Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 22 de junho de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Eduardo Rodrigues Marques, Agente de Vigilância em Saúde (AVS) da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território. Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 19 de junho de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Anailton Dantas – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

Fonte:

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Encontro Locorregional do Programa Mais Médicos (PMM) da AP 5.1

Nos dia 17 de junho de 2026, das 14h às 17h, o auditório da OTICS Bangu sediou o segundo dia do Encontro Locorregional do Programa Mais Médicos (PMM) da AP 5.1, reunindo 30 profissionais vinculados ao programa em um momento de atualização técnica e fortalecimento das práticas assistenciais na Atenção Primária à Saúde (APS). A atividade foi conduzida por Priscila Mafra, Responsável Técnica Médica da CAP 5.1, em conjunto com os supervisores acadêmicos do Programa Mais Médicos.

O encontro teve como tema central as Síndromes Respiratórias, abordando aspectos relacionados à identificação, manejo clínico, acompanhamento dos usuários e estratégias de cuidado desenvolvidas na Atenção Primária à Saúde. A atividade proporcionou um espaço de discussão e troca de experiências entre os profissionais, contribuindo para a qualificação da assistência prestada à população.

Durante a programação, foram discutidos temas relevantes para a prática clínica, considerando o papel estratégico da APS na prevenção, diagnóstico precoce, acompanhamento e encaminhamento adequado dos casos. O debate também destacou a importância da vigilância em saúde e da atuação integrada das equipes para o enfrentamento das doenças respiratórias, especialmente em períodos de maior circulação de vírus respiratórios.

Os encontros locorregionais do Programa Mais Médicos constituem importantes espaços de educação permanente, promovendo atualização profissional, fortalecimento da integração entre ensino e serviço e qualificação contínua dos processos de trabalho. Essas iniciativas contribuem para o aprimoramento da assistência prestada no Sistema Único de Saúde (SUS) e para o fortalecimento da Atenção Primária como porta de entrada preferencial da rede de saúde.

Fonte:

Ministério da Saúde – Programa Mais Médicos

Ministério da Saúde – Síndrome Respiratórias 

GT Redução de Iniquidades AP 5.1

GT Redução de Iniquidades promove planejamento de ações na AP 5.1

No dia 17 de junho de 2026, das 13h às 17h, foi realizado no laboratório de informática da OTICS o encontro do Grupo de Trabalho (GT) Redução de Iniquidades, reunindo 8 profissionais de saúde da Área Programática 5.1, integrantes do GT. A atividade teve como objetivo principal o planejamento de ações estratégicas voltadas à redução das iniquidades em saúde, com foco nas populações em situação de maior vulnerabilidade social do território. O encontro buscou alinhar propostas, identificar prioridades e fortalecer práticas intersetoriais capazes de promover maior equidade no acesso e na qualidade da atenção à saúde. A condução do encontro ficou a cargo de Jaqueline Nascimento, Verônica Alexandrino e Claudio Carvalho , que contribuíram com reflexões técnicas, troca de experiências e direcionamentos para a construção coletiva das ações do grupo.

A realização do GT Redução de Iniquidades é fundamental para o fortalecimento do princípio da equidade no Sistema Único de Saúde (SUS), reconhecendo que diferentes grupos populacionais demandam respostas específicas diante de desigualdades sociais, econômicas e territoriais. Espaços como este possibilitam o planejamento integrado, a qualificação das práticas profissionais e a construção de estratégias mais eficazes para a promoção da justiça social e da saúde integral.

A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS e da rede de saúde da AP 5.1 com a construção de políticas e ações voltadas à redução das desigualdades e à garantia do cuidado integral e humanizado à população.

 

Fontes e referências:

As discussões e propostas do GT estão alinhadas com diretrizes e documentos oficiais, tais como:

  • Constituição Federal de 1988, que estabelece a saúde como direito de todos e dever do Estado;

  • Lei Orgânica da Saúde (Lei nº 8.080/1990), que define a equidade como um dos princípios do SUS;

  • Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS);

  • Política Nacional de Saúde Integral das Populações Vulnerabilizadas, do Ministério da Saúde;

  • Publicações da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre determinantes sociais da saúde.

Construção de Oficina sobre Saúde Mental e Equidade Racial

No dia 17 de junho de 2026, das 9h às 12h, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu sediou uma reunião técnica destinada ao planejamento de uma oficina integrada sobre Saúde Mental e Saúde Integral da População Negra. A atividade reuniu três participantes e foi conduzida por Jaqueline Nascimento e Elvis Ferreira, apoiadores da Saúde Integral da População Negra da DAPS/CAP 5.1, e Claudio Carvalho, enfermeiro e apoiador da Saúde Mental da DAPS/CAP 5.1.

O encontro teve como objetivo discutir a organização e a construção de uma oficina que abordará de forma articulada os temas da saúde mental e da saúde integral da população negra, promovendo reflexões sobre equidade, cuidado integral, determinantes sociais da saúde e enfrentamento das desigualdades que impactam o acesso e a qualidade da assistência prestada à população.

Durante a reunião, foram debatidas propostas metodológicas, conteúdos programáticos e estratégias de desenvolvimento da atividade, visando a construção de um espaço de aprendizado e troca de experiências que contribua para a qualificação das práticas profissionais e para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à promoção da equidade em saúde.

A integração entre a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra e as ações de Saúde Mental representa uma importante estratégia para ampliar o olhar sobre os fatores sociais, culturais e institucionais que influenciam o processo saúde-doença. Dessa forma, a futura oficina buscará fortalecer práticas de cuidado mais inclusivas, humanizadas e alinhadas aos princípios da universalidade, integralidade e equidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fontes:

Reunião Técnica Cerest Zona Oeste

No dia 17 de junho de 2026, das 9h às 12h, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu sediou uma reunião técnica entre a equipe do CEREST Zona Oeste e uma assistente social do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A atividade reuniu 6 participantes de forma presencial e um de forma online e foi conduzida pela equipe do CEREST Zona Oeste, composta por Simone Leite, Fátima Abdalah, Marcela Brandão e Alexandre Prio. Também estiveram presentes Ana Beatriz e Juan Buritica, ambos residentes da FIOCRUZ.

O encontro teve como objetivo esclarecer dúvidas relacionadas à Previdência Social e à Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), promovendo a atualização de conhecimentos e o alinhamento de informações importantes para o acompanhamento dos trabalhadores atendidos pelos serviços de saúde. Durante a reunião, foram discutidos fluxos, procedimentos e aspectos legais relacionados aos direitos previdenciários dos trabalhadores e à notificação de acidentes e agravos relacionados ao trabalho.

A atividade proporcionou um espaço de troca de experiências e fortalecimento da articulação entre saúde e previdência, contribuindo para a qualificação das ações desenvolvidas pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST). A integração entre os diferentes setores é fundamental para garantir assistência adequada aos trabalhadores, ampliando o acesso à informação e fortalecendo a proteção dos direitos relacionados à saúde e ao trabalho.

A Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) constitui um importante instrumento para o registro e monitoramento dos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, subsidiando ações de vigilância, prevenção e promoção da saúde dos trabalhadores. Nesse contexto, momentos de atualização técnica e discussão intersetorial são essenciais para qualificar os processos de trabalho e fortalecer a atuação das equipes.

Fontes:

Encontro Locorregional do Programa Mais Médicos (PMM) da AP 5.1

Nos dia 16 de junho de 2026, das 14h às 17h, o auditório da OTICS Bangu sediou o Encontro Locorregional do Programa Mais Médicos (PMM) da AP 5.1, reunindo 16 profissionais vinculados ao programa em um momento de atualização técnica e fortalecimento das práticas assistenciais na Atenção Primária à Saúde (APS). A atividade foi conduzida por Priscila Mafra, Responsável Técnica Médica da CAP 5.1, em conjunto com os supervisores acadêmicos do Programa Mais Médicos.

O encontro teve como tema central as Síndromes Respiratórias, abordando aspectos relacionados à identificação, manejo clínico, acompanhamento dos usuários e estratégias de cuidado desenvolvidas na Atenção Primária à Saúde. A atividade proporcionou um espaço de discussão e troca de experiências entre os profissionais, contribuindo para a qualificação da assistência prestada à população.

Durante a programação, foram discutidos temas relevantes para a prática clínica, considerando o papel estratégico da APS na prevenção, diagnóstico precoce, acompanhamento e encaminhamento adequado dos casos. O debate também destacou a importância da vigilância em saúde e da atuação integrada das equipes para o enfrentamento das doenças respiratórias, especialmente em períodos de maior circulação de vírus respiratórios.

Os encontros locorregionais do Programa Mais Médicos constituem importantes espaços de educação permanente, promovendo atualização profissional, fortalecimento da integração entre ensino e serviço e qualificação contínua dos processos de trabalho. Essas iniciativas contribuem para o aprimoramento da assistência prestada no Sistema Único de Saúde (SUS) e para o fortalecimento da Atenção Primária como porta de entrada preferencial da rede de saúde.

Fonte:

Ministério da Saúde – Programa Mais Médicos

Ministério da Saúde – Síndrome Respiratórias 

Acessibilidade Comunicativa

Neste dia, 16 de junho de 2026, turno da manhã, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência;
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015);
Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da Universalidade, Equidade e Integralidade.

Saúde Integral da População Negra

No dia 15 de junho de 2026, turno da tarde, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, esteve envolvido na elaboração da apresentação sobre II Seminário Saúde Integral da População Negra da CAP 5.1. Objetivo: desenvolver uma apresentação informativa e reflexiva sobre as ações, desafios e estratégias de promoção da equidade racial em saúde, fortalecendo o compromisso da gestão com a implementação das políticas públicas voltadas à população negra, em consonância com as diretrizes do Ministério da Saúde e da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN). A importância da iniciativa visa sensibilizar e orientar sobre à relevância da inclusão de práticas antirracistas no cotidiano do SUS, assegurando acesso equitativo, cuidado integral e respeito à diversidade étnico-racial. Essa ação reforça o papel estratégico da gestão local na promoção da justiça social e na redução das iniquidades em saúde, contribuindo para o fortalecimento da atenção integral à população negra no território.

A Política nacional de Saúde integral da População negra define os princípios, a marca, os objetivos, as diretrizes, as estratégias e as responsabilidades de gestão, voltados para a melhoria das condições de saúde desse segmento da população. inclui ações de cuidado, atenção, promoção à saúde e prevenção de doenças, bem como de gestão participativa, participação popular e controle social, produção de conhecimento, formação e educação permanente para trabalhadores de saúde, visando à promoção da equidade em saúde da população negra. Sua formulação ficou a cargo da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP), com assessoria do Comitê Técnico de Saúde da População negra (CTSPn), cabendo a essa secretaria a responsabilidade pela articulação para sua aprovação no Conselho nacional de Saúde (CnS) e a pactuação na Comissão intergestores Tripartite (CiT). É também atribuição da SGEP, no processo de implementação desta Política, o monitoramento, a avaliação e o apoio técnico aos estados e municípios. Esta Política abrange ações e programas de diversas secretarias e órgãos vinculados ao Ministério da Saúde (MS). Trata-se, portanto, de uma política transversal, com formulação, gestão e operação compartilhadas entre as três esferas de governo, de acordo com os princípios e diretrizes do SUS. Seu propósito é garantir maior igualdade no que tange à efetivação do direito humano à saúde, em seus aspectos de promoção, prevenção, atenção, tratamento e recuperação de doenças e agravos transmissíveis e não transmissíveis, incluindo aqueles de maior prevalência nesse segmento populacional. Ela se insere na dinâmica do Sistema único de Saúde (SUS), por meio de estratégias de gestão solidária e participativa, destacando: utilização do quesito cor na produção de informações epidemiológicas para a definição de prioridades e tomada de decisão; ampliação e fortalecimento do controle social; desenvolvimento de ações e estratégias de identificação, abordagem, combate e prevenção do racismo institucional no ambiente de trabalho, nos processos de formação e educação permanente de profissionais; implementação de ações afirmativas para alcançar a equidade em saúde e promover a igualdade racial.

 

 

📚 Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (Portaria nº 992/2009)
  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)
  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)
  • Rede OTICS-Rio

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 15 de junho de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Eduardo Rodrigues Marques, Agente de Vigilância em Saúde (AVS) da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território. Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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