Aula de Extensão II – Análise Epidemiológica – UCB

Nesta data, 24 de março de 2025, aconteceu no auditório da OTICS Bangu, turno da manhã, a aula de Extensão II – Análise Epidemiológica – UCB, participaram da aula, 26 alunos, o público alvo foram os alunos do segundo período da faculdade de medicina da Universidade Castelo Branco. Os assuntos abordados foram, sistemas de informação e indicadores em saúde. O objetivo do evento foi, ministrar aula com os conteúdos sobre dados em saúde, principais sistemas de informação em saúde, qualidade dos dados, critérios de avaliação e construção dos indicadores em saúde e indicadores em saúde; os alunos também fizeram uma visita, em loco, na unidade da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1, com o propósito de conhecer o espaço físico da unidade; o laboratório de analises clinicas; o polo do Cerest Oeste; demais especialidades que a unidade oferece, como também a rotina de atendimentos. A responsável pela capacitação foi, Graziele Marques Rodrigues – Sanitarista e Epidemiologista da CAP 5.1.

Assuntos abordados na capacitação foram, sistemas de informação e indicadores em saúde.
Graziele Marques Rodrigues – Sanitarista e Epidemiologista da CAP 5.1.

Os sistemas de informação em saúde são instrumentos padronizados de monitoramento e coleta de dados, que têm como objetivo primordial o fornecimento de informações para análise e melhor compreensão de importantes problemas de saúde da população, subsidiando a tomada de decisões nos níveis municipal, estadual e federal.

Ministério da Saúde lançou a publicação Dados para Vigilância, que apresenta as características históricas, operacionais e possibilidades analíticas dos sistemas de informação sob gestão do Departamento de Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis. Esses sistemas possuem bases de dados sobre nascimentos, morbidade, mortalidade e fatores de risco para doenças crônicas, que permitem a obtenção de números com recortes por municípios, faixa etária ou sexo.

Os dados oriundos desses sistemas de informação podem ser utilizados para apoiar o planejamento de ações (visando a tomada de decisão baseada em evidências em todas as esferas do SUS), para subsidiar a construção de indicadores pactuados internacionalmente (como aqueles pertencentes à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas) e para a produção de conhecimento técnico (como boletins epidemiológicos) e científico (como publicações em periódicos nacionais e internacionais) por gestores, profissionais de saúde e acadêmicos.

A produção e a divulgação de informações em saúde constituem um componente essencial do SUS. A obra fornece informações teóricas e práticas sobre cada sistema, explicando seu objetivo, sua abrangência, como funciona, e seus principais indicadores e variáveis, além de histórico sobre sua criação, sua implementação e sobre os avanços que ocorreram com o passar do tempo.

Os indicadores de saúde do Ministério da Saúde são utilizados para medir a qualidade dos serviços de saúde, prever o estado de saúde da população e de grupos de paciente.  

Assuntos abordados na capacitação foram, sistemas de informação e indicadores em saúde.
Aula de Extensão II – Análise Epidemiológica – USB

A Vigilância Epidemiológica tem papel primordial na operacionalização de um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. Mudanças no perfil epidemiológico das populações, traduzidas pelo declínio das taxas de mortalidade por doenças infecciosas e parasitárias e pelo crescente aumento das mortes por causas externas e doenças crônicas, levaram à incorporação das doenças e agravos não transmissíveis ao escopo de atividades da vigilância epidemiológica. O acompanhamento desse perfil propicia o planejamento e a execução de ações de prevenção e controle dos agravos nos diversos níveis de atenção à saúde.

Atividades/Ações

  • Coleta de dados de doenças e agravos de notificação compulsória, a partir da rede local de Vigilância em Saúde
  • Acompanhamento de atividades da Rede de Vigilância em Saúde do município do Rio de Janeiro
  • Recomendação, monitoramento e avaliação de medidas de prevenção e controle de doenças e agravos no município do Rio de Janeiro
  • Educação permanente de profissionais da Rede de Vigilância em Saúde
  • Disseminação de informações de interesse para usuários, profissionais e gestores da rede municipal de saúde.
Assuntos abordados na capacitação foram, sistemas de informação e indicadores em saúde.
Armadilha CDC e Ovitrampas (A armadilha CDC é um tipo de armadilha luminosa, enquanto a ovitrampa é uma armadilha para coletar ovos de mosquitos. Ambas são usadas para monitorar a presença de mosquitos).

No campo da saúde, a vigilância está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Além disso, integra diversas áreas de conhecimento e aborda diferentes temas, tais como política e planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e saúde e processo de trabalho. A partir daí, a vigilância se distribui entre: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.

A vigilância epidemiológica reconhece as principais doenças de notificação compulsória e investiga epidemias que ocorrem em territórios específicos. Além disso, age no controle dessas doenças específicas.

A vigilância ambiental se dedica às interferências dos ambientes físico, psicológico e social na saúde. As ações neste contexto têm privilegiado, por exemplo, o controle da água de consumo humano, o controle de resíduos e o controle de vetores de transmissão de doenças – especialmente insetos e roedores.

Assuntos abordados na capacitação foram, sistemas de informação e indicadores em saúde.

As ações de vigilância sanitária dirigem-se, geralmente, ao controle de bens, produtos e serviços que oferecem riscos à saúde da população, como alimentos, produtos de limpeza, cosméticos e medicamentos. Realizam também a fiscalização de serviços de interesse da saúde, como escolas, hospitais, clubes, academias, parques e centros comerciais, e ainda inspecionam os processos produtivos que podem pôr em riscos e causar danos ao trabalhador e ao meio ambiente. Saiba mais: https://pensesus.fiocruz.br/vigil%C3%A2ncia-em-sa%C3%BAde

Assuntos abordados na capacitação foram, sistemas de informação e indicadores em saúde.
Alunos do segundo período da faculdade de medicina da Universidade Castelo Branco – Realengo.

Fonte: Sistema de Informação em Saúde

Reunião de Comissão de Prontuário – CAPS Lima Barreto

Nesta data, 24 de março de 2025, turno da tarde, tivemos na sala de tutoria da OTICS Bangu, a reunião da comissão de prontuário. Participaram do encontro, 4 profissionais da saúde mental, o público alvo foram os profissionais da comissão de prontuário, os assuntos abordados, na discussão sobre os prontuários, foram, avaliação dos prontuários, qualidade do histórico, seguimento e continuidade, anamnese e outros. O objetivo da reunião é estabelecer normas para avaliar a qualidade dos prontuários médicos; rever e avaliar os prontuários, durante o período de internação e após as altas, bem como, os de ambulatório, para assegurar-se de que o padrão estabelecido está sendo cumprido; avaliar a qualidade das anotações feitas no prontuário médico; quanto à clareza e legibilidade; segmento e continuidade das prescrições como verificação do seguimento e atendimento pelos profissionais de saúde. Responsável da reunião foi, Rayane dos Passos – Coordenadora técnica CAPS Lima Barreto.

Reunião de Comissão de Prontuário - CAPS Lima Barreto, estabelecer normas para avaliar a qualidade dos prontuários médicos.
Reunião de Comissão de Prontuário – CAPS Lima Barreto

Os Centros de Atenção Psicossociais ( CAPS) são pontos de atenção estratégicos da Rede de Atenção Psicossocial – (RAPS), unidades que prestam serviços de saúde de caráter aberto e comunitário, constituído por equipe multiprofissional que atua sobre a ótica interdisciplinar e realiza prioritariamente atendimento às pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, em sua área territorial, seja em situações de crise ou nos processos de reabilitação psicossocial.

Reunião de Comissão de Prontuário - CAPS Lima Barreto, estabelecer normas para avaliar a qualidade dos prontuários médicos.
Profissionais da Saúde Mental – CAPS Lima Barreto – AP 5.1

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-centro-oeste/hc-ufg/governanca/comissoes-e-comites/comissao-de-revisao-de-prontuario

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

 

 

Atualização da Agenda do SISREG

Neste dia, 24 de março de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, a profissional Elaine Cristina Jesus, da direção da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, atualizando a agenda SISREG – Sistema de Regulação. O objetivo é proporcionar agilidade na regulação das consultas e procedimentos dos pacientes.

Agenda SISREG - Sistema de Regulação. O objetivo é proporcionar agilidade na regulação das consultas e procedimentos dos pacientes.
Elaine Cristina Jesus, da direção da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho.

O Sistema Nacional de Regulação – SISREG é um sistema web, criado para o gerenciamento de todo Complexo Regulador, através de módulos que permitem desde inserção da oferta até a solicitação, pela rede básica, de consultas, exames e procedimentos na média e alta complexidade, bem como a regulação de leitos hospitalares, objetivando maior organização e controle do fluxo de acesso aos serviços de saúde, otimização na utilização dos recursos assistenciais e visando a humanização no atendimento.

Trata-se de uma ferramenta fornecida pelo Ministério da Saúde de forma gratuita sendo sua utilização não compulsória.

Fonte: http://www.saude.gov.br/cgra

CONSULTA AGENDA

Essa funcionalidade possibilita que o operador faça uma consulta à agenda de um determinado profissional, informando a unidade de saúde, o profissional, o procedimento e os horários.

Ao clicar em Impressão/Confirmação de Agenda será exibida uma tela com vários campos para preenchimento, conforme a tela abaixo.

Consulta agenda.png

a) Período: não pode ser superior a 7 dias.

b) Executante: será sempre a unidade a qual o operador está vinculado.

c) Profissional: selecionar o profissional para qual deseja imprimir a agenda.

d) Procedimento: selecionar o procedimento que o profissional executa.

e) Tipo de agenda: é possível filtrar se a consulta será realizada para uma agenda a ser confirmada ou para consulta.

f) Exibir procedimentos: permite que a descrição do procedimento seja listada no resultado da busca.

g) Exibir telefones: permite que o telefone de contato do paciente seja listado ao realizar a busca.

h) Tipo de ordenação: possibilita a escolha da ordem de apresentação dos dados. A ordem pode ser: data/hora da marcação, nome do paciente, data de nascimento do paciente, idade do paciente, CNS, origem do paciente,CID-10, situação, vaga solicitada, vaga consumida, unidade de saúde solicitante e código da solicitação.

i) Inverter ordem: inverte a ordem de acordo com a ordenação escolhida.

j) Resultados por página: possibilita a visualização de até 50 resultados por página.

Depois de preenchido os campos e clicado em OK, será apresentada uma tela em que constarão dados da agenda, dados do paciente, por exemplo, e também estará disponível uma tela de estatística informando a quantidade de vagas consumidas.

Fontes: https://wiki.saude.gov.br/SISREG/index.php/Categoria:CONSULTA_AGENDA

Saiba mais clicando aqui: https://www.rio.rj.gov.br/web/transparencia/sisreg

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/drac/sistemas

https://wiki.saude.gov.br/SISREG/index.php/SISREG_DEFINI%C3%87%C3%83O

Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 5º DIA

Neste dia, 21 de março de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos o quinto dia do curso introdutório para os profissionais da Atenção Primária da AP 5.1. A responsável por ministrar o curso foi, Veronica Alexandrino Santos Azevedo – Mestra em Educação Profissional em Saúde (Apoiadora RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa) – DAPS – CAP 5.1. Participaram 26 profissionais da Atenção Primária das unidades de saúde da AP 5.1, CMS Athayde Jose da Fonseca, CF Cristiano Vieira Pinho, CF Rosino Baccarini, CF Faim Pedro, CF Rogério Pinto da Mota.

Qualificar os profissionais que ingressam na Atenção Primária à Saúde, para que ampliem sua visão sistêmica e integral do indivíduo, da família e da comunidade na qual estão inseridos.
Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 5º DIA

O dia de hoje foi focado: Revisitando o Itinerário de Aprendizagem. Linhas de cuidado: Apresentação dialogada sobre linhas de cuidado. Vigilância em Saúde, Apresentação dialogada sobre Vigilância em Saúde: Dinâmica Imagem e Ação Sistemas de Vigilância. Monitoramento e avaliação, Aula dialogada sobre monitoramento e avaliação: Previne Brasil; Contrato de gestão. Revisão do Itinerário de aprendizagem; Avaliação do curso.

Qualificar os profissionais que ingressam na Atenção Primária à Saúde, para que ampliem sua visão sistêmica e integral do indivíduo, da família e da comunidade na qual estão inseridos.
Revisitando o Itinerário de Aprendizagem

O curso objetiva qualificar os profissionais que ingressam na Atenção Primária à Saúde, para que ampliem sua visão sistêmica e integral do indivíduo, da família e da comunidade na qual estão inseridos. Curso introdutório para preparar o ACS para sua prática cotidiana no território, auxiliando-o em sua integração com a equipe, população, políticas públicas de saúde e promoção da saúde. O Curso Introdutório em Saúde da Família está estruturado com carga horária mínima de 40 horas semanais. Tem como público alvo toda a equipe de atuação na Estratégia de Saúde da Família (ESF), como: médico; enfermeiro; técnico de enfermagem; agente comunitário de saúde; agente de vigilância em saúde e de combate às endemias; cirurgião dentista; técnico em saúde bucal; auxiliar em saúde bucal; técnico em farmácia; farmacêutico; administrativo; gerente; consultório na rua; e Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF).

Qualificar os profissionais que ingressam na Atenção Primária à Saúde, para que ampliem sua visão sistêmica e integral do indivíduo, da família e da comunidade na qual estão inseridos.
O curso objetiva qualificar os profissionais que ingressam na Atenção Primária à Saúde

O Curso foi organizado a partir de quatro eixos, conforme a Portaria: EIXO 1 – A Atenção Primária no contexto das políticas públicas de saúde e as estratégias de implementação; EIXO 2 – A organização dos sistemas locais de saúde, com ênfase no planejamento de base territorial; EIXO 3 – O processo de trabalho das equipes; EIXO 4 – A atuação interdisciplinar e participação popular.
A entrega de certificados dos participantes ao término do curso está condicionada a participação (frequência/presença) mínima de 75% no curso. O certificado será válido em todas as áreas de planejamento da Atenção Primária do Município do Rio de Janeiro.

Qualificar os profissionais que ingressam na Atenção Primária à Saúde, para que ampliem sua visão sistêmica e integral do indivíduo, da família e da comunidade na qual estão inseridos.
Atenção Primária no contexto das políticas públicas de saúde e as estratégias de implementação.

O Curso Introdutório em Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro. Sua atualização, na presente edição, se propõe a problematizar o cotidiano do trabalho dos profissionais à luz dos atributos da Atenção Primária à Saúde, de maneira dinâmica e participativa. Devemos considerar que esta nova edição do curso surge em um tempo de uma rede mais madura, com mais de uma década desde o início da reforma em 2009, e que está em um caminho de reestruturação após um longo período de dedicação ao enfrentamento da pandemia da covid-19. Ainda assim, permanecem os desafios, alguns velhos conhecidos, outros mais novos. Este manual tem como objetivo orientar a realização do Curso Introdutório em Saúde da Família em sua Área de Planejamento. Nele, iremos fornecer o passo a passo das atividades, além de apoiar o desenvolvimento das habilidades necessárias para a apresentação de cada sessão. Pensando em estratégias que viabilizem o aprendizado dos profissionais que atuam no SUS, o Ministério da Saúde instituiu, em 2004, a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), que tem como ambição tornar a rede pública de saúde uma rede de ensino- -aprendizagem no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho, a partir dos problemas enfrentados na realidade dos serviços. Espera-se, então, que sejamos capazes de promover a reflexão coletiva sobre o trabalho e oferecer instrumentos para sua transformação. A Educação Permanente, além da sua dimensão pedagógica, deve ser notada, também, como uma importante ferramenta de gestão, como um processo que se dá “no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho”, buscando como desfecho final efeitos positivos concretos na assistência aos usuários. A formação desses profissionais dentro de seus ambientes de trabalho, voltada para as necessidades de saúde da população em conjunto com as necessidades de aprendizado do indivíduo, é fundamental para uma Atenção Primária à Saúde de qualidade. Deste modo, esperamos que o curso introdutório transforme as práticas dos profissionais, e que os facilitadores sejam potentes engajadores para a construção da Trilha de Aprendizagem. Que este manual contribua para a melhor execução dos cursos, favorecendo a formação continuada dos profissionais da rede de Atenção Primária e refletindo na qualidade da assistência prestada à população.

 

Saiba mais clicando aqui: Curso Introdutório

Saiba mais clicando aqui: Atenção Primária

 

21 de Março – Dia Do Orgulho SUS

21 de Março – Dia Do Orgulho SUS

Em 19/9/1990 foi assinada a Lei nº 8080 que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes, instituindo o Sistema Único de Saúde (SUS).

O SUS é um dos maiores e mais complexos sistemas de saúde pública do mundo, abrangendo desde o simples atendimento para avaliação da pressão arterial, por meio da Atenção Primária, até o transplante de órgãos, garantindo acesso integral, universal e gratuito para toda a população do país. Com a sua criação, o SUS proporcionou o acesso universal ao sistema público de saúde, sem discriminação. A atenção integral à saúde, e não somente aos cuidados assistenciais, passou a ser um direito de todos os brasileiros, desde a gestação e por toda a vida, com foco na saúde com qualidade de vida, visando a prevenção e a promoção da saúde.

O Sistema Único de Saúde (SUS) é composto pelo Ministério da Saúde, Estados e Municípios, conforme determina a Constituição Federal.
Introdutório Saúde da Família – AP5.1 – 21 de Março – Dia Do Orgulho SUS

Princípios do SUS:

Universalização: a saúde é um direito de cidadania de todas as pessoas e cabe ao Estado assegurar este direito, sendo que o acesso às ações e serviços deve ser garantido a todas as pessoas, independentemente de sexo, raça, ocupação ou outras características sociais ou pessoais.

Equidade: o objetivo desse princípio é diminuir desigualdades. Apesar de todas as pessoas possuírem direito aos serviços, as pessoas não são iguais e, por isso, têm necessidades distintas. Em outras palavras, equidade significa tratar desigualmente os desiguais, investindo mais onde a carência é maior.

Integralidade: este princípio considera as pessoas como um todo, atendendo a todas as suas necessidades. Para isso, é importante a integração de ações, incluindo a promoção da saúde, a prevenção de doenças, o tratamento e a reabilitação. Juntamente, o princípio de integralidade pressupõe a articulação da saúde com outras políticas públicas, para assegurar uma atuação intersetorial entre as diferentes áreas que tenham repercussão na saúde e qualidade de vida dos indivíduos.

Estrutura do SUS:

A gestão das ações e dos serviços de saúde deve ser solidária e participativa entre os três entes da Federação: a União, os Estados e os municípios. A rede que compõe o SUS é ampla e abrange tanto ações quanto os serviços de saúde. Engloba a atenção primária, média e alta complexidades, os serviços urgência e emergência, a atenção hospitalar, as ações e serviços das vigilâncias epidemiológica, sanitária e ambiental e assistência farmacêutica.

O Sistema Único de Saúde (SUS) é composto pelo Ministério da Saúde, Estados e Municípios, conforme determina a Constituição Federal. Cada ente tem suas co-responsabilidades.

Ministério da Saúde:

Gestor nacional do SUS, formula, normatiza, fiscaliza, monitora e avalia políticas e ações, em articulação com o Conselho Nacional de Saúde. Atua no âmbito da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) para pactuar o Plano Nacional de Saúde. Integram sua estrutura: Fiocruz, Funasa, Anvisa, ANS, Hemobrás, Inca, Into e oito hospitais federais.

Secretaria Estadual de Saúde (SES):

Participa da formulação das políticas e ações de saúde, presta apoio aos municípios em articulação com o conselho estadual e participa da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) para aprovar e implementar o plano estadual de saúde.

Secretaria Municipal de Saúde (SMS):

Planeja, organiza, controla, avalia e executa as ações e serviços de saúde em articulação com o conselho municipal e a esfera estadual para aprovar e implantar o plano municipal de saúde.

Conselhos de Saúde:

O Conselho de Saúde, no âmbito de atuação (Nacional, Estadual ou Municipal), em caráter permanente e deliberativo, órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera do governo.

Comissão Intergestores Tripartite (CIT): Foro de negociação e pactuação entre gestores federal, estadual e municipal, quanto aos aspectos operacionais do SUS.

 

OTICS Bangu – Um dos nossos compromissos é “Salvar Vidas”, formando e capacitando os trabalhadores de todas as mais de 400 unidades e serviços de saúde do SUS carioca.

 

Fonte: https://bvsms.saude.gov.br/lei-n-8080-30-anos-de-criacao-do-sistema-unico-de-saude-sus/

https://www.gov.br/saude/pt-br/sus

Continuação do Relatório Trimestral RAP da Saúde

Nesta manhã do dia 21 de março de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, tivemos a continuação do relatório trimestral da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), participaram do encontro, 3 jovens do RAP e os supervisores do projeto, 0 público alvo foram os adolescentes e jovens do RAP, o objetivo do evento foi a elaboração do relatório trimestral do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens. A responsável do encontro foi, Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1.

RAP da Saúde é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).
Jovens Promotores de Saúde

O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Com o auxílio dos relatos de experiência dos jovens, vamos contar a trajetória do Rap da Saúde nos últimos três anos: os desafios encontrados até aqui e o que aprendemos no percurso.

RAP da Saúde é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).
Continuação do Relatório Trimestral RAP da Saúde

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Reunião de Equipe dos AVSs

Nesta manhã de de 21 de março de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a reunião de equipe dos AVSs, participaram do encontro 6 profissionais da categoria, o objetivo do encontro foi, avaliação dos eventos da semana e o planejamento de novas ações no território. Responsável pelo encontro foi, Viviana Canuto Menezes – Supervisora da Vigilância Ambiental da área programática (AP) 5.1.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Profissionais da Vigilância em Saúde – AP 5.1

A saúde ambiental é uma área essencial da saúde pública, dedicada a estudar e reduzir os impactos que fatores ambientais, sejam eles naturais ou resultantes da atividade humana, têm sobre a saúde humana. Este campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e ações práticas, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas dentro de uma perspectiva sustentável.

Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) é coordenada pelo Ministério da Saúde e pode ser definida como um conjunto de ações voltadas para identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que afetam a saúde humana.

O profissional de vigilância ambiental é responsável pelas atividades relacionadas no âmbito da área ambiental. Eles trabalham com o conhecimento e mapeamento de território, realizando atividades de cadastramento e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

O trabalho social é fundamental nas atividades do agente. Eles realizam o serviço educativo, levando informações aos cidadãos de como cuidar e tratar de sua própria residência.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Avaliação dos eventos da semana e o planejamento de novas ações no território.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

 

Confira sobre os cursos OTICS Rio: Clique aqui!

Dia Mundial da Saúde Bucal

O Dia Mundial da Saúde Oral foi lançado em 2007 com os objetivos de aumentar a conscientização e incentivar compromissos e ações para promover a boa saúde bucal.

O tema escolhido para a campanha dos próximos três anos traz uma mensagem simples, mas poderosa: Tenha orgulho de sua boca: valorize e cuide da saúde oral!

A World Dental Federation (FDI), organizadora das comemorações, deseja que essa temática inspire as pessoas a perceberem a importância da saúde bucal para a saúde geral e para uma vida mais longa e saudável.

As doenças bucais afetam cerca de 3,5 bilhões de pessoas e costumam estar associadas a outros problemas graves de saúde. Essas doenças causam dor, desconforto, isolamento social, perda de autoconfiança e absenteísmo no trabalho ou na escola.

A crescente carga das doenças orais exige ação em todos os níveis: individual, familiar e comunitário. A FDI acredita que ações simples e direcionadas têm o poder de reduzir a prevalência dessas doenças e tornar a saúde bucal uma prioridade para todos.

Além de exercer papel fundamental na fala, na mastigação e na respiração, a boca é a maior cavidade do corpo a ter contato direto com o meio ambiente, sendo a porta de entrada para bactérias e outros microrganismos prejudiciais à saúde.

Uma boa higiene bucal diminui o risco de desenvolvimento de problemas na boca e nos dentes. É importante ressaltar que essas doenças têm relação direta com o fumo, com o consumo de álcool e com a má alimentação.

Problemas mais comuns:

Cárie: desintegração do dente provocada pela higiene inadequada, ingestão de doces e carboidratos ou, ainda, por complicações de outras doenças que diminuem a quantidade de saliva na boca. (Ex.: pessoas em tratamento quimioterápico ou radioterápico para o câncer).

Lesões bucais e aftas: inchaços, manchas ou feridas na boca, língua ou lábios; podem ser provocadas por herpes labial, candidíase (sapinho) e próteses (dentaduras) mal ajustadas.

Mau hálito: tem várias causas, dentre elas: higiene bucal inadequada (falta de escovação adequada e falta do uso do fio dental); gengivite; ingestão de certos alimentos como, alho ou cebola; tabaco e produtos alcoólicos; boca seca (causada por certos medicamentos, por distúrbios e por menor produção de saliva durante o sono); doenças sistêmicas como câncer, diabetes, problemas com o fígado e rins. A língua possui diversas papilas gustativas entre as quais se formam criptas, ou seja, saquinhos que retêm resíduos de alimentos, células descamadas que começam a fermentar, formando uma placa bacteriana esbranquiçada que aparece no fundo da língua, em direção à ponta, a chamada saburra lingual, essa, sem dúvida, é a principal causa do mau hálito.

Gengivite: inflamação da gengiva provocada pela placa bacteriana.

Placa bacteriana: é o conjunto de bactérias que coloniza a cavidade bucal. A placa bacteriana fixa-se principalmente nas regiões de difícil limpeza, como a região entre a gengiva e os dentes ou a superfície dos dentes de trás, provocando cáries e formação de tártaro.

Tártaro: é o endurecimento da placa bacteriana na superfície dos dentes.

No dia a dia é essencial seguir as dicas abaixo para garantir uma boa saúde bucal:

– escolher a escova correta;
– escovar os dentes e usar o fio dental após cada refeição;
– escovar os dentes antes de dormir;
– trocar a escova de dentes a cada três meses;
– eliminar a placa bacteriana por meio de escovação adequada e do uso do fio dental;
– limpar a língua, utilizando um raspador, a fim de retirar a saburra lingual;
– ter uma alimentação saudável, com uso racional do açúcar, evitando o consumo excessivo de doces;
– utilizar adequadamente o flúor, com cremes dentais fluorados;
– evitar o uso de próteses mal ajustadas;
– evitar o fumo e o consumo de bebidas alcoólicas;
– ir ao dentista regularmente.

O Dia Mundial da Saúde Oral foi lançado em 2007 com os objetivos de aumentar a conscientização e incentivar compromissos e ações para promover a boa saúde bucal.
Dia Mundial da Saúde Bucal

World Dental Federation definiu em 2024 uma campanha de três anos centrada no tema: ‘uma boca feliz é.…’ para destacar a importância da saúde bucal e suas fortes conexões com a saúde geral. Neste segundo ano o foco é outro tópico vital: a conexão entre a saúde bucal e o bem-estar mental. Boca, corpo e mente estão interconectados e ao cuidar da saúde oral todo o ser está sendo cuidado. Dando continuidade a esta importante jornada, destaca-se como uma boca feliz contribui para uma mente feliz.

Saúde mental e oral, somadas a outras doenças não transmissíveis (DNTs), compartilham muitos fatores de risco, incluindo uso de tabaco, dieta não saudável com alta teor de açúcar, consumo prejudicial de álcool e negligência com os cuidados bucais. Gerenciar estes fatores de risco é crucial para manter a saúde da boca, do corpo e da mente.

As doenças orais são uma grande preocupação de saúde para muitos países e impactam negativamente as pessoas ao longo de suas vidas, provocando dor e desconforto, isolamento social e perda de autoconfiança, estando frequentemente ligadas a outros problemas de saúde sérios. Mas a maioria das condições bucais são amplamente preveníveis e podem ser tratadas em seus estágios iniciais evitando sofrimento.

Daí a importância da comemoração como uma oportunidade para aumentar a conscientização e priorizar a saúde bucal – um componente essencial do bem-estar e da saúde – ao conclamar a união de todos para ajudar a reduzir a carga dessas doenças que afetam indivíduos, sistemas de saúde e economias, mundialmente.

Em 2021, a Organização Mundial da Saúde (OMS), por meio da 74ª. Assembleia Mundial de Saúde, reconheceu a saúde bucal como parte essencial da agenda de Doenças não Transmissíveis e da Cobertura Universal de Saúde, levando ao endosso da Estratégia Global sobre Saúde Bucal e do Plano de Ação Global para Saúde Bucal 2023–2030 (documentos em inglês).

Para a OMS, agora é a hora de agir. A estratégia existe e é preciso implementá-la. Isso requer:

– Envolver as partes interessadas, multissetorialmente;
– Garantir financiamento por meio de mecanismos inovadores, como a alocação de receitas fiscais de saúde para a saúde bucal;
– Integrar os serviços de saúde bucal nos conjuntos de benefícios nacionais;
– Utilizar uma abordagem centrada nas pessoas.

O Dia Mundial da Saúde Oral foi lançado em 2007 com os objetivos de aumentar a conscientização e incentivar compromissos e ações para promover a boa saúde bucal.

Dia Mundial da Saúde Oral 2025

Fontes:

Agência Brasil
Associação Brasileira de Odontologia: Sorrir Muda Tudo!
Dr. Dráuzio Varella
Gabriela Nangino. Fluoretação da água beneficia a economia e a saúde pública. Jornal da USP
Ministério da Saúde
Organização Mundial da Saúde (OMS)
World Dental Federation

Saiba mais: https://bvsms.saude.gov.br/tenha-orgulho-de-sua-boca-20-3-dia-mundial-da-saude-oral/

Encontre uma unidade de saúde mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido
Acompanhe o calendário vacinal em https://saude.prefeitura.rio/vacinacao/

OTICS Bangu levando saúde até você!

Construção do Relatório Trimestral RAP da Saúde

Nesta manhã do dia 20 de março de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, tivemos a construção do relatório trimestral da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), participaram do encontro, 2 jovens do RAP e os supervisores do projeto, 0 público alvo foram os adolescentes e jovens do RAP, o objetivo do evento foi a elaboração do relatório trimestral do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens. A responsável do encontro foi, Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1.

RAP da Saúde é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).
Construção do Relatório Trimestral RAP da Saúde

O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Com o auxílio dos relatos de experiência dos jovens, vamos contar a trajetória do Rap da Saúde nos últimos três anos: os desafios encontrados até aqui e o que aprendemos no percurso.

RAP da Saúde é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).
Jovens Promotores da Saúde

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Planejamento das Oficinas de Educação em Saúde

Nesta manhã do dia 20 de março de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, William Nunes Araújo e Kelson Sales – Técnicos de Vigilância em Saúde da CAP 5.1, se reuniram para o planejamento das oficinas de educação em saúde. O assunto abordado foi a metodologia das atividades de educação em saúde, com a proposta de traçar um plano de ações, no apoio técnico aos profissionais da atenção básica. O público alvo são os profissionais das unidades de Atenção Primária da AP 5.1, onde a Equipe Técnica do Programa Saúde na Escola (PSE), atuam junto às unidades de saúde, capacitando e qualificando os profissionais para o desenvolvimento de atividades de educação em saúde com olhar lúdico-pedagógico, a serem desenvolvidas nas unidades escolares dá, 8° CRE. Esse trabalho é coordenado por Lúcia Regina – Apoio Técnico de Reabilitação do DAPS – CAP 5.1.
Planejamento de oficinas de educação em saúde, identificação de problemas, definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação.
William Nunes Araújo e Kelson Sales  – Técnicos de Vigilância em Saúde da CAP 5.1
O planejamento de oficinas de educação em saúde envolve a identificação de problemas, a definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação. As etapas do planejamento foca, identificar os problemas de saúde da população; priorizar os problemas; definir os objetivos a serem alcançados; criar propostas de intervenção e elaborar estratégias de ação. As propostas das oficinas  são, desenvolver métodos e processos de educação em saúde; promover o acesso e a apropriação do conhecimento em saúde; produzir materiais de apoio à prática educativa e estimular e valorizar os canais de comunicação.
Ações educativas em saúde Campanhas de conscientização, Palestras sobre higiene, Orientações médicas para cuidadores, Orientações de boas práticas para pacientes, Indicação de hábitos saudáveis. O planejamento é um instrumento importante para a execução das ações educativas, pois possibilita um maior impacto nos indicadores de saúde da população. 
Planejamento de oficinas de educação em saúde, identificação de problemas, definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação.
Planejamento de oficinas de educação em saúde, identificação de problemas, definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação.

O Programa Saúde na Escola (PSE), política intersetorial da Saúde e da Educação, foi instituído em 2007 pelo Decreto Presidencial nº 6.286, de 5 de dezembro de 2007. As políticas de saúde e educação voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira se unem para promover saúde e educação integral. A intersetorialidade das redes públicas de saúde e de educação e das demais redes sociais para o desenvolvimento das ações do PSE implica mais do que ofertas de serviços num mesmo território, pois deve propiciar a sustentabilidade das ações a partir da conformação de redes de corresponsabilidade. A articulação entre Escola e Atenção Primária à Saúde é a base do Programa Saúde na Escola. O PSE é uma estratégia de integração da saúde e educação para o desenvolvimento da cidadania e da qualificação das políticas públicas brasileiras.

 

Programa Saúde na Escola (PSE)

Vigilância em Saúde

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina