Planejamento de Ações em Saúde

Planejamento de Ações em Saúde na Sala de Apoio à Gestão – OTICS Bangu

No dia 29 de outubro de 2025, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu os apoiadores Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, juntamente com os apoiadores surdos Willian Inácio e Yasmin Guimarães, da Equipe de Acessibilidade Comunicativa da CAP 5.1. Durante o encontro, as equipes se dedicaram ao preenchimento de relatórios institucionais, à organização das atividades em andamento e ao planejamento de futuras ações, com destaque para a palestra sobre surdez e acessibilidade na educação. O objetivo da ação foi registrar, avaliar e aprimorar os processos de trabalho relacionados às práticas de acessibilidade comunicativa e à promoção da saúde da população negra, assegurando a transparência, o acompanhamento das metas institucionais e a qualificação das atividades desenvolvidas no território da AP 5.1.

A realização periódica dessas atividades é de grande importância para o fortalecimento da gestão participativa, permitindo o monitoramento contínuo dos resultados, a integração das equipes e a padronização das ações voltadas à inclusão e à equidade em saúde. Essa prática contribui para o cumprimento dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente no que se refere à universalidade do acesso, integralidade do cuidado e promoção da justiça social.

A iniciativa reforça o compromisso da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV/SMS-Rio) com a gestão qualificada e inclusiva das políticas públicas de saúde, fortalecendo o papel da Rede OTICS-Rio como espaço de formação, planejamento e integração das equipes.

Fontes:

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)

  • Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV)

  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)

  • Rede OTICS-Rio

  • Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (DAPS/SMS-Rio)

Prévia do Seminário Accountability da PMGSF – AP 5.1

Prévia do Seminário Accountability da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1

Na tarde do dia 29 de outubro de 2025, foi realizada, no auditório da  OTICS Bangu, a prévia do Seminário Accountability, um encontro preparatório voltado à apresentação e ao alinhamento das ações institucionais junto aos profissionais da unidade. A atividade foi conduzida por Íngrid Sayão, Diretora da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho (PMGSF), responsável pela apresentação e coordenação dos debates durante o evento.

O evento teve como objetivo promover o fortalecimento da transparência, da corresponsabilidade e do compromisso coletivo com a qualidade dos serviços oferecidos à população, em consonância com os princípios da gestão pública responsável e participativa.

Íngrid Sayão, Diretora da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho (PMGSF) – AP 5.1.

O Seminário Accountability é uma iniciativa que busca estimular a cultura da responsabilidade compartilhada na administração pública, incentivando a prestação de contas, o monitoramento de resultados e a melhoria contínua da gestão em saúde. Por meio desse processo, gestores e profissionais são convidados a avaliar práticas, identificar desafios e propor soluções conjuntas, garantindo maior eficiência e integridade na execução das políticas públicas.

A importância da ação está em consolidar a transparência e o diálogo institucional entre as equipes, fortalecendo a governança e a confiança da sociedade nos serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, iniciativas como esta contribuem para o desenvolvimento de uma gestão mais participativa, voltada à qualidade do cuidado e à sustentabilidade das ações em saúde.

A realização da prévia reafirma o compromisso da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV/SMS-Rio) com a ética, a transparência e a eficiência na gestão pública, princípios fundamentais da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio).

Entrega de Certificados para os Profissionais que se destacaram no ano de 2025.

Fontes:

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)

  • Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV)

  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)

  • Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1

  • Rede OTICS-Rio

  • Controladoria-Geral do Município do Rio de Janeiro (CGM-Rio)

Elaboração de Ações para o Novembro Azul

Elaboração de Ações para o Novembro Azul – Sala de Apoio à Gestão – OTICS Bangu

Na tarde do dia 28 de outubro de 2025, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu Jaqueline Nascimento, apoiadora da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, para o planejamento das ações alusivas ao Novembro Azul, mês dedicado à saúde do homem e à conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de próstata. O encontro teve como foco a elaboração de estratégias integradas de promoção da saúde, voltadas ao cuidado integral da população masculina, com ênfase na ampliação do acesso aos serviços de atenção primária, no acolhimento qualificado e na redução das barreiras de comunicação e informação em saúde. O objetivo da ação foi organizar e alinhar as iniciativas que serão desenvolvidas no território durante o mês de novembro, fortalecendo a intersetorialidade e a abordagem inclusiva nas práticas de cuidado à saúde do homem, em consonância com as diretrizes da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH).

A iniciativa reafirma o compromisso da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV/SMS-Rio) com o desenvolvimento de ações educativas, preventivas e acessíveis, promovendo a equidade e o cuidado integral à saúde da população masculina.

Brasil é o único país da América Latina com uma política de saúde específica para a população masculina: A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH). O objetivo da PNAISH é promover a melhoria das condições de saúde da população masculina brasileira, contribuindo, de modo efetivo, para a redução da morbidade e da mortalidade dessa população, abordando de maneira abrangente os fatores de risco e vulnerabilidades associados. Através da promoção do acesso a serviços de saúde abrangentes e ações preventivas, a política busca também reconhecer e respeitar as diversas manifestações de masculinidade.

Fontes:

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)

  • Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV)

  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)

  • Rede OTICS-Rio

  • Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (Ministério da Saúde, 2009)

Treinamento para a I Imersão de Vigilância Ambiental

Treinamento para a I Imersão de Vigilância Ambiental – Risco Não Biológico

No dia 27 de outubro de 2025, a Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1), em parceria com a Rede OTICS-Rio, promoveu o Treinamento preparatório para a I Imersão de Vigilância Ambiental – Risco Não Biológico, realizado no auditório da OTICS Bangu, no período das 14h às 16h. A atividade contou com a participação de 10 profissionais, tendo como público-alvo os Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) de campo, com o objetivo de capacitar e orientar os servidores quanto à organização e condução das ações que serão apresentadas durante a imersão.

O treinamento foi conduzido pelos profissionais Paulo Bueno e Renata Paulla, que abordaram conteúdos técnicos voltados à estruturação das atividades práticas, metodologias de campo e estratégias de prevenção e monitoramento do Risco Não Biológico, reforçando a importância da atuação integrada e do fortalecimento das ações de vigilância ambiental no território.

A iniciativa teve como objetivo central aprimorar as competências técnicas dos agentes e garantir a efetividade das ações de vigilância ambiental, contribuindo para a promoção da saúde e a prevenção de agravos relacionados a riscos não biológicos.

A ação integra o conjunto de estratégias desenvolvidas pela Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV/SMS-Rio), que visa fortalecer a formação continuada dos profissionais e consolidar práticas qualificadas de vigilância no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) é o órgão da prefeitura responsável por executar a política de saúde na cidade, garantindo o atendimento universal do SUS no município. A SMS-Rio organiza as prioridades da saúde pública carioca, coordena a vigilância em saúde, e trabalha com diversas unidades, como Clínicas da Família e Centros Municipais de Saúde. Os cidadãos podem entrar em contato por telefone (1746) ou pelo portal, além de usarem a Ouvidoria da SMS-Rio para reclamações, sugestões e elogios. 

A SUBPAV (Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde) é um órgão da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro responsável por promover e proteger a saúde da população, coordenando ações de atenção primária e vigilância sanitária, epidemiológica e ambiental. Seu trabalho envolve atividades como campanhas de vacinação, prevenção de doenças, e monitoramento de agravos, abrangendo desde o cuidado individual até a saúde coletiva em territórios específicos. 

 

 

 

Fontes:

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)

  • Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV)

  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)

  • Rede OTICS-Rio

Programa Mais Saúde com Agente

Na manhã do dia 24 de outubro de 2025, o Laboratório de Informática da OTICS Bangu recebeu o ultimo dia e finalização do curso técnico em Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) do Programa Mais Saúde com Agente. Participaram 19 profissionais da AP 5.1, entre ACS e ACE, com o objetivo de fortalecer as práticas desses trabalhadores essenciais para a Atenção Primária à Saúde (APS). O curso aborda as novas atribuições da categoria, previstas na Lei nº 11.350/2006, incentivando a análise das informações coletadas nas residências e territórios, a orientação à população e a construção de mapas territoriais com vulnerabilidades e dispositivos locais.

Responsável pela preceptoria, Aryane de Menezes, Enfermeira, Clinica da Família Edson Abdalla Saad.

Durante o encontro, também houve uma apresentação sobre o tema Leishmaniose, abordando vetores (família Psychodidae, subfamília Phlebotominae), sintomas e evolução da doença.
Formação da Equipe Interna da Preceptoria: Prof.ª Dr.ª Daniela Riva Knauth – UFRGS; Prof.ª Dr.ª Saionara Araújo Wagner – UFRGS; Prof.ª Dr.ª Roselane Zordan Costella – UFRGS; Prof.ª Dr.ª Pricila Sleifer – UFRGS e Prof.ª Dr.ª Simone Martins de Castro – UFRGS.

A Educação Permanente em Saúde (EPS) é fundamental para qualificar a gestão e a atenção à saúde, transformando as práticas profissionais a partir das necessidades do cotidiano do trabalho e da comunidade. Sua importância reside no aperfeiçoamento contínuo dos profissionais, na melhoria da qualidade do atendimento, no fortalecimento do vínculo entre serviços de saúde e usuários, e na promoção de um ambiente de trabalho reflexivo e que impulsiona a mudança e a inovação.

O Programa Mais Saúde com Agente (MSA), é uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e CONASEMS para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).

O Programa Saúde com Agente agora é o Mais Saúde com Agente. A mudança representa a ampliação da oferta dos cursos técnicos em Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE), promovendo qualificação profissional para um vínculo maior e mais forte com a população, além da integração entre Atenção Básica e Vigilância em Saúde no Sistema Único de Saúde (SUS).

A estratégia é uma ampliação do programa com objetivo de preparar ACS e ACE para as novas atribuições das categorias e para os desafios que se apresentam no trabalho em saúde nas comunidades.

Assim, busca-se identificar as necessidades sóciossanitárias e construir o cuidado para um sistema público de saúde mais resolutivo, justo e participativo.

 

Programa Mais Saúde com Agente, a educação permanente para profissionais da saúde é uma estratégia do SUS que visa qualificar o trabalho em saúde, transformando-o a partir das necessidades e desafios do cotidiano profissional e da comunidade.

 

OTICS Bangu – Qualificando o trabalho e fortalecendo a saúde no território!

 

Mais Saúde com Agente

 

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Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 5º Dia

OTICS Bangu realiza 5º dia do Curso Introdutório em Saúde da Família – 7ª Turma

No dia 24 de outubro de 2025, o auditório da OTICS Bangu sediou o 5º dia do Curso Introdutório em Saúde da Família, destinado aos profissionais da Atenção Primária da Área Programática 5.1. A programação contou com a condução de Rosilene Cabral – Apoiadora – DAPS – CAP 5.1. Também estiveram presentes Lucas Martins Lobo Psicólogo Sanitarista e Priscila Soares Analista de informação da DICA CAP 5.1 que contribuíram com reflexões sobre saúde pública e o uso estratégico das informações em saúde e contou com a participação de 13 profissionais das unidades de Atenção Primária: CMS Dr Eithel Pinheiro Oliveira Lima, CF Rômulo Carlos Teixeira, CF Rogério Pinto da Mota, CMS Professor Masao Goto, CF Maio dias Alencar, CMS Henrique Monat, CMS Alexander Fleming, CMS Silvio Barbosa, CF Padre Jhow Clibbin, CF Sandra Regina, CF Rosino Baccarini, CF Wilson Melo Santos, CMS Catiri e Residentes Multiprofissionais – CAP 5.1. O curso, em sua 7ª turma, tem como objetivo aprofundar conhecimentos e práticas voltadas ao fortalecimento da Estratégia Saúde da Família, qualificando o atendimento prestado à população do território.

Conteúdo do dia: Abertura: Revisitando o Itinerário de Aprendizagem.

O dia de hoje foi focado: Revisitando o Itinerário de Aprendizagem. Linhas de cuidado: Apresentação dialogada sobre linhas de cuidado. Vigilância em Saúde, Apresentação dialogada sobre Vigilância em Saúde: Dinâmica Imagem e Ação Sistemas de Vigilância. Monitoramento e avaliação, Aula dialogada sobre monitoramento e avaliação: Previne Brasil; Contrato de gestão. Revisão do Itinerário de aprendizagem; Avaliação do curso.

O curso objetiva qualificar os profissionais que ingressam na Atenção Primária à Saúde, para que ampliem sua visão sistêmica e integral do indivíduo, da família e da comunidade na qual estão inseridos. Curso introdutório para preparar o ACS para sua prática cotidiana no território, auxiliando-o em sua integração com a equipe, população, políticas públicas de saúde e promoção da saúde. O Curso Introdutório em Saúde da Família está estruturado com carga horária mínima de 40 horas semanais. Tem como público alvo toda a equipe de atuação na Estratégia de Saúde da Família (ESF), como: médico; enfermeiro; técnico de enfermagem; agente comunitário de saúde; agente de vigilância em saúde e de combate às endemias; cirurgião dentista; técnico em saúde bucal; auxiliar em saúde bucal; técnico em farmácia; farmacêutico; administrativo; gerente; consultório na rua; e Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF).

Preceptores Lucas Martins Lobo Psicólogo Sanitarista e Priscila Soares Analista de informação da DICA CAP 5.1.

rganizado a partir de quatro eixos, conforme a Portaria: EIXO 1 – A Atenção Primária no contexto das políticas públicas de saúde e as estratégias de implementação; EIXO 2 – A organização dos sistemas locais de saúde, com ênfase no planejamento de base territorial; EIXO 3 – O processo de trabalho das equipes; EIXO 4 – A atuação interdisciplinar e participação popular.

A entrega de certificados dos participantes ao término do curso está condicionada a participação (frequência/presença) mínima de 75% no curso. O certificado será válido em todas as áreas de planejamento da Atenção Primária do Município do Rio de Janeiro.

Preceptora Rosilene Cabral – Apoiadora – DAPS – CAP 5.1.

O Curso Introdutório em Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro. Sua atualização, na presente edição, se propõe a problematizar o cotidiano do trabalho dos profissionais à luz dos atributos da Atenção Primária à Saúde, de maneira dinâmica e participativa. Devemos considerar que esta nova edição do curso surge em um tempo de uma rede mais madura, com mais de uma década desde o início da reforma em 2009, e que está em um caminho de reestruturação após um longo período de dedicação ao enfrentamento da pandemia da covid-19. Ainda assim, permanecem os desafios, alguns velhos conhecidos, outros mais novos. Este manual tem como objetivo orientar a realização do Curso Introdutório em Saúde da Família em sua Área de Planejamento. Nele, iremos fornecer o passo a passo das atividades, além de apoiar o desenvolvimento das habilidades necessárias para a apresentação de cada sessão. Pensando em estratégias que viabilizem o aprendizado dos profissionais que atuam no SUS, o Ministério da Saúde instituiu, em 2004, a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), que tem como ambição tornar a rede pública de saúde uma rede de ensino- -aprendizagem no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho, a partir dos problemas enfrentados na realidade dos serviços. Espera-se, então, que sejamos capazes de promover a reflexão coletiva sobre o trabalho e oferecer instrumentos para sua transformação. A Educação Permanente, além da sua dimensão pedagógica, deve ser notada, também, como uma importante ferramenta de gestão, como um processo que se dá “no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho”, buscando como desfecho final efeitos positivos concretos na assistência aos usuários. A formação desses profissionais dentro de seus ambientes de trabalho, voltada para as necessidades de saúde da população em conjunto com as necessidades de aprendizado do indivíduo, é fundamental para uma Atenção Primária à Saúde de qualidade. Deste modo, esperamos que o curso introdutório transforme as práticas dos profissionais, e que os facilitadores sejam potentes engajadores para a construção da Trilha de Aprendizagem. Que este manual contribua para a melhor execução dos cursos, favorecendo a formação continuada dos profissionais da rede de Atenção Primária e refletindo na qualidade da assistência prestada à população.

OTICS Bangu realiza 5º dia do Curso Introdutório em Saúde da Família – 7ª Turma.

Saiba mais clicando aqui: Curso Introdutório

Saiba mais clicando aqui: Atenção Primária

 

Supervisão RT Maia – Caps Lima Barreto

Supervisão em Residências Terapêuticas promove alinhamento do trabalho terapêutico na AP 5.1

Nesta manhã, 23 de outubro de 2025, a sala de tutoria da OTICS Bangu sediou uma supervisão voltada às Residências Terapêuticas (RTs) do CAPS Lima Barreto – AP 5.1, conduzida pela RT Maia. O encontro contou com a participação de 6 apoiadores (cuidadores) das residências terapêuticas, público-alvo da atividade. Durante a supervisão, foram abordados temas relacionados à direção de trabalho e ao planejamento do processo terapêutico, com foco em alinhar a comunicação e organizar o trabalho diário nas RTs. O encontro teve como objetivo fortalecer a atuação das equipes, garantindo cuidado qualificado e integrado aos usuários. A responsável pelo evento foi Nathalia Cristina, do CAPS Lima Barreto, que conduziu as discussões e orientações para otimizar o trabalho das residências terapêuticas na região.

Residências Terapêuticas (RTs) são casas que integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT) no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que foram internadas por longo tempo em hospitais psiquiátricos. Essas residências visam a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, com o apoio de cuidadores e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de referência. 

As RTs são geralmente vinculadas a um CAPS, que oferece suporte técnico e profissional. As RTs contam com uma equipe de cuidadores que acompanha os moradores no dia a dia, auxiliando em atividades de vida diária, lazer e atividades terapêuticas. 

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

 

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Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 23 de outubro de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva – AP 5.1.
A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 22 de outubro de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva – AP 5.1.
A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/