Atualização dos Sistemas SISREG e SER

Na manhã do dia 18 de março de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, Drª Teresa Regina – Medica de Família do CMS Padre Miguel AP 5.1, na atualização dos sistemas SISREG e SER. O objetivo foi a atualização das solicitações que voltaram para o sistema, complementando o histórico e diagnóstico para reenvio, como também regular novas solicitações. O Sistema Estadual de Regulação (SER) é o sistema do governo estadual que agenda procedimentos de média e alta complexidade, como transplantes. Já o Sisreg é o sistema da rede municipal que organiza casos mais simples. 

Atualização dos Sistemas SISREG e SER - Sisreg - Sistema da Rede Municipal Sistema Estadual de Regulação (SER) - Sistema Estadual. 
Drª Teresa Regina – Medica de Família do CMS Padre Miguel AP 5.1 – Atualização dos Sistemas SISREG e SER.

O SISREG tem como objetivos a sistematização de algumas funções reguladoras como: Permitir a distribuição de forma equânime dos recursos de saúde para a população própria e referenciada. Permitir a distribuição dos recursos assistenciais disponíveis de forma regionalizada e hierarquizada.

O sistema público de saúde funciona de forma referenciada. Isso ocorre quando o gestor local do SUS, não dispondo do serviço de que o usuário necessita, encaminha-o para outra localidade que oferece o serviço. Esse encaminhamento e a referência de atenção à saúde são pactuados entre os municípios.

Saiba como funciona esse portal: Sobre a Transparência

Este portal foi desenvolvido para que o cidadão fluminense tenha acesso às informações sobre a sua posição nas filas ambulatoriais do Sistema Estadual de Regulação, atendendo a legislação vigente sobre transparência e proteção de dados individuais.

As pesquisas poderão ser realizadas através do número do Cartão Nacional do SUS (CNS) do paciente, pelas iniciais de seu nome, data de nascimento, pelo nº ID da solicitação ou pelo recurso, indicando seu procedimento. As informações das listagens são extraídas do Sistema Estadual de Regulação (SER) e atualizadas diariamente, sempre com dados da data da consulta. A ordem de agendamento e atendimento dos usuários é definida a partir de critério cronológico e/ou avaliação da situação clínica do paciente, visando atender à população fluminense de acordo com os princípios da universalidade e equidade no acesso aos serviços do SUS.

 

Saiba mais: https://www.saude.rj.gov.br/transparencia/acesso-a-informacao/2019/07/14-lista-de-espera-regulacao-ser

https://www.rio.rj.gov.br/web/transparencia/sisreg

Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 1º DIA

Neste dia 17 de março de 2025, no auditório da OTICS Bangu, iniciamos a primeira turma de 2025 do Curso Introdutório Saúde da Família para os profissionais da Atenção Primária da AP 5.1, primeiro dia de aula. Responsáveis por ministrar o curso foram, Adelaide Mercês e Lúcia Regina – apoio técnico de reabilitação do DAPS – AP 5.1. Participaram 26 profissionais da Atenção Primária das unidades de saúde da AP 5.1, CMS Athayde Jose da Fonseca, CF Cristiano Vieira Pinho, CF Rosino Baccarini, CF Faim Pedro, CF Rogério Pinto da Mota.

O Curso Introdutório Saúde da Família, é uma das formações de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro.
Fátima Carneiro Santana da Silva – Gerente da OTICS Bangu recebendo mais uma turma de Introdutório Saúde da Família.

Abertura do curso: Boas-vindas e apresentação dos participantes; Apresentação de abertura com proposta pedagógica; Itinerário de Aprendizagem.

Políticas Públicas de Saúde “O Sistema Único de Saúde”: Apresentação do Filme: Saúde tem Cura; Debate sobre o filme/chuva de ideias sobre o SUS; Apresentação dialogada sobre o conceito de Saúde/Determinação social do processo saúde-doença; Apresentação dialogada sobre Políticas Públicas de Saúde no Brasil; Atributos da Atenção primária; Redes de Atenção; APS evolução até os dias atuais.

Políticas Públicas de Saúde “A APS e as Redes de Atenção à Saúde”:  Apresentação dialogada sobre: ‣ Conceito de APS/ marcos conceituais; APS no Brasil; Atributos da APS; por quê APS? Reforma da APS Carioca.

Políticas Públicas “A APS e as Redes de Atenção à Saúde”: Apresentação dialogada sobre Redes de Atenção à Saúde:  Dinâmica: Mapeamento dos pontos de atenção da AP. Apresentação dialogada sobre financiamento da APS; Encerramento do dia – Filme “A árvore e o indiano”.

O Curso Introdutório Saúde da Família, é uma das formações de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro.
Adelaide Mercês e Lúcia Regina – apoio técnico de reabilitação do DAPS – AP 5.1, preceptoras do curso.

O curso objetiva qualificar os profissionais que ingressam na Atenção Primária à Saúde, para que ampliem sua visão sistêmica e integral do indivíduo, da família e da comunidade na qual estão inseridos. Curso introdutório para preparar o ACS para sua prática cotidiana no território, auxiliando-o em sua integração com a equipe, população, políticas públicas de saúde e promoção da saúde. O Curso Introdutório em Saúde da Família está estruturado com carga horária mínima de 40 horas semanais. Tem como público alvo toda a equipe de atuação na Estratégia de Saúde da Família (ESF), como: médico; enfermeiro; técnico de enfermagem; agente comunitário de saúde; agente de vigilância em saúde e de combate às endemias; cirurgião dentista; técnico em saúde bucal; auxiliar em saúde bucal; técnico em farmácia; farmacêutico; administrativo; gerente; consultório na rua; e Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF).

O Curso foi organizado a partir de quatro eixos, conforme a Portaria: EIXO 1 – A Atenção Primária no contexto das políticas públicas de saúde e as estratégias de implementação; EIXO 2 – A organização dos sistemas locais de saúde, com ênfase no planejamento de base territorial; EIXO 3 – O processo de trabalho das equipes; EIXO 4 – A atuação interdisciplinar e participação popular.
A entrega de certificados dos participantes ao término do curso está condicionada a participação (frequência/presença) mínima de 75% no curso. O certificado será válido em todas as áreas de planejamento da Atenção Primária do Município do Rio de Janeiro.

O Curso Introdutório Saúde da Família, é uma das formações de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro.
Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 1º DIA

O Curso Introdutório em Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro. Sua atualização, na presente edição, se propõe a problematizar o cotidiano do trabalho dos profissionais à luz dos atributos da Atenção Primária à Saúde, de maneira dinâmica e participativa.

Devemos considerar que esta nova edição do curso surge em um tempo de uma rede mais madura, com mais de uma década desde o início da reforma em 2009, e que está em um caminho de reestruturação após um longo período de dedicação ao enfrentamento da pandemia da covid-19. Ainda assim, permanecem os desafios, alguns velhos conhecidos, outros mais novos. Este manual tem como objetivo orientar a realização do Curso Introdutório em Saúde da Família em sua Área de Planejamento. Nele, iremos fornecer o passo a passo das atividades, além de apoiar o desenvolvimento das habilidades necessárias para a apresentação de cada sessão.

Pensando em estratégias que viabilizem o aprendizado dos profissionais que atuam no SUS, o Ministério da Saúde instituiu, em 2004, a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), que tem como ambição tornar a rede pública de saúde uma rede de ensino- -aprendizagem no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho, a partir dos problemas enfrentados na realidade dos serviços. Espera-se, então, que sejamos capazes de promover a reflexão coletiva sobre o trabalho e oferecer instrumentos para sua transformação.

A Educação Permanente, além da sua dimensão pedagógica, deve ser notada, também, como uma importante ferramenta de gestão, como um processo que se dá “no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho”, buscando como desfecho final efeitos positivos concretos na assistência aos usuários.

A formação desses profissionais dentro de seus ambientes de trabalho, voltada para as necessidades de saúde da população em conjunto com as necessidades de aprendizado do indivíduo, é fundamental para uma Atenção Primária à Saúde de qualidade. Deste modo, esperamos que o curso introdutório transforme as práticas dos profissionais, e que os facilitadores sejam potentes engajadores para a construção da Trilha de Aprendizagem. Que este manual contribua para a melhor execução dos cursos, favorecendo a formação continuada dos profissionais da rede de Atenção Primária e refletindo na qualidade da assistência prestada à população.

O Curso Introdutório Saúde da Família, é uma das formações de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro.
Primeira Turma do Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1.

 

Saiba mais clicando aqui: Curso Introdutório

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Reunião de Equipe dos AVSs

Nesta manhã de, 14 de março de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a reunião de equipe dos AVSs, participaram do encontro 7 profissionais da categoria, o objetivo do encontro foi, avaliação dos eventos da semana e o planejamento de novas ações no território. Responsável pelo encontro foi, Viviana Canuto Menezes – Supervisora da Vigilância Ambiental da área programática (AP) 5.1.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Reunião de Equipe dos AVSs.

A saúde ambiental é uma área essencial da saúde pública, dedicada a estudar e reduzir os impactos que fatores ambientais, sejam eles naturais ou resultantes da atividade humana, têm sobre a saúde humana. Este campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e ações práticas, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas dentro de uma perspectiva sustentável.

Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) é coordenada pelo Ministério da Saúde e pode ser definida como um conjunto de ações voltadas para identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que afetam a saúde humana.

O profissional de vigilância ambiental é responsável pelas atividades relacionadas no âmbito da área ambiental. Eles trabalham com o conhecimento e mapeamento de território, realizando atividades de cadastramento e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

O trabalho social é fundamental nas atividades do agente. Eles realizam o serviço educativo, levando informações aos cidadãos de como cuidar e tratar de sua própria residência.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Avaliação dos eventos da semana e o planejamento de novas ações no território!

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

 

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Capacitação de Jardinagem – Terapias – CAP 5.1

No dia 13 de março de 2025, o Biólogo Misael Medeiros, responsável pelas Práticas Integrativas e Complementares (PICS) da CAP 5.1, realizou uma capacitação de jardinagem, calagem, adubação e proteção de mudas. O local do evento foi no Espaço de Desenvolvimento Infantil (EDI), Medalhista Olímpico Sérgio Dutra Santos, no Batan, em Realengo, na Zona Oeste – RJ. O público alvo foram, Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – RAP da Saúde e o Projeto Seguindo em Frente da CAP 5.1. O objetivo do evento foi capacitar os jovens  na montagem e manutenção de um jardim de sol, dando oportunidade de formação para o mercado de trabalho, como também mostrar como forma de terapia.

Capacitação de jardinagem, calagem, adubação e proteção de mudas - Praticas Integrativas e Complementares da CAP 5.1.
Biólogo Misael Medeiros, responsável pelas Praticas Integrativas e Complementares da CAP 5.1.

Jardinagem é uma atividade profissional ou recreativa que tem o objetivo de embelezar determinados locais, públicos ou privados pelo cultivo e manutenção de plantas.[1]

O adepto da jardinagem, profissional ou não, designa-se como jardineiro. São muitos os locais onde se podem praticar tal arte: desde espaços grandes até pequenos pedaços de terra, como um simples vaso de flor. Embora se pratique jardinagem essencialmente com fins ornamentais, poderão existir também objetivos educativos (jardins botânicos ou zoológicos) e de organização do território e urbanismo, principalmente nas grandes cidades, onde os jardins (parques) são de grande importância para a qualidade de vida dos seus habitantes.

Capacitação de jardinagem, calagem, adubação e proteção de mudas - Praticas Integrativas e Complementares da CAP 5.1.
Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – RAP da Saúde e pacientes do Projeto Seguindo em Frente da CAP 5.1.

Cada vez mais, também a horticultura e fruticultura passaram a ser parte integrante da jardinagem. Seja pela inclusão de hortas e pomares em áreas específicas e destacadas do jardim formal, ou pela sua existência integrada e permeada dentro do mesmo. O jardineiro, frequentemente se ocupa destas atividades, especialmente nos jardins familiares. Demandando a ampliação de suas habilidades e a necessidade de agregar conhecimento prático e técnico ao seu repertório tradicional.

Sítio Roberto Burle Marx, um Patrimônio Histórico nos deixado por artista e paisagista Roberto Burle Marx, localizado na Estrada Roberto Burle Marx, No. 2019 - Barra de Guaratiba - Rio de Janeiro/RJ.
Sítio Roberto Burle Marx – RJ

Quando falamos em jardinagem, paisagismo, universo das plantas, não podemos esquecer do Sítio Roberto Burle Marx, um Patrimônio Histórico nos deixado por artista e paisagista Roberto Burle Marx, localizado na Estrada Roberto Burle Marx, No. 2019 – Barra de Guaratiba – Rio de Janeiro/RJ, um lugar que reúne uma coleção botânica com cerca de 3.500 espécies de plantas tropicais e subtropicais cultivada em viveiros e jardins, um acervo museológico com mais de três mil itens e um acervo biblioteconômico, além de um conjunto arquitetônico com oito edificações, entre as quais a casa de Roberto Burle Marx, o salão de festas, a Capela de Santo Antônio da Bica, do século XVIII, e o Ateliê do artista. Jardins, paisagens e lagos compõem o espaço, que guarda belíssimos exemplares de espécies coletadas por Burle Marx em suas expedições pelo Brasil e no exterior. O acervo museológico contém um expressivo repertório da produção artística de Burle Marx, e inclui também suas coleções de cristais, de conchas e de arte – moderna, cuzquenha, pré-colombiana, sacra, popular brasileira -, além do mobiliário e objetos de uso cotidiano da casa.

É aberto à visitação pública, mediante agendamento prévio, e mantém uma série de eventos e atividades culturais durante todo o ano.

Capacitação de jardinagem, calagem, adubação e proteção de mudas - Praticas Integrativas e Complementares da CAP 5.1.
Montagem e manutenção de um jardim de sol – Arte realizada pelos Jovens do RAP e pacientes do Projeto Seguindo em Frente da CAP 5.1.

Sítio Roberto Burle Marx

Fontes: http://www.rio.rj.gov.br/web/guest/exibeconteudo?id=6433099

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jardinagem

A OTICS Bangu apoiando na qualidade de vida e autoestima dos usuários do SUS!

Planejamento de Assistência Farmacêutica na Atenção Primária Prisional (APP)

Neste dia, 13 de março de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos o encontro para o Planejamento de Assistência Farmacêutica na Atenção Primária Prisional (APP). Participaram do evento 22 profissionais, o público alvo foram os farmacêuticos da APP, os assuntos abordados foram, estratégias para a assistência farmacêutica, focada nas pessoas privadas de liberdade em 2025, o objetivo da capacitação foi o alinhamento dos fluxos, repactuar rotinas e estabelecer metas e estratégias para a assistência farmacêutica. O grupo de profissionais participaram de uma dinâmica leve, discutiram como a empatia pode enriquecer as relações, mostramos para o outro que não é complicado ter um ambiente mais colaborativo, inclusivo e humanista. A responsável do encontro foi, Kelly Alessandra Segabinazzi, farmacêutica da Assistência primária Prisional(APP) – AP 5.1.

Planejamento de Assistência Farmacêutica na Atenção Primária Prisional, com objetivo, alinhar fluxos, repactuar rotinas, estabelecer metas.
Planejamento de Assistência Farmacêutica na Atenção Primária Prisional (APP).

O Ministério da Saúde, por meio da Coordenação-Geral de Assistência Farmacêutica Básica do Departamento de Assistência Farmacêutica (CGAFB/DAF/SECTICS), realiza anualmente o repasse financeiro referente ao Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF) no âmbito da PNAISP. A transferência desse recurso foi instituída pela Portaria GM/MS n° 2.765, de 12 de dezembro de 2014, e hoje o texto integra o Título V, Capítulo VI, da Portaria de Consolidação GM/MS nº 6, de 28 de setembro de 2017.

O CBAF/PNAISP é diferenciado e corresponde a um repasse anual de R$ 17,73 (dezessete reais e setenta e três centavos) por pessoa privada de liberdade no Sistema Prisional. Para fins de cálculo do recurso, é utilizado o número de privados de liberdade disponibilizado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) ao Ministério da Saúde. É essencial que o estado mantenha atualizados, junto ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen), os dados referentes ao quantitativo de pessoas privadas de liberdade em cada unidade prisional.

Os estados recebem anualmente o repasse do CBAF no âmbito da PNAISP, e os municípios aderidos à PNAISP podem pactuar a descentralização em CIB a fim de receber diretamente esse recurso. As resoluções CIB devem ser encaminhadas à CGAFB/DAF/ SECTICS por meio do endereço eletrônico sprisional.cgafb@saude.gov.br até o final do primeiro trimestre de cada exercício financeiro.

O recurso do CBAF/PNAISP deve ser executado pela Secretaria de Saúde e ser utilizado para aquisição dos medicamentos e insumos constantes nos Anexos I e IV da RENAME. É importante frisar que não há amparo legal para a transferência de recurso das Secretarias Estaduais ou Distrital de Saúde oriundos do Fundo Nacional de Saúde para as Secretarias Municipais de Saúde e para as secretarias de Administração Penitenciária ou equivalentes.

Planejamento de Assistência Farmacêutica na Atenção Primária Prisional, com objetivo, alinhar fluxos, repactuar rotinas, estabelecer metas.
Dinâmica de grupo realizada com os profissionais, aplicada pela Kelly Alessandra Segabinazzi, farmacêutica da Assistência primária Prisional(APP).
Planejamento de Assistência Farmacêutica na Atenção Primária Prisional, com objetivo, alinhar fluxos, repactuar rotinas, estabelecer metas.
Transformar seu trabalho em um ato de amor, é levar ao outro, confiança, alegria e esperança no amanhã…

 

Fonte: Assistência Farmacêutica APP

Reunião online do RAP da Saúde

Na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, em 13 de março de 2025, no turno da manhã, tivemos os jovens da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP) em reunião online com a coordenação do projeto – Nível Central,  participaram do encontro, 2 jovem da AP 5.1 e 10 responsáveis do projeto do Nível Central remotamente, o público-alvo foram os adolescentes e jovens do RAP (facilitadores), o objetivo da reunião foi o planejamento e apoio dos responsáveis do projeto – Nível Central, na elaboração dos eventos, nas unidades da área de referência (AP 5.1), como também propostas de novas parcerias e atualização do relatório do projeto. Responsável pelo encontro foi, Marcio Batista – Coordenador do RAP da saúde.

Os jovens da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP) em reunião online com a coordenação do projeto - Nível Central,  participaram do encontro, 2 jovem da AP 5.1 e 10 responsáveis do projeto do Nível Central remotamente.
Reunião online do RAP da Saúde.

O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Os jovens da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP) em reunião online com a coordenação do projeto - Nível Central,  participaram do encontro, 2 jovem da AP 5.1 e 10 responsáveis do projeto do Nível Central remotamente.
Willian Inácio da Conceição e Brendon Ferreira da Silva – jovens da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP).

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Reunião de Supervisão dos AVSs

Neste dia 12 de março de 2025, turno da manha, na sala de tutoria da  OTICS Bangu, tivemos a reunião de superviso dos AVSs – Agente de Vigilância em Saúde – AP 5.1. Participaram do encontro 4 profissionais, o público alvo foram os agente de vigilância que aturam na AP 5.1. Os assuntos abordados foram, Fluxo de SINAN ( Sistema de Informação de Agravos de Notificação), bloqueios epidemiológicos e central de atendimento 1746. Objetivo do evento foi, padronização do fluxo operacional. O responsável foi Nilson Rabelo – Responsável Técnico (RT) da Vigilância Ambiental da AP 5.1.

eunião de Supervisão dos AVSs, Fluxo de SINAN ( Sistema de Informação de Agravos de Notificação) e bloqueios epidemiológicos.
Reunião de Supervisão dos AVSs, com Nilson Rabelo – Responsável Técnico (RT) da Vigilância Ambiental da AP 5.1.

O Sistema de Informação de Agravos de Notificação – Sinan é alimentado, principalmente, pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória (Portaria de Consolidação nº 4, de 28 de Setembro de 2017), mas é facultado a estados e municípios incluir outros problemas de saúde importantes em sua região, difilobotríase no município de São Paulo.

Sua utilização efetiva permite a realização do diagnóstico dinâmico da ocorrência de um evento na população, podendo fornecer subsídios para explicações causais dos agravos de notificação compulsória, além de vir a indicar riscos aos quais as pessoas estão sujeitas, contribuindo assim, para a identificação da realidade epidemiológica de determinada área geográfica.

O seu uso sistemático, de forma descentralizada, contribui para a democratização da informação, permitindo que todos os profissionais de saúde tenham acesso à informação e as tornem disponíveis para a comunidade. É, portanto, um instrumento relevante para auxiliar o planejamento da saúde, definir prioridades de intervenção, além de permitir que seja avaliado o impacto das intervenções.

Portal Rio 1746

Saiba mais clicando aqui:https://www.gov.br/aids/pt-br/indicadores-epidemiologicos/sistemas-de-informacao/sinan

Supervisão de Eixo Saúde Mental Infanto-juvenil

Nesta tarde do dia 12 de março de 2025, tivemos a Supervisão de Eixo de Saúde Mental Infanto-juvenil do CAPSi II Pequeno Hans, o encontro foi realizado no auditório da OTICS Bangu com 15 participantes, o público alvo foram os profissionais de saúde, educação e assistência, os assuntos abordados foram os casos clínicos dos pacientes atendidos pela unidade, e teve como objetivo principal a articulação intersetorial, a união entre diferentes setores, no propósito da resolução de problemas complexos, otimiza-se o resultado garantindo a qualidade de assistência aos pacientes. A responsável por essa supervisão foi, Katia Wainstock Alves dos Santos, com a participação de Marco Aurélio – Assessoria da Saúde Mental (SM).

upervisão de Eixo Saúde Mental Infanto-juvenil, com foco na articulação intersetorial, objetivando a resolução de problemas complexos.
Supervisão de Eixo de Saúde Mental Infanto-juvenil do CAPSi II Pequeno Hans.
Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

MODALIDADES DOS CAPS

CAPS I: Atende pessoas de todas as faixas etárias que apresentam prioritariamente intenso sofrimento psíquico decorrente de problemas mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de 15 mil habitantes.

CAPS II: Atende prioritariamente pessoas em intenso sofrimento psíquico decorrente de problemas mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso decorrente de álcool e outras drogas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de 70 mil habitantes.

CAPS i: Atende crianças e adolescentes que apresentam prioritariamente intenso sofrimento psíquico decorrente de problemas mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso decorrente de álcool e outras drogas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida. Indicado para municípios ou regiões com população acima de 70 mil habitantes.

upervisão de Eixo Saúde Mental Infanto-juvenil, com foco na articulação intersetorial, objetivando a resolução de problemas complexos.
Profissionais de Supervisão do CAPSi II Pequeno Hans – AP 5.1.

CAPS ad Álcool e Drogas:  Atende pessoas de todas as faixas etárias que apresentam intenso sofrimento psíquico decorrente do uso de álcool e outras drogas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de 70 mil habitantes.

CAPS III: Atende prioritariamente pessoas em intenso sofrimento psíquico decorrente de problemas mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso decorrente de álcool e outras drogas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida.

Proporciona serviços de atenção contínua, com funcionamento 24 horas, incluindo feriados e finais de semana, ofertando retaguarda clínica e acolhimento noturno a outros serviços de saúde mental, inclusive CAPSad, possuindo até 05 (cinco) leitos para acolhimento noturno. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de 150 mil habitantes.

CAPS ad III Álcool e Drogas: Atende adultos, crianças e adolescentes, considerando as normativas do Estatuto da Criança e do Adolescente, com sofrimento psíquico intenso e necessidades de cuidados clínicos contínuos.

Serviço com no máximo 12 leitos de hospitalidade para observação e monitoramento, de funcionamento 24 horas, incluindo feriados e finais de semana; indicado para municípios ou regiões com população acima de 150 mil habitantes.

upervisão de Eixo Saúde Mental Infanto-juvenil, com foco na articulação intersetorial, objetivando a resolução de problemas complexos.
Atenção Psicossocial – AP 5.1

Fonte: Saúde Mental 

Capacitação no Manejo de Hepatites Virais na APP

Neste dia, 11 de março de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a capacitação no Manejo de Hepatites Virais na Atenção Primária Prisional (APP). Participaram do encontro, 2 profissionais da saúde, o público alvo foi a profissional Thayná dos Santos Regis – Farmacêutica da 5.1 -APP JF/PO, o assunto abordado foi o manejo de hepatites virais no sistema prisional, o manejo da hepatite viral depende do tipo de hepatite e das causas da infecção. O tratamento pode incluir repouso, hidratação, dieta e medicamentos. O objetivo do evento, é capacitar os profissionais da APP para diagnosticar e tratar os casos de hepatites virais no sistema prisional. O responsável pela capacitação foi, Drº Evandro Vieira – Medico da APP.

Capacitação no Manejo de Hepatites Virais na APP, para diagnosticar e tratar os casos de hepatites virais no sistema prisional.
Capacitação no Manejo de Hepatites Virais na APP.
As hepatites virais são um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo. São infecções que atingem o fígado, causando alterações leves, moderadas ou graves. Na maioria das vezes são infecções silenciosas, ou seja, não apresentam sintomas. Entretanto, quando presentes, podem se manifestar como: cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

No Brasil, as hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus AB e C. Existem ainda, com menor frequência, o vírus da hepatite D (mais comum na região Norte do país) e o vírus da hepatite E, que é menos frequente no Brasil, sendo encontrado com maior facilidade na África e na Ásia.

As infecções causadas pelos vírus das hepatites B ou C frequentemente se tornam crônicas. Contudo, por nem sempre apresentarem sintomas, grande parte das pessoas desconhecem ter a infecção. Isso faz com que a doença possa evoluir por décadas sem o devido diagnóstico. O avanço da infecção compromete o fígado sendo causa de fibrose avançada ou de cirrose, que podem levar ao desenvolvimento de câncer e necessidade de transplante do órgão.

Capacitação no Manejo de Hepatites Virais na APP, para diagnosticar e tratar os casos de hepatites virais no sistema prisional.
Responsável pela capacitação, Drº Evandro Vieira – Medico da APP.

 

Saiba mais clicando no link: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hepatites-virais

 

 

Reunião para Elaboração do TCC do Projeto RAP da Saúde

Neste dia, 11 de março de 2025, turno da manhã, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a reunião para elaboração de TCC com os jovens do RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), participaram do encontro, 2 supervisores e 2 jovens do projeto, 0 público alvo foram os adolescentes e jovens do RAP, o objetivo foi avaliar as ações de saúde no território AP 5.1, como também a elaboração do trabalho de conclusão de curso (TCC). A responsável do encontro foi, Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1.

RAP da Saúde é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).
Reunião para Elaboração do TCC do Projeto RAP da Saúde.

O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Com o auxílio dos relatos de experiência dos jovens, vamos contar a trajetória do Rap da Saúde nos últimos três anos: os desafios encontrados até aqui e o que aprendemos no percurso.

RAP da Saúde é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).
RAP da Saúde é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).

 

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