Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 26 de março de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Reunião Técnica dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 20 de março de 2026, no auditório da OTICS Bangu foi o espaço da reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Planejamento e Geoprocessamento Fortalecem Assistência na AP 5.1

No dia 19 de março de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizada reunião com os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, da AP 5.1. O encontro teve como objetivo a atualização dos cadastros da Rua da Usina, área coberta pela unidade, com foco no levantamento do quantitativo de moradores e na qualificação das informações territoriais. A atividade foi desenvolvida de forma integrada com os próprios Agentes da área, que participaram ativamente do levantamento em campo, contribuindo para a atualização e reestruturação do território adscrito. O trabalho também visa aprimorar a organização da assistência aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) na clínica de referência, garantindo maior precisão no planejamento das ações e na oferta de serviços. Participaram da reunião os ACS responsáveis pela área em questão, além de Viviane Lis, Diretora da DICA da CAP 5.1; Vivian Bravo, Auxiliar Administrativa da DICA; e Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1. A presença da equipe técnica reforçou a importância do uso de dados territoriais atualizados como ferramenta estratégica para o planejamento em saúde.

A atualização cadastral é um instrumento essencial da Atenção Primária à Saúde, pois permite conhecer a realidade demográfica e social do território, identificar vulnerabilidades e organizar de forma mais eficiente as ações de promoção, prevenção e cuidado. O trabalho conjunto entre ACS e equipe de geoprocessamento fortalece a territorialização, princípio estruturante da Estratégia Saúde da Família, e contribui para a ampliação do acesso e da resolutividade da assistência.

A iniciativa reafirma o compromisso da AP 5.1 com a qualificação permanente das informações em saúde e com o fortalecimento da organização do cuidado a partir das necessidades reais da população do território.

Fontes

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica (PNAB).

  • Portaria nº 2.436 de 2017 – Aprova a Política Nacional de Atenção Básica.

  • Sistema Único de Saúde – Princípios e diretrizes da Atenção Primária à Saúde.

Reunião entre CEREST e Coordenação da Saúde do Trabalhador

Reunião entre CEREST e Coordenação da Saúde do Trabalhador discute planejamento das ações para 2026

No dia 13 de março de 2026, das 11h às 13h, foi realizada na Sala de tutoria da OTICS Bangu uma reunião de alinhamento entre representantes dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador e a Coordenação da Saúde do Trabalhador. O encontro contou com a participação de um profissional presencialmente e três participantes de forma online, fortalecendo o diálogo entre os serviços responsáveis pelo acompanhamento das ações voltadas à saúde da população trabalhadora. A reunião envolveu profissionais vinculados ao Centro de Referência em Saúde do Trabalhador, unidade estratégica do Sistema Único de Saúde dedicada à vigilância, prevenção e promoção da saúde relacionada ao trabalho. O encontro foi conduzido por Flávia Oliveira, que atua como Coordenadora da Saúde do Trabalhador.

Durante o encontro, foram discutidas as diretrizes e estratégias para o planejamento das ações da Saúde do Trabalhador para o ano de 2026, com foco na organização das atividades, definição de prioridades e fortalecimento da articulação entre os serviços que compõem a rede de atenção à saúde do trabalhador. Também foram abordados aspectos relacionados à vigilância em saúde, monitoramento de agravos relacionados ao trabalho e à importância da integração entre diferentes setores da saúde pública. O objetivo da reunião foi promover o alinhamento entre os CEREST e a Coordenação da Saúde do Trabalhador, contribuindo para a construção de um planejamento estratégico que fortaleça as ações de vigilância, promoção e proteção da saúde dos trabalhadores no território.

A realização de encontros como este é fundamental para qualificar a gestão das ações em saúde do trabalhador, permitindo a troca de informações, o compartilhamento de experiências e a construção coletiva de estratégias que contribuam para a prevenção de doenças e acidentes relacionados ao trabalho. A integração entre os serviços fortalece as políticas públicas voltadas à proteção da saúde dos trabalhadores e amplia a capacidade de resposta do sistema de saúde diante das demandas do território.

Essas iniciativas estão alinhadas às diretrizes da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, que orienta a organização das ações no Sistema Único de Saúde e reforça a importância da vigilância e da promoção da saúde nos ambientes e processos de trabalho.

Fontes

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Disponível em: https://www.gov.br/saude

  • Fundação Oswaldo Cruz. Saúde do Trabalhador e Vigilância em Saúde. Disponível em: https://portal.fiocruz.br

  • Organização Pan-Americana da Saúde. Saúde e trabalho nas políticas públicas. Disponível em: https://www.paho.org

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 5 de março de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Colegiado Local dos Profissionais de Educação Física da CAP 5.1

Colegiado Local dos Profissionais de Educação Física da CAP 5.1 realiza encontro para alinhamento estratégico de 2026

No dia 25 de fevereiro de 2026, das 13h30 às 17h, foi realizado no espaço da OTICS o Colegiado Local dos Profissionais de Educação Física da CAP 5.1, reunindo 18 profissionais de Educação Física para o planejamento das ações a serem desenvolvidas ao longo do ano. O encontro teve como objetivo principal alinhar estratégias e organizar o planejamento mensal das atividades, fortalecendo a atuação integrada dos profissionais no território e qualificando as ações voltadas à promoção da saúde na Atenção Primária. A condução da atividade ficou sob responsabilidade das Apoiadoras Técnicas Érica Lima e Daniele Lima, Profissionais de Educação Física, que mediaram as discussões e organizaram os encaminhamentos pactuados pelo grupo. Durante o colegiado, foram discutidos temas estratégicos para a organização do processo de trabalho, planejamento anual das atividades de 2026; construção e monitoramento da planilha de ações; análise do painel de indicadores; organização da gravação de videoaulas como ferramenta de ampliação do acesso e ações relacionadas ao balanço carioca e outras iniciativas territoriais.

O colegiado local constitui um importante espaço de governança, planejamento participativo e monitoramento das ações, permitindo que os profissionais atuem de forma integrada, com base em indicadores e metas previamente pactuadas.

A presença da Educação Física na Atenção Primária está alinhada às diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente no que se refere à promoção da saúde, prevenção de agravos e incentivo às práticas corporais e atividade física como determinantes fundamentais para a melhoria da qualidade de vida da população.

De acordo com o Ministério da Saúde, a promoção da atividade física é uma das estratégias prioritárias para o enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), como hipertensão, diabetes e obesidade, reforçando a importância da atuação dos profissionais de Educação Física na rede pública de saúde. A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro também destaca, em suas diretrizes, a relevância do planejamento baseado em indicadores para qualificar o cuidado e ampliar o acesso às ações no território.

O encontro reafirma o compromisso da CAP 5.1 com o fortalecimento do trabalho em equipe, a organização estratégica das ações e a consolidação de práticas baseadas em evidências, contribuindo para uma Atenção Primária mais resolutiva e integrada às necessidades da população.

Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto

Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto é realizada no Auditório da OTICS Bangu

No dia 24 de fevereiro de 2026, foi realizada, no Auditório da OTICS Bangu, a Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto, das 9h às 12h, reunindo 20 profissionais da unidade. O encontro foi conduzido pela Diretora do serviço, Mariana Martelo, e teve como foco central a análise e discussão dos casos clínicos dos usuários acompanhados pelo dispositivo. O objetivo principal da reunião foi qualificar a discussão dos casos em acompanhamento, assegurando uma avaliação integral das necessidades dos usuários e alinhando as condutas adotadas pela equipe multiprofissional. Segundo a Diretora Mariana Martelo, “momentos de discussão coletiva são essenciais para garantir um cuidado mais seguro, humanizado e coerente com as diretrizes da Rede de Atenção Psicossocial.”

A realização periódica de reuniões técnicas é uma prática orientada pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio), por meio da Coordenação de Saúde Mental, que reforça a necessidade de articulação constante entre os profissionais das equipes. Conforme estabelece a SMS-Rio, “a gestão compartilhada dos casos é fundamental para a continuidade do cuidado e para o fortalecimento da atenção territorial em saúde mental.”

Esses espaços favorecem a integração das práticas clínicas com as diretrizes da Secretaria Municipal de Saúde; a revisão contínua dos Planos Terapêuticos Singulares (PTS); a organização de fluxos assistenciais articulados à rede, como também, a qualificação das decisões clínicas e dos processos de trabalho. Durante o encontro, foram debatidos temas como, análise detalhada dos casos clínicos ativos; definição e ajustes de Planos Terapêuticos Singulares; encaminhamentos intersetoriais e articulações na RAPS; identificação de situações de maior complexidade e definição de estratégias conjuntas e fortalecimento das práticas de cuidado compartilhado entre os profissionais.

Ao final, a Diretora reiterou a relevância do encontro, afirmando que “a consistência das discussões e a participação integrada da equipe reafirmam o compromisso do CAPS III Lima Barreto com a excelência na atenção à saúde mental, em conformidade com as orientações da Secretaria Municipal de Saúde.”

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Fonte: Centros de Atenção Psicossocial

Reunião de Gestão Enfrentamento de Desastres

Reunião de Gestão fortalece comunicação oportuna para enfrentamento de desastres na CAP 5.1

No dia 11 de fevereiro de 2026, das 11h às 12h, foi realizada na Sala de Tutoria da OTICS (reunião remota) a Reunião de Gestão sobre Comunicação Oportuna de Desastres, que contou com a participação de aproximadamente 30 pessoas, entre participantes presenciais e remotos. O encontro foi direcionado aos Gestores das Unidades de Saúde do território da CAP 5.1. A atividade foi conduzida por Ney Jr., Paulo Bueno e Renata Paula (Risco Não Biológico), Julian e Juliane (URR) e Isabela Souza (DVS), reunindo representantes estratégicos para o fortalecimento das ações de vigilância e resposta em situações de emergência. O principal objetivo da reunião foi potencializar e qualificar a comunicação dos territórios diante de eventos de chuvas fortes, a partir da gestão das unidades de saúde, garantindo agilidade na disseminação de informações, organização dos fluxos e atuação integrada entre os serviços.

Assuntos abordados durante o encontro, foram, a importância da comunicação oportuna e padronizada em situações de desastres; estratégias de alerta e alinhamento entre os pontos focais das unidades; organização de fluxos internos e externos de informação; atuação da Vigilância em Saúde frente aos riscos não biológicos, especialmente relacionados a eventos climáticos extremos; integração entre DVS, URR e gestão local para resposta rápida e eficaz.

Os desastres classificados como riscos não biológicos — como enchentes, deslizamentos, tempestades, ondas de calor e outros eventos climáticos extremos — impactam diretamente a saúde pública, podendo ocasionar traumas, agravos respiratórios, doenças relacionadas à água contaminada, interrupção de tratamentos contínuos e sobrecarga da rede assistencial.

A Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS), instituída pela Resolução nº 588/2018 do Conselho Nacional de Saúde, estabelece a vigilância de emergências em saúde pública, incluindo desastres, como componente essencial do Sistema Único de Saúde (SUS).

O Ministério da Saúde, por meio do Plano de Resposta às Emergências em Saúde Pública e das diretrizes da Vigilância em Saúde Ambiental, reforça que a comunicação oportuna e a articulação intersetorial são estratégias fundamentais para redução de danos e organização das respostas locais.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) destacam que sistemas de alerta precoce, fluxos de comunicação bem definidos e coordenação entre gestores são determinantes para minimizar impactos à saúde em situações de emergência e desastres.

No âmbito nacional, a Lei nº 12.608/2012, que institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC), também reforça a importância da integração entre setores e da disseminação rápida de informações para prevenção e resposta a desastres.

A realização da reunião reafirma o compromisso da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS) e da gestão da CAP 5.1 com a preparação e resposta qualificada frente a eventos climáticos extremos, especialmente no período de chuvas intensas.

Ao fortalecer os fluxos de comunicação e alinhar estratégias entre gestores das unidades de saúde, o território amplia sua capacidade de resposta, promovendo maior segurança para profissionais e usuários, além de garantir assistência organizada e baseada em protocolos oficiais.

Investir em comunicação oportuna é investir em prevenção, proteção e cuidado com a população.

Fontes

  • BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Vigilância em Saúde (Resolução CNS nº 588/2018).

  • BRASIL. Lei nº 12.608/2012 – Institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC).

  • Ministério da Saúde. Plano de Resposta às Emergências em Saúde Pública.

  • Organização Mundial da Saúde (OMS). Health Emergency and Disaster Risk Management Framework.

  • Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Gestão do risco de desastres em saúde.

Ação de Prevenção Contra a Dengue CMS MGSF – AP 5.1

Ação de prevenção contra a dengue no CMS Manoel Guilherme reforça o combate ao mosquito transmissor na AP 5.1

Na manhã do dia 10 de fevereiro de 2026, profissionais do Centro Municipal de Saúde Manoel Guilherme da Silveira Filho, localizado na AP 5.1, realizaram uma ação educativa de prevenção contra a dengue, com a participação dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVS). A atividade teve como objetivo orientar usuários e profissionais da unidade sobre medidas preventivas e o controle do mosquito transmissor da doença.

Durante a ação, foram disponibilizadas informações educativas sobre a dengue, com destaque para os cuidados no ambiente domiciliar, especialmente em áreas de baixo, onde há maior risco de acúmulo de água parada. Cartazes ilustrativos foram utilizados como ferramenta de apoio, facilitando a compreensão da população sobre os principais focos do Aedes aegypti e a importância da eliminação desses criadouros. Um dos momentos de maior impacto da atividade foi a observação das larvas do mosquito transmissor por meio de um telescópio, possibilitando que pacientes e profissionais visualizassem de forma prática e educativa o ciclo de vida do vetor. Essa abordagem contribuiu para ampliar a conscientização e reforçar a corresponsabilidade de todos na prevenção da doença.

A dengue é uma doença viral transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti e representa um importante problema de saúde pública no Brasil, especialmente nos períodos de maior calor e chuvas. A prevenção é a principal forma de combate, baseada na eliminação de focos do mosquito, no manejo adequado de resíduos e no armazenamento correto da água.

A realização de ações educativas como essa é fundamental para o fortalecimento da Vigilância em Saúde, promovendo a informação, a mobilização social e a adoção de práticas preventivas que contribuem para a redução de casos de dengue e outras arboviroses no território.

A dengue faz parte de um grupo de doenças denominadas arboviroses, que se caracterizam por serem causadas por vírus transmitidos por vetores artrópodes. No Brasil, o vetor da dengue é a fêmea do mosquito Aedes aegypti (significa “odioso do Egito”). Os vírus dengue (DENV) estão classificados cientificamente na família Flaviviridae e no gênero Orthoflavivirus. Até o momento são conhecidos quatro sorotipos – DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4 –, que apresentam distintos materiais genéticos (genótipos) e linhagens.

Dengue

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Secretaria de Vigilância em Saúde

  • Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

  • Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS)

Reunião de Planejamento das Ações do Cerest

Reunião Mensal do CEREST Zona Oeste fortalece o planejamento das ações em Saúde do Trabalhador para 2026

Na tarde do dia 10 de fevereiro de 2026, das 14h às 16h, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS, a Reunião Mensal do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) Zona Oeste. O encontro contou com a participação de oito profissionais e teve como foco o planejamento estratégico das ações para o ano de 2026. A reunião foi conduzida por Simone Leite, Coordenadora do CEREST Zona Oeste, e teve como principal objetivo alinhar diretrizes, prioridades e estratégias para o fortalecimento das ações de Vigilância, Promoção e Proteção da Saúde do Trabalhador no território. O momento possibilitou a troca de experiências, a avaliação das demandas locais e a construção coletiva de propostas voltadas à prevenção de agravos relacionados ao trabalho. A importância desse encontro reside no fortalecimento da gestão participativa e na organização das ações que visam garantir condições de trabalho mais seguras e saudáveis, contribuindo diretamente para a redução de acidentes e doenças ocupacionais, bem como para a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores e trabalhadoras da Zona Oeste.

O CEREST é uma unidade integrante da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST), vinculada ao Sistema Único de Saúde (SUS). Sua atuação é voltada ao apoio técnico às equipes de saúde, ao desenvolvimento de ações de vigilância em saúde do trabalhador, à educação permanente e à promoção de ambientes de trabalho saudáveis, além de contribuir para a formulação de políticas públicas voltadas à saúde laboral. A realização periódica das reuniões mensais reafirma o compromisso do CEREST Zona Oeste com o planejamento, a qualificação das ações e o fortalecimento das políticas de Saúde do Trabalhador no território, em consonância com as diretrizes do SUS.

A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria GM/MS n° 1.823/ 2012) define princípios diretrizes e as estratégias nas três esferas de gestão do SUS – federal, estadual e municipal, para o desenvolvimento das ações de atenção integral à Saúde do Trabalhador, com ênfase na vigilância, visando a promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores e a redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.

A saúde do trabalhador no SUS ocorre a partir da articulação de ações individuais de assistência e de recuperação dos agravos, com ações coletivas, de promoção, de prevenção, de vigilância dos ambientes, processos e atividades de trabalho, e de intervenção sobre os fatores determinantes da saúde dos trabalhadores; ações de planejamento e avaliação com as práticas de saúde; o conhecimento técnico e os saberes dos trabalhadores.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) é um local de atendimento especializado em Saúde do Trabalhador. Além de atender diretamente o trabalhador, serve como uma fonte geradora de conhecimento, ou seja, tem condição de indicar se as doenças ou os sintomas das pessoas atendidas estão relacionados com as atividades que elas exercem, na região onde se encontram. Esses dados podem ser de extrema valia para as negociações feitas pelos sindicatos e também para a formulação de políticas públicas.

 

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora

  • Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST)

  • Sistema Único de Saúde (SUS)