Reunião entre CEREST e Coordenação da Saúde do Trabalhador

Reunião entre CEREST e Coordenação da Saúde do Trabalhador discute planejamento das ações para 2026

No dia 13 de março de 2026, das 11h às 13h, foi realizada na Sala de tutoria da OTICS Bangu uma reunião de alinhamento entre representantes dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador e a Coordenação da Saúde do Trabalhador. O encontro contou com a participação de um profissional presencialmente e três participantes de forma online, fortalecendo o diálogo entre os serviços responsáveis pelo acompanhamento das ações voltadas à saúde da população trabalhadora. A reunião envolveu profissionais vinculados ao Centro de Referência em Saúde do Trabalhador, unidade estratégica do Sistema Único de Saúde dedicada à vigilância, prevenção e promoção da saúde relacionada ao trabalho. O encontro foi conduzido por Flávia Oliveira, que atua como Coordenadora da Saúde do Trabalhador.

Durante o encontro, foram discutidas as diretrizes e estratégias para o planejamento das ações da Saúde do Trabalhador para o ano de 2026, com foco na organização das atividades, definição de prioridades e fortalecimento da articulação entre os serviços que compõem a rede de atenção à saúde do trabalhador. Também foram abordados aspectos relacionados à vigilância em saúde, monitoramento de agravos relacionados ao trabalho e à importância da integração entre diferentes setores da saúde pública. O objetivo da reunião foi promover o alinhamento entre os CEREST e a Coordenação da Saúde do Trabalhador, contribuindo para a construção de um planejamento estratégico que fortaleça as ações de vigilância, promoção e proteção da saúde dos trabalhadores no território.

A realização de encontros como este é fundamental para qualificar a gestão das ações em saúde do trabalhador, permitindo a troca de informações, o compartilhamento de experiências e a construção coletiva de estratégias que contribuam para a prevenção de doenças e acidentes relacionados ao trabalho. A integração entre os serviços fortalece as políticas públicas voltadas à proteção da saúde dos trabalhadores e amplia a capacidade de resposta do sistema de saúde diante das demandas do território.

Essas iniciativas estão alinhadas às diretrizes da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, que orienta a organização das ações no Sistema Único de Saúde e reforça a importância da vigilância e da promoção da saúde nos ambientes e processos de trabalho.

Fontes

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Disponível em: https://www.gov.br/saude

  • Fundação Oswaldo Cruz. Saúde do Trabalhador e Vigilância em Saúde. Disponível em: https://portal.fiocruz.br

  • Organização Pan-Americana da Saúde. Saúde e trabalho nas políticas públicas. Disponível em: https://www.paho.org

Segundo e Último dia da Aula de Extensão II sobre Análise Epidemiológica

OTICS Bangu realiza segundo e último dia da Aula de Extensão II sobre Análise Epidemiológica para estudantes de Medicina

No dia 13 de março de 2027, das 08h às 13h, o auditório da OTICS Bangu sediou o segundo e último dia da Aula de Extensão II: Análise Epidemiológica, destinada aos estudantes do segundo período do curso de Medicina da Universidade Castelo Branco. A atividade contou com a participação de até 20 alunos, fortalecendo a integração entre o ensino acadêmico e as práticas desenvolvidas no Sistema Único de Saúde (SUS). A aula foi ministrada pela Graziele Marques Rodrigues, sanitarista e epidemiologista, que conduziu a atividade aprofundando os conteúdos relacionados à introdução à Vigilância em Saúde, área estratégica para o monitoramento, prevenção e controle de doenças e agravos que impactam a saúde da população.

Durante o encontro, foram retomados e ampliados os conceitos discutidos no primeiro dia da atividade, abordando a importância da análise epidemiológica na identificação de problemas de saúde no território, no acompanhamento de indicadores e na construção de estratégias de intervenção voltadas à promoção, proteção e recuperação da saúde. Também foram discutidos os principais instrumentos utilizados na vigilância em saúde e o papel dos profissionais no processo de coleta, análise e interpretação das informações em saúde.

O objetivo do evento foi apresentar aos estudantes os fundamentos da vigilância em saúde, promovendo a compreensão sobre a importância do uso de dados epidemiológicos para subsidiar decisões em saúde pública e fortalecer as ações de planejamento e organização dos serviços.

A realização do segundo e último encontro da aula de extensão reafirma a importância da integração entre ensino e serviço, proporcionando aos estudantes uma aproximação com a realidade da saúde pública e ampliando o conhecimento sobre a atuação da vigilância em saúde dentro do SUS. Iniciativas como essa contribuem para a formação de profissionais mais preparados para atuar de forma crítica e comprometida com as necessidades de saúde da população.

Fontes

Grupo de Estudos sobre Saúde da População Negra

Grupo de Estudos sobre Saúde da População Negra promove debate e construção de estratégias de intervenção em saúde

No dia 12 de março de 2026, das 09h às 12h, o auditório da OTICS Bangu sediou o Grupo de Estudos Saúde da População Negra, reunindo 24 participantes, entre trabalhadores da saúde, estudantes da área da saúde e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A atividade teve como foco ampliar o conhecimento sobre as políticas públicas voltadas à equidade racial na saúde e fortalecer o debate sobre práticas de cuidado mais inclusivas. O encontro foi conduzido por Aline Vieira, psicóloga e presidente do Centro de Estudos do Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira, que apresentou os principais fundamentos da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, política pública que orienta ações do Sistema Único de Saúde voltadas à redução das desigualdades raciais no acesso e na qualidade da atenção à saúde.

Durante o encontro, foram discutidos aspectos históricos, sociais e epidemiológicos relacionados às condições de saúde da população negra no Brasil, bem como os desafios enfrentados pelos serviços de saúde na promoção da equidade racial. Os participantes também dialogaram sobre estratégias de enfrentamento ao racismo institucional e a importância da inclusão da temática nos processos de formação e educação permanente em saúde. O objetivo da atividade foi apresentar os princípios e diretrizes da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra e iniciar a construção de um projeto de intervenção voltado aos serviços de saúde, buscando fortalecer práticas que promovam maior equidade no cuidado e ampliem o acesso da população negra às ações de promoção, prevenção e assistência em saúde.

A realização do grupo de estudos reforça a importância da formação crítica e do diálogo entre profissionais, estudantes e usuários do SUS, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias que promovam justiça social e equidade no sistema de saúde. Iniciativas como essa fortalecem o compromisso das instituições com a construção de práticas de cuidado mais humanizadas e sensíveis às diversidades presentes na sociedade brasileira.

Fontes

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde Integral da População Negra. Disponível em: https://www.gov.br/saude

  • Fundação Oswaldo Cruz. Equidade racial e saúde no SUS. Disponível em: https://portal.fiocruz.br

  • Organização Pan-Americana da Saúde. Determinantes sociais da saúde e equidade. Disponível em: https://www.paho.org

Aula de Extensão sobre Análise Epidemiológica

OTICS Bangu recebe alunos de Medicina da Universidade Castelo Branco para Aula de Extensão sobre Análise Epidemiológica

No dia 09 de março de 2026, das 08h às 13h, o auditório da OTICS Bangu sediou o primeiro dia da Aula de Extensão II: Análise Epidemiológica, voltada para estudantes do segundo período do curso de Medicina da Universidade Castelo Branco. A atividade contou com a participação de até 20 alunos, promovendo um espaço de aprendizado e integração entre a formação acadêmica e as práticas do Sistema Único de Saúde (SUS). A aula foi ministrada pela Graziele Marques Rodrigues, sanitarista e epidemiologista, que conduziu a atividade apresentando conteúdos relacionados à introdução à Vigilância em Saúde, área essencial para o monitoramento, prevenção e controle de doenças e agravos que impactam a saúde da população.

A aula foi ministrada pela Graziele Marques Rodrigues, Sanitarista e Epidemiologista – CAP 5.1.

Durante o encontro, foram discutidos conceitos iniciais da Vigilância em Saúde, sua organização no SUS, bem como a importância da análise epidemiológica para o acompanhamento de indicadores de saúde e planejamento de ações voltadas ao cuidado da população. Também foram abordados aspectos relacionados ao uso de dados e informações em saúde como ferramentas estratégicas para subsidiar a tomada de decisões na gestão e nas práticas assistenciais.

O objetivo da atividade foi apresentar aos estudantes os fundamentos da vigilância em saúde e da análise epidemiológica, contribuindo para a formação de futuros profissionais mais preparados para compreender o funcionamento do sistema de saúde e a importância do uso de dados epidemiológicos na prática clínica e na saúde coletiva.

A iniciativa reforça a importância da integração entre ensino e serviço, permitindo que os estudantes tenham contato com experiências práticas relacionadas à saúde pública, fortalecendo o processo de formação acadêmica e ampliando o entendimento sobre o papel da vigilância em saúde na promoção e proteção da saúde da população.

O segundo dia da atividade está previsto para ocorrer em 13 de março de 2027, dando continuidade às discussões e aprofundando os conteúdos abordados durante o primeiro encontro.

Fontes

Encontro com o Grupo de Tabagismo PMGSF

Grupo de Tabagismo: por uma vida sem fumaça promove reflexão e cuidado integral para usuários da unidade!

No dia 06 de março de 2026, das 08h às 10h, foi realizado o encontro do Grupo de Tabagismo, Por uma Vida sem Fumaça, atividade voltada aos pacientes da unidade de saúde, com a participação de 20 usuários. A ação integra as estratégias de promoção da saúde e prevenção de doenças desenvolvidas no âmbito da Atenção Primária à Saúde. O encontro teve como objetivo principal identificar os diferentes tipos de dependência relacionados ao tabagismo, entre eles a dependência física, psicológica e comportamental, auxiliando os participantes a compreenderem os fatores que influenciam o hábito de fumar e os desafios presentes no processo de cessação do tabaco. Durante a atividade, foi abordado o tema Entender por que se fuma”, promovendo um espaço de escuta, reflexão e troca de experiências entre os participantes. A discussão buscou ampliar a consciência sobre os gatilhos emocionais, sociais e comportamentais associados ao consumo do tabaco, além de estimular estratégias de enfrentamento para a redução e abandono do hábito.

O grupo foi conduzido pela enfermeira Rose Cleide Sutil, com a participação do farmacêutico Eduardo e de um técnico em saúde bucal, reforçando a importância do trabalho multiprofissional no cuidado aos usuários que desejam parar de fumar.

Como parte das atividades, os participantes também tiveram acesso a uma sessão de auriculoterapia, prática integrativa que utiliza estímulos em pontos específicos da orelha com o objetivo de auxiliar no controle da ansiedade, redução do estresse e apoio no processo de cessação do tabagismo. Essa abordagem está alinhada às práticas da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, incentivadas no Sistema Único de Saúde (SUS).

A realização do grupo reforça a importância de ações educativas e terapêuticas voltadas ao enfrentamento do tabagismo, considerado um dos principais fatores de risco para diversas doenças crônicas, como doenças cardiovasculares, respiratórias e câncer. Iniciativas como essa contribuem para fortalecer a autonomia dos usuários, promover hábitos de vida mais saudáveis e melhorar a qualidade de vida da população atendida pela rede de saúde.

Fontes

Treinamento Técnico de Prescrição de Cadeiras de Rodas

Treinamento Técnico de Prescrição de Cadeiras de Rodas qualifica profissionais da SMS no auditório da OTICS Bangu

No dia 06 de março de 2026, foi realizado no auditório da OTICS Bangu o Treinamento Técnico de Prescrição de Cadeiras de Rodas, destinado aos profissionais Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). A atividade foi realizada em parceria com a empresa Ortobrás, referência nacional na fabricação de cadeiras de rodas e tecnologias assistivas. A iniciativa do encontro partiu da enfermeira Jucileia Medeiros Ribeiro, responsável pelo Centro Especializado em Reabilitação (CER) da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, localizada na Área Programática 5.1 do município do Rio de Janeiro. O treinamento teve como objetivo aprimorar o processo de prescrição, avaliação e adequação postural de cadeiras de rodas, contribuindo para que os profissionais realizem indicações mais precisas e individualizadas para os usuários da rede municipal de saúde. Durante o encontro, foram abordados temas relacionados à avaliação funcional do usuário, medidas antropométricas, tipos de cadeiras de rodas, ajustes posturais, indicações clínicas, além de orientações sobre a correta adaptação do equipamento às necessidades de cada paciente. Os participantes também discutiram aspectos importantes para a escolha do dispositivo mais adequado, considerando fatores como mobilidade, autonomia, conforto e prevenção de deformidades posturais.

Além da parte teórica, o treinamento contou com atividades práticas de medição e avaliação postural, realizadas no próprio auditório da OTICS Bangu e também no Centro de Reabilitação, permitindo aos profissionais aplicar na prática os conhecimentos apresentados. Essa etapa possibilitou o treinamento direto das técnicas de mensuração e ajuste, fundamentais para garantir maior eficiência no processo de prescrição.

A capacitação é considerada estratégica para o fortalecimento da atenção à reabilitação no Sistema Único de Saúde (SUS), uma vez que a correta prescrição de cadeiras de rodas impacta diretamente na funcionalidade, independência e qualidade de vida das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A formação continuada dos profissionais contribui ainda para qualificar o cuidado, reduzir complicações decorrentes de adaptações inadequadas e ampliar o acesso a tecnologias assistivas apropriadas.

A realização de treinamentos como este reforça o compromisso da rede municipal de saúde com a educação permanente dos profissionais, promovendo atualização técnica e integração entre os serviços de reabilitação, com foco na melhoria da assistência prestada à população.

A realização de treinamentos como este reforça o compromisso da rede municipal de saúde com a educação permanente dos profissionais, promovendo atualização técnica e integração entre os serviços de reabilitação, com foco na melhoria da assistência prestada à população.

Fontes

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência. Disponível em: https://www.gov.br/saude

  • Organização Mundial da Saúde. Guidelines on the Provision of Manual Wheelchairs in Less Resourced Settings. Disponível em: https://www.who.int

  • Organização Pan-Americana da Saúde. Tecnologias Assistivas e Reabilitação. Disponível em: https://www.paho.org

Oficina de Territorialização do CMS Padre Miguel – AP 5.1

No dia 05 de março de 2026, no turno da manhã, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou o primeiro encontro da Oficina de Territorialização com os profissionais do CMS Padre Miguel – AP 5.1. A atividade teve como objetivo ajustes do território da unidade, como também a delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território. Participaram da oficina Fátima Carneiro (Gerente da OTICS Bangu); Fábio Antônio Monteiro (Gerente Técnica da Unidade); Barbara Villar Martins (Diretora do CMS Padre Miguel); os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Josélia Vieira; Cristiane Lopes; Joelma Aranha; Patrícia Justino; Sidonio Paes; Rosangela Santos; Aline Ribeiro da Rosa; Geisilaine da Guia Caiana; além de Vivian Bravo, Auxiliar Administrativa do DICA, e Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1.

 

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

 

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

 

 

Link para download do Google Earth Pro

Busque aqui a unidade mais próximaprefeitura.rio/ondeseratendido

Planejamento das Mediações em LIBRAS

OTICS Bangu realiza planejamento de mediações em LIBRAS e organização da 5ª turma do Curso de LIBRAS – Básico I

No dia 5 de março de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado o planejamento das mediações em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) para os atendimentos voltados aos usuários surdos da rede de saúde da Área Programática 5.1. Na mesma ocasião, também foi iniciada a organização das inscrições da 5ª Turma do Curso de LIBRAS – Básico I, destinado aos profissionais e trabalhadores(as) da rede de saúde do território.

A atividade teve como objetivo estruturar estratégias que garantam acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, promovendo um atendimento mais inclusivo, qualificado e humanizado à população surda. O planejamento das mediações em LIBRAS contribui para fortalecer o acesso da pessoa surda aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo a comunicação efetiva durante os atendimentos e ampliando a qualidade do cuidado ofertado.

Participaram da atividade Renata Reis representante da Assessoria PSE/PICS/RAP da Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde – DAPS/CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães, Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa; e Elvis Ferreira, Apoiador da Equipe de Acessibilidade Comunicativa / RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra – DAPS/CAP 5.1.

A iniciativa reforça a importância da educação permanente e da organização do processo de trabalho como ferramentas essenciais para a efetivação do direito à comunicação no SUS, ampliando o acesso aos serviços de saúde, fortalecendo a equidade e assegurando o cuidado integral às pessoas surdas.

A ação também está alinhada às normativas nacionais que reconhecem a LIBRAS como meio legal de comunicação, regulamentam sua oferta nos serviços públicos e garantem os direitos das pessoas com deficiência no acesso às políticas públicas de saúde, reafirmando o compromisso da rede com a promoção da inclusão e da acessibilidade.

Fontes:

Brasil. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).
Brasil. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 – Regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e estabelece a inclusão da LIBRAS nos serviços públicos.
Brasil. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) – Estatuto da Pessoa com Deficiência.
Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência.

Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – 2026

Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – 2026 segue com segundo dia de atividades

Dando continuidade ao cronograma iniciado em 03 de março de 2026, foi realizado hoje, 05 de março de 2026, o segundo dia da Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (ASSTT), promovida pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador Estadual (CEREST Estadual), com a participação de todos os CERESTs da Região Metropolitana. A atividade, realizada de forma remota no horário das 9h às 12h, teve como foco a construção do mapa da Rede de Atenção à Saúde (RAS) e do controle social do município sede do CEREST, etapa fundamental para compreender a organização da rede assistencial e os espaços de participação social relacionados à saúde do trabalhador. A oficina tem como objetivo conhecer o perfil produtivo dos trabalhadores e trabalhadoras, identificar os processos produtivos presentes nos territórios e fortalecer a vigilância em saúde do trabalhador, contribuindo para a qualificação do planejamento das ações regionais.

A atividade foi acompanhada na sala de tutoria da OTICS Bangu pela Thamine Gouvêa dos Santos – Enfermeira do CEREST Zona Oeste (PAM Bangu), reforçando o compromisso da área programática com a qualificação técnica das equipes e o aprimoramento das análises territoriais no âmbito da saúde do trabalhador.

A iniciativa é estratégica para consolidar a Análise de Situação de Saúde como instrumento norteador das ações da Rede de Atenção à Saúde (RAS), articulando informações epidemiológicas, organização da rede assistencial e participação do controle social. Ao promover esse espaço de construção coletiva, o CEREST Estadual contribui para o fortalecimento da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora no âmbito do SUS, ampliando a capacidade de identificação de riscos, agravos relacionados ao trabalho e planejamento de intervenções nos territórios.

O cronograma dos encontros seguirá com as seguintes datas:

  • 03/03/2026 – Construção do mapa epidemiológico (município sede do CERESTT);

  • 05/03/2026 – Construção do mapa da RAS e do controle social (município sede do CERESTT);

  • 10/03/2026 – Reunião de coordenadores e apresentação da ASSTT de 07 (sete) CERESTTs;

  • 12/03/2026 – Apresentação da ASSTT dos 07 (sete) CERESTTs restantes.

Fontes

Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria nº 1.823/2012).

Ministério da Saúde. Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST).

Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro. Diretrizes da Vigilância em Saúde do Trabalhador.

Se quiser, também posso transformar esse texto em uma versão mais curta e estratégica para postagem no Instagram da OTICS, mantendo o tom institucional.

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 5 de março de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/