Acessibilidade Comunicativa – Atenção à Saúde do Homem e do Idoso na AP 5.1

Neste dia, 20 de maio de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa, bem como à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1.

A atividade foi conduzida por Jaqueline Nascimento e Elvis Ferreira, apoiadores da Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães, administrativos surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde. A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

 

 

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Supervisão Geral de SRT – CAPS Lima Barreto

OTICS Bangu sedia Supervisão Geral de SRT do CAPS Lima Barreto

Nesta tarde, 19 de maio de 2026, no auditório da OTICS Bangu recebeu a Supervisão Geral de Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT) do CAPS Lima Barreto. O encontro ocorreu das 14h às 17h e contou com a participação de 14 profissionais que atuam no cuidado em saúde mental, com foco nos cuidadores de Residências Terapêuticas. A atividade teve como principal objetivo o alinhamento das diretrizes de cuidado no âmbito da saúde mental e o fortalecimento das práticas de acompanhamento aos moradores das residências terapêuticas, garantindo um espaço de respeito às diversidades — especialmente no que diz respeito à diversidade religiosa e às relações no cotidiano do cuidado. Durante a supervisão, foram discutidas propostas e orientações vinculadas ao processo de trabalho no SRT, reforçando o acesso a informações e condutas que apoiem um cuidado humanizado, inclusivo e integral às pessoas em sofrimento psíquico. A condução do encontro ficou sob responsabilidade de Larissa Galdino, Coordenadora Técnica do SRT do CAPS Lima Barreto, que mediou o diálogo e proporcionou um espaço de troca entre a equipe de segmento.

Residências Terapêuticas (RTs) são casas que integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT) no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que foram internadas por longo tempo em hospitais psiquiátricos. Essas residências visam a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, com o apoio de cuidadores e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de referência. 

As RTs são geralmente vinculadas a um CAPS, que oferece suporte técnico e profissional. As RTs contam com uma equipe de cuidadores que acompanha os moradores no dia a dia, auxiliando em atividades de vida diária, lazer e atividades terapêuticas. 

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

 

 

 

Acessibilidade Comunicativa

Nesta manhã do dia 19 de maio de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço de encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, e Jaqueline Nascimento, apoiadora da Equipe de Acessibilidade/Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência;
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015);
Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da Universalidade, Equidade e Integralidade.

PCSM – Treinamento para Escrita Qualificada: Guia Essencial para o Registro do Prontuário Clínico

No dia 19 de maio de 2026, no turno da manhã, o auditório da OTICS Bangu sediou a Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto, reunindo 40 profissionais da unidade em um momento de qualificação técnica, discussão de casos clínicos e fortalecimento das práticas de cuidado em saúde mental. A atividade foi conduzida por Mariana Martelo, diretora da unidade, a partir de solicitação da coordenadora administrativa Priscila Lira.

Durante o encontro, foi realizado o “PCSM – Treinamento para Escrita Qualificada: Guia Essencial para o Registro do Prontuário Clínico”, abordando a importância da qualificação dos registros em prontuário como ferramenta fundamental para a continuidade do cuidado, comunicação entre equipes multiprofissionais e segurança da assistência prestada aos usuários acompanhados pelo serviço.

A reunião também teve como objetivo discutir os casos clínicos dos usuários acompanhados pelo CAPS III Lima Barreto, fortalecendo a construção coletiva do cuidado, o alinhamento das condutas terapêuticas e a organização dos processos de trabalho no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

As ações de Educação Permanente em Saúde representam importantes estratégias para qualificar o atendimento ofertado no Sistema Único de Saúde (SUS), promovendo reflexão crítica sobre as práticas profissionais e aprimorando a assistência em saúde mental no território. Além disso, o registro adequado em prontuário é reconhecido como instrumento essencial para garantir a integralidade do cuidado, a ética profissional e a continuidade da assistência aos usuários.

A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu e da Rede de Atenção Psicossocial com a formação continuada das equipes e com o fortalecimento de práticas humanizadas, integradas e centradas nas necessidades dos usuários da saúde mental.

Fonte: Ministério da Saúde — Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Disponível em: Ministério da Saúde – Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)

Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto

No dia 19 de maio de 2026, das 08:00 às 9:30, o auditório da OTICS Bangu sediou a Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto, reunindo 12 pessoas da equipe de enfermagem da unidade para um momento de discussão técnica e alinhamento das práticas assistenciais em saúde mental. A atividade foi conduzida por Mariana Martelo, diretora da unidade.

O encontro teve como tema central a “Atenção à Crise em Saúde Mental”, promovendo reflexões sobre o manejo clínico, acolhimento e acompanhamento dos usuários em situação de crise acompanhados pelo serviço. Durante a reunião, foram discutidos casos clínicos dos usuários atendidos pela unidade, fortalecendo o cuidado multiprofissional e a construção de estratégias terapêuticas voltadas à atenção psicossocial.

A atividade reforçou a importância da qualificação permanente das equipes de saúde mental, especialmente no contexto da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que prioriza o cuidado em liberdade, o acolhimento humanizado e a construção de vínculos no território. O debate sobre atenção à crise é fundamental para garantir intervenções mais resolutivas, seguras e integradas às necessidades dos usuários e familiares.

A iniciativa reafirma o compromisso do CAPS III Lima Barreto, da OTICS Bangu e da RAPS com o fortalecimento da assistência em saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), promovendo espaços de troca de experiências, educação permanente e aprimoramento contínuo das práticas de cuidado.

Fonte:  Ministério da Saúde – Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)

Reunião Online sobre Processo de Trabalho e Indicadores da AP 5.1

Profissionais da Vigilância Ambiental participam de reunião online sobre processo de trabalho e indicadores na AP 5.1

A Divisão de Vigilância em Saúde da Área Programática 5.1 (AP 5.1) promoveu uma reunião online com os profissionais da Vigilância Ambiental – Risco Biológico, reunindo equipes técnicas de ponta, supervisores e representantes da direção da divisão. O encontro teve como tema central o processo de trabalho desenvolvido pelas equipes, além da análise dos indicadores e das ações promovidas no território da AP 5.1. A atividade foi realizada de forma remota, fortalecendo a integração entre os profissionais e ampliando o espaço para troca de experiências, alinhamento de estratégias e aprimoramento das práticas de vigilância em saúde. A reunião teve como objetivo fortalecer o monitoramento das ações relacionadas ao risco biológico, avaliar os resultados alcançados pelas equipes e discutir medidas para qualificar ainda mais os serviços prestados à população. Também foram debatidas estratégias de atuação voltadas à prevenção, controle e resposta aos agravos de interesse em saúde ambiental.

A Vigilância Ambiental desempenha papel fundamental na identificação, monitoramento e controle de fatores ambientais que podem impactar a saúde pública, contribuindo diretamente para a promoção da saúde e prevenção de doenças nos territórios.

As ações desenvolvidas seguem diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Ministério da Saúde, especialmente no âmbito da Vigilância em Saúde Ambiental, conforme estabelecido pela Política Nacional de Vigilância em Saúde e pelas orientações técnicas da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente.

 

 

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Vigilância em Saúde Ambiental;
  • Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS);
  • Sistema Único de Saúde (SUS).

Saúde do Homem e da Pessoa Idosa

Nesta tarde, 18 de maio de 2026, na sala de tutoria da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

 

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

 

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

 

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Reunião Técnica dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 18 de maio de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Medidas Socioeducativas em Meio Aberto AP 5.1

No turno da tarde do dia 14 de maio de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu Jaqueline Nascimento, apoiadora da Equipe de Acessibilidade/Rede de Atenção Psicossocial (RAP) da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, para a construção de uma apresentação de trabalho com o tema “Adolescente em cumprimento de medida socioeducativa em meio aberto AP 5.1: ações e desafios”. A atividade teve como objetivo organizar e estruturar conteúdos voltados à reflexão sobre o acompanhamento de adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto, destacando as ações desenvolvidas no território da Área Programática 5.1, bem como os principais desafios enfrentados pelas equipes da rede intersetorial. O trabalho busca fortalecer o diálogo entre saúde, assistência social, educação e demais serviços envolvidos no cuidado integral desses adolescentes. A construção da apresentação representa um importante instrumento de educação permanente e articulação em rede, contribuindo para a ampliação do debate sobre garantia de direitos, inclusão social e promoção da saúde mental de adolescentes em situação de vulnerabilidade social. O tema também reforça a importância do cuidado humanizado e da atuação integrada dos serviços públicos no acompanhamento de jovens em medidas socioeducativas, considerando suas singularidades, contextos sociais e necessidades de saúde.

As medidas socioeducativas em meio aberto, previstas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), têm caráter pedagógico e visam promover a responsabilização do adolescente, ao mesmo tempo em que garantem acesso à educação, saúde, cultura, convivência familiar e comunitária. Nesse contexto, o fortalecimento das redes de atenção e proteção social é essencial para a construção de estratégias de cuidado, acolhimento e reinserção social. A atuação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e das equipes de Saúde Integral da População Negra (SIPN) também se destaca como fundamental no enfrentamento das desigualdades sociais e raciais que impactam diretamente a vida de adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas, ampliando o acesso ao cuidado integral e às políticas públicas de saúde.

Fontes:
Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) – Lei nº 8.069/1990;
Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE);
Ministério da Saúde – Rede de Atenção Psicossocial (RAPS);
Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN).

Acessibilidade Comunicativa

Na tarde do dia 14 de maio de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço de encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, e Renata Reis, fonoaudióloga do Centro Especializado em Reabilitação (CER), para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa, além da elaboração do roteiro e construção de um vídeo educativo sobre o tema. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência;
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015);
Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da Universalidade, Equidade e Integralidade.