de março. O encontro contou com a participação dos apoiadores Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1); Jaqueline Nascimento, apoiadora do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1; além de Renata Reis e Viviane Lins, da Assessoria PSE/PICS/RAP da Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde, DAPS – CAP 5.1. O planejamento teve como propósito estruturar as ações pedagógicas, os conteúdos programáticos e o cronograma das aulas, visando ampliar o conhecimento dos participantes sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e fortalecer as práticas de acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde. A iniciativa é fundamental para a promoção da inclusão de pessoas surdas no Sistema Único de Saúde (SUS), contribuindo para um atendimento mais humano, acessível e equitativo. Além disso, o encontro reforça a importância do planejamento coletivo para garantir a qualidade do processo formativo e a continuidade da assistência, alinhando as ações às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde. A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais e com o fortalecimento de uma comunicação acessível em toda a rede de saúde.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

 Equipe de Acessibilidade Comunicativa – CAP 5.1 / OTICS Bangu

Fontes: Libras

Central Carioca de Libras 

Confecção de Jogos Educativos Adaptados de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 22 de janeiro de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado no trabalho da prevenção de arboviroses (como dengue, zika e chikungunya), com a confecção de jogos educativos adaptados, como quebra-cabeças, jogos da memória e caça-palavras com temas específicos, além de jogos de tabuleiro interativos e atividades práticas de identificação de focos do mosquito.

Jogos Educacionais Adaptados

  • Quebra-cabeças e Jogos da Memória: Utilizar imagens de medidas preventivas (pneus secos, caixas d’água tampadas, etc.) ou do ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti. Esses jogos estimulam a memória e a cognição enquanto transmitem informações importantes.
  • Caça-palavras e Palavras Cruzadas: Desenvolver passatempos com vocabulário relacionado às arboviroses (sintomas, prevenção, nomes dos mosquitos). Isso pode ser uma atividade relaxante, mas informativa, durante os intervalos.
  • Jogos de Tabuleiro Personalizados: Criar ou adaptar jogos de tabuleiro onde os jogadores avançam ao responder corretamente a perguntas sobre prevenção ou identificar potenciais criadouros do mosquito. Um exemplo adaptável é o “A Cidade Dorme”, que pode ser usado para ensinar sobre sintomas e prevenção de forma divertida.
  • Aplicativos e Jogos Digitais: Se houver acesso a dispositivos móveis, aplicativos como o “Caça Dengue” oferecem jogos como sete erros e coleta seletiva que abordam o tema de forma interativa.

Atividades Práticas e Interativas

  • Rodas de Conversa e Discussões: Organizar sessões curtas de diálogo onde os participantes podem compartilhar experiências, tirar dúvidas e discutir soluções para problemas específicos no ambiente de trabalho ou em casa.
  • “Agentes de Saúde” no Trabalho: Designar duplas ou trios de idosos como “fiscais” por um dia, com a tarefa de inspecionar o local de trabalho (áreas comuns, vasos de plantas, depósitos) em busca de potenciais focos de água parada, reportando-os de forma lúdica.
  • Sessões de “Brainstorming” de Soluções: Pedir aos idosos que pensem em soluções criativas para problemas de prevenção no local de trabalho. Estudos mostram que as ideias geradas pelos próprios participantes tendem a ser mais eficazes e memoráveis.
  • Distribuição de Materiais e Kits de Prevenção: Fornecer materiais informativos, como folhetos e cartilhas do Ministério da Saúde, e pequenos kits de prevenção (repelentes, areia para vasos de plantas).

Dicas para Implementação no Ambiente de Trabalho

  • Manter a Relevância: Adaptar as atividades para o contexto do local de trabalho, garantindo que as informações sejam diretamente aplicáveis ao seu dia a dia.
  • Promover a Interação Social: Focar em jogos e atividades em grupo para incentivar a cooperação e a troca de conhecimentos, o que é benéfico para a saúde mental e social dos idosos.
  • Flexibilidade e Inclusão: Considerar diferentes níveis de mobilidade e habilidades cognitivas, oferecendo uma variedade de opções para que todos possam participar.

A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
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