Reunião Técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde – AP 5.1

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 01 de julho de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 6 profissionais da categoria e teve como objetivo planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Eduardo Rodrigues Marques, Agente de Vigilância em Saúde (AVS) da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

  

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

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Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 29 de junho de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 8 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Viilância em Saúde Ambiental da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território. Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

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Reunião da Comissão Intersetorial Local PNAISARI

Reunião da Comissão Intersetorial Local PNAISARI fortalece o acompanhamento de adolescentes no território

Na manhã do dia 25 de junho de 2026, das 9h às 12h, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS Bangu, a reunião da Comissão Intersetorial Local do Programa Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes em Conflito com a Lei, em Regime de Internação e Internação Provisória (PNAISARI). O encontro reuniu oito profissionais das áreas de Saúde, Educação e Assistência Social, promovendo o fortalecimento da articulação intersetorial em prol da atenção integral aos adolescentes acompanhados no território. Conduzida por Jaqueline Nascimento, Apoiadora da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), da Saúde Integral da População Negra e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), a reunião teve como pauta o acompanhamento dos adolescentes, com foco na construção de estratégias conjuntas, no planejamento das ações e no fortalecimento do fluxo de cuidado entre os diferentes setores envolvidos.

A realização periódica da Comissão Intersetorial Local é fundamental para integrar os serviços da rede, favorecer o compartilhamento de informações e fortalecer o cuidado integral, garantindo que os adolescentes tenham acesso às ações de promoção da saúde, prevenção de agravos e acompanhamento contínuo. O trabalho articulado entre saúde, educação e assistência social contribui para a efetivação dos direitos desse público, respeitando suas necessidades e singularidades.

O principal objetivo do encontro foi alinhar estratégias de planejamento e acompanhamento dos adolescentes no território, fortalecendo a atuação integrada das equipes e qualificando a construção de Projetos Terapêuticos Singulares, por meio da corresponsabilização entre os diferentes setores envolvidos na atenção.

A iniciativa está alinhada às diretrizes do Programa Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes em Conflito com a Lei (PNAISARI), da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes e Jovens e aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), que preconizam a integralidade do cuidado, a intersetorialidade e a garantia do acesso aos serviços de saúde como direitos fundamentais.

 

Fontes:

Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes em Conflito com a Lei (PNAISARI).

Portaria GM/MS nº 1.082, de 23 de maio de 2014

Instrutivo para Implantação e Implementação da PNAISARI – Ministério da Saúde.

Lei nº 12.594/2012 (SINASE – Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo).

Reunião da Vigilância Ambiental – Processo de Trabalho – AP 5.1

Reunião fortalece o processo de trabalho da Vigilância Ambiental na AP 5.1

Na manhã do dia 22 de junho de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu sediou um encontro técnico promovido pela Gerência de Vigilância Ambiental da AP 5.1, reunindo quatro profissionais para discutir o processo de trabalho da equipe e alinhar novas estratégias de organização das atividades desenvolvidas no território. A reunião foi conduzida por Nilson Rabelo, Responsável Técnico da Vigilância Ambiental da AP 5.1. O encontro teve como objetivo discutir as novas atribuições da equipe, revisar os fluxos de trabalho e promover o alinhamento das rotinas da Vigilância Ambiental, buscando fortalecer a integração entre os profissionais e aprimorar a execução das ações desenvolvidas nos serviços de saúde.

A Vigilância Ambiental em Saúde desempenha papel estratégico na identificação, monitoramento e controle dos fatores ambientais que podem interferir na saúde da população. Suas ações abrangem a prevenção de riscos relacionados à qualidade da água para consumo humano, ao controle de vetores, à exposição a contaminantes ambientais e a outros fatores que possam impactar as condições de vida e saúde da comunidade. O alinhamento dos processos de trabalho contribui para maior eficiência das equipes, fortalece a capacidade de resposta frente aos riscos ambientais e qualifica o planejamento das ações de vigilância, garantindo maior integração com a Atenção Primária à Saúde e com os demais componentes da Rede de Atenção à Saúde.

A iniciativa reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com o fortalecimento da Vigilância em Saúde, a qualificação permanente dos processos de trabalho e a promoção de ações integradas voltadas à proteção da saúde da população.

 

 

Fontes oficiais:

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 22 de junho de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Eduardo Rodrigues Marques, Agente de Vigilância em Saúde (AVS) da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território. Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

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Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 19 de junho de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Anailton Dantas – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

Fonte:

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Encontro Locorregional do Programa Mais Médicos (PMM) da AP 5.1

Nos dia 17 de junho de 2026, das 14h às 17h, o auditório da OTICS Bangu sediou o segundo dia do Encontro Locorregional do Programa Mais Médicos (PMM) da AP 5.1, reunindo 30 profissionais vinculados ao programa em um momento de atualização técnica e fortalecimento das práticas assistenciais na Atenção Primária à Saúde (APS). A atividade foi conduzida por Priscila Mafra, Responsável Técnica Médica da CAP 5.1, em conjunto com os supervisores acadêmicos do Programa Mais Médicos.

O encontro teve como tema central as Síndromes Respiratórias, abordando aspectos relacionados à identificação, manejo clínico, acompanhamento dos usuários e estratégias de cuidado desenvolvidas na Atenção Primária à Saúde. A atividade proporcionou um espaço de discussão e troca de experiências entre os profissionais, contribuindo para a qualificação da assistência prestada à população.

Durante a programação, foram discutidos temas relevantes para a prática clínica, considerando o papel estratégico da APS na prevenção, diagnóstico precoce, acompanhamento e encaminhamento adequado dos casos. O debate também destacou a importância da vigilância em saúde e da atuação integrada das equipes para o enfrentamento das doenças respiratórias, especialmente em períodos de maior circulação de vírus respiratórios.

Os encontros locorregionais do Programa Mais Médicos constituem importantes espaços de educação permanente, promovendo atualização profissional, fortalecimento da integração entre ensino e serviço e qualificação contínua dos processos de trabalho. Essas iniciativas contribuem para o aprimoramento da assistência prestada no Sistema Único de Saúde (SUS) e para o fortalecimento da Atenção Primária como porta de entrada preferencial da rede de saúde.

Fonte:

Ministério da Saúde – Programa Mais Médicos

Ministério da Saúde – Síndrome Respiratórias 

GT Redução de Iniquidades AP 5.1

GT Redução de Iniquidades promove planejamento de ações na AP 5.1

No dia 17 de junho de 2026, das 13h às 17h, foi realizado no laboratório de informática da OTICS o encontro do Grupo de Trabalho (GT) Redução de Iniquidades, reunindo 8 profissionais de saúde da Área Programática 5.1, integrantes do GT. A atividade teve como objetivo principal o planejamento de ações estratégicas voltadas à redução das iniquidades em saúde, com foco nas populações em situação de maior vulnerabilidade social do território. O encontro buscou alinhar propostas, identificar prioridades e fortalecer práticas intersetoriais capazes de promover maior equidade no acesso e na qualidade da atenção à saúde. A condução do encontro ficou a cargo de Jaqueline Nascimento, Verônica Alexandrino e Claudio Carvalho , que contribuíram com reflexões técnicas, troca de experiências e direcionamentos para a construção coletiva das ações do grupo.

A realização do GT Redução de Iniquidades é fundamental para o fortalecimento do princípio da equidade no Sistema Único de Saúde (SUS), reconhecendo que diferentes grupos populacionais demandam respostas específicas diante de desigualdades sociais, econômicas e territoriais. Espaços como este possibilitam o planejamento integrado, a qualificação das práticas profissionais e a construção de estratégias mais eficazes para a promoção da justiça social e da saúde integral.

A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS e da rede de saúde da AP 5.1 com a construção de políticas e ações voltadas à redução das desigualdades e à garantia do cuidado integral e humanizado à população.

 

Fontes e referências:

As discussões e propostas do GT estão alinhadas com diretrizes e documentos oficiais, tais como:

  • Constituição Federal de 1988, que estabelece a saúde como direito de todos e dever do Estado;

  • Lei Orgânica da Saúde (Lei nº 8.080/1990), que define a equidade como um dos princípios do SUS;

  • Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS);

  • Política Nacional de Saúde Integral das Populações Vulnerabilizadas, do Ministério da Saúde;

  • Publicações da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre determinantes sociais da saúde.

Construção de Oficina sobre Saúde Mental e Equidade Racial

No dia 17 de junho de 2026, das 9h às 12h, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu sediou uma reunião técnica destinada ao planejamento de uma oficina integrada sobre Saúde Mental e Saúde Integral da População Negra. A atividade reuniu três participantes e foi conduzida por Jaqueline Nascimento e Elvis Ferreira, apoiadores da Saúde Integral da População Negra da DAPS/CAP 5.1, e Claudio Carvalho, enfermeiro e apoiador da Saúde Mental da DAPS/CAP 5.1.

O encontro teve como objetivo discutir a organização e a construção de uma oficina que abordará de forma articulada os temas da saúde mental e da saúde integral da população negra, promovendo reflexões sobre equidade, cuidado integral, determinantes sociais da saúde e enfrentamento das desigualdades que impactam o acesso e a qualidade da assistência prestada à população.

Durante a reunião, foram debatidas propostas metodológicas, conteúdos programáticos e estratégias de desenvolvimento da atividade, visando a construção de um espaço de aprendizado e troca de experiências que contribua para a qualificação das práticas profissionais e para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à promoção da equidade em saúde.

A integração entre a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra e as ações de Saúde Mental representa uma importante estratégia para ampliar o olhar sobre os fatores sociais, culturais e institucionais que influenciam o processo saúde-doença. Dessa forma, a futura oficina buscará fortalecer práticas de cuidado mais inclusivas, humanizadas e alinhadas aos princípios da universalidade, integralidade e equidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fontes:

Reunião Técnica Cerest Zona Oeste

No dia 17 de junho de 2026, das 9h às 12h, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu sediou uma reunião técnica entre a equipe do CEREST Zona Oeste e uma assistente social do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A atividade reuniu 6 participantes de forma presencial e um de forma online e foi conduzida pela equipe do CEREST Zona Oeste, composta por Simone Leite, Fátima Abdalah, Marcela Brandão e Alexandre Prio. Também estiveram presentes Ana Beatriz e Juan Buritica, ambos residentes da FIOCRUZ.

O encontro teve como objetivo esclarecer dúvidas relacionadas à Previdência Social e à Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), promovendo a atualização de conhecimentos e o alinhamento de informações importantes para o acompanhamento dos trabalhadores atendidos pelos serviços de saúde. Durante a reunião, foram discutidos fluxos, procedimentos e aspectos legais relacionados aos direitos previdenciários dos trabalhadores e à notificação de acidentes e agravos relacionados ao trabalho.

A atividade proporcionou um espaço de troca de experiências e fortalecimento da articulação entre saúde e previdência, contribuindo para a qualificação das ações desenvolvidas pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST). A integração entre os diferentes setores é fundamental para garantir assistência adequada aos trabalhadores, ampliando o acesso à informação e fortalecendo a proteção dos direitos relacionados à saúde e ao trabalho.

A Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) constitui um importante instrumento para o registro e monitoramento dos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, subsidiando ações de vigilância, prevenção e promoção da saúde dos trabalhadores. Nesse contexto, momentos de atualização técnica e discussão intersetorial são essenciais para qualificar os processos de trabalho e fortalecer a atuação das equipes.

Fontes: